Europa se une em defesa da Groenlândia após declarações de assessor de Trump sobre futuro da ilha
6 de janeiro de 2026 — Líderes europeus expressaram forte apoio à Dinamarca e à Groenlândia, reafirmando a soberania do território ártico e rejeitando qualquer interferência externa após declarações polêmicas de um alto assessor da administração dos Estados Unidos.
A reação se intensificou depois que Stephen Miller, conselheiro sênior do presidente Donald Trump, afirmou que “ninguém vai lutar militarmente contra os Estados Unidos pelo futuro da Groenlândia”, ao questionar a legitimidade da soberania dinamarquesa sobre a ilha e sugerir que o território deveria estar sob controle americano por razões de segurança estratégica.
Em resposta, chefes de Estado e de governo de países como França, Alemanha, Reino Unido, Itália, Espanha, Polônia e Dinamarca publicaram uma declaração conjunta defendendo que “a Groenlândia pertence ao seu povo” e que apenas a Dinamarca e os groenlandeses têm o direito de decidir sobre o futuro do território.
A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, qualificou a retórica americana como “inaceitável” e advertiu que qualquer tentativa de ataque ao território de um aliado da OTAN poderia desintegrar a aliança militar transatlântica, que tem sido pilar da segurança europeia desde a Segunda Guerra Mundial.
O primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, também condenou as declarações e pediu respeito à autodeterminação da população, que, segundo pesquisas locais, é majoritariamente contrária à ideia de aderir aos EUA.
A União Europeia reiterou seu apoio à soberania dinamarquesa e ao direito dos groenlandeses de decidir o próprio futuro, destacando que “as fronteiras não devem ser alteradas pela força” e que o respeito ao direito internacional é fundamental para a estabilidade regional.
A controvérsia surge em meio a um cenário de intensificação das tensões geopolíticas no Ártico, em que fatores estratégicos — incluindo a presença militar, os recursos naturais e as rotas marítimas — têm aumentado o interesse das grandes potências. Especialistas alertam que a disputa sobre a Groenlândia pode remodelar relações entre EUA, Europa e aliados da OTAN, além de colocar em xeque princípios tradicionais de soberania e cooperação internacional.■

“(…) advertiu que qualquer tentativa de ataque ao território de um aliado da OTAN poderia desintegrar a aliança militar transatlântica, que tem sido pilar da segurança europeia desde a Segunda Guerra Mundial”.
Mas é exatamente isso que o Laranjão quer! E se vier com os recursos minerais groenlandeses, melhor ainda. Americanos, russos e chineses estão dividindo o mundo em suas esferas alla conferência de Berlim. Só que dessa vez, a Europa Ocidental foi excluída dessa partilha.
Me lembra o Tratado de Tordesilhas ou Eurásia, Lestásia e Oceania.
Aparentemente, a Russia rifou o Maduro pros EUA, em troca da Ucrania, e ambos rifaram Taiwan pra China, e a China concordou com ambos acima.
A Europa? A Europa continua mais perdida que cachorro em dia de mudança, e de fora da “conversa dos adultos na sala”.
Cada um cuide de se, sempre foi assim, mais existem um bando de inúteis espertalhões que vendem a ilusão de democracia genérica, com esse discurso, já dito, cansado, de comunismo x capitalismo, privado x publico.
E mesmo assim a Europa ainda nos cria empecilhos para assinatura de um acordo que em nada nos favorece a não ser politicamente ao Lula.
Não tenho dó da UE não.
Passaram décadas terceirizando sua Defesa “nas costas” dos EUA, inclusive, seguindo cegamente o que os EUA queriam.
Ou alguém quer me convencer que Afeganistão, Líbia, Iraque e Síria eram problemas diretos da UE?
A questão é que a conta dessa “terceirização”, ela sempre chega, mais cedo ou mais tarde. E ela chegou agora para os europeus.
Não dá para dizer que a UE terceirizou a Defesa.
