Chefes militares apresentam a Lula proposta de R$ 800 bilhões em investimentos para defesa em 15 anos
Míssil Tático de Cruzeiro AV-TM-300 sendo lançado pelo ASTROS 2020, produzido pela Avibras
Brasília — Os comandantes das Forças Armadas brasileiras apresentaram ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva uma proposta ambiciosa de investimentos de cerca de R$ 800 bilhões no setor de defesa ao longo dos próximos 15 anos, com o objetivo de modernizar equipamentos e reforçar a capacidade de proteção do território nacional diante de um cenário internacional mais volátil.
A reunião ocorreu no Palácio do Planalto, no último dia 15, e contou com a participação do comandante do Exército, general Tomás Paiva, do comandante da Marinha, almirante Marcos Olsen, do comandante da Aeronáutica, brigadeiro Marcelo Damasceno, além do ministro da Defesa, José Múcio Monteiro Filho.
Proposta de longo prazo
O cálculo preliminar apresentado pelos militares indica que, entre 2025 e 2040, seriam necessários aproximadamente R$ 800 bilhões para alcançar um nível considerado adequado de defesa nacional, incluindo a recomposição das capacidades básicas e a implementação de projetos estratégicos de longo prazo.
Segundo os comandantes, o foco inclui a modernização de equipamentos, a redução do hiato tecnológico em relação a países mais equipados e o fortalecimento de áreas estratégicas, como a defesa antiaérea, sistemas cibernéticos, vigilância de fronteiras e capacidade de reagir a ameaças emergentes.
Contexto geopolítico e alertas
Durante o encontro, os militares ressaltaram que o contexto global atual — marcado por conflitos internacionais, avanços tecnológicos em sistemas não tripulados e tensões regionais — exige uma postura de defesa mais robusta. A crise na Venezuela e as ações militares envolvendo países vizinhos foram mencionadas como fatores que reforçam a necessidade de maior preparo e capacidade de resposta.
Desafios orçamentários
O valor proposto representa um patamar de investimentos sem precedentes na história recente do Brasil e está muito acima dos recursos atualmente alocados ao setor. No fim de 2025, o Congresso Nacional aprovou uma medida que permite cerca de R$ 30 bilhões em investimentos extraordinários ao longo de seis anos, mas esse montante ainda é visto pelos comandantes como insuficiente para atender às demandas de modernização.
O presidente Lula ouviu as preocupações e orientou que os estudos técnicos das propostas sejam aprofundados, sem, no entanto, assumir compromissos públicos imediatos quanto a valores ou cronogramas específicos. A proposta deve continuar sendo debatida internamente no governo e no Congresso ao longo de 2026.■

Ainda que o Lula ache o plano exequível, dê sinal verde junto com a sua equipe econômica e com aval dos demais Poderes, 15 anos é um prazo excessivamente longo e sabemos que mudanças políticas acontecem e sucessores presidenciais tendem a cancelar planos e projetos de governos anteriores, simplesmente porque não há projetos de Estado no Brasil.
Mas qualquer plano de investimento nas FAs é necessariamente de longo prazo. O nível de complexidade desses equipamentos é enorme, não tem como a oferta se expandir rapidamente no curto prazo, e mesmo que fossemos ao mercado internacional, a fila de espera para muitos equipamentos está enorme. O Rafale por exemplo está com fila de 10 anos.
Eu entendo seu ponto, e acho que esse risco também entende. Mas o amadurecimento institucional brasileiro vai requerer de qualquer forma que passemos a tratar investimentos nas FAs como algo perene. Principalmente porque não vejo como haverá um arrefecimento geopolítico nos próximos 15 anos. Acho que o mundo vai continuar cada vez mais instável no médio prazo.
Oxalá você esteja certo!
800 bilhões para defesa em 15 anos parece muito.
Mas quando comparado à taxa SELIC de 15% ao ano, representa apenas uma fração de 6,6% em termos de valor anual, do que é pago pelos cofres públicos para sustentar esta taxa SELIC.
“Em 2025 e início de 2026, com a Selic em 15% ao ano, o custo anual de juros sobre a dívida pública federal foi estimado em mais de R$ 1,1 trilhão por ano, conforme dados do Banco Central e do Tesouro Nacional.”
É grana pra caramba, esses 800 bilhões de reais convertidos em dólar na cotação de hoje daria U$152.192.560.000,00
Isso dá U$10.146.170.666,67 por ano, durante os 15 anos.
E outra, se parar de pagar os juros da dívida pública, dar o calote, a economia do país vai afundar igual a da Argentina dos Kistchener e Fernandez. Acaba a credibilidade e a confiança do mercado.
Veja até hoje a dificuldade da Argentina conseguir algum crédito no mercado, mesmo com a melhora dos indicadores econômicos.
Rapaz dessa vez você foi excelente.
O estrago que o pato Donald Trump fez na política internacional é imenso e vai repercutir por um bom tempo.
Jogar para o alto o direito internacional, intervir como e o de quer militarmente, sancionar até os aliados, tornou muito instável a política e segurança internacionais.
Fora que, os outros aventureiros, como o Putin se sentiram mais confortáveis com sua lambanças, por serem amigos do dito cujo.
Diante disso o Brasil não pode tratar sua defesa como curral de políticos, ou corre o risco de ser esfacelado, por potência maiores.
Olá D.
Ouço sempre esta crítica, mas o cenário é mais complexo que isto. Começando com a educação, a implementação do Fundeb, que é o fundo nacional que sustenta a educação básica (fundamentel e ensino médio) é um projeto de Estado que tem mais de 3 décadas e vem sendo aprimorado. O funo reune os recuross para educação e os redistribiu proporcional ao número de matrículas. O prlano do livro didátiuco também é uma política de Estado que tem praticamente 40 anos e tem sido mantido pelos sucessovos governos.
No ensino superior, as avaliações da CAPES dos sistema de posgraduação existem há mais de 50 anos e tem sido importantes para o aprimoramento do sistema. Também é uma poliica de Estado. O sistema de ingresso nas universdades federals por meio do Enenm/Sisu se tornou uma políica de Estado de sucesso.
Na saúde, o SUS se tornou uma poítica de Estado a partir da CF88. Na questão social, a bolsa família e os programas de cotas já possuem um histórico de sucesso para serem considerados poíticas de Estado.
O Brasil ainda sofre pela ausẽncia de uma política nacional de segurança pública, o que inclui inclusive uma nova abordagem penitenciária. Isso é urgente.
Na questão de defesa, um dos obstáculos são os proṕrios militares que foram incapazes de modernizar a sua estrtura. As trẽs forças milirtares são incapazes de integrar seus projetos. Nem vou comentar coisas como o barata voa que é a comunicaçao socila dos militares. Talvez o mais grave tenha sido os eventos políticos envolvendo os militars nos anos recentes que mostram um problema muito grave de formação dos oficiais.
Os gastos militares precisam ser melhor compreendidos. È precio separar em tres grupos princiapais 1) previdenciároi e gasto inativo. 2) pessoal ativo e custeio 3) investimento.
O sistema previdenciário militar é insustentavel. Não há como manter um sistema no qual os miitars vão para a reserva com aposentadoreia com idades entre 40 e 60 anos em um país no qual a expectativa de vida é mair de 74 anos. è fácil perceber que tem militars que recebem acumulativamente mais aposentadoria do que contribuiram…
O custeio é proporcional ao tamanho e á sofistcaççao das forças. Se as forças armadas optarem por usar caças de última geração e sistemas cibernéticos e tudo mais, o custeio vai ser alto.
Por fim, é preciso lembrar que investimento é uma coisa. Aquisição e gastos são outra coisa. Comprar um submarnno moderno é gasto. Desenvolver tecnologia nuclear para o reator de propulsão é investimento. Pagar o projeto do Kc39o foi investimento, comprar e manter a frota dests aviẽos são gastos
O congresso é dominiado por representantes do setor financeiro e de outros setores que tem interesse em limitar os gastos públicos. A emenda do teto dos gastos deixou isso claro. Foi preciso uma renegociação política para implemntar a lei do arcabouço, melhir que o teto dos gastos, mas ainda assim um ferio para os gastos públicos. O espaço de R$ 30 bilhões fora do limite do calculo do deficit primŕio para gastos de investimento foi uma excelent solução para a defesa. Como este valor é limitado por 6 anos, nada impede que ele seja ampliado por mais 10 anos, por exemplo.
Quando os militares mencionam R$ 800 bilhões seira preciso entender quanto disso é previdẽncia, quanto é custeio, quanto é aquisiççao de material e quanto é de fato investimento.
Mas tem uma coisa, Saúde e Educação tem limites mínimos legais de investimento, algo que falta à Defesa. No mais, seus comentários sobre a estrutura de custos e gastos das FAs é irretorquível!
Olá D.
Vocẽ tem razão.
A CF88 colocou pisos de gastos em educação e saúde principalmente para que estados e municipíos tivessem algum ordenamento orçamentário
Caso contrário, estaríamos vendo construços de pontes estaiadas em cidades sem rios.
