Exército Brasileiro recupera 17 Viaturas Blindadas de Combate M60 A3 TTS

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Exército Brasileiro recupera 17 Viaturas Blindadas de Combate M60 A3 TTS

Campo Grande (MS) – No dia 28 de novembro, o 9º Batalhão de Manutenção (9º B Mnt), Organização Militar Diretamente Subordinada ao 9º Grupamento Logístico (9º Gpt Log), realizou a solenidade de encerramento da Operação Patton 2025.

A Operação Patton é uma atividade logística e de manutenção conduzida pelo 9º B Mnt, com a finalidade de elevar a capacidade operacional dos meios blindados do CMO, por meio da recuperação e disponibilização de viaturas blindadas essenciais à Ação de Choque da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada e ao fortalecimento integrado das capacidades de mobilidade, potência de fogo e proteção blindada do 20º Regimento de Cavalaria Blindado (20º RCB).

A cerimônia contou com a presença do General de Exército Alcides Valeriano de Faria Junior, Comandante Militar do Oeste, oficiais generais da ativa e reserva, bem como de Comandantes de Organizações Militares da Guarnição de Campo Grande.

Ao longo da Operação Patton 2025, foram recuperadas e entregues 17 (dezessete) Viaturas Blindadas de Combate M60 A3 TTS e 3 (três) Viaturas Blindadas Especializadas de Socorro M88 A1, todas em condições plenas de emprego.

Além da recuperação dos meios blindados, foram implementadas ações complementares fundamentais para a elevação da disponibilidade técnica, mitigação de falhas operacionais e melhoria dos registros de manutenção no Sistema SMEM, tais como, o apoio direto específico do 9º B Mnt ao 20º RCB, com acompanhamento técnico especializado e o treinamento de mecânicos do 20º RCB nas instalações do 9º B Mnt, promovendo intercâmbio técnico e nivelamento de procedimentos.

A disponibilização dessas viaturas amplia as capacidades de combate da Força Blindada do CMO e contribui diretamente para a prontidão operacional da Força Terrestre na Defesa e Preservação da Fronteira Oeste do Brasil.

Além da recuperação dos meios blindados, foram implementadas ações complementares fundamentais para a elevação da disponibilidade técnica, mitigação de falhas operacionais e melhoria dos registros de manutenção no Sistema SMEM, tais como o apoio direto específico do 9º B Mnt ao 20º RCB, com acompanhamento técnico especializado, e o treinamento de mecânicos do 20º RCB nas instalações do 9º B Mnt, promovendo intercâmbio técnico e nivelamento de procedimentos.

A disponibilização dessas viaturas amplia as capacidades de combate da Força Blindada do CMO e contribui diretamente para a prontidão operacional da Força Terrestre na defesa e preservação da fronteira oeste do Brasil.

 

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

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Angus
Angus
1 mês atrás

Alguém saberia informar quantos M-60 ainda são utilizados/estão disponíveis no 20º RCB?

Santamariense
Santamariense
Responder para  Angus
1 mês atrás

Sempre foi falado em um número de 28, mas agora foram revitalizadas 17 unidades. Talvez sejam apenas essas 17 viaturas.

Deadeye
Deadeye
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Acho que devem ser 17 unidades, mais as 3 de socorro. A outras 8 devem ter sido encostadas para retiradas de peças.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Não, meu caro. A frota sempre divulgada do 20º RCB era de 28 M60A3 TTS, não incluindo nesse número os M88A1, até porque essas viaturas de socorro não operam no 20⁰ RCB e sim, no 28º B Log.

Felipe
Felipe
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Mais alguns de treinamento em outras unidades, na prática são 32 viaturas ativas. Estas 17 passaram por manutenção abrangente.

Cássio Euler
Cássio Euler
Responder para  Felipe
1 mês atrás

Uma coisa é inventário outra é o que realmente funciona (para exercícios apenas).

Santamariense
Santamariense
Responder para  Felipe
1 mês atrás

O CIBld, aqui de Santa Maria, opera 4 M60. Não só citei porque pergunta era sobre a frota do 20º RCB.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Nao carece. Peças tem de sobra no parque 5.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

E no Pq R Mnt/3 aqui de SM, também. Anos atrás tinham dezenas de carcaças de M60 estocadas no pátio. Hoje, não há mais nenhuma, devem ter sido leiloadas.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Nao. Foi tudo pro parque 5 e uns poucos pra museu.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

Hummm…levaram todas aquelas carcaças pra lá?
Tem vários exemplares como “guarda de portão” em Unidades pelo interior do RS. Só no portão do 1º RCMec, em Itaqui, tem 2 M60.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Uma hora q tu fores ao boi morto veja que tem um na frente do CI Blind do lado do portao. No CA sul tambem tem outro.
O que sobrou foi centralizado no parque 5.
Ao contrario dos Leo 1A1 nao houve leiĺão de peças ou carcaças.

