Fala de Trump minimizando aliados no Afeganistão provoca forte reação internacional e tensão na OTAN
Solados da OTAN no Afeganistão
Os comentários do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugerindo que tropas de aliados da OTAN “ficaram um pouco afastadas das linhas de frente” durante a guerra no Afeganistão desencadearam uma onda de indignação entre governos, veteranos, líderes políticos e familiares de soldados na Europa e no exterior. A crítica ocorreu após a entrevista de Trump à Fox News, em que ele questionou a contribuição das forças não-americanas e até duvidou se os aliados estariam ao lado dos EUA em um eventual ataque, o que gerou preocupação quanto ao seu compromisso com a aliança transatlântica.
No Reino Unido, o primeiro-ministro Keir Starmer classificou as declarações como “insultantes e francamente deploráveis”, prestando homenagem aos 457 militares britânicos mortos e aos feridos que serviram lado a lado com soldados americanos no conflito de mais de 20 anos. Ele afirmou que, se tivesse falado de forma semelhante, teria pedido desculpas e reforçou a importância das relações entre seu país e os EUA.
A reação britânica incluiu também críticas de parlamentares e autoridades de defesa, que destacaram o sacrifício de soldados europeus e a invocação histórica do Artigo 5 da OTAN após os ataques de 11 de setembro de 2001, que levou países aliados a responder ao lado dos EUA em apoio à missão no Afeganistão.
Veteranos australianos e líderes políticos também reagiram com indignação, chamando os comentários de “inimagináveis” e “desrespeitosos” diante dos mais de 40 soldados australianos mortos e dezenas de feridos durante a missão, ressaltando que suas forças lutaram ativamente em províncias como Helmand ao lado de parceiros da coalizão.
Além de autoridades oficiais, figuras públicas como o príncipe Harry, que serviu duas vezes no Afeganistão, pediram respeito pelos sacrifícios dos aliados e enfatizaram a importância de reconhecer verdadeiramente o papel desempenhado pelos países da Otan na campanha contra o terrorismo.
Tais repercussões não apenas evidenciam a profunda sensibilidade política e histórica relacionada à participação de aliados no conflito afegão, mas também aumentam as tensões transatlânticas em um momento já delicado para a coesão da aliança, levantando questões sobre confiança, solidariedade e o futuro papel dos EUA dentro da OTAN.■

Agora basta, a Austrália e RU vão retaliar aumentando a compra de material bélico dos EUA.
Exato!
Kkkkkkkk pois é. É inacreditável a covardia dos europeus. Queria entender o que realmente faz esses caras simplesmente se manterem inertes diante de tudo que já foi feito nesse último ano em relação a eles.
É medo dos russos? Cara, mesmo no pior cenário, de abandono total dos europeus pelos americanos, russos não conseguiriam fazer frente ao bloco unido. Não em um conflito convencional. Acho que nem os russos pensam em nada disso. O que poderia ocorrer era uma intensificação na Ucrânia. Mas europeus conseguiriam se virar nos trinta e fazer frente a isso em um esforço cojunto pra intensificar a produção industrial para manter o apoio. Certamente seria um processo sofrido no primeiro e segundo ano. Mas, depois, se liberariam, de vez, dessas amarras. E, ainda, poderiam fortalecer suas indústrias e deixar de se fechar a outros parceiros.
Acredito, inclusive, que, no dia que europeus batessem o pé de verdade, suspendendo negócios com os EUA, o sistema político dos EUA acordaria e botaria um freio nessas loucuras do Trump.
O primeiro passo deveria ser cancelar todas as encomendas ainda restantes do F35. Se não adiantar, cancela todo o resto.
É incrível como o maluco faz e fala o que quer e europeus continuam com os rabos entre as pernas.
A verdade é q na se tem noção da real capacidade da Europa.
O exército alemão (heer), por exemplo, tem TODA a manutenção dos Leopard 2 na KMW.
Quando eu digo toda…. É toda… a tropa pega o Leo na KMW, faz o exercício e devolve.
Ou seja, nem a manutenção de 1º escalão eles estão fazendo…
É impossível combater assim.
Fração de Mnt das unidades, BLog, Btl Mnt, tudo… sem especialistas, tudo dependente de terceirização.
A tal “profissionalização” e diminuição das forças, tão exaltada por alguns aqui nos blog, criou forças extremamente incapazes de muito.
A loucura do Trump não está no que ele fala, mas como.
O “core” é q ei está certo. A OTAN depende “full” dos EUA.