Reino Unido, França, Alemanha e Itália possuem Forças Armadas de 1ª linha.
EUA é um aliado da UE por meio da Otan e, obviamente, é mais poderoso que toda a UE e serviu como uma garantia a mais de proteção. Assim como a UE é importante para os EUA se contraporem à Rússia também. Era um jogo de ganha-ganha.
Com o Trump diminuindo a proteção da UE, ela tem que se reforçar e está se reforçando, mas não quer dizer que a Rússia invadiria a UE se os EUA não a protegerem.
Desculpe discordar, mas o que os russos fizeram na Ucrânia em 2014 e voltaram a fazer em 2022 foi o quê, essa ação na Ucrânia foi um provocação direta aos europeus sim, só não avançaram mais porque existe os EUA na aliança, suas forças armadas estavam praticamente sucateadas, tanto é que mesmo uma cambaleante Rússia teve coragem de tomar a Criméia em 2014, e ainda assim os fracos líderes europeus só depois das ações russas de 2022 entenderam a realidade, agora imagine se não houvesse os EUA nessa equação onde o anão do kremilin iria parar.
https://www.instagram.com/reel/DTGuT6oAdC_/?igsh=MWVpZzV2cnNhN2hwaw==
Isto a midia globalista socialista nao passa
Você repete isso como se fosse uma IA ou uma ovelha, o mesmo comentário em diversos posts, alguém trás um pouco de capim para esse ser.
Quem te disse que a Rússia tem condições de rifar alguma coisa ?
Quando a Rússia aprender a fazer uma “operação especial” como o EUA fez na Venezuela, você volta aqui e cansa nossos olhos.
Engraçado, eu especulei esse mesmo cenário ano passado.
Eu só queria ressaltar uma coisa, no momento não faz muito sentido a China tomar Taiwan porque você nunca compra uma ação na alta, então mesmo que a China consiga tomar Taiwan, ainda terá que gastar bastante para manter a economia deles no mesmo patamar que a população está acostumada, então é melhor a China esperar para comprar(tomar) Taiwan na baixa, quando a economia já estiver bem fraca devido a perda de influencia na indústria de semi condutores e pelo declínio demográfico gravíssimo que acontece por lá.
É basicamente o que a China está fazendo na África, os europeus e americanos exploraram tanto aqueles países sem entregarem nada em troca que agora qualquer coisinha positiva que a China faça por lá vira algo grandioso. O mesmo deve acontecer agora na Venezuela, qualquer coisinha positiva que os EUA fizeram irá justificar a tomada do país.
Trump deixou a máscara de xerife cair, agora ele assumi de vez o papel de vilão, quero ver essa brabeza toda quando Xi Jimping invadir Taiwan, igual ele é brabo com o “coitado do Maduro”!
Estimado, não vai ter “brabeza” nenhuma – e sim muito cinismo e teatro – porque é tudo parte do acordo de cavalheiros entre americanos, chineses e russos. Os mais poderosos dividiram o mundo e o restante que chupe dedo.
A Europa Oriental e parte da Ásia Central “ficam” para a Rússia.
As Américas para os Estados Unidos (Groenlândia possivelmente inclusa).
O Mar do Sul da China, Taiwan e a Ásia Setentrional com os chineses.
África e Oriente Médio seguirão o caos que sempre foram e continuarão a ter o mesmo papel que cumprem hoje em dia.
Nós aqui na América Latina nos preparemos pra lidar com a política do Big Stick outra vez.
Somente a Oceania que sai mais ou menos ilesa nesse panorama.
O Oriente Médio será entregue a Israel
Política de péssima vizinhança!
Meu medo e que em vez dele usar o Big Stick na America Latina para bater ele use para outra coisa kkk
Os liberais e defensores da causa LGBTQIA+ iriam adorar kkkkkkkk
Não haverá brabreza nenhuma, o que veremos dos EUA é o que estamos vendo de China e Rússia agora, apenas notas de repúdio.
