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Quando os EUA olham para a América Latina, já não veem um “quintal”. Veem um território economicamente ligado à China. Mas remover Pequim do sistema não faz mudar de dono, faz que deixe de funcionar. É isso que Washington recusa ver

Por Fernando Figueiredo
Coronel, Consultor de Defesa

Um artigo de Robin Harding no Financial Times afirma que “a China pode fabricar quase tudo melhor e mais barato, e não teria nada para importar, tornando o comércio ‘impossível.” Outros economistas defendem que a China continua firmemente comprometida com a globalização económica e com o reforço do sistema multilateral de comércio centrado na Organização Mundial do Comércio (OMC). Na sua perspetiva, a ideia de que o país estaria a tornar o comércio internacional “impossível” é uma leitura enviesada, que ignora a lógica fundamental e a dinâmica real do comércio global. Com a expansão da economia chinesa, empresas e consumidores passaram a dispor de maior poder de compra, fazendo das importações um dos principais motores do crescimento económico. Em 2025, estas deverão ultrapassar os 15,19 biliões de yuans (cerca de 2,12 biliões de dólares), impulsionadas sobretudo pela procura de produtos alimentares diversificados.

Dos EUA à Europa, do Brasil à Austrália, da ASEAN a África e à Ásia Central a China continua a ser um mercado indispensável para bens agroalimentares, por exemplo. A China continua a importar volumes significativos de bens de elevado valor acrescentado, incluindo máquinas, equipamentos eletromecânicos e instrumentos óticos. A aposta em acordos de comércio livre, no comércio eletrónico transfronteiriço e em plataformas como a Exposição Internacional de Importação da China reforça a resiliência das cadeias de abastecimento e aprofunda a abertura económica. Assim, dizem que, longe de bloquear o comércio global, a China está a ampliar oportunidades e a oferecer novas possibilidades ao comércio internacional. Será exatamente assim? Em parte, será, mas quem define hoje as regras, preços e condições é a China mais que o Ocidente.

Durante anos, os analistas ocidentais alertaram para a iminente “desindustrialização” da China, alguns chegaram a falar em colapso. Segundo essa visão, o país seguiria o curso “natural” do desenvolvimento económico: aumento dos salários, declínio da indústria transformadora e crescente dependência de importações estrangeiras. O que ocorreu, porém, foi exatamente o oposto. A China aprofundou a sua industrialização, ampliou investimentos, expandiu capacidade produtiva em praticamente todos os setores e atingiu um ponto em que muitos fabricantes estrangeiros passaram a perceber que já não há quase nada de que a China necessite e que ela própria não consiga produzir de forma mais barata, mais rápida ou em maior escala. E mais, hoje fazem-no com a qualidade que o Ocidente reclamava para si em exclusivo!

O objetivo estratégico de Washington tornou-se, então, evidente: retirar a China das cadeias globais de abastecimento e reconstruir um sistema em que a produção industrial essencial retornasse aos Estados Unidos. Multinacionais foram pressionadas a abandonar a China, deslocando fábricas para a Índia, Vietname ou outros países, enquanto cadeias de fornecimento eram reestruturadas. A Apple ilustra bem esse processo. Ao transferir parte da montagem do iPhone para a Índia, descobriu rapidamente que qualidade consistente, densidade da cadeia de abastecimento e disciplina industrial não são atributos facilmente transferíveis. Os primeiros lotes produzidos na Índia apresentaram taxas elevadas de defeitos e um volume significativo de reclamações dos consumidores. O episódio serviu como lembrete de que a excelência industrial não é uma mercadoria logística. A China, hoje, mostra que não é apenas um local de produção; é um ecossistema industrial maduro, algo que muitos nos EUA julgavam impossível de ser replicado. O paradoxo é claro: o Ocidente tentou conter a ascensão industrial chinesa; ao fazê-lo, forçou a China a industrializar-se ainda mais, a ponto de que vender produtos industriais para o mercado chinês deixou de ser um modelo de negócio viável.

Hoje, estrategas ocidentais afirmam abertamente que, caso Pequim avance sobre Taiwan, as sanções poderiam espelhar o regime imposto à Rússia: exclusão financeira, bloqueios tecnológicos e estrangulamento comercial. A China chegou a essa conclusão há muito tempo. A autossuficiência não é uma opção política; é uma condição de sobrevivência nacional. A experiência russa após 2022 tornou-se um estudo de caso essencial. Componentes aeronáuticos, semicondutores, máquinas-ferramenta, tudo passou a ter de ser produzido internamente ou obtido por vias alternativas. Um país de 1,4 mil milhões de habitantes não pode correr o risco de dependência estrutural. Precisa de dominar integralmente a produção de motores a jacto, máquinas de litografia para semicondutores, robôs industriais, guindastes portuários, equipamentos agrícolas, em suma, tudo. A autossuficiência total é uma garantia estratégica, de longo prazo, existencial. E hoje, essa meta já está arriscadamente próxima da realidade.

Quando Donald Trump fala em “retomar” a América Latina, em restaurar a Doutrina Monroe e em trazer Venezuela, Panamá, Brasil e o restante do continente de volta à alçada exclusiva de Washington, muitos interpretam isso como demonstração de força. Na verdade, trata-se de exposição. Só vira a mesa quem já não tem cartas. Se as sanções funcionassem como antes, se a hegemonia do dólar permanecesse intacta, se a pressão política e financeira ainda produzisse resultados, Washington não precisaria de recorrer a ameaças abertas, capturas de líderes, operações de mudança de regime ou discursos explícitos sobre a apreensão de recursos como garantia. O problema é que quando os EUA olham para a América Latina, já não veem um “quintal”. Veem um território economicamente ligado à China. Soja chinesa cresce nos campos, guindastes chineses operam nos portos construídos, geridos ou financiados por empresas chinesas; redes elétricas, telecomunicações, estradas e ferrovias funcionando silenciosamente no quotidiano. Isso é mais poderoso do que qualquer ideologia. Infraestrutura é a espinha dorsal da economia e ela não desaparece por decreto.

Remover a China da América Latina significaria desmontar essa infraestrutura e provocar o colapso de economias já frágeis. O pano de fundo real é financeiro: ativos, garantias e um dólar sob pressão. A solução que começa a ganhar espaço em Washington é simples na teoria: garantir grandes reservas de ativos reais, petróleo, gás, minerais, terras raras, vinculá-las novamente ao dólar e restaurar a confiança através de um lastro material. Em tese, isto funciona, as reservas venezuelanas valem dezenas de triliões. Na prática, o petróleo da Venezuela é um dos mais difíceis de monetizar no mundo. Extrapesado, profundo, exige infraestrutura altamente sofisticada para a sua extracção, refinação e transporte. Apenas dois países possuem capacidade técnica para operar esse sistema em grande escala: China e Estados Unidos. A China já o faz. Comprava cerca de 70% do petróleo venezuelano e financiou, construiu e opera grande parte da infraestrutura necessária. Se a China for expulsa, quem a substituirá?

As grandes petrolíferas americanas não têm incentivo para investir centenas de biliões em ativos sujeitos a expropriação política. Mesmo que entrassem, venderiam para quem? A China é o único comprador com escala, paciência e compatibilidade técnica suficientes. O desconforto das grandes petrolíferas americanas na reunião em que Trump os incentiva a investir na Venezuela é espelho desse risco.

A presença chinesa na América Latina não se limita ao comércio. Ela reconfigurou o sistema. Portos, ferrovias, redes eléctricas e telecomunicações, muitos deles automatizados e geridos remotamente, formam ecossistemas integrados. O porto de Chancay, no Peru, é o exemplo mais evidente: reduziu semanas de navegação entre a América do Sul e a Ásia e contornou estreitos controlados pelos EUA. Cobre, lítio, alimentos e minerais fluem agora para o leste com menor custo e maior autonomia. Se se remover a China o sistema não muda de dono, ele deixa de funcionar. Este é o ponto central que Washington se recusa a encarar. Não se trata de bloquear o comércio, mas de tentar desinstalar um sistema operacional inteiro.

