Ucrânia enfrenta grave crise de efetivos, com 200 mil desertores e milhões evitando recrutamento, alerta ministro

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Zelensky Lowers Draft Age to Shore Up Ukraine’s Depleted Army

A Ucrânia anunciou nesta semana que aproximadamente 200 mil militares estão ausentes sem autorização (desertores) e que cerca de 2 milhões de cidadãos estão sendo procurados por terem fugido do serviço militar obrigatório, afirmou o novo ministro da Defesa, Mykhailo Fedorov, em pronunciamento perante o Parlamento ucraniano.

Fedorov, nomeado recentemente para comandar a pasta de Defesa, fez essas declarações no âmbito de uma sessão parlamentar que confirmou sua nomeação para o cargo. É a primeira vez que um alto responsável do governo de Kiev divulga abertamente a extensão do problema de desertores e de evasão da mobilização desde o início da guerra com a Rússia, há quase quatro anos.

Escassez de tropas e evasão em massa

Segundo dados apresentados pelo ministro, além dos 200 mil militares ausentes sem licença oficial — conhecidos pela sigla AWOL (Absent Without Leave) —, cerca de 2 milhões de ucranianos estariam evitando a convocação para o serviço militar, o que é considerado um desafio crítico para as Forças Armadas do país.

Fedorov ressaltou que essa escassez de pessoal agrava a já difícil situação das tropas no front, que enfrentam um adversário mais forte e melhor equipado, e que a evasão e as deserções prejudicam a capacidade operacional das unidades em várias frentes de combate.

Reforma e modernização como resposta

Em resposta a essa crise de efetivos, o ministro anunciou planos para auditar as Forças Armadas e implementar reformas abrangentes para modernizar a estrutura militar, combatendo problemas acumulados ao longo dos anos em treinamento, comando e organização. Fedorov destacou a importância de alinhar a guerra a métodos e tecnologias mais avançados.

Ele também enfatizou a necessidade de focar em tecnologias militares modernas, como drones, para reduzir as perdas humanas no campo de batalha. “Mais tecnologia significa menos mortes. A vida dos heróis ucranianos é o valor máximo”, afirmou, segundo reportagem.

Contexto do conflito

A guerra entre Rússia e Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022, transformou-se em um conflito prolongado e de alta intensidade, exigindo mobilização contínua de tropas e recursos. A legislação ucraniana considera a deserção e a evasão do serviço militar crimes puníveis com penas que podem incluir anos de prisão.

As declarações do novo ministro ocorrem em meio a esforços para aumentar o financiamento e apoio internacional à Ucrânia, incluindo programas de empréstimos e assistência de aliados europeus e norte-americanos.

Desafios adicionais

Além da questão de pessoal, Fedorov apontou desafios estruturais nas Forças Armadas, como burocracia excessiva e métodos de gestão considerados ultrapassados, que, segundo ele, precisam ser reformados para que a Ucrânia possa combater de forma mais eficiente.

A crítica aponta que, apesar das extensas mobilizações e dos esforços tecnológicos, a moral e o comprometimento de parte dos recrutas estão sob pressão, refletindo a dura realidade de um país em guerra prolongada.■


 

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Nativo
Nativo
1 mês atrás

Melhor o Zezinho da Ucrânia,cair logo na real e buscar um cessar fogo o mais rápido possível, por Nobel da paz Trump, já demonstrou que não vai atrapalhar a vida do democrata Putin.

Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
Responder para  Nativo
1 mês atrás

Parece que o acordo está firmado: a Rússia não se mete na Venezuela; e os EUA não se metem na Ucrânia…
E ninguém se meterá quando a China avançar sobre Taiwan.

Deadeye
Deadeye
1 mês atrás

Claro, o Syrskyi  ama usar táticas de bucha de canhão. Ninguém é maluco.

Funcionário dos Correios
Funcionário dos Correios
1 mês atrás

Ninguém está afim de entrar nesse moedor de carne

Hamom
Hamom
Responder para  Funcionário dos Correios
1 mês atrás

Sempre tem mercenários dispostos…
E isto pode se tornar um problema para os países de onde vem estes mercenários.

“Hoje, pelo menos 500 mercenários brasileiros lutam no exército ucraniano, é bastante provável que muitos deles retornem para o Brasil. 
A questão preocupante é que são pessoas com vasta experiência militar. 

