Brasil recebe o primeiro UH-60M Black Hawk do Exército em voo de C-17A da USAF
O primeiro helicóptero UH-60M Black Hawk adquirido pelo Exército Brasileiro chegou ao país a bordo de um C-17A Globemaster III da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), em voo especialmente destinado à entrega da aeronave. O transporte marca o início da incorporação do novo lote de helicópteros utilitários modernos que reforçarão a Aviação do Exército.
A compra de US$ 451 milhões, formalizada em julho de 2024 por meio do programa Foreign Military Sales (FMS), prevê a entrega de 12 helicópteros UH-60M, além de 34 motores T700-GE-701D — suficientes para equipar todas as aeronaves e manter reservas estratégicas —, além de componentes adicionais e itens de suporte logístico.
Modernização da Aviação do Exército
Os UH-60M representarão um salto significativo na capacidade operacional das unidades de aviação do Exército, oferecendo:
- Maior desempenho em ambientes quentes e de alta altitude,
- Glass cockpit moderno,
- Aviônicos digitais compatíveis com operações noturnas e de baixa visibilidade,
- Maior segurança, capacidade de transporte e resistência estrutural.
Os helicópteros são destinados a missões de assalto aéreo, transporte de tropas, evacuação aeromédica, apoio humanitário e operações conjuntas, ampliando a flexibilidade do Comando de Aviação do Exército (CAvEx).
Entrega e próximos passos
Com o primeiro helicóptero já em solo brasileiro após o transporte pelo C-17A, as próximas unidades deverão chegar ao país de forma escalonada ao longo dos próximos meses, conforme cronograma do acordo FMS.
A chegada do primeiro Black Hawk marca um novo capítulo na modernização da frota, que já opera versões anteriores do modelo e agora passa a contar com o padrão mais avançado disponível para exportação.■
SAIBA MAIS:
Black Hawks para o EB: assinado o contrato de US$ 451 milhões

Um dia desses vi uma reportagem que falava a respeito da aposentadoria dos Pumas do Reino Unido depois de 50 ANOS!!!Os nossos Cougar mal tem 20 anos (helicóptero muito mais moderno que o Puma), com certeza voam menos que os britânicos e já estão sendo aposentados…poderíamos gastar esse dinheiro em algo que não temos (mísseis, blindados, helicópteros de ataque, drones e etc) e zelar pelo que já temos.
Obs.: esses Black Hawk podem ser equipados com misseis? A conversão para versão de ataque é possível?
What’s the problem with buying a real, new attack helicopter? Okay, so the local generals don’t like Russian stuff (we know the history of the Mi-35M). Buy Cobras or Apaches. Or finally refurbish the Mi-35M; transport helicopters alone won’t get you very far in a real war.
The Army Aviation intends to buy attack helicopters from 2.031- . They never bought secondhand aircrafts.
On Poder Aereo someone explained that A29 cover the missions of an attack helicopeter, so that’s why the armed forcers never prioritize this purchase.
Bom dia, em português brasileiro, por favor.
Bom saber que você não morreu na guerra.
Os britânicos podem ate boar mais, mas é preciso ver as condições de vôo. Veja o caso dos 3 black hawks da FAB que ja foram baixados.
Por que esses UH-60 foram baixados?
Fadiga estrutural. São dos recebidos no primeiro lote, em 2006. Voar por 19 anos na Amazônia, e voando muito, cobra seu preço. Umidade e calor altíssimos e constantes são terríveis para aeronaves. Alto número de horas voadas, em condições inclementes, custa caro para as estruturas e sistemas. Mas, isso tudo não seria por si só responsável por causar baixas/desativações. Muito provavelmente tenham passado por incidentes, como pousos duros, pousos com vento elevado, situações críticas que cobraram seu preço.
A umidade da Amazônia deve acabar com eletrônicos e com a célula.
A combinação calor e humidade cobram um preço terrível para celular e eletrônicos
ops…células ..kkkk
Isso.
Exato.
O calor e a umidade do Brasil como um todo acabam com qualquer coisa.
Tenho um amigo que não encontrava já um tempinho.
Semana passada ao reve-lo numa cervejinha celebrando aniversário de outro amigo em comum levei um susto!
O rapaz tá escuro, roxo!
A aparência dele alterada.
Segundo me disse tem andando muito no sol e não se deu conta de que estava sendo torrado.
E não vivo na Amazônia.
Pelo contrário, bem longe.
Imagine uma máquina sofisticada e delicada dessa submetida a esse clima e atmosfera infernais.
