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BERLIM — O presidente da Ucrânia, Volodímir Zelensky, anunciou neste domingo (14 de dezembro de 2025) que o país está disposto a renunciar formalmente ao sonho de se tornar membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) como parte de um esforço estratégico para impulsionar as negociações de paz com a Rússia. A declaração foi feita às vésperas de uma nova rodada de conversas em Berlim, que reúne representantes ucranianos, enviados dos Estados Unidos e líderes europeus com o objetivo de encontrar um caminho para encerrar o conflito iniciado em 2022.

A posição de Zelensky representa uma mudança significativa na política externa ucraniana, já que a adesão à OTAN vinha sendo um dos principais objetivos estratégicos do país e estava prevista na Constituição ucraniana como uma garantia de segurança diante de possíveis futuras agressões — especialmente por parte da Rússia.

Garantias de segurança no lugar da adesão

Zelensky afirmou que, em vez de buscar a filiação plena à OTAN, Kiev agora está focada em negociar garantias de segurança juridicamente vinculativas com os Estados Unidos, União Europeia, Canadá, Japão e outros parceiros ocidentais. Segundo ele, essa nova abordagem seria um compromisso ucraniano em troca de apoio efetivo que possa evitar futuras ofensivas russas.

Embora a renúncia à adesão à OTAN atenda a uma das exigências apresentadas por Moscou nas negociações de paz, Zelensky deixou claro que a Ucrânia não pretende ceder territórios já sob seu controle, rejeitando, por ora, propostas que impliquem na retirada de tropas ou entrega de áreas no leste do país.

O contexto das negociações

As conversas em Berlim contam com a participação de enviados especiais dos Estados Unidos — incluindo Steve Witkoff e Jared Kushner — e do chanceler alemão Friedrich Merz, entre outros líderes europeus. Os negociadores estão trabalhando para mediar um plano de paz que possa equilibrar os interesses de Kiev e as exigências russas, que há tempos afirmam que a Ucrânia deve abandonar seus planos de adesão à OTAN e aceitar um status de neutralidade como condição para um acordo duradouro.

A mudança de postura de Kiev ocorre em meio a uma intensificação das operações militares no terreno e a pressões diplomáticas crescentes por parte dos Estados Unidos e seus aliados para buscar uma solução negociada que ponha fim à guerra mais sangrenta na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.

O objetivo de Putin com a guerra na Ucrânia

Um dos principais objetivos declarados por Putin desde o início da crise é impedir que a Ucrânia entre na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) — uma meta repetida em discursos oficiais e que esteve no cerne das exigências russas antes e depois da invasão.

Segundo analistas, Moscou vê a expansão da OTAN rumo ao leste europeu, inclusive com a possibilidade da Ucrânia se tornar membro, como uma ameaça direta à sua segurança estratégica. Para Putin, uma Ucrânia integrada à OTAN significaria bases militares e capacidades ocidentais ainda mais próximas do território russo.


 

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Leo neves
Leo neves
1 mês atrás

Putin só vai aceitar a paz se a Ucrânia se retirar do Donbass , o resto não vai convencer ele.

Marcelo
Marcelo
Responder para  Leo neves
1 mês atrás

A Ucrânia pode esquecer,ela sera destruída e incorporada a Rússia para não entrar para OTAN e união européia .
Suas riquezas minerais (terras raras) serão do povo russo.
Europa e estados unidos não terá acesso a esses minerais.

Macgarem
Macgarem
Responder para  Marcelo
1 mês atrás

Povo russo não, do Putin

Marcos Bishop
Marcos Bishop
Responder para  Marcelo
1 mês atrás

Com o lula liberando o acesso aos EUA a terras raras brasileiras que equivalem a 30% das reservas globais acabou o motivo do ocidente brigar pela ucrania

adriano Madureira
adriano Madureira
Responder para  Marcos Bishop
1 mês atrás

Lula sinalizou uma cooperação mas não falou nada sobre exclusividade, oque era que Washington queria…

José de Souza
José de Souza
Responder para  adriano Madureira
1 mês atrás

Pois é, esse pessoal entende o que quer, não o que está acontecendo, surreal!

Abymael2
Abymael2
Responder para  José de Souza
1 mês atrás

É mais uma versão da velha frase “a culpa é do petê” … vamos estar no ano 2.150 e ouvindo essa frase ainda kkkk

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Responder para  Marcelo
1 mês atrás

A Ucrânia já passou por isso, séculos atrás ela deixou de existir e só voltou a existir como estado independente por um breve período após o fim da Primeira Guerra Mundial e voltou a existir com a queda da URSS. Na Europa estados surgem, são destruidos e ressurgem ao longo da história, a Polônia é outro caso. Esses povos sabem o que é perder o seu país e ver sua identidade cultural ser combatida para que percam sua nacionalidade.

Kornet
Kornet
Responder para  Marcelo
1 mês atrás

Mas o descondenado mor garantiu o do Brasil para o Trump para livrar o Xande,soberania,soberania grita os PaTriotes.

Rafael Coimbra
Rafael Coimbra
Responder para  Leo neves
1 mês atrás

O Zé já caiu… faz um tempo, está ali como figura, essa hora quem comanda são os militares, o que o Zé quer ou pensa já não faz mais sentido. Era mais fácil ele sair logo dessa posição e terminar logo esse conflito. A Ucrânia perdeu e continua perdendo… não tem um cenário plausível onde a Ucrânia retoma seus territórios, pode doer para alguns aqui mas a realidade é essa.

Nei
Nei
Responder para  Rafael Coimbra
1 mês atrás

Se isso fosse verdade, porque o Exército Ucraniano não abandona a frente de batalha?

