SIATT assina contrato para fornecer novo sistema anticarro ao Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil
A SIATT, empresa estratégica de defesa brasileira pertencente ao grupo EDGE, anunciou a assinatura de um contrato para fornecer uma solução integrada e customizada de defesa anticarro ao Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil. O acordo foi firmado durante o Dubai Airshow 2025, que ocorre de 17 a 21 de novembro no Dubai World Central (DWC).
Instalado em dois veículos 4×4 de alta mobilidade, com proteção balística leve e projetados para operar em terrenos complexos e ambientes desafiadores, o Sistema Expedicionário de Mísseis Anticarro (SMACE) integrará o MAX 1.2 — um míssil guiado de alta precisão e longo alcance desenvolvido pela SIATT — juntamente com uma plataforma de drones equipada com capacidades de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR), além de ataque terrestre. O SMACE combina mobilidade superior, consciência situacional avançada e uma arquitetura totalmente conectada e interoperável, integrando todos os componentes críticos da missão.
Dentro desse conceito, o Comando do Material de Fuzileiros Navais (CMatFN) definiu requisitos táticos e doutrinários para permitir que forças leves atuem de forma eficaz e projetem poder em terra. O foco inclui engajamento e desengajamento rápidos, operações distribuídas, observação remota de longo alcance por meio de drones e enlaces de dados táticos para coordenação em tempo real de missões anticarro. A abordagem visa neutralizar meios blindados tanto em operações anfíbias quanto terrestres.
Hamad Al Marar, Diretor-Gerente e CEO da EDGE, afirmou:
“Essa nova solução anticarro representa apenas uma das várias iniciativas que estamos desenvolvendo com o Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil. Ao integrar mísseis guiados avançados, sistemas não tripulados e uma arquitetura de comando em rede, fortalecemos a capacidade do Brasil de enfrentar ameaças, ao mesmo tempo em que ampliamos a capacidade geral de suas forças armadas. Este acordo reflete o alcance internacional da EDGE, sua competitividade no mercado latino-americano e destaca o valor de longo prazo da nossa parceria, que continua gerando inovação com impacto muito além das fronteiras brasileiras.”
Após a entrega do primeiro sistema e sua avaliação operacional em 2026, o plano é dobrar a capacidade de produção, seguida da fabricação de unidades adicionais nos anos seguintes.
A iniciativa evidencia a capacidade da EDGE de fornecer soluções customizadas para atender às necessidades específicas de seus clientes, ao mesmo tempo em que demonstra a adaptabilidade do grupo às particularidades geográficas da América Latina — reforçando o compromisso estratégico de investir no Brasil como parceiro-chave na área de defesa.■

Pelo que vi vai ser usada em emboscada, o operador detecta um carro, vai para um ponto onde ele pode atirar, o alvo aparece ele atira e vai embora.
Esse carro é medíocre, só um tiro. Da uma olhada no ARMADILLO da Mac jee. Também Nacional, dexSao paulo… Uns 60 mísseis+ ou – …..
Em tese a compra visa fornecer um sistema anticarros. Na prática, certeza que a comissão que avaliou o veículo fez o cálculo de quantas caixas de cerveja, carvão e KGs de carne é possível carregar.
Quem não conhece até compra a ideia…
Solução interessante, essa aí.
Veículo leve, grande mobilidade, “barato”, perfeito pra emboscadas, imagino que o sistema de disparo possa ser feito de forma remota, e imagino que terá algum link com drones de recon.
O EB poderia pensar em algo semelhante com seus Marruas ou Linces.
Nessa “arte” aparenta ter um veiculo transportador exclusivo ou será que é uma caminhonete genérica? Será que pode ser instalado numa Toyota?
Vindo dos árabes não seria de se estranhar…
Também não reconhecí o veículo da 1° imagem, imagino que seja arte conceitual.
Deveriam ter usado como exemplo o Marruá, Lince ou aquele veículo 4×4 norte-americano que os FN’s compraram recentemente, cujo nome esquecí.
É um GM Defense ISV
JLTV
Para os “inteligentes”, minha resposta, onde escrevi “JLTV” , é sobre essa parte do comentário do Willber: “… aquele veículo 4×4 norte-americano que os FN’s compraram recentemente, cujo nome esquecí.”
Obrigado.