Os gastos militares brasileiros são altos. O Brasil fica entre o décimo-quinte e décimo pais em gastos militares. Contudo, a planilha de gasto é péssima. Acho que 1/3 sao gastos com inativos. O MInDef gasta mais com inativo que com o pessoa da ativa. È uma distorção.
Como os gastos com defesa são exclusivos do governo federal, acho desnecessário uma emenda para gastos com defesa. O problema hoje são os R$ 60 bilhões que o Congresso arrancou do orçametno do executivo que são usados quase sem criério.
Suponha… apenas suponha que 10% deste valor administrado pelos deputados e senadores (R$ 6 bilhões por ano) fossem usados para investimento (investimento, nao gasto) em defesa…
Aumenta o gasto com FFAA, q caiu a porcentagem com salário…..
Mais… paga como CLT ou estatutário…. Aí prepara realmente o bolso.
Conselho: não repita mantras… faça contas e estude.
Seu comentário parece uma mensagem de telegrama.
Por favor, desenvolva seu argumento e escreva um texto compreensível. Felizmente, a trilogia ainda não colocou limite de caracteres.
Ué, mas você é “o cara”, o “gênio” que conhece e sabe de tudo! Não consegue entender uma mensagem de tão fácil entendimento? Ora, não te faz …
Os caras tem alambique para fazer cachaça, fábrica de iogurte, com militar tomando conta. Passa isso pra Agricultura, Embrapa, passa fábrica de cloroquina e hospitais para a Saúde, põe funcionários Ebeserh, passa as escolas pro MEC. Qual a necessidade disso hoje? Precisam mesmo ainda ter cavalos? Quanto custa manter isso? Vai dar mais dinheiro para os gestores que não atuam no básico da gestão?
Perfeito, comprar caol, banda de música, fábrica de aspirina, hospitais, pelotões de desfile, uniformes históricos, cavalos…
Profissionalizem as FFAA, duvido que, por exemplo, as FFAA de Israel, sob pressão real constante, tenham tempo para essas papagaiadas, não têm nem uniforme de “passeio”, a farda de combate e a de serviço é praticamente a mesma.
Sim tudo menos a função fim que é defesa. Os milicos querem é mamar na vara do estado só isso
Caro Camargoer, uma coisa que acho muito estranho no Brasil….O orgão estadual vai lá e coloca policia nas cidades o município vai lá e diz que não é suficiente, ao invés de resolver com governo estadual se cria uma guarda municipal.
O governo estadual coloca uma escola, o município diz que não é suficiente e coloca uma municial, assim como acontece na saúde também…hospitais estaduais e municipais…
Onde quero chegar que na prática esse “reforço” não existe pois ciente que o município fez esse investimento o governo retira a verba de lá, resumindo…aqui não se resolve problemas…criam-se novos problemas, temos uma politica de falastrões.
Olá Rafael,
Em relação ao ensino, os Municiíos e os Estados podem construir e manter escolas de ensino funamental e médio. Como a base curricular é a mesma, elas são complementares. O Fundeb irá trasferir o mesmo valor por matrícula de estudante, seja uma escola estadual ou municipal.
Isso tem a ver com o modelo tributário que cobra imposto na origem. Então, algumas cidades como S.Paulo ou Paulinia, que tem uma enorme refinaria, possuem uma enorme receita tributária que pode ser usada na construção e manutenção de escolas de ensino fundamental e médio. Com a criaçção do Fundeb e da reforma tributária que irá cobrar impostos sobre onde ocorre o consumo (no final ao invé de origem), a tendência é reduzir estra diferença de receita tributária entre as cidades.
Ainda sobre a educação, municipios e Estados também podem criar faculdades e universidades. O sistema de educação é integrado e tem estra possibildiade.
A mair mudança aconteceu no sistema de saúde com o SUS. Antes, havia uma enorme diferença de uma cidade para outra. Em algumas faltavam leitos e em outrsas sobravam UTI. Hoje, o sistema é organizado e verticalizado.., o SAMU faz o primeiro atendimento e leva para a UPA ou direto para o hospital de mair complexidade. Esta triagem também pode ser feita na UPA, que é a porta de entrada. Dependendo da gravidade, o paciente ja vai direto para um hospítal no topo. Tudo isso gerenciado por um sistema chamado CROSS que monitora a disponibilidade de leitos de UTI e enfermarias. Na base, tem as UBS, USF CAPS e e as especialidaeds. Os recursos são distribuidos pelo governo federal por meio de fundos e as cidades e estados tẽm gastos mínimos. O SUS tem problemas e sempre terá porque a administralça de descentralizada. então pode acontecer de uma UPA ter uma adminitração melhor que outra na mesma cidade.. ou coisa assim
A segurança pública é uma bagunça.
Eu sempre repito que o Brasil fracassou nesta área.
Voce tem razão. O policiamento ostensivo é uma atribuição da PM estadual. Ai já começa o problema… após o golpe de 64, as PM foram transformadas em forças assessórias das forças armadas. Com a Guerra Fria, os países precisavam manter mobilizados enormes contingentes de rropas a um custo proibitivo. O Brasil adotou um modelo hibrido. As PM estaduais eram treiandas para serem tropas de ciombate de reserva, enquanto isso eram usada como força de segurança pública. Esta visão contribuiu para que se adotasse uma política de segurança pública baseada no conflito.
Lembre que a Poliia Rodoviária Federal é ostensiva, uniformizada e civil.
Há quem defenda a unificaççao da PM e da políica civil. Eu não sei se isto resolve, mas tenho certeza que o atual modelo não funciona.
Agora surge outro problema.., as guardas municipais são civis e servem para atuar na proteção do patrimônio púbilico, contudo muitos prefeitos mimetizas a PM em suas guardas municipais porque é o único modelo de policiameno ostensivo uniformizado que conhecem. Entao tem cidades com viaturas de patrulhamento tático, guardas municipais armados e treinados para operaçẽos com fuzis e metralahadoras, algumas cidades possuem cães policiais. a situação é tão estranha que ano passado houve um movimento para transformar as guardas civis em polícias municipais o que significa que elas se tornariam na prática polícas militres (inclusive com carreira miltiar)
O mais curioso é que proteção do partimõnio acaba sendo realizado por seguranças de empresas terceirizadas, mesmo nas cidades onde existe guarda civil.
Na educação, o Brasil tem dois desafios 1) ampliação do ensino infantil (creches) e 2) reduçao da evasao no ensino médio.
Na segurança, o desafio é criar um novo sistema integrado de segurança pública, alem de uma mundança na questão das drogas, Precisamos assumir que perdemos a guerra contra as drogas e é preciso pensar um outro modelo
“…tem as UBS, USF CAPS e e as especialidaeds..”
Há muitos anos a denominação não é mais USF…é ESF, Estratégia Saúde da Família.
Mas existem esferas de responsabilidade, educação básica é função do município, média do estado, superior da União, salvo em situações muito específicas e de acordos pontuais. O mesmo vale para a segurança, as guardas municipais (e equivalentes) tem função de guarda patrimonial, não investigam ou fazem incursões.
Olá José. O ensino infantil é responsabilidade municiapal, mas o ensino básico (fundamental e médio) é de responsabilaide tanto do Estado quanto do Munificipio.
O govenro Federal também mantém escolas de ensino médio, incluisve profissionalizants, nos Institutos Federais.
O ensino superior também é compartilhado entre as trẽs esferas. A maiorias das universidades são Federais e depois as estaduais. Existem poucoa unversidads ou facudadaes municipais. Os Institutos Federais e as Faculdades Tecnológica, como a FATEC em SP, também oferecem cuso superior
O sistema funciona bem porque existem diretries curriculares bem definidas pelo MEC que precisam ser seguidas por todos, inclusive pelas escolas privadas
A questão da segurança é confusa.
A CF88 define que as organizações polciais são a PF, a DPF, as PM etaduais e as policias civis e o paple de cada uma delas está bem definido.
As guardas municipais não são policias nem são militares. São proibidas de fazer investigação e o seu regime salarial e previdenciário é o mesmo dos demais servidores civis.
Algumas cidades adorram um modelo militarizado para a guarda civil, imitando a PM estaduais. É um desvio do objetivo. Estas mesmas prefeituras contratam empresas terceirizadsas para fazer a segurança patrimonial, que seria função da guarda civil municipal
Exato e tem mais um detalhe que sempre é bom lembrar, Saúde e Educação além de receberem verbas federais, TAMBÉM recebem verbas estaduais, municipais e privadas.
Geralmente somente com as verbas estaduais e municipais, o investimento PÚBLICO em saúde e educação ficam praticamente o TRIPLO do valor investido pelo governo federal.
Se incluir os investimentos Privados, aí aumenta muito mais.
Já as forças armadas recebem somente verbas federais.
Então a sociedade deveria achar normal o orçamento federal em Defesa ser maior que o orçamento para educação ou Saúde.
Mas como isso não é explicado, nem lembrado, investir mais em defesa “pega mal” para o Presidente e atrapalha nas eleições.