Cássio Euler
Cássio Euler
Responder para  Leo neves
1 mês atrás

Acabou; as forças ucranianas estão virtualmente dizimadas no Donbass; a Rússia já está em outra fase de planejamento.

E o que o Zelensky fala não vale absolutamente nada; idem OTAN/EUA; essa guerra só será decidida no campo de batalha; Rússia sabe muito bem disso.

João
João
Responder para  Cássio Euler
1 mês atrás

A Rússia tá no Donbass desde 2014…….

Vai “começar” a consolidar agora? Sério?

Outros objetivos?

🙄

Heinz
Heinz
Responder para  Cássio Euler
1 mês atrás

“as forças ucranianas estão virtualmente dizimadas no Donbass”
Isso é verdade, a linha de frente dos ucranianos é defendida por idosos, mulheres e inválidos.

Plínio Jr
Plínio Jr
Responder para  Cássio Euler
1 mês atrás

Acabou; as forças ucranianas estão virtualmente dizimadas no Donbass; a Rússia já está em outra fase de planejamento.

Estamos indo para 4 anos ouvindo isto….e os ucranianos seguem contendo os russos…..

Marcelo
Marcelo
Responder para  Plínio Jr
1 mês atrás

Ucranianos? Fica esperto, na linha de frente tem gente de toda a europa lutando contra os russos.

Nei
Nei
Responder para  Marcelo
1 mês atrás

E na linha do lado russo?

Anoni
Anoni
Responder para  Plínio Jr
1 mês atrás

A mesma ladainha tambem vem da Ucrânia, ngm avança, vence quem tem mais recursos humanos.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 mês atrás

“Zelensky afirmou que, em vez de buscar a filiação plena à OTAN, Kiev agora está focada em negociar garantias de segurança juridicamente vinculativas com os Estados Unidos, União Europeia, Canadá, Japão e outros parceiros ocidentais. Segundo ele, essa nova abordagem seria um compromisso ucraniano em troca de apoio efetivo que possa evitar futuras ofensivas russas.”

Até ontem, EUA + UE juravam pro Deus que ajudariam a Ucrania até eles expulsarem os russos e que a Ucrania faria parte da OTAN.
Agora, já deram pra trás nisso.
Quem garante que, um dia, se a Russia resolver atacar de novo, EUA e UE irão realmente cumprir o combinado de proteger um país que, lembrem-se, não fará parte da OTAN?

Quem foi enganado uma vez, tem medo de ser enganado de novo.

Rodolfo
Rodolfo
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

A Ucrania deve ser convidada a ser membro da UE que também tem um componente de defesa. Os sites de notícias europeus vem soltando que essa talvez seria a soluçao de acordo com politicos europeus que garantiria ajuda aos ucranianos mas a manteria fora da OTAN. Ficaria na mesma situação da Irlanda.

Ao mesmo tempo, fora da OTAN não significa que nao poderia haver cooperação, e pelo seu argumento acho que é mais provável a proxima adm americana a partir de 2029 estreitar a cooperaçao mais uma vez e assim quem seria enganado novamente seriam os russos que já foram apos os acordos de Minsk.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Rodolfo
1 mês atrás

“A Ucrania deve ser convidada a ser membro da UE (…)”

A Russia disse que nunca se opôs a Ucrania entrar na UE, e que o problema era a Ucrania entrar na OTAN. Se é verdade ou não, são outros 500.

“(…) que também tem um componente de defesa.”

Não. UE é puramente econômica. Defesa mesmo é OTAN, são duas coisas diferentes.

“Ao mesmo tempo, fora da OTAN não significa que nao poderia haver cooperação (…)”

Ocidente está armando e preparando a Ucrania desde a invasão russa a Crimeia, anos anos da invasáo de 2022. E no que isso mudou algo?

“(…) e pelo seu argumento acho que é mais provável a proxima adm americana a partir de 2029 estreitar a cooperaçao mais uma vez e assim quem seria enganado novamente seriam os russos que já foram apos os acordos de Minsk.”

A menos que em 2029 algum político alinhado a Trump vença as eleições, ou em 2034, ou…enfim…
Quem vai confiar num “tratado” que depende do “humor” do cara que se sentar no Salão Oval, pra ser feiro ou não?
E outra, euvido MUITO que os russos caiam nessa de novo, da mesma maneira que duvido MUITO que os ucranianos sejam enganados de novo por “promessas vazias”.

Não tem ninguém trouxa nessa história.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Hoje em dia a UE não em nada de defesa, mas com a atitude de Trump desde o primeiro governo Trump surgiu dentro da UE quem defenda a criação de forças armadas da UE e essa ideia tem ganhado apoiadores devido as ações do atual governo Trump.

Rodolfo
Rodolfo
Responder para  Fabio Araujo
1 mês atrás

Existem mecanismos de defesa dentro da estrutura da UE fora da estrutura da OTAN. Eufor, EU battlegroups, Rapid deployment brigade… mas ainda nao tem um verdadeiro exercito europeu. Alias países neutros que nao participam da OTAN como a Irlanda veem como necessário o fortalecimento da defesa europeia conjunta.
Como o sec de guerra americano havia dito há meses, a segurança da Ucrania poderia ficar a cargo da Europa fora do artigo 5. Tanto o EU battlegroups como Rapid deployment brigade poderiam ser usados no território da Ucrania sem envolver forças da OTAN (sem proteção do artigo 5) depois de um cessar fogo e fim do conflito fosse assinado.

https://en.wikipedia.org/wiki/Defence_forces_of_the_European_Union

Última edição 1 mês atrás por Rodolfo
Carlos
Carlos
Responder para  Fabio Araujo
1 mês atrás

