Brasil recebe o primeiro UH-60M Black Hawk do Exército em voo de C-17A da USAF

O primeiro helicóptero UH-60M Black Hawk adquirido pelo Exército Brasileiro chegou ao país a bordo de um C-17A Globemaster III da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), em voo especialmente destinado à entrega da aeronave. O transporte marca o início da incorporação do novo lote de helicópteros utilitários modernos que reforçarão a Aviação do Exército.

A compra de US$ 451 milhões, formalizada em julho de 2024 por meio do programa Foreign Military Sales (FMS), prevê a entrega de 12 helicópteros UH-60M, além de 34 motores T700-GE-701D — suficientes para equipar todas as aeronaves e manter reservas estratégicas —, além de componentes adicionais e itens de suporte logístico.

Modernização da Aviação do Exército

Os UH-60M representarão um salto significativo na capacidade operacional das unidades de aviação do Exército, oferecendo:

  • Maior desempenho em ambientes quentes e de alta altitude,
  • Glass cockpit moderno,
  • Aviônicos digitais compatíveis com operações noturnas e de baixa visibilidade,
  • Maior segurança, capacidade de transporte e resistência estrutural.

Os helicópteros são destinados a missões de assalto aéreo, transporte de tropas, evacuação aeromédica, apoio humanitário e operações conjuntas, ampliando a flexibilidade do Comando de Aviação do Exército (CAvEx).

Entrega e próximos passos

Com o primeiro helicóptero já em solo brasileiro após o transporte pelo C-17A, as próximas unidades deverão chegar ao país de forma escalonada ao longo dos próximos meses, conforme cronograma do acordo FMS.

A chegada do primeiro Black Hawk marca um novo capítulo na modernização da frota, que já opera versões anteriores do modelo e agora passa a contar com o padrão mais avançado disponível para exportação.■

SAIBA MAIS:

Black Hawks para o EB: assinado o contrato de US$ 451 milhões


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Gabriel Moreira
Gabriel Moreira
18 dias atrás

Um dia desses vi uma reportagem que falava a respeito da aposentadoria dos Pumas do Reino Unido depois de 50 ANOS!!!Os nossos Cougar mal tem 20 anos (helicóptero muito mais moderno que o Puma), com certeza voam menos que os britânicos e já estão sendo aposentados…poderíamos gastar esse dinheiro em algo que não temos (mísseis, blindados, helicópteros de ataque, drones e etc) e zelar pelo que já temos.
Obs.: esses Black Hawk podem ser equipados com misseis? A conversão para versão de ataque é possível?

Rustam
Rustam
Responder para  Gabriel Moreira
18 dias atrás

What’s the problem with buying a real, new attack helicopter? Okay, so the local generals don’t like Russian stuff (we know the history of the Mi-35M). Buy Cobras or Apaches. Or finally refurbish the Mi-35M; transport helicopters alone won’t get you very far in a real war.

Manuel Flavio Vieira
Manuel Flavio Vieira
Responder para  Rustam
18 dias atrás

The Army Aviation intends to buy attack helicopters from 2.031- . They never bought secondhand aircrafts.

ln(0)
ln(0)
Responder para  Rustam
17 dias atrás

On Poder Aereo someone explained that A29 cover the missions of an attack helicopeter, so that’s why the armed forcers never prioritize this purchase.

Carlos Pietro
Carlos Pietro
Responder para  Rustam
17 dias atrás

Bom dia, em português brasileiro, por favor.

Hélio
Hélio
Responder para  Rustam
6 dias atrás

Bom saber que você não morreu na guerra.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Gabriel Moreira
18 dias atrás

Os britânicos podem ate boar mais, mas é preciso ver as condições de vôo. Veja o caso dos 3 black hawks da FAB que ja foram baixados.

RDX
RDX
Responder para  Colombelli
18 dias atrás

Por que esses UH-60 foram baixados?