E porque as FAA não contratam a Ebeserh para o pessoal de saúde? Porque ter faculdades? Criar cavalos, fazer cachaça? Quero muito que seja investido em defesa, mas é onde não se investe. Acho muito importante o Ceará ter uma ótima faculdade de engenharia como o ITA que está sendo montado lá, mas é missão da defesa ou do MEC?
E não tem o rombo de previdência que tem a defesa. Agora a Defesa poderia passar suas escolas e hospitais para esses ministérios e focar em sua missão primária que teria mais espaço no orçamento. Aliás agora mesmo está abrindo o ITA Ceará e tem dinheiro.
Camargoer
É inacreditável(pelo menos para mim), como alguém pode negativar o seu comentário – ou estes que negativam não sabem ler, ou são “hatters” que nem deveriam estar aqui.
São hamister… riso
O problema é de fundo ideológico.
Aceitar que exitem politicas de Estado com resultado efetivos vai de encontro com o discurso (ideológico) que o sistema democrático implemtado na CF88 tem permitido progressos, mesmo que ainda existam muitos problemas e desafios
Mencionei que o país fracassou na área de segurança pública. Isso é bem óbvio. Também existem problemas graves na universalização do saneamento básico e uma disputa política na questão ambiental entre grupos de preservação e outros que defendem uma ampla desregulamentação.
Compreender e concordar com isso significa necessariamente mudar uma concepçaõ de mundo ou, até mais simples, entender que existem ideias e ações de convergẽncia com o adversário ideológico.
È quando o cérebro emperra.
Concordo
O fundo ideológico lhe impede totalmente de enxergar com clareza e correção… diria honestidade…
Ora João,
Ao invés de contionuar me atacado, exponha seu argumento de modo substantito.
Afirmei, por exemplp, que existem várias polítcas de Estado no Brasil, mas que o pais fracassou na questão de segurança pública.
Então, se vocẽ afirmar que o país é incapaz de sustntar uma política de Estado, estará cocnordando comigo que a política de segurança pública fracassou. Por outro lado, se você afirmar que a políica de segurança pública no Brasil funciona, a despeito dos recultados, então estará concordando comigo que existem poíica pública de Estado
Acho que agora consegui explicar como a questão ideológica prejudica a discussão argumentativa
Creio o tema é sério o suficiente para discuti- lo de forma racional e lógica.
Celso Amorim deu uma entrevista sobre o tema para a Carta Capital e abordou a questão de forma profunda.
Do ponto de vista do Itamaraty, não há mais possibilidade de exercer a diplomacia internacional sem poder dissuatório crível, funcional e eficaz. O BR, se continuar sem sem poder dissuatório forte, corre o risco de ficar isolado e suscetível à interferências sérias em sua soberania. Não apenas Venezuela e Irã. O caso da Dinamarca e Groenlândia/ Canadá, é muito mais preocupante para os diplomatas brasileiros, porque o fato de serem democráticos, com uma sociedade pacifica, próspera e organizada, não os imunizaram de ameaças à sua soberania. É quebra de paradigma.
Em relação aos R$ 800 bilhoes, é para investimentos, modernização e manutenção de sistemas novos e atuais e treinamento.
Amorim deu um número: 1% a mais na defesa, com rubrica e destinos certos como apontei acima. No total 2% para o MD, sendo 1% para custeio e previdência militar e o outro 1% para sistemas novos, manutenção e treinamento. Isto já é consenso no.gov/ militares. Agora é batalhar no congresso e compatibilizar o aumento com os gastos gerais de outros ministérios.
Amorim acha arriscado demais para o Br, desenvolver armamentos nucleares nesse momento, porque poderia sofrer ataques preventivos afim de impedir esse desenvolvimento, mas crê que submarinos de propulsão nuclear, sem armamentos estratégicos ( nucleares) é possivel de se fazer.
Uma boa porcentagem e balanço.
Para o Amorim fazer declarações do tipo é porque a água já está batendo na bund@.
Vc fica repetindo blá blá blá incoerente…
É o q digo… paga CLT ou estatutário, q verá o q é insustentável…
Sobre formação, as FFAA aderiram a algo? Não vi…
Impossível, aprendendo Direito Constitucional, Administrativo, Internacional Humanitário e dos conflitos Armados, como os militares aprendem, e querer q gostem do viés ideológico q vc concorda…
Quer q os militares apoiem e abracem sua laia? Tira 100% da formação no q tange esses Direitos.
Ora,
TODOS os ministérios, exceto o MInDef, possuem mais servidores ativos que inaivos. Cerca de METADE das pensões pagas pelo governo federal esão no MInDef.
Assumir que o sistema previdenciŕio militar deva ser o atual ou a CLT é uma simplificação equivocada do problema.
O mais adequado é uma comparação da planilha de gastos previdenciários dos militares com os servidores civis do executivo. Nesta caso, fica mais evidente as distorçoes do sistema miltar
O fato relevante é que o sistema previdenciário militar esá no limite do colapso. Como os militares nunca tiveram a iniciativa de uma reforma apropriadas, o poder civil o fará de fora para dentro
Pelo que entendi em outra matéria estes 800 bi seriam 100% para investimentos (aquisições) sem contar custos com pessoal.
Até porque o orçamento militar atual está em 142 bi.
15 anos x 142 bi = 2,13 TRI
Então, até pela lógica, da para entender que a ideia seria 800 bi em 15 anos, ou cerca de R$ 50 bi por ano para Aquisições.
Hoje, geralmente sobra 10 bi ou no maximo 15 bi para aquisições.
Os 30 bi em 6 anos, adicionou 5 bi por ano (para aquisições).
Então talvez a conversa foi sobre um Adicional de 50 bi por ano durante 15 anos em vez de 5 bi por ano durante 6 anos.
“O congresso é dominiado por representantes do setor financeiro e de outros setores que tem interesse em limitar os gastos públicos.”
Me apresente esse congresso, porque o nosso só pensa em aumentar a despesa. Dia sim, outro também são apresentados os mais estapafúrdios projetos aumentando gastos. E tudo sem estimativa de impacto e indicação de onde virá o dinheiro.
Eduardo,
Vocẽ tem razão. meu comentário ficou truncado. O congresso tem interesse em limitar os gastos do poder executivo.
Por exemplo, a Emenda Constitucional do Teto dos Gastos aprovada durante o governo Temer e depois a lei do arcabouço fiscal são exemplos de decisões do Congresso que estão limitando os gastos públicos do Executivo.
O mesmo se aplica ao achatamento dos salários dos servidores do executivo, que dependendo do período, ficam anos sem reajuste.
De um lado é fácil entender esta posição. É preciso reduzir os gastos do executivo que permitar os gastos das emendas parlamentares. Esta é uma relação direta.
Existem um outro aspcto mais ideológico e escamoteado. A redução dos gastos do executivo geram demanda para a aquisição de serviços privados. Suponha o desmantelamento do SUS ou da previdencia pública. Isso cria imediatamente um enorme mercado para planos de saúde privados e planos de previdência privados.
Pense no sertor de infraertutura, com esrtadas públicas modernas e bem conservadas e pedágios barataos competindo com estradas privatizadass com pedágios mais caros. Pense no sucateamento das universidades públicas que competem com as instituiçoes privadas. Se as universidades públicas fossem puires que as privadas ou se as públicas também cobrassem mensalidade, a vida dos donos de faculdades privadas seria mais fácil
Acho que agora ficou mais fácil de entender
As emendas estapafúrdias dos parlamentares empregam recursos que antes eram administrados pelos ministŕios e outros órgãos do executivo.
Pelo que entendi do texto é para investimento e aquisição. Ao meu ver não faz sentido pedir este valor para, por exemplo, pagar aposentados, sendo que estes são gastos obrigatórios que serão aplicados independente da situação econômica do país.
Além disso, acho que as FA se perdem muito nas atividades subsidiárias (proteção de fronteira, guarda costeira, etc) e esquecem da principal atividade que é a guerra. Talvez estas atividades possam ser divididas com os estados ou criados outros orgãos como uma guarda costeira e polícia de fronteira.
Olá meu colega Indefinido.
A MB adotou um modelo de atuar tanto quanto esquadra quanto guarda costeira. Se a guarda costeira fosse desmembrada, ela levaria a sua proporção orçamentária. Guarda costeira é uma função federal. Eu acho apropriado que esteja integrada com a Esquadra porque tanto faz se a MB usar o NaPOc ou uma Fragata… é uma otimização de recursos.
É a mesma cosa dos fuzileiros da MB. Acho que a MN mantém uma divisão destra tropa de intantaria. Faz sentido.
o problema da MB é que ele tem cerca de 70 mil efetivos. È muita gente para operar os meios que ela tem disponível. Já mostrei que ela poderia operar com 55 mil e fazer tudo o que faz.
O caso mais interessante é a FAB. Ela tem cerca de 65 mil efetivo (número aproximado) dos quais 25mil são do DECEA, que faz tanto a defesa quanto o controle aéreo. O Brasil tem uma cobertura radar do tamanho da Europa. Não dá para ter, como os EUA, um sistema militar e outro civil, até porquee ele falharam no ataque ás torres gẽmeas.
