MBDA-Enhanced-Modular-Air-Defence-Solutions-EMADS

MBDA Enhanced Modular Air Defence Solutions (EMADS)

Brasília — O Comando do Exército deu novos passos nos últimos dias no processo de aquisição de um avançado sistema de defesa antiaérea, que deverá introduzir no país uma capacidade inédita na América Latina: a interceptação de drones e de mísseis de cruzeiro inimigos. A negociação, estimada em até R$ 3,4 bilhões, tem conclusão prevista para 2026, embora o valor ainda possa ser reduzido à medida que as tratativas avançarem.

De acordo com relatos de fontes militares ao CNN Money, o chefe do Estado-Maior do Exército, general Francisco Humberto Montenegro, assinou um documento interno que estabelece as “diretrizes de obtenção” do sistema — uma orientação que, na prática, define requisitos técnicos e estratégicos e delimita os fornecedores aptos a prosseguir no processo.

Essas diretrizes praticamente excluem as empresas indianas BDL (Bharat Dynamics Limited) e BEL (Bharat Electronics), com as quais o Brasil vinha negociando o sistema Akash. Segundo apurações, as propostas indianas envolviam equipamentos considerados defasados em relação às necessidades atuais do Exército.

Akash

Com isso, ganha força a possibilidade de escolher o sistema Emads (Enhanced Modular Air Defense Solutions), da italiana MBDA, em parceria com a Leonardo. Trata-se da mesma família de mísseis que será utilizada pela Marinha do Brasil nas fragatas Classe Tamandaré, o que garantirá maior interoperabilidade entre as Forças Armadas.

O Exército se prepara para enviar, nas próximas semanas, um RFP (Request for Proposal) aos fornecedores — etapa formal que exige propostas vinculantes, com preço e cronograma firmes. Nas fases anteriores (RFI e RFQ), até oito ofertas foram apresentadas, mas sem caráter obrigatório.

As tratativas com a Itália avançam no modelo “governo a governo”, em negociação direta entre os dois países. Internamente, o Exército já discute os offsets (compensações industriais) e a localização das futuras baterias. A tendência é exigir transferência de tecnologia para a Embraer Defesa & Segurança, especialmente na área de radares.

O plano atual prevê três grupos de mísseis antiaéreos, cada um com cerca de 96 unidades. Duas baterias devem ser instaladas no 12º Grupo de Artilharia Antiaérea, em Jundiaí (SP), e no 11º Grupo de Artilharia Antiaérea, em Brasília (DF). A terceira estaria destinada à região Norte, em um ponto estratégico ainda a ser definido.

A iniciativa busca reduzir uma vulnerabilidade crítica: hoje, a capacidade de interceptação do Exército com mísseis superfície-ar é limitada a alvos a menos de 3 mil metros de altitude. Com a nova aquisição, a Força pretende ampliar o alcance e garantir maior proteção a áreas sensíveis do país, além de reforçar a capacidade de dissuasão em um cenário global marcado por crescente instabilidade e por avanços tecnológicos nas ameaças aéreas.■


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Krest
Krest
26 dias atrás

Para os mais entendidos do assunto: quais são essas tecnologias defasadas?

Deadeye
Deadeye
Responder para  Krest
25 dias atrás

Eletrônicos inferiores, e o software também é inferior. A versão NG tem componentes Israelenses e a India não quer repassar por isso.

RDX
RDX
Responder para  Deadeye
25 dias atrás

O Akash possui algumas semelhanças com o obsoleto SA-6, em particular o motor ramjet.
O EB avaliou o Akash e descobriu que ele não possui datalink nem IFF, e que tem sido consistentemente impreciso nos testes.

O Brasil rejeita o míssil SAM Akash fabricado na Índia, citando problemas de precisão com o míssil – Global Defense Corp

Última edição 25 dias atrás por RDX
Deadeye
Deadeye
Responder para  RDX
25 dias atrás

Sim. Até porque no desenvolvimento a Índia tomou algumas dicas ao analisar o SA-6

Renato Pereira
Renato Pereira
Responder para  Krest
24 dias atrás

Off topic: você é baterista?

Caso seja, já tive pratos Krest e gostei bastante!!!

Caso não desconsidere rs

Marcelo
Marcelo
Responder para  Krest
23 dias atrás

O certo seria adquirir os sistema S-300 russo ou HQ-9 chinês.

Alecs
Alecs
Responder para  Marcelo
23 dias atrás

Baseado em que? Vozes na sua cabeça? Ideologia?

Marcos Alexandre Queiroz
Marcos Alexandre Queiroz
Responder para  Alecs
19 dias atrás

Na verdade em 90 por cento dos comentários aqui a ideologia domina. Tanto mais a extrema direita quanto ao campo mais nacional progressista.

Cristiano ciclope
Cristiano ciclope
Responder para  Marcelo
22 dias atrás

O objetivo e defesa contra mísseis de Cruzeiro, nesse caso sistemas de médio alcance e curto alcance dão mais eficientes que sistemas de longo alcance como os que você falou, esses sãoais indicados para aeronaves e mísseis balísticos, sendo que no caso das aeronaves em teoria, a FAB da conta e os mísseis balísticos, não temos ninguém na região que tenha!

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Cristiano ciclope
21 dias atrás

Nossa ameaça não vem aqui da nossa vizinhança.

Cristiano ciclope
Cristiano ciclope
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
19 dias atrás

Ok, e qual a ameaça extra região mais provável, China, Rússia ou algum país da OTAN agindo de modo independente, tipo EUA, frança ou Inglaterra?
Se as mais prováveis forem os da OTAN, de onde deveríamos comprar o nosso armamento?
Tanto faz se for da OTAN ou de um membro BRICs, teríamos que ter uma boa quantidade de peças sobressalentes e fabricação no país dos mísseis para manter o sistema operando por pelo menos 6:meses!

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Marcelo
21 dias atrás

O certo seria desenvolvermos um totalmente nacional, mesmo que ele tivesse 50% do desempenho de seus pares mundo afora já justificaria.

Mauricio R.
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
20 dias atrás

Temos os mísseis, pelo menos aqueles guiados por IR, faltaria o guiado por radar.
Temos os radares, M-60 e M-200, se é que são assim confiáveis.
Temos as possíveis plataformas, o blindado “Guarani” para uma implementação semelhante aquela usada no sistema “ADATS”, para um veículo expedicionário, que acompanha a tropa em deslocamento.
A outra plataforma seria o caminhão Tatra, tanto 6 x 6, como 8 x 8, para uma implementação até similar a esta exibida na ilustração de abertura desta matéria; para sistema o EMADS.

Agora a listinha daquilo que não temos e que a falta de capacidade tecnológica em obtermos, sem considerar a possibilidade de ToT, com certeza nos ira criar diversas dificuldade:

O C2, em nível tecnológico adequado a integração dos diversos componentes e sua correta operacionalização.

O supra citado míssil guiado por radar.
Nossa incapacidade técnica em concluir satisfatoriamente o desenvolvimento do míssil MAR-1, nos privou de outras 2 implementações possíveis da tecnologia: o míssil superfície ar e o míssil ar ar.

Alguma empresa minimamente capaz de integrar todos os componentes necessários ao sistema, fazendo-os operar na forma pretendida e industrializa-los a preços competitivos, possibilitando a aquisição nas quantidades necessárias as ffaa e as possíveis exportações.