Há vinte anos, a presença chinesa na região era quase inexistente. Hoje, a China é o maior parceiro comercial de países como Brasil, Chile e Peru. E experimentem ver o que se passa em África! Contentor a contentor, ferrovia por ferrovia, porto por porto, negócio por negócio, paulatinamente a China fez essa mudança acontecer. A força da gravidade da procura chinesa reorganizou fluxos globais.

Vivemos agora num mercado favorável aos compradores. Quem controla a maior base de consumidores controla o poder de fixar preços. Agricultores, mineiros e exportadores latino-americanos entendem muito bem isso. Irritar Washington traz custos. Irritar a China pode eliminar o mercado. Isso não é ideologia, é sobrevivência. A presença chinesa na América Latina funciona como uma couraça. Quando os interesses estão profundamente entrelaçados, separá-los torna-se autodestrutivo. A Doutrina Monroe foi concebida para um mundo dos pequenos navios com canhões. Este é um mundo de cadeias de abastecimento e, neste mundo, a China já está integrada de forma tão profunda que removê-la significa desconstruir todo um sistema.

Da mesma forma durante décadas, o Ocidente acreditou que a liderança tecnológica era um dado adquirido. Universidades de elite, capital abundante e domínio cultural pareciam garantir uma vantagem permanente. À China caberia o papel de fabricante barato, dependente de tecnologia estrangeira. Tal como na indústria, essa leitura revelou-se errada. O erro central foi confundir inovação pontual com capacidade sistémica. O Ocidente continua a produzir avanços relevantes, mas fragmentados, monetizados e frequentemente desligados da produção em escala. A China construiu algo diferente: ecossistemas tecnológicos completos, onde investigação, produção, dados, infraestrutura e mercado interno funcionam como um todo integrado. A tecnologia deixou de ser apenas conhecimento, passou a ser organização, escala, desenvolvimento e produção.

No setor automóvel, a transição para o veículo elétrico ilustra bem essa evolução. Enquanto EUA e Europa protegeram o motor de combustão, a China apostou agressivamente em baterias, refinação de minerais, software e integração com redes energéticas. Hoje domina a cadeia global de baterias e impõe preços, deixando fabricantes ocidentais dependentes de componentes e do próprio mercado chinês para manter a necessária escala. Na robotização, o paradoxo é evidente: o país com maior força de trabalho tornou-se também o maior utilizador de robôs industriais. A automação não substituiu a indústria chinesa, consolidou-a. O Ocidente, por sua vez, desenvolveu soluções sofisticadas, mas demasiado caras e restringidas a certos nichos.

A inteligência artificial (IA) expõe ainda mais a diferença estrutural. No Ocidente, a IA é controlada por poucas empresas privadas, dependentes de modelos de negócio baseados em dados e publicidade. Na China, é tratada como infraestrutura estratégica, integrada na logística, na indústria, no comércio e na gestão urbana. As sanções tecnológicas, longe de travar Pequim, aceleraram a sua busca por autonomia. No comércio digital, a clivagem é clara. As plataformas ocidentais monetizam atenção. As chinesas organizam a economia real: pagamentos, crédito, logística e consumo num único sistema. Não são apenas empresas, são sistemas operativos económicos. E agora? É a pergunta que muitos no Ocidente fazem e para a qual as respostas não são fáceis de encontrar.

A melhor prova disto é que a “Belt and Road Initiative” voltou a ganhar fôlego em 2025, com um aumento de cerca de 75%, atingindo um recorde de 213,5 mil milhões de dólares. O número não é apenas económico, é profundamente político. Pequim está a aproveitar o recuo da influência americana para reforçar a sua presença global através do investimento em infraestruturas estratégicas.

As políticas disruptivas e unilateralistas de Trump têm funcionado como um catalisador involuntário de um realinhamento geopolítico, empurrando líderes ocidentais para uma aproximação pragmática, e agora assumida, à China. A declaração deliberadamente pausada de Mark Carney, na sua recente visita à China, sobre uma “Nova… Ordem… Mundial” não foi um lapso, mas um sinal claro de que o discurso do poder mudou: o que antes se negociava em silêncio passa a ser dito em público, preparando politicamente as audiências. O recente alinhamento da França com Pequim, simbolizado pela visita de Macron acompanhado pelas 35 maiores empresas francesas e pela assinatura de múltiplos acordos, confirma que esta tendência é sistémica. Trata-se de uma resposta à imprevisibilidade dos EUA, à erosão do multilateralismo que lideraram e à necessidade europeia de diversificar centros de influência. A China parece deixar assim de ser apenas uma parceira incómoda para se afirmar como pilar assumido de um equilíbrio global cada vez mais multipolar.

E a Europa? A posição europeia é a mais frágil. Possui excelência científica e engenharia avançada, mas perdeu escala industrial, não controla cadeias críticas e fragmentou o seu mercado digital. Enquanto os EUA competem e a China constrói, a Europa regula. No automóvel, na IA e nas plataformas, corre o risco de se tornar montadora, consumidora e reguladora de tecnologias alheias. O conflito tecnológico atual não é apenas uma corrida por inovação. É um choque entre modelos. O modelo ocidental privilegia mercados financeiros e inovação dispersa; o chinês aposta em integração, escala e infraestrutura. Tal como na indústria, tentar conter a China pode produzir o efeito inverso: acelerar a sua autonomia e expor as fragilidades estruturais do próprio Ocidente, especialmente de uma Europa que ainda não decidiu se quer ser um ator estratégico ou apenas um mercado num mundo de gigantes.

E podia alargar esta realidade para o campo militar, mas o texto já vai longo e não quero assustar mais o leitor. Entre a China e os EUA, como diria o meu saudoso avô, não ganha quem fala mais alto, ganha quem tem o celeiro cheio, as ferramentas afinadas e o mercado à porta.

FONTE: sapo.pt


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JuggerBR
JuggerBR
25 dias atrás

A China não vai fazer guerra, vai esperar as coisas acontecerem conforme seus interesses, EUA derretendo na mão de um louco e de quem o suceder, Europa voltando a ser a irrelevância que foi por milênios, Taiwan aos poucos acabando se voltando para ela, por simples falta de alternativa viável. O conceito de Ocidente existe há 400 anos, chineses estão por aqui há 5000…

karlBonfim
karlBonfim
Responder para  JuggerBR
25 dias atrás

Napoleão Bonaparte sobre a China é: “Deixe a China dormir, pois quando ela acordar, o mundo tremerá” ou variações como “A China é um gigante adormecido, quando acordar, abalará o mundo”?

Matheus
Matheus
Responder para  karlBonfim
25 dias atrás

Não existe nenhum registro oficial dessa declaração.

Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
Responder para  JuggerBR
25 dias atrás

Até o Macron já está com discurso de mais abertura de negócios com a China. Também, depois que sua recém ex-namorada, Donald Trump, expôs as conversas entre eles, os olhos de sua nova paquera de olhos puxados, passaram a brilhar como uma árvore de natal no inverno francês.

Macgarem
Macgarem
Responder para  JuggerBR
25 dias atrás

calma!

ln(0)
ln(0)
Responder para  JuggerBR
18 dias atrás

Irrelevância por milênios é um grande exagero, e se formos pensar em cultura ocidental, ela está fundamentada na cultura judaico-cristã e helênica (talvez possamos separar os romanos dessa helênica). Isso dá uns 2000 anos…
E irrelevância em relação a que? a China e Índia podem ter tido civilizações mais longevas, mas elas não impactaram a cultura européia nem mudaram seu modo de ser. A partir de agora, talvez, a cultura chinesa comece a ter influência para isso.
Concordo que o Trump está destruindo toda a confiança que os países tinham nos EUA e isso joga a favor da China.