Então a FAB em si teria 40 mil, o que é muita genta para o tamanho da frota que ela mantém. Os 25 mil o DECEA são justiticados e parcialente financiados pelas taxas cobradas das empresas
O EB é um problema… ele continua mantendo uma estrutura perdulária e anacrõnica, mantendo coisas como os TG que consomome recursos das prefeituras.
Em tanto tempo pensando nesta questão dos gastos militares, cheguei a algumas conclusões
1) é preciso um reforma administrativa das forças armadas, extinguindo órgãos inúteis como os TG e criando órgãos integradores como uma agẽcia unifaica da compra de material e de comunicação social ligada ao gabinte do mnistro. Não é possível que o MInDefe mantenha uma rede de escolas de ensino fundamental e médio, como os colégios militares. Isso nasceu quando o país não tinha escolas.
2) é preciso unificar as empresas ligadas aso comandas militares em uma única sob o comando do gabrinete do ministro. O sistema de pesquisa militar precisa ser unificado em uma estrutura única., assim como o sistema de ensino superir das forçasd armadas.
3) é preciso uma reforma do sistema previdenciário militar. O modelo colapsou. Se tornou insustentável. Por outro lado, os militares profissionais precisam ter soldos maiores. Aqui é um nó cego porque o sistema gasta com previdẽncia e cria um gargalo para quem pagar quem está na ativa
4) os eventos de 2018~2023, que culminaram com o julgamento e prisão de generais, além de outrois oficiais, mosrta que ha um problema grave na formaççao democrática dos militares, que parecem ainda pensar em termos de uma doutirna de segurança nacional da década de 60, que é essencialmente uma visão pré-demicrática
Pra um plano de longo prazo como este dar certo, precisa estar na constituição, com clausula de verba dirigida, igual hoje ocorre com saúde e educação, x% do orçamento é obrigatoriamente gasto com isto. Do contrário, quem entrar em 2027 ou 2031 acaba com este gasto.
Infelizmente, é assim… ou compra rápido com 100% de dependência
Por isso que qualquer plano tem que ser aprovada uma lei com um percentual mínimo para o orçamento militar. Como por exemplo a PEC dos 2% do PIB.
Qualquer governo que vier em 2027 e nas próximas eleições terão que seguir a lei.
Tendo uma lei que exige um orçamento mínimo que seja razoável, é o ideal.
O Brasil é um país que tem milhões de pessoas na pobreza, .
Então eu só apoio essa proposta se ela incluir o desenvolvimento da Bomba Atômica e outras armas nucleares pelo Brasil e o desenvolvimento de mísseis intercontinentais hipersônicos que possam jogar essas bombas atômicas em qualquer parte do mundo sem poder ser interceptadas.
Não vou apoiar gastar todo esse dinheiro se ele não tornar o país capaz de derrotar até mesmo os Estados Unidos, Rússia e China caso eles nos ataquem. Se não nos der real chance de vitória. Se não nos tornar de verdade capazes de nos auto salvar e auto defender.
“Ainda que o Lula ache o plano exequível, dê sinal verde junto com a sua equipe econômica e com aval dos demais Poderes, 15 anos é um prazo excessivamente longo e sabemos que mudanças políticas acontecem e sucessores presidenciais tendem a cancelar planos e projetos de governos anteriores”.
Acho que se fizerem um plano para a defesa bem amarrado, blindando a pasta de possíveis cancelamentos ou contingenciamentos, poderia ser algo possível de acontecer.
Basta ter vontade política e usar ferramentas que protejam tais investimentos.
Infelizmente nesse país há muitos burocratas, há muitos militares e pouco uso da massa cerebral…
Poderia- se repassar os royalties do petróleo para serem destinados a defesa.
atualmente, a maior parte dos royalties do petróleo (especialmente do pré-sal) é destinada constitucionalmente à educação (75%) e saúde (25%), conforme a Lei 12.858/2013.
Não há um percentual fixo obrigatório hoje para a Defesa, embora o tema estratégico e projetos de desenvolvimento nuclear sejam debatidos.
Ano passado, a deputada federal Silvia Waiãpi (PL/AP) apresentou o Projeto de Lei 2702/2025, que propõe a destinação de 2% dos royalties do petróleo para os programas Nuclear e Espacial brasileiros. Levando em consideração os números de 2024, no caso de aprovação do projeto de lei os setores poderão receber investimentos na ordem de 1.16 bilhões anualmente.
O projeto estabelece que 1% dos recursos irá para o Programa Nuclear Brasileiro, coordenado pela Marinha do Brasil e pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), e o outro 1% será destinado ao Programa Espacial Brasileiro, sob responsabilidade da Força Aérea e do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA).
A proposta prevê que os recursos sejam incorporados ao Orçamento Geral da União como dotações específicas e permanentes, constando nos planos plurianuais e nas leis orçamentárias anuais.
A deputada destaca que essa vinculação garante previsibilidade e protege os programas de contingenciamentos e cortes orçamentários.
Não podemos esquecer também os royalties da mineração, atualmente
a maior parte vai para municípios produtores, estados e órgãos federais ligados à regulação mineral, ambiental e científica.
60% a 65% geralmente para municípios produtores.15% a 23% para os Estados.10% a 12% para a União (ANM, IBAMA, FNDCT, CETEM).Apresentar um plano decente para aumentar o aporte financeiro para a defesa não é apresentado porque não é do interesse deles e porque não gera dividendos políticos.
Royalties do petróleo em terra,no mar, tanto dos poços comuns quanto da camada pré-sal e do minério poderiam ser possíveis de acontecer, mas aqui regime de urgência só serve para aumento das emendas parlamentares, emendas PiX , fundo partidário e cota parlamentar…
Isso, fora o fato, nada trivial, de que estamos batendo recordes de endividamento público e mesmo assim estamos gastando cada vez mais.
Seria algo em torno de US$ 160 bilhões só em investimentos. Não é um valor absurdo para o Brasil, considerando-se a janela de 15 anos. Seria interessante ver o que esse estudo contempla em termos de novos meios. Eu tenho uma leve desconfiança que esse estudo só contemplaria os objetivos que já conhecemos para as FAs em 2040, com por exemplo a MB só tendo 8 tamandarés.
Eu temo que esta conta mistura gastos com pessoal ativo, inativo, custeio, aquisiçao de material.. investimento mesmo, que seria o desenvolvento de novas armas e tecnoligias é apenas uma fração
Sim, estes gastos serem exclusivos em aquisição e P&D de equipamentos. Incluir verbas mínimas para investimento em tecnologias nacionais. E toda a regulamentação necessária para que isso não se torne um ralo de dinheiro público, como investir em empresas fantasmas ou ineficientes.
Não, não mistura.
Impossível. A conta não fecharia.
Orçamento atual esta em 142 bi.
Em 15 anos passa facilmente de 2 TRILHÕES.
Sem contar que cada ano deverá ter reajustes, inflação, etc.
O valor pensando de 800 bi é quase certeza que se refere exclusivamente à aquisições (investimentos).
800 bi em 15 anos daria R$ 50 bi por ano, ou U$ 9,5 bi por ano.
Não é tanto dinheiro como parece.
Daria uns U$ 3 bi para cada força.
Sim. É isto. Mas não haverá repartição igual para cada força. Trata- se de dissuação. A MB vai levar parte maior por causa dos SNbrs. Sejamos claros, até onde podemos enxergar, qualquer ataque ao Br virá pelo mar, pelo Atlântico e nesse caso o maior instrumento de dissuação são submarinos nucleares de ataque, que terão a função de negar o mar no trecho Atlântico do Br à uma FT agressora.
Tão importante quanto aos SNbrs ,é uma defesa aérea integrada, com baterias móveis de misseis que possam inteceptsr misseis de cruzeiro, caças e drones agressores e caças interceptores + drones ( ISR / ataque) e Aviões radares/ guerra eletrônica/ cibernética, operando em rede e em coordenação com todos os radares de terra, embarcados, e de costa.
Posto isto ficam 2 questões. A fronteira norte por terra e a fronteira sul por terra. Um ataque( mais improvável) pode vir por ali, se paises limitrofes o permitirem. Por isto, o EB deverá receber verbas adicionais para modernizar seus blindados, leves e pesados, baterias de misseis de cruzeiro , e agregar fortemente o componente drones de ataque em seu portfólio. Amazonia e Itaipu preocupam, assim como as ilhas oceânicas.
Alguém pode me dizer qual é o gasto total com os hospitais e escolas? Passa isso para quem tem isso como missão institucional saúde e educação. O pessoal dos hospitais universitários hoje está com a Ebeserh, os hospitais iriam quebrar as universidades.
A cifra de R$ 800 bilhões envolve o plano inicial da MB para uma frota de 10 subs, sendo 4 SBRs classe Riachuelo e 6 SNBrs classe Alvaro Alberto, Incluindo modernizações e atualizações de sistemas/ armamentos / sensores de ambas as classes ao longo do tempo. É a espinha dorsal da dissuação ampliada ,junto com o sistema de defesa anti aérea integrada ( mínimo de 16 baterias moveis de media/ longa altitude) e ampliação da frota dos F39E e Aviões radares/interferencia eletrônica/ cibernética. Está aí a maior parte dos 800 bilhões de reais.