Errado, O tratado de Lisboa nos artigos 42 a 46, fala sobre defesa, remetendo muitos dos assuntos para a OTAN e embora só na presente comissão europeia exista um comissário para a defesa, Andrius Kubilius, mas sempre existiu uma pasta ligado à defesa e que estava sobre a alçada da/o representante para as relações exteriores da UE, já existem duas forças europeias chamada de Euromarfor e Eurofor, cujo o processo de formação foi iniciado em Junho de 1992, mas a sua fundação só decorreu em Maio de 1995, mas agora intitulada de Euronavfor, força naval europeia, que atualmente vigia as águas do golfo de Aden em ações de prevenção contra a pirataria e que no presente é comandada pelo Comodoro português João Pedro Monteiro da Silva cujo o comando está a bordo da fragata espanhola Victoria cuja a última ação realizada no passado dia 8 de Novembro libertou o navio grego MV Hellas Aphrodite que tinha sido sequestrado por piratas. Os países do norte da Europa sempre estiveram muito agarrados à OTAN e ao chapéu protetor dos EUA e também Portugal está da Republica Centro Africana a pedido da França por causa do artigo 42 do Tratado de Lisboa

Última edição 1 mês atrás por Carlos
Carlos
Carlos
Responder para  Carlos
1 mês atrás

Só para acrescentar dque desde o passado mês de Julho Portugal lidera o um EU Battlegroup,grupo esse composto por 1500 militares, sendo este grupo composto por 1100 portugueses e os outros 400 por espanhóis, italianos, franceses e romenos https://www.youtube.com/watch?v=L4IsF-v7Ayc , https://www.youtube.com/watch?v=E5KwQ0JnqEs , https://www.youtube.com/watch?v=iY1YeJ_wQm8. Um Battlegroup é uma força da UE de reação rápida que tem tempo curto para estar no local em conflito.

Última edição 1 mês atrás por Carlos
Antonio Palhares
Antonio Palhares
Responder para  Carlos
1 mês atrás

Uma força colossal. Deve estar causando um medo tremendo nos russos.

Carlos
Carlos
Responder para  Antonio Palhares
1 mês atrás

Os números corretos são 1200 portugueses e 500 outros militares oriundos da Espanha, França, Itália e Roménia, è uma força de reação rápida que está à disposição da UE.

Não é para causar medo a ninguém mas para primeiro impacto na defesa dos interesses da UE e números nada dizem sobre qualquer força e basta olhar para a República Centro Africana onde já ninguém se lembra dos mil militares de um país continental que tiveram medo de ir porque poderia haver baixas, mas uma força de 180 militares portugueses fez todo o mundo esquecer dessa força de mil militares e pela atuação dessa o comandante da MINUSCA é um oficial general africano e o segundo comandante e comandante operacional da MINUSCA tem sido oficiais generais portugueses começando por Marcos Serronha, Mendes Ferrão, Maia Pereira, Gonçalves Soares (que nasceu em África), Luís Monsanto e atualmente é um oficial general indonésio

Rodolfo
Rodolfo
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

https://commission.europa.eu/topics/defence/future-european-defence_en

Wilber existem componentes de defesa dentro da UE, existindo a possibilidade de um exercito europeu num futuro próximo principalmente com o “fim” da garantia americana desde o segundo mandato Trump e da recente publicação da estratégia militar americana.

https://en.wikipedia.org/wiki/Common_Security_and_Defence_Policy

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Responder para  Rodolfo
1 mês atrás

Na realidade a Ucrânia já começou o processo de entrada na UE, é um processo que pode levar meses ou até anos para ser concluído mas já foi iniciado!

Cássio Euler
Cássio Euler
Responder para  Fabio Araujo
1 mês atrás

Claro, tanto quanto o turco…

Cássio Euler
Cássio Euler
Responder para  Rodolfo
1 mês atrás

Assim que a Ucrânia não tiver mais serventia como bucha de canhão dos EUA/OTAN será cuspida, como qualquer outro vassalo deles.

Seu futuro é ser uma super Albânia no leste europeu.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Responder para  Cássio Euler
1 mês atrás

A Ucrânia é vista pelos europeus, e os americanos não entendem isso, como essencial para a defesa europeia e para impedir a expansão russa, os EUA podem abandonar a Ucrânia os europeus não o vão fazer, pois na pior das hipóteses preferem vencer a Rússia lá mesmo que não sobre nada da Ucrânia a ter que lutar em seus países, mas claro que vão dar todo o apoio para a Ucrânia resista e vença pelo cansaço sem ser totalmente destruída.

RPiletti
RPiletti
Responder para  Fabio Araujo
1 mês atrás

O correto seria isto mesmo, mas parece que os contribuintes europeus não estão dispostos a colocarem seus impostos na Ucrânia.
Caso os ucranianos estivessem recebendo material na mesma proporção que o Vietnã recebia, a situação seria outra, no momento o que resta é causar prejuízo em território russo e só.

Marcos Bishop
Marcos Bishop
Responder para  Fabio Araujo
1 mês atrás

“Ucrânia resista e vença pelo cansaço sem ser totalmente destruída.”

É justamente o contrario: a Ucrânia esta sendo destruída pelo cansaço…

Nilo
Nilo
Responder para  Marcos Bishop
1 mês atrás

Está sendo desmilitarizada e desnazificada pela Rússia, a área territorial a cada dia conquistada é secundário para odd russos, Zelensky, cada dia tem que usar meio mais cruentos de controle da população e recrutamento.