“O EB poderia pensar em algo semelhante com seus Marruas ou Linces”.
Acho que viaturas como o Lince seria desperdício de dinheiro,pode muito bem ser uma viatura simples mesmo,nacional como Marruá,Ford ou Chevrolet…
Como o Marcos Campos disse:
“Pelo que vi vai ser usada em emboscada, o operador detecta um carro, vai para um ponto onde ele pode atirar, o alvo aparece ele atira e vai embora”.
É fazer oque tem de fazer e picar a mula…
Poderia ser uma versão como a Ford Ranger Military demonstrator
onde o veículo recebeu preparação para servir como picape militar, ganhando blindagem, sistema elétrico mais robusto e até suporte para montar metralhadora na caçamba
https://motor1.uol.com.br/news/375483/ford-ranger-militar-preparacao/
2019…
A EDGE pode tentar empurrar algum veículo 4×4 fabricado por ela.
Espero que a MB escolha um veículo fabricado no Brasil.
E concordo que o EB deveria implantar essa solução no Marruá ou no Guaiucurus, assim como sugeri que adotasse o lança foguetes do Armadillo nesses veículos.
Olha. O veículo da imagem é o GM Defender ISV que é baseado na Chevrolet Colorado, que é a versão da Chevrolet S10 vendida nos EUA.
Em tese, daria para integrar em veículos assim.
Deve ser possível integrar até na Strada cabine simples, pois o lançador é leve e pequeno para uma caminhonete.
Obviamente é melhor ser instalado numa viatura blindada.
Não.
Era só copiar…

A escolha é por um veículo rápido e leve,não por um trambolho pesado…
O Oshkosh JLTV tem suas vantagens mais nesse caso acho que como eu disse:
Rapidez,leveza,agilidade e manutenção simples pode ser fatores para aquisição.
Sem esquecer a discrição,e olhe que o JLTV é bem maior que um Hummer,que já não era nada discreto…
Excelente notícia!
Precisam arrumar 2 coisas nesse projeto:
Um veículo mais em conta, essa coisa ai, é bem carinha:
“A 2020 contract for 649 vehicles averaged around $330,200 per unit, while a 2023 estimate for a 2020 ISV was around $177,000, not including sustainment and fielding costs which are bundled into the contracts.”
A outra é bem mais difícil, precisam arrumar um míssil no estado da arte e não esse troço defasado de 40 anos ou mais, atrás!!!!
Para operar na América Latina é algo útil em muitos cenários.
Isso não passa de um Land Rover Defender melhorado!
Poderia fazer um estudo a respeito da utilização de quadriciclos equipados com Atgm e drones FPV ….
Tem que se preocupar com o Míssil alcance também aprimorar se possível Atire e Esqueça
Trazer mais capacidade e não focar no veículo somente
Chineses?
“Olha. O veículo da imagem é o GM Defender ISV que é baseado na Chevrolet Colorado, que é a versão da Chevrolet S10 vendida nos EUA.
Em tese, daria para integrar em veículos assim”.
Acredito que não teríamos problema ou falta de competência para fabricar um similar por aqui,sem necessitar de queimar grana com produtos importados...
Adriano.
Essa última pickup que você postou pesa 5 toneladas.
O dobro de uma pickup civil. É muito peso sobre aqueles dois pequenos (pra necessidade) pneus.
Dependendo do solo, devido à pouca área de contato com solo, elas sofrem muito com aderência.
Se for muita lama, tendem a afundar com facilidade.
O Guarani tem 3x esse peso, mas é 6×6 e seus pneus te muito mais borracha, permitindo desinflar bastante. Aumenta muito a área de contrato. Vira quase uma esteira.
Última a verde.
Para veículo similares ao ISV, alguns chegam a pesar 1.5 toneladas.
Flutuam na lama com o pneu certo. Assim como faz o jimny e o sierra.
https://www.pneusbfgoodrich.com.br/auto/nenhum-desafio-e-grande-demais
Esses pneus aqui seriam os ideais, são os mesmos usados em Rally.
Acho que como a intenção é ser um veículo rápido e leve,chegou,fez oque tinha que fazer e vazar rápido do local,acho que outras opções poderiam ser usadas.
“Essa última pickup que você postou pesa 5 toneladas.