Se pensaram em alguma empresa da BID, do jeito que esta se encontra hoje, sugiro então repensarem a ou as escolha(s).
Já teve empresa dispondo de ToT, que mesmo assim necessitou do socorro da licenciadora da tecnologia, caso contrário teríamos momentaneamente ficado sem aviação de caça.
E uma outra que levou módicos 40 anos, pra finalmente concluir o projeto de um míssil anti tanque e nos disponibilizar um artefato obsoleto.
No mais, boa sorte!

Peter Nine Nine
Peter Nine Nine
Responder para  Marcelo
15 dias atrás

Este comentário envelheceu mesmo mal, eheheh

Fábio Mayer
Fábio Mayer
Responder para  Marcelo
14 dias atrás

O S-300 russos comprovaram sua ineficiência na prisão de Nicolas Maduro.

Rodrigo
Rodrigo
25 dias atrás

Excelente notícia…

Vitor Botafogo
Vitor Botafogo
25 dias atrás

Finalmente! Vamos ver se o ano de eleição e brasilia não atrapalhem. A Aquisição do sistema de Artilharia já se escondeu em baixo de alguma escrivaninha e o contrato do Centauro II não saiu ainda. Fé por tempos melhores!

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
25 dias atrás

“O Comando do Exército deu novos passos nos últimos dias no processo de aquisição de um avançado sistema de defesa antiaérea, que deverá introduzir no país uma capacidade inédita na América Latina: a interceptação de drones e de mísseis de cruzeiro inimigos. A negociação, estimada em até R$ 3,4 bilhões, tem conclusão prevista para 2026, embora o valor ainda possa ser reduzido à medida que as tratativas avançarem.”

Com toso o respeito, mas qualquer coisa envolvendo EB + sistemas AA eu ativo o modo São Tomé:
Só acredito vendo.

“Essas diretrizes praticamente excluem as empresas indianas BDL (Bharat Dynamics Limited) e BEL (Bharat Electronics), com as quais o Brasil vinha negociando o sistema Akash. Segundo apurações, as propostas indianas envolviam equipamentos considerados defasados em relação às necessidades atuais do Exército.”

Obviamente, o EB e o Brasil não são obrigados a comprar algo defasado só pra “agradar” possíveis parcerias, mas espero, sinceramente, que isso não afete as chances do 390 na Índia.

“Com isso, ganha força a possibilidade de escolher o sistema Emads (Enhanced Modular Air Defense Solutions), da italiana MBDA, em parceria com a Leonardo. Trata-se da mesma família de mísseis que será utilizada pela Marinha do Brasil nas fragatas Classe Tamandaré, o que garantirá maior interoperabilidade entre as Forças Armadas.”

Qualquer iniciativa que aumente a interoperabilidade entre as FA’s BR é extremamente bem-vinda.

“As tratativas com a Itália avançam no modelo “governo a governo”, em negociação direta entre os dois países. Internamente, o Exército já discute os offsets (compensações industriais) e a localização das futuras baterias. A tendência é exigir transferência de tecnologia para a Embraer Defesa & Segurança, especialmente na área de radares.”

Integrar com o SABER?

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Willber Rodrigues
25 dias atrás

Da Índia eu gostaria de ver é o Brahmos, com licensa para a produção local. Ver ele integrado nas Tamandaré, Riachuelo e Gripen.

Bjj
Bjj
Responder para  Leandro Costa
25 dias atrás

Brahmos lançado de submarino, salvo engano, só por lançador vertical. Ele é grande demais para os tubos de 533mm

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Bjj
25 dias atrás

Nesse caso, uma pena. Mas obrigado pela info, Bjj.

Bosco
Bosco
Responder para  Leandro Costa
25 dias atrás

Leandro,
E é muito difícil o Brahmos ser integrado ao Gripen. Só se o usuário bancar e Banânia não vai bancar e se bancar, só depois de 2060.
Sem falar que o Gripen só teria capacidade de levar o novíssimo Brahmos NG, que é leve (1,5 t)
Quanto ao Brahmos a partir de navios, o Brahmos não tem nenhum sistema de lançamento dedicado, empregando lançadores verticais.
Nossos navios não terão lançadores verticais ofensivos.

Bardini
Bardini
Responder para  Bosco
25 dias atrás

“Quanto ao Brahmos a partir de navios, o Brahmos não tem nenhum sistema de lançamento dedicado, empregando lançadores verticais.”
.
Isso eles tem, até pq, é só um suporte mequetrefe…
comment image

Bosco
Bosco
Responder para  Bardini
25 dias atrás

Olha!
Não sabia.
Valeu!

Bosco
Bosco
Responder para  Bardini
25 dias atrás

Mas será que emprega um míssil Brahmos específico, sem aquele sistema ejetável de controle de atitude no bico?

Bardini
Bardini
Responder para  Bosco
25 dias atrás

É o mesmo míssil empregado nos lançadores em terra, só que não necessita do dispositivo que faz o direcionamento do míssil que é lançado vericalmente.
.
Veja, que não existe ejeção do dispositivo:
https://www.youtube.com/watch?v=1NmAClpXPOw

Última edição 25 dias atrás por Bardini
J L
J L
Responder para  Bardini
23 dias atrás

Grato pelas informações.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Bosco
21 dias atrás

Eu acho aqueles foguetes na ponta uma geringonça bem curiosa rsrs…mas se usam é pq foi a melhor solução que encontraram.

Kornet
Kornet
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Bosco,você que é o especialista em mísseis,essa aquisição é boa? Quais seriam as opções melhores?
Confesso que gosto mais do Barack MX,desse não gosto do alcance vertical:10km e horizontal 45(alguns dizem que chega a 60km),soube que há uma versão do CAMM-MR para as fragatas polonesas na faixa de 100 km,já melhora.

Bosco
Bosco
Responder para  Kornet
25 dias atrás

Eu acho excelente, Kornet.
Qualquer sistema de melhor desempenho também implica em custos mais elevados, etc.
Um sistema de maior alcance já seria da classe do “Patriot/S400”, capaz de defender contra ameaças balísticas e hipersônicas, mas não vejo isso como importante no momento.
Esse sistema combinado com a defesa SHORADS e com a defesa aérea da FAB e acho que estamos muito bem servidos.
Aí em focar em aumentar a quantidade.

Cristiano ciclope
Cristiano ciclope
Responder para  Kornet
22 dias atrás

Não adianta ter um sistema com alcance de 100km ou mais se um míssil de Cruzeiro só aparece no radar a 30km, a ameaça que nos preocupa e míssil de Cruzeiro!

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Cristiano ciclope
21 dias atrás

E drones…drones !

Heli
Heli
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Se, e é um se bem grande, o Gripen levar o Brahmos NG seria no pilone central, se o trem de pouso permitir. 1,5 ton nas asas é impossivel.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Leandro Costa
25 dias atrás

Concordo.
Qualquer coisa que dê mais “dentes” as FCT’s e ao Gripen é bem-vindo.

J L
J L
Responder para  Leandro Costa
23 dias atrás

Isso mesmo, de fato seria uma boa aquisição.

Paulo
Paulo
Responder para  Willber Rodrigues
25 dias atrás

Sim. O Radar Saber M200 MM AESA está no estado de arte de radares multifunção, para defesa aérea de média altura. Creio que haverá um offset para integração apenas. O radar já existe e está em testes. A FINEP investiu cerca de R$ 150 milhões para desenvolvimento desse radar. Outra empresa ligada à Embraer Defesa & Segurança, a Visiona, está desenvolvendo um satélite de vigilância de ultra alta definição, na faixa de 50 a 70 cm de discriminação visual , de uso dual, para a FAB/ AEB, e com todos seus sistemas desenvolvidos e produzidos por empresas do cluster da Embraer, incluindo a ultra câmera ccd que operará em amplo espectro (.visível, ultra Infra red, Médio Infra red, ultra violeta ). Foi o maior financiamento individual da FINEP para um projeto , cerca de R$ 250 milhões. Este projeto é considerado de altíssima prioridade pelo MD, junto com os projetos dos radares AESA, e o missil supersônico.

