Rheinmetall e KNDS recebem aval para desenvolver tanque intermediário do Exército Alemão
O órgão antitruste da Alemanha aprovou a ampliação de um projeto conjunto entre a Rheinmetall Landsysteme e a KNDS Deutschland voltado ao desenvolvimento de um novo carro de combate para a Bundeswehr.
A autorização foi concedida pelo Bundeskartellamt, que deu sinal verde para que a estrutura da PSM Projekt System & Management GmbH — joint venture criada originalmente para o programa do veículo blindado Puma — seja utilizada também em um futuro contrato de tanques.
Segundo o comunicado oficial, a PSM deverá servir como base organizacional para um novo projeto de carro de combate que funcionará como uma solução intermediária. Esse blindado está previsto para preencher a lacuna operacional até a entrada em serviço, a partir de aproximadamente 2045, de um novo carro de combate principal desenvolvido no âmbito da cooperação franco-alemã.
O presidente do Bundeskartellamt, Andreas Mundt, afirmou que a avaliação concorrencial levou em conta o fato de que nenhuma das duas empresas seria capaz de atender sozinha aos requisitos do projeto. De acordo com ele, a cooperação não deve gerar impactos negativos à concorrência, nem no âmbito específico do programa nem em outros segmentos do mercado de defesa.
A Bundeswehr, como cliente do futuro sistema, estabeleceu exigências claras quanto às capacidades do novo carro de combate, que só podem ser atendidas por meio da cooperação entre Rheinmetall e KNDS.
Um dos objetivos centrais do projeto é permitir que o Exército Alemão receba os primeiros veículos já nos próximos anos, garantindo a manutenção das capacidades de combate blindado enquanto o programa de longo prazo do novo tanque europeu ainda está em desenvolvimento.■

Produzir o Leopard A8 em grande escala é inviável e complexo demais de manter.
Será que a Alemanha vai cair no mesmo erro da WWII? Tanques extraordinários, porém, muito complexos de construir e em quantidades muito limitadas, visto que foram superados em quantidades estratosféricas pelos ótimos tanques soviéticos T-34.
Tirando o Maus e o Tiger II, acho que os alemães se mantiveram bem realistas no que tange blindados, o Tiger I e o Panther eram extraordinários mas não tinham nada demais em sentido de produção, o Pershing, Super Pershing, IS-2/3, T-34-85 etc tinham uma complexidade parecida, o problema pros alemães foi o suprimento de aço e combustível mesmo, começou a ficar extremamente difícil pra eles a partir da segunda metade de 1943, por isso a produção foi diminuindo.
Tanto o Tiger I quanto o Panther eram pesados em termos de produção. Causavam muito impacto e utilizavam materiais demais sendo complexos demais. Ao longo do tempo (pouco tempo, diga-se de passagem), o Panther sofreu simplificações. O Tiger I foi substituído pelo II.
Super Pershing foram produzidos o quê? Seis convertidos? IS-2 foram muitos, mas os IS-3 chegaram nos dias finais da Guerra e tiveram impacto nulo. Agora T-34-85… ô… esse sim… foi a versão que transformou o T-34 em uma biboca promissora em um tanque excelente, mesmo que a qualidade de produção não fosse das melhores, conseguiam ser máquinas extremamente eficientes e fáceis de produzir e manter. Tipo os Sherman.
No sentido técnico, o panther foi o melhor tanque da guerra. Era uma máquina muita a frente dos outros tanques.
Já em termos totais, facilidade de manutenção e e etc, o T34 foi o melhor, a versão 85mm.
Briga boa, mas acho o Panther mais completo, sei que considera o Centurion, mas pra mim o Panther foi o primeiro MBT da história, ou proto MBT, pelo menos.
Sim, eu estava lendo sobre o Panther esses dias, a versão mais produzida foi a simplificada, não que ele não fosse complexo, afinal, é uma máquina de mais de 40t, mas não era algo surreal, a Alemanha teria feito muito mais dele se o suprimento de aço não tivesse ficado curto, mesma coisa algumas aeronaves, pelo que sei eles começaram até a usar outros materiais chinfrim nos aviões pra poupar metal pros blindados.
“Segundo o comunicado oficial, a PSM deverá servir como base organizacional para um novo projeto de carro de combate que funcionará como uma solução intermediária. Esse blindado está previsto para preencher a lacuna operacional até a entrada em serviço, a partir de aproximadamente 2045, de um novo carro de combate principal desenvolvido no âmbito da cooperação franco-alemã.”
Antes de ler essa parte, eu já ia perguntar se esse projeto “tampão” seria o próprio projeto franco-alemão.
