Brasil e China aprofundam laços militares com visita do Exército chinês
Representantes do Exército de Libertação Popular da China (PLA) realizaram em dezembro uma visita ao Centro de Doutrina do Exército Brasileiro (CDoutEx) em Brasília, em um gesto que autoridades interpretam como parte do fortalecimento das relações militares bilaterais entre Brasil e China.
Durante a missão, a delegação chinesa foi recebida por oficiais brasileiros e participou de apresentações sobre temas de interesse comum às forças terrestres. Entre os temas abordados, esteve o Projeto Combatente Brasileiro (COBRA) — iniciativa voltada à modernização do equipamento individual dos militares do Exército Brasileiro — além de uma visita ao espaço interativo de doutrina do centro de ensino.
A comitiva, além de dialogar sobre experiências profissionais e cooperação, teve a oportunidade de conhecer em detalhes aspectos da doutrina e das prioridades estratégicas do Exército Brasileiro. O evento reforça um padrão de intercâmbios militares entre os dois países.
O episódio ocorre em um contexto mais amplo de aproximação nas relações de defesa: no segundo trimestre de 2025, o governo brasileiro, pela primeira vez na história, designou um general como Aditante de Defesa e Exército no Brasil junto à China, por meio do Decreto nº 12.480/2025. Até então, essa posição havia sido concedida apenas aos Estados Unidos, o que indicava a intenção de Brasília de ampliar a cooperação estratégica com Pequim.
Essas movimentações sinalizam um aprofundamento dos vínculos militares entre Brasil e China, sustentados por intercâmbios técnicos, visitas oficiais e presença diplomática dedicada à defesa, em um momento em que Brasília busca diversificar parcerias internacionais em um contexto geopolítico mais complexo.
Esse tipo de visita e a designação de um adido militar em Pequim são vistos por analistas como parte de uma agenda mais ampla de cooperação bilateral que vai além do comércio e abrange também intercâmbios de conhecimento, treinamentos e entendimento entre as estruturas militares das duas nações.■
FONTE: Brazil Defense Brief (BDB) no LinkedIn

Só de estar vendo outrosa possíveis parceiros já fico feliz.
Já falei e digo novamente: o Brasil deveria procurar parceiros como a India ( compra dos Estados Unidos e da Russia e não se importa com a opinião ou pressão de nenhum dos dois).
Tá na hora de ver também Turquia, Coreia do Sul, Africa do Sul e Russia alé de países menos visados como Polonia.
Não adianta nada, com o orçamento atual não conseguiremos nenhum nível adequado de dissuasão contra as grandes potência, não importa se vamos comprar dos EUA, da China ou da Europa.
A prioridade número 1, 2 e 3 das forças armadas deveria ser a aprovação da PEC que pretende destinar 2% do PIB para o orçamento militar.
Ai sim devemos fortalecer as nossas forças com 3 caminhos:
1) prioridade de produção nacional, empresas nacionais, produtos nacionais e importados com TOT e produção aqui
2) aquisições de EUA e Europa com TOT e produção aqui
3) aquisições fora da OTAN, Rússia, China, etc para maior independência estratégica
Enquanto não mudarem profundamente as forças armadas brasileiras, jogar mais dinheiro lá é igual a queimá-lo.
Antes de aprovar a PEC vamos implementar planos de reformas estruturais do exército, marinha e força aérea. O desperdício é máximo e a preocupação com eficiência é mínima.
Isso mesmo.
Já disse várias vezes:
Simplesmente “jogar” 2% do PIB pra Defesa ( e nem vou questionar de onde sairá essa grana, que aí ja dá um outro debate… ) nas atuais esteuturas das FA’s BR, no máximo, resolvem algumas coisas a curto e médio prazo, mas não resolvem os REAIS problemas das FA’s a longo prazo.
Sabias palavras. Até parece que esse numero magico de 2% eliminaria a estrutura que atrasa as FAs
Os dois por cento não são uma questão de onde ir buscar o dinheiro. É preciso um governo com disciplina financeira, social mas conservador, com visão nacional do Brasil no mundo, com projeto concreto de Forças Armadas.