Santamariense
Santamariense
Responder para  RDX
18 dias atrás

Fadiga estrutural. São dos recebidos no primeiro lote, em 2006. Voar por 19 anos na Amazônia, e voando muito, cobra seu preço. Umidade e calor altíssimos e constantes são terríveis para aeronaves. Alto número de horas voadas, em condições inclementes, custa caro para as estruturas e sistemas. Mas, isso tudo não seria por si só responsável por causar baixas/desativações. Muito provavelmente tenham passado por incidentes, como pousos duros, pousos com vento elevado, situações críticas que cobraram seu preço.

Última edição 18 dias atrás por Santamariense
Deadeye
Deadeye
Responder para  Santamariense
18 dias atrás

A umidade da Amazônia deve acabar com eletrônicos e com a célula.

Plínio Jr
Plínio Jr
Responder para  Deadeye
18 dias atrás

A combinação calor e humidade cobram um preço terrível para celular e eletrônicos

Plínio Jr
Plínio Jr
Responder para  Plínio Jr
18 dias atrás

ops…células ..kkkk

Santamariense
Santamariense
Responder para  Plínio Jr
18 dias atrás

Isso.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Deadeye
18 dias atrás

Exato.

Sergio
Sergio
Responder para  Deadeye
17 dias atrás

O calor e a umidade do Brasil como um todo acabam com qualquer coisa.

Tenho um amigo que não encontrava já um tempinho.

Semana passada ao reve-lo numa cervejinha celebrando aniversário de outro amigo em comum levei um susto!

O rapaz tá escuro, roxo!

A aparência dele alterada.

Segundo me disse tem andando muito no sol e não se deu conta de que estava sendo torrado.
E não vivo na Amazônia.

Pelo contrário, bem longe.

Imagine uma máquina sofisticada e delicada dessa submetida a esse clima e atmosfera infernais.

Gabriel Moreira
Gabriel Moreira
Responder para  Santamariense
17 dias atrás

Mas cara, os helicópteros britânicos voaram por 50 anos…em quantas guerras os britânicos se.envolveram nesses 50 anos? Afeganistão e Iraque não são quentes? E o efeito da areia nos motores? Estavam voando até esse ano…isso é desculpa da FAB.

Deadeye
Deadeye
Responder para  Gabriel Moreira
17 dias atrás

É que é diferente tipo, um clima quente e seco de quente e úmido. O segundo como já disse, acaba com a estrutura da aeronave e dos eletrônicos.

Plínio Jr
Plínio Jr
Responder para  Gabriel Moreira
17 dias atrás

Tanto que aeronaves para serem preservadas vão parar em depósitos no deserto devido a baixa umidade…

Santamariense
Santamariense
Responder para  Gabriel Moreira
17 dias atrás

Muito mais fácil (ou menos difícil) manter um equipamento no deserto (quente, mas seco) do que numa floresta equatorial como a amazônica (quente e úmido). E os helicópteros britânicos operaram constantemente, durante estes 50 anos, em climas desafiadores?

Última edição 17 dias atrás por Santamariense
Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  Gabriel Moreira
12 dias atrás

Basta ver onde eles estocam aeronaves: No deserto. Clima seco e quente.

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  Santamariense
12 dias atrás

Lembra daquele Cougar que deu disparo compressor e fez pouso duro no meio da amazônia? Motor de helicoptero sempre funcionando em clima quente cobra a taxa

No afeganistão os aliados da OTAN perderam 134 helicopteros, sendo 38 por fogo inimigo. E como disse uma vez um amigo do CFN “Duas coisas foram feitas para cair e por um milagre ficam em pé: Moto e helicoptero.”

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  Colombelli
18 dias atrás

Nobre Colombelli, te fazer uma pergunta off-topic, tem uma série da Netflix de forças especiais tu já viu? enfim….e um episódio é na Colombia, e os FE Hermanos fizeram os protagonistas dormirem no chão na selva, os protagonistas (também FE de outras nações) contrariaram devido aos animais e insetos rastejantes e eles disseram que dormir em rede é perigoso devido aos tiroteios ficarem na mesma altura das redes de selva poderia ser alvejado facilmente….nesse momento deu nó na minha mente….não é isso que aprendemos a fazer aqui no CIGS? rede de selva….rs….abraço e ótimo final de semana.

João
João
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
18 dias atrás

Prezado
Se dorme no chão ou na rede de acordo com a segurança estabelecida em relação a ameaça.