Mas cara, os helicópteros britânicos voaram por 50 anos…em quantas guerras os britânicos se.envolveram nesses 50 anos? Afeganistão e Iraque não são quentes? E o efeito da areia nos motores? Estavam voando até esse ano…isso é desculpa da FAB.
É que é diferente tipo, um clima quente e seco de quente e úmido. O segundo como já disse, acaba com a estrutura da aeronave e dos eletrônicos.
Tanto que aeronaves para serem preservadas vão parar em depósitos no deserto devido a baixa umidade…
Muito mais fácil (ou menos difícil) manter um equipamento no deserto (quente, mas seco) do que numa floresta equatorial como a amazônica (quente e úmido). E os helicópteros britânicos operaram constantemente, durante estes 50 anos, em climas desafiadores?
Basta ver onde eles estocam aeronaves: No deserto. Clima seco e quente.
Lembra daquele Cougar que deu disparo compressor e fez pouso duro no meio da amazônia? Motor de helicoptero sempre funcionando em clima quente cobra a taxa
No afeganistão os aliados da OTAN perderam 134 helicopteros, sendo 38 por fogo inimigo. E como disse uma vez um amigo do CFN “Duas coisas foram feitas para cair e por um milagre ficam em pé: Moto e helicoptero.”
Nobre Colombelli, te fazer uma pergunta off-topic, tem uma série da Netflix de forças especiais tu já viu? enfim….e um episódio é na Colombia, e os FE Hermanos fizeram os protagonistas dormirem no chão na selva, os protagonistas (também FE de outras nações) contrariaram devido aos animais e insetos rastejantes e eles disseram que dormir em rede é perigoso devido aos tiroteios ficarem na mesma altura das redes de selva poderia ser alvejado facilmente….nesse momento deu nó na minha mente….não é isso que aprendemos a fazer aqui no CIGS? rede de selva….rs….abraço e ótimo final de semana.
Prezado
Se dorme no chão ou na rede de acordo com a segurança estabelecida em relação a ameaça.
Se há possibilidade de contato fortuito ainda, se estabelece sistema de vigia, alerta, alarmes, 1/3 em sentinela, 1/3 em condições de reagir etc e em distância que garanta, caso seja necessário dormir em rede, segurança.
Lembrando que, por vezes, só dá pra dormir em rede, pq o chá está apagado.
Esses Black eram do Exército
Para que serviria um helicóptero de ataque para nós???? Ja não basta o desastre operacional que foi o Mi35. Os black hawk são ideias para uso na região norte.
Amigo, veja lá o que eu escrevi…falei de drones, blindados, mísseis, helicópteros de ataque e etc…em nenhum momento falei apenas de helicópteros de ataque (essa é apenas uma lacuna que temos que preencher). Nós já temos helicópteros de transporte, sendo que as três forças operam caracal e Black Hawk, mas não temos um drone de ataque descente e nenhum míssil de longo alcance operacional, blindados modernos (esses sim, com mais de 50 anos e precisando ser substituídos) e por aí vai.
Obs :ninguém passa a temer um país por sua temível frota de helicópteros de transporte.
Carnaval que se mostrou ter um custo operacional bem superior aos dos Black
O mil mi 35 em si não foi um desastre, mas a logística russa sim e os erros da fab com uma metodologia/custos de manutenção alienígena.
Teriam pouca utilidade, se um dia precisássemos usar é pq já teria tropas estrangeiras aqui dentro, e provavelmente com boa capacidade AA de baixa altura. Não é um meio nem estratégico nem de dissuasão.
“Esses Black Hawk podem ser equipados com misseis? A conversão para versão de ataque é possível?”
Para o cenário que é previsto seu emprego (selva), metralhadoras médias e pesadas são suficiente para manter qualquer ameaça abaixada durante a missão, segue abaixo uma matéria da FAB empregando M-134 Minigun
https://www.fab.mil.br/noticias/mostra/25583/OPERACIONAL%20-%20Esquadr%C3%A3o%20Harpia%20realiza%20exerc%C3%ADcio%20operacional%20com%20metralhadoras%20Minigun
Obs: Espero que venham nesse pacote do EB.
Segundo li, as Minigun estão no pacote. E ainda tem as que equipam os HM-2 ora em uso e podem ser reaproveitadas, tranquilamente.
Primeiro Black Hawk colombiano foi derrubado dias atrás com um drone, essa é a nova realidade.
Gabriel, acho que temos bem menos demanda por helicópteros de ataque puros do que helicópteros que façam trabalho logístico como um todo. Assim sendo, não há prioridade para a aquisição de helicópteros de ataque.