O ir buscar o dinheiro só é um problema porque nem sequer existe um projeto, existem power points. Sem isso, não interessa se o parceiro é os EUA, a China ou a Europa ou os três.
E, eu diria que a Índia não é esse exemplo todo que alguns acham, mais vale mirar mais em baixo e acertar, que mirar para cima dela e não acertar em coisa nenhuma.
Opinião de um português.
1) prioridade de produção nacional, empresas nacionais, produtos nacionais e importados com TOT e produção aqui.
Este é o maior problema na minha visão. Se paga muito caro para uma desculpa de TOT, já que não dão continuidade as projetos, exemplos claro fragatas classe Niterói, se pagaram uma fortuna na época, hoje se paga outra fortuna na classe Tamandaré. Se não tiver continuidade as projetos não adianta vir com esta desculpa de TOT…
Deveríamos adquirir também equipamentos da Ucrânia, os caras estão fabricando muita coisa boa por lá, principalmente drones
Os chineses analisarão o projeto Cobra, em menos de um ano executa com melhorias a parte hardware do projeto com melhorias em seguida põem a venda para o Brasil rsrsr
Tudo isto é importante, porém se não valorizarem a tropa, não há como uma Força Armada crescer. Hoje, no Brasil, um Sargento do Exército ganha 1/3 do ganho, de um Sargento da Polícia Militar, pelo menos aqui em Minas. Vergonha!!!
Sério?
E quem é mais útil pra sociedade? O Sargento PM/MG ou o Sargento/EB?
Não há muito de novidade nisso.
A tragédia é que perderam totalmente o apoio do segmento da sociedade que ainda – ingenuamente- lhes amparava. A banda boa do país e a direita radical pois a antipatia da esquerda sempre tiveram.
É bem complicada a situação de nossas forças armadas e não serão chineses, indianos, marcianos, jupiterianos que irão resolver.
Sérgio, nos países que ditam as regras no mundo, se sustentam pelas suas Forças Armadas.Quando falam são ouvidos, caso não, se impõem pelas armas. O Brasil nunca será respeitado, se não tiver Forças Armadas fortes. Quanto a sua pergunta, me perdoe, mas descreve uma pessoa que não conhece o valor das Forças Armadas. Não existe mais importante, cada um no seu quadrado. Gostaria muito de ver uma invasão, no Brasil, quem teria condições de fazer frente a isto? Polícia Militar….pense. No mundo só se impõe, quem possue Forças Armadas. Me diga se estou falando alguma besteira????
É assim desde a época das cavernas. O poder está com quem y as armas mais poderosas.
Eu não gostaria de ver uma invasão no Brasil não, obrigado.
Nos outros países as forças armadas que são respeitadas são nacionalistas, aqui a maioria é baba ovo do próprio inimigo
Se fosse naciolistastas o Lula não estaria na presidência e o Bozzo também não teria entrado e o Xandao não estaria escrevendo a sua própria constituição, muita coisa seria diferente.
O E.B está perdendo muitos homens bons, para aqueles que falam que recebem bem e nada fazem, olhem a quantidade de pedidos para sair da força, muitos sargentos, e pasmem, oficiais. Ninguém quer ficar numa força pra receber mixaria, escala de serviço ruim, muito tempo para ser promovido, numa força que é constantemente objeto de corte de recursos. Muitos estão indo para carreiras que pagam melhor e tem uma escala de serviço melhor, ou vão empreender, Ou tentam cargos com mais benefícios. Isso é um fato!
Quem dera se um aprofundamento militar entre Brasil e China pudesse nós dar a oportunidade de ter acesso a material bélico chinês como os J-35 Xyan Y-20 ou meios navais e terrestres.