Cássio Euler
Cássio Euler
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Deveriam virar alvos em exercícios…

Completamente obsoletos, de manutenção cara, sujeitos a panes e quebras frequentes.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Cássio Euler
1 mês atrás

Que tu sabe sobre isso, sujeito? Não entende porcaria nenhuma de equipamento militar, só sabe vomitar discurso raivoso.

Frei
Frei
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

EDITADO:
COMENTÁRIO BLOQUEADO DEVIDO AO USO DE MÚLTIPLOS NOMES DE USUÁRIO.

Angus
Angus
1 mês atrás

No passado, primeira década dos anos 2000, eu tive a oportunidade de assistir uma demonstração de tiro do M-60 e do Leopard (do 1º lote adquirido, da Bélgica se não me engano).

Me perdoem se os termos não são os mais corretos, na ocasião o M-60 entrou na posição em menos tempo e o tiro foi mais precioso, em comparação com o Leopard. Não sei dizer se foi devido a qualidade do material ou adestramento da guarnição.

RDX
RDX
Responder para  Angus
1 mês atrás

A razão é simples. O M60A3 possui computador balístico. O disparo do Leopard 1BE era realizado no “olhometro”.

Deadeye
Deadeye
Responder para  RDX
1 mês atrás

Pelo que lembro os primeiros Leopards 1 nem estabilizados eram correto?

RDX
RDX
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

O canhão do nosso Leopard 1A1 era estabilizado.

RDX
RDX
Responder para  RDX
1 mês atrás

A blindagem da torre protegia no máximo contra disparos de canhão 20 mm.

Felipe
Felipe
Responder para  RDX
1 mês atrás

Acho que não em, somente o do 1A5

RDX
RDX
Responder para  Felipe
1 mês atrás

Eu também achava que não. O manual revela que era estabilizado.

CAPA.P65

André Macedo
André Macedo
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

O primeiro Leopard não tinha, mas o 1A1 (recebido pelo Brasil) já tinha.

Gabriel BR
Gabriel BR
1 mês atrás

Eu acho o M-60 um carro de combate formidável … apesar de antigo ainda em algum valor na América Latina e em algumas regiões da África.

Deadeye
Deadeye
Responder para  Gabriel BR
1 mês atrás

A Turquia usou com relativo sucesso na Síria

Cássio Euler
Cássio Euler
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

SABRA, amplamente modernizado.

Os do EB são virtualmente inúteis num conflito moderno.

J L
J L
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Ia justamente comentar isso, a Turquia tem um grande numero atualizados e em uso conforme descrito na Síria. Acho que Israel tem um programa que atualiza esse veículos blindados e bota o bicho em dia.

José Gregório
José Gregório
Responder para  Gabriel BR
1 mês atrás

O Leo 2A6 não serve pra nós, mas o M60 tá bom demais!!!!

Gabriel BR
Gabriel BR
Responder para  José Gregório
1 mês atrás

O M60 pesa 46 toneladas , o leopard 2a6 pesa mais de 60 toneladas e estavam usados até o osso.

Marcos Bishop
Marcos Bishop
Responder para  Gabriel BR
1 mês atrás

É importante notar que o modelo M60A3 TTS em si é um projeto bem antigo; a produção da variante M60A3 ocorreu entre 1978 e 1986, e o kit TTS (Tank Thermal Sight) começou a ser instalado em 1979. Portanto, os cascos e componentes originais dos tanques têm uma idade de fabricação que pode ultrapassar os 40 anos, mas estão em serviço no Brasil desde o final da década de 1990.

Os tanques M60A3 TTS do Exército Brasileiro têm aproximadamente 28 a 30 anos de serviço no país. 

O Brasil adquiriu um total de 91 unidades desses tanques dos estoques do Exército dos Estados Unidos e da Guarda Nacional, com as entregas ocorrendo entre 1995 e 1999. 

Cássio Euler
Cássio Euler
Responder para  Marcos Bishop
1 mês atrás

São completamente obsoletos; mas tem um pessoal que quer dourar a pílula…

Tirando exercícios eventuais esse carros não tem condição de uso além de curto prazo em qualquer conflito – mecanicamente falando -. E são mais pesados que os Leopard 1, que tem sido um inferno para os ucranianos manterem no conflito com a Rússia (os que operam é a custa de canibalização).

Esse é o custo de material antigo (no caso bem antigo) e totalmente obsoleto. Num conflito atual seriam muito, muito facilmente destruídos por UAVs FPVs…

Não faz sentido em se gastar com esses carros, assim como não tinha com os Leopard 1BE…

Felipe
Felipe
Responder para  Gabriel BR
1 mês atrás

51 toneladas

NEMOrevoltado
NEMOrevoltado
Responder para  José Gregório
1 mês atrás

O M60 é magrinho, é de um tempo em que a alimentação era mais “natural”. Já o Leo 2 só se alimenta de processados.

