Mansup-lancamento-03-plataforma-terrestre

NOTA À IMPRENSA

São José dos Campos, 8 de dezembro de 2025.

A SIATT – ENGENHARIA, INDÚSTRIA E COMÉRCIO S/A comunica que protocolou nesta segunda-feira, dia 8 de dezembro, resposta à notificação judicial apresentada pela Avibras, na qual refuta integralmente as acusações feitas e solicita o imediato arquivamento deste procedimento.

Logo no início da manifestação, a SIATT afirma que a medida promovida pela Avibras “nada mais é do que uma tentativa lastimável (…) de instrumentalizar o Judiciário para publicizar acusações gravíssimas contra uma concorrente”, classificando a iniciativa como “uma manobra claramente oportunista empreendida por uma empresa que (…) parece desesperada para contornar a severa crise que a assola”.

A SIATT esclarece que jamais interveio, tentou intervir ou declarou intervir na tecnologia do sistema ASTROS, de titularidade da Avibras. Conforme registrado na resposta judicial, “o que [a SIATT] fez foi integrar o míssil MANSUP ao sistema ASTROS através de um mecanismo desenvolvido pela própria SIATT”.

A empresa explica ainda que a tecnologia aplicada é de natureza stand-alone: “A SIATT basicamente faz uma conversão momentânea da plataforma lançadora para acomodar o suporte do míssil MANSUP, que leva algumas poucas horas e pode ser revertida a qualquer momento, sem qualquer interferência nos sistemas pré-existentes.”

A resposta protocolada ressalta ainda que a Marinha do Brasil reconhece formalmente que a SIATT é a única empresa nacional que detém a capacidade completa para a integração do míssil, pois “detém o conhecimento completo sobre as interfaces mecânicas, eletrônicas e sistêmicas do míssil MANSUP”.

Esse reconhecimento institucional fundamentou a Declaração de Exclusividade concedida pela ABIMDE, que, conforme o texto protocolado, concluiu que a SIATT possui “capacidade técnica para adaptar plataformas para o lançamento do MANSUP, incluindo – mas não só – o sistema ASTROS”.

A SIATT reafirma que nunca se apresentou ao mercado como titular, detentora ou parceira autorizada do sistema ASTROS, apontando que todas as menções ao sistema foram meras indicações de compatibilidade, prática comum na indústria de defesa. Segundo a resposta protocolada, “as menções ao ASTROS foram meramente referências a plataformas compatíveis.”

A empresa também destaca que a acusação de apropriação indevida de informações da Avibras carece de fundamento: “A AVIBRAS não apresentou prova alguma, tampouco indicou quais seriam esses segredos.”

A resposta protocolada ainda registra que o único prejuízo reputacional concreto identificado no episódio recaiu sobre a SIATT: “A AVIBRAS divulgou nota à imprensa no mesmo dia da notificação, o que gerou diversas notícias negativas e abalou a reputação da SIATT.”

Ao final da resposta, a empresa conclui que “a SIATT não violou qualquer direito de propriedade intelectual ou autoral da AVIBRAS, tampouco incorreu em qualquer ilegalidade”. A SIATT também repudiou “com veemência as infundadas acusações”.

A SIATT está confiante de que a avaliação dos fatos levará ao reconhecimento da improcedência das acusações. A empresa segue pautada pela integridade, pela ética e pelo respeito às normas legais e regulatórias, e reafirma o seu compromisso com o avanço de suas atividades tecnológicas em prol dos clientes, parceiros e do fortalecimento da defesa e da soberania nacional.■

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Gabriel Moreira
Gabriel Moreira
1 mês atrás

Lamentável situação da avibras… além de mal administrada (grupo familiar extremamente desorganizado), é impactada diretamente pela falta de compras e investimentos do governo. O EB e a MB deveriam comprar mais do que compram, isso é fato. Quantos lançadores do astros nos temos? Não poderiam fazer uma compra de 10 unidades a cada 2 anos? Além disso, esse mesmo governo embarga vendas externas e depois se apresenta como solução para o problema, através de estatização. Que se venda essa empresa para alguém que saiba administrar, investir e fazer crescer, como fizeram com a própria Siatt, Macjee e Embraer.
Obs.: gostaria de usar a questão da Embraer como exemplo. O que seria do KC390 sem as encomendas externas? A FAB, que deveria ser o maior cliente, reduziu a encomenda inicial a metade praticamente. Imagina gastar uma fortuna em desenvolvimento para vender apenas 15 unidades?

JHF
JHF
Responder para  Gabriel Moreira
1 mês atrás

Se entregar o que já foi encomendado…..

