UH-60M EB

Essa entrega reforça as capacidades de transporte aéreo tático, evacuação médica e resposta a desastres do Brasil

São PAULO, BRASIL – 16 de dezembro de 2025 – O Exército Brasileiro recebeu o primeiro helicóptero UH‑60M Black Hawk, de uma frota de 12 helicópteros que fortalece as capacidades de transporte aéreo multifuncional e de assistência humanitária do país. O helicóptero Black Hawk é uma aeronave versátil pronta para apoiar as missões do Exército Brasileiro, incluindo transporte de tropas, evacuação médica, busca e salvamento e resposta a desastres.

“A chegada do primeiro helicóptero UH‑60M Black Hawk ao Brasil é um momento de orgulho em nossa parceria contínua”, afirmou Rich Benton, vice‑presidente e gerente-geral da Sikorsky. “Essas aeronaves desempenharão um papel crítico no apoio às operações do Exército Brasileiro, e estamos comprometidos em fornecer suporte logístico excepcional para garantir seu sucesso contínuo.”

A confiança do Exército Brasileiro no helicóptero Black Hawk evidencia o histórico comprovado da aeronave e a forte parceria entre o Exército e a Sikorsky, que já dura 28 anos. Desde a aquisição dos primeiros Black Hawks em 1997, a Sikorsky tem oferecido suporte logístico robusto, garantindo que as capacidades de aviação do Exército permaneçam altamente eficazes. A Força Aérea Brasileira também opera uma frota de helicópteros UH‑60L Black Hawk, aumentando a interoperabilidade entre as forças.

Operado por 36 países e validado com mais de 15 milhões de horas de voo, o Black Hawk é o helicóptero multipropósito de referência para missões ao redor do mundo.

Sobre a Lockheed Martin

A Lockheed Martin é uma empresa global de tecnologia de defesa que impulsiona a inovação e avança a descoberta científica. Nossas soluções de missão em todos os domínios e a visão 21st Century Security® aceleram a entrega de tecnologias transformadoras para garantir que aqueles a quem servimos estejam sempre um passo à frente e prontos. Mais informações em LockheedMartin.com.■


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José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
1 mês atrás

Porque nenhuma matéria diz de maneira objetiva se é novo ou segunda mão?

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
1 mês atrás

Procurei nas 4 matérias sobre essa compra no ForTe, e nenhuma delas especifica.
Mas como é FMS, imagino que seja usado, salvo engano.

Deadeye
Deadeye
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Eles são praticamente novos, era uma ordem de helicópteros que o US Army não pegou, tem pouco ou nenhum uso.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Deadeye
1 mês atrás

Não é nada disso. São aeronaves compradas pelo US Army em um contrato de 172 aeronaves, sendo que a maioria era para países parceiros, via FMS. E é assim que funciona: o governo dos EUA compra do fabricante, pagando o preço que ele paga como se fosse para uso próprio, e repassa para os países utilizadores do FMS. Por isso a confusão de que eram helicópteros do US Army. São aeronaves novas!!

Última edição 1 mês atrás por Santamariense
Deadeye
Deadeye
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Você literalmente falou o que eu disse de forma diferente “ordem”, é sinônimo de compra.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Pois é, o EB não é claro na divulgação da aquisição, e essa informação é importante.

joao
joao
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
1 mês atrás

Isso já foi dito zilhões de vezes……

Bardini
Bardini
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Tu chegou a comentar na publicação do EB que confirma a aquisição destas aeronaves.
.
https://www.forte.jor.br/2024/11/17/video-exercito-brasileiro-confirma-aquisicao-de-12-novos-helicopteros-black-hawk/
.
A preocupação em ser um dos primeiros a comentar algo genérico em todas as publicações, para atender o senso comum e emplacar likinhos é tão grande, que o que importa passa batido…

Última edição 1 mês atrás por Bardini
Augusto
Augusto
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
1 mês atrás

São novos de fábrica, destinados ao exército americano, mas não incorporados, por serem considerados excedentes. Por isso são disponibilizados a aliados como EDA (Excess Defense Article).