Será que a Alemanha fará um MMBT?
A palavra intermediário esta diretamente ligada ao fato de ser um MBT novo que se colocará ENTRE os atuais e o futuro MGCS.
Intermediário por estar entre 2 coisas no tempo.
Temos os atuais Leo2A8 e temos o futuro MGCS para 2040 ou 2045. E no meio disto teremos esse novo MBT que podera ser nomeado como Leo2A9 ou provavelmente Leo3.
Apesar do requisito de menor peso não acho que será classificado como MMBT.
Mas a dúvida que me gera é o com relação ao KF51, os alemães já estão criando o Leo A8, ai criaram mais o KF51 em duas versões, uma com uma torre mais simples de 120mm pra atuar como um MMBT, e outro com uma torre não tripulada com canhão de 130/140mm que chamaram de Panther, ai lá mais pra frente vão fazer o EMBT com a França.
Achei que já tinha um high-low definido entre Leo A8/KF51 Panther com o KF51 120mm.
Isso fora os Leo A7 que continuariam em serviço. A Alemanha atual tá criando tantos carros quanto a Alemanha do pintor austríaco kkk
KF51 é um produto de desenvolvimento privado da Rheinmetall, com foco em exportação, tal qual o KF41.
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A expertise da Rheinmetall em termos de torres/canhão, será empregado nesse novo desenvolvimento, que poderá ser chamado de Leopard 3, enquanto a KNDS fica com o chassi.
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Aquela torre remotamente controlada apresentada no Panther, se equipada com um canhão de 130 mm, pode dar uma indicação de como será essa novo blindado.
Poderá ser algo como, essa base:

Com o produto final advindo desse conceito de torre:

Entendi, muito elucidativo!
Mas com relação ao novo carro, acho que o canhão de 130mm vai pesar muito pras 50t que os alemães querem
O KF-51 não é criação do exército alemão, nem foi encomendado.
É um produto 100% da empresa Rheinmettal.
Esta empresa é especialista em canhões e fornece o canhão do Leopard 2.
Mas o Leopard 2 é um produto da KMW que agora é a KNDS pois firmou parceria com a empresa francesa.
A Rheinmettal costuma produzir quase tudo para os seus blindados, isso gera economia para eles, maior independência e maiores lucros. Mas nem sempre eles possuem os melhores equipamentos.
A KNDS compra equipamentos de outros fornecedores e faz a integração.
O sistema Hard kill do Leo2A8 é o israelense Trophy.
O sistema Hard kill do KF-51 é um próprio da Rheinmettal.
Acho que por isso o exército alemão não abre mão da KNDS e insiste em colocar os 2 grupos para trabalharem juntos neste novo MBT.
Provavelmente o canhão será Rheinmettal mas o chassi e outros componentes serão da KNDS.
O KF-51 está sendo adotado pelo exército italiano. A Rheinmettal aceitou fazer uma joint venture com a empresa italiana Leonardo. Será o MBT da empresa alemã com sensores da empresa italiana.
O KF-51 tem peso divulgado de 59 toneladas, menor que o peso do Leo2A8, porém acima do peso máximo de 50 toneladas planejado para este novo MBT planejado pela Alemanha.
A Alemanha encomendou 123 Leo2A8 com entregas entre 2027 e 2030.
Recentemente anunciaram que pretendem encomendar + 75 Leo2A8.
Então estamos falando de 198 Leo2A8 com entregas ate 2030 ou um pouco mais.
O futuro MBT em parceria com os franceses que deverá trazer tecnologias revolucionárias esta atrasado e somente em 2040 ou 2045 estará em operação.
A Alemanha ja divulgou a intenção de adquirir 1.000 novos MBTs nos próximos 10 anos.
Então provavelmente serão cerca de 200 Leo2A8 + cerca de 800 desse novo MBT intermediário.
Eu acho que deverão colocar o nome de Leopard 3…
A Alemanha esta se esforçando para baratear o preço do Leo2A8 porque esta com dificuldade de competir com o K2 sul-coreano que é mais barato.
Alguns citam mais de 30 mi de euros e outros já falam em cerca de 20 mi de euros.
Talvez com menor peso e um grande pedido de várias centenas, o novo “Leo3” poderá custar próximo de 20 mi de euros.
Se isso ocorrer, devera vender muito.
Pode ser uma boa oportunidade para o EB, vamos aguardar as especificações do projeto…
“Boa oportunidade pro EB”
Esse projeto já nascerá custando milhões a unidade + bilhões pelo pacote completo logístico envolcido nele.
Nem em sonho o EB tera grana pra entrar nessa.