Vagner
Vagner
1 mês atrás

Nao e a solucao ideal mas pelo menos mantem a cavalaria ativa na fronteira Oeste. Poderiam aproveitar e buscar mais alguns via FMS e quem sabe com assessoria Turca moderniza los.

Cássio Euler
Cássio Euler
Responder para  Vagner
1 mês atrás

Não li isso…

Jagderband#44
Jagderband#44
1 mês atrás

Talvez durassem uns 30 minutos, em um cenário de combate tal como o da Ucrânia.

RSmith
RSmith
Responder para  Jagderband#44
1 mês atrás

Negocio é que na Ucranis ate os temidos Chalengers Britanicos ou Leopardos A-5 só duran 5 minutos….

Luiz Brandão
Luiz Brandão
Responder para  RSmith
1 mês atrás

O principal ponto fraco da torreta dos tanques russos (como os modelos T-72, T-80 e T-90) é o seu sistema de armazenamento de munições, que provoca o fenómeno conhecido como “efeito jack-in-the-box” (ejeção catastrófica da torre).
Principais Vulnerabilidades
Carregamento Automático em “Carrossel”: Diferente dos tanques ocidentais (como o M1 Abrams), onde a munição fica em compartimentos isolados com painéis de expulsão, nos tanques russos as munições são armazenadas num carrossel diretamente por baixo da torreta.
Ausência de Blindagem Interna de Separação: Não existe uma barreira física entre a tripulação e o stock de até 40 projéteis. Qualquer perfuração na torreta ou no anel da torre que atinja este compartimento causa uma explosão em cadeia instantânea.
O “Anel da Torre”: A junção entre a torreta e o chassis (o “anel”) é um ponto crítico de menor resistência. Um impacto direto nesta zona pode facilmente penetrar e atingir o carrossel de munições.
Munição Exposta: Além do carrossel, munições adicionais são frequentemente guardadas em espaços vazios dentro da torreta, aumentando a probabilidade de uma detonação secundária após um impacto não letal

NEMOrevoltado
NEMOrevoltado
Responder para  Jagderband#44
1 mês atrás

Da mesma forma que os M1 e os T90, a questão lá é que o drone pega o velho e o novo com a mesma rapidez.

Hamom
Hamom
Responder para  Jagderband#44
1 mês atrás

Na Ucrânia, com o alcance de tiro efetivo do canhão M68 de 105 mm, entre 3 e 4 km ( se estiver errado corrijam…) , o M60 teria muito baixa chance de sobrevivência ao ter que se aproximar a esta distancia do front inimigo para efetuar disparos.

Lá é a artilharia de 155 mm, com um alcance de pelo menos 30 km, que tem se mostrado eficiente e com boa taxa de sobrevivência, isto disparando algumas vezes e rapidamente mudando de posição…

Última edição 1 mês atrás por Hamom
RDX
RDX
Responder para  Hamom
1 mês atrás

Na Ucrânia, o alcance efetivo do L7 é de 3,5 km.

Cássio Euler
Cássio Euler
Responder para  Hamom
1 mês atrás

O M60 na Ucrânia seria totalmente impratiçável; veja o caso dos russos, por exemplo, não utlizam os obsoletos T-62 na função de típica de carro de combate mas sim apoio de fogo localizado.

Tutu
Responder para  Cássio Euler
1 mês atrás

Idem para os Leo 1a5 ucranianos

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 mês atrás

M60 A3 TTS

Quais as melhorias dessa versão do M60?

RDX
RDX
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

A principal é possuir mira térmica (TTS)

vinicius buranello
vinicius buranello
1 mês atrás

k k k k ta igual os f-5 da FAB, como os substitutos nunca chegam, vai levando do jeito que da. Até agora demos sorte, torce pro cenário nunca muda.

Goes
Goes
Responder para  vinicius buranello
1 mês atrás

Kkkkkkk Disse tudo viu irmão ! O resto é conversa para boi dormir . Infelizmente é a realidade

Claudio Moreno
Claudio Moreno
1 mês atrás

Bravo Zulu a todos os envolvidos!

Sgt Moreno

José Gregório
José Gregório
1 mês atrás

O Leo 2A6 não serve pra nós, mas o M60 tá bom demais!!!! kkk

rui mendes
rui mendes
Responder para  José Gregório
1 mês atrás

Realmente, merecem o que têm.

ln(0)
ln(0)
Responder para  José Gregório
1 mês atrás

Esses 2A6 oferecidos eram 2A4 que foram produzidos a partir da década de 80 e modernizados entre os anos 2000 e 2005 para o padrão A6. Eles estavam estocados e nem a Ucrânia que precisa de qualquer coisa que “ande e atire” aceitou. Os M60A3 desta matéria tiveram produção entre 78 e 86 (como dito num post acima do Marcos Bishop), não sendo mais velhos que os “2A6” e provavelmente estão em melhores condições que este presente de grego dos alemães.