Santamariense
Santamariense
Responder para  Augusto
1 mês atrás

Não, o EDA é outro mecanismo. Essa compra foi via FMS, onde o governo dos EUA adquire do fabricante, pagando mais barato, e repassa ao país comprador. O EDA utiliza equipamentos usados ou semi-novos que pertenciam, de fato, ao governo dos EUA.

Augusto
Augusto
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Errado! EDA é o tipo de equipamento (excedente). FMS é o mecanismo (venda/assistência) que pode usar o EDA. Foi o caso dessa compra.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Augusto
1 mês atrás

Negativo. Esse equipamento não era EDA. Foi comprado para ser repassado via FMS desde o começo. Não foi uma compra para os EUA que depois eles mudaram de ideia e não quiseram mais.

Augusto
Augusto
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Meu Deus! Prezado, você insiste em ficar dando informação errada aqui. Estes helicópteros são EDA, adquiridos no esquema “as-is, where-is”. Se quiser insistir, leia este trecho do artigo que saiu HOJE no defesasereaenaval, confirmando tudo o que eu já havia informado antes aqui:

“O Exército dos EUA (US Army) realizou um encomenda, em junho de 2022, de 255 helicópteros UH-60M Black Hawk à Sikorsky, dentro do programa Multi-Year X, com duração de 5 anos.

No total, o programa prevê a fabricação de 120 unidades para o US Army e os “excedentes”, chamados de “Excess Defense Articles”, seriam disponibilizados para aquisição por países amigos via FMS (Foreign Military Sales).

Os helicópteros que estão em processo de aquisição pelo Exército Brasileiro serão do “Excess Defense Articles”, ou seja, serão novos de fábrica e não aeronaves usadas dos excedentes do US Army.”

Santamariense
Santamariense
Responder para  Augusto
1 mês atrás

Calma… respira. Não precisa arrancar a calcinha pela cabeça. Me enganei, tens razão. Os helicópteros foram adquiridos via FMS do governo dos EUA, que os havia adquirido, via US Army, para disponibilizar parte para o próprio exército norte-americano e parte para venda a outros países, e aí foi que esses 12 exemplares foram comprados pelo governo brasileiro para o EB. De novo, calma…olha o stress…

André Sávio Craveiro Bueno
André Sávio Craveiro Bueno
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Prezado, seria algo similar ao que Portugal fez com o KC-390?

Santamariense
Santamariense
Responder para  André Sávio Craveiro Bueno
1 mês atrás

Caro André, o KC-390 foi comprado pelo governo português diretamente da Embraer. Foi uma negociação de compra/venda normal. O FMS envolve negociações governo a governo.

Santamariense
Santamariense
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
1 mês atrás

É novo!! Já te foi respondido mais de uma vez!! E novo!!

Bueno
Bueno
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Santamariense, Vc consegue identificar se O cockpits é igual ao da FAB (Garmin G5000H ) ?

Bueno
Bueno
Responder para  Bueno
1 mês atrás

Mandei o video para a IA , é diferente a resposta:

cockpit na imagem e no vídeo é o sistema Northrop Grumman OpenLift/UH-60V.

https://www.youtube.com/watch?v=fOuKFwfHCwI

Santamariense
Santamariense
Responder para  Bueno
1 mês atrás

Isso, achei que era.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Bueno
1 mês atrás

Não é, Bueno. Pelo que percebi é diferente. Creio que seja da Collins Aerospace ou Grumman.

Última edição 1 mês atrás por Santamariense
Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 mês atrás

Great.
Quanto mais desses helis pras 3 FA’s, melhor.

J L
J L
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Seria de fato muito bom. Os da FAB são usados, para complementar os que ela já usa principalmente para terem uso na região norte.

Plínio Jr
Plínio Jr
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Sim, principalmente para uso nas regiões Norte e Centro , onde são fundamentais, uns 50 deles para começo estava bom, e uns 10 CH-47 ficaria ainda melhor.