YUFERFLLO
YUFERFLLO
Responder para  Paulo
25 dias atrás

e possivelmente talvez inclua algo de transferir tecnologias do radar KRONOS, que é o radar top de linha da Italia

J L
J L
Responder para  Paulo
23 dias atrás

Excelentes informações. Grato

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Paulo
21 dias atrás

O correto seria que esse projeto fosse considerado de altíssima prioridade pelo Estado e não pelo MD, que é um puxado de qualquer gov de ocasião.

Mauricio R.
Responder para  Willber Rodrigues
25 dias atrás

“Integrar com o SABER?”

Se a Embraer pagar, pode até ser. Senão nem pensar, não temos que incorrer em alterações na configuração do sistema padrão e custos de desenvolvimento, somente pra agradar uma empresa.
A Embraer que se capacite e faça o dela, se apresentar performance adequada e tiver preço competitivo, avalia-se a compra.
Senão, não, nem pensar.

Diego
Diego
Responder para  Mauricio R.
25 dias atrás

Manja muito parabéns (contém ironia).

Bosco
Bosco
Responder para  Mauricio R.
25 dias atrás

Maurício,
A proposta do sistema é ser compatível com radares dos mais diversos, desde que seja 3D e tenha o alcance compatível.

Mauricio R.
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Sim, Bosco. Ok.
EMADS e radares SABER foram desenvolvidos, de acordo com a mesma arquitetura aberta?
São plug & play?
Pouco provável.
Compatibilidade não sai de graça, custa um bom dinheiro e dificuldades técnicas que encarecem ainda mais esses custos, podem e não são nem um pouco improváveis de ocorrerem, o que nos leva de volta ao aumento dos custos de integração, dessa versão especial pra agradar a Embraer.
Se a Embraer quer aparecer e uma melancia pendurada no pescoço não é o suficiente, eles bem que podiam integrar os radares deles, o M-60 e o M-200, a aqueles mísseis ar-ar inúteis da extinta Mectron, atual SIAAT, os MAA1A e MAA1B e integrarem tudo isso junto assim em um tipo de “ADATS” nacional, sobre a plataforma do blindado Guarani.
Só não se esqueçam que tem que funcionar, tem que plotar o alvo, o míssil travar no alvo e este tem que ser abatido.
Boa sorte!

ln(0)
ln(0)
Responder para  Mauricio R.
25 dias atrás

Acredito que esse tipo de produto só seja produzido se houver um comprador certo, no caso, as nossa FA financiarem e comprarem. Pelo que eu vejo é assim que ocorre em boa parte do mundo.
Os radares M-60 e M-200 Remax e UT30BR foram desenvolvidos para atender uma demanda do EB, o Kc360, A29 e MAA1A para atender da FAB.
Caso isso não aconteça, corremos o risco de uma Engesa 2.0.

Mauricio R.
Responder para  ln(0)
24 dias atrás

Via de regra, material bélico existe para atender a uma necessidade percebida e fundamentada das forças armadas.
Não são como, não me canso de repetir, fogão, geladeira ou smart tv, que se troca de tempos em tempos por outro mais novo.
O resto é papo furado de quem pretende justificar uma reserva de mercado para uma indústria avessa a concorrência e que ela própria não é capaz de faze-lo.
Pois não desenvolve as tecnologias necessárias a criação do produto pretendido.
Dai a famigerada ToT.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Mauricio R.
24 dias atrás

Difícil existir algum modelo de integração que seja PnP onde os modelos não tenham sido previstos durante a definição dos requisitos e desenvolvimento do produto.
Toda integração demanda esforço.
Referente aos radares Saber, segundo consta, foram desenvolvidos como uma plataforma aberta que permite integração com outros sistemas, tanto de radares quanto de armas.
Inclusive, ja possuem integração com os sistemas AA de curto alcance disponíveis no Brasil.
Ambos também já estão integrados ao SISDABRA.
Em caso de necessidade, não existe dúvida de que o Estado vá arcar com o custo de integração. Essa responsabilidade normalmente fica com a origem do requisito.

Mauricio R.
Responder para  MMerlin
24 dias atrás

“…não existe dúvida de que o Estado vá arcar com o custo de integração. Essa responsabilidade normalmente fica com a origem do requisito.”

Parabéns, somente que isso vale para qualquer sistema, de qualquer fabricante, em relação ao que já existe instalado e em funcionamento aqui.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Mauricio R.
23 dias atrás

Você apontou em outro comentário de qua a Embraer deveria arcar com os custos de integração.

Se não existe viabilidade comercial, o que não parece ser o caso, não tem nem lógica investir esforço. Viabilidade comercial que digo é agregar valor a família Saber para possíveis exportações.

O artigo aponta e o Wilbert levantou um questionamento.
Se for envolvida a ED&S, pode ocorrer algum tipo de integração.
O requisito deve partir do EB e constar nos TR e QR, caso seja um dos objetivos de contratação.
Vai fazer parte do custo de aquisição que, por fim, vai ser pago pelo EB.

Última edição 23 dias atrás por MMerlin
Mauricio R.
Responder para  MMerlin
22 dias atrás

Os termos no comentário: “A tendência é exigir transferência de tecnologia para a Embraer Defesa & Segurança, especialmente na área de radares.”
Boa sorte, lembro que qndo da compra das aeronaves de busca e salvamento, aventou-se a instalação do radar de banda P, da antecessora da ED&S e da Bradar.
Os espanhóis não concordaram e ficou por isso mesmo.
Houve idêntica negativa, por parte das empresas indianas fabricantes do sistema Akash, em integrar o radar M-200 ao sistema deles.
Então não é nem um pouco difícil a MBDA fazer o mesmo e é o EB e o Brasil que necessitam adquirir um sistema de defesa anti aérea de médio alcance, pra ontem, engolirem quietos.
A MBDA não tem a mínima obrigação de faze-lo e nem nós, os pagadores de impostos de aceitar pagarmos mais caro por algo, somente pra agradar a Embraer.

Deadeye
Deadeye
25 dias atrás

A pergunta é, o EB vai preferir o CAMM normal ou o CAMM-ER??

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Deadeye
25 dias atrás

melhor seria o ER

Bosco
Bosco
Responder para  Carlos Campos
25 dias atrás

O sistema (incluindo o lançador) é comum aos dois mísseis.

Deadeye
Deadeye
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Sim. Porém a duvida é: o EB inicialmente vai encomendar o CAMM “normal” ou o ER? ou ambos? Se for o normal podem batalhar no preço por causa MB creio

Marcelo Brandão
Marcelo Brandão
Responder para  Deadeye
11 dias atrás

A versão italiana que o EB deseja usa o ER.

Leandro Costa
Leandro Costa
25 dias atrás

Vão fazer todo o trabalho de casa, vão determinar os requisitos técnicos, vão receber propostas, vão seguir com um processo…

Mas aí não vai para a frente. Não vão liberar a grana.

Espero estar errado.

Deadeye
Deadeye
Responder para  Leandro Costa
25 dias atrás

Essa grana está na lei recentemente aprovada, dos 30bi para as forças armadas fora do limite fiscal.