Heitor
Heitor
25 dias atrás

Ocidente diz-se EUA.. pois o resto do mundo está bem feliz com os negócios da China, obrigado.

Pedro Rabelo
Pedro Rabelo
25 dias atrás

Não entendi o viés do título,o que querem dizer com isso?A China deve ser parada,ter seu desenvolvimento,florescimento,impedido?Fico imaginando se um dia,um hipotético dia,chegue a nossa vez,se farão uma matéria com um título desse tipo.Pode não ser o dito “Ocidente” a tentar nos parar,pode ser até algum outro grupo de poder,uma outra área geográfica mundial,mas irão se questionar o porquê não mais conseguem nos segurar?

Esteves
Esteves
25 dias atrás

“Porque é que o Ocidente já não consegue parar a China?”

Por que o Ocidente não consegue parar a China?

Melhor?

Paulo
Paulo
Responder para  Esteves
25 dias atrás

A China fez um percurso civilizatório paralelo e isolado do ocidente. Sua filosofia é anterior à Sócrates, Platão e Aristóteles, que constituem a base do pensamento ocidental, inclusive do cristianismo. Lao tsé precedeu à Sócrates. Confúcio precedeu a Aristóteles. Sua cultura não depende do pensamento ocidental. Isto é muito perturbador.

Bosco
Bosco
Responder para  Paulo
25 dias atrás

Mas toda esse percurso civilizatório não os impediu de imporem um regime de terror tirânico que condenou milhões de seus cidadãos à morte, de fazer inveja ao percurso civilizatório do Ocidente colonialista/imperialista/capitalista/cristão/socrático/aristotélico.

MARCOS
MARCOS
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Bom, o pais considerado mais intelectualmente sofisticado no início do Século XX nos legou o Nazismo. Então, “Ocidente” e “China” estariam empatados

Bosco
Bosco
Responder para  MARCOS
25 dias atrás

Mas os alemães renegaram o nazismo.

Pedro Rabelo
Pedro Rabelo
Responder para  Bosco
23 dias atrás

Sem apoio da maior parte da população nenhum regime político,qualquer que seja, prospera

Mimetaster
Mimetaster
Responder para  Bosco
23 dias atrás

“Os alemães renegaram o nazismo.”

Eu vivi pra ler isso.

Mig25
Mig25
Responder para  Bosco
23 dias atrás

Ele foram forçados a negar o n@zism0, porque, por uma década, 90% da população apoiou a causa…

Augusto
Augusto
Responder para  Paulo
25 dias atrás

“Sócrates, Platão e Aristóteles, que constituem a base do pensamento ocidental, inclusive do cristianismo.”

Ahhhnnn????

Juca
Juca
Responder para  Augusto
25 dias atrás

Está correto. Existe muito platonismo no cristianismo, isso para não mencionar a Escolástica.

Bosco
Bosco
25 dias atrás

Que neura.

Dagor Dagorath
Dagor Dagorath
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Que esdrúxulo. Um homem de idade dando piti como um adolescente revoltado em toda matéria da trilogia sobre a China.

Bosco
Bosco
Responder para  Dagor Dagorath
25 dias atrás

Fica na sua, adolescente imberbe com freada de bicicleta na cueca.
Tire a venda de um dos olhos e veja também os pitis que muitos dão em toda matéria sobre os EUA..

Dagor Dagorath
Dagor Dagorath
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Perdeu as estribeiras. Mais esdrúxulo ainda.

Bosco
Bosco
Responder para  Dagor Dagorath
25 dias atrás

Mas é afetadinho…
Achou ruim porque eu contei da freada na cueca?

Dagor Dagorath
Dagor Dagorath
Responder para  Bosco
25 dias atrás

E continua o show esdrúxulo. Porém argumento “ad hominem” sequer merece resposta.

Pedro Rabelo
Pedro Rabelo
Responder para  Bosco
24 dias atrás

Eita!Como sabe que a cueca dele tem marcas de ,digamos,”uso”?

Carlos
Carlos
Responder para  Dagor Dagorath
25 dias atrás

Ele é velho? E daí? Ele tá acabado? E daí? Tá ficando gagá? E daí? Respeita o véio !

Bosco
Bosco
Responder para  Carlos
25 dias atrás

Carlos,
Pare de me defender …

Pedro Rabelo
Pedro Rabelo
Responder para  Bosco
25 dias atrás

🤣🤣🤣

Josè
Josè
Responder para  Dagor Dagorath
25 dias atrás

Só quero saber quando os chinas vão pagar pelo prejuízo causado pela pandemia com o vírus chinês, quanto aos problemas comerciais, vamos ser pragmáticos, enquanto eles que se destruam.

Alexandre Costa
Alexandre Costa
Responder para  Josè
25 dias atrás

Você de novo com essa conversa?

Josè
Josè
Responder para  Alexandre Costa
25 dias atrás

Você sabe que também pagou parte da conta pelo vírus desenvolvido e disseminado (talvez não disseminado intencionalmente) pelos chinolas né?

André Macedo
André Macedo
Responder para  Josè
25 dias atrás

Verdade, o Ocidente não tomou nenhuma medida e pouquíssimo foi falado, até pq não há prova alguma, nem o próprio Trump falou disso. Tenho certeza que os inebriados pela cloroquina sabem de algo sim.

Josè
Josè
Responder para  André Macedo
25 dias atrás

Não há prova!!! devia ser comediante, como se diz mesmo stand up é isso? a propósito você sabe que também pagou parte da conta né?

André Macedo
André Macedo
Responder para  Josè
25 dias atrás

Sim, há provas mas nenhum lider mundial fala sobre isso, nem Trump que taxou a China e iria se beneficiar desse tal motivo fez essa acusação. Eu sou o comediante, você é o delirante kkkkkkkkk me cite UMA prova então, por favor.

Última edição 25 dias atrás por André Macedo
Josè
Josè
Responder para  André Macedo
24 dias atrás

Seria perder meu tempo, provavelmente é daqueles que afirma que o ser mais honesto do mundo é realmente o ser mais honesto do mundo, deve ser daqueles que afirma que não há e nunca houveram provas contra o ser mais honesto do mundo, mesmo com as dezenas de delações e mesmo com os bilhões devolvidos por aqueles que roubaram.

André Macedo
André Macedo
Responder para  Josè
24 dias atrás

Deflexão ridícula e infantil, seria mais bonito não ter voltado, fraquinho demais kkkkkkkk

Então você tem tempo pra voltar e escrever coisas sem sentido mas não tem pra copiar e colar a suposta “prova”? Kkkkkkkkkk

Josè
Josè
Responder para  André Macedo
24 dias atrás

Deixa ver se entendi, segundo você só é verdade se o Trump confirmar, já mudou de time é.

André Macedo
André Macedo
Responder para  Josè
24 dias atrás

Onde eu usei o termo “só”? Eu dei um exemplo, você se supera a cada comentário kkkkkkkkk

Carlos
Carlos
Responder para  Josè
25 dias atrás

Tem um app na PlayStore que diz informa a previsão. App zequesaber

Josè
Josè
Responder para  Carlos
25 dias atrás

Não deixa de ser cômico a pessoa defender quem lhe causou enorme prejuízo, só falta falar que bandido é vitima da sociedade.