Mas sempre tem aquela desculpinha de incompatibilidade doutrinatória
Mais uma vez lembro do Comendador Enzo Ferrari… “carro bonito é o que ganha corrida”… tem gente que vê foto e não vê eficiencia… na boa, os equipamentos ocidentais, são realmente testados e aprovados em combate… não pergunte aos americanos, ingleses ou alemães… pergunte ao Putim, Maduro e ao Aiatolas Iranianos.
Esse ano o projeto Cobra completa 10 anos, infelizmente o projeto não andou no ritmo que gostaríamos, mas andou….gostaria muito que a indústria de defesa nacional pudesse prover todo material necessário, mas vemos que o EB sofre muito com a falta de verba em equipar a tropa como um todo…admiro esse esforço, porém é visível nas fotos das operações que ainda falta IA2, coturnos coyote e fardamento novo e isso é o básico do básico para não entrar no assunto de coletes, capacetes, comunicações e optronicos que estes sim deveria ser o tema de preocupação do programa como assim ocorre na maioria das forças armadas mundo a fora….aqui o buraco é mais embaixo.
Não sei como funciona a questão da lei da oferta e procura de materiais de defesa, mas no meu entendimento presumo que quanto maior for um pedido o preço tende a cair e demanda tem, o que não pode fazer é o Estado brasileiro fazer compras pingadas e pagar absurdamente caro por poucas unidades e ir alongando programas com material todo despadronizado bagunçando toda logística, quando deveríamos já estar abrindo novos programas como Cobra II, Cobra III, etc….vamos ver se com a ajuda dos chineses conseguimos desentortar esse programa…abraço.
Diversidade de parceiros é a única solução para quem se pretende livre para escolher.
Taí a atual situação da Comunidade Europeia que não me deixa mentir.
Pois é temos países que estão se destacando por estarem no caminho da alto suficiência, ou que seja pelo menos parcialmente, mas estão caminhado como Turkia, India, Coreia do Sul. Não é questão de que não vai mais adquirir das grandes produtoras, mas é o caso de sair do circulo e tentar andar em linha reta. A Turkia está indo muito bem nesse aspecto. Pelo menos participar de produções independentes.
Deixa ver se entendi, os fracos e populistas líderes europeus das últimas duas décadas não fizeram a parte deles, deixaram suas forças armadas sucateadas e o parceiro mais poderoso é que está errado, um tanto cômoda a situação não acha, o dinheiro que deveria ser investido nas forças armadas foi “desviado” para o populismo barato ao pior estilo bolsa compro voto daqui, ou torrado com a inviável energia verde (até agora) e com pautas ambientais que até o momento só geraram enormes prejuízos as empresas e cidadãos europeus, enquanto o parceiro mais poderoso tinha que garantir a segurança/pele dos europeus, não á toa uma moribunda Rússia se encorajou a enfrentar os europeus.
Decorou tudo direitinho.
Está afiado para as próximas provas para entrar no movimento MAGA.
Avalie como quiser, até como sendo decoreba se lhe agradar, mas é só analisar quem foi o responsável pelo sucateamento das forças armadas europeias a ponto de uma “inexpressiva” Rússia se atrever a enfrentar a toda poderosa Europa, mas se ainda assim enxerga de outra forma não sou eu que vou querer convencer você mesmo, cada um acredita no que lhe convém, mas a realidade não muda só porque eu ou você desejamos.
As Forças Armadas do Reino Unido, França, Alemanha e Itália são sucateadas?
Queria que as do Brasil fossem “sucateadas” iguais elas.
Pesquise e verá que as condições e a disponibilidade dessas forças 4 anos atrás eram precárias, ou melhor lá em 2014 quando o anão russo criou coragem para tomar a Criméia, se você olhar os números dos blindados e aeronaves alemãs prontos para emprego parecia piada, sem contar tropas, mas enfim pesquise e veja a que ponto chegaram, ou você acredita que os russos resolveram agir assim do nada, sem motivo algum, quanto á traçar um paralelo entre nossas forças com qualquer outra de um país com dimensões próximas seria apenas para sermos motivo de piada mesmo.