Cássio Euler
Cássio Euler
Responder para  ln(0)
1 mês atrás

A Ucrânia já está saturada com o zoológico que carros de combate e blindados que já possui (os que restaram).

RENAN
RENAN
1 mês atrás

Fico imaginando o que um drone da shopee faria com um tanque desse.

Heinz
Heinz
Responder para  RENAN
1 mês atrás

Dependendo de onde pegar, o mesmo que já fez com abrams, Leopard, T72, T90, T80, T62, T64…..

rui mendes
rui mendes
Responder para  Heinz
1 mês atrás

Querer comparar o incomparável.

samuka
samuka
Responder para  rui mendes
1 mês atrás

É uma comparação esdrúxula, mas ao mesmo tempo uma provocação válida e muito pertinente.

Última edição 1 mês atrás por samuka
Goes
Goes
Responder para  samuka
1 mês atrás

Exato! Mostra o novo contexto do cenário de guerra: drones baratos vs main batle tanks.

Cássio Euler
Cássio Euler
Responder para  Goes
1 mês atrás

Os primeiros FPVs servem para imbolizar o carro; em seguida vem ondas de outros atingindo as partes mais vulneráveis (expostas por impactos anteriores que abriram “buracos” na “churrasqueira” – como chamam os russos a proteção do teto da torre, nas grades, telas e blindagem ERA).

Santamariense
Santamariense
Responder para  rui mendes
1 mês atrás

Se os drones usados na Ucrânia destroem T90, T-72, Leopard, etc, por que não destruiria o M60? Dependendo do drone, destrói qualquer tipo de blindado! Então, a comparação feita pelo Heinz está correta.

Destro
Destro
1 mês atrás

Qual o canhão usado no M60 do EB?
90mm?

Heinz
Heinz
Responder para  Destro
1 mês atrás

105mm

Colombelli
Colombelli
Responder para  Destro
1 mês atrás

L7 ou M68 ( versao EUA licenciada).105. Mesmo dos Leo 1

Heinz
Heinz
1 mês atrás

É o blindado mais parrudo que temos, uma excelente plataforma, o E.B perdeu o bonde, poderíamos ter pego centenas deles dos estoques do U.S army, e modernizado, como os turcos fizeram, que tem um blindado operativo e em excelente estado até hoje.

rui mendes
rui mendes
Responder para  Heinz
1 mês atrás

Faz número e se tiver pela frente T-55, pode ser.

Thiago
Thiago
Responder para  rui mendes
1 mês atrás

Nossos vizinhos são bem fraquinhos. Contra eles, até isso aí serve.
Agora,contra a galera que realmente é uma ameaça, isso aí não serve de muita coisa.

adriano Madureira
adriano Madureira
1 mês atrás

Uau! Depois de ler tal matéria, estou sentindo que a minha sensação de segurança aumentou em percentuais bastantes elevados…

Eles tentam mostrar que temos uma defesa excepcional e nós fingimos que acreditamos…

Quais serão os próximos?! O tanque Renault”Clio” ou o Shermann?!

comment image

Goes
Goes
Responder para  adriano Madureira
1 mês atrás

O Shermann era uma bosta na guerra kkkk só prestou no filme americano lá “corações de ferro”.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Goes
1 mês atrás

Corações de Ferro é um bom filme.
Mas, pessoalmente, acho o filme alemão Der Tiger melhor.

Goes
Goes
Responder para  MMerlin
1 mês atrás

Simm Der Tiger já tive o prazer de assistir e recomendo MMerlin, vai na mesma pegado do Das Boot 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻.

adriano Madureira
adriano Madureira
Responder para  Goes
1 mês atrás

Uma vez vendo um desses documentários Segunda guerra mundial em cores, tem uma passagem do documentário sobre um confronto entre tanques, o narrador fala de um confronto onde se não estiver enganado, cinco Tigers venceram quarenta Shermann

Mauricio R.
Responder para  adriano Madureira
1 mês atrás

Tem uma história da batalha da Normandia aonde um único Tiger, não sei se I ou II, destruiu 25 Cromwell operados por canadenses.
A distância de engajamento era em média 700 metros.

MMerlin
MMerlin
Responder para  adriano Madureira
1 mês atrás

Os tigers eram os blindados da época.
Mas muitos criticam os Shermann devido a não seguirem fazer frente aos principais blindados alemães.

Mas os blindados americanos foram projetados para enfrentar os Panther.
Não para enfrentar os Tiger. E nunca foi esse o objetivo.