Nilo
Nilo
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Neura? De quem? Rsrsrsrs
O artigo é pontual, consistente com o momento, em trazer consciência ao de negacionismo (como se isso fosse possível), como diz Esteves, ” ….O ocidente não consegue parar a China…”
E quem acordou a China, por ironia, EUA.
Certamente com todas as críticas a forma de negócios que a China impõe aos seus parceiros, países subdesenvolvidos na Asia, na América e África brigam por parcerias, financiamentos, projetos de infraestrutura, fábricas chinesas, exemplo Porto de Chancay, indústria automobilística chinesa no Brasil, essa será uma verdadeira escola de adaptação e desenvolvimento de novos.
Ao recaucitrante negacionismo que contínua a fazer piada dos xilings, ou estão esperando uma revolta da classe média alta chinese contra o Partido Chinês, só tenho a dizer, chora que faz bem a alma.

Última edição 25 dias atrás por Nilo
Nilo
Nilo
Responder para  Nilo
25 dias atrás

de novos produtos….

JuggerBR
JuggerBR
Responder para  Nilo
25 dias atrás

Eu acho muito estranho o que acontece com este nick “Bosco” pois sempre foi um especialista em tecnologias militares, aprendi muitas coisas que as matérias não explicavam, e era cortês com todos, porém, de uns tempos pra cá esse perfil tem se tornado agressivo e francamente hostil a quem tem opinião diferente da dele. Sei lá se tem mais gente utilizando o mesmo nick, ou alguma outra opção do tipo, mas os que frequentam a Trilogia perdem com tal mudança, seja voluntária ou não.

Dagor Dagorath
Dagor Dagorath
Responder para  JuggerBR
25 dias atrás

Conheço várias pessoas que tornaram-se agressivas e hostis por conta da polarização política dos últimos dez anos. Inclusive gente com acesso a cultura e educação e em ambos os espectros políticos.

Bosco
Bosco
Responder para  JuggerBR
25 dias atrás

Vocês canhotos são tão afetados que só o fato de eu tachar o artigo de “neura” por conta dessa imensa necessidade da China se autoproclanar à frente de tudo o quanto há, me rotulam de “agressivo”.
Comédia… comédia…comédia…
Rsss

Juca
Juca
Responder para  Bosco
25 dias atrás

“Vocês canhotos são tão afetados que só o fato de eu tachar o artigo de “neura” por conta dessa imensa necessidade da China se autoproclanar à frente de tudo o quanto há, me rotulam de “agressivo”.”

É necessário separar China de seguidores emocionados sobre a China ou conteúdo criado com objetivo de gerar audiência.

O fato é, em todos os documentos internacionais a China ainda se considera um país em desenvolvimento, logo dizer que a China sente a necessidade de se autoproclamar à frente de tudo é um erro muito grave, onde é que a China diz isso oficialmente? Em lugar nenhum.

O que China diz oficialmente?

Em 2021 – Centenário do PCCh – Conquista de uma sociedade MODERADAMENTE prospera. (小康社会)

Em 2049(Centenário da RPC) – Objetivo de se tornar um país socialista totalmente moderno e forte/desenvolvido. (社会主义现代化强国)

A China na verdade é bem humilde.

Bosco
Bosco
Responder para  Juca
25 dias atrás

Juca,
Temos um ex-presidente condenado a 27 anos de prisão, junto com centenas de baderneiros, acusados de terem tentado um golpe de Estado sem o emprego de armas e sem nenhuma pessoa sequer arranhada.
E a turma do amor grita “sem anistia” .
Eu, por conta do “GOPI” comunista real de 1949 que vitimou 50 milhões de chineses , ainda grito “sem anistia” para esse tão amável, humilde e amoroso país que só busca ser uma sociedade próspera mas que em momento algum suas lideranças se dizem arrependidas de terem cometido o genocídio de que são acusados e muito pelo contrário, se solidificaram no poder.

Juca
Juca
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Ser vencedor de uma guerra civil de um país invadido e saqueado por mais de cem anos por bandidos imperialistas não é golpe, apenas venceu o mais forte e mais qualificado a governar uma grande nação de forma soberana.

“mas que em momento algum suas lideranças se dizem arrependidas de terem cometido o genocídio de que são acusados e muito pelo contrário, se solidificaram no poder.”

Genocídio é quando há intencionalidade de matar e isso não aconteceu no Grande Salto Adiante, o que aconteceu foi um projeto que fracassou miseravelmente gerando milhões de vitimas.

Concordo que pedidos de desculpas seriam importantes, mas o que de fato importa é mudança de rota, é isso que sinaliza que o governo chinês se arrependeu e repensou seu projeto de poder. São atitudes para melhor que podem indicar arrependido, verbalizar arrependimento geralmente é insuficiente e muitas vezes ilusório.

E não vamos esquecer também que a Inglaterra nunca se desculpou formalmente pelas guerras do Ópio na China.
EUA nunca se desculparam formalmente pela guerra do Vietnã e uso de armas químicas. 

Há outros casos também, de fato pedido formal de desculpas por alguma tragédia causada é exceção e não regra. Veja, o próprio governo da Coreia do Sul considera insuficiente os pedidos de desculpa do Japão pelas atrocidades cometidas no passado, ou seja, mesmo quando há pedido formal de desculpas, cabe a vitima aceitar aquilo como suficiente ou não.

Mimetaster
Mimetaster
Responder para  Bosco
23 dias atrás

Nunca vimos desculpas do Japão por matar 25 milhões de chineses entre 1937 e 1945. Parece que o ocidente tem licença pra matar.

Nilo
Nilo
Responder para  Juca
25 dias atrás

EUA também, pós segunda guerra lá no início era o supra sumo do ” bem “.
Rsrsrs

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Juca
25 dias atrás

Os chineses são em geral modesto. Estando conhecendo sua capacidade recentemente posso dizer que o país não tem nada haver do que era a 20 anos atrás. Suas cidades estão top demais. Primeiro mundo. Empresas altamente tecnológicas, universidades top, limpeza, organização…. Culturalmente muito diferente, tenho repetido, no geral o brasileiro não tem a menor noção do que seja a China e se baseia em vieses cognitivos.

juggerbr
juggerbr
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Só porque não concordo com você, não me torna ‘canhoto’… Existem infinitos pontos de vista, a maioria deles será muito diferente do seu, do meu, do nosso…

Dagor Dagorath
Dagor Dagorath
Responder para  juggerbr
25 dias atrás

A tal da polarização tacanha aí. Se você critica o “mito”, é petista. Se dirige uma crítica à “alma mais honesta deste país” torna-se bolsonarista.

Bosco
Bosco
Responder para  Dagor Dagorath
25 dias atrás

E tem os da terceira via que votam no Aécio ou no “Calça Apertada”.

juggerbr
juggerbr
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Na época do Aécio, não existia ainda Bolsonaro como candidato a qq coisa que não deputado medíocre. Então ele era a direita contra o sapo barbudo..

Alexandre Costa
Alexandre Costa
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Me recordo que há mais ou menos um ano atrás você havia prometido comentar somente assuntos técnicos.

Bosco
Bosco
Responder para  Alexandre Costa
25 dias atrás

Eu menti.

Pedro Rabelo
Pedro Rabelo
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Kkkkkkkk
Que coisa…criança mentir é até aceitável.Agora,uma pessoa com tanto tempo de vida,se prestar a um papel desses🤭

Dagor Dagorath
Dagor Dagorath
Responder para  Pedro Rabelo
25 dias atrás

Pode ser mentira ou esquecimento.

Pedro Rabelo
Pedro Rabelo
Responder para  Dagor Dagorath
24 dias atrás

É mesmo.Acredito na segunda hipótese
Ou as duas junto!

Bosco
Bosco
Responder para  Pedro Rabelo
25 dias atrás

Pois é! Nem todo mundo tem a sua pureza de espírito e nobreza de caráter.

Pedro Rabelo
Pedro Rabelo
Responder para  Bosco
24 dias atrás

A minha pureza tá na média e a nobreza também.Quem se assumiu mentiroso foi você

Última edição 24 dias atrás por Pedro Rabelo
Mig25
Mig25
Responder para  Bosco
23 dias atrás

Nada de novo no front, mentir é algo que você faz rotineiramente nos seus comentários. Temos diversos exemplos só nesse post.