Pode ser Deus e o mundo, o importante é sentar para conversar, estreitar laços, desenvolver parcerias estratégicas, treinamentos conjuntos e o Diabo a 4. Para mim, todos tem valor e acredito firmemente que não devemos desprezar absolutamente ninguém.
O Brasil 🇧🇷 precisa ao mesmo tempo assinar um acordo de defesa mútua com a China 🇨🇳 e outro com os Estados Unidos 🇺🇸
Se os Estados Unidos 🇺🇸 atacar a China 🇨🇳 sem a China 🇨🇳 ter atacado os Estados Unidos 🇺🇸 o Brasil 🇧🇷 terá a obrigação de lutar ao lado da China 🇨🇳 contra os Estados Unidos 🇺🇸
Da mesma forma a China 🇨🇳 terá de proteger o Brasil 🇧🇷 dos Estados Unidos 🇺🇸 caso os Estados Unidos 🇺🇸 ataque o Brasil 🇧🇷 com a China 🇨🇳 estando disposta inclusive a usar seu arsenal nuclear ☢️ contra os Estados Unidos 🇺🇸 pra proteger o Brasil 🇧🇷.
Agora se for a China 🇨🇳 que atacar os Estados Unidos 🇺🇸 sem os Estados Unidos 🇺🇸 ter atacado a China 🇨🇳 ai o Brasil 🇧🇷 terá a obrigação de lutar contra a China 🇨🇳 pra proteger e salvar os Estados Unidos 🇺🇸.
Já os Estados Unidos terá a obrigação de salvar e proteger o Brasil 🇧🇷 caso a China 🇨🇳 ou qualquer outro país tente atacar o Brasil 🇧🇷 estando disposto inclusive a usar seu arsenal nuclear em defesa do Brasil 🇧🇷
Que viagem, pqp
Uma viagem, de bandeira em bandeira.
Pragmatismo levado ao pé da letra kkkkkk.
Nesse acordo ai é mais fácil a China se juntar aos EUA contra o brasil kkkkk
Até parece que alguém iria arrumar uma guerra contra os EUA por nada
💩
Correto. A China não é inimiga do Brasil(aliás, bem pelo contrário), e possui tecnologia que poderia agregar á nossa defesa. Lembro do Comandante do EB falando sobre as capacidades de produção de energia independente em campo de batalha, guerra eletrônica, e tecnologia aeroespacial, como alvo do interesse brasileiro. Os 3 setores são monstruosamente importantes na guerra moderna, e como alternativa a tecnologia ocidental.
Não faz muito tempo que os militares chineses disseram que o Brasil possui a pior Forças Armadas.
Não foram os militares chineses, foi um site “especializado” alegando ter ouvido de “militares” chineses. Oficialmente, nunca disseram nada. Mas, considerando o quanto os chineses são disciplinados e levam a sério a defesa, não é surpresa. Imagine o que os norteamericanos falam de nós, pelas costas. O fato é que a China nunca, jamais, ameaçou o Brasil.
https://www.gazetadopovo.com.br/economia/china-cotas-tarifas-carne-bovina-importada-brasil/
https://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2025/12/31/china-anuncia-tarifa-de-55percent-sobre-carne-bovina-brasileira-acima-de-cota-anual.ghtml
Brow, “acima da cota anual”. Não é toda a carne que exportamos pra eles, hoje. Já os yanks nos ferraram em tudo, e por motivos ridículos e falsos.
Você deve ter lido que, ao menos por enquanto, precisamos vender quase o dobro de carne que vendemos atualmente para os chineses para atingirmos o limite da cota a partir da qual pagaremos a nova tarifa. Acredito que tenha lido.
Negativo.
Até novembro/25, exportamos 1.499 milhões de toneladas de carne bovina para a China.
A partir desse ano, a cota será de 1.1 milhão de toneladas.
Acredito que leste errado.
Em tempo: desculpem-me, errei. A nossa exportação de carne bovina à China já está acima da nova cota.