Nei
Nei
Responder para  Nilo
1 mês atrás

kkk. A área todo dia conquistada? Olha faz 2 anos que não vejo nenhum avanço russo significativo, mesmo em maior número e maior número de equipamentos.

gordo
gordo
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Graças a essa guerra a UE deixou de comprar gás barato da Rússia para pagar mais caro pelo dos EUA. Os EUA ganharam nas duas pontas, os russos sem uma fonte de divisas e os EUA vendendo caro. Não é difícil ver quem realmente ganhou e quem perdeu. A Ucrânia ficará comprometida pelos próximos 30 anos graças as perdas humanas e dividas, um país pobre. A Rússia também não vai ficar tão bem, perdas humanas, isolamento da UE que também sai perdendo. Fica a dica, um País só pode contar com ele mesmo, a determinação do seu Povo. Já passou da hora de modernizar de forma ampla nossas FAs. Estamos contando com a sorte faz tempo.

Rodolfo
Rodolfo
Responder para  gordo
1 mês atrás

30… acho que pelos proximos 100 anos Kiev vai estar na dependência de Washington. Toda ajuda que eles receberam foi parte de um Lease Act, nao foi doação. Os britanicos terminaram de pagar o Lease que eles receberam dos americanos na 2a guerra nos anos 90… Kiev vai levar mais tempo.

NEMOrevoltado
NEMOrevoltado
Responder para  Rodolfo
1 mês atrás

A ultima parcela foi paga em 2008.

RPiletti
RPiletti
Responder para  Rodolfo
1 mês atrás

Caso Kiev for tomada pela Rússia, quem pagará a conta?

Rodolfo
Rodolfo
Responder para  RPiletti
1 mês atrás

Kiev nao vai cair… isso seria WW3 pros europeus.

Marcos Bishop
Marcos Bishop
Responder para  Rodolfo
1 mês atrás

Eu não teria tanta certeza…

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Responder para  Rodolfo
1 mês atrás

Rodolfo, Rodolfo. Europeus. Para com isso. Só batiam em africanos tribais.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  gordo
1 mês atrás

Os únicos países que REALMENTE ganharam com essa guerra foram:
China;
EUA;
Índia;
Turquia.

Russia, depende do resultado do conflito, pra saber se ganhou ou não.

Europa, vai ficar com os ônus de uma guerra em seu quintal e de falta de competitividade por não terem mais acesso a commodities russas baratas.

“A Ucrânia ficará comprometida pelos próximos 30 anos (…)”

30 anos? Quem dera se a Ucrania ficasse comprometida por apenas 30 anos, pode colocar várias décadas nessa equação aí…

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Os europeus acordaram voltaram a investir em defesa estão desenvolvendo novas armas e voltando a produzir os modelos atuais e munições para esses modelos, novos navios, novos submarinos, novos tanques, upgrades dos caças existentes e novos caças, mas isso não ocorre do dia para a noite tem acontecido lenta e continuamente.

Marcos Bishop
Marcos Bishop
Responder para  Fabio Araujo
1 mês atrás

Quando os Russos vencerem, tomarem a Ucrânia e se acalmarem, os europeus vão arrefecer no seu ímpeto modernizador militar.

Nicolas
Nicolas
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

A Rússia foi o país que mais perdeu! Perdeu toda credibilidade que tinha, se antes era colocada como o segundo se não o mais poderoso exercito do mundo, agora é o segundo mais poderoso na Guerra da Ucrânia. Seus aviões como o SU-35 com GPS Garmin de uso civil, drones de 100 mil dólares com garrafa pet e câmera canon acoplada de forma amadora, seus S-400 e S-500 sendo destruído, tornaram a Rússia uma piada internacional.

Marcos Bishop
Marcos Bishop
Responder para  Nicolas
1 mês atrás

Piada? Os Caras estão enfrentando todo o poderio industrial e economico da Otan e aliados e ainda estão em pé…
E parece ( parece ) que vão vencer…

Cassini
Cassini
Responder para  Nicolas
1 mês atrás

Continue repetindo isso, quem sabe uma hora vira verdade.

Plínio Jr
Plínio Jr
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Na verdade foram enganados 02 vezes , em 2014 na invasão da Criméia e em 2022…qual a garantia que os ucranianos terão pela frente ?

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Plínio Jr
1 mês atrás

A única, repito, ÚNICA garantia que a Ucrania teria 100% seria se ela entrasse oficialmente pra OTAN, o que faria com que todo o sacrifício que ela fez não teria sido em vão.

Qualquer coisa fora disso seriam promessas do tipo “na volta a gente compra” ou “vou por só a cabecinha”.

Rodolfo
Rodolfo
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Eu concordo, mas existe um motivo ainda mais forte pra Europa nao abandoná-la. A Ucrania acabaria se tornando um estado nuclear se fosse largada sozinha. Os cientistas ucranianos tem grande expertise nuclear, apesar de terem perdido Zaporija ainda operam varias usinas nucleares no lado oeste do país fora terem um programa de foguetes e misseis bem avançados, mesmo durante essa guerra colocaram em operação o Missil de Cruzeiro Neptune e o Sapsan ICBM de curto alcance e capaz de alcançar Moscou.
Alias, se a Ucrania nao tivesse desistido do seu arsenal nuclear com o fim da URSS, talvez nao fosse invadida pelos russos. Artigo de 1993 no Foreign Affairs escrito por John Mearsheimer.

https://www.mearsheimer.com/wp-content/uploads/2019/07/Mearsheimer-Case-for-Ukrainian-Nuclear-Deterrent.pdf