O dobro de uma pickup civil. É muito peso sobre aqueles dois pequenos (pra necessidade) pneus”.
A última imagem,vi agora que não era do chevrolet mencionado…
Mas voltando ao tema:
Será mesmo que necessitamos de uma plataforma importada?
Os militares enaltecem nossa BID e falam sobre sua importância, mas na hora de tirarem nosso dinheiro da carteira,nem sequer cogitam uma alternativa nacional…
Será que não há possibilidade de tal veículo ser criado aqui?! Oque ele tem de tão complexo que não se consiga ser fabricado aqui?
Acredito que nem precisaria de um carro com blindagem STANAG 4569 Nível 3 como o Iveco Lynx para tal função.
“Um contrato de 2020 para 649 veículos teve um custo médio de cerca de US$ 330.200 por unidade, enquanto uma estimativa para um ISV de 2020 em 2023 era de cerca de US$ 177.000, sem incluir os custos de manutenção e implantação, que estão incluídos nos contratos.”
É um precinho um pouco salgado…
O exército britânico usa pickups militarizadas como Ford Ranger blindadas, com um motor EcoBlue biturbo diesel de 2,0 litros com 213 cv e 500 Nm de torque, acoplado a uma transmissão automática de 10 velocidades.
Com grande parte do veículo permanece original, isso o torna “um produto de transporte multifuncional altamente econômico para defesa e outras aplicações relacionadas à segurança”.
Para cumprir a função de defesa e segurança, o Ranger foi equipado com um suporte circular para metralhadoras e outras armas pesadas, além de receber blindagem na parte inferior. Vidros à prova de balas protegem o motorista, enquanto para-choques reforçados permitem que ele ultrapasse obstáculos que não consegue atravessar a tiros.
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,
Eu nunca fui crítico de soluções militarizadas,grandes países com forças militares,orçamento e tecnológicamente superiores a nós,usam veículos militarizados e isso não é demérito algum..
Aqui tem um exemplo como o Mercedes G-Wagon,veículo 4×4 de origem comercial que tem sido amplamente utilizado.
É oferecido em diversas versões e possui capacidade de carga de até 1.500 kg.
Aqui, um modelo das Forças Armadas Canadenses em um campo de tiro com metralhadora. (Departamento de Defesa Nacional do Canadá)
Veículos leves movidos a eletricidade, como o Reckless, um veículo totalmente elétrico desenvolvido pela Nikola, são simples, confiáveis, não precisam de combustível e são silenciosos. (Nikola)
O Nikola Reckless é um UTV totalmente elétrico com especificações militares,
Ele tem um preço estimado ra de US$ 85.000, de acordo com a Nikola e é usado pelo USMC…
É mais sensato administrar bem os recursos financeiros oriundos do contribuinte do que gastar em produtos com valores superiores, mesmo sabendo que como seria para o CFN, não seria grandes aquisições unitárias.
Alguns acham preferível adquirir soluções onerosas ao invés de usar os recursos com inteligência e parcimônia…
https://www.army-technology.com/projects/nikola-reckless-electric-utility-task-vehicle-utv/
https://defence-blog.com/nikola-corporation-unveiled-reckless-utv-for-us-marines-at-camp-pendleton/
https://drivemag.com/news/u-s-marines-test-nikola-motor-company-s-reckless-utv-ev-and-it-s-blisteringly-fast/
https://planetcars.com.br/wp-content/uploads/2024/05/champ-2.webp
Que gambiarra,alguem deve estar levando uma comissão gorda $$.
Serve uma Hilux, o “technical” predileto de 11 entre 10 grupos terroristas, radicais islâmicos, ou jihadistas!!!!
Homem, Tanto um Toyota Hilux ou Land Cruiser Mark I certamente não fariam feio…
O problema é que fazer caridade com o chapéu alheio(Contribuintes…) é bastante cômodo e agradável…
Mas em um país onde um bando de picaretas, que ganham mais de 40 Mil Reais por mês( fora os penduricalhos…) irão alugar 79 SUVs de luxo da marca Chevrolet, modelo Equinox 2025, a um custo de R$ 47,7 milhões em um contrato de cinco anos, pagos pelos palhaços do Circo Brasil, oque não falta é liberdade com carteira alheia…
Poderiam utilizar as viaturas da Avibrás e tentar ajudar a empresa, encomendando uma quantidade boa e até oferecendo para outras nações? Sim, mas os nossos militares “patriotas” provavelmente vão comprar veículos de fora.