Se une… daquele jeito, com o rabinho de cachorro de madame abanando furiosamente pro Trump…
Esses atuais lideres são uma vergonha numa terra que já teve muitos estadistas no passado.
Diante da enorme crise e ameaça a um território de um membro da UE e OTAN, os europeus ameaçam seriamente emitir um comunicado
“Em resposta, chefes de Estado e de governo de países como França, Alemanha, Reino Unido, Itália, Espanha, Polônia e Dinamarca publicaram uma declaração conjunta defendendo que “a Groenlândia pertence ao seu povo” e que apenas a Dinamarca e os groenlandeses têm o direito de decidir sobre o futuro do território.”
“A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, qualificou a retórica americana como “inaceitável” e advertiu que qualquer tentativa de ataque ao território de um aliado da OTAN poderia desintegrar a aliança militar transatlântica, que tem sido pilar da segurança europeia desde a Segunda Guerra Mundial.”
UE fazendo igual o Itamaraty: soltando notinha de repúdio e advertenciazinha, pois sabem que qualquer coisa a mais do que isso, a maioria deles não teria coragem ou meios pra pegar em armas.
Com o agravente de que, enquanto soltam notinhas de repúdio, a Europa continua comprando F-35, ATACMS e Javelin a rodo.
Não esqueça da Dinamarca e seu log de compras, tudo equipamento americano…
P-8 foi essa semana mesmo.
É preciso que EUA saia da retórica discursiva e passe a embargos econômicos e diplomáticos sobre a Dinamarca para ter ganhos assimilar o território, de resto pode consegui alguns pequenos facilitadores econômicos. Pratica bullying para alferir vantagens. É a mesma prática usual da Europa.
Os Estados Unidos sabem que os europeus não são nem um pouco confiáveis.
O continente vem mudando radicalmente sua gestão pro ocidente, permitindo o extremismo islâmico até nas instituições governamentais.
Fora o investimento chinês que ganha cada vez mais força.
É exatamente o oposto, a Europa se mantém extremamente estável politicamente, legalista e institucionalista fazem 70 anos, quem começou a jogar tudo no ventilador, ameaçar aliados, iniciar guerras, acabar com acordos multilaterais, sequestrar ditadores por ai foi os EUA, tudo bem que essa última questão até pode ser positiva de um posto de vista moral, mas não muda o fato que é insere certo caos no sistema internacional.
Os “sem voto” de bruxelas mandam lembranças.
Não entendi
Acho que ele se referiu ao parlamento europeu. Mas só acho…
Exatamente, “ilegítimos” que mesmo “sem votos” mandam (fazem trapalhadas) em outras nações, sinceramente não tem como dar certo, não atoa o anão mesmo com um arremedo de potência resolveu se aventurar e só não foi mais longe porque existe os EUA nessa aliança, do contrário, bem do contrário já vimos, se foi a Criméia e se foi mais 20% do território.
É improvável que haja realmente uma invasão à Groenlândia, o preço de desfacelar a OTAN seria muito mais alto que a ilha valeria, e ainda fica a dúvida: Os países integrantes iriam realmente honrar seu compromisso e socorrer os dinamarqueses? Duvido muito que Orban fosse fazê-lo, por exemplo, já que ele e Trump são amigões. Qual mensagem isso passaria pros adversários do Ocidente? Só esse imbróglio já colocaria o Tratado em descrédito.
Como eu disse num comentário anterior, tratar Trump como um empecilho temporário é válido , mas é uma aposta: Pode ser mas também pode não ser. Estamos vendo cada vez mais absurdos normalizados e se o trumpismo se firmar na reeleição pode ter certeza que vão vir ainda mais absurdos. A Europa estava muito confortável na asa americana e os EUA pareciam gradualmente abandonar essa ideia de xerifes/donos do mundo, mas como dizem por lá: Bad habits die hard.