DanielJr
DanielJr
Responder para  Deadeye
25 dias atrás

Toda década tem alguma lei aprovando uma montanha de dinheiro.

O EB, no primeiro ano, foca em elaborar mil grupos de estudos e programas estratégicos, depois gastam os outros oito anos para gastar todo o dinheiro e não ter praticamente nenhum resultado.

No último ano eles dizem que não conseguiram por falta de verbas, mostram as poucas coisas que conseguiram fazer com todo o dinheiro e tempo disponíveis como desculpas para pedir mais dinheiro.

Aí começa um novo ciclo.

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Deadeye
25 dias atrás

Essa grana é diluída ao longo dos anos (até que são 30bi desse ano até 2030), e ainda é dividido entre as três forças.

Acho que daria algo em torno de 2bi por força, por ano, ao longo de 5 anos. Isso se a distribuição for igual.

Então, hipoteticamente, o EB teria que utilizar pouco mais de um ano desses recursos.

Tutu
Responder para  Leandro Costa
25 dias atrás

A gente investe tão pouco que esses 30bi em 6 anos podem dobrar o investimento anual em modernização.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Deadeye
25 dias atrás

Esses 30 bi (em 6 anos, e que nem o primeiro foi ainda liberado) estão sendo vistos por muitos como uma panacéia para todos programas das FA. Não esqueça que esse dinheiro, se de fato for liberado, tem outras prioridades, visto que tem que assinar o contrato dos Centauro 2, tocar o programa do Guarani e suas versões especializadas, tocar o programa dos novos Carros de Combate e IFV’s, tentar colocar o programa Gripen em dia, o programa KC-390 se manter, ao menos, no mínimo necessário, o incremento necessário na capitalização da Emgepron para construir a 4ª Tamandaré, tocar o elefante branco do SubNuc, tratar da substituição de várias e várias unidades da MB que serão descomissionadas até 2028, etc,…tudo isso tem prioridade! E, além de não ser um dinheiro extra sobre o orçamento normal, são 5 bilhões de reais por ano, o que dá, ao câmbio de hoje, menos de 1 bilhão de dólares (US$ 902.527.075,82) por ano, para distribuir entre as 3 Forças.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Santamariense
25 dias atrás

Fora que o dinheiro nao existe e pode nao existir no futuro. Se…se vier a ser arrecadado e disponibilizado apenas estará fora do limite. Nao foi criada nenhuma fonte de custeio o valor novo. Apenas está se tirando hipotética arrecadaçao e destinaçao futuras e incertas do limite de gastos

Última edição 25 dias atrás por Colombelli
Santamariense
Santamariense
Responder para  Colombelli
25 dias atrás

Exato. Como eu coloquei, não é um dinheiro extra. Se vier a ser disponibilizado, será colocado fora de contingenciamento, nada mais.

João
João
Responder para  Colombelli
24 dias atrás

O GF está numa saga arrecadatória insana…
Domésticas terão de dar nota fiscal…
Qq PIX será rastreado…
Ser autônomo no Brasil será “pagar imposto e não ter direito”.
Acho q ao mesmo tempo q querem arrecadar, querem reviver o comércio em $$ vivo, pra mais malas e cuecas cheias…

Mas, voltando ao assunto, talvez arrecade mais.
O buraco tá grande demais com o judiciário, com ONG, com emendas… enfim… mas acho q a ideia é garantir investimento, pq o recurso estava só pra custeio.

Ou seja, não será esse tanto a mais, se a garantia do investimento, q foi sufocado pelo
Custeio do GF.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Colombelli
21 dias atrás

Exato, os mais entendidos dizem que esses ’30’ bi são apenas uma possibilidade.

André Bueno
André Bueno
Responder para  Deadeye
25 dias atrás

Não se preocupe, somente no ano que vem o Congresso terá 61bi para emendas. Se 15% disso fosse utilizado anualmente para investimento, passaríamos da pobreza para a classe baixa militar.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  André Bueno
21 dias atrás

Vc sabia que esses retrocessos acontecem sempre em governos enfraquecidos ? As emendas obrigatórias partiram do congresso com o seu Eduardo Cunha no gov. Dilma, as emendas PIX, no gov. Bolsonaro. antes de 2015 eram facultativas, o governo dava se quisesse, e antes da CF 88 não existiam. 61 BI pra maracutaias.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Deadeye
21 dias atrás

Há quem diga, acho que foi até aqui no blog, que essa “lei aprovada” é apenas uma possibilidade de se gastar esses 5 bi por ano, nada mais.

Dagor Dagorath
Dagor Dagorath
25 dias atrás

Ainda bem que aquela trapizomba do Akash que os indianos estavam empurrando está fora da disputa.

Bosco
Bosco
25 dias atrás

Informação tecnicamente imprecisa já que o EB já possui sistemas capazes de abater drones e mísseis de cruzeiro, desde que evoluem em baixa altitude (0 a 3000 metros)
No caso, um sistema de mísseis sup-ar de média altitude/alcance é necessário para cobrir as altitudes médias (3000 a 15000 metros) e não alvos ou ameaças específicas.
Não temos hoje capacidade de interceptar aeronaves, drones, mísseis de cruzeiro (subsônicos e supersônicos) e mísseis semibalísticos que evoluam em altitudes média.

Última edição 25 dias atrás por Bosco Jr
Cristiano ciclope
Cristiano ciclope
Responder para  Bosco
22 dias atrás

Bosco míssil de Cruzeiro só se for uns poucos e vindo de direção conhecida, um ataque de saturação uma bateria de iglas ou RBS-75 não dão conta, eles são mais adequados contra helicópteros e aviões de transporte!

Antunes 1980
Antunes 1980
25 dias atrás

Se vier os sistemas da Leonardo, será incrível !

Desde já na torcida!

Fabio Araujo
Fabio Araujo
25 dias atrás

Três grupos de bateria para um país do tamanho do Brasil é pouco, mas para começo de história esta valendo desde que venha ampliações futuras com a aquisição de novos grupos!

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Fabio Araujo
25 dias atrás

Sabe-se lá qual a definição de bateria que o EB vai fazer.

Afinal de contas, o que chamamos de ‘Grupo’ na FAB, lá nos EUA é ‘Esquadrão’ e por aí vai.

Seria apenas uma unidade que ficaria responsável pelas baterias em uma determinada região de tamanho geográfico variável e assim se espalhando por três regiões?

Vamos ter que ver e descobrir.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  Leandro Costa
25 dias atrás

Seria interessante a Fab ou o CFN comprar uma bateria para deixar no Estado do Rio de Janeiro

Santamariense
Santamariense
Responder para  Leandro Costa
25 dias atrás

“Afinal de contas, o que chamamos de ‘Grupo’ na FAB, lá nos EUA é ‘Esquadrão’ e por aí vai.”

E aí, Leandro…tudo certo? Na FAB, chamados de Grupo o que nos EUA chamam de Wing (Ala). Aqui temos os esquadrões, como o 1⁰/14⁰ GAV (1⁰ Esquadrão do 14⁰ Grupo de Aviação) e eles tem os squadrons, como o 27th Fighter Squadron, subordinado à 1st Fighter Wing.

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Santamariense
25 dias atrás

Fala Santamariense!

Você está correto. Ainda estou com as unidades da Segunda Guerra Mundial da cabeça! Obrigado pela correção!