Sobre a coragem relembro os militares brasileiros que não foram para a RCA porque um relatório afirmava que poderia haver baixas e que preferiram ficar a capinar a parada e pintar os muros dos quarteis.
Lembremo-nos dos dirigentes brasileiros que foram ao beija mão a Moscou e os que nunca condenaram a invasão da Ucrânia. Recordemo-nos também do equipamento tal como os AH-2 Sabre que foram abatidos porque a sua manutenção ficaria mais caro do que comprar novo.
Cancelar tudo sem saber nunca foi uma boa politica, é também necessário saber e conhecer as entrelinhas dos contrato á assinados, isto porque os europeus não pensam com o coração mas sim com o cérebro.
Na equipa que vence não se mexe, esta é o pensamento dos países do norte e centro da Europa, por isso nunca quebraram ou diminuíram a relação com os EUA no que respeita à defesa e por isso existem apenas duas forças militares na Europa, a Euromarfor e a Eurofor, forças que foram criadas pelos países latinos da UE que ficam no sul da Europa e que se preocuparam com a Primavera Árabe e a OTAN só se preocupava com o leste da Europa.
O Donald Trump sendo Donald Trump.
Esse senhor consegue ser uma pessoa desagradável até para os militares de outros países que lutaram nas guerras que eles fizeram surgir pelo mundo, criando situaçãoes desagradáveis e revoltantes entre aliados. Deve estar se achando a ultima bolacha do pacote.
Mas se vier a precisar, os EUA que pensem muito bem se vão ter apoio dos seus aliados, mesmo depois de Trump largar o governo, pois ele não será eterno, um dia vai sair.
Teoricamente termina em 19 de Janeiro de 2029.
A menos que ocorra um impeachment ou que ele venha a falecer antes.
Até para os militares de outros países?
Já afirmou que os prisioneiros de guerra americanos eram fracos por se terem deixado capturar…
E sem nunca ter cumprido um dia de serviço militar…
Karma bites back. Thousands of indian soldiers died for allied powers during ww2 but their sacrifices never got recognized by europe. Same thing now happening with europe by trump administration
Ao menos no caso da Índia, as consequências da WWII serviram para conseguir a independência dos ingleses. Imagino que Churchill não tenha fãs por aí…
Não só isso, Indianos foram mortos de fome de próposito para que o UK tivesse comida durante a 2WW.
A verdade dói.
2451 soldados americanos morreram no Afeganistão.
Proporcionalmente, membros da OTAN como Dinamarca e Reino Unido, perderam mais.
Mas não são eleitores americanos
Verdade.
O mesmo vale para a FEB na 2ª GM. 25.700 lutaram com 948 mortes em combate.
16 milhões de americanos lutaram como 405 mil mortes em combate.
Mas quem contribuiu mais com recursos durante a 2ª GM? Quem fez mais?
O Trump foi muito infeliz na declaração mas todo mundo entendeu o que ele quis dizer.
Os EUA gastaram mais de USD 2 trilhões na guerra.
USD 300 milhões por dia.
USD 145 bilhões gastos na reconstrução do Afeganistão.
e 70 000 soldados afegãos…
estes é que estavam na linha da frente, nos check points, etc.
É triste quando a facado pelas costas vem do seu próprio aliado, se não me engano até a Ucrânia enviou soldados para o Afeganistão….
A Ucrânia mandou para o Iraque. No Afeganistão, foi a Georgia que enviou, teve 33 baixas, e proporcionalmente a sua população, foi o pais que mais sofreu, considerando os não membros da OTAN.
Por isso tem a frase “Ser inimigo dos Estados Unidos é perigoso, mas ser amigo é fatal“
Isso é uma surpresa vindo dos EUA?
Não é uma surpresa, pois já vimos como “aliados” podem ser virar contra você, o caso da Rússia e Ucrânia é bem didático quanto a isso
Só vou citar um único caso:
Em 1956, a Grã-Bretanha, juntamente com a França e Israel, invadiu o Egito para recuperar o controle do Canal de Suez durante o que ficou conhecido como a Crise de Suez.
Os Estados Unidos, descontentes com os britânicos por não os manterem informados sobre suas intenções e preocupados com a possibilidade de a invasão levar grande parte do Oriente Médio e da África para os braços da União Soviética, não se posicionaram ao lado deles. Em vez disso, votaram a favor de resoluções da ONU que condenavam publicamente a invasão, o que os aliados consideraram humilhante.
Os EUA ameaçaram os três países com sanções econômicas caso a campanha militar continuasse. Em particular, os EUA lançaram uma venda maciça de libras esterlinas, contribuindo para uma forte desvalorização da moeda. Também pressionaram o FMI para que negasse qualquer assistência financeira à Grã-Bretanha.