Os americanos preferiam investir na quantidade uma vez que, para produzir algo similar ao Tiger, seria preciso o dobro de material.
E metal (não apenas alimentos) estavam sendo racionalizados e redirecionados para os esforços da guerra.

E não falamos apenas de material. Era preciso transportar os blindados para o outro lado do Atlântico. Algo que os alemães nunca precisaram fazer.
Então tamanho e, principalmente, peso, contava muito.

Lembrando que o objetivo dos americanos era manter a alta cadência de produção. Foram produzidos nada menos que pouco mais de 50 mil Shermann. Mais que o dobro de todos os blindados alemães produzidos.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Goes
1 mês atrás

O firefly ingles e a versao dos EUA com canhão de alta pressão ( o fury do filme) tinham boa eficacia contra os melhores carros alemães ainda q com menor alcance.

Cássio Euler
Cássio Euler
Responder para  adriano Madureira
1 mês atrás

Pois é; realmente é incrível a insistência em coisas totalmente obsoletas, que tem tecnologia dos anos 1960… Nada nesses M60 é minimamente moderno.

Daqui a pouco vão sugerir modernizar os M101 para artilharia…

Maurício Veiga
Maurício Veiga
Responder para  adriano Madureira
1 mês atrás

Esse da foto foi abatido pelo menos duas vezes…

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  adriano Madureira
1 mês atrás

M4 era ruim mesmo, mas os EUA conseguiam produziam mais que os Alemães, que eram caros e davam problemas com mais frequencia, a versão final dele para Guerra, é dito que era bem melhor, o canhão novo levava novas munições que conseguiam perfurar um Tiger de frente

adriano Madureira
adriano Madureira
1 mês atrás

Se fosse algo como uma modernização estilo Turquia,até poderia sair umas três salvas de palmas…

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Deadeye
Deadeye
Responder para  adriano Madureira
1 mês atrás

Os Italianos tem tambem um pacote de modernização.

Cássio Euler
Cássio Euler
Responder para  adriano Madureira
1 mês atrás

Só que na Turquia entraram em serviço quase 20 anos atrás (e tinham uma enorme quantidade)…

Não faz absolutamente nenhum sentido modernizar esses M60 do EB…

Santamariense
Santamariense
1 mês atrás

Todos que falam em M60 SABRA e Turquia, não esqueçam que o programa SABRA é uma criação da IMI (Israel Military Industries) para o exército Israelense. O SABRA I foi aplicado nos M60 israelenses e o SABRA II foi desenvolvido para o Exército Turco, que incluiu nessa versão, equipamentos e sistemas turcos, para uso nos seus M60. Esse extenso programa de modernização praticamente reconstrói toda a viatura, substituindo inclusive, o canhão 105 mm por outro israelense de 120 mm, uma versão do L44.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Eu acho que se pegarmos as melhores estruturas de M60 e modernizar vale a pena, movimentação elétrica da Torre, controle de tiro estabilizado eletrico, canhão L44, Optrônico moderno, link de dados com outros MBT e drones, quando terminasse a manutenção daria pra usar mais uns 25 anos

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Carlos Campos
1 mês atrás

teria que ver se o preço não ia chegar no valor de MMBT aí não valeria pena

naval762
naval762
1 mês atrás

Mais peças de museu voltam, que Deus tenha piedade do nosso exército.

Felipe
Felipe
Responder para  naval762
1 mês atrás

É velho mas atira e mata , melhor com ele do que sem qualquer tanque no Oeste do país.

Marcos Bishop
Marcos Bishop
Responder para  Felipe
1 mês atrás

Acho que no “Oeste” tanque não anda…

Santamariense
Santamariense
Responder para  Marcos Bishop
1 mês atrás

???

Cássio Euler
Cássio Euler
Responder para  Felipe
1 mês atrás

Melhor virarem alvos e comprarem ATGMs do que gastar com essas velharias que não duram 5 minutos num conflito moderno.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Cássio Euler
1 mês atrás

Certo.
E como você faria para abrir caminho e avançar sobre a tropa inimiga?
E o que você utilizaria para como apoio e proteção a infantaria num avanço?
ATGM não faz isso.
Ambos se complementam junto com outros equipamentos.
Um não substiui o outro.
Assim como vejo muitos falando do CV90 como substituição aos nossos blindados principais.
Um VCI não substitui um MBT.

J L
J L
Responder para  Felipe
1 mês atrás

É justamente isso ! É velho mas funciona e serve para segurar a onda nas fronteiras do país. Esse programa israelense põe esses bichos em condições de combate razoável. Aqui nós precisaríamos de uma boa quantidade só para guarnecer as fronteiras menos ostensivas, e poderíamos ter um 2º carro de combate de melhor qualidade para situações mais calientes. Tem que botar na cabeça que o EB precisa de tudo e o país é enorme e não tem verba, por isso tem que fazer número com o que se tem disponível e botar em condições de uso.