Santamariense
Santamariense
Responder para  Leandro Costa
25 dias atrás

👍🏻😉

Bosco
Bosco
Responder para  Fabio Araujo
25 dias atrás

Nenhum país com dimensões continentais tem capacidade total de defesa AA. Daí haver a necessidade da aviação de caça (DA).
Se todo o Brasil fosse coberto por esse sistema EMADS , empregando o CAMM-ER, numa conta de padaria rápida, seriam necessários cerca de 1400 baterias.

Bjj
Bjj
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Complementando sua resposta,

Hoje o total de área edificada no Brasil corresponde a cerca de 0,5% da área territorial total. E desses 0,5%, apenas uma pequena minoria corresponde a pontos com valor estratégico que justifique proteção da defesa AA.

Na prática, mais de 99% do território brasileiro é mato, boi e pasto.

Bosco
Bosco
Responder para  Bjj
25 dias atrás

Temos que proteger a biodiversidade. rssss

Colombelli
Colombelli
Responder para  Bjj
25 dias atrás

Programa proteger. 600 pontos muito importantes dentre 13.000 relevantes, mas muitos deles sao proximos e muitos estariam fora de alcance adversario na maioria dos cenarios

Mauricio R.
Responder para  Bjj
25 dias atrás

Pra que? Abater drone de facção? Não precisa, PMRJ pode muito bem usar de meios de soft kill pra isso.
Senão é a velha mania de confundir compras de material bélico, com compras de geladeira, fogão e smart tv…

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Bjj
21 dias atrás

E a maioria está no litoral, aliás essa extrema ocupação de nosso litoral tanto nos ajuda quanto nos atrapalha em termos estratégicos, minha interpretação é que mais ajuda.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Concordo, mas mesmo assim três é pouco, sistemas AA são para proteger áreas importantes e são complementares dos caças que também necessitamos de muitos mais, por enquanto os F-5M estão cobrindo as lacunas mas já começaram a ser retirados de serviço, e 36 Gripens vai ser pouco!

YUFERFLLO
YUFERFLLO
Responder para  Fabio Araujo
24 dias atrás

36 Gripen conseguem fazer o trabalho do triplo(se não mais) de F5M

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Bosco
21 dias atrás

Pensando estrategicamente, o país possui vastas áreas inabitadas ou sem nenhum valor estratégico ou sequer tático, então se investe esses meios AA apenas em pontos sensíveis.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Fabio Araujo
25 dias atrás

Pelo texto, serão 96 mísseis, o que dá 32 mísseis por bateria. Cada veículo lançador possui 8 tubos, o que daria 4 cargas completas para ele ou se forem 2 lançadores, 2 cargas completas por viatura, em cada bateria.

Bosco
Bosco
Responder para  Santamariense
25 dias atrás

Samtamariense,
Eu entendi que são 288 mísseis (3 x 96).
Provavelmente cada bateria com 8 lançadores (64 mísseis prontos) e mais 32 recargas por bateria.
Acho que isso é muito otimismo do EB , mas foi isso que entendi.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Sim, Bosco!! Tens razão. Li na corrida, daí fiz um raciocínio errado. Pelo texto, seriam 96 mísseis por bateria. Se cada bateria contar com 4 lançadores, seriam 3 cargas completas por lançador por bateria.
Quanto ao otimismo, concordo contigo. Mas, vamos aguardar.

Tomcat4,7
Tomcat4,7
Responder para  Santamariense
23 dias atrás

Vim lendo tudo na esperança de achar a quantidade de lançadores por bateria e vcs dois salvaram, valeu BoscoPédia (nosso futuro MD) e Santamariense.

Bardini
Bardini
25 dias atrás

Em termos tecnológicos, deve ser o segundo melhor sistema dentre as opções que podem ser adquiridas, rivalizando com a família de sistemas que são baseados no excelente IRIS-T. Em termos geopolíticos, deve ser o melhor, dado o momento e o histórico das relações com UK e Itália.
.
Estado da arte, modular, aerotransportável, pode integrar CAMM (25 km), CAMM-ER (45 km) e futuramente, o CAMM-MR (100 km), que está em desenvolvimento entre Polônia e UK. Bom demais…
.
Batido o martelo, até mesmo a FAB deveria buscar adquirir ao menos uma bateria do EMADS, que poderia ser integrada ao já adquirido Ground Master 200, para gerar real capacidade de defender uma de suas bases de operações, já que os meios da aviação de caça são extremamente valiosos.
.
Agora, duas frentes de aquisição que se tornam prioritárias para o complemento do EMADS, são os sistemas de Guerra Eletrônica e um sistema de defesa de curto alcance, para proteger os componentes vitais do EMADS.
No tocante ao último, os italianos por exemplo, estão adquirindo o excelente Skynex, da Rheinmetall, que segue o mesmo princípio de ser modular e aerotransportável.
comment image

Bjj
Bjj
Responder para  Bardini
25 dias atrás

Skynex é top de linha, mas é caro. Cada unidade (radar, posto de comando e quatro canhões) tem saído por volta de $70 milhões. Duas unidades completas já praticamente pagam um sistema de médio alcance.

Mas concordo plenamente com a necessidade de um sistema de curto alcance, principalmente baseado em canhões. Uma opção certamente mais em conta é o Tridon MK2 sueco, a versão terrestre do Bofors MK4 usado pela MB, e que ainda tem a vantagem de usar a munição 3P de fabricação nacional.

1000020201
Tutu
Responder para  Bardini
25 dias atrás

Pelo o que foi dito a defesa de grande altura e longo alcance será de responsabilidade da FAB mesmo. Resta saber se irão investir em algum sistema AA baseado em mísseis ou na visão deles essa defesa pode ser feita somente com caças.

E realmente, tendo o EB recebido pelo menos alguns dos seus EMADS e o desenvolvimento do CAMM MR concluído será a opção mais óbvia para FAB, CAMM MR terão inclusive capacidade anti balística.

737-800RJ
737-800RJ
Responder para  Bardini
25 dias atrás

Bardini, uma vez li um pequeno debate de gringos numa comunidade Reddit (subreddit) de assuntos militares sobre a possibilidade de implementação do CAMM-MR no EMADS e a conclusão que se chegou é que, por ser um míssil de porte maior, mais largo, adaptações terão que ser feitas nos lançadores; uma conversão.

Como sabemos que tudo que envolve dinheiro é um problema nas nossas Forças Armadas, fico pessimista e penso que utilizaremos apenas CAMM e CAMM-ER.

Iran
Iran
Responder para  Bardini
23 dias atrás

Eu sempre achei a solução SKYNEX-IRIST-SAMPT o ideal, até pelo IRIST ser usado na versão SLS no Gripen, e agora tem uma versão naval também, mas com a escolha do EMADS acho que SKYNEX-EMADS (CAMM e CAMM-XR) é uma baita solução tbm.

Knust
25 dias atrás

Brasil, um país continental e que não tem condições de interceptação de uma aeronave com drogas atravessando as fronteiras. O Brasil só compra sucata e fala que está em adaptação e fica anos esperando o fornecedor “adaptar”, igual as aeronaves. Brasil tinha que comprar um Domo de Ferro para cada Estado, se quiser salvar a pátria amada de futuro ataques, tem exemplos ai de ameaça de guerras perto do país só por causa de recursos naturais. Acha que o próximo é quem? Vão dormindo…

Alecs
Alecs
Responder para  Knust
23 dias atrás

Zzzzzzz…

Leandro Mendes
Leandro Mendes
25 dias atrás

“Brasília — O Comando do Exército deu novos passos nos últimos dias no processo de aquisição de um avançado sistema de defesa antiaérea, que deverá introduzir no país uma capacidade inédita na América Latina: a interceptação de drones e de mísseis de cruzeiro inimigos.”

