Güney Kore, K2 Black Panther tankını yaklaşan SITD

K2 Black Panther

LIMA / SEUL — O governo do Peru formalizou em 9 de dezembro de 2025 um acordo estratégico com a empresa sul-coreana Hyundai Rotem para a aquisição de 54 tanques de batalha principal K2 Black Panther e 141 veículos blindados sobre rodas (8×8) K808 White Tiger.

A cerimônia de assinatura do pacto ocorreu em Lima, no contexto da comemoração do 201º aniversário da Batalha de Ayacucho e do Dia do Exército do Peru. Estiveram presentes autoridades do Executivo, do comando militar e representantes da indústria de defesa.

De acordo com o comunicado oficial, o contrato contempla não apenas a entrega dos veículos — um total de 195 unidades — mas também cooperação técnica, transferência de tecnologia, e a criação de uma linha de montagem local conduzida pela empresa estatal peruana FAME S.A.C.. O valor estimado para o acordo supera US$ 1,4 bilhão.

K808

Para facilitar o processo, está previsto que parte dos veículos seja inicialmente importada diretamente da Coreia do Sul, enquanto uma parcela significativa será montada em solo peruano, como parte de um plano de longo prazo que visa reforçar a autonomia da indústria de defesa local.

Segundo fontes de Seul, o contrato representa “a maior exportação de equipamentos terrestres da Coreia do Sul para a América Latina até hoje” e marca o ingresso do K2 Black Panther no mercado latino-americano.

Para o Exército peruano, a aquisição chega em um momento de renovação de sua frota de blindados — muitos dos K2 e K808 devem substituir veículos de origem soviética, como os antigos tanques T-55 e blindados obsoletos — com o objetivo de modernizar e adequar a força às demandas operacionais contemporâneas.

Com o novo contrato, o Peru rompe com décadas de dependência de equipamentos antigos e dá um passo importante para elevar sua capacidade de mobilidade, proteção e poder de fogo, alinhando-se a padrões modernos de defesa terrestre.■


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RPiletti
RPiletti
1 mês atrás

“Muito pesados para nós”

Paulo
Paulo
Responder para  RPiletti
1 mês atrás

Rsrsrs Verdade! Vamos de 2 Centauros com os demais sem previsão de assinatura de contrato. Enquanto isso os caras vão de K2.

Rodrigo
Rodrigo
Responder para  Paulo
1 mês atrás

E sem munição…por enquanto só serve para desfila no 7 de setembro kkk

Rodrigo
Rodrigo
Responder para  Rodrigo
1 mês atrás

Mas esse é o objetivo dos militares

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Responder para  Rodrigo
1 mês atrás

Dos militares??????

danieljr
danieljr
Responder para  Marcelo Andrade
1 mês atrás

Sim, as armas e demais estruturas são as desculpas que eles usam para ter o máximo de pessoal possível.

A cada corte de equipamentos tem 2 concursos.

NEMOrevoltado
NEMOrevoltado
Responder para  Marcelo Andrade
1 mês atrás

Nem eles se levam a sério, em essencia o que temos são funcionários públicos de farda, querem todos os beneficios possiveis, sem nehum compromisso de entregar algo concreto.

Quando o país quebrar dirão que são tão inocentes quanto o eleitor comum. Mas no final ambos são culpados.

Regis
Regis
Responder para  RPiletti
1 mês atrás

Interessante, né? Falam do peso, mas recuperaram 17 M60, que parece que pesam mais de 50 toneladas, o limite desejado pelo EB.

J R
J R
Responder para  Regis
1 mês atrás

Mas você não sabe? Eles só ficam no pátio concretado, se saírem de lá, eles afundam no aquífero Guarany, são um perigo para a humanidade, toda a América do Sul ficaria submersa e só os bolivianos que moram nos Andes sobreviveriam.

NEMOrevoltado
NEMOrevoltado
Responder para  J R
1 mês atrás

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK….

Meu Deus!

José Gregório
José Gregório
Responder para  Regis
1 mês atrás

Cara, é ironia.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Responder para  Regis
1 mês atrás

Esse M60 ficam em Dourados MS. Só tem o Paraguai na frente, nada a temer

Cristiano
Cristiano
Responder para  Regis
1 mês atrás

Gastaram dinheiro atoa nesses M60 Jesus..

Diego
Diego
Responder para  Cristiano
1 mês atrás

Gastar dinheiro atoa é a prioridade do exército.

José Gregório
José Gregório
Responder para  RPiletti
1 mês atrás

Sempre.

737-800RJ
737-800RJ
1 mês atrás

Grandes coisas!

A gente recuperou 17 M60 e temos alguns Leopard 1A5 funcionando. Estamos bem demais pra uma guerra… dos anos 70, mas estamos!

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  737-800RJ
1 mês atrás

Não se esqueça do Cascavel NG.

Mcruel
Mcruel
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Pôr a sigla NG no Cascavel chega ser uma ofensa.

KKce
KKce
Responder para  Mcruel
1 mês atrás

“Ninguém gosta”

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  KKce
1 mês atrás

🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣

curisco
curisco
Responder para  KKce
1 mês atrás

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Diego
Diego
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Não lembra essas coisas que dá gatilho, aquela árvore de natal BIZARRA no primeiro tiro de 7.62 mm ou fragmento obus não serve para mais nada.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Diego
1 mês atrás

Aquele holofote sobre o cano. Parece uma TV de tubo dos anos 90 🤣🤣🤣🤣

Bernardo
Bernardo
Responder para  737-800RJ
1 mês atrás

Quando eu vi essa notícia dos M60 recuperados, me bateu uma tristeza. Deviam ser recuperados pra ir pra um museu. Tem outros países que não aposentam nem a pau, mas eles atualizam, no nosso caso…. não vale nem mais a pena.

Cássio Euler
Cássio Euler
Responder para  Bernardo
1 mês atrás

Sugeri que virassem alvos e os viciados em material obsoleto via FMS tiveram um chilique…

Marcelo
Marcelo
Responder para  737-800RJ
1 mês atrás

O Brasil não é para amadores.

JuggerBR
JuggerBR
1 mês atrás

Até o Peru tá mais bem armado que o Brasil… E não adianta ter 2 mil Guaranis, não são MBT…

Paulo
Paulo
Responder para  JuggerBR
1 mês atrás

2 mil Guaranis versão ônibus escolar… Só faltou pintar de amarelo. Versões verdadeiramente armadas e em quantidade ficam só na promessa.

Gabriel BR
Gabriel BR
Responder para  JuggerBR
1 mês atrás

Adianta sim! uma coisa não exclui a outra …

sergio 02
sergio 02
1 mês atrás

Eu esqueceria essa historia de MBT e investiria tudo em Centauros 2 , ele e perfeitamente capaz de engajar todos os MBT da atualidade , e mais ágil e rápido que a grande maioria, e com o uso massivo de drones nos campos de batalha, quanto mais rápido vc conseguir tomar posição, atirar, e correr igual o capeta fugindo da cruz melhor

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  sergio 02
1 mês atrás

“engajar”

Ok, mas e sobreviver? Centauro aguenta a mesma “porrada” que um CC “puro-sangue” aguenta?
Não.
CC deve ( ou deveria ) ser substituído por CC, o resto é complemento.

sergio 02
sergio 02
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Acho que vc não entendeu o que eu escrevi.

Gabriel BR
Gabriel BR
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

O mmbt também não! Centauro 2 tem o mesmo poder de fogo e praticamente a mesma blindagem do mmbt custando menos de 10 milhões de dólares a unidade. Compremos 300 centauros 2 + IFVs de esteiras armados com misseis antitanque e torre de 30 mm. E se aparecer um MBT moderno das linhas inimigas ? Melhor estruturar esquadrões de helicópteros de ataque puro sangue que podem operar em todo o território nacional sem depender de pontes e rodovias.

sergio 02
sergio 02
Responder para  Gabriel BR
1 mês atrás

 E se aparecer um MBT moderno das linhas inimigas” o Centauro 2 tem a mesma arma desse MBT inigimo, so que sera mais rapido e agil que ele , então, no mano a mano , que dificilmente acontecera, o centauro e mais rapido e agil , e como num combate assim provavelmente quem acertar o primeiro tiro vai vencer , eu aposto no Centauro, so para dar um exemplo todos viram o pau que um T90M Russo tomou de um bradley ucraniano, com o Centauro seria a mesma coisa.