Matheus
Matheus
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Galante está publicando pra você comentar. Dá engajamento!!!

Andromeda1016
Andromeda1016
25 dias atrás

O poderio econômico chinês tem um fiador que é o dólar que o FED imprime como se fosse santinho em época de eleição. Sem o dólar a China não tem crédito no mundo, logo a pujança deles é artificial, proporcionada pelo efeitos da globalização que os gringos impuseram ao mundo. Antes da globalização a China era um país com mais de 1 bilhão de pobres, mas com a globalização (e a quantidade astronômica de dólar que os gringos despejaram na China) passaram a ser mais de 1 bilhão de consumidores, e isso é a grande conquista que eles conseguiram até agora. A história comprova que nenhum país comunista conseguiu sobreviver economicamente até agora, e não acredito que a China será uma exceção se não abandonar o comunismo, que é o que os gringos querem para se apoderar de sua economia …

Juca
Juca
Responder para  Andromeda1016
25 dias atrás

Não existe país comunista, nunca existiu.

Você foi enganado.

Andromeda1016
Andromeda1016
Responder para  Juca
25 dias atrás

Realmente nunca existiu, só os que tentaram emular o comunismo dos livros por conveniência política e com isso condenaram e mataram países e pessoas. O comunismo dos livros é fantasia, pois parte da falsa premissa de que as pessoas são boas e estão dispostas a abrir mão da individualidade e da prosperidade individual para o bem coletivo (é como acreditar que duendes e unicórnios existem). Quando a história se refere aos países comunistas é desses países que se intitularam de comunistas mas na verdade eram nada mais do que ditaduras constituídas por meio da venda de ilusão e ideias fantasiosas às pessoas. É o que a China é e é deste país que se fala quando falamos de países comunistas, ou você vai me dizer que estes países nunca existiram também?

Nilo
Nilo
Responder para  Andromeda1016
25 dias atrás

Bla..bla..bla..

Josè
Josè
Responder para  Andromeda1016
25 dias atrás

Você está perdendo tempo, certamente ele está confundindo regime econômico com forma de governo.

Andromeda1016
Andromeda1016
Responder para  Josè
25 dias atrás

Ele sabe muito bem do que falo, mas gosta de responder dessa forma achando que isso vai mudar o foco da conversa e dissuadir a discussão. Todo defensor do comunismo adora falar essa ladainha de que país comunista de verdade nunca existiu pois nenhum deles seguiu ao pé da letra a “receita mágica” prevista nos livros. O que esse incauto não entende é que nunca existiu e nunca existirá pois esse modelo de país é impraticável no mundo real. mas não quer reconhecer isso por vergonha em admitir que está errado.

André Macedo
André Macedo
Responder para  Josè
25 dias atrás

Não há essa separação, nunca existiu.

Juca
Juca
Responder para  Andromeda1016
25 dias atrás

Quem se refere a países comunistas(que nunca existiram) geralmente são pessoas desprovidas de conhecimento ou papagaio ideológico tentando ganhar audiência. Pessoas comprometidas com a historicidade e honestidade intelectual dificilmente cometem este erro. 

“É o que a China é e é deste país que se fala quando falamos de países comunistas”

Você, um mero brasileiro, compreendeu a China cuja história possui mais de 3 mil anos a ponto de cravar o que este país é? Quais fontes primárias e livros que você usou para se chegar a tal conclusão?

“não entende é que nunca existiu e nunca existirá pois esse modelo de país é impraticável no mundo real”

Você mesmo disse: “A história comprova que nenhum país comunista conseguiu sobreviver economicamente até agora, e não acredito que a China será uma exceção se não abandonar o comunismo”

Conclusão: Você precisa definir o que acredita e defende pois você conseguiu a façanha de se contradizer com apenas 2 posts. 

Andromeda1016
Andromeda1016
Responder para  Juca
25 dias atrás

Está tão preocupado em falar que não leu direito meu comentário. Fiz distinção de dois tipos de países comunistas e indiquei de qual dos dois estou falando.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Juca
25 dias atrás

A gestão do mao tsetung me pareceu desastrosa. Em 78 o tal do Deng mudou tudo, abriu a economia e estabeleceu um plano. A falha é achar que as democracias são todas iguais e os socialistas são todos iguais. A Noruega, Canadá não tem nada haver com Brasil, Equador. Assim como Venezuela e Rússia não tem nada haver com a China.

Juca
Juca
Responder para  Palpiteiro
25 dias atrás

O período Mao Zedong foi desastroso em partes, desastroso pelo Salto Adiante e Revolução Cultural, mas extremamente competente em tornar a China de fato soberana e praticamente unificada. 

A China de hoje não existira sem Mao e sem Deng Xiaoping.

André Macedo
André Macedo
Responder para  Andromeda1016
25 dias atrás

O comunismo não parte dessa premissa, ele parte do materialismo, o Homem não “é” nada automaticamente, é produto do meio, você erra no conceito e na análise.

André Macedo
André Macedo
Responder para  Juca
25 dias atrás

Nunca existiu mesmo, até pq o comunismo implica no fim do próprio Estado. Essa galera aprende sobre o comunismo no zap e sai propagando kkkkkkk

Bosco
Bosco
Responder para  Juca
25 dias atrás

Juca,
há diferença entre o comunismo utópico e o comunismo real.
O comunismo utópico nunca existiu e nem vai existir enquanto seres humanos formos, mas sempre vai ter os crápulas que irão vender esse paraíso na Terra e o tal do “dessa vez comigo vai dar certo” e para isso irão empregar o controle estatal absoluto como forma de um dia , como que por milagre, se chegar ao comunismo utópico onde o Estado sequer existe.
É o mesmo que espremer uma Chevete no esmagador de carros e achar que no fim vai sair uma Ferrari,
A essa turma de lunáticos e crápulas iluminados, não eleitos, que apostam no controle estatal absoluto em detrimento da liberdade e da individualidade, inclusive no controle absoluto da economia “privada” , dá-se o nome de “comunistas” a ainda que os puristas chamem de outra coisa, como por exemplo , de socialistas e os ingénuos chamem de “capitalismo de Estado” ou qualquer baboseira do gênero.

Nilo
Nilo
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Prezado…. controle estatal absoluto em detrimento da liberdade e da individualidade…comunistas = socialistas e os ingénuos chamem de “capitalismo de Estado”.
Não eleitos.
Mas A luta dos Bonzo contra o comunista, não era contra o petistas, os comunistas eleitos Rsrsrs

Última edição 25 dias atrás por Nilo
André Macedo
André Macedo
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Você está corretissimo, Bosco, só falta mostrar seus pontos de vista pros… NÚMEROS, rs.

https://ourworldindata.org/cdn-cgi/imagedelivery/qLq-8BTgXU8yG0N6HnOy8g/68c6719f-ef2b-4845-2693-74790c7b4300/w=2160

comment image

Última edição 25 dias atrás por André Macedo
Andromeda1016
Andromeda1016
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Bingo !!!

Juca
Juca
Responder para  Bosco
25 dias atrás

Comunismo não é tão flexível como democracia, o comunismo apresenta elementos que são invioláveis, por exemplo ausência de classes, ausência de estado, abolição da propriedade privada dos meios de produção, fim da exploração, ausência de forças armadas e também ausência de religião que na visão de Marx desaparecia naturalmente. Por fim, o mundo precisaria ser comunista também, comunismo deve ser global e não local.

Esses “lunaticos e crapulas” que você se referiu estão seguindo outra coisa, seriam os Mórmons do comunismo.