Rodrigo
Rodrigo
1 mês atrás

Apesar de tudo, se não fosseno FMS provalvemente nao teriamos nem forças armadas…pois todos os projetos de transferência de tecnologia somente o do AMX pode ser considerado um caso de sucesso…o resto a história esta ai para mostrar a realidade

José Gregório
José Gregório
Responder para  Rodrigo
1 mês atrás

O AMX foi caso de sucesso???????? Com a ToT do AMX, que avião o Brasil construiu depois? NENHUM. Todo ferramental apodreceu, perdeu-se o conhecimento, os engenheiros se aposentaram. Pagamos peso de ouro sem nenhum ganho para o país, absolutamente NENHUM.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  José Gregório
1 mês atrás

“Sucesso” pra área comercial da Embraer, que absorveu o conhecimento e os aplicou em seus projetos pro mercado civil.
Pra área militar da Embraer e pra FAB, foi zero.

“Todo ferramental apodreceu, perdeu-se o conhecimento, os engenheiros se aposentaram. Pagamos peso de ouro sem nenhum ganho para o país, absolutamente NENHUM.”

Aconteceu com os IKL’s, aconteceu com as Niteróis, e vai aconteceu com os Riachuelos e FCT’s.

Fica vendo.

Miguel Felicio
Miguel Felicio
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Penso que ….”“Sucesso” pra área comercial da Embraer, que absorveu o conhecimento e os aplicou em seus projetos pro mercado civil.
Pra área militar da Embraer e pra FAB, foi zero.”…….culpa única e exclusivamente da FAB, que como as outras duas tem um planejamento de curto prazo, o resto são devaneios…….caso citado dos ILL’s, caso das fragatas Niterói, caso do AMX citado (que mesmo quando se “planejou” sua modernização não pensaram na situação dos motores”, caso agora dos Gripen’s, caso dos A-Darter, caso dos Osórios, etc……..

Renato Pereira
Renato Pereira
Responder para  José Gregório
1 mês atrás

Em termos de conhecimento o AMX sim foi um sucesso!

Não confunda as coisas e não esqueça, ou aprenda, que o projeto foi sabotado em inúmeros aspectos. Não deixaram dar certo: os A1 ainda hoje voam sem mísseis ar-ar, o canhão não era o mesmo da versão italiana, apesar de ser projetado para ter capacidade ar-mar eles só tiveram radar com essa capacidade quando instalaram os Scipio01 uns 10/12 anos atrás…

J L
J L
Responder para  José Gregório
1 mês atrás

Eu mesmo conheço um suboficial da FAB que foi para a Itália ficou lá por um bom tempo para pegar o ToT da manutenção dessas aeronaves. Adivinha onde ele está hoje. Quem falou em casa aposentado acertou !

João
João
Responder para  J L
1 mês atrás

Merecidamente

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  José Gregório
1 mês atrás

ToT do AMX? Fizemos vários aviões. E-145/175/190, os E-2, A-29, KC-390… É muita raça de avião. Todos de sucesso.

Entenda que o ToT para a empresa só dá retorno para a área militar quando existe demanda. Não havendo demanda, não há aplicação do conhecimento. Então aplica-se o conhecimento na área civil. E funcionou bem. A empresa cresceu, desenvolveu tecnologias próprias (tipo fly-by-wire), e continua pronta para absorver mais tecnologias e seguir desenvolvendo, projetando e construindo aeronaves para o Brasil.

Mas o governo Brasileiro, se quiser aeronaves militares, TEM que comparecer na forma de pedidos. Caso contrário as aplicações vão sim ser focadas na área civil.

Kornet
Kornet
Responder para  José Gregório
1 mês atrás

Foi graças a ele que a EMBRAER decolou mais alto.
Na parte militar o 314 e 390 são provas.
Agora se não desenvolvemos caças supersônicos tem que perguntar à FAB.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Rodrigo
1 mês atrás

“Apesar de tudo, se não fosseno FMS provalvemente nao teriamos nem forças armadas…”

Foi como eu disse uma vez:

Se não fosse o “saldão de usados” dos EUA e Inglaterra, a MB seria a marinha do Paraguai.
O EB então….