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  sergio 02
1 mês atrás

O Exército italiano está modernizando os Ariete MBT e comprando KF-51 MBT (com parceria com empresa alemã), mesmo tendo os Centauro 2 (de fabricação inteiramente italiana).

Gabriel BR
Gabriel BR
Responder para  Luís Henrique
1 mês atrás

A Itália tem infraestrutura top , orçamento estável e compromissos com a OTAN .

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  Gabriel BR
1 mês atrás

O outro colega indicou que por ser mais leve e mais rápido o Centauro 2 é melhor que um MBT, não falou de orçamento, nem de Otan.
Eu rebati com a opinião do exército italiano que poderia padronizar tudo com Centauro 2, mas preferiu fimar uma JV com uma empresa alemã e adquirir um MBT puro sangue.

J R
J R
Responder para  Luís Henrique
1 mês atrás

nunca que ele é melhor que um MBT, mas é melhor e mais barato que um MMBT, ele é um opção melhor que este, mas não que um MBT puro.

Henrique A
Henrique A
Responder para  sergio 02
1 mês atrás

Centauro é um “contra” ele não faz o que CC faz que é ação de choque.

J R
J R
Responder para  sergio 02
1 mês atrás

Eu concordaria com você se o EB realizar a sandice de substituir os Leo1A5 e M60 por MMBT que são engana trouxas e que muita gente aqui do forum e dos demais compram a ideia absurda, se for pra comprar essas porcarias é melhor mesmo focar nos Centauros 2.

Carlos Campos
Carlos Campos
1 mês atrás

Fui pesquisar e é vdd, mesmo, parabéns, Peru com melhor Tanque da America do Sul, talvez de todo continente americano, eu acho ele superior ao M1A2-SEPv3.

Carlos Campos
Carlos Campos
1 mês atrás

Como será a operação, país bem montanhoso, se cuida Chile

Rodrigo
Rodrigo
Responder para  Carlos Campos
1 mês atrás

Chile não tem nenhum problema de fronteira com o Peru,. Tem em relação a Bolivia

Deadeye
Deadeye
Responder para  Rodrigo
1 mês atrás

Eles tem sim.

https://en.wikipedia.org/wiki/Chilean%E2%80%93Peruvian_territorial_dispute

E na fronteira marítima também. Os três, Chile, Bolivia e Peru tem problemas de fronteira com cada um.

Carvalho
Carvalho
Responder para  Rodrigo
1 mês atrás

Na Guerra do Pacífico, onde o Chile abocanhou o território que isolou a Bolívia do mar, o Chile tomou Lima.
Até hoje, quem anda de carro na região de Antofagasta, se depara com aviso de Campos minados.
Em 2024 uma pickup entrou nestes campos, causando um acidente grave.

J R
J R
Responder para  Carvalho
1 mês atrás

O Chile já resolveu seu problema com o Peru pelo tribunal internacional de arbitragens.

João
João
Responder para  J R
1 mês atrás

Ambos os exércitos treinam MUITO pra se defender um do outro.

A balança está quase que ao lado…
Peru tem Equador também pra se preocupar também.
Chile, em teoria, tem a Argentina pra se preocupar também.

João
João
Responder para  Rodrigo
1 mês atrás

?????????????????????????

Da uma papirada leve em história….

Gabriel BR
Gabriel BR
Responder para  Carlos Campos
1 mês atrás

O Chile provavelmente vai de Abrams parcelados generosamente pelo FMS americano. Umas 100 unidades oriundas dos estoque americanos equilibra a balança novamente.

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  Gabriel BR
1 mês atrás

O Chile possui cerca de 150 Leopard 2A4 e está modernizando toda a frota para um padrão de eletrônicos e poder de fogo semelhante ao Leo2A6.
Então acho que mesmo com 54 K2, o Peru continuará atrás dos chilenos em termos de frota de MBT.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Luís Henrique
1 mês atrás

Nao trocarao os tubos desgastados….

João
João
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

Também não sei se já conseguiram sanar o superaquecimento dos sistemas de estabilização e giro da torre.

Colombelli
Colombelli
Responder para  João
1 mês atrás

Nao esta no pacote de modernizaçao.

Felipe
Felipe
Responder para  Luís Henrique
1 mês atrás

Na verdade não chega a 120 o número de Leopard 2A4 do Chile…

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Gabriel BR
1 mês atrás

Abrams? Muitíssimo improvável.
Mesmo que esses Abrams venham “de graça”, o Chile não teria grana pra manter / operar Abrams + Leo2. Dois CC’s com logística e peças de reposição totlamente diferentes.
Mais fácil o Chile modernizar seus Leo’s, comprar Spyke ou Javelin a rodo, e armas ar-terra pros seus F-16.

Gabriel BR
Gabriel BR
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

No Chile existe a lei do cobre

Regis
Regis
Responder para  Gabriel BR
1 mês atrás

De fato, existe tal lei. Aqui propuseram criar uma “Lei do Agronegócio”, porém nunca mais se falou nela após um tempo.

E uma coisa que devem saber: as minas de cobre parecem já estar se esgotando. O que eles vão fazer daí em diante?

Gabriel BR
Gabriel BR
Responder para  Regis
1 mês atrás

Estão esgotando coisa nenhuma , o Chile de Cobre para os próximos 100 anos ou mais.

Heli
Heli
Responder para  Gabriel BR
1 mês atrás

Aqui havia uma proposta para o pré-sal, mas aí veio o Vampiro em 2016 e bye bye

Colombelli
Colombelli
Responder para  Gabriel BR
1 mês atrás

Teve efeitos. Hoje nao mais

Bernardo
Bernardo
Responder para  Carlos Campos
1 mês atrás

Sem problemas, o K2 é pra isso mesmo. O terreno na península é montanhoso – não tanto quanto na divisa china/índia, mas o suficiente pra precisar de algo mais leve que os modelos europeus e americanos.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 mês atrás

Vou fazer uma pergunta, e ela é séria, embora não pareça:

O Peru também tem preocupações de suas pontes não aguentarem qualquer CC acima de 50 toneladas, ou é só a gente mesmo que tem essa preocupação?

De qualquer forma, meus sinceros parabens ao Peru. Compraram o que tem de melhor, sem firula e sem desculpas.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

PS: Chile deve estar odiando isso…

Gabriel BR
Gabriel BR
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Ou será que não…
Acho que os militares chilenos vão receber um orçamento generoso para ir as compras.

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

O EB opera M60A3 TTS cujo peso fica na casa de 57 toneladas.
O K2 tem peso de 55 toneladas.

Limitar o peso para 50 toneladas e não deixar nenhuma margem, nem 10% de tolerância é ridículo e suspeito, da a impressão que os tomadores de decisão querem favorecer algum candidato.

Deadeye
Deadeye
Responder para  Luís Henrique
1 mês atrás

O que me chamou a atenção é isso, não deixar nenhuma tolerância. Um exemplo é o Ariete na casa de 54 toneladas.

Felipe
Felipe
Responder para  Luís Henrique
1 mês atrás

Não chega a isso… 48 a 51 toneladas

Kornet
Kornet
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Seria muito melhor o EB voltar a usar cavalos.
Essa desculpe do peso, das pontes e das bitolas é de uma canalhice para não dizer um palavrão.
Parabéns ao Peru e nossas sinceras invejas sadias.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Onde eles irao operar nao tem pontes. Deserto

João
João
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

A região onde podem lutar não tem pontes e nem cursos d’água…

Wellington
Wellington
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Caro Wilber, espero que esse argumento dê 50ton não tenha vindo do EB.
Trabalho com transportes e o mais temos são carretas com peso bruto de 70ton por todo o Brasil.
Pelo menos as principais cidades e grandes centros poderiam operar MBTs pesados.

Jose pereira
Jose pereira
1 mês atrás

Duvida de um leigo….esta questão de MBT pesados para a nossa malha rodoviária…serve para os nossos “inimigos” correto ?

É um trunfo que o Brasil tem e não percebemos ?
se não podemos ter mbt “pesados”…..nossos inimigos tambem estão limitados para nos atacar ?

Deadeye
Deadeye
Responder para  Jose pereira
1 mês atrás

Sendo sincero, é desculpa pela questão financeira.