Gabriel Moreira
Gabriel Moreira
Responder para  JHF
1 mês atrás

O projeto do Astros 2020 é datado de 2012. Todas as unidades já foram entregues…ficaram 10 anos sem fazer pedidos e quando a empresa está falida eles querem entrega. Quem quer ter indústria de defesa precisa consumir constantemente os seus produtos. Como exemplo, vejam a Turquia, Coreia do Sul, Itália e por aí vai. As exportações correspondem apenas a uma fração do que é produzido…a Itália,por exemplo, todo ano lança um navio novo, cada vez maiores, mais modernos…

Última edição 1 mês atrás por Gabriel Moreira
MMerlin
MMerlin
Responder para  Gabriel Moreira
1 mês atrás

Errado.
Existem sim produtos pendentes de entrega pela empresa.
Que são as viaturas do sistema ASTROS (segundo outro site especializado 10 veículos – salvo engano do tipo LMU) e um número não divulgado de foguetes de artilharia, isso para o EB.
Sem contar os outros 4 motores S50 contratados pelo AEB.

Última edição 1 mês atrás por MMerlin
Gabriel Moreira
Gabriel Moreira
Responder para  MMerlin
1 mês atrás

Os três últimos grandes contratos foram assinados quando?

Última edição 1 mês atrás por Gabriel Moreira
MMerlin
MMerlin
Responder para  Gabriel Moreira
1 mês atrás

Tente procurar num destes três sites:
Site do EB
Portal da Transparência
Portal do MD

Apenas lembrando que a maior parte dos contratos relacionados à defesa possui classificação de exibição (tempo para ficar disponíveis publicamente).
Mas, em teoria e pelo tempo, devem estar disponíveis em pelo menos uma destas três fontes.

Gabriel Moreira
Gabriel Moreira
Responder para  MMerlin
1 mês atrás

Estava vendo aqui. O EB fechou os seguintes contratos com a Avibras:
-2011 no valor de 950 milhões de reais para o astros 2020;
-2018 no valor de 215 milhões de reais para 13 viaturas;
-2023 no valor de 60 milhões de reais para compra de foguetes para o EB.
Somando tudo, da cerca de 1 bilhão e 260 milhões de reais em 14 anos, o que dá cerca de 90 milhões de reais por ano, cerca de 7,5 milhões de reais por mês (conta de padaria, apenas para parâmetro, se do que podem ter outros contratos aí no meio)…e estamos falando falando apenas de faturamento, sem levar ar em consideração os custos para se fabricar esses produtos, como matéria prima , custo com pessoal e afins. Eu considero esse valor baixo para uma empresa importante como a Avibras, com mais de 100 funcionários para pagar.
Obs.: devemos associar o baixo investimento do governo com a INCOMPETÊNCIA da avibras de firmar contratos externos (e levar em consideração que o próprio governo barra algumas vendas).

MMerlin
MMerlin
Responder para  Gabriel Moreira
1 mês atrás

Boa pesquisa.

Importante observar que os valores realmente são baixos.
E bancar uma folha de pagamento próximo de 1.500 funcionários (lembro desse número numa analisada do caso lá por 2014) sendo que, destes, perto de 40 eram engenheiros, é impossível.
Sei disso porque sou empresário também.

Dividindo o valor “full” na famosa “conta de padaria”, daria 5 mil reais para cada. Impossível.
Existem os encargos trabalhistas, manutenção do parque e diversos e muitos outros custos indispensáveis para manter a empresa saudável e (administrativamente) ativa.
Fora o passivo da empresa que já existia nessa época.

Mas olhe que interessantes estes outros números.
Na Embraer, existe uma estimativa que certa de 20% do seu quadro de funcionários (20 mil) sejam engenheiros.
No caso da AVIBRAS, esta estimativa cai para 2.6% dos funcionários que são engenheiros.
Isso diz muito de uma empresa que deveria trazer e produzir soluções militares tecnológicas para o Brasil.
Diz muito.

Não à toa, a empresa parou no tempo no que tange inovação.

