Mark Carney firma ‘nova ordem mundial’ e Canadá e China selam acordos comerciais e energéticos em Pequim

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Mark Carney e Xi

Em uma visita histórica a Pequim, o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, intensificou sua aposta em um cenário geopolítico em mudança ao anunciar uma série de acordos comerciais e de cooperação energética com a República Popular da China, marcando o que ele chamou de “nova ordem mundial” nas relações econômicas e diplomáticas. A visita, que terminou neste fim de semana, foi a primeira de um líder canadense ao país em oito anos e representa um esforço explícito para diversificar os laços do Canadá para além dos Estados Unidos.

Em declarações à imprensa em Pequim, Carney enfatizou que os acordos firmados refletem “o mundo como ele é, não como gostaríamos que fosse”, em referência às mudanças nas dinâmicas de poder globais e à necessidade de adaptar a política externa canadense a esse novo contexto.

Acordos comerciais e redução de tarifas

Entre as medidas anunciadas está um acordo preliminar histórico com redução de tarifas sobre produtos estratégicos. O Canadá concordou em permitir a entrada de até 49 000 veículos elétricos chineses com tarifa reduzida de 6,1%, um corte drástico em relação à tarifa de 100% aplicada em 2024 em meio a tensões comerciais regionais. Em contrapartida, a China se comprometeu a reduzir as tarifas sobre produtos agrícolas canadenses, como sementes de canola, de aproximadamente 84% para cerca de 15%, além de eliminar barreiras discriminatórias a outros itens agrícolas.

Essas mudanças são vistas como parte de um reset nas relações econômicas entre Ottawa e Pequim, após anos de disputas tarifárias e tensões diplomáticas que remontam à detenção, em 2018, de executivos de empresas e às retaliações subsequentes no comércio bilateral.

Energia, parcerias estratégicas e investimentos

Além das questões comerciais, os dois países também firmaram memorandos de entendimento em áreas de energia, tecnologia limpa e cooperação energética, com foco em investimentos em energia renovável, gás natural liquefeito e infraestrutura sustentável, segundo comunicado oficial do governo canadense.

Os entendimentos incluem ainda a expansão de laços no setor agroalimentar, nas finanças e intercâmbio cultural, abrindo espaço para um relacionamento mais amplo que vai além das simples trocas comerciais tradicionais.

Reações e contexto geopolítico

A visita de Carney ocorreu em um momento de fricção contínua com os Estados Unidos, impulsionada por políticas tarifárias e tensões diplomáticas sob a administração de Donald Trump, que, em alguns momentos, criticou a posição canadense, mesmo ao mesmo tempo em que elogiava algumas iniciativas de abertura de mercado entre Ottawa e Pequim.

Analistas interpretam os movimentos de Carney como um ajuste estratégico que busca reduzir a economia canadense de sua tradicional dependência do mercado norte-americano — que absorve cerca de três quartos de suas exportações — enquanto fortalece vínculos com outras potências econômicas em um contexto de competição global.

Por outro lado, a iniciativa também atrai críticas internas, com opositores questionando riscos de dependência econômica e impactos em setores industriais domésticos que podem enfrentar concorrência acirrada com produtos chineses.

Um marco nas relações bilaterais

A visita de Carney e os acordos assinados com a China são amplamente vistos como um marco na relação bilateral, com potencial para impulsionar bilhões de dólares em comércio e investimentos, ao mesmo tempo em que simbolizam o esforço do Canadá para se posicionar de forma mais independente no cenário global em transformação. ■


 

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Filipe
Filipe
29 dias atrás

A burrice de Trump é tão grande, que até parece estratégia!

Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
Responder para  Filipe
29 dias atrás

Uma vez Hilary Clinton disse: “Nós podemos perder o posto de economia número um do mundo, mas militarmente, já mais!

Joanderson
Joanderson
Responder para  Vinicius Momesso
29 dias atrás

O problema que um depende do outro, a maior economia banca a maior força armada.
Se tentar força vai ser umaURSS 2.0

Machado
Machado
Responder para  Vinicius Momesso
29 dias atrás

Vão perder os dois postos para China e Índia.