Ué, os S-300VM / Buk-M2E da Venezuela, NASAMS do Chile…
não contam ?

Kornet
Kornet
Responder para  Leandro Mendes
25 dias atrás

A Colômbia já recebeu uma bateria do Barack MX.

Mauricio R.
Responder para  Leandro Mendes
25 dias atrás

É o tosco ufanismo tupiniquim, pouca modéstia é bobagem.

Jadson S. Cabral
Jadson S. Cabral
Responder para  Leandro Mendes
22 dias atrás

Tudo o que fazemos é inédito, é melhor do que os outros… na cabeça de muitos somos potência

Carlos Pietro
Carlos Pietro
25 dias atrás

Excelente notícia! Pra frente com estas aquisições. Parabéns EB.

Claudio Moreno
Claudio Moreno
25 dias atrás

Salve senhores camaradas do Forte e Trilogia!

Amém! Que assim seja. Espero de verdade que isso vá adiante. É um bom passo mas apenas o primeiro de uma maratona.

Sgt Moreno

Jardel
Jardel
25 dias atrás

Pergunta de leigo: EMADS versus Super Hornet Growler. Quem levaria a melhor?

Bosco
Bosco
Responder para  Jardel
25 dias atrás

Jardel,
Como você sabe a guerra aérea não é uma ciência exata. Há as medidas , as contramedidas e as contra-contra medidas. Sobre tudo isso há uma série de variáveis e porque não dizer, o fator “sorte”.
Um EA-18G pode atacar tanto eletronicamente quanto cineticamente (HARM, AARGM, AARGM-ER) bem fora do alcance do sistema EMADS.
O ataque eletrônico pode ser combatido com a capacidade de contra-contramedidas que o sistema EMADS possa ter.
A defesa contra ataque cinético pode ser implementado por diversos meios, dentre eles o desligamento do radar, a camuflagem (inclusive com redes furtivas nos níveis óticos, IV e radar) , emissores falsos de RF, interferidores de GPS, alvos falsos infláveis ou não e por fim a defesa C-PGM que pode ser implementada pela própria bateria ou por um sistema de defesa de curto alcance dedicado, como por exemplo o Skynex citado aí em cima, que seriam capazes de interceptar os mísseis que fossem lançados a partir de grandes distâncias.

Bjj
Bjj
Responder para  Jardel
25 dias atrás

Sem prejuízo da resposta do Bosco, há ainda uma outra possibilidade nesse confronto.

Tá vendo que na imagem que ilustra a matéria há duas “antenas” no veículo de lançamento? Uma delas é o sistema de data-link e a outra é um sistema eletro-óptico.

O EMADS pode receber informações de outros radares, que no caso brasileiro poderiam ser os radares do Cindacta, E-99, ou Gripen, e, uma vez obtido a direção aproximada do alvo, engaja-lo usando o sistema EO, de forma totalmente passiva, sem precisar ligar o próprio radar.

Obviamente que isso traz algumas limitações, como número de alvos engajados simultaneamente e dependência de condições climáticas favoráveis, mas por outro lado dificulta muita a localização da bateria e a interferência eletrônica pelo inimigo.

Bosco
Bosco
Responder para  Bjj
25 dias atrás

Bjj,
Tenho dúvidas se o sistema EO teria essa função.
Até onde eu sei ele só serviria para identificação do alvo antes do lançamento e para a confirmação da destruição após o lançamento.
Pode ser que em alcance menores onde não se faz necessária a atualização da posição do alvo via DL ele possa ser empregado para adquirir o alvo e passar a informação para o míssil antes do lançamento, mas com certeza não o faz contra alvos distantes que precisam da atualização via DL.

Bosco
Bosco
Responder para  Bjj
25 dias atrás

Num ambiente eletromagnético negado por o ataque de um EA-18G fica complicado o emprego do radar mas também do DL.
Sobraria apenas o emprego do sistema EO para um tiro a queima roupa (não mais que uns 10 km) com o míssil no modo “fire and forget” , tendo que se virar sozinho.
Se for uma ameaça veloz e manobrável pode ser que o míssil não a encontre na janela de varredura já que não foi atualizado por um radar 3D.

Bjj
Bjj
Responder para  Bosco
24 dias atrás

Bosco,

Na wiki consta a seguinte descrição:

“O sistema utiliza o Lançador Inteligente (iLauncher) da MBDA, um lançador erector paletizado e escalável para até oito mísseis CAMM ou CAMM-ER, montado em um veículo 8×8 à escolha. O iLauncher fornece o link de dados bidirecional para os mísseis em voo e também pode, opcionalmente, integrar um sistema de mira eletro-óptico para aquisição passiva de alvos dentro da linha de visão do lançador”.

Deste modo, parece que o sistema EO, desde que receba a indicação prévia de para onde “olhar”, pode ser utilizado como um sistema legítimo de aquisição de alvos, provavelmente sendo limitado apenas pelas condições climáticas e alcance do LRF para medição de distância, que geralmente fica na casa dos 20 km, embora sistemas mais novos tenham alcance maior.

Na página da MBDA consta ainda:

“O uso de informações de alvos de terceiros provenientes da rede de campo de batalha mais ampla permite que o sistema engaje alvos que não estejam na linha de visão do lançador ou dos sensores locais”.

Aqui fica claro que ele pode usar dados de terceiros já diretamente como meio de aquisição, o que amplia ainda mais as hipóteses de engajamento passivo para além do uso do sistema EO.

Sendo assim, desde que receba informações externas de outros sensores (radares do Cindacta, E-99, Gripen, navios, etc…) há essas duas possibilidades de engajamento sem que a bateria EMADS precise ligar o próprio radar: usando diretamente dados de sensores terceiros para guiar mísseis quando a precisão dessas informações externas for suficiente, ou usando o sistema EO, quando a informação recebida externamente não tiver precisão suficiente para direcionar um míssil por si só.

Última edição 24 dias atrás por Bjj
Mauricio R.
25 dias atrás

“A tendência é exigir transferência de tecnologia para a Embraer Defesa & Segurança, especialmente na área de radares.”

Se houver ToT esta deve ser para o setor industrial, como um todo e não para somente uma empresa ou grupo empresarial em particular.
Se for privado, pior ainda.
É cartório, reservas de mercado, distorção da concorrência.
Há outras empresas na BID, que também poderiam ser beneficiadas.
Essa mania do “só pode se for…”, não capilariza a eventual ToT recebida e não agrega nem a indústria e nem ao país.

Paulo
Paulo
Responder para  Mauricio R.
25 dias atrás

A informação não foi específica. Supõe- se que envolvam radares, mas o off set pode estar relacionado aos próprios mísseis, ou algum componente específico deles. É tecnológica ultra sensível, mas pode ser. Há condições de absorver estes conhecimentos, tanto nos institutos tecnológicos militares ou em determinadas empresas que já trabalham no desenvolvimento de mísseis SAM como a SIATT EDGE ou a Macjee. Ambas tem programas de desenvolvimento visando estes misseis.
Eu me pergunto, o porque da MB firmar protocolo com a SIATT para desenvolvimento de misseis SAM se já possui decisão de compra e implantação dos misseis CAMM para as FCT.
Da mesma forma o porque da FAB repassar acervos tecnicos de misseis ar ar e ar terra para Macjee se já decidiu pelos IRIS T dos F39. Há um movimento nesse setor de mísseis das FAs que foge do nosso conhecimento, ou deliberadamente está encoberto .