Colombelli
Colombelli
1 mês atrás

Vi de perto em maio no CASul. Com um optrônico moderno e troca de computador balistico ainda da otimo caldo na AL. E tem fartura de peças e possibilidade de modernizaçao.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

Se, lá atrás, ao invés de comprar o Leopard 1A5 (carro de combate que gosto muito) tivessem negociado com os EUA mais uns 200 M60 para somar com os 91 recebidos inicialmente, e contratado a IMI ou mesmo os turcos para modernizar todos, incluindo a instalação do canhão 120 mm, teríamos uma frota unificada e melhor do que qualquer coisa que temos hoje e que seria válida por muitos anos ainda.

RDX
RDX
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

O EB está colhendo os frutos de decisões equivocadas do passado…como sempre.
O EB abriu uma licitação em 1995 para comprar um MBT. Concorreram M60, Leopard 1 e T-72. Venceu o Leopard 1 belga, o pior dos concorrentes. Uma versão completamente obsoleta e sem suprimentos, uma vez que muitas peças eram exclusivas da versão belga e, portanto, incompatíveis com as versões alemães. Logo, em poucos anos de serviço a disponibilidade caiu vertiginosamente por falta de peças sobressalentes. Na mesma época, os americanos estavam doando (ou vendendo a preços símbolicos) seus M60 armazenados. A Turquia, por exemplo, pegou 658 M60A3 TTS (170 foram modernizados para o padrão M60T). O EB ainda teve a sorte de receber 91 unidades. Simplesmente não tem como compreender algumas decisões do EB. Por que o EB não adquiriu um segundo lote com pelo menos 200 unidades para substituir todos os M41?

Última edição 1 mês atrás por RDX
Cássio Euler
Cássio Euler
Responder para  RDX
1 mês atrás

FAB e MB idem; decisões equivocadas pelo escolhas das fontes de sempre…

RDX
RDX
Responder para  RDX
1 mês atrás

Lembrando que o EB fez o leasing desses 91 tanques. Quando encerrou o contrato os americanos simplesmente doaram os veículos, até porque economicamente não fazia sentido reaver o material. Ou seja, se o EB tivesse feito o leasing de 300 unidades provavelmente tinha ficado com todas gratuitamente.

Santamariense
Santamariense
Responder para  RDX
1 mês atrás

Pois é!!

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  RDX
1 mês atrás

a não, teu comentário me deu dor física e na alma, como deixamos isso passar

Deadeye
Deadeye
Responder para  RDX
1 mês atrás

O fim da guerra fria foi uma mãe de equipamento Soviético e da OTAN disponíveis.

Todo mundo que foi esperto aproveitou. A Alemanha mesmo vendeu no preço tudo que herdou da Alemanha Oriental.

Santamariense
Santamariense
Responder para  RDX
1 mês atrás

Exato, RDX! É bem isso! Perderam uma oportunidade excelente à epoca. E hoje, querem MMBT…na minha opinião, outro erro…

Colombelli
Colombelli
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Sao equivalentes com o M60 de manutençao mais facil e mais pacotes de modernizaçao.

Eduardo Jardim
Eduardo Jardim
1 mês atrás

Bom dia foristas.

Gostaria de abordar esse assunto com o atual momento das relações entre Brasil e Estados Unidos. O Trump é antes de tudo um negociador.

Seria a hora de colocar na mesa uma proposta de compra de equipamentos militares com o objetivo de sensibilizar os americanos?

Chinooks, Blackhawks, M777, M1 Abrams…um pacote de alguns bilhões via FMS financiados de maneira generosa.

Sobre o Abrams, é uma opção política, a compra de equipamento militar é sinal de alinhamento geopolítico e é isso que os EUA querem. Não é apenas uma questão técnica mas uma escolha do mundo real.

Pode até vir com o canhão de 105mm se permitir o aproveitamento das munições do EB. Com um bom pacote logístico e pagando em dia os americanos entregam tudo conforme o contrato.

E qualquer versão do Abrams tem maior proteção blindada que o atual inventário do EB. E de novo, é uma opção política.

jagder
jagder
Responder para  Eduardo Jardim
1 mês atrás

Abrams é pesado e bebe mais que o nosso presidente.
Manutenção cara e complicada.

Santamariense
Santamariense
Responder para  jagder
1 mês atrás

“Abrams é pesado e bebe mais que o nosso presidente.”

😂😂😂😂😂

Eduardo Jardim
Eduardo Jardim
Responder para  jagder
1 mês atrás

Bom dia Jader.

Sim, concordo mas meu argumento é político e o seu técnico.

É preciso olhar a aquisição de material bélico dentro do atual contexto.

danieljr
danieljr
Responder para  Eduardo Jardim
1 mês atrás

Num negócio desses não entra quase nada de política.