Sem muitas opções, as forças britânicas e francesas se retiraram. Posteriormente, Israel cedeu à pressão dos EUA, entregando o controle do canal ao Egito.
O desfecho da Crise de Suez evidenciou o declínio da influência britânica e preparou o terreno para a deterioração das relações entre a França e os Estados Unidos anos depois. Enquanto isso, aproveitando-se da crise, os Estados Unidos assumiram um papel mais influente nos assuntos mundiais.
Pergunte ao laranjão o que seriam de todas as invasões americanas sem seus aliados… Ninguém consegue nada sozinho. Inclusive, acho que deveriam boicotar qualquer aventura futura e deixarem os americanos cuidarem sozinhos de seus problemas, já que fazem tudo a sós.
A invasão do Iraque, teria sido bem mais difícil sem o uso da base area de Ramstein que foi ponto lógico. E se a Romênia não tivesse deixado o uso da base aérea de Constança depois que a Turquia negou (acertadamente, o uso da base aérea de Ircrilink). O laranja não percebe, que sem a OTAN muito possivelmente os EUA vão perder boa parte da sua capacidade expedicionária.
Vamos relembrar mais uma vez o discurso do vice na Alemanha ano passado “a atual liderança europeia (os de bruxelas) está se distanciando dos valores fundamentais compartilhados com os EUA“, para quem ainda duvidava que ele não esqueceria o quanto ele (e os seus) foi perseguido/boicotado durante o mandato anterior, o quanto foi perseguido durante o período que esteve fora do poder, o quanto foi perseguido na campanha com declarações contrárias a ele de líderes europeus, assim como não esqueceria que tentaram matar ele, aparentemente cada vez mais o inimigo número 1 dele é e será os esquerdistas/socialistas, aquela velha história “quem bate esquece, quem apanha NUNCA esquece”, e para provar que não esquece mesmo, qual é o assunto número dos que se dizem vitimas do regime de 64 até hoje?
O laranjão sendo o laranjão, botou suas necessidades particulares a frente do estado.
Ano que vem, o eleitorado estadunidense esmagará ele na eleição, a cadeia lhe espera, para onde ele vai fugir? Para Rússia já que ele se mostra um ” Toto” de Vladimir Putin.
“Esmagará”
A menos que ele consiga fazer uma manobra e mudar Constituição dos E.U.A, ele não poderá concorrer nem mais a faxineiro na Casa Branca.
Agora, se for no caso de algum indicado… bem, acredito que, igualmente aqui na política do Brasil que crítica loucuras como a tentativa de golpe, estamos em uma bolha. A maioria das pessoas apoia as loucuras, pois já estão todos cansados do sistema podre que empobrece a todos ( que o Trump, inclusive, defende, mas é o discurso e as loucuras que ganham holofote e não a agenda econômica, senão partidos como PT aqui no Brasil, ou os Democratas nos E.U.A, por exemplo, que sempre tiveram uma agenda de austeridade e bem próxima do liberalismo, jamais seriam chamados de esquerda ).
A real que a europa tem culpa de terceirizar sua defesa e segurança a um país de outro continente mesmo que aliado.
Uma hora ia surgir alguém como o Trump que viraria o poder americano apenas para os próprios interesses e deixaria de ficar “cuidando de marmanjo”.
Bem feito para a europa.
Quem saliva com isso é o Putin, que para mandar mais uns 50 milhões de soldados para a europa em uma invasão suicida não custaria nada, para ele lógico já que não liga para vida dos soldados.
a Russia não seria doida de invadir a Europa, tem a França com mesmo com seu número mais limitado de ogivas nucleares são mais que o suficiente para destruir as principais cidades russas, e quem que vai ser o doido de testar a doutrina de primeiro ataque da França?
Mas a Rússia já invadiu a Europa, a Ucrânia fica a onde?
e Russia não é URSS e pacto de Varsóvia que tinha quase a mesma população do restante da Europa
Lembrando que mesmo com as perdas massivas tanto de soldados e meios materias Putin não declarou uma guerra contra a Ucrania oficialmente.
Então com uma guerra declarada ele poderia “dobra a aposta” e fazer uma mobilização massiva de meios.
O fato dele ser um ditador pode criar esse tipo de maquiagem.
Bem-feito! Ninguém mandou os europeus perderem a autoestima e o brio e irem puxar o saco de Washington nos últimos 70 anos.