Que viaturas da Avibrás? Ela está fechada e as últimas viaturas que tentou fabricar foram um fracasso.
Quer ajudar uma indústria brasileira? Compre o Agrale Marruá.
Guará 4WS, viatura muito interessante.
Aquela viatura que nunca saiu da fase de protótipo, nunca foi adotada por nenhuma FA e cujo fabricante não tem grana nem pra pagar as tias da limpeza?
Sério?
O pessoal não consegue entender que Guará e Tupi entraram pro mesmo buraco que Osório, Tamoyo, Sucuri, Ogun e Charrua.
Precisa saber diferenciar protótipo de veículo pronto para ser adquirido ou mesmo fabricado.
Para piorar, a Avibrás não tem capital para encomendar as peças e matérias-primas necessárias à fabricação e nem mesmo para pagar os empregados que restaram. Fora que pelo tempo muitos insumos podem nem mais ser fabricados.
Quer ajudar a indústria brasileira, diga não as reservas de mercado ou a engenharia de obra pronta, e sim a concorrência ampla, geral e irrestrita!!!!
O mercado de Defesa mundial não funciona assim.
Empresas de Defesa são financiadas e protegidas por governos que se beneficiam da geração de empregos e da vantagem de produzir seus armamentos em seu território.
Amigo, o negócio é que tem que ser veículos tipo de reconhecimento,e tais veículos geralmente são conhecidos por atributos como agilidade e peso moderado…
Na Avibrás não existe isso ! o exército brasileiro tinha até um carro leve,que se caso tivesse ido para a frente,quem sabe poderia ter surgido variantes.
Seu nome era Chivunk.
Era um veículo de ataque rápido, leve e versátil, utilizado por paraquedistas e forças especiais.
Ele podia ser transportado por via aérea, incluindo por paraquedas.
Ele é um veículo multifunção,pode ser usado como transporte, evacuação médica, reconhecimento e pode ser lançado de paraquedas.
Pode ser transportado por meio de helicópteros médios através de um guincho e cerca de 2-4 veículos podem ser transportados por via aérea em um C-130 Hercules e 4-7 veículos em um Embraer KC-390 .
Podem ser armados com um morteiro de 120 mm, lançador AT4 e FN MAG 7,62×51 mm NATO GPMG.
As vezes nossos militarem criam soluções paliativas e ao mesmo tempo eles as enterram…
Vai ser em cima de um Fusca.
Desde que o “fusca” venha importado dos USA, o mini USMC (CFN) compra. O inportante é que não seja nacional, como um Marruá.
Um buggy militar 4×4 igual aquele dos Marines , em minha opinião, seria a melhor opção. Mobilidade , velocidade , manutenção simplificada e pode operar em muitos cenários da América Latina e Caribe.
Você está falando desse?
Até o Níger criou sua própria solução militar,seu próprio ATV para usar em sua defesa,mas aqui continuamos com o mesmo erro de dar preferência a produtos estrangeiros,criando empregos e gerando lucros para a BID externa…
Minha crítica de instalar o MAX no Cascavel não se aplica nesse caso.
Apesar de meio esquisito é uma combinação interessante.
E quanto a ATVs Bosco? Você é a favor de tais soluções que poderiam ser menos onerosas e até adquiridas aqui ou acha que somente soluções externas seriam mais úteis para nós servir?
Já existe essa solução no Brasil. O CFN esta inventando a roda, o míssil Max pode ser disparado do reparo da VL Chivunk. Tem fotos na Internet do Max instalado na Chivunk. Inclusive desfilou no 7 de setembro em Brasília.
No desfile e no Powerpoint pode tudo.
Era exatamente esse buggy que eu estava pensando
pelas notícias, parece que os FN estão mais confiantes no Max 1.2 que o próprio EB. Esse míssil em cima de um Marruá seria uma ótima ferramenta para os FN, os Marruás e o Chivunk (se um dia entrar em operação) seriam ideais para essa função.