Bardini
Bardini
Responder para  Jose pereira
1 mês atrás

O MBT não é pesado para TODA a malha rodoviária. Ele é pesado para PARTE dela. Existem diversas localidades que vão comportar as operações de um MBT, dentro do território nacional, assim como existem diversas localidades que não vão. E não adianta teimar com a realidade…
.
A grande questão é que um blindado mais leve opera onde o blindado pesado opera, mas o contrário ou não se aplica ou demanda esforços adicionais, que tornam a coisa toda inviável.
Com o blindado leve, você passa a acessar mais regiões do mapa do Brasil, além de ter maior facilidade nas manobras na frente de combate.
.
Sobre esse tal “trunfo”: pau que dá em Chico, dá em Francisco. O terreno que vamos combater um inimigo, é o mesmo que o inimigo vai ter de usar para no combater. Isso é óbvio, só que não é trunfo, é geografica básica que viria a ser explorada por ambos.
.
Veja que, com exceção de uma pequena faixa na fronteira com o Urugaui, as demais fronteiras no sul do Brasil, por exemplo, estão sendo delimitadas por um rio. Para cruzar de lá para cá, ou vão ter que atravessar pelo Uruguai, ou por uma ponte da fronteira, ou vão ter que dar um jeito de atravessar o rio com algum outro meio… Não existe escapatória. E para avançar no terreno, vão ter de cruzar mais e mais obstáculos, assim como nós vamos ter que ir até lá, combater esse avanço, cruzando vários e vários obstáculos. Se torna literalmente uma corrida.
.
Em ambos os casos, demanda-se uma concentração de força para manobra. E aí, torna-se muito mais relevante que um MBT com poder de choque, ter meios de artilharia em uma quantidade e alcance, para moer qualquer unidade que entre no seu caminho.

Última edição 1 mês atrás por Bardini
Maximus
Maximus
Responder para  Bardini
1 mês atrás

Seus comentários são sempre muito elucidativos, Bardini. Apenas gostaria de salientar que do jeito que as coisas estão, não temos condições de fazer concentração de forças para uma hipotética batalha, haja visto que não possuímos capacidade de defesa antiaérea.
E tudo indica que isso não vai se resolver tão cedo…

Colombelli
Colombelli
Responder para  Maximus
1 mês atrás

Amigo, concentraçao nao é por tudo num “lugar”. É concentração estratégixa em uma area, nao ponto. Ainda há dispersao e o guarda chuva aereo é a FAB e os Gepard.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

“(…) guarda chuva aereo é a FAB e os Gepard.”

Com todo o respeito, mas da maneira como você fala, fica parecendo que a FAB e o EB tem n° suficiente de caças e Guepard para esse “guarda-chuva”, mas sabemos que não é assim, principalmente os Guepard…

João
João
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Compare com a capacidade aérea dos vizinhos e verá q temos….

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  João
1 mês atrás

“capacidade aérea dos vizinhos”

Pra termos alguma chance, temos que nos nivelar com Paraguai, Argentina e Uruguai, né?
Comparar com países de PIB igual o nosso que é bom, nada, certo?

Colombelli
Colombelli
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Qualquer vizinho. Quem tem mais capacidade q a FAB? Paises de pib igual? Vao atravesar oceano e vir aqui? Qual relevância deles?

Última edição 1 mês atrás por Colombelli
Colombelli
Colombelli
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Pro cenario da AL terao. Olhe os atacantes

Maximus
Maximus
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

Saudações Colombelli. Nesse sentido tu tocou em ponto estratégico. A FAB não têm condições de fornecer cobertura aérea para as nossas tropas em solo.
Por isso nossas forças ficariam desprotegidas.
Não há indícios de que isso vá mudar tão cedo.

João
João
Responder para  Maximus
1 mês atrás

Qual força aérea vizinha tem capacidade de nos enfrentar?

Felipe
Felipe
Responder para  Maximus
1 mês atrás

11 Gripen com Meteor coloca respeito em qualquer vizinho , mas pra guerra teria de ser 10x isso

Colombelli
Colombelli
Responder para  Felipe
1 mês atrás

37 gripens ( ate menos) asseguram com 66 A29 superioridade contra qualquer força da AL.

Silva
Silva
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

Se o Peru avançar com a compra de 24 Rafales será uma força respeitável, Sérvia e Croácia que são países menores já detém esse vetor

Silva
Silva
Responder para  Felipe
1 mês atrás

150 vetores para o PIB atual séria o mínimo!

Colombelli
Colombelli
Responder para  Maximus
1 mês atrás

Te baseias em que parâmetros? Avaliou os possiveis atacantes? Comparou meios? De qual volume de tropas tu cogitas? Em que TO? Que tipo de combate? Que tipo de postura estrategica

Faça uma avaliação contextualizada e veras que nao se pode fazer uma afirmaçao generica. Há n variaveis

João
João
Responder para  Maximus
1 mês atrás

Temos.
Média e alta estão com a FAB.
Tem q melhorar com Art Me Altu, mas não é inexistente.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Jose pereira
1 mês atrás

Por isso Argentina opera TAM de 30 ton e nao pretende troca- los tão cedo…
Fora ela o unico vizinho que tem CC mais ou menos decente é Venezuela. Mas hipotese de operar contra nós é quase nula.
No Lavrado é fácil parar uma FT blindada.
Fronteira Brasil Peru é selva pesada.

João
João
Responder para  Jose pereira
1 mês atrás

Não é a malha rodoviária.
É o solo dos campos e as estradas não pavimentadas.

Os M-60 operam no CO pq são inviáveis no RS.

Em certa ocasião, um Cap Esqd CC “pagou pra ver” e literalmente atolou os 13 CC do Esqd….

Foi um F@D@-SE pra tirar tudo de lá….

Colombelli
Colombelli
Responder para  João
1 mês atrás

Eu atolei um M113 no Cism Tinha ate muçum no banhado. Surge o charco do nada. Outra vez no Gravatas um.M113 demandou 3 blindados pra tirar depois de atolar. Cavoca buraco de mais de metro. O pessoal nao faz ideia do peso do terreno na mobilidade.

João
João
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

Aqueles sanhaços bons!

Deadeye
Deadeye
1 mês atrás

As pontes do Peru devem ter uma tecnologia que não usamos.

Gabriel BR
Gabriel BR
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

As nossas são construídas com o papelão da melhor qualidade . Não deem ouvidos a intriga da oposição kkkkkkkk

Deadeye
Deadeye
Responder para  Gabriel BR
1 mês atrás

KKKKKKKKLLLLLLLLLLLLKKKK.

Eles inventam qualquer desculpa para esconder o fato: EB não está conseguindo manter a paridade qualitativa com os vizinhos.

Gabriel BR
Gabriel BR
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

e em breve nem numérica kkkk

Colombelli
Colombelli
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Veja onde operarão no Peru. Deserto fronteira com Chile

Deadeye
Deadeye
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

ok Colombelli, então qual a desculpa do EB para não operar um similar no Sul e Sudeste que o terreno é majoritariamente plano??

João
João
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Misericórdia…….
Não é ser ou não plano….
É o SOLO!!!

Vc já viu um Esquadrão de Carros de Combate inteiro atolado num campo ?
Eu já vi…

Já viu um CC destruindo o solo com a lagarta?

Eu já…

Mas…. Vc deve estar certo… os militares não entendem nada de meios pro Brasil…

Deadeye
Deadeye
Responder para  João
1 mês atrás

Não entendem mesmo. E já mudou o argumento não é? Vamos ver o combo desta notícia na seção de comentários: logística, pontes e agora solo.

Qual o próximo?

Sim. Eu sei que o solo interfere. Porém no caso do Sul e Sudeste é desculpa, ainda mais para veículos sob lagartas.