Rodolfo
Rodolfo
Responder para  Rodolfo
1 mês atrás

https://nuke.fas.org/guide/russia/icbm/rt-23.htm

SS24 designação OTAN produzido pelos Ucranianos em Dnipro ate o fim da guerra fria… 11 mil Km de alcance e 10 MRV.
Nao seria dificil os Ucranianos criarem uma força estratégica de ICBMs.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Responder para  Rodolfo
1 mês atrás

Eles tem conhecimento para construir os mísseis e as ogivas nucleares, não o fazem para não perder o apoio que tem, mas se totalmente abandonada eles possivelmente tentariam produzir armas nucleares só não sei se teriam tempo útil para isso.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Rodolfo
1 mês atrás

Duvido MUITO que os russos, que colocam como um dos pontos principais pra pararem a guerra a Ucrania abrir mão de ter aemas de longo alcance em seu território, deixe essa “brecha” pra que os ucranianos tenham nukes a médio e longo prazo…

Rodolfo
Rodolfo
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Tem que ver quais as garantias que os Ucraninos irao receber. Nao me parece que os Ucraninos teriam dificuldades tecnicas, as principais seriam romper com o NPT e com o acordo de Budpeste de 1994… mas esse ultimo os russos ja romperam invadindo a Ucrania em 2014. O Zelenski ja disse em 2024 que sem garantia da OTAN, os ucranianos serao obrigados a recriar seu arsenal estrategico. Talvez a garantia dos europeus seja algo que funcionasse melhor para ambos os lados.
No fim da guerra fria, os ucranianos tinham a pequena quantidade de 1600 ogivas e até 1994 já tinham sua estrutura para emprego de armas nucleares estabelecida independente de Moscou dentro da Comunidade de Estados Independentes.

Cristiano ciclope
Cristiano ciclope
Responder para  Rodolfo
1 mês atrás

Será que os EUAs e as demais potências nucleares do ocidente vai gostar de uma Ucrânia, Corupá e cheia de ódio ter armas nucleares mísseis balísticos?

Sequim
Sequim
Responder para  Rodolfo
1 mês atrás

Você acha realmente que a Rússia assistiria tranquilamente a Ucrânia desenvolver um arsenal nuclear ? A Rússia?

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Rodolfo
1 mês atrás

“No fim da guerra fria, os ucranianos tinham a pequena quantidade de 1600 ogivas (…)”

“Tinham” entre aspas, pois essas armas eram da parte russa da URSS.
Galera se esquece que TODO o arsenal atômico da URSS, mesmo as armas estacionadas em outros países da URSS, eram 100% controladas por russos.
Se a Ucrania de hoje ainda teria expettise de fabricar nukes, aí são outros 500.

A última coisa na terra que os russos querem é uma Ucrania com nukes.
É muito mais provável que os russos “cedam” pra Ucrania territórios que eles tomaram, como “boa-fé”, em troca da Ucrania abrir mão de terem a capacidade de fazer nukes.
Nunca que a Russia permitiria que a Ucrania tivesse essa capacidade.

Nicolas
Nicolas
Responder para  Plínio Jr
1 mês atrás

Em 1994 e 1997 a Ucrânia e a Rússia firmaram acordos e reconhecimentos de fronteiras, etc.

Deadeye
Deadeye
Responder para  Plínio Jr
1 mês atrás

Três vezes, tem 1994

RPiletti
RPiletti
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Tem um deputado brasileiro nos EUA que também levou uma rasteira.
Interesses vem antes de “amizade”.

Vitor
1 mês atrás

Discurso político mais uma daquelas reportagens sem credibilidade ” drible da vaca ” não cola mais ex. Minsk1 e 2 e Estambul 2022 fala por si só, essa patota européia dos dispostos se assemelha o que tem de pior na politica nacional.

Diogo de Araujo
1 mês atrás

Cara eu já sou mais velho, com certeza a coisa mais insana que vi em toda minha jornada foi um presidente que iniciou uma guerra contando com armamento dos outros. Um dos principais motivos desse conflito maldito foi a entrada pra otan e agora o maluco simplesmente abre mão, fazendo com que a morte de centenas de milhares de jovens ucranianos tenha sido em vão.

Rodolfo
Rodolfo
Responder para  Diogo de Araujo
1 mês atrás

Essa guerra teria terminado em Março de 2022 com os acordos de Istanbul se dependesse do Zelensky apenas, foram os ingleses e americanos que mandaram os ucranianos interromperem as discussões de paz. A meta da guerra foi isso mesmo, usar a Ucrania de proxy e tentar enfraquecer os russos. 1 milhao ou mais de ucranianos foram queimados no tabuleiro do jogo de War.

Deadeye
Deadeye
Responder para  Rodolfo
1 mês atrás

Qual a fonte disso?? porque pelo me lembro bem, quem deixou as conversas de paz foram os Russos.

Rodolfo
Rodolfo
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Vc pode procurar notícias da época e até mais recentes que revisitaram o episódio.
Em Março de 2022 em Istanbul, os Ucranianos já tinham aceitado quase todas exigências russas. O entao premier britânico Boris Johnson foi até Kiev a mando do Biden e mandou Zelenski pular fora. O fato de Kiev nao ter caído e os sucessos iniciais em repelir os russos animou os neocons em Washington.
Isso depois foi confirmado por Nafiteli Bennet, o entao primeiro ministro israelense que também estaca envolvido nas discussões com ucranianos e russos a pedido do Zelensky.

Last spring, peace talks in Turkey appeared promising, but UK Prime Minister Boris Johnson encouraged Ukraine to stay in the fight for the long haul in a surprise visit. Just three days after this Western intervention in Ukraine, Russian President Vladimir Putin declared that talks were at “a dead end,” and Israeli Prime Minister Naftali Bennett, has since said that the US and UK “blocked” negotiations.

https://www.fairobserver.com/world-news/the-wests-disastrous-decision-to-reject-peace-in-ukraine/

Última edição 1 mês atrás por Rodolfo
adriano Madureira
adriano Madureira
Responder para  Rodolfo
1 mês atrás

Não esqueça da Alemanha e Merkrl, que enganaram Moscou!