A marinha enxerga e já alerta aos participantes do consórcio de construção, há um bom tempo, a possibilidade de mais 4 Tamandares e 4 de uma Meko 200 (se não me falha a memória).
só mais uma lorota.
Vao gastar tudo em benefícios próprios. Viagens de grupo de estudo, mais vilas militares, escola para sargento, hospital militar, tribunal militar. Nao tem como dar 1 real a mais se nao se organizarem na gestão.
Estão vendo a oportunidade,são espertos.
Viram que o “chefão”,vulgo painho dos pobres,ficou com medo do que aconteceu com o ditador MAISBURRO e aplicaram o golpe,rs.
Bingo!!!
É décadas para desenvolver um míssil anticarro, décadas para aprovar qual Caça comprar e por fim não conseguem receber nada no prazo, Mansup tá aí mais enrolado que tudo, Instrução na Afa vai regredir, revitalizando Cascavel, 45 anos desenvolvendo o SubNucl, e por aí vai….
Sim bem isso, querem mais dinheiro para o subnutrição com quase uma década de atraso. A imbel nao gera projeto novo. Engrepom nao consegue administrar projeto de 4 corvetinhas… vai torra esses 800 e depois estarão chorando novamente.
Isso sem falar do dinheiro usado nos Tracker, do Porta Aviões, desenvolvimento do Mar1, e por aí vai. É muito dinheiro do contribuinte jogado no ralo, e ainda tem quem defende esses absurdos. Aí chegaram nessa situação de penumbra. Faltou dinheiro??
O míssel AC está pronto há muito tempo.
Não lançaram, pq não queriam perder o $$ de investimento pra desenvolvê-lo a um modelo melhor.
Lançou… acabou o $ do projeto.
Não, nada disso é investimento.
tenho certeza disso, todo aumento de orçamento ia virar ajuda de custo, um carguinho para o amigo de um coronel, um general, almirante, brigadeiro, vão enfiar tudo em compras internacionais e não vai ter como conclur todo o planejado,
Plano de R$800.000.000.000,00, vamos investir 799.000.000.000,00 em pagamento dos oficiais e o restante da verba em guaranis.
Mais ou menos isso.
Não é o MEC….
400.000.000 para as pensionistas e pensionistos,
300.000.000 para para os as rr e reformados,
100.000.000 para a folha de pagamento do pessoal em atividade
Tem comentário que deveria ser permitido negativar umas 10x.
Ele não mentiu
concordo quase sempre com vc, mas ele tá certo.
Não esta.
Nenhum comandante militar tem o poder de aumentar salários, eles também não podem aumentar efetivo.
Tudo é feito pelo governo, mediante leis.
Caso o governo aprove uma verba adicional para aquisições de equipamentos a verba se destinará exatamente para isto.
Já que a maioria adora criticar os militares, ele poderia criticar dizendo que comprariam equipamentos ruins ou de procedência duvidosa ou que não investiria na indústria nacional e comprariam somente equipamentos americanos e europeus.
Mas esse papo de aumento de salários e aumento de efetivo já deu e é uma informação Falsa, porque quem decide essas coisas é o governo e não os comandantes militares.
Eles bem que poderiam incluir hora-extra no pagamento.
Um cabo/soldado chega a cumprir 3 vezes mais horas de trabalho do que um CLT.
Motorista, periculosidade, insalubridade….
Perfeito!!!! Mais aumento de salário, mais verbas indenizatória etc etc etc…. Só não vê quem não quer.
Só vê quem não entende.
Os militares não podem aumentar os próprios salários.
Se o governo definir uma verba especial para reequipamemto, é óbvio que esta verba não podera ser usada para salários.
As críticas são válidas mas existe um exagero com isso e sem fundamento e é cansativo toda hora ler esses comentários.
Toda notícia de possibilidade de verba oara aquisições ou aumento do orçamento em relação ao PIB chove comentários falando de salários e aumento de efetivo.
Ainda tem quem defende…. depois vivem reclamando que nao tem meios para nada….
Critique os governos.
Os militares podem ter sua parcela de culpa, mas quem manda e decide e autoriza aumento de efetivo, aumento de salários e determina o orçamento Não foram os comandantes militares, foram os governos.
Deixa eu explicar como funciona…
cada órgão tem uma demanda de servidores e de material. Esta demanda é apresentada ao administrador local que a leva para o seu respectivo representante ministerial.
Lá, com com todas as informações e justificaticas, a demanda ministerial é organizada e levada para a Fazenda e Planejamento, que são encarregados de encontrar meios de a atender ás demandas.
As possíveis solução são levada ao gabinete presidencial que, junto com o ministério que fez a solicitação, decidem qual seria o mais apropriado.
Depos isso, a Casas Civil elabora do documento na linguagem adequada que é enviado para o Congresso, que pode ser o Senado ou a Cãmara. Lá, o líder do governo negocia com o presidente da respectiva casa para decidirem quem será o relatór.
Perceba que isso é importante porque o relator do proejto pode sabotar a prpopsta do executivo, como aconteceu com a lei sobre facçẽos criminosas relatata pelo Derrite na Camara.
Dai o projeto é discutido nas comissões, as quais podem chamar os repesentanted dos ministérios interessados para explicar melhor ou, isso também acontece, os ministérios ou órgãos interessados enviam seus representantes para ir nos gabinetes dos deputados e senadores. Suponha uma universidade que irá ampliar o seu campus. Provalvemente o Reitor e os pró-reitores irão para Brasilia para conversar com os deputados.
Eu já fui muito em S.Paulo na FAPESP representando o nosso programa de Pós-graduação quando havia coisas de nosso interesse sendo solicitadas.
vontado… depois disso tudo, o projeto vai para plenário. Pode ser votado de modo simbólco se tiver acordo entre os líderes ou pode ser aberto para receber emendas de outros deputados.. no fim é votado nas duas casas e depois sancionado pelo presidente.
Algum deputado ou senador até pode propor uma lei aumentando ou diminuindo o efetivo das forças armadas.. mas é improvável que este projeto avance… por exemplo, o presidene da comissão de defesa e relação internacioais pode chamar os comandantes militers, o ministro da defesa para ser perguntado sobre a viabildaide e interessa das forças armadas naquela mudança… e o proejto ser arquivado ali mesmo.
Bláblábláblábláblá…toda essa tua verborragia cai por terra com a simples questão: se o executivo não quiser, não tem aumento de efetivo nem de salário dos militares. Os Comandantes e o ministro podem expor e dizer o que quiserem, mas se o cara que assina o andamento do projeto para legislativo não quiser esses alimentos, nada vai aumentar. Ponto. Então, o lá efetivos das Forças só são esses porque os tomadores de decisão autorizaram. Vai contar tuas historinhas noutro canto.
Aumentos”
Os efetivos*
A melhor proposta que os militares podem apresentar é a reforma do próprio estatuto impedindo que 85% de 80% das despesas sejam realizadas com folha de pagamento.
Junto, é urgente reformar o estatuto dos funcionários públicos civis. Essa é outra vergonha nacional com aposentadorias concedidas a quem nunca contribuiu e aqui não adianta separar as previdências municipais, estaduais, legislativas, executivas. Todas são pagas com recursos públicos e nesse país não existe respeito com quem paga.
Querem receber. O escândalo desse banco Master…estou aqui desde sempre e sempre escrevo sobre os títulos podres dos fundos de pensão que sustentam o regime misto. Vergonha.
50% do colchão da RioPrevidencia é título podre. Especulação no sistema financeiro. Modus operandi de governadores, prefeitos e toda gentalha.
Não existe responsabilização do gestor público no Brasil. Assim como nos clubes de futebol, o associativo paga a conta.
O plano é um plano. Pra não dizer que não falaram de estratégias fizeram um plano para falar de flores.
Lula deveria subir a projeção + a intenção para 1 trilhao em 25 anos. Ele Estará morto. Será divertido lá no inferno, morrer, novamente, de rir com as trapalhadas dessa gente não estratégica e descompromissada com a profissão.
Plano sério começa pela construção das BIDs. Isso requer transferência de aprendizado e de tecnologia que só acontece com muita grana sobre a mesa. Pra fazer navio tem que pagar licenças, royalties e comprar mão de obra que não dispomos.
Vida dura. Mas pode ser boa.
Quanta ilusão desse pessoal.
Em 2023, o PAC da Defesa anunciou R$ 53 bilhões em investimentos.
Pergunta simples: quanto foi efetivamente investido entre 2023 e 2025? Não é promessa, é dinheiro pago.
Em 2024, veio a famosa mudança de natureza das verbas: Gripen e KC-390 deixaram de ser classificados como investimento.
Resultado prático: houve aumento nas entregas de Gripen? Mais KC-390 entregues? Ou só mudança contábil para caber no orçamento?