Agora se lasquem muito pra ver se criam vergonha, uma aliança presume igualdade entre seus membros, você não chega num aliado falando essas loucuras, passaram anos apoiando arbitrariedades americanas pelo mundo e agora merecem sofrê-las.
Para você a OTAN é mesmo um país, né?
Sendo um tratado de defesa mútua, acredito que seja mais que correto tratá-los como um bloco só, quando se fala de ameaças à soberania, não?
Um Tratado feito para benefico dos EUA, que protegia seus investimentos na Europa pós segunda guerra e defesa do seu território a partir de território alheio, hoje Europa é mais problema que solução para EUA, na esperteza dos malandros líderes europeus como diz o Trump, a conta não está fechando, os custos tornaram-se proibitivos.
“É improvável que haja realmente uma invasão à Groenlândia, o preço de desfacelar a OTAN seria muito mais alto que a ilha valeria, e ainda fica a dúvida: Os países integrantes iriam realmente honrar seu compromisso e socorrer os dinamarqueses?”
A questão não é se o Trump vai ou não botar o pau na mesa e partir pros “finalmente” pra pegar a Groelandia. A questão é:
Esse clima e essa ameaça sobre isso mina a confiança e a união do tratado.
Se os EUA podem fazer esse tipo de ameaça, porque Turquia e Grécia não podem resolver suas pendências “no tapa”, e a Espanha não pode finalmente pegar Gibraltar de volta?
Precedentes perigosos foram abertos com essa política “trumpiana”.
“Como eu disse num comentário anterior, tratar Trump como um empecilho temporário é válido , mas é uma aposta: Pode ser mas também pode não ser. Estamos vendo cada vez mais absurdos normalizados e se o trumpismo se firmar na reeleição pode ter certeza que vão vir ainda mais absurdos.”
Como eu disse a meses atrás: quem garante que o próximo ocupante do Salão Oval não seja um “Trump 3.0?”
Pode ser, pode não ser.
E mesmo que as próximas eleições sejam ganhas por um “novo Obama”, quem garante que, após ele, não venha um “novo Trump”?
EUA estão fazendo o mesma tipo de erro que o Brasil sempre fez: não ter política de Estado consistente, e sim que muda conforme o “humor” do presidente em questão.
A analise feita pelo André é muito válida porque além de violar o Tratado de Washington que foi aprovado pelo congresso e senado norte-americano, como tal lei que vigora também nos EUA, também a industria de defesa dos EUA apoiariam outro candidato e não um Trump III e também não seria um novo Obama e explico.
A cimeira da OTAN no Pais de Gales, no tempo de Obama como presidente, que deu origem aos dois porcento do PIB em gastos de defesa sendo que 20% desse montante fosse gasto na aquisição de novo material de defesa, algo muito bom para a industria de defesa deu também a conhecer que a maioria dos americano pensa que os europeus não gastam o suficiente em defesa mas esquecem-se que os EUA contribuem com 16% do orçamento da OTAN e um mesmo montante é pago pela Alemanha enquanto os outros membros contribuem com menos percentagem e também se esquecem que enquanto os EUA gastam 3,4% do PIB em defesa e que os outro membros da aliança gastam menos, o que gastam gastam-no também em inovação e novas tecnologias das quais as mais divulgadas são os protocolos TCP/IP que originou a massificação da internet e o GPS e como são os que mais gastam, têm uma industria de defesa que satisfaz no imediato qualquer pedido para fornecimento de armamento, coisa que os europeus não fazem e quando estes necessitam compram aos EUA. Esta politica de Trampa irá fazer com que os europeus produzam as suas próprias armas que no futuro irão fazer concorrência com a industria bélica americana, de recordar que o primeiro avião a jato surgiu na Europa, os primeiro misseis, radares também surgiram na Europa e que o pai do programa espacial americano é o europeu Wernher Von Braun, isto para dizer que se os EUA invadirem a Groenlândia irão perder todo o mercado e que as armas a fornecer para a Ucrânia serão compradas na Europa. As empresas americanas de defesa perderam valor, enquanto as empresas europeias aumentaram de valor.