Rodrigo
Rodrigo
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Triste realidade…a FAB caminha a passo largo para ser torna uma empresa de taxi aero. Só esse ano perdeu 40% dos pilotos para a iniciativa privada, por falta de aeronave que desestimula cada fez mais. O custo dw formação de um piloto e gigante . Levaremos no mínimo 2 década sendo otimista para recuperar a situação da FAB.

EduardoSP
EduardoSP
Responder para  Rodrigo
1 mês atrás

Garoto, você sabe tudo né?
Mas o que sabe melhor é inventar números.

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Rodrigo
1 mês atrás

Cara, se perdemos 40% dos pilotos, a FAB simplesmente deixaria de operar.

Burgos
Burgos
Responder para  Rodrigo
1 mês atrás

Não procede essa sua informação (40%) dos pilotos da FAB é muito 👀
Que eu saiba parece que só foram 14 esse ano de baixa da FAB 🤷‍♂️
Esses 40% vc está mandando quase a metade dos pilotos embora da FAB🥴

Última edição 1 mês atrás por Burgos
Macgarem
Macgarem
1 mês atrás

Agora que o Trump voltou a seguir o Lula no X e a amizade está solida, poderia rolar umas compras boas ai.

Ainda mais que os EUA vão focar na america nos próximos anos.

AntonioS
AntonioS
1 mês atrás

Bem vindos, vai ter manutenção local em breve? deveriam trazer alguns de resgate para defesa civil de estados amazônicos.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

O EB vai adquirir kits de armamentos para esses UH-60?

Colombelli
Colombelli
Responder para  Fabio Araujo
1 mês atrás

Nao consta previsao alem das merralhadoras

Bosco
Responder para  Fabio Araujo
1 mês atrás

Não é comum helicópteros utilitários terem mais que metralhadoras laterais.
Isso era comum (armados com foguetes e metralhadoras direcionadas para a frente) antes do emprego massivo de helicópteros de ataque.
Para um helicóptero utilitário levar armas ele teria que ser modificado e aí não seria mais um utilitário (UH).

Bueno
Bueno
Responder para  Bosco
1 mês atrás

O H145M virou uma árvore de Natal de sensores; tem coisa pendurada até nos esquis.
O que importa é o gato pegar o rato, não importa o quanto se gaste com ele no PET, rsrs.

https://www.helibras.com.br/pt-br/helicopteros-civis/helicopteros-militares/h145m

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Responder para  Bosco
1 mês atrás

Os colombianos colocaram um kit israelense com mísseis antitanque e foguetes nos seus Blackhawks AH-60L Arpía IV sendo uma plataforma de ataque e dissuasão com armamento pesado como canhões, mísseis (incluindo SPIKE NLOS e Delilah) e lança-foguetes e os americanos desenvolveram kit semelhante com foguetes e mísseis antitanques o MH-60L DAP armados com mísseis antitanque AGM-114K Hellfire II, foguetes guiados APKWS e mísseis ar-ar ATAS, com uma classificação de batalha ligeiramente inferior à do Apache Longbow. São versões especializadas, mas alguns kits desse tipo podem ser bem úteis para unidades especiais! Não falo em equipar todos mas ter alguns armados!

Augusto José de Souza
Augusto José de Souza
1 mês atrás

Quando devem chegar os do Rio de janeiro? Deve ser mais de um modelo para pmerj e pcerj. A versão de resgate seria excelente também para o cbmerj ou então o S-76 e S-92 que podem ser usados tanto em salvamentos no litoral,quanto em combate a incêndio e ações de desastres naturais na região serrana.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Augusto José de Souza
1 mês atrás

O RJ comprou helicópteros desses modelos?

RDX
RDX
Responder para  737-800RJ
1 mês atrás

Ótima notícia

Santamariense
Santamariense
Responder para  737-800RJ
1 mês atrás

Olha! Que bom!