Porque as forças de segurança do Estado não podem oferecer o mesmo nível de remuneração que estes mercenários receberam na Ucrânia… E a natureza da psique humana dificulta o retorno ao padrão de vida anterior, após vivenciar um nível superior de renda. 

No entanto, haverá aqueles dispostos a pagar um bom salário por sua valiosa experiência em combate: Trata-se de diversos grupos criminosos e cartéis de drogas.”

Última edição 1 mês atrás por Hamom
JuggerBR
JuggerBR
Responder para  Hamom
1 mês atrás

Os que conseguirem sobreviver ao moedor de carne, destes 500, quantos já estão fora de combate? Penso que a maioria. Até porque os relatos é que os mercenários por lá vão pro combate aproximado, nada de lutar atrás de uma mesa de escritório…

Hamom
Hamom
Responder para  JuggerBR
1 mês atrás

Sem dúvida, não se sabe quantos ficarão por lá para sempre…

LUIZ
LUIZ
Responder para  Hamom
1 mês atrás

Não tem dinheiro que pague a saúde física e mental depois de estar numa situação extrema de morte e mortes.

Atirador
Atirador
Responder para  Hamom
20 dias atrás

As forças de segurança do estado brasileiro pagam muito mal, mas não se iluda esses 500 mercenários não duram 5 minutos contra essas mesmas forças

Gilberto
Gilberto
Responder para  Funcionário dos Correios
1 mês atrás

Entregue os territórios e acabem a guerra. Que se dane zelnsk e ptin.

Última edição 1 mês atrás por Gilberto
Cara Aleatório
Cara Aleatório
1 mês atrás

Uma pergunta sincera. Qual é a eficiência de um soldado obrigado a ir para guerra? Me refiro ao soldado que nunca serviu e tinha uma vida civil. Só recebeu treinamento básico, um fuzil e foi mandado para as linhas de frente.

Obviamente todas as sociedades independe da etnia, religião e ideologia tem alistamento obrigatório para os homens em tempos de guerra. Mas o mundo mudou.

Estamos mais individualista e não falo só em um sentindo político. Falo das relações humanas em geral. Guerras de gêneros, desprezo entre um só povo por ideologias diferentes, baixa mobilidade social no mundo todo. Tem bastante professores falando que os jovens não conversam mais entre si nas escolas…

Há pesquisas em vários países sobre homens jovens que falam que não iria defender seu país em caso de guerra. Mesmo com as possibilidades de execução ou outras punições. Me parece que esse conceito na Ucrânia mostra que eles estavam realmente falando sério e não só de boca para fora.

Teve jovens russos preferindo arriscar a morte por hipotermia na fronteira do Cazaquistão a guerra quando teve mobilização.

Vale a pena gastar dinheiro treinando, armando e alimentando alguém que ira se render-se na primeira oportunidade? Será que no século XXI obrigar os jovens a lutar funciona?

Cara Aleatório
Cara Aleatório
Responder para  Cara Aleatório
1 mês atrás

*Conflito

Gilberto
Gilberto
Responder para  Cara Aleatório
1 mês atrás

A eficiência de um alvo parado, ou uma garrafa pra mira. Gastar recursos apenas.

Atirador
Atirador
Responder para  Cara Aleatório
20 dias atrás

Guerra não é brincadeira, até os mais brabos sofrem por anos, alguns até a hora da morte sem conseguir superar os traumas

Hamom
Hamom
1 mês atrás

A massa de ucranianos formada pela CIA e assemelhados, ao longo de 3 décadas, primeiro com doutrinação para odiar russos e depois com treinamento militar, foi bastante dilapidada nesta guerra.

O povo ucraniano comum e não doutrinado não quer lutar,
com a captura forçada de recrutas e a coerção para irem pro front,
a fuga do recrutamento e a deserção em massa é um resultado natural.

Josè
Josè
Responder para  Hamom
1 mês atrás

Não precisava da cia para odiarem os russos, só Chernobyl já era um passivo que faria os ucranianos odiarem os russos por séculos, parece que quem viveu sobre as botas da urss não tem saudades mesmo, em contrapartida sobra ódio.

Nemo
Nemo
Responder para  Josè
1 mês atrás

Krushev era ucraniano. Foi ele que transferiu a Crimeia da República Russa para a República da Ucrânia.