Se o Brasil pedir um lote dessas coisas e pagar, aprovam imediatamente.

Acredito eu que só vão fazer alguma barreira para alguns sistemas específicos, talvez F-35, Patriot, Mísseis de última geração, F-18 Growler…..

Pedir artilharia, helicópteros, F-15, F-18, F-16, tanques, só passar o cheque que vem.

danieljr
danieljr
Responder para  danieljr
1 mês atrás

A política iria ser mais levada em conta para os materiais mais sensíveis, como eu disse acima.

F-35, satélites, sistemas aegis, determinados mísseis do patriot, determinadas configurações de F-15, equipamentos especiais.

Eduardo Jardim
Eduardo Jardim
Responder para  danieljr
1 mês atrás

Concordo que alguns sistemas mais sensíveis não seriam liberados.

Eduardo Jardim
Eduardo Jardim
Responder para  danieljr
1 mês atrás

Bom dia Daniel.

Eu discordo, acho que entra muita política nisso.

Podemos desenvolver o tema.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Eduardo Jardim
1 mês atrás

So os M1 mais antigos eram a diesel. Muito antigos. Com turbina complica e nao agrega muito se forem versoes antigas.

Eduardo Jardim
Eduardo Jardim
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

Bom dia Colombelli.

Obrigado pelas informações sobre os modelos mais antigos.

Macgarem
Macgarem
1 mês atrás

Agora sim me sinto seguro

Castelani
Castelani
1 mês atrás

No jeito pra doar para o Uruguai ou Paraguai…. (contém ironia)

JuggerBR
JuggerBR
1 mês atrás

Estamos prontos pra uma guerra… de 1965… só 60 anos de atraso, coisa pouca, quase nada…

Colombelli
Colombelli
Responder para  JuggerBR
1 mês atrás

Esta versao esteve em uso nos EUA ate meados de 90. Sao mais modernos que os Leo 1A5

RDX
RDX
1 mês atrás

A Tchéquia ofereceu à Ucrânia tanques T-72. Um problema: eles não conseguem atirar direito.

Esta matéria revela algumas informações interessantes sobre a realidade da cavalaria ucraniana.

Cássio Euler
Cássio Euler
Responder para  RDX
1 mês atrás

A Ucrânia recebeu T-72 de vários países da OTAN que fabricaram localmente quando faziam parte do Pacto de Varsóvia, ou seja, eles tem modificações locais bem significativas; na prática estão canibalizando os das mesmas versões porque grande parte dos sistemas não são intercambiáveis.

Idem carros de origem ocidental.

Paulo Costa
Paulo Costa
1 mês atrás

Saiu hoje que os Centauro 2,foram cancelados

Santamariense
Santamariense
Responder para  Paulo Costa
1 mês atrás

Onde você viu isso??

Paulo Costa
Paulo Costa
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Dentro do blog mesmo,perguntei pois tenho duvidas

Santamariense
Santamariense
Responder para  Paulo Costa
1 mês atrás

Eu não vi nada sobre isso em nenhum lugar.

Cleiton Nunes
Cleiton Nunes
1 mês atrás

sucata recauchutada, como todo o exército

Fred
Fred
1 mês atrás

Deviam estar em Roraima. Quando a coisa aperta, onde há carência de meios, qualquer coisa é melhor que nada. Se luta com o que se tem. Os russos estão usando T54 e T55 em algumas situações na Ucrânia, mesmo tendo T-72’s, T-90’s e T-80’s de diferentes variantes, muito mais capazes e modernos.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Fred
1 mês atrás

Pra funçao defensiva contra CC melhor usar ATGM. Dai a compra dos spike e javelin.
Na função que o CC ainda nao tem.alternativa ( ofensiva) o TO de Roraima tem espaço limitado, o lado de lá e selva e mesmo pra contra ataques se pode facilmente debelar o avanço por conta do terreno.

RDX
RDX
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

Lembrando que o RCMec de Roraima receberá o Centauro ll, um genuíno tank destroyer.

Bernardo lopez
Bernardo lopez
1 mês atrás

Irão para algum museu?

willhorv
willhorv
1 mês atrás

Exercício de manutenção mecânica para os envolvidos, mas vamos lá….o correto é ter e manunter algo digno de uso, moderno e com as mínimas condições de emprego pela força em cenário de possível uso empregando a força, provendo proteção e capacidade de cumprir as missões. Isso que está ocorrendo é uma afronta ao contribuinte, sem contar uma falta de respeito aos combatentes que operam estas relíquias, que simplesmente seriam caixões lacrados em situação de combate. Trágico é deprimente isso. Estamos falando de que….100…200 unidades para se ter algo digno? Faça me um favor em governo brasileiro!!!