A Alemanha enganou a Rússia em um acordo de paz,os conhecidos Acordos de Minsk (Minsk I e Minsk II), assinados em 2014 e 2015, respectivamente, que visavam um cessar-fogo no leste da Ucrânia. 

 Os Acordos de Minsk, mediados pela Alemanha e França (junto com a Rússia e a Ucrânia e a OSCE como testemunha), tinham como objetivo oficial implementar um cessar-fogo e prever certa autonomia para as regiões separatistas de Donbas.

A “confissão” de Merkel: Em uma entrevista à revista Die Zeit, Merkel afirmou que o acordo de 2014 “foi uma tentativa de dar tempo à Ucrânia”, que usou esse tempo para se tornar mais capaz de se defender. 

O ex-presidente francês François Hollande corroborou essa visão.

As autoridades russas, incluindo o Kremlin e o Ministério das Relações Exteriores, interpretaram a declaração de Merkel como uma admissão de que os acordos eram uma “farsa” ou “artimanha” premeditada para enganar a Rússia e permitir o rearmamento da Ucrânia, e não uma tentativa genuína de paz.

 A Rússia usou o fracasso dos Acordos de Minsk, e posteriormente essas declarações, como parte de sua justificativa para a ofensiva militar em grande escala na Ucrânia em fevereiro de 2022, alegando que a Ucrânia e o Ocidente nunca quiseram a paz. 

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Responder para  adriano Madureira
1 mês atrás

O problema é tudo isso foi por conta da Rússia ter rasgado o Memorando de Budapeste sobre Garantias de Segurança de 1994 onde Ucrânia, Cazaquistão e Bielorrússia abriram mão de suas armas nucleares!

Pedro Mariano
Pedro Mariano
Responder para  Fabio Araujo
1 mês atrás

Vai repetindo, uma hora alguém acredita. Nunca em nenhum momento esses países tiveram armas nucleares, era tudo arsenal Russo, controlado pelos Russos.

Antunes 1980
Antunes 1980
1 mês atrás

A Ucrânia vem suportando ataques diários, com uma média de cerca de 400 drones atingindo Kiev e outras grandes cidades.
Em 2025, Moscou passou a focar de forma ainda mais intensa na destruição da infraestrutura ucraniana.

Além das centenas de milhares de perdas humanas, o risco de um colapso financeiro tornou-se insustentável.
Diante desse cenário, ocorre o recuo de Zelensky. Abrindo mão da OTAN.

Mesmo com todo o apoio dos Estados Unidos e da OTAN, a conta está ficando caríssima.
Por isso, tudo indica que em breve o acordo será assinado.

Poupando vidas e economia para o futuro.

Última edição 1 mês atrás por Antunes 1980
Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
Responder para  Antunes 1980
1 mês atrás

O grande “fiel da balança” nessa foi a China. Sem ela, a Rússia já teria desistido logo ao fim do primeiro ou segundo ano. Pequim deu todas as garantias possíveis à Moscou e já sabia de antemão sobre invasão, ou seja, quem deu o aval foi realmente a capital chinesa.
A Índia entrou no jogo depois e junto com a China, tiraram proveito financeiro, comprando petróleo e gás a preços muito abaixo do mercado.
O Brasil poderia ter feito algo semelhante com fertilizantes e Óleo Diesel, Trigo…mas o medo do vizinho do norte foi mais forte.

Sequim
Sequim
Responder para  Vinicius Momesso
1 mês atrás

Pra que iríamos nos meter neste atoleiro?

Deadeye
Deadeye
Responder para  Sequim
1 mês atrás

Porque o pessoal coloca a ideologia sob a politica externa. E o engraçado, que compramos diesel Russo a rodo desde 2022. Nós que eu digo a Vibra e a Refit, já que a Petrobras prefere importar do Oriente Médio e dos EUA.

Mimetaster
Mimetaster
1 mês atrás

O povo ucraniano acreditou que EUA e Europa iriam protege-los a todo custo até expulsarem os russos. Fica de lição pra outros países.

Quanto ao Zelensky, depois que a guerra acaber e ele fugir pra europa sob proteção total dos EUA + EU, vai passar o resto da vida com dinheiro saindo até pelo nariz, ele com a esposa e filhos num país da europa, comendo e bebendo do melhor, morando bem e longe do que será a ucrânia, destruída, pós ele.

Quanto ao povo ucraniano, ficará com uma dívida impagável, por umas três gerações, um país destruído, e sem saber como se reconstruir.

Cassini
Cassini
Responder para  Mimetaster
1 mês atrás

Exatamente!

Fora o desastre demográfico: milhões de pessoas (sobretudo homens jovens) mortos e outros tantos milhões de pessoas refugiadas em outros países e sem intenção alguma de regressar ao Estado falido que será a Ucrânia pós-guerra.

E há quem diga que é a Rússia a “grande perdedora” desta guerra.