Se há possibilidade de contato fortuito ainda, se estabelece sistema de vigia, alerta, alarmes, 1/3 em sentinela, 1/3 em condições de reagir etc e em distância que garanta, caso seja necessário dormir em rede, segurança.
Lembrando que, por vezes, só dá pra dormir em rede, pq o chá está apagado.

Atirador
Atirador
Responder para  Colombelli
13 dias atrás

Esses Black eram do Exército

Rodrigo
Rodrigo
Responder para  Gabriel Moreira
18 dias atrás

Para que serviria um helicóptero de ataque para nós???? Ja não basta o desastre operacional que foi o Mi35. Os black hawk são ideias para uso na região norte.

Gabriel Moreira
Gabriel Moreira
Responder para  Rodrigo
18 dias atrás

Amigo, veja lá o que eu escrevi…falei de drones, blindados, mísseis, helicópteros de ataque e etc…em nenhum momento falei apenas de helicópteros de ataque (essa é apenas uma lacuna que temos que preencher). Nós já temos helicópteros de transporte, sendo que as três forças operam caracal e Black Hawk, mas não temos um drone de ataque descente e nenhum míssil de longo alcance operacional, blindados modernos (esses sim, com mais de 50 anos e precisando ser substituídos) e por aí vai.
Obs :ninguém passa a temer um país por sua temível frota de helicópteros de transporte.

Rodrigo
Rodrigo
Responder para  Gabriel Moreira
18 dias atrás

Carnaval que se mostrou ter um custo operacional bem superior aos dos Black

NEMOrevoltado
NEMOrevoltado
Responder para  Rodrigo
18 dias atrás

O mil mi 35 em si não foi um desastre, mas a logística russa sim e os erros da fab com uma metodologia/custos de manutenção alienígena.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Rodrigo
17 dias atrás

Teriam pouca utilidade, se um dia precisássemos usar é pq já teria tropas estrangeiras aqui dentro, e provavelmente com boa capacidade AA de baixa altura. Não é um meio nem estratégico nem de dissuasão.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  Gabriel Moreira
18 dias atrás

“Esses Black Hawk podem ser equipados com misseis? A conversão para versão de ataque é possível?”

Para o cenário que é previsto seu emprego (selva), metralhadoras médias e pesadas são suficiente para manter qualquer ameaça abaixada durante a missão, segue abaixo uma matéria da FAB empregando M-134 Minigun

https://www.fab.mil.br/noticias/mostra/25583/OPERACIONAL%20-%20Esquadr%C3%A3o%20Harpia%20realiza%20exerc%C3%ADcio%20operacional%20com%20metralhadoras%20Minigun

Obs: Espero que venham nesse pacote do EB.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
18 dias atrás

Segundo li, as Minigun estão no pacote. E ainda tem as que equipam os HM-2 ora em uso e podem ser reaproveitadas, tranquilamente.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
17 dias atrás

Primeiro Black Hawk colombiano foi derrubado dias atrás com um drone, essa é a nova realidade.

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Gabriel Moreira
18 dias atrás

Gabriel, acho que temos bem menos demanda por helicópteros de ataque puros do que helicópteros que façam trabalho logístico como um todo. Assim sendo, não há prioridade para a aquisição de helicópteros de ataque.

É possível, e acredito que relativamente fácil, equipar um Black Hawk com mísseis guiados. Mas é impossível dotar um AH-1Z/AH-64/Mi-35 com a capacidade logística de um Black Hawk.

Na verdade, existe mais prioridade por um helicóptero de transporte pesado do que um de ataque.

No caso dos Cougar (HM-3), se não me engano o EB tinha coisa de 8 deles, montados aqui. Mas foram montados em uma época de transição. Eles tem instrumentos analógicos, e tem pouquíssima comunalidade em matéria de peças e menos utildade que os Super Cougar, que o EB tem em maior quantidade.

Então fica mais barato simplesmente aposentá-los e adquirir um modelo mais útil, no caso os Black Hawks.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Leandro Costa
18 dias atrás

“No caso dos Cougar (HM-3), se não me engano o EB tinha coisa de 8 deles, montados aqui. Mas foram montados em uma época de transição.”