YUFERFLLO
YUFERFLLO
Responder para  Paulo
25 dias atrás

porque é bom ter mais de uma opção, ou mais de duas, e tendo uma nacional ajuda muito, e parte de misseis da SIATT ainda não temos certeza do tipo de míssil que será e o tempo de o desenvolver, então ter uma alternativa enquanto o sistema da SIATT é desenvolvido é algo acertado, agora talvez o orçamento não acompanhe? tem chances mas tentar fazer é melhor que não fazer nada

Mauricio R.
Responder para  Paulo
25 dias atrás

Ante as incertezas da competência da BID em prover as ffaa, o histórico da SIATT por exemplo, não é dos melhores, a MB terá no CAMM um artefato moderno para dispor.
O mesmo se aplica a FAB em relação ao IRIS-T.
Qnto aos supostos programas de desenvolvimento, da já mencionada SIATT e Macjee, sinceramente só vendo pra crer.
No mais sou absolutamente cético qnto a MBDA transferindo quais quer tecnologias palpáveis de radar e mísseis pra alguém…

YUFERFLLO
YUFERFLLO
Responder para  Mauricio R.
24 dias atrás

na parte dos radares quem faria a transferência seria uma empresa italiana(Leonardo S.p.A) não a MBDA

Thiago
Thiago
25 dias atrás

Independente da capicidade do equipamento, se a otan vier querer brincar por aqui esse sistema aí rapidinho fica inútil através da falta de peças e munições.
E quem é que de tempo em tempo fica com chantagens e ameaças conosco??
Pois é…
Mas, infelizmente, temos uma elite entreguista e traidora. As FAs caem nesse mesmo buraco aí.

Bosco
Bosco
25 dias atrás

Em termos de defesa x ameaças, podemos classificá-los assim:

Sistema de proteção ativo de veículos individuais:
mísseis antitanques: Ex: TOW
granadas propulsados Ex: RPG-7
C-LSS (contra ameaças em baixa altitude, pequenas e lentas Ex: drones do tipo I e II)


Sistemas SHORAD (baixa altitude e curto alcance:
C-RAM (contra foguetes, obuses e granadas de morteiro)
C-LSS
ACM (contra mísseis cruises – subsônicos)
C-PGM (contra mísseis guiados de precisão, geralmente lançados de aeronaves)
AA (contra aeronaves de maior porte, tripuladas ou não).

Sistemas de média altitude:
ACM (subsônico e supersônico)
C-PGM
AA

Sistema de grande altitude:
Anti-hipersônicos
ABM (contra misseis balísticos e semibalísticos na fase endoatmosférico)
AA

Sistema de defesa exoatmosférico:
ABM
ASAT

Augusto José de Souza
Augusto José de Souza
25 dias atrás

Essa parceria com a Itália pode evoluir para mbts e setor naval também,umas corvetas italianas para a MB seriam excelentes.

Felipe
Felipe
24 dias atrás

O número 96 ali foi um erro de digitação ou se refere ao número de veículos que viriam a compor as 3 baterias ? Provavelmente a terceira bateria ficaria em Manaus , chance menor de ir pra Boa Vista ou Belém. Acredito que uma bateria tenha 6 veículos lançadores , totalizando 18 sistemas lançadores EMADS,, alcance de mais de 40km.

Talisson
Talisson
Responder para  Felipe
24 dias atrás

A arma de artilharia do EB usa o termo “bateria” como referência a uma sub unidade, ao exemplo de companhia, esquadrão.
Batalhão > companhia > pelotão.
Grupo > bateria > seção.
Porém o texto foi retirado de um jornal que não entende muito, então costumam chamar de bateria o veículo lançador.

Última edição 24 dias atrás por Talisson
Renato Pereira
Renato Pereira
24 dias atrás

Forças (Des)Armadas brasileiras…quando tem, o equipamento é obsoleto, “desdentado”, em quantidade insuficiente ou tudo junto…

O sistema Emads aparenta ser a melhor escolha! Já temos bom relacionamento, tanto com MBDA tanto com a Leonardo, além da questão dos mísseis da MB.

Que venham!!!

Última edição 24 dias atrás por Renato Pereira
Thiago
Thiago
Responder para  Renato Pereira
24 dias atrás

Só pra gerar dependência.
Melhor até mesmo comprar um equipamento tecnicamente inferior, mas que nos seja permitido fabricar sob licença.
Aos poucos podemos aprender e fabricar nossos próprios equipamentos no futuro.

Renato Pereira
Renato Pereira
Responder para  Thiago
24 dias atrás

Não discordo de você, porém sou pragmático: quantos ToTs pagamos para nada depois?

Ou mesmo projetos, em que foram investidos Milhões e foram abandonados depois? MAR1, MAA, ADarter, a lista é longa…

No FX2 não considerava o Gripen a melhor aeronave, porém era o melhor projeto! E 11 anos se passaram e não temos 1 esquadrão completo entregue…

Bananil…nada de nada!!!

Última edição 24 dias atrás por Renato Pereira
Thiago
Thiago
Responder para  Renato Pereira
24 dias atrás

Isso é porque não há uma política industrial séria neste país. A própria estrutura econômica dele vai contra isso.
Mas é possível nacionalizar componentes e aprender a projetar e fabricar nossos próprios equipamentos.
Já fizemos isso antes com coisas como o cascavel e o seu canhão de 90mm, por exemplo. Podemos fazer de novo.

Renato Pereira
Renato Pereira
Responder para  Thiago
23 dias atrás

Esse é o ponto!

Existe o ideal, que seria investimento sério na BID, apoio aos projetos nacionais, trabalho para médio e longo prazo, etc. Aqui, o pouco que é finalizado, fica pronto com defasagem absurda e/ou não tem continuidade!

E existe o que sempre foi e não vejo sinal de mudança, que é montar comitês, estudos, pesquisas, iniciar projetos para nada! IKL, FX1, VLS, etc…

Eu também sonho com um país sério, gostaria muito de ver parcerias principálmente hoje com turcos, indianos e sul-coreanos! Temos capacidade sim de assumir essas parcerias, desenvolver equipamentos existentes e projetar novos, etc

Faltam interesse e seriedade, dinheiro tem ou não teríamos jogado fora 100 Milhões no A-Darter por exemplo

Temos o Astros, temos Saber M60 e M200 e temos/tínhamos/sei lá MAA Piranha, teríamos A-Darter…será que não existe uma pessoa para pensar na possibilidade de juntar tudo isso?

Francisco Neto
Francisco Neto
24 dias atrás

“O plano atual prevê três grupos de mísseis antiaéreos, cada um com cerca de 96 unidades. Duas baterias devem ser instaladas no 12º Grupo de Artilharia Antiaérea, em Jundiaí (SP), e no 11º Grupo de Artilharia Antiaérea, em Brasília (DF). A terceira estaria destinada à região Norte, em um ponto estratégico ainda a ser definido.”
Essa conta não fecha, e o português está terrivel: 96 unidades de tiro? Por grupo? certemanete que não! “A terceira” (bateria) ou o terceiro (grupo)? Uma bateria por grupo, inicialmente, ou duas baterias para cada grupo, ao todo? Não ficou nem um pouco claro!