É possível, e acredito que relativamente fácil, equipar um Black Hawk com mísseis guiados. Mas é impossível dotar um AH-1Z/AH-64/Mi-35 com a capacidade logística de um Black Hawk.
Na verdade, existe mais prioridade por um helicóptero de transporte pesado do que um de ataque.
No caso dos Cougar (HM-3), se não me engano o EB tinha coisa de 8 deles, montados aqui. Mas foram montados em uma época de transição. Eles tem instrumentos analógicos, e tem pouquíssima comunalidade em matéria de peças e menos utildade que os Super Cougar, que o EB tem em maior quantidade.
Então fica mais barato simplesmente aposentá-los e adquirir um modelo mais útil, no caso os Black Hawks.
“No caso dos Cougar (HM-3), se não me engano o EB tinha coisa de 8 deles, montados aqui. Mas foram montados em uma época de transição.”
Leandro, os 8 Cougar do EB foram comprados e recebidos diretamente da Aerospatiale, sendo da versão AS532UE, com algumas especificações do EB. Quando os primeiros foram recebidos, em 2002, a Aerospatiale já estava em transição(ou já havia se tornado) para Eurocopter (hoje Airbus Helicopters). Como você disse, vieram com painéis totalmente analógicos e com trem de pouso simplificado, fixo. Vieram para ser, e foram, cavalos de carga. São aparelhos muito bons, assim como o Puma e Super Puma, que serviram na FAB. Nesse ano, o primeiro HM-3 recebido (4001) foi desativado e o último recebido (4008) tem sua desativação prevista para 2032 (será desativado 1 exemplar por ano).
⁸
Os Pumas voaram 50 anos…. Não o Puma …..
Quando se usa o nome no singular, se refere ao tipo ou modelo do equipamento. O plural se usa quando se refere aos exemplares propriamente ditos, deste modelo ou tipo.
Quando se escreve um texto ou artigo sobre um modelo de aeronave, se faz referência a ele no singular. Um exemplo:
“A história do F-5 na FAB.” Observe o uso do singular. Ou então: “A situação atual do Gripen na FAB.”
Acho que assim explica. Abraço.
Deve estar sobrando dinheiro para nossos militares se darem ao luxo de descartar aeronaves que ainda teria tempo para voar…
Pelo contrário. Tu não imagina o trabalho e o custo de manter, entre outras coisas, um painel analógico, como desses HM-2 e HM-3. Fora o tempo de operação em condições muito degradantes, como o calor e a umidade amazônicos. Tudo tem que ser analisado do ponto de vista do custo/benefício.
Como o Caiafa disse, perderam a chance de mandar um KC-390 buscar essa aeronave nos EUA, como os portugueses fizeram. Faz bem para a imagem da aeronave e obviamente o custo de hora de voo de um KC-390 é muito menor que um C-17.
Faltou coordenação do EB com a FAB aí. Ministério de defesa unificado serve para essas coisas.
Conaiderando-se a quantidade de 390 entregues a FAB e o fato de um deles ter se acidentado recentemente, tem que ver se teria 390 disponível pra isso…
É uma viagem de um dia, né? Disponibilidade tem. Acho que a FAB não quis fazer essa missão e o EB também não insistiu.
Concordo, “Faltou coordenação do EB com a FAB aí. Ministério de defesa unificado serve para essas coisas.” Uma pena não terem aproveitado essa oportunidade de parceria, treinamento e demonstração para os EUA e o mundo, quando a FAP foi buscar os seus equipamentos vários meios publicaram e receberam muitos elogios pela operação realizada com sucesso!!!
Acho que falta isso para as FA’s brasileira integração e busca de uma possível padronização de equipamentos e operações
E o C-17 trouxe só o BH ou trouxe peças, pessoal de alguma instrução etc etc?
O que foi transportado cabia no C-390?
Se vc não sabe essas respostas, seu comentário sobre o MD e o EB é bastante sem fundamento…
Clésio, eu acho que ficaria maneiríssimo o 390 ter ido buscar o Black Hawk. Mas tem que ver o que estava escrito no contrato antes que a gente possa apontar o dedo para o EB. Nem sabemos se isso era negociável ou não ou os custos adicionais ou não envolvidos. Qual a questão do seguro e tal…
Ou, no nosso caso, o valor do transporte já estava incluso nesse valor global de 400M dólares. Mandar o KC-390 pra desenbolsar “dinheiro novo” talvez fosse um problema e não uma solução.
O Caiafa voltou com o canal no YouTube?
Não, foi num artigo no Infodefensa em 15/09.
Credo, não assusta.