Em fevereiro de 2025, o encantador de trouxas anunciou R$ 112 bilhões em “investimentos” na indústria de defesa, no lançamento da Nova Indústria Brasil.
Na prática, foi um contorcionismo contábil:
Somaram o PAC, tudo que já estava contratado e ainda jogaram na conta investimentos privados da indústria.
Pergunta de novo: quanto foi realmente investido até agora?
Em setembro de 2025, o ocupante do Executivo disse que enviaria um Projeto de Lei Complementar para liberar R$ 30 bilhões em seis anos, fora da meta fiscal.
Fato objetivo: não foi aprovado nada. O texto sequer foi apreciado pela Câmara dos Deputados.Ou seja: mais promessa boa para virar manchete.
Chegamos a janeiro de 2026, com notícia do Alto Comando pedindo R$ 800 bilhões em 15 anos.
Depois de anos de anúncios, slogans e PowerPoint, seguimos sem respostas básicas:
quanto foi pago, quanto foi entregue e quanto ficou só no discurso.
Links das matérias citadas:
https://www.forte.jor.br/2023/08/11/com-novo-pac-defesa-investira-r-53-bilhoes-em-tecnologias-estrategicas-que-garantem-a-soberania-nacional/
https://www.aereo.jor.br/2024/07/03/mudanca-de-natureza-verbas-de-gripen-e-kc-390-deixam-de-ser-investimentos/
https://www.aereo.jor.br/2025/02/12/presidente-anuncia-r-1129-bilhoes-em-investimentos-na-industria-de-defesa/
https://www.aereo.jor.br/2025/09/19/lula-quer-r-30-bi-em-seis-anos-para-programas-estrategicos-das-forcas-armadas/
Perfeito, meu caro!! E os que te negativam talvez tenham outra explicação ou vivam num universo paralelo em que isso tudo que foi prometido se materializou.
Promessa também é dívida.
Menos no Brasil…
Em relação aos R$ 30 bilhões em seis anos seu comentário está errado.
Foi aprovada a Lei Complementar n° 221/2025.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/LCP/Lcp221.htm
No mais, está corretíssimo e é ingenuidade achar que vão aprovar gastos da magnitude de R$ 800 bilhões.
Rafael Oliveira, Obrigado! Virou lei. ótima nóticia
A proposta surgiu em 2024, foi ajustada em 2025, aprovada pelo Congresso e sancionada em novembro.
São R$ 30 bilhões em seis anos, R$ 5 bilhões por ano, com início agora em 2026.
Não é dinheiro novo!
É a retirada dessas despesas do arcabouço fiscal, para evitar contingenciamento.
O mérito é dar previsibilidade orçamentária a recursos já existentes, garantindo alguma continuidade aos projetos estratégicos das Forças Armadas que estão em andamento.
Dos R$ 53 bilhões do PAC anunciados em 2023 e dos R$ 112 bilhões em “investimentos” na indústria de defesa anunciado em Fev/2025, no lançamento da Nova Indústria Brasil, o que o governo fez na prática foi simples: retirou R$ 5 bilhões por ano do arcabouço fiscal para evitar contingenciamento.
Então, o que esse governo fez de fato?
Apenas manteve destravada a verba que já estava prevista nos projetos em andamento.
Nada além disso.
Abraço!
Está tudo invertido no Brasil, é o GOVERNO quem deveria ter chamado os militares e pedido uma proposta para proteger o território nacional diante das novas ameaças.
Foi exatamente isto que ocorreu. A reunião foi pedida pela presidência da República. O assunto todo mundo sabia. Mucio foi instruido a trazer um número para mesa. Ele teve alguns dias pra isto e na reunião ele apresentou o número.
E foi. A reunião foi solicitação do governo.
Mais um plano.
Agora precisa formar os grupos de estudo… e lá vamos nós novamente
Ora, foi assim com a lei que retirou os R$ 30 bilhoes do cálculo do deficit publico.
A decisão econômica vai ser feita pelos ministários da Fazenda e do Planejamento que são responsávelis pela parte orçamentaria do governo.
Ta todo mundo indignado, cético, e sem esperança. Mas é a primeira vez na história do Brasil que eu recebo a noticia sobre um Presidente da República, publicamente, solicitar um plano de longo prazo, e as Forças apresentarem o custo e o prazo. Antes tinha Livro Branco, reportagem de entrevista, especulação nos meios especializados. Agora não.
Claro que os Comandantes jogaram lá encima o patamar. Hoje, seriam 10 bilhões de dólares por ano, ao longo de 15 anos, além do orçamento de defesa. É muito, mas muito dinheiro. Seria algo como empatar(ou superar) com o Canadá(e rápido), mesmo considerando os planos futuros deles.
Precisamos garantir a metade disso, de forma previsível e responsável, e teremos em 2040 uma força realmente dissuasória de nível mundial, mas principalmente tecnológica, razoavelmente autosuficiente, e sem assustar os coitados dos vizinhos.
Achei o contrário, achei que foram muito comedidos.
Se eu fosse o ministro da defesa eu teria pedido U$ 800 bi (de Dólares) para os próximos 15 anos e não R$ 800 bi.
O orçamento militar dos EUA para o ano que vem deverá ser de U$ 1,5 TRILHÕES
R$ 800 bi da cerca de U$ 150 bi.
Em 15 anos da cerca de U$ 10 bi por ano.
Dividido pelas 3 forças da cerca de U$ 3,33 bi por força.
Caso aconteça será uma revolução para nossas forças, mas ainda ficaremos distantes das potências militares.
A Alemanha criou aquele fundo de 100 bi dd euros e depois saiu uma matéria falando de mais 355 bi de euros para aquisições entre 2027 e 2041 (15 anos).
Então serão cerca de 455 bi de EUROS ou U$ 546 bi (de dólares).
Esses R$ 800 bi = U$ 150 bi
Comparados com os U$ 546 bi da Alemanha
A Alemanha vai investir Quase 4x Mais.
Oitocentos bilhões em quinze anos? Ta de brincadeira?
em investimentos, em 15 anos, pouca coisa se formos comprar com vários outros países com PIB menores vão gastar bem mais que isso em 15 anos
Good luck
Vamos partir da suposição que (conversa para desviar o foco) realmente ocorresse, no final seriam entre 240 e 320 bilhões já que de 60% a 70% da verba pública nesse país é desviada até chegar no destino final, e olha que esses números sobre desvio foi de um estudo em 2000 ou 2001, já nem me recordo bem o ano.
Mais que meios e equipamentos, creio que precisamos desenvolver sistemas próprios e autônomos de cobertura, detecção, informação e comunicação.
Reação exige dados fiéis e imediatos e não meros arroubos heróicos.
Criar e desenvolver sistemas vai levar mais tempo e trabalho mas depois do que aconteceu em Caracas, parece que está provado que armas avançadas de nada adiantam nas mãos de quem não tem controle situacional e posicionamento tático para usá-las.
Estes sistemas estão dentro do plano. A completa instalação do Sisfron e do Sisgazz foi a primeiro assunto abordado. É apartir desses sistemas que os outros sistemas vão ser incorporados.
A melhor forma de fazer isso, é um plano Plurianual, com gatilhos de metas de investimentos em lei complementar especifica. Para evitar contigenciamento, e eventuais abusos, como aumento de gastos com inativos e etc.
800 bilhões de reais, em 15 anos. Isso dá aproximadamente 150 bilhões de dólares ou 10 bilhões de dólares por ano. Alguém, em sã consciência e desapegado de ideologias, acredita que isso aconteceria no Brasil? Isso é delírio, total e completo!
Menos que as emendas parlamentares anuais. E ainda sobram as emendas pix.
Factível é, como foi aprovar a CF de 1988. Basta separar o que é importante daquilo que foi urgente.
Da uma volta pelo Brasil. Visita cidades pequenas de 50/60 mil habitantes. Veja se existe emprego formal e quanto é o salário informal.
Centenas de cidades sem atividade econômica vivendo da política e dos governos. Não tem fábricas…quando muito uma de gelo. Quando pescam não tem onde conservar o pescado por falta de câmaras frias.
Seria necessário fazer uma revolução industrial no Brasil…centenas de Xmobots. Aí…aí…os entrópicos de São Carlos iam aparecer fazendo greve.
Possível? Possível. Não com essa geração.
Eu sei, Esteves. E eu viajo muito, mesmo. E é uma parceira completa, com exceção de algumas ilhas de progresso, com indústrias fortes. Aqui no RS temos muitos exemplos dos dois mundos.
O que impede e a mentalidade de muitos, desde o empresário, passando pelo trabalhador e chegando são políticos. Todos tem sua parcela de responsabilidade, seja para o bem ou para o mal.
E é uma premissa” correta*
Chegando aos* políticos
Começa pelo voto distrital que isso melhora
Oi P.
O voto distrital é um grande erro que tornará a situação no Congresso ainda pior.
O voto proporcional signifca a formação de uma bancada proporcional ao peso eleitoral do partido. Este modelo reforça a importância do partido sobre o indivíduo.