Na UE existem duas forças militares com comando próprio e que são a Eurofor e a Euromarfor, e que nada têm com a OTAN e que são compostas por Portugal, Espanha, França e Itália, talvez porque receassem o alastramento da primavera árabe, mas os países do norte da Europa nunca quiseram participar em nenhuma força que diminuísse a força da OTAN. OTAN como aliança de defesa está morta desde que Trampa afirmou que não defendia quem não gastasse dois 5 do PIB em defesa, “Tributo 1.ºSargento Comando Roma Pereira / Afeganistão” nunca mais e se invadir a Groenlândia todos os contratos sobre armamento e que não tenha havido transição monetária ficaram automaticamente sem efeito, aliás já existem países da UE que não compram armamento dos EUA e isso pode alastrar. O único Tratado que tem de ser revisto é o Tratado de Lisboa porque os artigos dedicados à defesa remetem para a OTAN alguns dos assuntos de defesa, além de outros artigos que sejam dedicados ao tratamentos dos cavalos de Troia. A Dinamarca é um dos países da UE que mais contribui per capita para a união e a Hungria é um dos que mais se beneficia das contribuições da UE. O mundo não será mais o mesmo depois de Trampa e com o Brasil ficando no hemisfério ocidental, zona de influência dos EUA e com os exemplos das tarifas e da invasão da Venezuela
“Se os EUA podem fazer esse tipo de ameaça, porque Turquia e Grécia não podem resolver suas pendências “no tapa”, e a Espanha não pode finalmente pegar Gibraltar de volta?
Precedentes perigosos foram abertos com essa política “trumpiana”.
Exatamente ! Quem garante que depois de abrir tal precedente no caso venezuelano, alguns países irão para os finalmente e não irão querer resolver suas pendências há muito guardadas na gaveta?
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_disputas_territoriais
Porque os EUA tem nukes e a Venezuela não. Por que o Trump não faz isso com a Coreia do Norte?
Europa com medo de ser atacada pela Russia mas….. “Quem não conhece a história está fadado a repeti-lá”, resumindo, o ataque contra a Europa vira de dentro.
Europeus, desde sempre, com medo do “bicho-papão” vindo da Eurásia e Urais, mas acho que o maior problema pros europeus vem do outro lado do Atlântico…
Não é medo do bicho-papão, até porque a Rússia provou que também é um bicho papão, tanto é que atacou a Ucrânia
Então a UE se ferrou boniro: um bicho papão de um lado, e um “amigo da onça” do outro lado…
A Ucrânia não é parte da OTAN e nem potência nuclear como França ou Inglaterra, é bicho papão sim kkkkkkk não faz o menor sentido a Rússia se arriscar numa guerra nuclear contra a Europa.
E assim, em suas retoricas, Trump vai cada vez mais se isolando no mundo. Caso não seja mais uma de suas bravatas – que podem ou não ocorrer, vide o caso da Venezuela, literalmente um ” cachorro morto” – e se ele não estiver fazendo uma nova versão da ” partilha da África” do sec.XIX entre paises europeus, mas com a China e a Russia, ele vai cada vez mais passando desconfiança dos EUA em relação ao mundo.
E isso pode ter um custo altoo no futuro. Os EUA já não são aquela superpotência econômica e muito menos política, apenas militar , e uma era pós-Trump vai cobrar um altissimo preço dos EUA pelos seus atos.
A humilhação da Europa é de dar vergonha alheia.
São ameaçadas CLARAMENTE pelos EUA, e vão e compram equipamentos militares do país agressor.
O Trump disse que não descarta força militar para anexar a Groenlândia. Seu assessor disse esta semana que ninguém vai enfrentar militarmente os EUA pela Groenlândia.
E a Dinamarca vai e encomenda P-8…tem que tomar ferro e ser humilhada mesmo.