Heitor
Heitor
Responder para  Vinicius Momesso
29 dias atrás

Para manter militar no1, a economia tem que ser no1

Marcelo
Marcelo
Responder para  Vinicius Momesso
29 dias atrás

Para ter poder militar precisa de plata $$.
Imprimir dinheiro (moeda falsa) dinheiro sem lastro já não funciona mais porque petróleo (petrodolar) e mercadorias são negociadas em moedas nacional.
A conta chegou 40 trilhões de dólares de divida.
A venezuela e a Groelândia vai pagar parte da divida com suas riquezas.
O Dolar deixou de ser moeda mundial para transações comerciais e a mamata de imprimir dinheiro esta acabando.
Assista o video :
https://www.instagram.com/reel/DTLLT28EckN/?igsh=dzlhb3hvN2pva3Bl

Underground
Underground
29 dias atrás

Trump conseguiu com sua estrategia unir numa mesma mesa Índia e China, pauses que tem enormes divergencias.

Marcelo
Marcelo
Responder para  Underground
28 dias atrás

O petróleo e gás barato da Rússia impulsionou a econômica indiana.
India e china vai aproveitar o maximo possível o momento de crescimento econômico e vai evitar encrenca entre os dois países.

Renato
29 dias atrás

Quando o laranjão sair vai deixar uma destruição jamais vista então pouco tempo. Coisa de doido!

Deadeye
Deadeye
Responder para  Renato
29 dias atrás

O Laranja é o sintoma da decadência dos EUA que vem ocorrendo desde os anos 2000.

Renato B.
Renato B.
Responder para  Deadeye
26 dias atrás

Não sei, diziam isso dos EUA no final da guerra do Vietnã e algumas décadas depois quem desabou foi a URSS. Os americanos sempre foram bons em se reinventar.

Acredito que frente ao futuro suas elites toparam uma “brasilianização”: deixar o país altamente desigual mas ainda poderoso o suficiente para manter sua influência e desestimular aventureiros externos. Algo como sacrificar o próprio povo para manter as coisas como estão, com um leve verniz democrático.

Última edição 26 dias atrás por Renato B.
Dagor Dagorath
Dagor Dagorath
Responder para  Renato
29 dias atrás

As vezes eu tenho a impressão de que o Trump busca vingança contra os próprios EUA porque perdeu a reeleição para o Biden.

Luciano
Luciano
Responder para  Dagor Dagorath
29 dias atrás

É o ego. Um narcisista que usa a economia poderosa do próprio país como instrumento de coerção. Se os norteamericanos querem manter a liderança, precisam compartilhar a riqueza e gerar investimento e simpatia dos demais países, mas para isso precisam de um lider com paciência oriental, algo não nao faz parte da cultura deles.

Ninguém gosta de ser tratado como de segunda classe. O dinheiro não compra tudo, não é uma falácia, há um limite de bom senso e caráter, por que a população dos países atingidos exige postura e altivez dos seus líderes.

Trump perde apoio eleitoral a cada movimento. É um jogador que pode perder a qualquer momento. O problema é que no desespero, sei eu quem será a próxima vítima.

Eromaster
Eromaster
Responder para  Luciano
29 dias atrás

Análise extremamente lúcida!

juggerbr
juggerbr
Responder para  Renato
28 dias atrás

Se sair… os sinais de uma virada de mesa estão cada vez maiores, vai dar um jeito de ficar lá até o Ceifador vir busca-lo…

Sulamericano
Sulamericano
Responder para  juggerbr
27 dias atrás

O Steve Bannon já deu uma entrevista dizendo que o Trump vai concorer a um terceiro mandato.
Então, podemos esperar um governo Trump até o final de 2032!

LUIZ
LUIZ
Responder para  Renato
27 dias atrás

Porquê esses governantes do naipe do Trump age assim com atitudes extremas? Aqui no Brasil tivemos o Bolsonaro.

André Macedo
André Macedo
29 dias atrás

Esse acordo ter sido concretizado no momento atual de tensão na OTAN é interessante, ao que parece os antigos cachorrinhos estão se movimentando pra afirmar a autonomia, faltava vontade política pra isso (ou nem eles acreditavam que um lunático iria assumir como Trump), a questão é: Até onde estão dispostos a ir? Se um país tenta lhe intimidar econômica ou militarmente e você cede pra não ser taxado não se pode falar em soberania.