Só complementando a info. A SIATT já traçou a evolução do missil max 1.2 AC. Há duas variantes : O max 1.3 AC com alcance de 3.000m e o Max 1.4 AC com alcance de 4.000m, nova ogiva para penetrar blindagens de até 1.000mm e reativas, novo motor para garantir mais alcance e manobrabilidade, e guiagem tipo dispare e esqueça. O MAx 1.4 AC teria um desempenho semelhante ao missil anti carro israelence Spike. O MAX 1.3 AC seria uma melhoria pontual. O MAX 1.4 AC, missil praticamente novo, já sob influência da EDGE para o mercado internacional e concorrente direto dos misseis anti carro ocidentais.
Na minha modesta opinião a SIATT/ EDGE acerta em desenvolver duas versões para o missil MAX . São misseis para TOs diferentes. O Max 1.3 AC se destina a TOs assimétricos, contra insurgência, etc. Já o MAX 1.4 AC se encaixa em TOs de alta intensidade, que envolvam MBTs com blindagem poderosa e até reativa. Óbvio que seus custos serão diferentes, e também serão diferentes os meios para seu lançamento: veículos leves ou levemente blindados para o max 1.3 AC e caça tanques mais pesados e melhor blindados para o MAX 1.4 AC. Não se ventilou se haverá versões lançadas por meio aéreo ( Helis de ataque, caças ou drones) para o Max 1. 4 AC, mas sabendo- se das ambições da EDGE no mercado de defesa internacional, é possivel que isto já esteja no radar da EDGE. Óbvio que um missil com esta característica interessaria e muito, tanto ao EB quanto ao MB, já que ambas as forças possuem ou possuirão Helis de ataque para apoio de fogo aproximado de tropas em terra.
Em outra reportagem sobre o mesmo tema há também uma imagem de tal veículo com proteção balística, porém todo aberto na lateral: https://www.agencia.marinha.mil.br/internacional/novo-sistema-de-misseis-dos-fuzileiros-navais-do-brasil-operara-nos-litorais-contra
Eu não sou entendedor do assunto, mas não sei se isso faz sentido. Se for para usar viaturas abertas, talvez fosse válido usar o Marruá aberto, dando preferência à indústria nacional.
O Marrua não teria dimensões nem blindagem para portar o lançador do missil MAX 1.2 AC/ MAX 1.3 AC, e ao mesmo tempo servir de plataforma de lançamento de drone ISR/ Ataque, dado o TO provável, especificado pela CFN. Um veículo levemente blindado EXPEDICIONÁRIO. Este TO prevê desembarque em litoral externo, através de NDMs da MB, com risco de conflito/ resistência assimétrica, à ser enfrentado pelas tropas da CFN. Por outro lado, a viatura proposta terá motor nacional, e integração do missil, seu lançador ( nacionais), o drone ISR / ataque ( EDGE) e o comando e controle dos sistemas de rastreio e ataque, pela SIATT, no BR. Trata- se de um sistema inovador, porque combina viatura resistente, levemente blindada e flexivel + missil anti carro+ drone ISR/ Ataque, incorporados à viatura. É um meio que responde aos últimos conflitos em andamento, Ucrânia/ Gaza.
As dimensões totais do Marruá e do ISV são semelhantes.
Marruá AM200
Dimensões principais
Outras dimensões
ISV
Dimensões principais
Outras dimensões
De qualquer forma, o CFN já escolheu o veículo da GM e assinou o contrato.
Não é uma venda grande, mas é uma venda perdida pela Agrale ou até mesmo Iveco.
“O Marrua não teria dimensões nem blindagem para portar o lançador do missil MAX 1.2 AC/ MAX 1.3 AC, e ao mesmo tempo servir de plataforma de lançamento de drone ISR/ Ataque, dado o TO provável, especificado pela CFN.”
O uso do lançador de mísseis AC e do drone não serão ao mesmo tempo. Os sistemas poderão ser usados pela mesma viatura, mas um de cada vez.
Trata-se de um protótipo / mock-up digital, divulgado publicamente pela SIATT e EDGE como parte de uma parceria tecnológica.
Digital.
Baseado em?
GM Duramax 6.6L V8 diesel. Potência entre 300–450 hp, dependendo da versão militarizada. Torque entre 700–900 Nm.
O Duramax 6.6L V8 usado nos veículos militares da EDGE é fabricado nos EUA, na planta DMAX de Moraine, Ohio.