Bardini
Bardini
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

O problema, é que dentro de toda essa birrinha e sentimento jovial de orgulho ferido, pessoas como você se tornam torna incapazes de perceber que é um CONJUNTO DE FATORES que pauta a decisão atual.
.
Pontes, por exemplo, é só um dos fatores e nem é o mais importante…
Acontece que virou uma questão tosca de deboche, por parte de uma massa de ignorantes que não tem a menor noção de tudo o que uma manobra de transposição de cursos da água envolve, sendo essa uma das operações mais complexas que a força terrestre poderia executar em combate.
.
A geografia de um Teatro de Operações é outro ponto fundamental. O terreno define o que é possível ou em termos de manobra. E os diferentes terrenos presentes no Brasil favorecem blindados mais leves.
.
Movimentação logística e todo o material necessário para o apoio, é outro fator. Nós já temos tudo para fazer um blindado de 50t funcionar aqui. E sendo assim, podemos usar nosso dinheiro para comprar blindados. Só que os ignorantes também tecem deboches entorno disso, ao dizer que é desculpa para não comprar meios de engenharia…
.
Mantenabilidade é um dos, se não o maior fator dentre todos nessa concorrência. E é justamente por isto que o EB está focado em uma família, uma plataforma comum, para facilitar desde possíveis nacionalizações, as instruções de seus mecânicos e operaderes, até a padronização dos suprimentos, fornecedores locais e por aí vai. Estão tentando amarrar o máximo de fatores possíveis, pensando em ter algo semelhante ao programa Guarani, que é um grande acerto da instituição. Ou não é?
.
O EB tem recursos limitados, assim como tem demandas gigantescas por renovação e todo mundo sabe disso, seja em termos de GE, artilharia, defesa cibernética, aeronaves de asas rotativas, meios blindados e por aí vai. Todo mundo reclama que falta um zilhão de coisas! É sempre a mesma conversa.
.
Ai se a força, dentro do seu planejamento financeiro foca com muita racionalidade na aquisição de uma família de blindados que irá atender o máximo possível do território nacional, dentro de um montante financeiro sustentável em termos de conjunto, podendo aproveitar muito do que temos, uiuiui… Deus nos acuda!
.
Vamos comprar um MBT pesado, em menor quantidade que o pretendido atualmente, por ser algo muito mais caro que o que está na mesa e podemos sustentar. Vamos comprar algo que não faz parte de uma família e que damandaria duas linhas de apoio logístico, pelo menos. Coisa top! “puro sangue” como dizem os bizonhos, trocentas toneladas de blindagem, e ai, por cima disso, impor mais algumas centenas de milhões de dólares em material de apoio. Dinheiro esse, que poderia estar comprando AAAe. Que poderia estar comprando sistemas de GE, contra dronezinho da moda. Que poderia comprar ATGM nacional… Mas não. O foco deveria ser comprar MBT “puro sangue”, pra satisfazer o ego das massas.

Deadeye
Deadeye
Responder para  Bardini
1 mês atrás

“Poderia comprar ATGM nacional”. Qual? Aquele em desenvolvimento desde os anos 80, com 2.5km de alcance e com guiagem defasada?

Deadeye
Deadeye
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

E eu concordo com o EB tem recursos limitados. Concordo muito. Porém eu creio que o EB nada faz para cortar a folha de pagamento….

Ou mudar o regime de pensão. E agora sim… vamos lá, ficar com 78 MMDT. Em uma ambiente como Ucrânia devem durar um mês.

Graças a Deus tenho cidadania Italiana e vou vazar dessa birosca

Bardini
Bardini
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Addio, bambina.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Prezado. As pensoes foram cortadas no governo fhc.Hoje quem quer ter pras filhas recolhe extra.
A quantidade geral de pessoal diminuiu e aumentou o numero de temporarios que não oneram previdência. Podes ver os numeros detalhados de pessoal e gastos no relatorio de gestao anual no site do EB.

Quanto aos 78 serao os novos. Na verdade 65. 78 sao os ifv. Provavelmente um mmbt ( o leo 1A5 é a rigor um mmbt). Isso vem junto com uma modernizaçao dos Leo 1A5 nos moldes do TAM 2c. Nao há previsao de reduçao das OM blindadas.

Quanto ao paradigma da Ucrânia, embora algumas tecnologias la vistas venham a ser lentamente incorporadas na AL ( Argentina ja tem drones heron e a MB esta desenvolvendo um) jamais teremos gerra blindada na AL naquela escala. As forças blindadas da AL sao em media 1/10 da q a Ucrânia tinha em 22 e 1/50 da russa. A taxa de perda aqui seria infinitamente menor.

O nuero atual ( 248) nao preenche a dotaçao completa ( 324). Mas a dotaçao completa é mais suficiente pra nossa realidade.

Silva
Silva
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

O EB já operou entre 360 ou 390 , C41 Caxias, o básico seria ter 390 CC novos de fábrica pelo tamanho do PIB

Silva
Silva
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Ksksks, dentro do TO atual contando com 36 Spike LR, 800 mísseis para compensar o fator de ser armamento defasado, sim, ter Max AC ainda que seja projeto dos anos 80, faz Sentido!
Qual país na America latina, tem um armamento semelhante de fabricação nacional?

João
João
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Não….. tambem

Colombelli
Colombelli
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

No sul e plano mas umido e barrento. Cheio de banhados e areas de talvegue q acumulam agua. Tu conheces a ” campanha”?

De um chego por aqui uma hora e desça pra diante de Ijui ou pra faixa de fronteira sudoeste ( Itaqui, Uruguaiana).

A terra é um barro pegajoso parecido com da Ucrânia.

Tu veras como tem banhados, olhos de boi e ” sangas” . Longas varzeas alagadas de arroz. 10 minutos de chuva alaga tudo. Lado argentino é ainda pior.

Areas de interior em todo Brasil tem pontilhoes de madeira e estradas de chao ( poucas, estreitas e sem manutençao ou drenagem). É este tipo de terreno e nao uma BR onde o CC ira operar. Ai está o problema.

Deserto chileno e peruano é seco, firme e estavel. Da pra por veiculo de qualquer tonelagem e as OM sao dentro ou perto do TO.

Sudeste nao tem fronteira. Dispersaria meios tornando cara manutençao. Ha enormes dificuldades pra treinar ( campos)

Se tu lembrar, a 11 era uma brigada blindada 25 anos atras. E ainda tinha uma brigada de Cav Blindada no Rio. Era um inferno pra treinar. Areas muito urbanizadas. Cada saida dos blindados é meses arrumando calçamento e ruas destruidas. Nao há campos onde se possa desdobrar uma brigada blindada. Ate a 5 tem alguma dificuldade em Três Barras ainda hoje. O proprio CISM da muito forçado pra um .movimento de 2 cias ou esquadroes.

O treino de maneabilidade era feito em SP e no Rio dentro dos quarteis em campos de futebol. Totalmente inviavel.

Há uma historia e muitos motivos pras coisas serem como são.

Edimur
Edimur
1 mês atrás

Mais uma de tantas vergonhas que passamos! Mas tenho certeza a lagosta e o whisky 12 anos estão em dia .Mas esperar oque de um País que não cuida nem da ponte da Amizade ?

Zoe
Zoe
1 mês atrás

Importante ficar de olho no Peru.
Ele estava ali, encolhido, mas algumas mexidas estão deixando ele grande!

(5ª serie Wins)

Rodrigo Maçolla
Rodrigo Maçolla
1 mês atrás

É o Peru fazendo “glu-glu” enquanto Brasil faz “piu-piu”

Wilson França
Wilson França
Responder para  Rodrigo Maçolla
1 mês atrás

Sérgio Malandro

Bardini
Bardini
1 mês atrás

Qual a principal diferença nas imagens abaixo?
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Geografia!
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Não é difícil perceber, dando uma pesquisadinha rápida, que os possíveis cenários de ação para uma FT Blindada do Exército Brasileiro, são muito diferentes dos cenários existentes entre Chile e Peru. E que isto, tem relevância dentro das decisões tomadas por todas as partes.
Essa imagem do Leopard 1A5 BR, por exemplo, poderia ter sido tirada tanto no Rio Grande do Sul, quanto em Roraima. Poderia ser Mato Grosso ou na Bahia. E isso está intrinsicamente ligado a mobilidade do blindado.
.
O Brasil NÃO SABE onde terá de lutar. Pode ser no norte. Pode ser no sul. Pode ser no Centro-Oeste… Não existe nada definido, o que implica na necessidade de ter uma força de caráter expedicionário. E isso também está intrinsicamente ligado a mobilidade do blindado.
Chile e Peru sabem muito bem onde reside o seu problema. E essa residência fica em um grande DESERTO. São planícies, montanhas e alguns poucos rios que em boa parte do ano, mal água tem!
.
“Ainmmm mas ponte é desculpinha do EB, pipipi-pópópó…”
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É um desejo muito forte de ser ignorante, descartar a grande importância das operações de transposição de curso de água. A única explicação para isto, além da completa e insistente falta de conhecimento aliada a preguiça de realizar uma pesquisa básica, existindo hoje tanto acesso a informação, é que se trata de um sentimento tosco de orgulho ferido.
.
“Uiuiui, o dele é maior que o meu!”
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É nisso o que resume a questão toda, nestas publicações.
Não existe nada relevante além disto.
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Não adianta nada alguém perder tempo, por aqui, tentando argumentar que rios são obstáculos naturais de extrema importância em um combate. Que é tão ou mais difícil de se cruzar um rio em uma frente de combate, sob o risco de ser alvo dos fogos inimigos, quanto é cruzar um emaranhado de trincheiras, obstáculos e suas inerentes regiões de emboscadas.
.
Não adianta mostrar o óbvio, de que com a transparência da frente de combate gerada por drones, satélites, meios de Guerra Eletrônica e etc, qualquer concentração de forças poderá ser dizimada em um curto espaço de tempo, como está acontecendo:
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.
Não adianta mandar olhar para um mapa do Brasil para comparar com o deserto existentente na fronteira entre Chile e Peru, para apontar que por aqui, é rio encima de rio, por todos os lados. Não adiante dizer que toda movimentação, em um combate, vai ser pautada pela geografia e que sendo assim, pontes são de extrema importância para um continente chamado Brasil.
.
Explicar qualquer conceito de operações contra mobilidade, que podem render toda uma FT Blindada inoperante, muito antes dela chegar em um fronte de combate? Perda de tempo!