Última edição 29 dias atrás por André Macedo
Macgarem
Macgarem
29 dias atrás

Isso e uma bomba kkkkk

sub urbano
sub urbano
29 dias atrás

Canadá é uma potencia energetica, 4 maior produtor de petroleo do mundo, 5 maior produtor de gás natural. É ainda o 6 maior produtor de energia eletrica com matriz nuclear, exportam um tipo de reator chamado CANDU, q a China é cliente já comprou 2, muito seguro, utiliza uranio enriquecido a niveis naturais. Brasil tbm compra insumos deles para Angra I e II, o chamado yellow cake.

Isso tbm tem a ver com 2 coisas: China nao quer ficar dependente do gás russo. Segundo, a tomada do petroleo venezuelano pelo Trump faz com q as refinarias de petroleo pesado chinesas tenham de procurar outros fornecedores desse tipo de petroleo para nao ficarem refens de Trump, apenas mais 2 paises produzem petroleo pesado em quantidade: Irã e Canada.

A China está abocanhando muitos parceiros americanos. No período pós Trump será dificil reverter muitas dessas parcerias.

Wagner
Wagner
Responder para  sub urbano
29 dias atrás

O petróleo venezuelano era insignificante para China,4% ,pegavam para não tomar prejuízo na dívida.

sub urbano
sub urbano
Responder para  Wagner
27 dias atrás

Quanto dá 4% de 390 bilhões de dólares, Wagner? Pq esse é o tamanho do consumo anual chinês em dólares. Tem muitos zeros, achei dificil de calcular kkk Os caras importam uma Finlandia por ano só em petróleo.

Wagner
Wagner
Responder para  sub urbano
26 dias atrás

Os 4% se refere aos 112 milhões de barris de petróleo dia para China,isso não e nada para o consumo chinês.
Rússia, Arábia, Iraque,Emirados/Irã, repõe isso na “Urina”.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  sub urbano
28 dias atrás

Acordo China e Quênia zeram suas tarifas. Estão financiando a construção de infraestrutura na África

sub urbano
sub urbano
29 dias atrás

Para mim isso é uma derrota para Trump, como explicado no comentario anterior. A China migrou de um país instável, q ela mesmo se recusava a investir com tudo, para o Canadá.

Falando em venezuela, o presidente americano ainda não conseguiu os 20 bilhões de dólares q queria para ressuscitar a extração de petróleo venezuelano. CEO da Exxon tá jogando duro e quer garantias do tesouro americano para o investimento massivo (20 bilhões imediatos e 52 bilhões ate 2040) disse q a Venezuela é “ininvestível” kkkk

O regime bolivariano é tão incompetente q nem com a ajuda do Trump eles estão conseguindo ficar ricos.

Alexandre Costa
Alexandre Costa
29 dias atrás

Daqui a pouco até o Japão vai sentar a mesa com a China para se aproximarem.

Parabéns ao Trump, vai ser lembrado como um dos piores políticos de todos os tempos.

Heitor
Heitor
Responder para  Alexandre Costa
29 dias atrás

Já está no nivel dos ditadores comunistas dos balcãs…

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Alexandre Costa
28 dias atrás

O comércio entre eles é grande.

Alexandre Costa
Alexandre Costa
Responder para  Palpiteiro
28 dias atrás

Claro que sim, mas isso não impede de fazerem acordos para melhorarem ainda mais as relações.

Victor Hugo
Victor Hugo
29 dias atrás

Acabou os EUA, agora vai!, corram para as colinas, até parece que os EUA não é capaz de destruir o Canada num simples estralar de dedos (não estou falando de armas atômicas), nada contra essas matérias sensacionalistas por que é só isso que elas são, sensacionalistas, porém, toda a economia Canadense esta atrelada ao dólar fora as industrias do EUA em solo Canadense, você vai para o Canada e é a mesma coisa que estar no EUA só o fator quantidade de neve e frio que é diferente.