Leandro, os 8 Cougar do EB foram comprados e recebidos diretamente da Aerospatiale, sendo da versão AS532UE, com algumas especificações do EB. Quando os primeiros foram recebidos, em 2002, a Aerospatiale já estava em transição(ou já havia se tornado) para Eurocopter (hoje Airbus Helicopters). Como você disse, vieram com painéis totalmente analógicos e com trem de pouso simplificado, fixo. Vieram para ser, e foram, cavalos de carga. São aparelhos muito bons, assim como o Puma e Super Puma, que serviram na FAB. Nesse ano, o primeiro HM-3 recebido (4001) foi desativado e o último recebido (4008) tem sua desativação prevista para 2032 (será desativado 1 exemplar por ano).

Última edição 18 dias atrás por Santamariense
Bartolomeu
Bartolomeu
Responder para  Santamariense
15 dias atrás

João
João
Responder para  Gabriel Moreira
18 dias atrás

Os Pumas voaram 50 anos…. Não o Puma …..

Santamariense
Santamariense
Responder para  João
17 dias atrás

Quando se usa o nome no singular, se refere ao tipo ou modelo do equipamento. O plural se usa quando se refere aos exemplares propriamente ditos, deste modelo ou tipo.
Quando se escreve um texto ou artigo sobre um modelo de aeronave, se faz referência a ele no singular. Um exemplo:
“A história do F-5 na FAB.” Observe o uso do singular. Ou então: “A situação atual do Gripen na FAB.”
Acho que assim explica. Abraço.

adriano Madureira
adriano Madureira
Responder para  Gabriel Moreira
18 dias atrás

Deve estar sobrando dinheiro para nossos militares se darem ao luxo de descartar aeronaves que ainda teria tempo para voar…

Santamariense
Santamariense
Responder para  adriano Madureira
18 dias atrás

Pelo contrário. Tu não imagina o trabalho e o custo de manter, entre outras coisas, um painel analógico, como desses HM-2 e HM-3. Fora o tempo de operação em condições muito degradantes, como o calor e a umidade amazônicos. Tudo tem que ser analisado do ponto de vista do custo/benefício.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
18 dias atrás

Como o Caiafa disse, perderam a chance de mandar um KC-390 buscar essa aeronave nos EUA, como os portugueses fizeram. Faz bem para a imagem da aeronave e obviamente o custo de hora de voo de um KC-390 é muito menor que um C-17.

Faltou coordenação do EB com a FAB aí. Ministério de defesa unificado serve para essas coisas.

comment image

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Clésio Luiz
18 dias atrás

Conaiderando-se a quantidade de 390 entregues a FAB e o fato de um deles ter se acidentado recentemente, tem que ver se teria 390 disponível pra isso…

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Willber Rodrigues
18 dias atrás

É uma viagem de um dia, né? Disponibilidade tem. Acho que a FAB não quis fazer essa missão e o EB também não insistiu.

M A
M A
Responder para  Clésio Luiz
18 dias atrás

Concordo, “Faltou coordenação do EB com a FAB aí. Ministério de defesa unificado serve para essas coisas.” Uma pena não terem aproveitado essa oportunidade de parceria, treinamento e demonstração para os EUA e o mundo, quando a FAP foi buscar os seus equipamentos vários meios publicaram e receberam muitos elogios pela operação realizada com sucesso!!!
Acho que falta isso para as FA’s brasileira integração e busca de uma possível padronização de equipamentos e operações

João
João
Responder para  M A
18 dias atrás

E o C-17 trouxe só o BH ou trouxe peças, pessoal de alguma instrução etc etc?
O que foi transportado cabia no C-390?
Se vc não sabe essas respostas, seu comentário sobre o MD e o EB é bastante sem fundamento…

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Clésio Luiz
18 dias atrás

Clésio, eu acho que ficaria maneiríssimo o 390 ter ido buscar o Black Hawk. Mas tem que ver o que estava escrito no contrato antes que a gente possa apontar o dedo para o EB. Nem sabemos se isso era negociável ou não ou os custos adicionais ou não envolvidos. Qual a questão do seguro e tal…

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Responder para  Clésio Luiz
18 dias atrás

Ou, no nosso caso, o valor do transporte já estava incluso nesse valor global de 400M dólares. Mandar o KC-390 pra desenbolsar “dinheiro novo” talvez fosse um problema e não uma solução.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Clésio Luiz
18 dias atrás

O Caiafa voltou com o canal no YouTube?