Última edição 1 mês atrás por Bardini
Deadeye
Deadeye
Responder para  Bardini
1 mês atrás

Quando a Argentina também comprar um blindado pesado, eu venho aqui ver essa postagem. Engraçado que vocês tratam o Brasil e a sua logística como algo intangível. O EB é tão expedicionário, leva isso tão a sério, que na operação Atlas mobilizou 4 Leopards em Roraima, o maduro deve está morrendo de medo.

Não é como que a Marinha do Brasil, não tivesse uns 3 navios que pudessem transportar quantidade significativas de K2.

Não é como você pudesse pegar um blindado, colocar em um trem de carga em SP, e ir até Goias e de lá de balsa ou navio….

Última edição 1 mês atrás por Deadeye
Bardini
Bardini
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Boa sorte para você e para a Argentina. Mas recomendo esperar sentado, pois do lado de lá, não existem planejamentos divulgados para tal.
.
No mais, discutir logística com um jovem que não tem capacidade de expressar uma ideia de forma inteligível, é complicado demais. Só cabe o super-trunfismo, mesmo.

Deadeye
Deadeye
Responder para  Bardini
1 mês atrás

Está bravo porque o EB está perdendo a paridade qualitativa no continente? E quanto ao meu comentário “inteligível” eu creio que ao menos 5 pessoas entenderam.

Porém enfim, fique ai defendendo as cagadas do EB. MBT não tem, porém o Whisky e o vinho e as aulas de Yoga para o EB sobram…

Eu fico rindo para milico da ativa defendendo Leopard 1A5, aqueles mesmos que se mostraram praticamente inúteis na Ucrânia.

Ou como foi comentado aqui há um tempo, o EB em 1995 no qual escolheu o pior blindado da licitação. Ou quando o EB comprou o Leopard 1A5 nos anos 2000….com Leopards 2 em diversas versões disponíveis.

No entanto claro, são as pontes, o EB É expedicionário e pipipopopo. Desculpas para incompetência em gerir o dinheiro e o tíming

Última edição 1 mês atrás por Deadeye
Bardini
Bardini
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

O laikinho por aqui, geralmente está ligado ao senso comum tosco…
.
Por exemplo, você atacou diversas vezes o EB, citou Whisky, vinho e um amontoado de desinformações estúpidas sobre o Leopard 1A5. Isso é popular. E grandes porcaria…
.
O ignorante merece tudo o que tem.

Última edição 1 mês atrás por Bardini
Deadeye
Deadeye
Responder para  Bardini
1 mês atrás

Ah sim. O senso-comum. Pipipopopo. Tudo bem então, eu vou esperar o K2 do Peru cair das pontes.

O EB merece a mediocridade que está…

Última edição 1 mês atrás por Deadeye
YUFERFLLO
YUFERFLLO
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

assim uma coisa não muda outra né? só porque algo é verdade não quer dizer que outra seria mentira

Deadeye
Deadeye
Responder para  YUFERFLLO
1 mês atrás

Eu não estou dizendo que não tem locais com infraestrutura mais precária, nunca disse isso. Porém usam essa desculpa, como que toda ponte no Brasil, fosse cair com um K2 passando.

E como eu disse aqui, o EB é expedicionário?? ok. Porém mesmo a nossa malha ferroviária sendo meia boca, você consegue transportar blindados do Sul para outras regiões de trem.

As nossas rodovias, são decentes em várias regiões. Não tem justificativa para isso.

Nada impede o EB de operar um blindado mais pesado no Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste (como que já não estivéssemos fazendo isso com os M60) e deixar os MMT para mobilização rápida.

Porém é o mesmo argumento, o EB fica nivelando por “baixo”, só porque a Argentina opera TAM. Não contam com a Venezuela com T-72B3.

Quando alguém chegar aqui com MBTs pesados fungando no cangote do EB, vamos ver se os MMDT aguentam.

João
João
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Hahaahahahah quando chegarem hahahahaha

Colombelli
Colombelli
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Prezado. Perceba. O problema peso tem menos ” peso” na questão do transporte do que no combate. No combate é q ele faz a maior diferença

O combate nao se da em estradas. É em campo. E ai reside o problema. No campo nao há estradas ou pontes boas.

Quando se fala em efeitos do peso falamos de manutenção, transporte estrategico ( este sim feito em estradas melhores e ferrovias), custo de pranchas adequadas, adequaçao de rampas e garagens, meios de salvamento, meios de carregamento ( guindastes), meios de engenharia de combate, consumo de combustivel e por fim o principal: mobilidade em terreno.

Onde passa uma carreta de 74 ton nao necessariamente passa um CC de 70. O peso é concentrado.

Silva
Silva
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Ksksks se peso e tão importante deveria licenciar a versão japonesa de MBT 48 toneladas 390 unidades já torna viável, licenciar a produção local

João
João
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Quer banquinho?

João
João
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Faltam aqui no blog hahahaahhaahahahahahah

Boa fonte…. boato…. Hahahahahaha

Os Leo 1 estão tão ruins na Ucrânia q estão comprando todos pra lá….

A Disponibilidade dos Leo 2 q não compramos não chega nem em 1/3 dos nossos…

Sabichão 👏👏👏👏

Deadeye
Deadeye
Responder para  João
1 mês atrás

Ah sim, os Leopards 1 Ucranianos, que estão sendo usados como suporte de fogo indireto, porque não podem operar na linha pela baixa taxa de sobrevivência.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Foram 4 porque é a fraçao minima de operação. Aqui ja foi falado 50 vezes: O envio de equipanentos na Atlas tem por objetivo reconhecimento e experimentação doutrinaria. É pra medir obstaculos, alternativas, viabilidade, tempo, vulnerabilidades. É um deslocamento estudo. Não tático.

A finalidade não é levar uma força combatente real pra lá. Idem o Astros ou meios de cav mec ou mesmo paraquedistas.

Se se quisesse levar um RCC inteiro se levaria. Basta aumentar os módulos. Mas qual o ganho de um exercicio com RCC inteiro lá? O q isso traria a mais do q com um pelotão apenas? Nada. So um imenso gasto.

O que vc precisa aprender e testar de especifico num TO vc consegue aferir com um pel. Depois basta por isso em pratica nas sedes das OM, em campo ( Saicã, CISM ou Três Barras) ou nos simuladores do CI Blind.

Por outras palavras e sentetizando, foram deslocados meios não pra impressionar Maduro, ou para compor uma força de combate la, mas pra testar e aprender sobre o deslocanento e operação destes meios para aquele e naquele TO e para mostrar que somos capazes de os levar la se e quando necessario e nas quantidades que se fizerem necessarias. Pra isso ha q se ter em mente meios necessarios e suficientes para a finalidade de aprendizado e teste e custo/ beneficio.

Se o objetivo fosse uma concentração estrategica para emprego real as quantidades seriam outras e os meios mobilizados amplos.

Mesmo em exercicios proximos as suas sedes, as brigadas blindadas nunca levam mais que 1/8 a 1/4 de seus meios.

Angus
Angus
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

Eu admiro a tua paciência de jogar algumas perolas para o mesmo juvenil de sempre “comer”.