Josè
Josè
Responder para  Nemo
1 mês atrás

Mas ao analisarmos a história os russos anexaram o que não era deles, depois deram o que não deles e agora retomaram o que não era deles.

Franz A. Neeracher
Responder para  Nemo
1 mês atrás

Não que fará muita diferença, mas Kruschev era russo.

O sucessor, Brejnev é que era ucraniano….se bem que naquela época, a região fazia parte do Império Russo.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Josè
1 mês atrás

Só o fato de serem bombardeados já é suficiente para odiarem os Russos

LUIZ
LUIZ
Responder para  Josè
1 mês atrás

A Ucrânia e a Rússia é um povo único e eram um só país. As diferenças era mais fronteiriça. Só que parte dos ucranianos eram ideologicamente ligados aos ideais de Stephen Bandera.

Atirador
Atirador
Responder para  LUIZ
20 dias atrás

Tanto Kiev quanto Moscou foram fundadas pelo mesmo povo

Skyhawk
Skyhawk
Responder para  Hamom
1 mês atrás

Os ucranianos sabem bem a desgraça de viver nas garras de um regime ditatorial como a URSS. Os antepassados e os idosos devem repassar o que eles sofreram aos mais jovens, como a fome Holodomor perpetrada pelo ditador Joseph Stalin. Que ele hoje esteja no inferno, se há justiça divina.

Hamom
Hamom
Responder para  Skyhawk
1 mês atrás

Os velhos contos de terror da guerra fria…

Desconsiderando as fontes ocidentais, onde devido a guerra de propaganda é muito difícil encontrar informação confiável sobre a opinião atual dos próprios russos sobre o período soviético…Consultei fontes russas:

Segundo pesquisa feita na Rússia em dezembro de 2021:

“A opinião dos russos sobre o colapso da URSS não mudou significativamente desde 2018: em novembro de 2021, 63% lamentavam o colapso da União Soviética, enquanto 28% não.”

Outra pesquisa feita em Janeiro/2023:

Uma pesquisa mostrou que a maioria dos russos considera a era soviética um bom período.

Skyhawk
Skyhawk
Responder para  Hamom
1 mês atrás

Eu não falei do povo russo, mas sim do povo ucraniano. Tem farta documentação, fotos e relatos do próprio povo ucraniano sobre a fome de Holodomor. Se você quer passar pano para um sistema e ditadores que mataram milhões igual ao nazismo, é problema seu.

Hamom
Hamom
Responder para  Skyhawk
1 mês atrás

Desde o século18 até 1991, os “ucranianos” (no sentido de estado ou província…assim como paulistas ou mineiros) eram russos. Suas opiniões sobre o período soviético seriam semelhantes, se houvesse acontecido separação…

E não confunda separar o joio do trigo com passar pano.

Última edição 1 mês atrás por Hamom
Skyhawk
Skyhawk
Responder para  Hamom
1 mês atrás

https://www.bbc.com/portuguese/geral-60549234

Artigo da BBC sobre a história da Ucrânia

Durante os anos que se seguiram, uma política conhecida como russificação proibiu o uso e o estudo da língua ucraniana. As populações locais foram pressionadas a se converter à fé ortodoxa russa, para que pudessem constituir mais uma das “pequenas tribos” do grande povo russo.

Josè
Josè
Responder para  Hamom
1 mês atrás

Assim você não tá ajudando, tenta achar pesquisa na Polônia, Ucrânia, Letônia, Estônia, Lituânia, e demais membros do bloco comunista.

Hamom
Hamom
Responder para  Josè
1 mês atrás

Não coloque no mesmo saco países que estiveram sob ocupação soviética e a Ucrânia que nunca tinha sido um país antes de 1991.

Josè
Josè
Responder para  Hamom
1 mês atrás

kkkkkkkk, sabe de nada mesmo.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Hamom
1 mês atrás

Ucrânia era um país, bem antes da Rússia existir, a própria Rússia descende dos Ucranianos, os Rus de Kiev

Skyhawk
Skyhawk
Responder para  Hamom
1 mês atrás

Faz-me rir! Alguém acredita nessas pesquisas feitas na Rússia? O entrevistador chega para o russo e pergunta: você é a favor da volta da grande Rússia (UNSS)? Ou o Putin está sendo um bom presidente (ditador)? Mas do lado do entrevistador tem um agente da Gestapo da Rússia. Vocês acham que qual será o resultado dessas pesquisas? Se tiver um louco e falar mal do Putin ou do sistema, no outro dia está lá na porta a Gestapo russa para levar a pessoa para o gulag ou, se eles quiserem economizar na alimentação, um tiro na nuca em uma vala qualquer.

