Defesa aérea de baixa altitude protege Seul diante da crescente ameaça de drones
Seul — A 1ª Brigada de Defesa Aérea do Exército da República da Coreia (ROK Army), subordinada ao Comando de Defesa da Capital, é a principal responsável pela defesa aérea de baixa altitude (LAAD) de Seul, a capital sul-coreana e maior centro político, econômico e populacional do país. A missão ganha nova relevância em um cenário marcado pela proliferação de sistemas aéreos não tripulados de longo alcance e de baixo custo.
Apesar da clara vantagem aérea da Coreia do Sul sobre a Coreia do Norte, Seul mantém, há décadas, uma densa e redundante rede de artilharia antiaérea e mísseis superfície-ar de curto alcance, voltada à proteção contra ameaças aéreas de baixa altitude. Essa estratégia reflete a vulnerabilidade de grandes centros urbanos a ataques assimétricos e de saturação, especialmente em um ambiente regional de alta tensão.
Espalhados pela área metropolitana de Seul, encontram-se diversos postos de defesa aérea, alguns instalados em locais não convencionais, como topos de arranha-céus, colinas e montanhas, o que permite uma melhor cobertura do espaço aéreo urbano e a mitigação de zonas mortas. A presença desses sistemas em meio à paisagem da cidade evidencia o caráter integrado da defesa da capital sul-coreana.
Atualmente, os sistemas mais numerosos empregados na proteção do espaço aéreo de Seul incluem o KM167A3 Vulcan Air Defense System (VADS), o canhão antiaéreo autopropulsado K30W Chunho e o míssil portátil de curto alcance Chiron KP-SAM. Esses meios são complementados por outros sistemas cinéticos, além de radares, sensores eletro-ópticos e térmicos, bem como por novas capacidades de combate a sistemas não tripulados (C-UxS) recentemente introduzidas.
Autoridades militares sul-coreanas avaliam que os investimentos contínuos em defesa aérea de baixa altitude estão sendo validados pela evolução das ameaças, especialmente pelo uso crescente de drones para reconhecimento, ataques de precisão e saturação. Esses vetores, relativamente baratos e difíceis de detectar, representam um desafio significativo mesmo para países com forte poder aéreo convencional.
Enquanto o Exército é responsável pela camada de baixa altitude, a Força Aérea da República da Coreia (ROKAF) opera os sistemas de defesa aérea de nível superior, encarregados das missões de defesa aérea e antimísseis balísticos sobre Seul. Juntas, as duas forças compõem uma arquitetura de defesa em múltiplas camadas, considerada essencial para garantir a segurança da capital em um dos ambientes estratégicos mais sensíveis do mundo.■
FONTE: Korea Defense Blog






As primeiras fotos me lembraram da lendáriasTorres Flak( Flaktürme).
A série coreana de zumbis Newtopia tem uma guanição de VADS Vulcan como um dos núcleos. A arma fica na cobertura de um hotel 5 estrelas e o alojamento da guarnição tembém fica no hotel. Pena que a série é ruim.
O Vulcan é uma arma que está fazendo falta na Ucrânia.
Verdade. Essa semana um drone de reconhecimento russo foi flagrado voando de maneira impune em plena luz do dia sobre Kiev. Especialistas ucranianos afirmam que agora os drones russos estão também fazendo uso da rede Starlink, fazendo com que além de alcance dos mesmo seja limitado apenas pelo sinal dos satélites, também são imunes a EW disponível pela Ucrânia no momento.
Só de curiosidade, o radar integrado ao Vulcan VADS não tem função de adquirir o alvo, sendo simplesmente um telêmetro para determinar se o alvo está no alcance.
Toda a aquisição e ótica , salvo se houver um sistema de mira com visão noturna (intensificador de imagem) ou por imagem térmica, e o ajuste de tiro é manual.
O radar não é só para determinar o alcance. Para o operador conseguir realizar o leading — ou seja, atirar à frente de um alvo em movimento —, o radar é usado para medir o alcance, enquanto a direção é obtida pela velocidade angular de azimute e elevação da arma. O computador (ou um circuito eletrônico), conhecendo o tempo que a munição levará para atingir o alvo, desloca o retículo da mira para o ponto onde o projétil deverá impactar. O operador então alinha o retículo com o alvo e dispara. Trata-se de um sistema semelhante ao utilizado nas miras de aviões de caça a partir do F-86 Sabre. O VADS é um sistema bem menos sofisticado que um Shika, por exemplo. No caso dos sistemas das fotos eles parecem ser equipados com FLIR o que permite que opere a noite.
Vc pode ter sete copas e espadilha na última jogada, mas se o outro lado tiver um ZAP ele ganha. Coreia do Norte tem o zap: bomba atômica. Uma em seoul e acaba o jogo.
E o exército simplesmente abandonou os canhões antiaereos, sendo a munição efetiva contra drones e muito mais barata que mísseis . Os 2 meios se complementam. Todos 26 Bofors L/70 e os 38 Oerlikon GDF001 foram retirados de serviço sem substituição.
existe os Gepard e a UT30BR2 e a versão do EB da GDF001(sem ser a usada nos Gepard) são bem mais antigas do que as versões mais novas, os Bofors agora são tudo apenas os usados em navios
e algo que vimos na guerra da Ucrânia é que sistemas muito parados não duram muito tempo não, e tem uma grande diferença dos que a Coreia do Sul está usando que os que o EB e FN usavam
O L/70 modernizado pelos indianos foi um sucesso contra enxames de drones paquistaneses.
Hoje eu penso que foi um erro desativar os nossos 26 L/70.
Como os canhões L/70 atualizados, ou ‘Bofors originais’, se tornaram a linha de frente da Índia contra os VANTs paquistaneses