João
João
Responder para  Angus
1 mês atrás

Vale a pena responder, pq tem quem leva a sério e lê.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Angus
1 mês atrás

Eu ja fui um pouco assim tambem. Ha coisas que so a idade traz.

João
João
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

👏👏👏👏

João
João
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Não houve nenhuma intenção de mamar quantidade pra RR….

Melhor vc voltar pro videogame…

Deadeye
Deadeye
Responder para  João
1 mês atrás

Eu volto para o videogame quando você terminar de pintar a guia da rua.

João
João
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Essencial a pintura, a faxina e a manutenção.
50% das baixas em combate vem da falta de cuidado. Acidentes e doenças.
E mando pintar com orgulho.
Quartel tá sempre bem cuidado. Patrimônio público bem cuidado.
E o óbvio. Igual na tua. Onde tá branco pode estacionar e onde tá amarelo não pode.

Agora q aprendeu, joga lá.

Deadeye
Deadeye
Responder para  João
1 mês atrás

Eu sou formado em T.I, além de direito e agora cursando economia, gastei 16 mil reais no meu computador gamer. Quando o EB estiver precisando de alguém na area de cybersegurança ou guerra eletrônica em uma guerra, eu penso se atendo o chamado para “servir”.

João
João
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Hahahahahahahahahahah
Tá explicado … nerd do teclado hahahahaha
E está morando com os pais ainda….

Deadeye
Deadeye
Responder para  João
1 mês atrás

O que vc ganha em um ano, eu ganho em um mês milico. Como disse, vai lá lavar o banheiro e inventar desculpas como: ponte, solo, logistics e não fala a verdade: dinheiro e incompetência.

Silva
Silva
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Nós próximos anos coma melhora da economia Argentina, talvez eles adquiriram 108 unidade M1 70 toneladas kskskks

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  Bardini
1 mês atrás

Concordo que a mobilidade é importante e que cada país tem suas particularidades, concordo também o EB descartar os MBTs mais pesados como Leo2A8 e M1A2 SepV3, ambos beirando ou superando as 70 toneladas.
Única ressalva que faço é estabelecer o limite de 50 toneladas, sendo que existem no mercado boas opções de MBT que excedem o limite, porém excedem por uma Pequena margem, como é o caso do K2 e também do VT-4.

O próprio M60 operado pelo EB excede as 50 toneladas. Então acho que a exigência de peso poderia ser mais flexível, poderiam colocar 50 toneladas como desejável mas deixar aberta a possibilidade de escolha de um MBT com 52, 53, 54 ou 55 toneladas.

Abaixo de 50 só tem MBT russo que provavelmente nem será considerado devido à guerra e MBT japonês caríssimo e por enquanto acho que nem pode ser exportado.
Então o EB, por causa de seus requisitos esta forçando a decisão por MMBTs.
Não sei se é o melhor caminho, acho os MMBTs muito fracos em termos de blindagem, mas posso estar enganado.

Bardini
Bardini
Responder para  Luís Henrique
1 mês atrás

Os M60 são fruto de uma imposição do mundo da política. Foi empurrado. Foi o que tinha que ser. Vamos discutir o que, com relação ao peso de algo que não foi estabelecido de forma técnica? E mais: o EB tem esses blindados faz décadas e sabe o que significa operar esse tipo de blindado no nosso TO. Será que você nunca considerou que esta experiência pode ter embasado o limite de 50t?
.
Eu acho que as pessoas não conseguem entender um fato básico: o EB não está comprando um MBT!
O EB, neste momento, está tentando adquirir uma FAMÍLIA de blindados, com base em uma série de requisitos que devem atender as suas necessidades.
.
São coisas diferentes.
.
E é necessário olhar para todos aqueles requisitos, dentro da perspectiva de ter uma família de blindados.

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  Bardini
1 mês atrás

A maioria dos países compram famílias de blindados, ainda assim compram MBTs puro sangue.

E existem famílias de blindados que incorporam MBT´s puro sangue, como o VT-4 + VN-20, como também o T-14 Armata e o T-15, etc.
A questão não é apenas a “família” de blindados, é que o limite de peso exclui opções muito boas do mercado e nos limita aos MMBTs.

Bardini
Bardini
Responder para  Luís Henrique
1 mês atrás

VN-20 e T-15: vaporware.
.
Pois é. Vários compram famílias. Vamos comprar a nossa, se tudo der certo.

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  Bardini
1 mês atrás

CV90 opera em vários países como uma família, porém ninguém quis a versão MMBT.
Quase todos os operadores do CV90 optaram pelo Leo2 como MBT puro sangue.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Luís Henrique
1 mês atrás

O limite de 50 ton nao é absoluto. É um. Indicativo.

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

Entendido. Obrigado.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Bardini
1 mês atrás

Pontes e pontes…elas não aguentam um blindado de dezenas e dezenas de toneladas. Que seja. Mas, também seriam alvos primários e prioritários em caso de guerra. Entre RS e SC são 10 pontos de travessia de um estado para o outro, todos sobre o rio Uruguai/Pelotas e sobre o Mampituba, pertinho do litoral. São 9 pontes e 1 barragem (Machadinho). Na fronteira Brasil/Argentina são 2 pontes (Uruguaiana e São Borja).

Talisson
Talisson
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

A enchente de 2024 deu uma ideia de como a derrubada de algumas ou várias pequenas pontes pode isolar áreas enormes.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Talisson
1 mês atrás

Mas ai está o ponto. Os meios confiaveis que terao maior dificuldade de ser atingidos sao as pontes e pontões de engenharia militar, que sao muito limitados em numero

Numa IRB atravessa um MBT pesado por vez. Com um veiculo de menos de 45 ton passa 2 por vez ou pode se por um CC e mais 2 guarani ou M113.

O que se tem de entender é que temos muitos rios, e rios grandes, sobretudo em nossas fronteiras ( Uruguai, Paraná, Madeira). É uma situaçao sui generis.

Nao podemos tomar por paradigma areas de deserto( Chile, Peru, oriente medio) ou com cursos de agua bem menores onde coalisoes ( OTAN) sao capazes de somar grandes quantidades de meios de engenharia militar.

Inclusive é de bom alvitre recordar que no terreno mais úmido da Patagônia, onde ha cursos de agua mais frequentes, o Chile opera o Leopard 1.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Tem mais 2 barragens que passa. Uma perto de Esmeralda e outra Foz do Chapecó ( esta eu cruzei no tunel ainda em construçao e ponte temporaria)

Henrique A
Henrique A
Responder para  Bardini
1 mês atrás

Isso é verdade mas o EB tem bala na agulha pra ser tão exigente? Ele tem capital pra encomendar um CC exclusivo? Não tem nenhum mbt ocidental que obedeça os limites do EB e não tem mmbt em produção em larga escala ou com experiência de combate.

Deadeye
Deadeye
Responder para  Henrique A
1 mês atrás

É igual um executivo da Thales disse, eles estão pensando em sair do Brasil porque os requisitos das forças armadas Brasileiras são “únicos no mundo”, e a quantidade de unidades encomendadas não compensa o desenvolvimento financeiro.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Henrique A
1 mês atrás

Se o mmbt for de familia é so por a torre. O chassi basico todos ja estao em produçao.So integrar.

Experiência em combate nao foi obstaculo pro scorpene e gripen.

Angus
Angus
Responder para  Bardini
1 mês atrás

Eu admiro a tua paciência de jogar algumas perolas para o mesmo juvenil de sempre “comer”.

Deadeye
Deadeye
Responder para  Angus
1 mês atrás

Ok Angus. Vou preparar o churrasco.

João
João
Responder para  Bardini
1 mês atrás

Meus parabéns Bardini

Inclusive com fotos, pros meninos olharem e aprenderem….

Henrique A
Henrique A
Responder para  Bardini
1 mês atrás

Eu entendo suas colocações o problema é que não tem CC viável com essas características.

MMBT com peso semelhante do Leo 1 não estão em produção em larga escala e não foram testados em combate assim o EB iria acabar como a FAB com os Gripen: anos para entregas começarem e demorados períodos de certificação e testes.

Olha o caso dos poloneses: eles já receberam quase todos os Abrams encomendados e estes estão plenamente operacionais.

NEMOrevoltado
NEMOrevoltado
Responder para  Bardini
1 mês atrás

Caramba, que fotos lindas a dos CCs!