O que isso tem a ver com o assunto? O próprio Brasil tarifa a China em algumas áreas. E os dois lados entendem perfeitamente isso e dialogam como adultos.
A China quer salvar os produtores e cooperativas estatais de carne suína que estavam produzindo carne suína em excesso, os produtores estavam indo à falência porque o preço da carne caiu abaixo do custo de produção.
A China originalmente nunca foi um grande consumidor de carne bovina, eles sempre consumiram carne suína, reduzindo a importação de carne bovina, os preços sobem na China e o consumo de carne suína aumenta, salvando os produtores locais na teoria.
Verdade mesmo, e aquela atravessada do embaixador, não acredito que aquelas palavras foram dele, aliás duvido que algum embaixador chinola fale alguma palavra inclusive vírgula que não seja redigida pelo pcc.
Não precisa ser redigido pelo PCC, porque lá cada um sabe exatamente o que fazer no interesse do seu país. Já aqui, tem os traidores.
Só uma correção, cada um sabe o que é obrigado a fazer, isso se quiser continuar respirando, se é que me entende.
Exato. Ir contra o Partido é ‘ir contra o país’ e por aí vai…
Os comandante das forças armadas brasileiras devem esta adorando, agora eles tem mais um lugar para passearem…pois não temos dinheiro mesmo para comprar de ninguém…
Daqui um tempo talvez a China faça como os EUA e nós doem alguns equipamentos usados ou que ele não utilizem mais
Boa notícia, alguém precisa defender o Pre-Sal Brasileiro, sucesso!!!
No futuro bem próximo …não ficarei admirado se a MB fizer treinamento com as marinhas conjuntas da Russia,China e da África do Sul no Atlântico …o que vai ter de político americano e MAGAs Tupiniquim arrancando os cabelos de raiva …rsrsr
Nosso armamento é todo ocidental.É só EUA e OTAN colocarem sanções no Brasil que no outro dia a gente nem consegue comentar aqui.
É um paradigma que deve ser superado …se queiramos ser uma nação soberana e respeitada.
E tu tens medo disso? Medo de ameaças as nossas escolhas livres? Pensa bem, pra não parecer que temos medo do Ocidente. O Brasil não tem medo de ninguém, de Oeste a Leste.
O Brasil tem de se agarrar a China, fazer parcerias em todas as áreas. Os EUA jamais vão permitir o Brasil se desenvolver, portanto o Brasil necessita de se tornar um País soberano e bélico, com condições de enfrentar qualquer País imperialista.
Na defesa todo setor é importante, mas acho que se fosse para priorizar alguns eu priorizaria o de submarinos,misseis navais costeiros e uma possível rede de radares OTH, sem esquecer Aeronaves ASW e alerta antecipado…
Vejo a Venezuela, que na época da bonança, gastou rios de dinheiro em sistemas terrestres e aéreos como: T-72, sistemas BUK,sistemas-S, aeronaves Sukhoi e Mi-35 (Hind) e Mi-17.
Mas cometeram o erro de negligenciarem sua marinha, que poderia ter adquirido submarinos Diesel-Elétrico para proteger seu litoral.
Agora eles assistem navios petroleiros sendo confiscados pelos piratas yankess.
Agora, se vê um covarde como presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmar em uma entrevista que o país está aberto para “conversar seriamente” com os Estados Unidos sobre acordos envolvendo petróleo, migração e a luta contra o tráfico de drogas.
“Se eles quiserem o petróleo venezuelano, a Venezuela está pronta para investimentos americanos, como no caso da Chevron, quando, onde e como eles quiserem”.
Obviamente que a Venezuela não venceria o poder naval dos estados unidos, mas sim de acordo com o conceito da dissuasão Militar,
dar a um país agredido ter condições de dissuadir agressões a seu território,consistindo em medidas de natureza militar, que venham a desencorajar o oponente de tomar atitudes que levem a uma escalada da crise..
Deixando evidente que toda e qualquer agressão terá um custo muito alto para quem a perpetrar,seja em perda de vidas militares e equipamentos bilionários.