Não te preocupes com a humilhação da Europa, porque o Trampa está a dividir o mundo em regiões de influência e imagina quem fica com o hemisfério ocidental onde se situa o Brasil? Acertaste claro que é os EUA e o Trampa já deu provas com o que pode acontecer com os 50% em tarifas e a intervenção yankee na Venezuela, Vai ser uma humilhação daquelas que deixas de pensar na humilhação dos outros.
Situação que a europa entrou.
Possuim um país parceiro que garantiam a segurança de todos, esse parceiro picou mula, deixou na mão e ainda agora ameçam algum países.
Mais uma prova que quem terceira a propria segurança se da mal.
Esse mapa “mercator” exagera o tamanho dos países longe da linha da linha do equador. Tem alguns sites que fazem uma animação com a área de um país, onde você arrasta o território pelo mapa para comparar tamanhos. A Groenlândia é beeeem menor do que muitos imaginam.
https://thetruesize.com/#?borders=1~!MTU0OTM3MzQ.Mjg1NzY4MA*MzA1MDU4OTA(MzI3NTU4OTA~!GL*OTQ0MTQyOA.MzQxMzUyOTg)NA
Aparentemente muitos estão esquecendo onde está localizada a ilha, mas principalmente esquecendo o movimento feito por russos e chineses no Ártico nos últimos anos, se os EUA estão errados em fazer pressão o que deveriam fazer, relembrando esse território está as suas portas e é defendido por meia dúzia de nativos com trenós e seus cães, segundo muitos aqui o correto seria esperar acontecer o que esta acontecendo na Ucrânia para só depois agir, parece que essa estratégia não funciona, pelo contrário a demonstração de fraqueza tem incentivado o inimigo a agir.
Isso pelo histórico, é levar a Dinamarca a dar quase o controle completo, mas se for verdade, o cálculo é que os EUA não precisa mais da OTAN, e que a Rússia pode entrar no Leste Europeu.
O Trump pensa que o mundo gira á volta do umbigo dele. Se a America invandir a Gronelandia acaba com a Nato, isto é um facto. Se isto acontecer vai provocar a quebra de confiança do Mexico e do Canada. Ou seja de uma assentada a America perde todos os aliados do hemisferio norte. Dai a ter dificuldade para vender os produtos militares americanos na Europa era um passo (ainda não aconteceu por os europeus não quererem cortar os laços com a America). Que a Russia não meta medo á America eu acredito, mas a China é outro nivel e vai sair muito caro á America e o que iriam ganhar?
Em relação ao armamento europeu é inferior ao americano?
Nalguns casos sim, mas o problema é que quem compra os produtos militares americanos mais caros são os europeus e se os europeus os deixarem de comprar onde os Americanos vão arranjar dinheiro para investirem em novas tecnologias?
Quando e SE acordarem algum dia, irão notar que podem criar o maior e mais poderoso exército da terra.
Agora por exemplo estão precisando dessa força militar unificada e não vai ter outra saída se não baixar a cabeça.
Essa retórica de cachorro esbravejando que não morde não terá efeito nenhum.
O cômico é que os caras( canhotada) que criticam a tomada da Groelândia pelos americanos , são os mesmos que defendem a tomada das Ilhas Falkland pelos argentinos. E Pasmem com argumentos quase idênticos kkkk
ou Taiwan
Até o Milei defende a reinvindicação argentina sobre as ilhas cara kkkkkkkkk forte concorrente a pior análise da semana, parabéns e boa sorte. Cômico é chamar de Falquelandia quando tem um nome em português pra ilha
Fácil resolver..
Aplicar a lei do mais forte sem espaço para retóricas.
Em resumo.
Deixe todo mundo que quer invadir, consumar o ato.
Sem reclamações.
Os EUA invadir a Groenlândia, a China invadir Taiwan, a Rússia finalizar a invasão da Ucrânia, a Argentina (parte cômica), invadir as Malvinas e outros pelo mundo afora invadir onde quer que queiram.