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Responder para  Santamariense
18 dias atrás

Não, foi num artigo no Infodefensa em 15/09.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Santamariense
17 dias atrás

Credo, não assusta.

J L
J L
Responder para  Clésio Luiz
18 dias atrás

Prezado, saberia me informar o site do Caiafa, o original dele se não me falha a memória foi para o espaço não ? Agradeço a informação.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  J L
18 dias atrás

Ele não tem site mais.
Pública no infodefensa.com

LucianoSR71
LucianoSR71
Responder para  J L
18 dias atrás

Ele está no ‘X’ e no seu próprio site que está ativo:
https://x.com/beto_caiafa
https://caiafa.blogspot.com/

adriano Madureira
adriano Madureira
Responder para  Clésio Luiz
17 dias atrás

“Como o Caiafa disse, perderam a chance de mandar um KC-390 buscar essa aeronave nos EUA, como os portugueses fizeram. Faz bem para a imagem da aeronave e obviamente o custo de hora de voo de um KC-390 é muito menor que um C-17.
Faltou coordenação do EB com a FAB aí. Ministério de defesa unificado serve para essas coisas”.

Pior coisa é depender de “carro alheio”…Se o EB tivesse seus próprios cargueiros,não iria ficar dependendo da FAB e sua caridade.

Rustam
Rustam
18 dias atrás

I think the money will be found to service this helicopter! It’s a good helicopter for its intended purpose! But why does the army stubbornly refuse to buy attack helicopters? It’s a mystery.

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Rustam
18 dias atrás

Attack helicopters are not a priority, I told you.

Russia has Mi-17’s, Mi-26’s, hundreds of Il-76’s and other transport aicraft, a vast rail network, roads everywhere. We don’t. And Brazil is almost the size of Russia.

So the demands for transport helicopters are huge when compared to threats equiped with tanks or AFV’s, which are almost non-existant.

Rustam
Rustam
Responder para  Leandro Costa
18 dias atrás

But agree to have at least a squadron to fight enemy armored vehicles and infantry in the same vehicles; it is necessary to have one.

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Rustam
18 dias atrás

Over here it’s more of a ‘nice to have’ than actually necessary. Our neighbors don’t really have an armored force that might prove to be a threat. The closest threat to us with that regard with be Venezuela, but moving their tanks next to our borders would be something impossible to hide and they would probably be decimated by air attacks and land forces.

You can use tanks in some parts of the Amazon, but not in most of it. In the old days, the threat was Argentina, but they’re long out of the game. I don’t even think they have much in the way of operational armor.

So, if we had the budget, we could probably get some attack helos. Since we don’t, priority goes for the most needed asset. In this case, logistics.

Personally I’d love to see at least one attack helo squadron. But logic is running against me on this one.

Rustam
Rustam
Responder para  Leandro Costa
18 dias atrás

The principle is clear, thank you. But you and I still agree that at least one squadron is needed. The main problem is lack of money, and I think also lack of desire (which is nonexistent). Remember the Mi-35Ms; they could be put back into service, but apparently no one wants that. I feel sorry for the pilots and technicians who spent many years training to fly them and gained some experience.

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Rustam
18 dias atrás

I’ll give you another example. Sometime ago, the military wanted to get a few heavy duty transport helicopters. The usual suspects (CH-47, CH-53, Mi-26) were real possibilities. Whichever one of those the military picked, it would be flying for a very long time.

The programe dragged on for a while, but never really came into anything. In the end, they cancelled it. Reason: lack of funds.

Rustam
Rustam
Responder para  Leandro Costa
18 dias atrás

Remind me what the Brazilian Armed Forces’ annual budget is, and how many fighters are there? Well, if you look at the rate at which they’re buying new Gripen fighters, it’s a bleak picture. I mentioned earlier here that bartering is an option, buying them in exchange for food. You could also sell the inoperative Mi-35Ms to some African country, or even Peru, and use the proceeds to buy a few more UH-60s.