Infelizmente os Venezuelanos não tem capacidade para implementar a negação do uso do mar para as forças navais estadounidenses,para poder garantir que o mesmo não consiga manter controle do mar territorial e da zona econômica exclusiva venezuelana, para impedir através de ações de ataque aos meios navais do inimigo com o uso de mísseis antinavio disparados por aviões ou submarinos, pois diferentemente das forças de superfície, essas são armas próprias para a função de negação de uso do mar.
A negação de uso do mar é a alternativa das marinhas menores e com menos recursos!
A Doutrina Gorshkov Fala disso…
Os soviéticos estavam cientes que levariam décadas até construir uma frota de águas azuis que pudesse rivalizar com a marinha americana nos mesmos termos, foi desenvolvida primeiramente uma força que primava a negação do uso do mar para as marinhas ocidentais (visando proteger os “santuários” de SSBN soviéticos), em que a prioridade de destruição seriam os SSBN (submarinos com mísseis balísticos intercontinentais) das marinhas do ocidente, os comboios comerciais, as linhas de suprimento da OTAN na Europa, e os grupos de batalha centrados em porta-aviões das marinhas dos EUA / OTAN.
Esta força, ciente que atuaria contra um inimigo maior e mais poderoso, utilizava-se da surpresa e da pouca visibilidade inerente aos sistemas de armas utilizados para a negação do mar. Foi desenvolvida uma aviação naval especializada em ações antinavio, com mísseis supersônicos com ogivas com cerca de 1.000 kg de explosivo, voltada para a destruição prioritária de porta-aviões, sendo imperativo que toda e qualquer plataforma de combate pudesse disparar tais mísseis.
A prioridade no ataque aos meios navais de combate do inimigo são os porta-aviões, os quais forneciam apoio e defesa aérea integral para toda a frota. Uma vez que estes fossem postos fora de ação, o conflito iria pender para a marinha soviética, pois esta lutaria sob a proteção da aviação naval de longo alcance, e os mísseis antinavio que equipavam seus navios, bombardeiros e submarinos, tinham um alcance muito maior que seus equivalentes ocidentais, além de um poder destrutivo muito maior.
Lindo texto! Se fosse impresso eu guardava para quando faltar papel higiênico.
ou quem sabe fazer uma assepsia melhor é introduzir no orifício rugoso…
Ponto-chave: Os militares dos EUA são piratas!
Embora seja verdade, não se pode afirmar isso de forma tão direta. Caso contrário, você será repreendido por fãs americanos que ignoram os fatos e a lógica.
O que dizer: Defender a paz mundial de acordo com a “lei americana”!
[OFF]
Cazaquistão começará a produzir localmente o TULPAR 120 com a torre HITFACT MKII!
Informação importante que penso que deve ser publicada aqui no Forte, já que neste momento parece ser o MMBT favorito para o EB.
Tá certo o Brasil, a China é a nova super potência logo é importante e estratégico se aproximar, além é claro de ser o maior parceiro econômico do Brasil.
Alguns engraçadinhos chamam os Asiáticos de pintores de roda pé. Será que é isso que vamos ensinar a esse exército profissional e avançado? ou será que vamos é aprender mais, sobre controle de mídia e redes sociais?
OFF https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2026/01/03/explosoes-sao-vistas-em-caracas-e-venezuela-acusa-eua-de-atacarem-o-pais.htm
Cadê os manpads da Venezuela? Os Helicópteros inclusive de ataque fizeram a festa.
Toda aquela defesa aérea caríssima não serviu para nada.
Eles querem um pretexto, penso eu.
Digo os yankes!
Vieram aprender como não se faz.
Blá.Blá. Blá.Blá. Só conversa ” Fiada” reuniões bancadas a a cavier e mais nada…Não há aprofundamento nenhum com as Forças Chinesas. Doutrinas totalmente distantes o que a China quer é vender e introduzir na AL seus equipamentos mas o Brasil não tem um centavo para comprar.