BrunoFN
BrunoFN
1 mês atrás

Parabéns ao Peru , foco e pragmatismo .. ja o Brasil com essa sanha de MMBT ”trans”, talvez pra alguns levaram um dinheiro por fora , e é isso ..

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Vai ser a força blindada mais potente da região!

YUFERFLLO
YUFERFLLO
Responder para  Fabio Araujo
1 mês atrás

eles estão comprando 198 veículos de transporte e 54 carro de combates, o Brasil está comprando MMBT e IFV, o Brasil já tem mais de 700 veículos de transporte de tropas e segundo informações as coisas do Peru vão terminar de chegar apenas em 2040, ou seja 54 MBTs e 198 VBTP em 15 anos

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Fabio Araujo
1 mês atrás

Não vai, pq os Chilenos terão mais MBTs no mesmo nível quando for feito a modernização do dos LEO2A4 para LEO2A6

Bernardo
Bernardo
1 mês atrás

O Peru, esse baluarte da infraestrutura, coisa de primeiro mundo, pode operar MBT, o Brasil não consegue “porque é muito pesado, as estradas vicinais” blablabla. E já cansei de ver gente caindo nessa bobagem que eu apontei NO PRIMEIRO DIA que era MENTIRA. Outra coisa excelente que fizeram: K808, investimento em veículo anfíbio com uma blindagem razoável. Podem sair boas configurações desses 808. Se eles decidirem pelo K21 depois, vai ser um arregaço, força terrestre mais bem armada da américa latina MAS DE MUITO LONGE.
Nos resta é focar na Copa do Mundo mesmo.

Carlos Pietro
Carlos Pietro
1 mês atrás

Agora tá com o Brasil( EB) fazer o mesmo, comprar umas 1000 unidades para o equilibrar o poder militar na América do Sul.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Carlos Pietro
1 mês atrás

KKKK viagem, o Peru pra chegar no Brasil, teria que passar pelo Chile e Argentina, impossível.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Carlos Campos
1 mês atrás

Exato. Fronteira com Peru é centenas de km de profundidade de selva densa e sem estradas

willhorv
willhorv
1 mês atrás

Quem sabe este governo mequetrefe se sente inferiorizado e acaba liberando uma verba para uns 80 MBT novos…quem sabe….

Última edição 1 mês atrás por willhorv
Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  willhorv
1 mês atrás

kkkkkk mais fácil eu ganhar na mega sena

sub urbano
sub urbano
1 mês atrás

Uma pequena lição de história sobre pontes e MBTs pesados demais para atravessá-las.

No ano de 539 antes de Cristo, Ciro II – O Grande – governava a Pérsia. Ele se autodenominava “Rei dos 4 cantos do mundo”, o cara era o maior imperador da época, tinha construido o maior imperio até entao, ele tá na Bíblia, no livro de Isaisas ou daniel ou os 2, livrando os bolsominions do cativeiro da babilônia kkk

Mas enfim, vamos ao q importa: Ciro II e seu exercito persa de 70.000 homens invadiram a Babilonia, q é hj Bagdá, cercada pelos rios tigre e Eufrates, q tinha 50.000 homens (menor quantidade) mas vantagem de terreno. Os babilonios (na verdade neo-babilonios) aproveitaram do terreno para se proteger do cerco persa e derrubaram as pontes, causando um serio problema logistico para o exercito de Ciro II.

Os exercitos da época tinham os mesmos problemas q um exercito atual ainda tem: os soldados precisam comer e isso custa dinheiro, muito dinheiro. Nações quebram com fronts e guerras intermináveis. Ciro II se viu com o mesmo problema da Ucrania-Trump-Europa-Putin de hj: a guerra precisa acabar, ou vamos perder mais e mais dinheiro.

Os engenheiros de Ciro fizeram entao o seguinte: mudaram o curso – na verdade abaixaram o nivel – do rio eufrates construindo um canal. O rio baixou, as tropas atravessaram e venceram os babilonios na “Batalha de Opis”.

Ciro II – o grande – conquistou assim a babilonia e assumiu um harém de 3.000 mulheres kkkk. Mas o ponto não é esse. O ponto é q 70.000 homens de Ciro venceram 50.000 babilonios melhor posicionados no terreno. Se vc tem mais poder de fogo, vc dá um jeito de pegar qm tem melhor posição no terreno. Vencer o terreno é mto mais facil q vencer um inimigo com mais poder de fogo. Transpor uma ponto é mto mais facil q vencer um MBT moderno, como o K2, com um guarani armado com uma torre de 30mm.

Heli
Heli
1 mês atrás

Nada de novo, só a história se repetindo. Peru já operava o Mirage2000 nos anos 80, enquanto a FAB estava nos anos 70 com seus MIrage III e F5

Heinz
Heinz
1 mês atrás

O Peru comprando tudo que a gente do blog sempre quis para o E.B um veículo blindado 8×8, e um MBT puro sangue moderno

Colombelli
Colombelli
1 mês atrás

É contrato com cronograma? Multa? Previsão de desembolsos? Acordo generico nao garante nada. Vejam aqueles varios que a Argentina firmou e viraram pó.

Nao percam de vista: sem um contrato completo é um plano, uma possibilidade in fieri, não uma realidade.

Quanto à questão logistica, si et in quam vierem a ser adquiridos operação no deserto da fronteira com Chile. Solo firne, seco, poucas pontes. Situaçao bem diversa de Colombia, Bolivia, Brasil, Paraguai, Argentina e Venezuela.

Henrique A
Henrique A
1 mês atrás

Na minha opinião não faz sentido querer operar forças blindadas (sejá lá qual categoria de CC estas estejam nucleadas) em todo território nacional BR, pois ainda que tenhamos CC leves, estas formações demandam muito mais suprimentos e capacidade de transporte do que OMs de infantaria leve ou motorizada/mecanizada levando à custos proibitivos e problemas logísticos.

Faz mais sentido pensar num CC que opere bem no Sul e nas planícies da Argentina do que um para operar em Roraima.

Outro problema é que o Brasil é um país cujo qual a elite política tem pouco apetite pra investimentos militares a nível das grandes potências, inviabilizando uma força blindada numerosa, daí uma força blindada pequena mas de alto nível ser mais viável.

Iran
Iran
1 mês atrás

Quero ver a resposta chilena agora

Colombelli
Colombelli
Responder para  Iran
1 mês atrás

É a modernizaçao meia boca do laopard 2. Pra se defender o chile tem 1800 spike e 200 lançadores.

jean
jean
1 mês atrás

Falando sério quanto custaria de prateleira,

* 100 K2 Novos

* 100 VT-4 Novos

* 100 Leo 1A6 Recondicioonados ao padrão “Novo”

Sem Tot para não triplicar o preço.

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  jean
1 mês atrás

K2 sul-coreano foi recentemente exportado e saiu por cerca de U$ 19 mi cada no pacote completo.

VT-4 Chinês também foi recentemente exportado e saiu por cerca de U$ 6 mi cada no pacote completo, inclusive com TOT e produção local.

Então 100 K2 custariam cerca de U$ 1,9 bi e 100 VT-4 cerca de U$ 600 mi.

Thiago
Thiago
Responder para  Luís Henrique
1 mês atrás

Esse pacote ai do vt4 tá com um valor bom. O foco principal dever ser o de obter o conhecimento técnico é poder industrial para podermos fabricar nosso próprio equipamento no futuro.
Seria algo pra longo prazo. Obviamente, isso iria requerer mudanças na nossa política fiscal. É impossível fazer isso com o arcabouço fiscal e uma economia de fazendão.

Colombelli
Colombelli
Responder para  jean
1 mês atrás

A questao nao é comprar. É operar e manter. Tens que pensar em 45 anos. Ciclo de vida

Silva
Silva
Responder para  jean
1 mês atrás

Coloca aí seus 6 bilhões de dólares com treinamento ksksksk, se quer falar de defesa tem que pôr bilhões na mesa, gastamos isso com aquela lei que dá dinheiro 💰 pra artista rico pagar de comuna ksksks

José Gregório
José Gregório
1 mês atrás

Pessoal, o K2, assim como o Leo 2 e o Abrams, não serve pra nós, é muito pesado, nossas pontes não aguentam, as estradas ruiriam, gasta demais, consome muito, a manutenção é cara, a eletrônica é muito complexa, a logística seria um pesadelo de peças de origens diferentes…Vamos comprar mais Cascavel repotencializado que tá bom demais!!!! A gente vai vendo que o Brasil está ficando muito pra trás, estamos só com sucatas, enquanto os outros países estão comprando o melhor…

RDX
RDX
1 mês atrás

Continuam com essa baboseira de que as pontes brasileiras não suportam tanques com mais de 50 toneladas? De onde tiraram esse limite de 50 toneladas?
Pontes (no front) que serão destruídas nas primeiras semanas de guerra. Aliás, pesquisem no wiki o destino das pontes ucranianas.
Papo de maluco de militar brasileiro que não quer investir em engenharia de combate.
O EB deve entrar para história como o primeiro exército a substituir MBT pelo famigerado MMBT. Mais uma lambança para o histórico de decisões que tornaram a nossa cavalaria blindada completamente irrelevante.