Última edição 1 mês atrás por MMerlin
Gabriel Moreira
Gabriel Moreira
Responder para  MMerlin
1 mês atrás

Pode crer…também sou cara, não é fácil. Infelizmente no caso da Avibras é a tempestade perfeita…tudo que poderia dar errado, deu.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  MMerlin
1 mês atrás

O fato da Avibrás ter passado os últimos 20 anos “acorrentado” a apenas UM produto, enquanto a Embraer “deu a luz” ao 390, co-produção do Gripen e o EVTOL, e isso pra não falar do setor de aviação civil, diz muito sobre a Avibrás…

Edimur
Edimur
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Embraer passou para mãos gringas né, ela não é mais BR talvez isso também tenha ajudado

Rafael Cordeiro
Rafael Cordeiro
Responder para  Edimur
1 mês atrás

A Embraer não passou para mãos gringas ela apenas abriu capital, o que é bem diferente. Se você quiser ser sócio é só comprar umas ações da empresa.

RPiletti
RPiletti
Responder para  MMerlin
1 mês atrás

Prezado, se não há pedidos ou demanda para o produto como chegaram em 1.500 funcionários?
Me parece que o caso de um famoso banco, liquidado recentemente, onde o proprietário compra mansão de mais de 400mi e presenteia uma jovem com apartamento de 4mi não é único neste país.

Edimur
Edimur
Responder para  Gabriel Moreira
1 mês atrás

Que tipo de financiamento o governo disponibiliza para quem quiser comprar da Avibras ? Ou será que só temos dinheiro para financiamento de obras em Venezuela e etc….

Vitor
Vitor
Responder para  MMerlin
1 mês atrás

Não tem viatura alguma para ser entregue. A fábrica de viaturas já está parada, sem demanda, desde as últimas entregas para a Indonésia, lá nos idos de 2020.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Vitor
1 mês atrás

Tem sim.
As informações são bem escassas mas, segundo declarações de militares para um canal jornalístico, não do meio, mas especializado em notícias, o valor chega a R$ 60 milhões. Esse era o valor na época.

Também faltou a conclusão do programa MTC-300 que a empresa recebeu e não finalizou.
Mas já surgiu outra notícia apontando que o equipamento já passou da fase de protótipo e que o EB inclusive já tem algumas unidades pra uso.
Conhecendo o histórico, acho que o status do MTC mais condizendo é o primeiro apontado.

Última edição 1 mês atrás por MMerlin
Gabriel Moreira
Gabriel Moreira
Responder para  JHF
1 mês atrás

O Brasil tem o que, 40 lançadores astros 2020? São mesmos veículos da década de 80, só que modernizados…isso é ridículo um país do tamanho em nosso.

Última edição 1 mês atrás por Gabriel Moreira
Vitor
Vitor
Responder para  Gabriel Moreira
1 mês atrás

Você faz ideia quanto custa um sistema Astros e quanto custa para manter o sistema depois de recebido? Não né?

Então pensa um pouquinho: governo não dá dinheiro para as Forças Armadas fazerem nada, mal tem combustível. E você vai querer que comprem mais veículos? Pra que? Pra ficarem parados por falta de dinheiro e falta de.pecas?

Gabriel Moreira
Gabriel Moreira
Responder para  Vitor
1 mês atrás

Beleza amigão…as forças armadas tem MUUUUITO dinheiro, com orçamento equiparável a países muito mais fortes militarmente que a gente (Turquia, por exemplo). Em relação ao PIB, nosso orçamento poderia ser maior, porém, levando-se em consideração que somos a 9 economia do mundo, nosso orçamento é considerável. A diferença é que nosso dinheiro vai embora em pensões, aposentadorias, excesso de contingente e por aí vai. REFORÇO oq disse em todos meus comentários…precisamos comprar os produtos que produzimos, gastar melhor o dinheiro do contribuinte, gerando emprego e etc…

Última edição 1 mês atrás por Gabriel Moreira
Caminhante
Caminhante
1 mês atrás

Parem de brigar, sentem na mesa e firmam uma parceria estratégica entre as duas que todos ganham.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Caminhante
1 mês atrás

A Siatt só tem a perder se firmar uma parceria estratégica com a Avibrás.

A Avibrás é um CNPJ cheio de dívidas.

Seria como o BRB comprar o Banco Master.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Uma parceria só funciona quando as duas empresas se complementam.
Nos últimos 20 anos, todos os projetos que a AVIBRAS estava envolvida sofreram atrasos.
Em boa parte, tendo sido ela apontada indiretamente por esses atrasos, devido ao seu problemático histórico financeiro.
Isso tanto em projetos das FA.quanto envolvendo o PEB.
Mas recentemente, no próprio MANSUP.

Gustavão
Gustavão
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

SIATT e a AVIBRAS de amanhã.

Deadeye
Deadeye
1 mês atrás

A defesa parece boa. Estão usando a exceção que expliquei há um tempo, apenas integraram na plataforma.