10×0=0, tudo vezes 0 é igual a 0, se o Canadá que ferrar com o EUA, primeiro ele tem que abandonar o dólar como moeda, tirar as empresas americanas de solo canadense, cancelar todos contratos e colaborações de auto nível com o EUA e se desfazer das armas americanas em suas FFAA, ISSO NUNCA VAI ACONTENCER, por que tal lá como aqui eles não tem culhoes para isso, a famosa realidade cruel, de resto é só narrativas de sempre: “os EUA esta caindo”, é desde que eu me entendo por gente ele esta caindo e até agora nada e igual ao fim do ano que equivale ao fim do mundo e o mundo nunca acaba.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Victor Hugo
29 dias atrás

O Canadá usa o dólar canadense. Não usa o dólar americano.

Deadeye
Deadeye
Responder para  Rafael Oliveira
28 dias atrás

E o Canadá já começou a construir infraestrutura para a exportação de petroleo para a União Europeia e a Ásia. A linha de Alberta para Vancouver, fica pronta ano que vem…

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Rafael Oliveira
27 dias atrás

E o dólar canadense é tão valorizado quanto o dólar americano…

No ranking das moedas mais valorizadas, a moeda americana está em 9º lugar e o canadense em 10º lugar…

Está entre as cinco mais Top…

As 5 mais negociadas e influentes:

  • Dólar Americano (USD)
  • Euro (EUR):
  • Iene Japonês (JPY)
  • Libra Esterlina (GBP)
  • Dólar Canadense (CAD)
Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Adriano Madureira
25 dias atrás

Não é tão valorizado. Há uma diferença perceptível. Não é um Real da vida, mas não é tão valorizada quanto o US$.

Sergio
Sergio
Responder para  Victor Hugo
29 dias atrás

Seu comentário absolutamente sensato foi negativado 12 vezes!

Acabou meu amigo.

Até aqui tá dominado.

E é contra isso que o laranjinha está lutando!

Sulamericano
Sulamericano
Responder para  Sergio
27 dias atrás

Sim, o Trump está lutando contra quem não concorda com o viés político seu e do Victor Hugo.
Já passou da hora de vocês acordarem pra vida e entender que não existe essa batalha do comunismo vs o conservadorismo. Isso só existe na cabeça de vocês.

juggerbr
juggerbr
Responder para  Victor Hugo
28 dias atrás

Você sabe que foi muito mais uma provocação dos canadenses que algo que mude a ordem mundial, não é… Simbolismo claro que o Canadá não será mais um vizinho pacífico e cordato.

Alexandre Costa
Alexandre Costa
Responder para  juggerbr
28 dias atrás

Eu acho que a busca por mais parceiros além dos EUA é permanente a partir de agora. Não significa que os EUA ainda não serão o maior parceiro deles devido a proximidade geográfica e o calibre da economia. Mas acende um alerta de que eles devem diversificar o máximo possível.

wilhelm
wilhelm
Responder para  Victor Hugo
28 dias atrás

Ao que me consta, nenhum analista geopolítico sério jamais afirmou que os EUA iriam colapsar de maneira teatralizada, mas sim que o país sofre um processo de decadência contínuo e que isso tende a minar o status de superpotência global dele no longo prazo.

Esse processo de decadência é real e já é alvo de extensos debates. Os EUA de hoje são um país mais fragilizado do que os EUA do início do século. As contradições internas, a desigualdade cada vez mais gritante, a divídia absolutamente monstruosa, as cada vez mais frequentes intervenções militares substituindo o uso do soft-power, etc, são sintomas bem claros dessa mudanças, ainda que no curto prazo nem sempre sejam perceptíveis.

Quanto ao resto da sua mensagem, é bom colocar os pés na realidade e perceber que os Estados Unidos não são uma entidade cósmica isolada do resto do mundo. Medidas radicais contra outros países trazem outras medidas contrárias igualmente radicais. O próprio Canadá provavelmente fez isso por conta das inúmeras bobagens que o Trump vem fazendo, e tudo indica que a Europa vai seguir na mesma linha.

O estilo obtuso do Trump pode até alegrar uma parcelinha da sociedade com crise de referência masculina, mas na prática é só um sujeito narcisista acelerando a decadência americana.