Colombelli
Colombelli
Responder para  RDX
1 mês atrás

De onde vem o limite? De quem mais conhece o territorio nacional. Uma carta ( mapa) militar tem detalhes que nem o melhor mapa civil tem. Eu mesmo ainda tenho algumas velhas da regiao de Santa Maria.

Operaçoes como a Atlas servem exatamente pra atualizar estes dados.

E lembre se: ponte nao é a da BR ( embora estas tambem possam ter problema com carga concentrada). Pontes sao aquelas onde onde Cc vai operar ou seja pontilhoes de madeira do interior, peqyenas pontes de concreto precarias.

Quanto ao material de engenharia seria impossivel.adquirir a manter todo material necessario mesmo pra um avanço simples e curto de uma so brigada.

É carissimo e nosso terreno é farto de cursos de agua. Nem se quintuplicassemos o material de engenharia dariamos conta do suporte necessario.

Inclusive como vc mesmo ressslvou pontes civis visiveis e ” levantadas” sao alvo prioritario ou seja, sua destruiçao sobrecarrega os meios militares.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

Colombelli, ótima explicação!!!! As pessoas acham que vamos atravessar o Atlântico e lutar contra a Europa, China, EUA, etc. Esquecem de olhar em volta de nosso TO. Não estou dizendo que não devemos nos modernizar, mas fazê-lo com planejamento e não comprar qualquer coisa que não conseguiremos manter e servirão somente para desfiles. Eu duvido que o Peru vai embarcar nessa, por enquanto é só um MOU.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Marcelo Andrade
1 mês atrás

Exato. Eu so acredito com contrato assinado. Inclusive é ate meio absurdo uma montagem local pra tao poucos.

Fora isso, o Peru está modernizando marinha e mosqueando caças. Vai ter dinheiro pra tudo? Duvido.

De qualquer sorte Peru tem a necessidade de um.mbt igual ou superior aos leopard 2 chilenos ( cheios de problemas e com pouca disponibilidade) e tem condições taticas de emprego favoráveis.

Nós temos de medir nossa necessidade em vista de nossos vizinhos e pensar nao so em adquirir, mas em manter e operar com eficiência. E temos de ver as condições de emprego aqui, país continental, chuvoso, cheio de rios. Guerra nao é supert tunfo. Nao é so comparar caracteristicas de equipamentos. Isso é so uma das multiplas variaveis.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
1 mês atrás

Osa caras importam um dos veículos mais caros de se manter do mundo, os quais acho que isso não vai pra frente pois o Peru é um antro de corrupção, tão igual aqui e os vira-latas daqui acham que estão fazendo um grande negócio. Quem tem que se preocupar, se isso acontecer, o que duvido, é o Chile!

Tobyaps
Tobyaps
1 mês atrás

Pessoal mesmo num cenário hpotético de conflito, o eb leva vantagem por ter tripulações bem treinadas, táticas de combate estabelecidas, simuladores, mecânico. Resumindo enquanto não escolhemos nosso novo mbt, o combo Leo 1a5br, guarani, mss 1.2, javelin, guepard e futuro centauro 2 impõe algum respeito na AL.

Leandro
Leandro
1 mês atrás

Excelentes alvos de drone…..

vinicius buranello
vinicius buranello
1 mês atrás

Na atual circunstancia econômica do Brasil, minha opinião sem ficar sonhando, é manter operante as latas velhas que temos para ter quantidade, e pelos menos o E.B tentar ir comprando pequenos lotes aos poucos de blindado de ultima geração.
Mas nao fazer igual o centauro 2 unidades ai também é desaforo. . . .
Fora isso nao vejo outro caminho por questão financeira e ma vontade politica.. .

Colombelli
Colombelli
Responder para  vinicius buranello
1 mês atrás

Quantidade pequena = nada.
Tem que ter equilibrio qualidade com quantidade.

Com preço de um mbt zero modernizamos quase 15 CC. E este 1 novo nao vale por 10 ou 15 modernizados e sera destruido pela mesma mina, drone ou atgm.

Alias…pelo preço em dolar que pagamos por todos Leopard 1A5 nao se compra nem 3 CC de primeira hoje. Isso mesmo atualizando valores daquela época.

Nao esqueçamos ainda que o EB tem várias demandas e pra metade do nosso territorio blindados nao são prioridade.

Última edição 1 mês atrás por Colombelli
Eduardo Sanches
Eduardo Sanches
1 mês atrás

Enquanto isso no Brasil….se restauram M 60…..e modernizamos Cascavel

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Responder para  Eduardo Sanches
1 mês atrás

O EB sabe que os orçamentos são tratados neste país, melhpr do que nada. Temos Projetos de novos MBTs em andamento, não é comprando qualquer coisa que não saberemos usar e vão ficar lindos para desfiles e outras baboseiras. São notícias que só interessam para os clickbats .

RDX
RDX
1 mês atrás

O mais curioso desse debate é que o K2 ou qualquer outro MBT moderno possui proteção no arco frontal contra munição 105mm.
O MMBT que o EB quer comprar não possui tal proteção.
Ou seja: o TAM (única ameaça real) continuará sendo eficaz contra nossos tanques.

Última edição 1 mês atrás por RDX
Colombelli
Colombelli
Responder para  RDX
1 mês atrás

E nós contra eles. Quem atira 1 e acerta ganha. Hoje estamos em vantagem. Com Tam 2C saimos em desvantagem.

Mas esta premissa de proteçao do arco frontal é enganosa. Ate uma metralhadora pesada pode inutilizar um CC se atingir sensores. Um canhao 30 ou 35mm pode romper lagartas e destruir optrônicos. Vimos um bradley dando conta de um CC russo de 1 linha com calibre ate menor.

Um canhao 105 mm pode nao penetrar a fronte de um CC pesado. Mas fora dali é mortal. Os shermans combateram os tigers. Ai entra tatica, preparo de tripulaçao, uso do terreno, situaçao tatica especifica. Mais importante que blindagem na era drone, é atirar primeiro e acertar.

Hoje se enfrentarmos os leopard 2 chilenos acima de 1500m estamos em vantagem por causa do tubos desgastados deles. Este inclusive, somado a outros motivos, é a razao de Argentina nao ter se preocupaçao com seus TAM face ao Chile.

Por fim, a funçao outrora principal do CC, que era destruir outros CC, hoje tem no drone e no atgm seu meio principal. Nao obstante, o CC ainda tem muitas outras tarefas e utilidades que podem ser cumpridas com veiculos mais leves com igual eficiência.

Por isso, e mais o terreno, Brasil e Argentina nao pensam em CC pesado e ambos utilizam hoje a rigor um mmbt ( exceto nossos 28 m60)

Silva
Silva
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

Trocava fácil esse 28 M60
Por 30 tulpar com torre de 120 mm para o EB
E 20 TULPAR torre 120 mm para CFN
padrão com o centauro

adriano Madureira
adriano Madureira
1 mês atrás

Enquanto isso em Banânia,notícia de grande relevância e impacto na área de defesa:

Exército Brasileiro recupera 17 Viaturas Blindadas de Combate M60 A3 TTS
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Felipe
Felipe
1 mês atrás

Interessante observar que 54 Panther k2 é um número muito pequeno para as necessidades do Peru , parece que o desejável por eles é chegar a 150 unidades. O Exército nosso prevê a compra de 65 carros de combate novos , também um número muito pequeno para sua real necessidade (320-360). Fica clara a limitação orçamentaria dos países da região para renovar seus arsenais.

Silva
Silva
Responder para  Felipe
1 mês atrás

Orçamentária não a Grécia falio, e tem um poder militar respeitável, falta de vontade política
Olha a indonésia ai