Brasil tremendo de medo dos EUA, estão buscado conhecimento e ajuda da china. Agora, com a invasão da Venezuela, tem presidente por aí que não passa nem sinal de Wi-Fi naquele lugar!!
Só o Brasil pra ficar mostrando tudo da defesa brasileira pra outros paises principalmente países comunistas, daqui um tempo vão querer ter uma base chinesa no brasil, já estão presentes em vários países, acho que de defesa territorial não se deve mostrar nada para outros países cada um cuida do seu.
O Exército terá 1 bilhão a mais em seu orçamento por ano, até 2031, vamos ver o que fazem.
1 bilhões reais e o equivale hoje aptoximadamente a 180 milhoes de dolar. Daria para comprar no máximo 01 gripen equipado
Chineses vindo fazer negócios da China… e a torcida por aqui a babar odes em troca de nada. Os caras estão vindo aqui para aprender, fizeram isso quando visitaram o Porta Aviões São Paulo e agora repetem em busca de conhecimentos de combate em ambientes especiais… e a torcida por aqui a delirar por um sonho que na verdade é deles (chineses)… temos mais experiência em combate (Haiti) do que esses chineses que a ultima vez que dispararam um tiro que não foi de festim foi na Guerra da Coreia, em meados do século passado…
O fortalecimento da soberania brasileira demanda, primordialmente, um incremento substancial na seriedade e no planejamento estratégico por parte de suas instituições. A modernização das Forças Armadas não deve ser encarada como uma corrida armamentista vazia, mas como uma necessidade imperativa para uma nação de dimensões continentais. Para que o país possa se armar e se preparar adequadamente, é fundamental a destinação de recursos condizentes com as responsabilidades atribuídas aos militares.
O custeio de uma força militar robusta envolve cifras elevadas e uma logística complexa. Com um contingente de aproximadamente 350.000 militares distribuídos entre as três Forças, o Brasil enfrenta o desafio de gerir mais de um milhão de refeições diárias, o que representa apenas uma das inúmeras linhas de despesa (na boa, essa deve ser uma das linhas mais baratas). Nesse sentido, é necessário maior rigor na administração desses recursos, priorizando a proteína para a tropa e menos camarão para o generalato, o treinamento real e o fomento à indústria nacional de defesa. O foco deve recair sobre a manutenção de carros de combate, o investimento em drones com alta capacidade de reposição, além da aquisição e atualização de aeronaves, helicópteros, mísseis, sistemas de inteligência e guerra eletrônica.
A proteção das riquezas nacionais, abrangendo tanto a Amazônia Verde quanto a Amazônia Azul, exige meios operacionais reais. Atualmente, a aquisição de um número reduzido de aeronaves ou helicópteros de ataque não oferece a proteção necessária para as ações em âmbito continental que o Brasil requer. Países como Índia e Turquia, embora inseridos em contextos geopolíticos distintos, servem de exemplo pela escala de seus investimentos em defesa.
Em suma, observa-se uma lacuna crítica na postura de líderes políticos e militares, que muitas vezes negligenciam a infraestrutura básica necessária para a defesa do território. Possuir apenas uma quantidade simbólica de equipamentos funcionais é insuficiente para garantir a segurança de um país com proporções de continente. Sem uma mudança profunda na gestão do custeio e na visão estratégica nacional, a estrutura de defesa brasileira continuará apresentando falhas graves diante das reais necessidades de proteção e soberania.
A compreensão das deficiências da defesa brasileira torna-se mais nítida quando contrastada com o comportamento de outras potências emergentes que, embora enfrentem desafios socioeconômicos, priorizam a soberania de forma estratégica. Enquanto o Brasil destina entre 1,1% e 1,3% de seu Produto Interno Bruto ao setor de defesa, nações como a Índia e a Turquia mantêm patamares superiores a 2,4% e 2,1%, respectivamente. Essa diferença percentual traduz-se em uma capacidade de dissuasão e modernização significativamente maior.