Última edição 25 dias atrás por Juca
Bosco
Bosco
Responder para  Juca
23 dias atrás

Juca,
O comunismo é inflexível mas a gramática não.
O termo é empregado de outras formas além da que traduz o comunismo utópico e inclusive por partidos que se denominam de “comunistas” , como o partido único que governa a China e não me consta que ela tenha atingido essas características inflexíveis que você citou.

Nilo
Nilo
Responder para  Andromeda1016
25 dias atrás

Trim!!Trim acorda.

JuggerBR
JuggerBR
Responder para  Andromeda1016
25 dias atrás

Você já pesquisou o tamanho das reservas deles em dólares, euros e numa cesta diversificada de moedas? Sabe quanto ouro eles mantém? Tem cacife pra seguir financiando a expansão deles por um bom tempo….
Fora que seguirá vendendo muito, pois os compradores não se resumem aos EUA, o resto do mundo depende das fábricas deles, que deixaram dominar toda a cadeia produtiva, não dá pra reverter isso antes de décadas de investimento massivo.

Andromeda1016
Andromeda1016
Responder para  JuggerBR
25 dias atrás

A China precisa manter um nível de crescimento mínimo para sustentar sua economia no nível que está hoje, e isso só consegue dependendo do mercado norte americano. Eles não vão morrer se deixar de negociar com os gringos mas sofrerão grande prejuízo que vai afetar a estabilidade política, econômica e social interna deles se isso ocorrer. O mercado interno chinês depende de suas exportações pois não consegue absorver toda sua produção, e sua moeda ainda não tem o poder de troca que o dólar possui logo eles vão depender dos gringos por muito tempo ainda. Acredito que assim como os gringos limitaram o crescimento econômico do Japão antes da segunda Guerra mundial, farão o mesmo com a China.

JuggerBR
JuggerBR
Responder para  Andromeda1016
25 dias atrás

A China tem a ‘vantagem’ de não ser uma democracia, controla o que o povo ‘pensa’ e acho que conseguem modificar sua estrutura industrial conforme as necessidades, se os produtos não forem mais para os EUA, serão modificados para que se tornem atrativos em outros mercados, capital e mão de obra pra isso eles possuem. Todas as empresas lá tem o PC como sócio…

Andromeda1016
Andromeda1016
Responder para  JuggerBR
25 dias atrás

Sim, e aproveita muito bem essa vantagem, mas isso tem limites e os livros dos economistas liberais explicam muito bem esses limites. Pode tentar vender para outros, mas será uma fração do que consegue vender aos gringos, e isso importa pois provocará a diminuição da economia deles, e com a maioria da juventude chinesa desempregada isso terá efeito desastroso na economia, e consequentemente na política deles.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  JuggerBR
25 dias atrás

Existe empresas privadas também. A diferença é que o capital não sai de lá, as empresas tem que reinvestir no próprio país e com isso o país só cresce. Possuem uma capacidade de atrair capital muito grande. É muito fácil encontrar uma prefeitura disposta a aportar 100 milhões para uma empresa de fora montar seu negócio lá. Agora irão investir pesado no exterior. Os bancos chineses também irão se internacionalizar.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Andromeda1016
25 dias atrás

Mas agora os caras já criaram uma infraestrutura extraordinária e estabeleceram uma estrutura educacional top. Estão em outro patamar em termos de.qualidade de vida do que eram.

wilhelm
wilhelm
Responder para  Palpiteiro
25 dias atrás

O cara travou na papagaiada liberal do início da década passada.

“livros dos economistas liberais explicam muito bem esses limites”

É de gargalhar.

wilhelm
wilhelm
Responder para  Andromeda1016
25 dias atrás

Amigo, a China possui talvez a maior base industrial já criada em toda a história humana. Dizer que “a pujança deles é articial” ou que a China não tem crédito no mundo sem o dólar é, para não falar algo pior, uma das maiores burrices que eu já li aqui nesse portal. Acho que até um economista liberal daria risada se lesse algo do nível da sua postagem.

Não me entenda mal: você pode não gostar do modelo chinês e dizer que o Xi Jiping coloca criancinhas num caldeirão, mas isso não muda o fato de que o crescimento chinês é algo concreto e assentado em bens reais (trabalho, indústria, infraestrutura, etc), e não em mero capital especulativo.

Eu sugiro você colocar os pés no chão e parar de engolir meme de influencerzinho de política sem questionar.

Andromeda1016
Andromeda1016
Responder para  wilhelm
25 dias atrás

Base industrial extra dimensionado que produz muito além do que eles podem consumir. Uma industrialização repentina criada artificialmente com capital estrangeiro para suprir demanda do ocidente, com tecnologia que não possuíam e não desenvolveram e que também não lhes pertencem. Não fique triste, afinal outros países como o Japão e a Coreia do Sul passaram por isso também, mas estes dois países conseguiram alcançar o status de países desenvolvidos a partir dessa mesma situação pelo fato de serem países capitalistas que admitem a prioridade privada assim como respeitam as regras da livre iniciativa e de mercado, coisa que a China nunca fará. Muitas empresas na China estão se fechando pois não possuem competitividade tecnológica e a sua vantagem baseada no preço está enfraquecendo devido à concorrência de outros países que estão se industrializando da mesma forma como a China fez, graças ao capital estrangeiro também. Você acha que se a China parasse de comercializar com dólar a partir de hoje os países continuariam a negociar com ela? Não foi o partido comunista chinês que tirou a China da miséria, mas os gananciosos de Walt street que transferiram a produção industrial dos Estados Unidos para a China para um fim específico: aumentar a circulação do dólar sobre o resto do mundo para o fim de manter o seu status de moeda de reserva mundial, e a China fez muito bem o papel que os gringos reservaram a ela neste plano.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Andromeda1016
25 dias atrás

Precisa se atualizar da realidade atual chinesa.

wilhelm
wilhelm
Responder para  Andromeda1016
25 dias atrás

“Base industrial extra dimensionado que produz muito além do que eles podem consumir. Uma industrialização repentina criada artificialmente com capital estrangeiro para suprir demanda do ocidente, com tecnologia que não possuíam e não desenvolveram e que também não lhes pertencem’

Outro comentário burro.

Toda industrialização acelarada é, quase que por definição, “artificial”, já que é justamente nessa fase que o Estado atua no planejamento e nas medidas protecionistas para alavancar o desenvolvimento da base industrial. Até mesmo os países que você chama de capitalistas utilizaram um forte planejamento estatal e medidas protecionistas agressivas para construir suas bases industriais antes de defenderem o livre comércio global. Historicamente, não há absolutamente nada de novo no que a China fez e continua fazendo.

Além disso, não há o menor cabimento em afirmar que a China não possui méritos próprios nesse processo: em primeiro lugar, porque o Estado efetivamente dirigiu ele e esse processo antecede a globalização; em segundo lugar, porque a China hoje em dia é talvez o país que mais contribuiu com o desenvolvimento científico no mundo.

“Não fique triste, afinal outros países como o Japão e a Coreia do Sul passaram por isso também, mas estes dois países conseguiram alcançar o status de países desenvolvidos a partir dessa mesma situação pelo fato de serem países capitalistas que admitem a prioridade privada assim como respeitam as regras da livre iniciativa e de mercado, coisa que a China nunca fará.”

Outra afirmação burra.

O Japão e a Coreia do Sul se desenvolveram sob forte intervenção estatal na economia. Taiwan idem.

“Muitas empresas na China estão se fechando pois não possuem competitividade tecnológica e a sua vantagem baseada no preço está enfraquecendo devido à concorrência de outros países que estão se industrializando da mesma forma como a China fez, graças ao capital estrangeiro também.”

Outra afirmação descabida. Esse tipo de processo é algo que ocorreu em outros países e não há absolutamente nada de errado inesperado nele; trata-se simplesmente de uma ascenção estrutural na base de cadeia de valor de produção de bens de baixo valor agregado pra cadeias de maior valor tecnológico. Se isso fosse um problema, então o próprio Japão e Coreia do Sul deveria ter quebrado, pois ambos os países passaram por isso em décadas passadas (e nada me consta que estejam quebrados hoje em dia).