Quanto mais encomendas mais o preço baixa, o problema é o Brasil pedir ToT, fabricação no Brasil, comissões, viagens, e no final desistir do negócio e preferir comprar mais Leo 1 e cascavel…”O Brasil não perde a oportunidade de perder uma oportunidade”.
A menos que esse CC seja um sucesso enorme de vendas, vendendo mais que Mirage e Mig na Guerra-Fria, seu preço final não sofrerá nenhuma mudança significativa.
Vai continuar sendo caro pros padrões do EB.
O EB deveria tentar participar e tentar produzir sobe licença o MBT Turco, com autorização para proceder as modificações necessárias para o uso no EB
Nos padrões europeus será caro e este desenvolvimento pode levar um tempo , tempo este que o EB pode não ter devido a necessidade de algo a curto e médio prazo para substituir seus MBTs.
O mais próximo que os europeus fizeram de equipamento “barato” ( ou pensado em específico pra quem não tinha muita grana foi a família Mirage e os IKL’s.
De resto, só pra quem tem grana.
O EB vai morrer abraçado aos Leo1 até sobrar um último, que seria o Fransksteein de todos os anteriores. E o mercado de usados de CC’s, que sempre foi a tábua de salvação do EB, secou em definitivo.
Ou isso, ou acontece algum milagre no meio do caminho, coisa que duvido com força.
Alemanha vai ser tornar uma potencia militar com ajuda o Putin e Trump.
Pode anotar ai.
Putin acordou um gigante adormecido, e de quebra acordou a Polônia também, e de quebra também ganhou uma fronteira maior que a da Ucrânia com a Otan, a Finlândia.
E também ganhou um país que outrora era seu aliado para se seu inimigo mais ferrenho.
Baita jogada…
Discordo só na parte da Ucrania, ela já estava sendo dominada aos poucos pelo ocidente, já fazia tempo
ou querer deixar de ser dominada pela Rússia, como em todos os países de Leste, exceto a Bielorrússia…
também kkkk
Ucrania é um peão de um lado ou outro, isso é fato.
com certeza
O gênio 7D ainda fez a Armênia correr pro colo da França e virar hater da Rússia, depois ele fez o Turcomenistão, Azerbaijão e Cazaquistão se afastarem (Azerbaijão chegou a ameaçar a Rússia de guerra recentemente kkk) e ainda perdeu a Síria, joga demais o Pudim.
Se não resolverem o que fazer com o exagerado estado de bem estar social, considerado atualmente como impraticável, não vai ser não.
Acho que esse premier atual tem um alinhamento diferente dos anteriores nesse sentido.
Quem enfiou a Alemanha na lama atual foi a Merkel e as ideias genias de ESG dela como gás natural e desativar usina nuclear e por ai vai.
Mais um destruidor de pontes.
A propósito: observem a mobilidade tática do novo tanque do Peru.
E ainda tem maluco que acredita que ele não opera na geografia brasileira.
https://www.youtube.com/watch?v=RA9qCHJgCgQ
O brasileiro médio, que além de mal educado é mal informado, sempre vai sair pela tangente da pirraça, quando confrontado com qualquer argumentação minimamente séria.
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https://en.defence-ua.com/industries/germanys_new_tank_should_weigh_no_more_than_50_tons_what_are_the_plans_to_decrease_the_weight_by_20_tons-5674.html
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“The new Bundeswehr tank should have a combat weight of no more than 50 tons: this figure was announced by the inspector of the German army, Lieutenant General Alphonse Mays, and this can actually be a serious problem for the designers of the main battle tank.”
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Traduzindo, para você, que já postou diversas vezes textos em inglês cujo quais não soube interpretar o conteúdo: os alemães já manifestaram o desejo por um MBT com menos de 50 toneladas de peso de combate.
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Pq será que eles querem reduzir tanto o peso dos atuais Leopard 2?
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E pq será que o MGCS também tem como requisito 50 toneladas de peso de combate?
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No mais, sobre o vídeo: esse barrinho aí não é nada.
O único mal educado e mal informado aqui é você. Sempre desrespeitoso quando contrariado, aliás.
Aqui no Brasil tem barrinho mesmo perto da Europa que tem degelo e regiões pantanosas.
Pesquise quantos membros da OTAN compraram recentemente Leopard 2, K2 e Abrams.