Francisco Neto
Francisco Neto
24 dias atrás

“O plano atual prevê três grupos de mísseis antiaéreos, cada um com cerca de 96 unidades. Duas baterias devem ser instaladas no 12º Grupo de Artilharia Antiaérea, em Jundiaí (SP), e no 11º Grupo de Artilharia Antiaérea, em Brasília (DF). A terceira estaria destinada à região Norte, em um ponto estratégico ainda a ser definido.”
96 unidades (de tiro) para para cada grupo? 3 grupos a duas baterias cada um? 48 unidades (de tiro) para cada bateria? 288 unidades (de tiro) ao todo? Ou esse total inclui diretoras de tiro, postos de comando, etc.?

Talisson
Talisson
Responder para  Francisco Neto
24 dias atrás

Eu entendi que serão 96 misseis estocados ou prontos/disponiveis para emprego.
Cada bateria deve ter no minimo 2 carretas lançadoras com 8 tubos cada uma (16 misseis por bateria).
Cada grupo tem que ter no mínimo duas baterias.

Tutu
Responder para  Talisson
23 dias atrás

Nos requisitos liberados pelo EB o mínimo são 3 lançadores por bateria.

Luís Henrique
Luís Henrique
24 dias atrás

Ainda que eu fique feliz com isso, que é bom e muito melhor do que temos hoje, acho que o melhor caminho não é esse.

O melhor caminho seria pularmos a média altitude e partirmos direto para a longa.

O S-400 custaria mais, mas acho que não muito mais, dependendo do número de lançadores.
Acho difícil termos dinheiro para os dois. Então seria melhor focarmos em um sistema antiaéreo de longo alcance em vez do de médio alcance.

Algumas fontes indicam custo de U$ 400 a U$ 500 mi por cada bateria do S-400.
3 baterias poderiam custar algo entre U$ 1,2 à U$ 1,5 bi.
Os 3 EMADS algumas fontes estão falando em U$ 920 mi. Se for isso mesmo valeria à pena partir para o S-400 com capacidades muito superiores.

Carvalho
Carvalho
Responder para  Luís Henrique
24 dias atrás

Faz sentido, principalmente considerando que a FAB qualquer dia ficará somente com um GAv supersônico.

Bosco
Bosco
Responder para  Luís Henrique
24 dias atrás

O S-350 eu concordo, mas não o S-400. É outra categoria.

Bjj
Bjj
Responder para  Luís Henrique
24 dias atrás

Acho que a diferença de custo do S-400 para o EMADS é bem grande.

As matérias atuais sobre o tema – inclusive essa – tem falado num custo total de 3,4 bilhões de reais. Isso daria, na cotação atual, cerca de 600 milhões de dólares, ou 200 milhões por bateria, o que é bem próximo do Iris T SLM, que é um sistema de desempenho equivalente.

Já os valores de referência para o S-400 são de contratos de exportação de vários anos atrás, alguns bem anteriores a 2020. Colocando a inflação acumulada na conta, o valor unitário deve estar bem acima desses U$ 500 mi por bateria.

RDX
RDX
Responder para  Luís Henrique
24 dias atrás

O David’s Sling também é uma excelente opção.

Marcos Bishop
Marcos Bishop
Responder para  RDX
24 dias atrás

O Lula é persona non grata em Israel e ele não compra nada de lá. Enquanto estivermos presos nesse imbróglio diplomático é difícil ser essa a escolha aceita pelo governo.
Vide o caso da artilharia…

sub urbano
sub urbano
Responder para  Luís Henrique
24 dias atrás

Os mísseis do S-400 são muito mais caros. Alguns dos mísseis utilizados tem 11 metros de comprimento.

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  sub urbano
23 dias atrás

Tamanho não significa mais caro.
Os mísseis russos são produzidos em Rublos e os europeus em Euros.

Os dados são sigilosos mas já vi estimativas de U$ 1 mi à U$ 2 mi para o míssil 40N6, o de maior alcance, 400 km de alcance.
Se for isso mesmo, o 48N6 com 250 km de alcance e o 9M96 com 120 km de alcance devem ser ainda mais baratos.

adriano Madureira
adriano Madureira
24 dias atrás

Já pensaram?! Em breve o Brasil poderá ter umas três baterias italianas para nossa defesa…

Mauricio R.
24 dias atrás

Uma outra opção seria este sistema, usado pela Ucrânia na guerra:

(MSI-DS Terrahawk Paladin)

Francisco Neto
Francisco Neto
24 dias atrás

Corrija os erros de sua matéria muitíssimo mal escrita!

Ceip
Ceip
24 dias atrás

Caro Leitores do Forte,

Uma pergunta de Leigo:

– A matéria reporta que será 3 baterias do Sistema Emads, estimados em R$ 3,4 bilhões, lendo e analisado postagem dos colegas aqui do Forte sendo sistema de qualidade e eficiência.

Seria prudente, adquirir sistema similar com custo menor em grande quantidade? em vez de 3 baterias, 7 ou 9 baterias pelo valor R$ 3,4 bilhões!

OBS: Acompanho já muito tempo a Trilogia, as Forças Armadas Brasileiras tem histórico de compras de poucas unidades ou irrisório para as necessidades do Brasil, e esse caso é exemplo.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Ceip
23 dias atrás

Existe um sistema com desempenho similar e com custo de 2 a 3 vezes menor do que o EMADS? Eu não conheço.

Cláudio Pistori Júnior
Cláudio Pistori Júnior
23 dias atrás

FFAA Brasileiras como, sempre garantido empregos e exportando PIB p países membros da Otan(!!!!!).

Santos
Santos
23 dias atrás

Primeiro de abril????? Pra trocar de cuturno a turma passa varios anos, imagina isso ai? + fácil entregar 12 pra tropa pq funciona na Ucrânia

BraZil
BraZil
23 dias atrás

Conversa para boi dormir. Leio nas entrelinhas e só vejo “Bullshit”…como sempre, nos fazem de otários e fingimos que não vemos…

Alex prado
23 dias atrás

Tomara que não cancelem, cancelar e comprar sucatas e equipamentos defasados é de praxe na Terra Brasilis .

adriano Madureira
adriano Madureira
21 dias atrás

Uma bateria desse sistema tem quantos veículos lançadores?

Esteves
Esteves
Responder para  adriano Madureira
21 dias atrás

A definição de quantas unidades por bateria e quantas baterias serão adquiridas ainda está em fase de negociação e depende do contrato final com o fornecedor.

Rodrigo
Rodrigo
19 dias atrás

Aposto com vcs que em 2030 estaremos debatendo esse mesmo assunto aqui…

Felipe
Felipe
Responder para  Rodrigo
11 dias atrás

Portaria de compra saiu hoje

Alves
Alves
17 dias atrás

Vamos gastar rios de dinheiro com um sistema de baixa taxa de produção (caso seja necessário reposição), caro e do único bloco militar que eventualmente pode ser uma ameaça ao Brasil.

Não é à toa que Defesa no Brasil não é coisa séria. Se for para rasgar dinheiro com inutilidade na prática, melhor usar para outras coisas.

Felipe
Felipe
Responder para  Alves
11 dias atrás

Sistema de ponta que está crescendo em vendas. Você deve ser das viúvas russas.

francisco
francisco
15 dias atrás

Não vai sair do papel. Se vier verbas, elas somem, no máximo vão comprar alguma sucata usada ou obsoleta.

Felipe
Felipe
Responder para  francisco
11 dias atrás

Pois é já saiu a portaria de compra hoje !!!

João Moita Jr
João Moita Jr
10 dias atrás

Muito lamentável ver o país que desenvolveu o entāo moderno Astros, agora queimando dinheiro com esse trombolho ultrapassado. Sempre que vejo o EB dar um passo certo adiante, logo após dão dois para trás.

Abs