Pedro Mariano
Pedro Mariano
Responder para  Mimetaster
1 mês atrás

Ele vai passar o resto da vida gastando dinheiro se não for eliminado e o Russos sabem fazer isso muito bem. Acho melhor ele subir na starship e ir para marte. Capaz que tem mais chances de sobrevivência.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Para a Ucrânia entrar para a UE é economicamente melhor que entrar para a OTAN, e outra coisa os EUA falam em dar garantia de segurança, imagino que seria algo semelhante ao compromisso com Taiwan, se tiver a garantia de segurança e a vantagem econômica da entrada na UE não há razão para insistir em entrar para a OTAN. E outra coisa o Trump tem afastado cada vez mais os EUA da OTAN e tem quem defenda que a UE crie suas próprias forças armadas se a UE criar uma força de defesa a Ucrânia entrado na UE vai fazer parte dessa força de defesa!

sub urbano
sub urbano
1 mês atrás

É pouco. Precisam ceder mais.

FAs limitadas a 600.000 homens.
Ucrania zona livre de armas nucleares e misseis balisticos.
Aceitar a anexação de Donbas e Crimeia.

Enquanto isso é continuam destruindo a infraestrutura ucraniana para pressionar melhores termos.

Sequim
Sequim
Responder para  sub urbano
1 mês atrás

Pois é. E tem gente achando que a Ucrânia poderia desenvolver arsenal nuclear e que a Rússia assistiria isso passivamente.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Responder para  Sequim
1 mês atrás

A Ucrânia tem respeitado os tratados que ela assinou, ela tem o conhecimento e os meios para fazer e não o fazem, mas a Rússia respeita os tratados assinados?

Rodolfo
Rodolfo
Responder para  Fabio Araujo
1 mês atrás

A Russia faz missil de cruzeiro movido a reator nuclear, produz um torpedo nuclear e o mundo assiste de camarote.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Responder para  Rodolfo
1 mês atrás

Não estou falando de armas, mas de respeitar tratados, a Ucrânia abriu mão de armas nucleares e respeita isso, os russos assinaram vários acordos e tratados reconhecendo as fronteiras com a Ucrânia e não os respeitam!

Rodolfo
Rodolfo
Responder para  Sequim
1 mês atrás

Ela tem capacidade tecnica. A questao é sempre politica no fim, se os ucranianos se sentirem seguros quanto ao desfecho dessa guerra e tiverem garantias de segurança da Europa, nao teria porque ter armas nucleares… mas abandonados ao relento qual outra opção eles tem? Seria isso ou estender o tapete vermelho pro Putin.
Quanto aos russos, claro que eles nao ficariam quietos se a Ucrania virasse um estado nuclear. Mas fariam o que exatamente? Boa parte dos engenheiros nucleares de Kharkiv que tem expertise com ogivas desde a URSS já estão no leste onde o país opera 3 outras usinas (Zaporija ta nas maos dos russos). Eles sabem produzir misseis balisticos, tem plutonio estocado… o que os russos poderiam fazer, um ataque nuclear preemptivo e começar a 3a guerra mundial?

Sequim
Sequim
Responder para  Rodolfo
1 mês atrás

A Rússia adotaria a mesma opção militar de Israel em relação ao Irã: bombardeios sistemáticos contra instalações nucleares. Interessante é que quando os israelenses fazem isso, ninguém teme que se comece uma guerra generalizada. E de mais a mais, a Europa toparia começar uma guerra nuclear por causa da Ucrânia?

Sequim
Sequim
1 mês atrás

A Rússia conquistou sua maior vitória estratégica.

BraZil
BraZil
1 mês atrás

É comediante, sentiu a realidade bater por todos os lados agora? Todos sabem que você é um pau mandado, desde o início. Foi colocado ai para ser o testa de ferro do stablishment em um projeto muito MAL planejado de “expansão e desgaste”. Vemos a tempos que o desgaste falhou, pois só tornou a Rússia mais forte e seus patrões Europeus mais fracos e agora até a expansão parece que vai pras cucuias. Onde está agora o Boris pra te aconselhar? e o Blinken para te dar garantias? pobre povo Ukraniano, que só queria levar suas vidas em paz e ria de você, quando tocavas piano com o pênis. Agora nem rir eles podem…

Zoe
Zoe
1 mês atrás

Ucrânia lutou bravamente. Mas em uma guerra prolongada como esta sendo, não tem chance.

Custou caro para a Russia esta “operação especial”

Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
Responder para  Zoe
1 mês atrás

Com certeza. Mas ao fim desse conflito, uma grande reestruturação militar vai ser feita nas FAAs russas.
Como um novo conflito não está mais na janela russa, pelo menos a médio prazo, dará tempo para reposição de soldados, aviação e armamentos.

Macgarem
Macgarem
Responder para  Vinicius Momesso
1 mês atrás

Russia vai precisar restruturar a economia também e tentar se reinserir nas cadeias mundiais de comercio.

Cassini
Cassini
Responder para  Zoe
1 mês atrás

Custou muito mais ainda para a Ucrânia.

A propósito, a Rússia sairá ainda mais forte após esta guerra.

Zoe
Zoe
Responder para  Cassini
1 mês atrás

Sim, afinal a Ucrânia será derrotada né.
Agora Rússia mais forte?

George A.
George A.
1 mês atrás

Ele abriu mão de um ponto que nem estava mais na mesa

Luciano
Luciano
1 mês atrás

Eu lembro que havia jornalista especializado, que dizia “já era pra Russia, a Europa vai transformar a Ucrânia em uma fortaleza, produzindo armas, e integrada a OTAN”. Meia dúzia de analistas sempre disseram que a Russia conseguiria os objetivos, pedindo muito, pra levar o que realmente quer.

Desde o início, atacar a Ucrânia com tudo, nunca foi opção para a Russia, eles não queriam destruir o país, e para isso, para ir aos poucos, sacrificaram milhares de soldados. Deus me libre lutar contra caras frios assim. De tudo isso, eu levo a seguinte lição: nunca encurrale um urso.

Bachini
Bachini
1 mês atrás

Acho que já vimos esta historia, com as armas nucreares ucranianas.