Logo…
Trata-se de um conjunto digital mostrado em apresentações da EDGE Conversinha.
Não é possível operar em Fiat Strada, Montana, L200 ou qualquer outra tranca montada no Brasil.
E o mesmo motor da silverado importada so que aqui na versão a gasolina…motor tem a fama de ser inquebrável
Marruá.
Motor 4 cilindros 2.8 L Turbo diesel entre 132 e 150 cv, conforme calibração. Fabricado pela MWM Motores, em São Paulo – Brasil.
Esse motor não tem potência ou torque para essa finalidade. Trata-se do motor nacionalizado pela GM para equipar a S10.
Não tem contrato assinado. Trata-se de uma “iniciativa”. Lobistas. Gente do Mansup ER.
Altíssima dependência da GM norte-americana.
No primeiro parágrafo consta que houve assinatura do contrato.
Não é uma nota da MB.
Para todos que estão discutindo e propondo todos os tipos de picapes, viaturas, etc, para esse sistema, reproduzo abaixo um pequeno trecho:
“A viatura leve da GM Defense, de alta mobilidade, testada no deserto durante o evento, possui motor 2.8L Duramax, fabricado em São Paulo. O novo blindado do CFN, conta com tração nas quatro rodas, proteção balística leve e peso de 2,2 toneladas. Trata-se da mesma tecnologia adotada, recentemente, pelo Exército dos Estados Unidos para substituir os veículos HMMWV, com um conceito que prioriza a simplicidade da operação e manutenção.”
Então, me parece claro que a viatura será exatamente a que foi mostrada na imagem de abertura da matéria deste tópico.
Qual é a fonte?
https://www.agencia.marinha.mil.br/internacional/novo-sistema-de-misseis-dos-fuzileiros-navais-do-brasil-operara-nos-litorais-contra
Agência Marinha de Notícias
Acesse: https://www.agencia.marinha.mil.br/
Negativo.
“A viatura leve da GM Defense, de alta mobilidade, testada no deserto durante o evento, possui motor 2.8L Duramax, fabricado em São Paulo. O novo blindado do CFN, conta com tração nas quatro rodas, proteção balística leve e peso de 2,2 toneladas. Trata-se da mesma tecnologia adotada, recentemente, pelo Exército dos Estados Unidos para substituir os veículos HMMWV, com um conceito que prioriza a simplicidade da operação e manutenção.
Fonte: Agência Marinha de Notícias”
Acesse: https://www.agencia.marinha.mil.br/
Não é a viatura adotada nos EUA. O veículo norte-americano é um 6.6 V8 de 450 HP.
A descrição da Agência da Marinha menciona o tradicional motor MWM 2.8 nacionalizado pela GM, bastante menor e inadequado para a finalidade descrita na matéria.
Olha para o veículo. Tu acha que esse conjunto pode ser operado com motor de S10?
A Agência Marinha, à época da construção do Riachuelo, informou que a WEG produziu o MEP e que haveria fornecedor nacional para as baterias dos submarinos.
Imagem não diz nada. Apesar de grande, o Max 1.2 AC não pesa 100 kg. Massa trivial até para um carro pequeno.
O motor Duramax 2.8 é compatível com a viatura. Agrale Marruá e Iveco Guaicurus usam motores similares em deslocamento e potência.
Americanos colocam um V8 em qualquer coisa, não são parâmetro.
O contrato foi assinado para desenvolver e entregar duas viaturas. Isso é fato, não é boato.
Conversa.
Fosse possível instalar em Marruá teriam feito. Instalar pode instalar até em Toro.
Compatibilidade…boa essa, compatibilidade com o que se a viatura não existe.
Os norteamericanos montam o conjunto com motor de 450 CV porque é assim que ele opera.
Esteves, eu não vou discutir com a informação. Quem disse que a viatura será essa é a própria MB. Se está errado ou certo, até que o que sejam divulgados mais detalhes, é a informação vinda de dentro da MB.
Não veio de dentro. Veio de lobistas lobisomens devoradores.
Tu acredita em viatura para essa missão montada em S10? Em motor MWM de certos cavalos?
Eu…eu procurarei uma Anisio Santiago. Ou Havana se algum maldito deixou sobrar.
Bom domingo.