Prezado, saberia me informar o site do Caiafa, o original dele se não me falha a memória foi para o espaço não ? Agradeço a informação.
Ele não tem site mais.
Pública no infodefensa.com
Ele está no ‘X’ e no seu próprio site que está ativo:
https://x.com/beto_caiafa
https://caiafa.blogspot.com/
“Como o Caiafa disse, perderam a chance de mandar um KC-390 buscar essa aeronave nos EUA, como os portugueses fizeram. Faz bem para a imagem da aeronave e obviamente o custo de hora de voo de um KC-390 é muito menor que um C-17.
Faltou coordenação do EB com a FAB aí. Ministério de defesa unificado serve para essas coisas”.
Pior coisa é depender de “carro alheio”…Se o EB tivesse seus próprios cargueiros,não iria ficar dependendo da FAB e sua caridade.
I think the money will be found to service this helicopter! It’s a good helicopter for its intended purpose! But why does the army stubbornly refuse to buy attack helicopters? It’s a mystery.
Attack helicopters are not a priority, I told you.
Russia has Mi-17’s, Mi-26’s, hundreds of Il-76’s and other transport aicraft, a vast rail network, roads everywhere. We don’t. And Brazil is almost the size of Russia.
So the demands for transport helicopters are huge when compared to threats equiped with tanks or AFV’s, which are almost non-existant.
But agree to have at least a squadron to fight enemy armored vehicles and infantry in the same vehicles; it is necessary to have one.
Over here it’s more of a ‘nice to have’ than actually necessary. Our neighbors don’t really have an armored force that might prove to be a threat. The closest threat to us with that regard with be Venezuela, but moving their tanks next to our borders would be something impossible to hide and they would probably be decimated by air attacks and land forces.
You can use tanks in some parts of the Amazon, but not in most of it. In the old days, the threat was Argentina, but they’re long out of the game. I don’t even think they have much in the way of operational armor.
So, if we had the budget, we could probably get some attack helos. Since we don’t, priority goes for the most needed asset. In this case, logistics.
Personally I’d love to see at least one attack helo squadron. But logic is running against me on this one.
The principle is clear, thank you. But you and I still agree that at least one squadron is needed. The main problem is lack of money, and I think also lack of desire (which is nonexistent). Remember the Mi-35Ms; they could be put back into service, but apparently no one wants that. I feel sorry for the pilots and technicians who spent many years training to fly them and gained some experience.
I’ll give you another example. Sometime ago, the military wanted to get a few heavy duty transport helicopters. The usual suspects (CH-47, CH-53, Mi-26) were real possibilities. Whichever one of those the military picked, it would be flying for a very long time.
The programe dragged on for a while, but never really came into anything. In the end, they cancelled it. Reason: lack of funds.
Remind me what the Brazilian Armed Forces’ annual budget is, and how many fighters are there? Well, if you look at the rate at which they’re buying new Gripen fighters, it’s a bleak picture. I mentioned earlier here that bartering is an option, buying them in exchange for food. You could also sell the inoperative Mi-35Ms to some African country, or even Peru, and use the proceeds to buy a few more UH-60s.
We’ve done it before. We bought 60 brand new Gloster Meteors from the UK back in 1950 or so in exchange for cotton.
Nowadays it’s not a simple transaction. Gov would have to buy the food or item from whoever grows/makes it, then send it over, etc. Add that to the fact that our diplomacy isn’t what it used to be and you have show stopper right there. Still possible though.
And yes, most of the time, most of us around here commenting on whichever topics that are published, we usually rant about that bleak picture. It’s real and the politicians don’t give a damn.
Deu uma exagerada no “quase o tamanho da Rússia” hehehe.
Com 8.516.000 km2 temos “quase” Metade da Rússia, que tem 17.100.000 km2 e a metade da Rússia sendo 8.550.000 km2
Passei o ponto. País de tamanho continental heheheheh
Vergonha nacional o Brasil deveria ter feito igual a Portugal. Usar o kc390 para ir buscar. Mas é melhor pagar um frete de c17.
Brasil sendo brasileiro
As vezes ganhou frete grátis full rs
Tudo o q foi transportado cabia no C-390 como coube do C-17?
Se vc não sabe essa resposta, vc está sendo bastante brasileiro….
Se Portugal consegue o Brasil consegue, basta querer, e proporcionar horas de vôo para as tripulações de kc390
…Há vídeos na internet no qual um comandante da Avex comenta que é o melhor helicóptero para operações na Amazônia, quem procurar na internet verá afirmações dos colombianos também dizendo o mesmo…
Inclusive há testemunhos deles em missões de combate as narcoguerrilhas que dizem que voltaram para casa devido “a máquina”….nasceu com DNA militar obtido da guerra do Vitenan, isso helicóptero civil “pintado” (adaptado) nenhum faz.