Mauricio R.
1 mês atrás

Já deram baixa na IE e no CNPJ da Avibrás? Estão esperando o que? Assim essa ladainha de que tem que comprar material bélico de determinada empresa, somente pq ela está com a corda no pescoço, e não por necessidade das ffaa, acaba!!!!
É uma empresa privada, a responsabilidade é de seus controladores.

MMerlin
MMerlin
1 mês atrás

A SIATT simplesmente acomodou o sistema de lançamento do MANSUP na viatura, que é de propriedade das FA.
Não modificou sistema algum ou integrou ao sistema nativo do ASTROS.

Como comentei em outro artigo, o grupo investidor que assumiu a empresa tem trabalhado, aparentemente, para obter recursos externos, com este processo e garantias de novas encomendas do Estado, antes de qualquer investimento próprio, para reconstruir a empresa.

Não vemos nenhuma notícia referente à reformas em suas estruturas, recontratação de pessoal, conclusão das negociações com os trabalhadores ou entrega dos pedidos já pagos mas pendentes.

BraZil
BraZil
1 mês atrás

Lastimável é a situação de nossa “Defesa nacional” (BID), sem comando, sem objetivos, sem projetos de Estado, com empresas brigando entre si, quando uma empresa desenvolve um sistema que, em tese, valoriza a plataforma da outra empresa. Imaginem quando e se, o MSS 1.23456 for integrado no Guaicururu ou no Guaraná ou n situações que podem ocorrer. É, enquanto os cães magrelas brigam por um pedaço de couro velho, os ladrões invadem a casa e fazem a limpa….

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Responder para  BraZil
1 mês atrás

Isso exportando quase 3 Bilhões por ano, imagine se não fosse?

Bueno
Bueno
1 mês atrás

Que paulada no ‘defunto’ AVIBRAS. Não foi apenas má gestão que a levou ao estado de falência, mas também a incapacidade cognitiva de seus gestores em compreender que foi a Marinha do Brasil quem autorizou a SIATT realizar tal integração, afinal, nenhum equipamento militar sai das dependências da Força sem liberação legal, formal…

Última edição 1 mês atrás por Bueno
Alexandre Galante
1 mês atrás

Em casa que falta pão, todo mundo briga e ninguém tem razão.

Nei
Nei
Responder para  Alexandre Galante
1 mês atrás

Perfeito.

A Avibrás que vá atrás de seus problemas e não “foque” em prejudicar outra empresa.

fewoz
fewoz
1 mês atrás

Já praticamente não há muitas empresas do setor no Brasil, e as poucas que existem, ainda brigam entre si… Por isto este país não vai pra frente.

Gustavão
Gustavão
1 mês atrás

Produtos Principais (AVIBRAS)
Sistemas de Artilharia:
ASTROS II (MK6): Sistema lançador de foguetes e mísseis de alta mobilidade, com grande poder de fogo e alcance.
ASTROS Hawk: Sistema de foguetes de 70mm para apoio a forças leves.
Mísseis:
AV-TM 300 (MTC): Míssil tático de cruzeiro com GPS/laser, alcance de até 300 km.
FOG-MPM: Míssil guiado por fibra óptica para múltiplas funções (anti-tanque, helicópteros).
Mísseis Guiados: Família AV-SS (40, 150) e foguetes guiados para o ASTROS.
Veículos Blindados:
Guará 4×4: Veículo de transporte de pessoal.
AV VBL 4×4: Veículo de transporte de pessoal blindado.
Eletrônica e Software:
Sistemas de controle de fogo (EDT-FILA), simulação, integração de sistemas e C4ISTAR (Comando, Controle, Comunicação, Computação, Inteligência, Vigilância, Aquisição de Alvos e Reconhecimento).
Drones (VANTs):
VANT Falcão: Veículo Aéreo Não Tripulado.
Produtos e Serviços Civis
Divisão Química: Produção de perclorato de amônio e propelentes sólidos.
Tratamento de Superfícies: Tecnologia KTL (eletroforese) para a indústria automobilística.
Tecnologias “Spin-off”: Soluções em eletrônica, software, telecomunicações e autopeças.
perder avibras que tem uma capacidade gigantesca, por não ter previsão orçamentária e uma total incompetência do congresso e executivo do Brasil.
Estatização resolveria no curto prazo, mais fazer parceria com outras empresas e essencial.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Gustavão
1 mês atrás

Produto é aquilo que é produzido para venda no mercado.

O único produto é o Astros e seus foguetes. O resto são projetos e protótipos.

Essa incapacidade da Avibrás de criar novos produtos que despertassem a atenção do mercado é uma das causas de sua tragédia.