No Brasil, observa-se uma distorção na aplicação dos recursos, onde aproximadamente 80% do orçamento é consumido por gastos com pessoal e encargos previdenciários, restando uma parcela ínfima para o custeio operacional e investimentos em tecnologia. Em contrapartida, a Índia direciona massivamente seus recursos para a modernização nuclear e a aquisição de frotas robustas, contando com centenas de helicópteros de ataque e milhares de blindados em plena prontidão. A Turquia, por sua vez, adotou uma postura de foco na indústria nacional, tornando-se uma das líderes mundiais em tecnologia de drones e sistemas de guerra eletrônica, transformando o gasto militar em um motor de desenvolvimento tecnológico.
A disparidade também é evidente na autonomia industrial. O Brasil ainda mantém uma dependência crítica de componentes externos para seus principais projetos. Já a Índia e a Turquia avançaram para a autossuficiência e para a exportação de armamentos, tratando a defesa como uma prioridade de Estado e não apenas como uma despesa administrativa.
Em última análise, a comparação revela que o problema brasileiro ultrapassa a questão financeira. Trata-se de uma divergência de visão estratégica. Enquanto os pares internacionais investem em densidade de equipamentos e prontidão tecnológica para proteger seus interesses, o modelo brasileiro permanece estagnado em uma estrutura de altos custos fixos e baixo poder de choque, o que compromete a proteção efetiva de um território com dimensões continentais.
Obs.: Tem uma questão que não abordei nesse meu “Testamento”… é a questão da vizinhança, quem tem vizinhos como Rússia, China, Paquistão e outros menores não pode se dar ao luxo de se armar com “paus e pedras”… além de milhares de equipamentos é sempre bom ter algumas ogivas nucleares a disposição, como é o caso da Turquia no guarda-chuva da Otan e a própria Índia que não titubeará em usá-las contra a China e o Paquistão.
Já que o Brasil fica na região de influência da politica Monroe quero recordar o pedido de ajuda de Madura aos seus dois grandes aliados, a Rússia e a China. Também gostaria que alguém me dissesse onde houve ToT entre a China e algum país que tenha comprado armamento chinês?
Essa década foi importante para derrubar varias narrativas…
Principalmente sobre os equipamentos russo, muita mídia e pouca eficiência.
O equipamentos chineses tb tem muita mídia e nunca foram testado.
Ja os equipamentos ocidentais, principalmente o F35 se mostrou bastante eficiente.
A galerinha acha que um equipamento que gasta 10% do custo de um similar americano vai ter a mesma.capacidade kkk
E praticamente impossível o Br comprar qualquer equipamento avançado da China e Rússia ou qualquer país que não seja os EUA e suas colonias europeias. Infelizmente esse país foi vendido por gente que para manter essa submissão defendem até uma invasão americana ao nosso território.
Maravilha!!!! Precisamos nos proteger do imperlaismo do império decadente.
A verdade é que, 3, 4 ou 5% do PIB seria um número factível…somado a políticas sérias que reduziriam o gasto desta verba com soldos e etc. E para um país como o nosso isso não é impossível…a questão que vejo como principal obstáculo é os absurdos que existem na administração pública, como gastos excessivos…muita corrupção..ineficiência de gestão…isso independente se é de direita ou esquerda ou centro…simplesmente o ralo é gigantesco. Vergonha na cara mesmo!! Tanto de quem não quer largar o osso como daqueles que os colocam com o osso…nós mesmos! O Zé povinho de meu Deus!!
Sou de esquerda, acima de tudo Brasileiro. Sou contra o Brasil ser tutela de outro Pais, sempre critiquei o Brasil ser tutelado por USA, e continuarei criticando. O Brasil tem que ter o seu próprio caminho e não ficar no guarda-chuva e tutela de outras nações!
Reunião para marcar outra reunião…
Tomara que o próximo Presidente se afaste urgente da China. Já que eles só querem oferecer armamentos mais fraco deles.