Skyhawk
Skyhawk
Responder para  Hamom
1 mês atrás

Você prefere confiar em uma fonte de um país com sistema ditatorial, onde há perseguição e cerceamento de direitos, onde a mídia não é livre como na Rússia, e desconsiderar uma fonte de um país como a Inglaterra, onde a democracia funciona e caso uma reportagem da BBC fosse falsa, algum historiador poderia vir a público denunciar? 

Hamom
Hamom
Responder para  Skyhawk
1 mês atrás

George Orwell que trabalhou na BBC que o diga, ele a conhecia bem… 

“Sua experiência com a burocracia, a censura e direcionamento político da emissora serviu como inspiração para o “Ministério da Verdade”, um dos principais elementos da trama de seu livro: 1984.”

LUIZ
LUIZ
Responder para  Hamom
1 mês atrás

Os 2 documentários que assisti sobre a Ucrânia era de dar muito medo o que tava se transformando o povo ucraniano. Ainda sob forte influência ideológica de Stephen Bandera. A Ucrânia era uma verdadeira bomba relógio na Europa e no colo da Rússia.

Abymael
Abymael
1 mês atrás

Imagina a cabeça do ucraniano quando recebe a convocação e lembra que, enquanto isso, indo para o cenário do apocalipse, o palhaço de circo está lá fazendo matéria pra Vogue, posando de socialite.

Eromaster
Eromaster
Responder para  Abymael
1 mês atrás

E desviando bilhões . Zé Lascado é um dos homens mais rico do mundo. Povo Ucraniano morrendo e ele ficando cada dia mais rico.

Gilberto
Gilberto
Responder para  Abymael
1 mês atrás

E os burocratas ficam seguros em Odessa e kyev…. A elite fica em Londres ou Paris … Filhos de ricos não vão a guerras.

Macgarem
Macgarem
1 mês atrás

A real é que independente do resultado o país estará arruinado ao final da guerra.

Russia vai estar cambaleando economicamente.

Cassini
Cassini
Responder para  Macgarem
1 mês atrás

Se não derrubaram a economia russa no começo da guerra, agora não derrubam mais.

Sanções econômicas contra uma nação tão importante para economia global não durarão para sempre.

Macgarem
Macgarem
Responder para  Cassini
1 mês atrás

Confia que está tudo bem vendendo petroleo/gás quase de graça para China e Índia.

Da um procura como está o fornecimento interno e as filas para ir a posto de combustivel.

LUIZ
LUIZ
Responder para  Macgarem
1 mês atrás

Fila onde nos postos de combustíveis? Se for na Rússia você deve ta se informando por fontes ucranianas e ocidentais. Assisto videos dos russos todos os dias e não existe nada disso. A economia russa vem crescendo 4% ao mês.

Macgarem
Macgarem
Responder para  LUIZ
1 mês atrás

vê sim kkkk

Claudio Moreno
Claudio Moreno
1 mês atrás

Boa tarde senhores camaradas do Cavok!

Isso é fake, a Ucrânia está vencendo em todas as frentes, tem uma força aérea formidável, um sistema AAe do mais moderno e eficaz, sua tropas tem de tudo desde botas limpas e macias que não torcem no tornozelo à MBT’s Challenger, Leopard, Abrams, tuuuuudo na faixa, fornecido pelos parceiros de combate ocidentais em nome da auto determinação, da liberdade territorial, do direito a soberania nacional e integridade territorial. O maior dos provedores é o Pai da Liberdade, o Salvador dos povos reprimidos, a nação que ostenta a águia da liberdade, os EUA.

Vai que todo esse discurso Cola é os ucranianos, aceitem morrer pelo palhaço que acreditou ser algo ou sua nação alguma coisa no tabuleiro entre “Imperialistas Russos/Americanos”.