Heitor
Heitor
1 mês atrás

Sinto pelos ucranianos, mas vão voltar a ser capachos de russos igual Belarus

JuggerBR
JuggerBR
1 mês atrás

Zé, corre… Teu prazo de validade acabou… Cuidado com as janelas!

LUIZ
LUIZ
1 mês atrás

Toda essa guerra poderia ter sido evitada se os EUA não tivessem financiado um golpe de estado em nações tão complexas como a Ucrânia que tinha a Rússia como o maior parceiro econômico,político e militar. A Ucrânia e a Rússia eram países irmãos embriões da União Soviética. Ai vai os EUA e estragam tudo.

Sergio Machado
Sergio Machado
1 mês atrás

Mas na prática, o que Kiev ganha com um eventual acordo? Se tem que entregar o Donbass, pq nao lutar por ele? Os equipamentos, inteligência, armas, alvos…todos vem da OTAN. Ucrania entra apenas com a mão de obra.
Na 1ª opção, renunciaria à OTAN. Já na 2ª, poderia entrar para a OTAN, a menos que os russos não parem no Donbass e continuem até a capitulação total, correndo o risco de não conseguirem, visto que o conflito se arrasta por anos.
Tudo na realidade parece um teatro de ambos os lados, pois a linha dura do Kremlin deseja Odessa a fim de viabilizar um corredor de exportação através da Transnístria.
Entendo que os russos não querem parar, assim como os ucranianos igualmente, querendo apenas uma pausa para reagrupar e rearmar em função da grave situação atual.

Marcos Bishop
Marcos Bishop
Responder para  Sergio Machado
1 mês atrás

Sergio…
O Zelensky tá desesperado para acabar com a guerra. Ele sabe que os americanos encontraram outra fonte de terras raras e sabe que os europeus não querem abrir mão de mais recursos para financiar essa guerra.
O tempo dele acabou.
Vai ser largado sozinho logo se não encerrar…
O problema é que os russos não estão com pressa…

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Responder para  Marcos Bishop
1 mês atrás

Os russos não estão com pressa? A economia russa esta no limite assim como esta a ucraniana, os dois paises estão quase quebrados e vão sofrer para se recuperar, por isso o Putin quer o fim da guerra e a liberação do dinheiro russo confiscado na UE e nos EUA esse dinheiro se for liberado vai ajudar na recuperação da Rússia, mas a UE fala em usar para recuperar a Ucrânia.

Sergio Machado
Sergio Machado
Responder para  Fabio Araujo
1 mês atrás

Parece ser da mesma fonte de “Putin esta morrendo de câncer” e “Rússia só tem munição para 30 dias”.

Sergio Machado
Sergio Machado
Responder para  Marcos Bishop
1 mês atrás

Respeito, mas discordo.
Tem muita gente no entorno do Zelensky que ganhou e ganha muito dinheiro com o conflito. Manter o conflito significa fluidez de recursos e consequentemente mais desvios.
Além, resta evidente que Zelensky é útil a Moscou, que por razões diversas também parece querer a continuidade do conflito, mas oferece a capitulação nesse momento com o intuito de não arcar com o custo político.
Até a Europa parece querer manter a chama do conflito acesa. Tudo muito obscuro.

Ozawa
Ozawa
1 mês atrás

Engraçado é pensar que o Zé tivesse outra opção.

NUNCA TEVE!

adriano Madureira
adriano Madureira
1 mês atrás

A adesão à OTAN,foi um dos motivos do início da guerra.

A Rússia sempre sinalizou que não se oporia à entrada da Ucrânia na União Europeia, mas manteve uma forte oposição à sua adesão à OTAN.

A condição principal de Moscou para a paz é que a Ucrânia permaneça neutra e desista de suas aspirações de ingressar na aliança militar ocidental. 

Adesão à UE: O Kremlin reconhece o “direito soberano” da Ucrânia de aderir à UE e não vê a integração europeia como uma ameaça militar ou de segurança direta da mesma forma que vê a OTAN.

Adesão à OTAN: A expansão da OTAN para perto de suas fronteiras é vista pela Rússia como uma linha vermelha e uma ameaça existencial, sendo uma das principais justificativas para a invasão em grande escala em fevereiro de 2022.

A aceitação da Rússia para a entrada da Ucrânia na UE está condicionada à renúncia de Kiev à adesão à OTAN, o que é um ponto central nas atuais discussões diplomáticas para o fim do conflito. 

Mas o palhaço de Kiev, seja por inépcia ou por ter se deixado ser coagido pelos “parceiros europeus”, caiu no canto da sereia e tomou a fatídica decisão de querer aderir a aliança…

Cassini
Cassini
1 mês atrás

Se demorar muito, é capaz do Zelensky ser vítima de algum golpe de Estado e ser substituído por alguém mais concordante com o acordo de paz, mesmo às custas de exigências tidas como fundamentais e inegociáveis aos ucranianos.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
1 mês atrás

Mais do mesmo para encher linguiça. O Zé Ruenlensk teve coisa muito melhor que isso e os “mui amigos” não o deixaram assinar o tratado.

Eromaster
Eromaster
1 mês atrás

O Zé Lascado quer uma garantia que colocasse o Império e a Rússia em conflito futuramente. A Ucrânia irá fazer tudo futuramente pra isso ocorresse.

Acredito que os russos não vão aceitar esse tipo de garantia, pois é quase mesma que colocar a Ucrânia na OTAN.

Perdedor de uma guerra não dita as regras de um acordo, mas parece que o Zé Lascado se esqueceu disso.

Última edição 1 mês atrás por Eromaster