Suponha uma situação de voto proporcional como a atual. Determinado partido lança candidatos que buscam votos em torno das ideias defendidas pelo partito, seja ele de esquerda ou direita. A soma de votos deste partido representa a aceitação das ideias defendidas por ele. O preenchimento das vagas é feito pelos mais votados do partido.
Ainda assim, mesmo um candidato que tenha tido poucos votos terá contrubuído para a composição da sua bancada.
No caso do voto distrital. a confusão começa sobre o desenho do distruto porque dependendo de como isso é feito, ira beneficiar um ou outro partido. Os EUA têm este problema. Os responsaáveis estaduais reorganizam os distritos para ganhar vantagens eleitoraisi.
O problema mas grave é a subrepresentação do partido do candidato derrotado.
Suponha, para simplificar 5 distritos no quais cada cadidato ganhe por 55 x 45. Este tem sido o cenário na política brasileira. Supoinha que o partido A ganhe em 4 distritos e o B em único. No voto distrital, seriam 4 eleitos de A e aenas um eleito por B. O partido A tem maioria absoluta.
Agora, se for um voto proporcional, considernado a votação total, o partido A conquistaria 3 eleitos e o B dois eleitos. A ainda teria mairia absoluta, mas a composição do congresso agora representa melhor as escolhas da população pelas ideias.
Se por um lado, os deputados são eleitos por voto proporciona, o Senado é eleito por voto majoritária. Por isso no Brasil temos cãmaras. O Senado é o contraponto do voto proporcional na cãmara e a Cãmara é o contraponto do voto majoritária no Senado.
Aliém disso, o executivo é eleito pelo voto majoritári.
Oa paíuses que adotaram o voto distrital, com exceção dos EUA que continuma com um sistema disfuncional, são parlamentaristas.
Se você calcular este valor encima do que existe atualmente, em termos de orçamento, no curto prazo, tu vai terminar em algo próximo do que seriam os valores de ter 1,5% do PIB. É mais factível que a viagem dos 2,0% de PIB… acontecer é o que é difícil.
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O grande problema aí, é que essa medida pode não fundamentar um alicerce para as profundas reformas que necessitamos fazer, tal como fixar o orçamento em 1,5% do PIB possibilitaria. Querem jogar mais dinheiro dentro da estrutura e bola pra frente.
Não entendo porque o sr. considera 2% do PIB uma viagem.
A média mundial esta acima disso em cerca de 2,5% e prestes a disparar.
EUA e a maioria dos países europeus vão aumentar o orçamento militar para 5% do PIB.
2% do PIB para defesa Hoje já é abaixo da média e um mínimo que era pedido na Otan, agora o mínimo da Otan subiu para 5% e com isso a média mundial vai disparar.
O que será 2% do PIB quando o resto do mundo estiver investindo 5%??
Será uma “merreca”.
Olhando apenas os números, não seria algo intransponível. O problema é que nos últimos anos o valor do orçamento da Defesa não chega nem em 1% do PIB e isso sem considerar os cortes e contingenciamentos. E o governo, entra ano e sai ano, luta para manter o déficit minimamente controlado (quando consegue). Então, não adianta falar em 1,5 ou 2,0% do PIB se não já dinheiro nem para 1%. O problema do Brasil é que e o país dos planos, estudos, projetos e programas, mas que praticamente nenhum se realiza na sua totalidade.
Eu só vou acreditar nisso quando, e se, acontecer.
Se tirar os gastos com hospitais, escolas, fazendas, vai ver que a participação do PIB é ainda menor pois isso está sendo lançado em rubrica de defesa.
Depois do susto do Maduro sendo retirado de casa dormindo sem grandes problemas pessoal está morrendo de medo na america latina.
Dúvido que ele não aprove.
uísque batizado. tem que fazer doping no alto comando
Mais importante que o atual executivo concorde, tem que necessariamente envolver o legislativo com centrão, esquerda, direita e afins.
Ou é um projeto do Estado Brasileiro, ou vira aquela guerra política onde um lado alega a paternidade e o outro tenta descontruir com o intuito de evitar o ganho político com os dividendos da iniciativa.
Ainda mais agora com uma parte considerável do parlamento defendendo abertamente alinhamento ideológico automático com os EUA/Israel, solicitando até invasão militar norte-americana. É facilmente dedutível o que aconteceria com essa ala no poder no controle das compras militares.
Longe de politizar um assunto extremamente relevante, mas lamentavelmente é uma realidade.
DUVIDO!!!!!
Se tem uma coisa positiva com o sequestro da Venezuela e do seu mandatário pelo tirânico Trump…é que deu uma sacodida no governo brasileiro e virão que a região não é mais um berço esplendido e pacifica …como era antes.
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Agora o mundo está mais perigosos e a região corre o risco…para mim o maior risco que o pais tem é com os adoradores e reverenciadores de pneu…os MAGAs tupiniquim e isso deve ser levado a serio pelos responsáveis pela segurança nacional.
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Com relação a informação sobre o valor de R$ 800 bilhões …bem…já tem alguns falando em R$ 1 trilhão.
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Se
Sacodida? Não! É sacudida.
Virão? Não! É viram.
Esplendido? Não! É esplêndido.
Pacifica? Não! É pacífica.
Perigosos? Não! É perigoso.
Pais? Não! É país.
Tupiniquim? Não! É tupiniquins.
Serio? Não! É sério.
Com relação a informação? Não! É “Com relação ‘à’ informação”.
Em três pequenos parágrafos, nove palavras erradas. Esse é o Brasil e sua educação.
kkkkk…esse Lussena faz-me rir…kkkkk
Olá Jorge,
O debate é colocar argumentos a favor e contra. Eventualmente, discordamos veementemente dos argumentos de alguém, noutras concordamos parcialmente.. e em alguma vezes nem é uma questão de concordar ou discordar, mas apontar um erro.
Usamos muitas fontes abertas. Eventualmente alguma está errada. Noutas vezes, resgatamos alguma coisa de memória, o que aumenta a chance de erro. Também acontece de digitar um zero a mais.. um zero a menos.. ou digitar US$ ao invés de R$..
acontece até mesmo de errar a grafia de uma palavras, uma acentuação, um tempo verbal.. comer letras durante uma digitação ou sofrer as pegadinhas do corretor fanfarrão..
O desagradável é a ofensa e a falta de respeito.
Alguns colegas tẽm muita experiẽncia.. outros são entusiastas que descobriram a trilogia há pouco tempo.. teria muita gente para comentar mas que fica com medo de ser criticado ou ridicularizado.
Eu lembro quando comecei a comentar… tinha muita vergonha. Além disso, eu não sabia lidar com os hatters que tinham prazer em provocar.
dez anos comentando ensinou bastante.
“O desagradável é a ofensa e a falta de respeito.”
De minha parte, falo o que penso e defendo o que acredito. Não uso meias palavras. Não tenho que agradar ou desagradar ninguém. Já você, usa de palavras bonitas e fala macia, mas é dissimulado e se esconde atrás de um discurso professoral para tudo e para todos para posar de bom moço. Mas, a maioria aqui já percebeu teu modo de agir.
Não sei o porquê, mas, todo vez que vejo um comentário do Prof. Dr. Émerson Rodrigues de Camargo, vejo pois não sou ingênuo ao ponto de lê-lo, me dá uma vontade incomensurável de ouvir Walter Franco…🤷♂️🤷♂️
Então, e antes que me esqueça, vai pentear macaco…ou catar coquinho…ou…
Haja concurso e grupos de estudo para usar os 800 bilhões
O presidente pode assinar esse plano sem problema, até dois.
Em 15 sequer conseguiremos escolher qual MBT usar, ou navio, ou avião.
Dos 800 bilhões, vai sobrar 800 bilhões no final desse período.
Vamos supor que esse dinheiro realmente saia do governo e realmente seja investido na aquisição de novos meios, é dinheiro suficiente para desenvolvermos submarinos nucleares de 10 mil toneladas e Destroyer da mesma tonelagem, esses são os meios mais importante para defender o país de um bloqueio naval que acabaria com a nossa economia, depois desses dois itens vem caças e defesa anti aérea.
O ponto mais importante para que esse projeto seja bem sucedido é pressionar os engenheiros, o Brasil tem cérebros capazes, mas se o governo selecionar pessoas apenas por concursos elas vão ficar encostadas e sem ninguém para cobra-las.
Se 10% for para o partido, tudo bem!
Sonho de um dia ver debates realmente maduros e inteligentes sendo feitos na política desse país e não apenas se tratando do tema militar. Mas por enquanto, o que sobra é lacração, identitarismo e muita estupidez, fora a corrupção e corporativismo de instituições podres e corrompidas que impedem uma visão mais ampla de futuro…
Quem sabe um dia, né? Quem sabe…
Que o diga os corruPTos do INSS e o banco Master,e o silêncio da militância cega e burra é ensurdecedor.
Mas graças a Deus esse pesadelo acaba esse ano,o próximo que vai se preocupar e muito com os problemas dentro e fora do Brasil .