A C
A C
Responder para  Victor Hugo
28 dias atrás

Meu caro Vitor, me parece que você não conhece tão bem o Canadá.

Canadá e EUA são países irmãos. Ambos os países nasceram praticamente juntos e foram formados praticamente pelos mesmos povos. Porém, dentre outras coisas, os sistemas político e econômico são diferentes.

Por serem tão próximos, e a geografia também contribui para isso, o Canadá sempre esteve muito atrelado ao sistema econômico dos EUA. E essa dependência está mostrando o seu preço alto hoje. Para muitos, apesar das turbulências econômicas no momento, a agressão econômica e política dos EUA ao Canadá (e ao mundo), tem nos servido também como uma bênção pois permite que o Canadá busque diversificação da sua economia em outros mercados.

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  A C
25 dias atrás

Dá uma olhada no discurso do Primeiro Ministro Canadense em Davos no Fórum Econômico Mundial ontem.

Além do cara dar uma aula de Estadismo (e História), ele também mostra o que é ser pragmático. E sim, citou que está tentando fazer acordo com o Mercosul inclusive.

Sinceramente fiquei surpreso, mas foi uma surpresa agradável.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Victor Hugo
28 dias atrás

Ninguém faz acordo comercial para prejudicar um país terceiro. Cada um está cuidando do seu problema

J R
J R
Responder para  Victor Hugo
27 dias atrás

Mas o Canadá não quer destruir os EUA, de onde tirou isso? Eles não querem é ser destruídos pelos EUA! Estão certos em diversificar seu comércio, já assinaram acordos com a UE, agora estão normalizando as relações com a China.

silvom
silvom
Responder para  Victor Hugo
27 dias atrás

mas quando o Canadá disse tudo isso? Ao que parece, só não quer ficar nessa total dependência para os Eua, conforme você mesmo relatou. Governos vão e vem, hoje é republicano, depois democrata, as coisas mudam

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Victor Hugo
25 dias atrás

De todas as insanidades que postou, mostrando que não conhece o básico sobre o Canadá, percebi que a coisa não poderia ser diferente quando confundiu ‘alto’ com ‘auto.’

Sem saber essa diferença, não me espanta que nem sabe da existência dos Loonies.

Rodrigo LD
Rodrigo LD
29 dias atrás

Trump está com uma política externa impecável….para a China!!!!! A era chinesa está chegando cada vez mais rápjdo, sem nem precisar utilizar seu poderio militar. Vamos ver de que lado ficaremos.

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Heitor
Heitor
Responder para  Rodrigo LD
29 dias atrás

O que sempre fizemos: turma do deixa disso e bora fechar acordo com todo mundo

Marcelo
Marcelo
Responder para  Rodrigo LD
28 dias atrás

A China esta desenvolvendo seu poderio militar rapidamente para ter capacidade de evitar bloqueio naval por parte dos americano a seus produtos igual foi feito a Venezuela.
A china vai ter um frota naval nas principais rotas comerciais dos seus produtos muito em breve.
Bloqueio naval na Venezuela é fácil, na Rússia e china corre o risco do telefone vermelho tocar.

Mimetaster
Mimetaster
Responder para  Rodrigo LD
27 dias atrás

Vamos ficar do lado do Brasil.

Nativo
Nativo
29 dias atrás

Sempre achei o Trump muito amigo do Putin, mas suas lambanças políticas, já me fazem imaginar se ele realmente não é um espião do Putin, pra acabar com os EUA de uma vez kkkkkkkkkkk

Iran
Iran
Responder para  Nativo
29 dias atrás

Realmente existe uma teoria na conspiração nos EUA que o Trump seria um “candidato da Manchúria”, não que, como no filme, ele tenha sofrido lavagem cerebral, mas que ele seria ameaçado de blackmail ou algo assim kkk, não acredito, mas não é impossível algo assim.

E isso começou em 2016 quando o FBI provou que a Rússia ajudou ele na campanha contra a Hillary. Mas acho que isso tem a ver com as “amizades” dele, o Trump é bem próximo do lobby do petróleo do Texas, e esses caras por sua vez são bem próximos dos oligarcas do petróleo da Rússia (fora a Arábia Saudita, Emirados, Turquia, Azerbaijão, etc.).. O Biden, por sua vez, era bem “amigo” dos oligarcas da Ucrânia, o Hunter Biden msm ficou bemmm milionário lá na terrinha do Zelensky dps de prestar consultoria pra alguns oligarcas… Acho que todo presidente tem seu rolo… E isso influencia a política externa dele.