Colombelli
Colombelli
Responder para  willhorv
1 mês atrás

No TO da AL estes carros ainda tem valia. A rigor somente o TAM2C ( e tem so dez) sao superiores entre nossos vizinhos.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Bem ou mal é um bom reforço e mesmo antigos estão a frente do que os vizinhos tem.

Eduardo Sanches
Eduardo Sanches
1 mês atrás

Pois depois de recuperados irão ser doados para o Uruguai ou Paraguai ? Se

Última edição 1 mês atrás por Eduardo Sanches
Cleiton Nunes
Cleiton Nunes
1 mês atrás

vamos fala sério….as FFAA estao totalmente obsoletas e desacreditadas. Este tipo de recuperacao, renovacao, recauchutagem, sei lá, é o famoso SINGANEX, ou seja, me engana que eu gosto. Quando falo em desacreditadas tb me refiro a parte ética e moral. Esses generais só servem para receberem continencia em formaturas, elocubrarem projetos inúteis e que nunca tem fim. Só pensam neles mesmos. Essa VTR devem tem uns 40 anos.. RParem de se iludir!!!

Diego
Diego
1 mês atrás

Mais dinheiro gasto com porcaria que não serve para nada, era mais fácil ter usado essa grana para comprar mísseis anti-tanque pelo menos seriam efetivos caso precisacemos.

adriano Madureira
adriano Madureira
Responder para  Diego
1 mês atrás

Gastam e gastam mal! Seja revitalizando armamento meia-boca, obsoleto ou ou pretendendo fazer compras futuras, como o tal viatura leve 4×4 da GM Defense.

A EDGE tentará empurrar algum veículo fabricado por ela.

e certamente a MB abrirá mão de um veículo que poderia ser feito no Brasil
Duvido muito que no Brasil não haja vida inteligente capaz de criar uma versão nossa…

Poderia até ser usar ATVs! Essa viatura da GM defense para mim poderia ser algo substituível.

Se o CFN quer uma viatura que seja usada em emboscada,onde o operador detecta um carro inimigo, vai para um ponto onde ele pode atacar,tal alvo, cumprindo seu papel destruindoou danificando a ameaça e depois se evadir em segurança,porque raios engolir uma plataforma estrangeira?!

Por que não adquirir uma Toyoya Hilux,Ford Ranger ou o Marruá?!

Pode-se muito bem comprar o MSS 1.2 sem a necessidade de tal viatura…

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Última edição 1 mês atrás por adriano Madureira
João Moita Jr
João Moita Jr
1 mês atrás

Ai sim, acertaram. Apesar de antigo, o M-60 ainda é um carro de combatte de muita utilidade para o Brasil.

Última edição 1 mês atrás por João Moita Jr
Gabriel
Gabriel
1 mês atrás

Qual a utilidade dessas viaturas mais antigas no combate atual? Apoio à infantaria? Sei que uma HE, independente se é de um T-34 ou de um T-80, faz estrago em edifícios e infantaria, mas não vejo a razão do Brasil ainda possuir equipamento antigo e rejeitar equipamentos modernos em um período tão incerto.

Luiz Brandão
Luiz Brandão
1 mês atrás

O desempenho dos tanques russos na Ucrânia tem sido marcado por altas perdas, devido a táticas iniciais falhas (avanços em colunas densas), vulnerabilidades de design (como o “top attack” de drones) e uso de modelos mais antigos, compensando a baixa qualidade com a grande quantidade de reservas, que estão sendo mobilizadas e modernizadas, mas com qualidade inferior às versões mais recentes, resultando em uma luta por “qualidade vs. quantidade” no campo de batalha, com a Ucrânia adaptando-se com novas tecnologias e blindagens.
Problemas Iniciais e Táticas:
Colunas Vulneráveis: Avanços em grandes colunas transformaram os tanques em alvos fáceis para mísseis antitanque e artilharia ucraniana, especialmente no início da guerra.
Erros de Comando: A falta de comandantes experientes e a repetição de erros táticos (como em Vuhledar) levaram a perdas significativas.
Perdas e Substituições:
Altas Perdas: Milhares de tanques russos foram destruídos, danificados ou capturados, com fontes como Oryx catalogando perdas fotográficas.
Mobilização de Reservas: A Rússia tem retirado milhares de tanques antigos dos seus estoques (como os T-72 e T-80) para compensar as perdas, priorizando a quantidade sobre a qualidade.
Adaptação e Desafios:
Qualidade vs. Quantidade: A estratégia russa mudou para compensar a perda de blindados modernos com um grande volume de tanques mais antigos, muitas vezes sem tecnologias avançadas (mira, proteção).
Contra-medidas Ucranianas: A Ucrânia explora vulnerabilidades, usando drones e artilharia para atingir as partes mais fracas dos tanques, forçando a Rússia a reforçar suas frotas com blindagens reativa.