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Rustam
16 dias atrás

We’ve done it before. We bought 60 brand new Gloster Meteors from the UK back in 1950 or so in exchange for cotton.

Nowadays it’s not a simple transaction. Gov would have to buy the food or item from whoever grows/makes it, then send it over, etc. Add that to the fact that our diplomacy isn’t what it used to be and you have show stopper right there. Still possible though.

And yes, most of the time, most of us around here commenting on whichever topics that are published, we usually rant about that bleak picture. It’s real and the politicians don’t give a damn.

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  Leandro Costa
16 dias atrás

Deu uma exagerada no “quase o tamanho da Rússia” hehehe.
Com 8.516.000 km2 temos “quase” Metade da Rússia, que tem 17.100.000 km2 e a metade da Rússia sendo 8.550.000 km2

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Luís Henrique
16 dias atrás

Passei o ponto. País de tamanho continental heheheheh

Renan
Renan
18 dias atrás

Vergonha nacional o Brasil deveria ter feito igual a Portugal. Usar o kc390 para ir buscar. Mas é melhor pagar um frete de c17.
Brasil sendo brasileiro

Bacchi
Bacchi
Responder para  Renan
18 dias atrás

As vezes ganhou frete grátis full rs

João
João
Responder para  Renan
18 dias atrás

Tudo o q foi transportado cabia no C-390 como coube do C-17?
Se vc não sabe essa resposta, vc está sendo bastante brasileiro….

Renan
Renan
Responder para  João
16 dias atrás

Se Portugal consegue o Brasil consegue, basta querer, e proporcionar horas de vôo para as tripulações de kc390

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
18 dias atrás

…Há vídeos na internet no qual um comandante da Avex comenta que é o melhor helicóptero para operações na Amazônia, quem procurar na internet verá afirmações dos colombianos também dizendo o mesmo…
Inclusive há testemunhos deles em missões de combate as narcoguerrilhas que dizem que voltaram para casa devido “a máquina”….nasceu com DNA militar obtido da guerra do Vitenan, isso helicóptero civil “pintado” (adaptado) nenhum faz.
Sobre o argumento de preço, não adianta debater…“cavalo que anda é cavalo que bebe”…precisa comprovar mais o que? excelente notícia, foi uma ótima aquisição, parabéns aos envolvidos.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
18 dias atrás

Exatamente!

adriano Madureira
adriano Madureira
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
14 dias atrás

nasceu com DNA militar obtido da guerra do Vitenan, isso helicóptero civil “pintado” (adaptado) nenhum faz”.

Será que usufruiram conhecimento do sikorsky h 34 durante sua estadia no Vietnã?

Fora que os helicópteros da Sikorsky foram bem menos usados no conflito do que os Bell

A Bell perdeu mais helicópteros no Vietnã do que a Sikorsky, com as perdas mais significativas provenientes do onipresente Bell UH-1 Iroquois “Huey”. 
O UH-1 Huey da Bell, sozinho, foi responsável por 3.305 perdas do total de 5.086 a 5.607 helicópteros perdidos pelas forças americanas no Vietnã. 

comment image

Na guerra do Vietnã foram usados Sikorsky H-19, H-21, H-34 e H-37

Underground
Underground
18 dias atrás

US$ 37 milhões por aeronave.
Bem mais baratos que as Kombis, ao custo de mais de US$ 50 milhões cada, em valores da época.

Renan
Renan
Responder para  Underground
16 dias atrás

Análise sua comparação e veja como é rasa, 1 é usado sem nada de tecnologia nacional. O outro é montagem nacional, emprego no Brasil, e com alguns itens do Brasil. A diferença é gigante.