‘Você acha que se a China parasse de comercializar com dólar a partir de hoje os países continuariam a negociar com ela?’

Não existe nenhum motivo para a China fazer isso de maneira abrupta. Não obstante, a desdolarização é um processo real e nada indica que vai perder fôlego.

“Não foi o partido comunista chinês que tirou a China da miséria, mas os gananciosos de Walt street que transferiram a produção industrial dos Estados Unidos para a China para um fim específico: aumentar a circulação do dólar sobre o resto do mundo para o fim de manter o seu status de moeda de reserva mundial, e a China fez muito bem o papel que os gringos reservaram a ela neste plano.”

Afirmação burra, novamente. Em primeiro lugar, pq já havia uma base anterior. Em segundo lugar, pq a mera presença de capital estrangeiro não explica industrialização. Muitos países receberam volumes gigantes de capital estrangeiro e não se industrializaram. O diferencial chinês foi o controle do Estado sobre esses investimentos e uma política bem planejada, e isso é um mérito total dos próprios chineses.

Siceramente, eu não vou me estender aqui porque o comentário ficou longo e eu tenho certeza que estou falando com uma pessoa que não entende bulhufas daquilo que fala.

Sugiro que você para levar a sério as bobagens que você lê em blogs liberais e coloque os pés na realidade. Esse tipo de porcaria que você acredita serve, no máximo, como propaganda ruim.

Fábio Mayer
Fábio Mayer
25 dias atrás

Os EUA desindustrializaram o próprio país para alavancar as ações em bolsas de valores. Abriram mão do chão de fábrica porque a mão-de-obra chinesa era (bem) mais barata e apostaram apenas no desenvolvimento de tecnologia. A China assumiu as fábricas e ao mesmo tempo, também desenvolveu tecnologia e, quando os EUA acordaram, constataram o quadro:

  • Seus estaleiros não conseguem produzir mais na cadência do passado, porque não têm mão-de-obra especializada. Soldadores de belonaves são formados no chão de fábrica, começam na indústria de eletrodomésticos, passam para a indústria de automóveis, entram na de aviação e um dia, estão soldando painéis de porta-aviões. Agora são raros nos EUA, porque não há mais tantas industrias manufatureiras;
  • Os produtos “made in USA”, passaram a ser “made in China” com marcas americanas, e, de repente, as marcas americanas passaram a perder revelância, substituídas por chinesas, japonesas, coreanas.
  • Industria ferroviária? Industria química? Aços? Metalurgia? Tudo mais barato vem do oriente, mesmo sendo os EUA o maior consumidor. Milhares de empregos produtivos e bem remunerados foram perdidos, substituídos em parte por operadores de mercados financeiros e imobiliários, hoje substituídos por computadores e IA.
NEMOrevoltado
NEMOrevoltado
25 dias atrás

Não sou especialista senhores, mas sei que, quem se abre mais, produz tudo e facilita o comércio vence; quem se fecha e limita o comércio perde!

Me chamem de louco, mas vejo muitos dos erros alemaes de 1930 sendo cometidos agora pelos estados unidos.

E como já disse em outro comentário o qual fui criticado, a autosuficiencia é o melhor caminho!

Última edição 25 dias atrás por NEMOrevoltado
Fábio Mayer
Fábio Mayer
Responder para  NEMOrevoltado
25 dias atrás

Em 1940 os americanos viviam numa política de isolacionismo. Tentavam evitar se comprometer com conflitos externos, aplicavam a doutrina Monroe e, ao mesmo tempo, desenvolviam uma indústria autossuficiente. Quando entraram na guerra, conseguiram produzir milhares de aviões de combate e centenas de navios, dezenas de porta-aviões, assumiram seu lugar de super potência tão logo o primeiro soldado aportou na Europa.

Logo depois, a URSS fez o mesmo: já durante a guerra, transferiu fábricas para os Urais e recuperou a capacidade industrial. Terminada a guerra, adotou autossuficiência como parâmetro, tornou-se super potência.

Agora, a China.

E os EUA parecem ter desaprendido a lição histórica.

JuggerBR
JuggerBR
Responder para  Fábio Mayer
25 dias atrás

Um fator importante é que a capacidade industrial americana nunca esteve em risco de ser destruída, sempre lutou bem longe de seu território. E os banqueiros americanos se engajaram na guerra, crédito farto dos dois lados do Atlântico, Europa saiu da Guerra bastante endividada.

Matheus
Matheus
Responder para  Fábio Mayer
25 dias atrás

Em 1940 os americanos viviam numa política de isolacionismo. Tentavam evitar se comprometer com conflitos externos, aplicavam a doutrina Monroe e, ao mesmo tempo, desenvolviam uma indústria autossuficiente. Quando entraram na guerra, conseguiram produzir milhares de aviões de combate e centenas de navios, dezenas de porta-aviões, assumiram seu lugar de super potência tão logo o primeiro soldado aportou na Europa.

Dois mitos nesse parágrafo aqui.

1) Os americanos estavam longe do isolacionismo no século XIX (Doutrina Monroe)

A doutrina Monroe que foi aplicada no século XIX, de fato, marcou o início do expansionismo americano, o que está longe da conclusão do isolacionismo.

2) A doutrina americana pré-SGM era o “Corolário Roosevelt”

Uma vez que era uma ideia baseada na Doutrina Monroe, destinava-se a garantir a hegemonia no hemisfério, sendo usado como justificativa para intervenções como na República Dominicana, Haiti, Nicarágua e Cuba.

Na realidade, os americanos já estavam plantando as sementes da capacidade industrial pré-SGM, onde uma parte significativa da capacidade de produção civil foi convertida na década de 1920, com a realidade de que a próxima Grande Guerra seria uma guerra industrial onde a mobilização da produção de guerra seria seja crítico.

O planejamento inicial também envolveu a educação de oficiais militares superiores para supervisioná-lo, feita por uma escola do tipo colégio de guerra construída especificamente para coronéis seniores e generais de 1 estrela.

E então, em meados da década de 1930, o Exército e a Marinha dos EUA enviaram representantes aos principais líderes industriais para planejarem essencialmente como isso aconteceria quando começasse. Para o Exército dos EUA, o indivíduo enviado para fazer o planejamento não era outro senão um certo Major Dwight Eisenhower.

E então lançaram-no lentamente a partir de 1937, limitado principalmente à construção naval e especialmente aviões (incluindo os B-17), embora não houvesse mais financiamento disponível até 1939-40, e ainda mais quando a guerra começou. A economia mobilizada mal foi criada em Dezembro de 1941, e só atingiu o seu máximo em 1945.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  NEMOrevoltado
25 dias atrás

Para quem tem mercado sim. E é difícil ser auto suficiente em pescado se seu país não tem mar.

Angus
Angus
25 dias atrás

Sem entrar no mérito da argumentação.

Estamos cheios de “Consultor de Defesa”, para assuntos ligados a geopolítica, no caso um Coronel.

Enquanto isso, o MD, recheado de militares e civis, não consegue padronizar nem o fuzil das Forças Armadas.

Quem sabe se for colocar cada “macaco no seu galho” as Forças Armadas brasileiras começam a melhorar um pouquinho.

Alexandre Galante
Responder para  Angus
25 dias atrás

O autor é português.

Nilo
Nilo
Responder para  Angus
25 dias atrás

Sapo. Está no rodapé do artigo, é o maior portal de notícias e conteúdo da internet em Portugal.

Delfim
Delfim
Responder para  Nilo
25 dias atrás

Portal esquerdista, sempre tem o “extrema-direita” em algum lugar.

Delfim
Delfim
25 dias atrás

Fonte: Sapo. Sapo é o UOL português.