Gustavão
Gustavão
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Única empresa defesa Embraer, o restante você fecha.
São projetos com potências que precisa de investimento estatal, não tem como correr da estatização, com plano de investimento e aquisição de novos produtos.
Perder AVIBRAS e dizer adeus toda artilharia de foguetes, e muita falta de atenção congressos, executivo, e militares.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Gustavão
1 mês atrás

Taurus, CBC, Siatt, MacJee, etc.

Já parou pra pensar que outras empresas brasileiras podem fabricar foguetes e lançadores de foguetes?

A Siatt fabrica mísseis que são mais complexos.

A MacJee fabricar foguetes menores.

É só uma questão das Forças encomendaram para elas.

A Estatização é a pior solução para a Avibrás. Melhor fechar de uma vez.

Gustavão
Gustavão
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Taurus, cbc não é empresa sistemas de engenharia nas áreas de aeronáutica, espaço, eletrônica, veículos.
SIATT tá começando agora só pra você ter uma ideia massup na versão padrão 70 km demorou 15 anos.
Versão mansup-er nem está pronto.
Agora imagina você ter começar do zero todo sistema astros, missil cruzeiro. Pq na sua cabeça e só fazer pedido.
Você não troca. A Avibras é uma empresa brasileira de tecnologia e inovação com décadas de história e reconhecimento mundial por seus produtos, por uma empresa que começou não tem 15 anos.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Gustavão
1 mês atrás

Eu disse que essas são empresas de Defesa e não de aeronáutica ou espacial.

Taurus e CBC são muito maiores que a Avibrás e exportam muito mais produtos e para países desenvolvidos e não apenas para o Oriente Médio e Sudeste Asiático.

Mansup é muito mais complexo do que foguetes. E se vai criticar a demora para fazê-lo o que dizer do míssil de cruzeiro da Avibrás?

A Avibrás diz que faz muita coisa, mas não faz nada há anos e seu único produto de relativo sucesso foi o Astros, que já é bastante datado.

Enfim, se você acha que a Avibrás é a maior empresa de Defesa do mundo, como o presidente dela disse recentemente, paciência.

Gustavão
Gustavão
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Taurus e cbc são empresas diferentes da avibras. A principal diferença entre a Taurus e a Avibras reside nos seus segmentos de atuação dentro da indústria de defesa: a Taurus foca em armas de fogo portáteis (pistolas, revólveres), enquanto a Avibras é especializada em sistemas de defesa aeroespacial e mísseis.

Abymael2
Abymael2
1 mês atrás

O que mais irrita nesses episódios é que a empresa fica no fundo do poço, mas bem no fundo, depenada e irrecuperável, mas aqueles que a levaram a esse estado de coisas, que todos sabem quem são, jamais ficam pobres. Ao contrário, continuam as suas vidas milionárias.

Esteves
Esteves
1 mês atrás

Briga na politica, briga na justiça, briga nos governos, políticos em cana, ministros patrocinados, briga na indústria, briga na internet, briga na TV.

Nesse país todo mundo briga com todo mundo em qualquer lugar.

Quando é que deixaremos o século XVII para trás?

PauloR
PauloR
1 mês atrás

Se não vai estatizar a empresa, então deixa falir.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Off-
https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/credn/noticias/credn-derruba-ratificacao-do-tratado-para-a-proibicao-das-armas-nucleares

CREDN derruba ratificação do Tratado para a Proibição das Armas Nucleares
10/12/2025 14h19
O TPAN impõe restrições ao direito dos Estados de desenvolver distintas capacidades defensivas e dissuasórias, com destaque para as capacidades nucleares.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Responder para  Fabio Araujo
1 mês atrás

Só lembrando que pra construir, ter e operar armas nucleares demandadas são uma série de outras coisas (infraestruturas de produção, manutenção, vetores de entrega, sistemas de sensoreamento/comunicação espaciais e de superfície) igualmente caras e inalcançáveis pra uma nação estrangulada e recolonizada/reprimarizada/reestupidificada como a nossa.
Não basta ter o carro, tem que ser capaz de supri-lo, manuteni-lo, legaliza-lo, moderniza-lo, etc.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
1 mês atrás

O argumento de que apenas se fez uma integração superficial e expedita a plataforma é risível. Houve alteração da plataforma. E vejam, a SIATT se sentiu prejudicada pela reclamação. Procedimento recorrente lançar sobre a vítima o ônus da injustiça sofrida. Arre! Mas aguardemos o que a preclara, ínclita e rigorosa justiça vai decidir.