Sobre o argumento de preço, não adianta debater…“cavalo que anda é cavalo que bebe”…precisa comprovar mais o que? excelente notícia, foi uma ótima aquisição, parabéns aos envolvidos.
Exatamente!
“nasceu com DNA militar obtido da guerra do Vitenan, isso helicóptero civil “pintado” (adaptado) nenhum faz”.
Será que usufruiram conhecimento do sikorsky h 34 durante sua estadia no Vietnã?
Fora que os helicópteros da Sikorsky foram bem menos usados no conflito do que os Bell
A Bell perdeu mais helicópteros no Vietnã do que a Sikorsky, com as perdas mais significativas provenientes do onipresente Bell UH-1 Iroquois “Huey”.
O UH-1 Huey da Bell, sozinho, foi responsável por 3.305 perdas do total de 5.086 a 5.607 helicópteros perdidos pelas forças americanas no Vietnã.
Na guerra do Vietnã foram usados Sikorsky H-19, H-21, H-34 e H-37
US$ 37 milhões por aeronave.
Bem mais baratos que as Kombis, ao custo de mais de US$ 50 milhões cada, em valores da época.
Análise sua comparação e veja como é rasa, 1 é usado sem nada de tecnologia nacional. O outro é montagem nacional, emprego no Brasil, e com alguns itens do Brasil. A diferença é gigante.
Kkkk vc caiu nessa narrativa, o kombao ser gerou 50 emprego e muito, na verdade ele e so montado aqui pois a peças vem todas da França. Sem falar que o custo de manutenção dele e 2 x maior que dos black. Lembrar que a promessa era desenvolver um helicóptero novo na helibras quando fecharam o contrato do kombao. O projeto novo foi a comprar de mais esquilo….então não caia na narrativa
Essa camuflagem é top, já a da FAB Deus me livre 😂
Uma bela aquisição para o EB.
Eu só gostaria de saber o que o presidente está fazendo sentado na cauda do helicóptero…
Ele assistiu Dr. Fantástico e está tentando imitar uma das cenas finais, só que com um helicóptero.
Gostaria de saber se essas aeronaves são novas de fábrica ou aeronaves usadas e modernizadas com cockpit digital. Alguém poderia me responder, por gentileza.
Dentre as compras recentes:
As do EB são novas.As da FAB são usadas e modernizadas.
Muito obrigado.
0 Km.
As 12 do EB são novas, zero horas, com painel totalmente digital, sendo da versão M, a atualmente em produção. As 11 que a FAB comprou são ex-US Army e serão totalmente revisadas antes da entrega, recebendo painel totalmente digital da Garmin. Esse painel também será instalado nos 13 exemplares atualmente em operação na FAB. Tanto as 11 compradas usadas como as 13 (originalmente 16) recebidas novas em 2006 e 2011 pela FAB são da versão L.
35 milhões de dólares por cada black hawk, que são ótimos aparelhos, não a mínima dúvida, porem cada vez mais caros.
Não esqueça que nesse valor estão incluídos, além de várias outras coisas, 10 motores extras.
Uma dúvida, na guerra do Vietnã, os EUA usaram massivamente o uso de helicópteros para o deslocar tropas até a região de combate. Tendo isso em mente, não seria interessante para o Brasil tornar todas as brigadas na região amazônica aeromóveis?
Tem algum planejamento para isso ou o EB acha que não é um fator tão importante para nossa região?
É o ideal. O 1º BIS é aeromóvel.
Que legal!
Será que há planejamento para expandir para as outras brigadas?
Olá senhores, uma dúvida. Já que o blackhawk é uma aeronave que se adaptou muito mais fácil ao clima da floresta amazônica e do pantanal não seria mais viável a distribuição entre as duas unidades que ficam nesses locais?! E outra dúvida, alguém sabe o valor que o exército gasta anualmente com locação de aeronaves e horas de voo terceirizadas? E referente a manutenção, até que escalão é realizado na unidade em que ficaram estas aeronaves?
Já chegou e já está voando. Entrega Plug and play!!!! É isso aí.
Sabem dizer onde desembarcou a aeronave e onde ficará alocada?
Guarulhos. Ainda estão avaliando quais unidades receberão. Manaus deve ser a pretendida para a maior parte.
Muito obrigado pelas informações.
Mais um helicoptero novo
A camuflagem mudou?