K2 foi apenas a Polônia, Abrams apenas a Polônia e EUA, Leopard 2 ai sim foram muitos, mas muitos desses países não tem tantos problemas com pântanos(é mais depois da Polônia que tem mais pântanos) e degelo sim, mas não significa que seja barato ou que eles não gastem muito mais e seja muito mais difícil movimentar esses tanques e esses países que compraram não tem indústria de blindados muito desenvolvida ou dinheiro para um projeto do zero, um exemplo de países que tem muitos pântanos e um degelo muito pior são a Russia e Ucrânia e em ambos os tanques como leopard 2 e Abrams se saíram de maneira ruim(em relação ao terreno), em relação ao Brasil, já viu a infraestrutura de boa parte do Brasil? os únicos lugares que seriam bons os usos de carros de combates pesado é no Sul e mesmo assim não seria uma das melhores opções por ter vários rios, e o Brasil não tem dinheiro para comprar esses tanques pesados, além da infraestrutura também tem o custo de manutenção, operação e aquisição. Para o Brasil que não tem muito dinheiro para gastar em defesa e que precisa de plataformas mais modernas e que possa ser um IFV e CC(com as devidas modificações) é muito mais importante que ter um tanque que vai ser usado em regiões mais limitadas
Membros europeus da OTAN
K2 – Polônia, Romênia (em negociação) e Eslováquia (em negociação)
Abrams – Polônia e Romênia
Leopard 2A4 – Rep. Tcheca (desde 2022), Finlândia, Turquia, Noruega, Espanha, Eslováquia (desde 2022), Polônia, Grécia e Hungria (desde 2020).
Leopard 2A5 – Alemanha, Polônia e Suécia
Leopard 2A6 – Alemanha, Finlândia, Grécia, Holanda, Portugal e Espanha
Leopard 2A7 – Alemanha, Dinamarca e Hungria
Leopard 2A8 – Alemanha, Rep. Tcheca, Noruega, Lituânia, Suécia e Croácia (em negociação)
Leopard 2A7/A8 são aquisições recentes.
O Leo 2 não se saiu mal no terreno ucraniano, ele foi elogiado lá, quem se saiu pessimamente foi o Challenger 2 em primeiro lugar, e depois o Abrams, que foi menos pior, mas ainda sim se complicou.
Lembrando que Abrams ucraniano recebeu toneladas de ERA.
Esse barrinho não é nada, pois é como pode ficar qualquer estrada de interior depois da passagem de vários blindados de uma unidade, quando o terreno está encharcado. É esperado. É comum. E é uma porcaria, principalmente para os meios sobre roda e vai ocorrer tanto aqui, quanto na Europa.

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Um blindado sobre lagarta vai se mover enquanto não calçar o fundo, seja Leopard 2A8, M1A2 Sep V3, Leopard 1A5 BR, M113 BR… E quando se atola um blindado, que calça o fundo, vira uma novela mexicana. Quanto mais pesado, mais complicado fica para arrastar o blindado para fora do buraco, pois se exige muito mais capacidade dos meios de engenharia.
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É mais fácil tirar um Leopard 1A5 dessa situação, que um K2, afinal, são praticamente 10 toneladas de diferença. E é mais fácil tirar um K2 dessa situação, que um Leopard 2A8:
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Europa tem regiões extremamente complexas para operação de blindados, rasputitsa e etc. E tem muita história. Se você for dar uma pesquisada, vai verificar que a condição do terreno e até mesmo a questão das pontes, tem ligação direta com requisitos de mobilidade, seja dos nossos Leopard 1, seja do exército vermelho e seus T-72… E esses requisitos estão “ganhando peso” novamente em projetos para o médio e longo prazo, inclussive, por conta das experiências na Ucrânia, que estão relembrando lições que já aprendidas no passado.
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Ahhh… Sim. A questão das aquisições de MBTs de projetos existêntes. Veja que a questão do prazo tem grande relevância, assim como o apoio a indústria local, no processo de rearmamento com aquilo que já se conhece, em termos de doutrina vigente. É lógica de curto prazo.
Você é abaixo da média brasileira , arrogância demais e relevância de menos.
Nem tenta debater. A rapustisia na Ucrânia e Russia deixa o solo tão ruim quanto no Brasil.
Porém aqui tem desculpa para tudo, solo, ponte, ferrovias, pranchas ferroviárias, disponibilidade e doutrina.
Apenas não citam o obvio: incompetência do setor de aquisição do EB e falta de dinheiro.
Já que né. Desde 2000 o orçamento em termos reais do Ministério da Defesa cresceu 250%, porém todo o gasto adicional foi para o pagamento de pessoal…
“…esse barrinho aí não é nada…”
Não é nada mesmo.
Nem cócegas faz.
Um barro bom pra testar, em período de chuvas é a transamazonica.
Mas quer encontrar um terreno tenso de encarar?
Só buscar por solo argiloso dentro de areas de extração de madeira, chuvoso e onde passam muitos maquinarios pesados constantemente, que trabalham a argila.