Carlos
Carlos
25 dias atrás

Por que o blog fica irritando o velhinho Bosco com notícias assim?

Bosco
Bosco
Responder para  Carlos
25 dias atrás

Boa pergunta!

Nilo
Nilo
Responder para  Bosco
25 dias atrás

🤣🤣🤣

max
max
Responder para  Bosco
24 dias atrás

Por que você não ficou furioso desta vez? Você é do tipo que faria manchetes se a China soltasse um pum! Sinceramente, estamos bastante preocupados com você.

Delfim
Delfim
25 dias atrás

Sapo esquerdista, matéria tendenciosa.

A China produz e exporta, e nada compra, isso não parece uma relação mercantilista e colonialista ?
Os EUA, ao contrário, são o maior mercado consumidor do planeta, permitindo trocas mais vantajosas.

Mas a China investe pesado no mundo… investe para a inflação não explodir, pois seu superávit comercial pressiona de tal forma sua base monetária que precisa ser gasto fora da China, ou imobilizado, o que explica a superalta da prata, que os chineses preferem ao ouro.

Mas a França… ora, desde quando a França é modelo de coerência ? “Existem 3 maneiras de se fazer as coisas, a certa, a errada, e a francesa”.

max
max
Responder para  Delfim
24 dias atrás

Se você puder produzir algo superior ao deles, mais barato do que o deles e exatamente o que eles precisam, eles irão importá-lo. Veja, por exemplo, as máquinas de litografia da ASML.

Paulo
Paulo
25 dias atrás

Quando o mundo se constituía de impérios isolados, Persia, Roma, Grécia, Tenoctiatlan, o celeste império do meio era o maior entre eles. Quando a Europa assistia a decomposição de Roma, a China inventou a pólvora, a bússola, o aerostato de ar quente, a imprensa de tipos móveis. Se produzia livros impressos na China ,1000 anos antes de Gutenberg.
No século XV a.China possuia uma armada muito maior que a armada Portuguesa, Espanhola,Inglesa e francesa somadas. Suas naus eram imensamente maiores e, com muito mais canhões que as caravelas espanholas e portuguêsas. Diz- se que a nau capitânea da frota do celeste imperador tinha algo como 120m de comprimento. Só em tempos mais recentes se construiram navios maiores. Sua tripulação era de 800 marinheiros. Um absurdo se comparado às naus de Colombo ou Cabral.
Então, meus amigos, a China, só retornou ao seu antigo esplendor, que teve um hiato de cerca 400 anos. Pouco para um povo com 5.000 anos de História.

Augusto
Augusto
25 dias atrás

Excelente texto. Muito bem escrito, com ideia concatenadas e constatações que demonstram o olhar apurado do autor.

Tudo me chamou a atenção, especialmente a parte em que, ao falar de IA, ficam expostos os sintomas da futilidade, da lassidão e do emburrecimento do ocidente: “As plataformas ocidentais monetizam atenção. As chinesas organizam a economia real: pagamentos, crédito, logística e consumo num único sistema.”

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
25 dias atrás

Excelente analise, o que ocorrerá daqui pra frente? Ninguém sabe…… Fico apenas divagando e pensando no meu país que até a década de 40 era agrário e muito atrasado. Não aproveitamos os períodos de fartura para nos desenvolvermos como nação com tudo aqui dentro que hoje o mundo busca: Mão-de-obra abundante, recursos minerais, grande território, água doce, Não tivemos e nem temos um Projeto de País, investindo perenemente em Educação, Pesquisa e Desenvolvimento. Hoje somos meros telespectadores polarizados em uma ridícula briga ideológica e com seus medíocres políticos demagogos de estimação…. e a Roda da História girando….

Carlos Campos
Carlos Campos
25 dias atrás

única maneira de parar a China é bombardear ela, o que acho que não vao acontecer, uma guerra agora seria o melhor para os EUA, e trágico para China, de qualquer forma, acho que otexto foi meio pro-china, é verdade que o ambiente industrial na China é o melhor do mundo, mas os EUA não durmiram, o MAGA no sentido prático e o BBB (Build Back Better) ainda estão sendo implementados, os EUA tem hj as maiores empresas de IA, robótica de ponta, e é isso que pode industrializar o país novamente, esqueceu de falar que um dos motores do PIB astronomico da China era a construção civil, e até não se recuperou, está crescendo 5 por cento ao ano marra, a Liberalização e Inovação da Enocomia Chinesa feito Deng Xiaoping, não é China do Xi Jimping, que controla a mídia, as empresas com mão de ferro, então pode ser um ponto fraco que os EUA podem atacar, vc vai trabalhar em um país sem liberdade? ou quer trabalhar aqui na América com liberdade? tem muito chinês filho de políticos e empresários chineses nas maiores universidades dos EUA, como cpatar essas pessoas é fácil. uma coisa é certa, a China é imparável, mesmo se ela quebrar nos próximos anos, ela vai voltar mais forte, e o mundo multipolar já é uma realidade.

Última edição 25 dias atrás por Carlos Campos
Matheus
Matheus
Responder para  Carlos Campos
25 dias atrás

Mesmo na China há divisão política dentro do PCCh. Eles não são uma única unidade de pensamento e estratégia. Por exemplo, o Xi é mais a esquerda do que o pragmático Xiaoping., mas mesmo na ala atual do PCCh existem políticos mais ao centro e a direita também.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Matheus
24 dias atrás

Sim, mas o Xi que era da Facção dos Principes, tomou o poder dentro dela e hj meio que tem sua propria facção, no passado usou a corrupção do PLA para se livrar d emilitares com ligações com líderes de outras facções, ele é a pessoa mais poderosa desde Mao, a mais Liberal é a Facção de Xangai.

lucena
25 dias atrás

Observei uma coisa …quando os chineses vão para um pais…eles fazem estradas,pontes,melhoram a infraestrutura daquele pais …e assim … para melhor escoar as suas mercadorias…os caras investe em infraestruturas do pais.
.
Já os americanos…ultimamente como se observa …é em bases militares para colocar soldados armados e para isso …. buscam no medo,na instabilidade na região … para justificar a presença deles na região…coisa de mafiosos.
.
o Soft power americano esta indo para o esgoto…. só resta a caixa de ferramentas… o porrete … para convencer o mundo que eles ainda mandam em tudo…que decadência.
.
O mundo começa a vê… que essa postura é coisa do passado …inviável até para existência da humanidade

Palpiteiro
Palpiteiro
25 dias atrás

As observações sobre o artigo são muitas. Primeiro que historicamente a China exporta mais que importa e é fechada, por isso os ingleses introduziram o ópio no país no passado. Além de produzir melhor e mais barato está produzindo mais rápido. A China hoje não é mais somente uma potência industrial, hoje é uma potência em desenvolvimento tecnológico, também melhor, mais barato e mais rápido. O ocidente transferiu as indústrias para a China pois agregava pouco valor, hoje a China produz o conhecimento e os produtos, além de ter a maior estrutura financeira. As empresas ocidentais antes tinham participação no mercado chinês. Hoje a competitividade local é tão alta que essas empresas estão perdendo todo o mercado. Uma empresa que é competitiva no mercado chinês é competitiva em qual local do mundo. A saída para essa perda de mercado lá e no resto do mundo para os países ocidentais é dividir o mundo em 2 para garantir reserva de mercado. Os EUA querem a América latina como reserva de mercado seu. A China por ser competitiva globalmente prefere o livre comércio e o mundo globalizado. Achar que a China tem alguma coisa haver com a Rússia ou o que ela era a 20 anos atrás é um equívoco enorme. O ocidente não vai parar a China pois não forma 1 milhão e meio de engenheiros por ano, não tem mais as melhores universidades, não tem o menor custo de capital, não tem a mesma estrutura de fomento a inovação e assim vai.