Uma pequena comparação:
M113BR (VBTP sobre lagartas) Modernizada:
Peso da viatura: 12 Ton carregado
Motor: Detroit 6V53T
Potência: 275 cv
Torque: 78,53 kgfm
Relação peso/potência: 43,63 kg/cv
Relação peso/torque: 152,8 kg/kgfm
Viatura GM proposta neste projeto da MB/CFN:
Peso da viatura: 2,2 Ton
Motor: Duramax 2.8
Potência: 207 cv
Torque: 52 kgfm
Relação peso/potência: 10,63 kg/cv
Relação peso/torque: 42,3 kg/kgfm
Se o motor da viatura desse projeto é inadequado, então o do M113BR, pela tua lógica, é muito mais inadequado ainda!! Só que o M113BR opera muito bem e em situações e terrenos muito difíceis. Como eu disse antes, calma…muita calma…aguardemos.
Isso é conjunto pra agro. Leva cana e agroboy.
50 quilos de torque pra operar e missionar um conjunto anti carro? Blindado? Na batalha?
O M113A2 Mk1 (M113 BR) usa o motor Detroit Diesel 6V53T, que é um V6 a diesel, turbo, de 2 tempos. Torque de 78 quilos.
Tu quer blindar uma S10 e transformá-la em matadora de carros? Só no cineminha.
Esteves, eu coloquei os pesos, potências, torques e relações peso/potência e peso torque. Todos com resultados melhores para a viatura proposta do que para o M113BR. E a VBTP do EB opera muito bem, em qualquer terreno, acompanhando os Leopard em campo. Não brigue com os números.
Para. Tu tá me irritando.
O VBTP-MR “Guarani” do Exército Brasileiro usa um motor FPT / Iveco Cursor 9 diesel.
• Potência: 383 cv.
• Torque: 154 kgfm a 1.100 rpm.
MWM 2.8 de 50 quilos de torque é veículo de passeio.
Quem foi que falou em Guarani??? Eu coloquei os dados do M113BR!! Que possui torque de 78 kgfm!! Para mexer 12 toneladas!! O motor da viatura proposta tem 52 kgfm para mexer 2,2 toneladas!! Quem tá me irritando é tu e tua teimosia!!
S10.
Querem pegar uma S10 com motor MWM nacionalizado pela GM. Um 2.8 de levar criança pra fazenda.
Tu tá querendo fazer piadinha? CFN de S10?
Tá bom…já virou discussão infantil…não discuto mais…fica com tua opinião e eu com a minha.
Infantil porque vocês acreditam em notinhas?
Lobistas, nada mais.
O modelo-base que serviu como referência para esse conceito brasileiro…conceito, e o GM Defense Infantry Squad Vehicle (ISV) derivado da linha Chevrolet militarizada da DMAX Ltd. — joint venture GM + Isuzu Localizada em Moraine, Ohio (EUA).
O lobby da EDGE “criou” esse devaneio com S10.
Calma…aguardemos.
Vamos separar fato de boato. Isso não é um contrato formal. A solução sequer…sequer existe.
Assinaram um “contrato” para fornecer uma “solução integrada antitanque” ao Corpo de Fuzileiros Navais.
Eles detalham que o primeiro sistema deve ser entregue para avaliação operacional em 2026.
Avaliação.
Não é diferente do contrato assinado pelo EB com a CIO para a compra de dois Centauros 2 para avaliação.
Assinaram o contrato, as viaturas foram entregues, avaliadas e aprovadas. Pertencem ao EB que pode ou não comprar outras.
Aceite.
A MB não comprou.
Está assinada uma intenção/avaliação O veículo original é bastante diferente desse dos lobistas da EDGE.
Puro lobby.
A notícia é em sentido contrário.
A menos que você tenha lido o contrato e nele conste que a MB deve devolver os veículos após a avaliação.
Não existe contrato.
Nenhum documento público aparece nas buscas que eu fiz — as matérias e o comunicado oficial atribuem a assinatura à Marinha / CFN, sem publicar um arquivo assinado que identifique, de forma inequívoca, o nome da pessoa que rubricou o contrato em caráter formal.
Tem foto e conversa.
A regra não é publicar o contrato, né? Ou você tem o do Gripen, das Tamandarés e dos Guaranis?
A publicação de que foi assinado o contrato pode sair em alguns dias. Não é imediata.