Faz frente contra qualquer solo russo ou ucraniano.
Situaçao bem tranquila. Agua empossada sazonal e barro tipo arenoso. Dentro do 29 ficava pior que isso e logo depois dos fundos do batalhao tinha um passo exatamente igual numa “sanga”.
Barro que é problema nao é este ai. Sao banhados com valetas e olhos de boi. Areas alagadas boa parte do ano onde o capim encobre e depois se torna uma especie de ” agregado”. Voce nem vê quando entra e cai numa valeta de 1.20 m do nada. A lagarta vai cavando. A textura é de argamassa mole. A certa altura verte agua.
Eu mesmo ja atolei blindados ( no Cism abaixo do PO do general) e ja vi ate 3 puxando um no CISM ( Gravatas).
Tu encontraras fotos e videos do chalenger 2 imobilizado na lama a 1.5 m de profundidade na Ucrânia. Vai meio dia tirar um. E nem tinba esta agua do video. Éa textura do solo.
A lama daqui do sul é igual aquela.
Olha que gracinha o Challenger 2 brincando na lama, e ainda tá recebendo carinho dos cuidadores, o mundo animal é realmente lindo
Tanque leves e intermediários que sejam rápidos e bem armados e equipados com sistemas antidrones podem ter mais chance de sobreviver contra drones do que tanques pesados e lentos, mas dificilmente vão substituir os pesados vão ser complementares com cada tipo tirando proveito de seus pontos fortes.
Os alemães já não possuem uma versão do Boxer com um canhão pesado? Acho que 120mm se não estiver enganado.
A Rheinmentall tem o KF51, pq eles não compram logo, pq querem dar mais ajuda para KNDS (KMW), sinceramente, um erro.
Pensei a mesma coisa ” E o Panther?”
Os americanos estão com um novo projeto para substituir os Bradley armado com canhão de 50mm. Se der certo pode surgir outros veículos similares.
Me desculpem a mudança de assunto, mas o que vcs acham dessa notícia aqui: https://www.zona-militar.com/2025/12/11/el-ejercito-del-peru-confirmo-la-compra-de-nuevos-sistemas-de-artilleria-de-cohetes-puls-coproducidos-por-fame-y-elbit-systems/
Dois pontos:
O Peru tá parecendo a Polônia da América Latina: se armando um monte.
E a gente não devia ter algum equipamento desse nível, não? Ou já temos e eu que não sei…
Ate agora so intenções. O que vale é contrato assinado. Caças, navios de apoio, fragatas, mbt, nao terao dinheironpra isso
só intenção?
https://www.zona-militar.com/2025/12/10/el-ejercito-del-peru-avanza-en-la-compra-de-nuevos-tanques-k2-black-panther-y-vcbr-8×8-k808-a-corea-del-sur/
Ta assinado contrato? Tem desembolso previsto? Cronograma de entregas? Valor?
Avança na compra sem contrato assinado é so intenção, desejo. Protocolos, termos, acordos previos…nada disso garante nada. So contrato assinado vale.
Quantos acordos, protocolos de intençoes e cartas a Argentina assinou e quantos se tornaram realidade nonpassado recente?
ok. você tem razão. vamos aguardar.
Eles estão substituindo coisas antigas e se livrando de cacareco russo.
o Brasil tem superioridade aérea em relação ao Peru, o Peru usará esses blindados na fronteira com o Chile, porque a fronteira com o Brasil é a Amazônia, o Brasil tem mais quantidade de veículos novos, o Brasil tem mais tecnologia que o Peru, o Puls serão apenas 3 unidades e são basicamente Astros II, tem empresas do Brasil que estão produzindo os próprios misseis de cruzeiro, e tem desenvolvimento de misseis balísticos, acho que é muito mais impressionante o que o Brasil está fazendo que o Peru, que compra algumas coisas só que em poucas quantidades
Qual empresa do brasil fabrica misseis de cruzeiro ?
e não o Peru não está se armando um monte, eles estão apenas trocando equipamentos antigos(bem antigos) por mais novos
“Aaaaiiiinnnn….ótima oportunidade para o EB”.
Meu amigue, o EB está recauchutando Cascavel e mandando a tropa almoçar em casa em alguns dias da semana porque não tem dinheiro.
Esquece essa de MBT. Com sorte, muita sorte, e um pouco de macumba quem sabe, vai vir um MMBT do tipo CV-90, apesar que prefiro um Tulpar da vida porque é mais barato. E caso aconteça, será “meia dúzia” para poder fazer desfile e ser potência regional.
2045??? e é porque estão com pressa…