Rafael Aires
Rafael Aires
Responder para  Iran
28 dias atrás

A prova do FBI foi a mesma coisa quando a criança fala que a lição de casa foi comida pelo cachorro. Rs

Iran
Iran
29 dias atrás

“Por outro lado, a iniciativa também atrai críticas internas, com opositores questionando riscos de dependência econômica”

Pô, 3/4 da exportação dos caras dependem dos EUA, o presidente dos EUA disse que o Canadá não é nada mais que um “estado americano”, ameaçou de anexação, mas os caras acham que um acordo de redução de tarifas com a China é ” dependência econômica” pqp

Wagner
Wagner
29 dias atrás

O laranjão já conseguiu:
Unir China e Índia.
China x Canadá.
China x Europa é questão de tempo.
E o Japão como “Toto”, a mando do Trump catucar a caixa de ” maribondo” chamado Taiwan, já perdeu o mercado pesqueiro, turísticos e terras raras.
Coreia do Sul já começou a se movimentar em direção a China.

Dworkin
Dworkin
Responder para  Wagner
27 dias atrás

Japão só não tem mais proximidade com a China por conta dos massacres que fizeram na WWII e se recusam a aceitar até hoje.

Edimur
Edimur
28 dias atrás

Eu quero ver os EUA aceitar perder o posto de número um de braços cruzados, antes eles levam o mundo a terceira guerra aí aí veremos quem tem a pistola maior, achar que ele Trump só é arrogante nasceu faz 5 anos e não conhece a história, toda nação que é a super potência tem seu povo arrogante e prepotente, ou alguém acha que os chineses são humildes e simples ? Podem esperar eles podem perder o posto mas antes muitos pagaram com a vida ! E a Amazônia vai de arrasto ou alguém aqui acha que podemos defendê-la?

Paulo
Paulo
28 dias atrás

A China é paciente. Faz parte da cultura milenar do “Celeste Império do meio”. Observa seu adversário e joga parado. Os antigos aliados dos EUA, vem à ela, por livre e espontânea vontade. O Canadá, humilhado, é apenas um deles A UE será a próxima. A China apenas espera.
Se fosse o BR que tivesse o poder que a China tem hoje, já teria decidido aniquilar o ” refúgio dos descontentes com o Rei Inglês “, e que insiste agora, a impor um rei de fancaria ao mundo. Seria um enorme desperdício de recursos, materiais e humanos, e um dano irrecuperável ao meio ambiente. Não temos a paciência chinesa. A China ainda visualiza um destino menos inglório para os caçadores de bisões do norte do continente americano.
Esperemos que o BR aprenda algo com tudo isto.

COSTA
COSTA
27 dias atrás

O Canadá cutucando a onça com vara curta.

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  COSTA
25 dias atrás

Logo o Canadá… que já invadiu os EUA e botou fogo na Casa Branca… são bonzinhos, mas não pisa no calo heheheheh

JuggerBR
JuggerBR
27 dias atrás

OFF: Mais uma da criança birrenta mais poderosa da humanidade: Trump diz à Noruega que já não se sente obrigado a pensar apenas na paz

Wagner
Wagner
16 dias atrás

O laranjão não vai atacar, dentro do Irã não tem traidor como na Venezuela.
Hitler benjamin Netanyahu mentiu junto com o laranjão que tinha “acabado” com o Irã, acabado está Haifa e Tel Aviv que até o momento as demolição ainda é visível.
O laranjão vai entrar no congelamento de orçamento,hoje no senado foi barrado.
A morte do enfermeiro assombra ele tanto que recuou, não vai ter ataque,só bravata do laranja.
Alis até os republicanos já estão querendo chutar ele.
Com apagão da internet Irã pegou muitos traidores de fora, e o Irã estrangulou a transmissão da Starlink, como ? Ninguém sabe,dizem que os russos chineses ajudaram.