Sem direito a reclamações.
Ideologias e politicagem assim como entidades e direitos internacionais deixariam de virar barreiras ou pretextos para alimentar discursos inflamados e retóricos.
O mundo ficaria mais com cara de mundo sem a tal da hipocrisia pintada na testa dos governantes quando se encontram na ONU com seus sorrisos amarelos desejando um a aniquilação do outro.
Todos se odiaram de forma aberta e mais natural.
A Dinamarca tem que bater o pé. Levar até às últimas consequências. Mesmo que seja absurdo, mesmo que as possibilidades pesem contra, mas se tiverem que pegar em armas, que seja. Muita gente morreria, isso é fato, mas até quando os países (inclusive antigos aliados, pois não são mais) terão que tolerar?
Se a OTAN se voltar contra os EUA em defesa da Groelândia em um improvável conflito, o pessoal da Lockheed-Martin apertará o botão Start-Stop do F-35
Seria um cenario louco, os europeus provavelmente ficariam pasmos e nao reagiriam numa invasao da Groelandia, mas seria o fim da OTAN e a UE provavelmente partiria pra suas forças estrategicas nucleares proprias baseada na aliança entre França e Alemanha. O Reino Unido iria ficar perdido.
Tem uma máxima popular que diz: ” chapel. de otário… é marretada na cabeça”
.
Trump está só sendo o insaciável nesse caso ..onde ele é a marreta e os europeus os otários.
Esse mapa em cima é muito mentiroso.
O Alaska tem cerca de 1,7 mi de km²
A Groenlândia tem cerca de 2,1 mi de km²
Os EUA têm cerca de 9,8 mi de km² incluindo o Alaska
Sem inclir o Alaska os EUA tem cerca de 8,1 mi de km², pouco menor que o Brasil que tem cerca de 8,5 mi km²
No mapa, tudo que fica no hemisfério norte fica maior e a Groenlândia fica absurdamente maior.
É um território grande, a maior ilha do mundo, mas 2,1 mi de km² é cerca de 1/4 do território americano sem incluir o Alaska e não esse monstro mostrado no mapa.
Mark Rutte falou que a Rússia pode atacar um país da OTAN dentro de cinco anos. Ele esqueceu de avisar que os EUA podem atacar um país da OTAN em 2026.
Fico aqui imaginando o sorrisão do Putin uma hora dessas que deve ter uma foto grande em moldura dourado em um porta-retratos ao lado da cama
O que eu acho mais engraçado é que o laranjão é tão maluco, tão sem noção e imprevisível, que aqueles que se apressam a passar pano para cada atrocidade que ele inventa, já no dia seguinte são desmentidos ou colocados em saia-justa pelas atitudes do mesmo.
Aí está um exemplo claro:
Tão logo o laranja jogou GBU’s na cabeça dos venezuelanos e sequestrou o bigodón, a União Européia se apressou em divulgar nota justificando as ações do lunático norte-americano. O teor da nota, uma pérola: “sim, o presidente da Venezuela foi sequestrado, mas como nós não tínhamos reconhecido o resultado da eleição passada, para nós ele não era presidente, então tá tudo certo galera!”
Mais ou menos aquele negócio meio antigo de “os fins justificam os meios” que um tal de Maquiavel (vejam só!) já dizia alguns séculas atrás.
Mas aí veio a cereja do bolo, já que o laranjão é sem noção: no outro dia ele anuncia que “casualmente olhou o mapa e lembrou que tem que botar a Groenlândia na lista de lugares para tomar na mão-grande”!
Se tem uma qualidade que tem que ser reconhecida do laranjão, é essa: ele é coerente nesse ponto! Arruma briga com todos, amigos ou inimigos.
Se apressaram em divulgar notinha justificando as atitudes malucas do “daddy” e no outro dia ganharam a recompensa que ele dá aos aliados dele, uma bela rasteira.
Mas não adianta, não vão aprender.