Adoro esse cara. Faz m…. mas de forma um tanto cômica.
A administração dele terá enormes reflexos para os EUA e o mundo. Se bons ou ruins, depende do ponto de vista.
Até agora, creio estar ótimo. Abrindo novas e fechando portas que já deviam estar fechadas há algum tempo, além de desnudar fantasias e fetiches criados ao longo dos anos.
Quem tiver visão, há excelentes oportunidades.
Podemos criticar, fortemente, as “fantasias e fetiches” da tal ordem mundial. Principalmente, as hipocrisias. Critico todos elas também. Critico a inépcia da ONU e das demais organizações de leitores de script. Mas, fato é que toda essa “fuleiragem” internacional conseguiu, mesmo que aos trancos e barrancos, evitar novos conflitos de larga escala nos últimos 80 anos. Aliás, desde quando os continentes começaram a ter algum tipo de interconexão, salvo engano, esse foi o maior período sem conflitos de largo espectro, guardadas as proporcionalidades.
Agora, quanto tempo a nova “desordem mundial” conseguirá se manter sem conflitos como esse? Barris de pólvora não faltam.
O primeiro deles é a China observando toda essa desordem aguardando só a deixa para atuar em Taiwan. Quanto tempo as linhas dos mapas continuarão segurando indianos e paquistaneses? Norte coreanos e sul coreanos?
Enfim, pegando por analogia a frase de Churchill sobre democracia: Essa ordem mundial que vigorou por esse tempo é péssima, cheia de problemas e falhas. Só não é pior que todas as outras até então tentadas. Imagine em relação a essa proposta de ausência de ordem, em que cada um faz o que quer, quando quiser.
A ordem vigente é do “eu posso, você não!”. Eu posso ter nukes, você não.
Eu posso fazer guerras pelos meus interesses econômicos ou geopolíticos, apenas conto uma historinha. Ninguém mais pode, e se pode, só com minha autorização.
Posso desenvolver armamentos cada vez mais sofisticados e sem limites. Você, apenas os que eu permitir e sob limites muito bem delimitados. Caso contrário você não produz é nada.
Eu faço o que eu quero. Você, o que eu permito. Caso contrário, intervenho em seu país e mudo tudo e todos de acordo com meus interesses.
Em suma, esse jogo de uns poucos onipotentes e demais subalternos já nasceu com prazo de validade. Se não cair agora, cai ali na frente.
Más invariavelmente cai.
Como escrevi, concordo com todas as críticas. Mas, de fato, evitou guerras de larga escala frequentes do meio do século passado para trás.
E se assim já é péssimo, imagine a nova ordem proposta, em que o mais forte faz o que quer e na hora que quiser, sem sequer ter que dar explicações a ninguém.
O bravateiro laranja tá seguindo o mesmo caminho do tupiniquim. Tem papudinha nos EUA?
Se alguém não colocar freios nas ações e falas do Laranjão , cedo ou tarde , uma hora os europeus resolvem isto de forma comercial e diplomática trazendo grandes prejuízos no futuro para os EUA , o mandato dele termina em 2029, mas as consequências vão além disto e será dificil reverter a confiabilidade no futuro .
Difícil. Não é um falastrão que consegue isto. Precisaria de pelo menos uns 50 anos de Trump para mudar algo. A estrutura geopolítica já está engessada e não será em tão pouco tempo, mesmo com esses absurdos, que algo mudará.
Ai chega um “apaziguador” e tudo volta ao normal, igual acontece aqui. Tiram o genocída golpista e sociopata do Bolsonaro e colocaram o ladrão de 9 dedos novamente, para “estabilizar a democracia” ( democracia que só serve para 1% do país ).
Precisaria de uns bons anos de sandices para que algo realmente mudasse. Ai ele saí, talvez até vá preso ( pois tem uns esquemas pesados de corrupção rolando no governo do laranjão, com cada ato desses o beneficiando pessoalmente, o que, poderá, futuramente, causar sua prisão, pois está muito escancarado ) e tudo volta a “normalidade” nojenta de antes.
Trump é do tipo que não respeita subalternos…adora pisar em puxa-saco..fazer buling com incapaz…o Trump é do tipo que respeita aqueles que pode ferra ele também…e se o cara fraquejar …ele pisa em cima como um pano de chão.
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A Europa e o mundo está vendo que a OTAN não era aquela coisa que muitas gente fala por aí …rssss…os europeus acordaram para o novo mundo e se assustaram com o que eles viram.
Jogo que segue.
A Europa descobrindo que os EUA os veem como colônia ultramarina.