Augusto José de Souza
Augusto José de Souza
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Sim comprou

Santamariense
Santamariense
Responder para  Augusto José de Souza
1 mês atrás

Sim, eu vi o link que o outro colega colocou. Valeu.

Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Cristiano Salles (Taubaté-SP)
1 mês atrás

Bom dia a todos !!!

Está na hora da aviação do exército, mostrar seus helicópteros atirando com mísseis anti-tanque…, “DEMOROU”

A FAB já mostrou as garras do Gripen atirando com o meteor 🇧🇷

A Marinha vira e mexe atira com os mísseis Pinguin 🇧🇷 dos helicópteros…

Os fuzileiros atiraram com o MAX 1.2 🇧🇷

O exército só metralhadoras laterais…, está na hora de fazer um marketing também, atirando a partir de helicóptero com mísseis anti-tanque…

Poderia comprar uns TOW ou hellfire…

Como aparece uns Black Hawks norte americano, armados até os dentes, com hellfire e TOW…

Bosco
Responder para  Cristiano Salles (Taubaté-SP)
1 mês atrás

O TOW já não é mais empregado na função ar-sup. Foi totalmente substituído por mísseis mais apropriados , tipo o Hellfire.
Quanto a armar os helicópteros do EB com mísseis , teríamos que ter versões apropriadas para isso.
Os UH-60 do EB não são capazes. No máximo , além das metralhadoras laterais, poderia ter lançadores de foguetes acoplados nos suportes laterais (stub wings). Mas isso não seria apropriado na imensa maioria das missões e o EB não deve levar isso em consideração.
Só de curiosidade, a FAB já lançou mísseis (o Spiral) a partir dos helicópteros Mi-35

Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Responder para  Bosco
1 mês atrás

😉👋🏻

Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Cristiano Salles (Taubaté-SP)
1 mês atrás

Assim…, armado até os dentes…

1000744728
RDX
RDX
Responder para  Cristiano Salles (Taubaté-SP)
1 mês atrás

comment image

Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Responder para  RDX
1 mês atrás

😊👋🏻🇧🇷

Rodrigo LD
Rodrigo LD
1 mês atrás

Essa Lenda chamada Black Hawk será ainda mais duradoura do que o Mito UH-1 Huey, visto a quantidade de aeronaves e de versões disponíveis, equipando todos os ramos das FFAA além de forças policiais e bombeiros (Fire Hawk). Sou fã das duas aeronaves. Longa carreira ao UH-60!!!!
Obs: não citaram os Sea Hawk da MB.

Rodrigo LD
Rodrigo LD
1 mês atrás

O Exército dos EUA (US Army) realizou um encomenda, em junho de 2022, de 255 helicópteros UH-60M Black Hawk à Sikorsky, dentro do programa Multi-Year X, com duração de 5 anos.

No total, o programa prevê a fabricação de 120 unidades para o US Army e os “excedentes”, chamados de “Excess Defense Articles”, seriam disponibilizados para aquisição por países amigos via FMS (Foreign Military Sales).

Os helicópteros que estão em processo de aquisição pelo Exército Brasileiro serão do “Excess Defense Articles”, ou seja, serão novos de fábrica e não aeronaves usadas dos excedentes do US Army.

Desde a sua recriação, a Aviação do Exército sempre adquiriu seus helicópteros novos de fábrica. Está explicado!!!!

Fábio Mayer
Fábio Mayer
1 mês atrás

O EB operou apenas 4 UH60L desde 1997, e operou bastante, devem estar no osso porque são eficientes e de custo baixo de manutenção. Este novo lote de 12, conta com vantagens:

a) Por já operar a aeronave, menor custo de adaptação;
b) menor custo de manutenção;
c) os antigos, desativados, ainda servem como fonte de peças.

Melhor que adquirir os EC725.

E substituem em mesmo número (o que é muito importante), os 4 UH60L atualmente em uso e os 8 AS532 Cougar que estão sendo desativados.

O melhor mesmo seria padronizar o programa, para substituir (no futuro próximo) os Panther, HM1-A.