O contrato com Tamandaré, Gripen e Riachuelo foi acessado aqui. E debatidos.
Todo contrato público é público.
Quem quiser acreditar nas notinhas dessa agência que vá.
Vá acreditar.
O motivo de eu colocar a nota da MB foi, basicamente, para informar que a discussão de “trocentos” modelos de picapes, utilitários, até modelos elétricos, discutidos aqui como plataforma ideal, é infrutífera, pois a nota da MB informa que o modelo escolhido é o da foto da matéria. Agora, se isso vai resultar em um equipamento operacional após as avaliações e desenvolvimentos, aí é outra história…
Eu não acredito que a MB montou nesse cavalo.
Acredito menos nessa agência.
Pode ser. Eu não boto a mão no fogo por ninguém. Como eu já disse acima, aguardemos.
Os contratos propriamente ditos não foram publicados. O do Gripen, segundo dizem, tem centenas de páginas. E tem, com certeza, cláusulas de confidencialidade. O mesmo vale para as Tamandaré e os Riachuelo.
Nesse penco não boto 1 tostão.
E se daqui um tempo o CFN estiver recebendo uma viatura igualzinha à que está na abertura desta matéria?? O que tu vai dizer?? Por outro lado, se não receber ou se for outra viatura, eu não vou me admirar. Eu só estou trabalhando em cima das informações de dentro da MB…se estão corretas, ou não, o tempo dirá. Abraço, Esteves.
O importante é sacudir a poeira.
https://en.wikipedia.org/wiki/Oshkosh_M-ATV
Bardini, como sempre, indicou o veículo certo.
Pode ser. O CFN já opera o JLTV, dessa família de veículos. Aguardemos.
Naturalmente e inteligentemente, se houver disposição e determinação para fugir dos lobos lobistas, a solução é essa. Sempre será.
Quem quer entregar pickup de agroboy para o CFN que se…se…se…
Divulgaram a publicação no DOU com as informações básicas, como quantidade e valor.
Os contratos não foram divulgados de nenhum desses programas citados.
Exatamente.
Vá procurar.
Tu tá nervoso, índio véio? Te acalma…é só uma troca de ideias.
Adoro o caos.
😂😂😂😂
Mentira.
Essa história de conteúdo nacional.
O motor da S10 é um MWM. Nacionalizado pela GM quando os alemães compraram a MWM de volta. O velho 2.8
Quando quiserem. Quando quiserem vamos a uma fazenda no interior paulista, o mais rico dos interiores, falar com mecânicos. Falar com a turma que trabalha com S10. Falar sobre as manutenções. Sobre as peças.
Vamos contar pra turma que trabalha com S10 no campo que querem transformar a caminhonete em veículo militar blindado matador de carros para uso no CFN: tropas altamente treinadas para combate urbano, selva, caatinga, montanha, desembarque anfíbio e operações especiais.
De S10. Tá certo?
Mestre Adriano Madureira, o Chivunk é o que se desenvolveu depois como nome Gaúcho, certo?
O Chivunk é o desenvolvimento brasileiro do Gaúcho, que era um projeto em parceria com a Argentina, mas que, como projeto conjunto, não passou da fase de protótipos.
Por que não analisam o ARMADILLO, Nacional, lança mísseis portátil com três carregadores automáticos com 12 mísseis cada. Com alcance de 7 a 13 km ? Muito melhor armado, alcance melhor. ??????
Aqui jo Brasil a MAC JEE P, construiu e produziu um. Excelente lança míssil de 70 mm com 3 Carregadores; todo embutidos. Qd9 vai lançar ele por. Lançado para fora e dispara quantos quiser. E qdo descarregado, ativa o 2 e depois o terceiro carregador de mísseis para vários disparos, quanto necessários.mimaginavo EB e fuzileiros com apoio desse carro, com tecnologia nacional, fortemente aumentando poder de fogo real de batalhões e cias de combate. Imaginem batalhão com dezenas de lançadores de mísseis apoiando. E sem deixar de mencionar que a Mac JEE já pensa no ARMADILLO cm míssil anti aéreo, mesclado com os mísseis atuais. Poder total. Força sem precedentes nos batalhões, fortemente apoiados……… Mais no Brasil, parece que não quer o melhor, com tecnologia de ponta…..