Pobre povo ucraniano. Espero que tal desgraça não sobrecaia sobre nossa nação.

Sgt Moreno

Heinz
Heinz
Responder para  Claudio Moreno
1 mês atrás

Todo mundo sabe que a Ucrânia era muito mais fraca que a Rússia, menos pessoal, menos equipamentos, menos tecnologia. A surpresa não é uma derrota ucraniana, a surpresa, e grande ela é, é a resistência feroz por parte dos ucranianos, e a incompetência russa em diversos níveis.
É realmente preocupante ver um “sargento” com um discurso desse, imagina se algum invasor mais forte tentar invadir o país, vai ser o primeiro a se render?

Sergio Machado
Sergio Machado
Responder para  Heinz
1 mês atrás

Retire a OTAN da equação e pergunte se ainda haveria conflito.
Ou melhor, quando ele teria terminado e como.

LUIZ
LUIZ
Responder para  Heinz
1 mês atrás

A resistência ucraniana se deve a ajuda ocidental. Realmente os russos tinha um exército com treinamento e equipamentos pra guerras das décadas de 80 pra trás. Viram que o treinamento militar era desatualizado as guerras modernas e também a corrupção nas forças armadas.

Atirador
Atirador
Responder para  Heinz
20 dias atrás

A Ucrania nunca foi esse cachorro morto que dizem, tinha mais de 3000 mbts e 5000 peças de artilharia antes da guerra

Eromaster
Eromaster
Responder para  Claudio Moreno
1 mês atrás

O Zé Lascado foi convencido de que ele podia derrotar a Rússia numa guerra, pior que ele acreditou.
Ele se encontra numa posição bastante delicada agora.

LUIZ
LUIZ
Responder para  Eromaster
1 mês atrás

A Ucrânia só ta sobrevivendo graças as tecnologias dos drones que ainda pode fazer estragos no território russo. Fora isso tão tomando na tarraqueta.

Eromaster
Eromaster
Responder para  Claudio Moreno
1 mês atrás

Muito bom, Claudio.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Claudio Moreno
1 mês atrás

É uma questão de tempo a opção militar ser empregada contra nós.

Sergio Machado
Sergio Machado
1 mês atrás

O efetivo russo na Ucrânia é muito pequeno frente a uma guerra de ocupação.
Concordo com vários especialistas sérios e com expertise que batem nessa tecla. Ou o recrutamento e a iniciativa seriam muito maiores. Possuem os meios.
O objetivo primário dos russos não é conquista de território, mas destruir totalmente o exército ucraniano em termos de efetivo, evitando que nunca mais se erga. Para os russos, os povos originários mais a oeste são russófobos e irão se aliar aos seus adversários.
O avanço e conquista de território seria secundário e uma consequência do primário.
Creio que as ações da Rússia, cozinhando o conflito, vai ao encontro dessa premissa.

Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
Responder para  Sergio Machado
1 mês atrás

Todos esperavam que o exército russo lutaria como sempre lutou, ou seja, usando a tática do avanço em ondas, o que ela efetivamente faz hoje, mas contrariando todas as espectativas, fez o que os exércitos ocidentais estão acostumados, ou seja, ataque em mais de um front. Ficou óbvio que a Rússia não tinha experiência nesse tipo de estratégia e aconteceu o que aconteceu. O próprio exército ucraniano, treinado pela OTAN, se preparou justamente para se contrapor ao estilo de combate habitual do inimigo, talvez seja por isso, o grande sucesso inicial russo no começo do conflito. Se Moscou tivesse sido fiel a sua doutrina, acredito que hoje, pelo menos uns 40% de território ucraniano, estivesse nas mãos dela.

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Vinicius Momesso
1 mês atrás

O que você falou não faz sentido.

Sergio Machado
Sergio Machado
Responder para  Vinicius Momesso
1 mês atrás

Não vejo muito sentido no que você disse. Parece filme da 2WW.

Última edição 1 mês atrás por Sergio Machado
Gilberto
Gilberto
Responder para  Sergio Machado
1 mês atrás

Eles vão comprar astros e vão ganhar a guerra. Vide iraquianos.

lucena
1 mês atrás

Até último ucraniano!. ….Lembram ?..pois é.

Eduardo Lima
Eduardo Lima
1 mês atrás

Um Moedor de carne para ambos os lados!