Rodrigo
Rodrigo
Responder para  Renan
13 dias atrás

Kkkk vc caiu nessa narrativa, o kombao ser gerou 50 emprego e muito, na verdade ele e so montado aqui pois a peças vem todas da França. Sem falar que o custo de manutenção dele e 2 x maior que dos black. Lembrar que a promessa era desenvolver um helicóptero novo na helibras quando fecharam o contrato do kombao. O projeto novo foi a comprar de mais esquilo….então não caia na narrativa

Ivan herrera
Ivan herrera
18 dias atrás

Essa camuflagem é top, já a da FAB Deus me livre 😂

Fabio Araujo
Fabio Araujo
18 dias atrás

Uma bela aquisição para o EB.

Castelani
Castelani
18 dias atrás

Eu só gostaria de saber o que o presidente está fazendo sentado na cauda do helicóptero…

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Castelani
18 dias atrás

Ele assistiu Dr. Fantástico e está tentando imitar uma das cenas finais, só que com um helicóptero.

Ofical de Pijamas
Ofical de Pijamas
18 dias atrás

Gostaria de saber se essas aeronaves são novas de fábrica ou aeronaves usadas e modernizadas com cockpit digital. Alguém poderia me responder, por gentileza.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Ofical de Pijamas
18 dias atrás

Dentre as compras recentes:
As do EB são novas.As da FAB são usadas e modernizadas.

Última edição 18 dias atrás por Rafael Oliveira
Ofical de Pijamas
Ofical de Pijamas
Responder para  Rafael Oliveira
18 dias atrás

Muito obrigado.

Eduardo
Eduardo
Responder para  Ofical de Pijamas
18 dias atrás

0 Km.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Ofical de Pijamas
18 dias atrás

As 12 do EB são novas, zero horas, com painel totalmente digital, sendo da versão M, a atualmente em produção. As 11 que a FAB comprou são ex-US Army e serão totalmente revisadas antes da entrega, recebendo painel totalmente digital da Garmin. Esse painel também será instalado nos 13 exemplares atualmente em operação na FAB. Tanto as 11 compradas usadas como as 13 (originalmente 16) recebidas novas em 2006 e 2011 pela FAB são da versão L.

Nativo
Nativo
18 dias atrás

35 milhões de dólares por cada black hawk, que são ótimos aparelhos, não a mínima dúvida, porem cada vez mais caros.

Última edição 18 dias atrás por Nativo
Santamariense
Santamariense
Responder para  Nativo
18 dias atrás

Não esqueça que nesse valor estão incluídos, além de várias outras coisas, 10 motores extras.

ln(0)
ln(0)
17 dias atrás

Uma dúvida, na guerra do Vietnã, os EUA usaram massivamente o uso de helicópteros para o deslocar tropas até a região de combate. Tendo isso em mente, não seria interessante para o Brasil tornar todas as brigadas na região amazônica aeromóveis?
Tem algum planejamento para isso ou o EB acha que não é um fator tão importante para nossa região?

RDX
RDX
Responder para  ln(0)
17 dias atrás

É o ideal. O 1º BIS é aeromóvel.

ln(0)
ln(0)
Responder para  RDX
15 dias atrás

Que legal!
Será que há planejamento para expandir para as outras brigadas?

Joao
Joao
16 dias atrás

Olá senhores, uma dúvida. Já que o blackhawk é uma aeronave que se adaptou muito mais fácil ao clima da floresta amazônica e do pantanal não seria mais viável a distribuição entre as duas unidades que ficam nesses locais?! E outra dúvida, alguém sabe o valor que o exército gasta anualmente com locação de aeronaves e horas de voo terceirizadas? E referente a manutenção, até que escalão é realizado na unidade em que ficaram estas aeronaves?

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
15 dias atrás

Já chegou e já está voando. Entrega Plug and play!!!! É isso aí.

Flight_Falcon
Flight_Falcon
14 dias atrás

Sabem dizer onde desembarcou a aeronave e onde ficará alocada?

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Responder para  Flight_Falcon
14 dias atrás

Guarulhos. Ainda estão avaliando quais unidades receberão. Manaus deve ser a pretendida para a maior parte.

Flight_Falcon
Flight_Falcon
Responder para  Marcelo Andrade
12 dias atrás

Muito obrigado pelas informações.

Anderson
Anderson
13 dias atrás

Mais um helicoptero novo

Última edição 13 dias atrás por Anderson
Fabiano
Fabiano
12 dias atrás

A camuflagem mudou?