Vocês falam tanto em educação e criticam o Buke ,mas lá cada criança recebevuma caixa só de material escolar e incluso um notebook DELL,aqui no estado governado há 20 anos pelo ParTido uma emissora filiada da goebless todo ano faz campanha de arrecadação de material escolar,alguma coisa de errado não está certo na gritaria da militância,rs.
VocÊ tá bem? Moço a seção rivotril é para lá>>>
Reunião, plano de estudo, muita narrativa e no final ja sabemos o resultado…eleição tá chegando vão promete o PAC 101: 102….
As FAs estão entre as instituições mas corruptas do País, isso ficou muito claro em 2022… Pode colocar o dinheiro que for que vão gastar com pessoal, regalias e não vão construir nada de bom… Na melhor das hipóteses vão manter algumas das sucatas que possuem…
Isso fica inda mais evidente quando comparamos os “gastos com defesa” com de outros Países… Gastamos como a Holanda por exemplo e temos forças igual ou pior que a Argentina…
Ou esse país muda 100% que não acredito, ou esquece
150 bilhões USD para 15 anos em defesa é um valor irisório,acho que no minimo seria o dobro nesse caso 1600 Bilhões de Reais (300 bilhões de USD).Ou seja 20 Bilhões USD anuais, ai sim daria para o Brasil ter os seus Submarinos Nucleares,Fabricar e exportar os seus submarinos convencionais da classe Riachuelo,Fabricar os seus próprios caças Gripens, fabricar e exportar mais KC-390, Defesa é assunto sério…
Totalmente contra esse plano, do Jeito aprsentado, e depois disso? e durante isso? vamos deixar tudo ficar defasado e depois inventar um novo plano de gasto?
O melhor seria criar um fundo, e 400 bilhões já seria suficiente para vários projetos, hj fácil conseguir 10% por cento ao ano de retorno, seria 40 bilhões em armas e desenvolvimento de armas, daria para comprar mais Gripens, desenvolver um motor para caça, daria para comprar um novo MBT, mais guarani, mísseis nacionais e bombas, se injetarmos 800 bilhões na defesa, as forças vão ficar megalomaníacas igual no Brasil pUthenfia, e quando vier uma crise vai tudo por água abaixo, enquanto o fundo é estável, todo ano dinheiro, hj crise ou não, além de manter dezenas de milhares de empregos bem pagos, pq seriam empregos industrias e de pessoas de alta qualificação, pode´riamos exportar, mísseis, blindados, bombas, aviões, motores e etc.
Ele pode assinar e liberar até o triplo desse valor e ainda assim continuará a ser demonizado pelos militares.
Mas acho que ele já sabe disso e aprendeu as lições de 2016 e 2022/23.
Vamos aguardar.
Ué, mas o atual ocupante do planalto não é considerado por vocês como um estadista?? Cadê o pensamento de governar para o Estado? Ora, esse daí é o pai da malandragem e do esquema que beneficie ele e seus cupinchas, nada além disso.
Ademar de Barros era governador de São Paulo e pediu a um brilhante grupo de professores e estudantes da USP, dentre eles um futuro e nefasto ministro da economia chamado Delfim Neto, que lhe produzissem e entregassem um plano de governo abrangendo as questões mais importantes daquele ainda rico, arborizado e europeizado estado de SP.
No dia da entrega no Palácio, pompa e circunstância.
O governador, naquele estilo debochado, deprimido e desgostoso de tudo, como sempre, pegou nas mãos o enorme volume, olhou com desdém e jogou pro lado.
Diante da indignação dos vaidosos gênios e depois de tanto trabalho, respondeu:
” Isto não serve pra nada; mas se a oposição me cobrar um plano de governo esfrego na cara deles.”
Da-lhe, lullao!!!
Lenda urbana.
Adhemar mantinha um cofre na casa da amante. Os guerrilheiros urbanos receberam esta informação, invadiram a casa e levaram o cofre. Estava cheio de dólares, o que equivalente hoje a R$ 200 milhoes,
Este dinhheiro financiou os guerrilheiros no Brasil e em outros países.
Adhemar nunca fez um BO.
Esta operação sozinha conseguiu mais dinheiro que as guerrilhas urbanas juntas na Europa.
Eu pedi para o gemini fazer uma lista do que é possível comprar com esse montante
O ideal não é comprar nada demais, compra mais fragatas, mais gripens, investe em P&D sobre antenas EW, design stelth, canhão de blindados e de obuseiros, motor para caça, desenvolver um BM, terminar o 14X e aprender mais sobre motores scramjet, chamar alguma empresa para revisar o IA2 e reformar a IMBEL, novo míssil anti radiação, novo míssil WVR, míssil de longo alcance multipulso igual o PL15, míssil anti carro Fire and Forget, tudo isso no Brasil, blindados poderíamos comprar de fora desde que aceitem colocar coisas a ElbitSystems que tem fábrica no Brasil, drones nacionais, rede de satélites de comunicação para os dronees voarem por todo continete mantendo contato em banda larga
Ah…tudo russo…entendi…
Lula só quer abrir o bolso por causa do que aconteceu com o maduro, você quer lutar contra os americanos usando equipamento americano?
Lutar contra os norte-americanos. Aqui ou lá?
Não se invade país nuclear
Tu queres lutar contra os “americanos”? Por quantas vezes você quer multiplicar esses 800 bilhões de reais para que possamos ter algo para enfrentar eles?
Você quer armas nucleares aqui? Está pronto para enfrentar todos os tipos de embargos e pressões possíveis e imagináveis?
Pensei com coisas concretas e factíveis.
E daí para sanções? Russia está de pé, Coreia do Norte está de pé, nessa lista que eu mandei só faltou 2 dúzias do Y20 e um dúzia da versão AWACS dele, o EUA precisaria reunir toda a sua força para tomar o Brasil com esses equipamentos. Adicione DF17, DF21 e DF26 e eles nem desembarcariam na nossa costa
Tão prático e efetivo quanto o tanque que o inspira…
Pelo visto, você nunca passou trabalho na vida!! Se o Brasil inventar de ter armas nucleares, as crises econômicas que já tivemos vão ser colônia de férias em resort de luxo perto do que poderemos enfrentar. Volta para a realidade, sai do mundo da internet.
Imagino que desses 800, uns 750 bilhões sejam para pensões, salários e aposentadorias dos militares.
80%.
Não existe “previdência militar”. Existe o SPMFA (Sistema de Proteção Social dos Militares das Forças Armadas). Isso é Lei. Está no art. 50-A da Lei nº 6.880, de 1980. O Estado Brasileiro se encarrega dos pagamentos dos militares da ativa, veteranos e pensionistas.
Errado é essa verba estar prevista no orçamento das FA. Deveria estar no Orçamento Geral da União (OGU) e vir diretamente do Tesouro ficando separado só para pagamento de pessoal.
Nesse contexto acredito que os 800 bilhões estariam de bom tamanho. Acreditando que para se chegar a esse valoras FA tenham realizado um estudo detalhado de suas necessidades, sem devaneios megalomaníacos. Uma estratégia factual de “negação” do uso do mar na região do Atlântico Sul, com uma For Sub consistente combinando Sub Convencional e Nuclear.
Uma aviação de patrulha marítima com Drones e Aviões dotados de Mísseis de Longo Alcance. Plataforma C-390 Milenium? Inclusive aproveitando as ilhas oceânicas como bases militares e estações de radar. Baterias de mísseis de longo alcance montadas em caminhões (Ex: do Astros do CFN disparando MANSUP).
Perante a lei todos são iguais.
Vamos retirar as despesas previdenciárias dos servidores civis municipais, estaduais, federais, regime misto, autárquicos, dos respectivos orçamentos e mandar a conta para o Tesouro Nacional.
Também a Previdência pública (INSS). Toda a despesa com aposentadorias e pensões, mandamos para o Tesouro Nacional.
Aproveitando…esse plano de 800 bilhões…não precisa gastar neurônios. Manda pro Tesouro também.
Viva o Tesouro Nacional.
No meu pensamento isso é uma merreca. O Brasil precisa de 20 bilhões de dólares por ano em aquisição e 5 bilhões de dólares ano para modernização.
25 bilhões de dólares por 15 anos da 1875 bilhões de reais .
Os caras são muito humildes
Um valor de R$ 800 bilhões em 15 anos equivalem a R$ 53.3 bilhões por ano, não seria nenhum absurdo para um pais que gera R$ 12 Trilhões em PIB por ano. A quantidade de bilhões jogado fora por causa de um orçamento ineficiente é muitoooo maior.
Com a existência do tal arcabouço fiscal, pode esquecer.
Seria interessante se o Lula condicionasse tal proposta a uma reforma ampla e profunda nas Forças Armadas.
De fato,
A lei do arcabouço fiscal tem caráter permanente, Significa que independente de quem esteja na presidência, o déficit primários deve ficar na faixa de +/- 2,5%. do PIB. As alternativas seriam mudar este intervalor para +/- 3%. Isso faria pouca diferença nas contas públicas.
Contudo, o que considero mais urgente é uma revisão da emendas parlamentares. O valor de R$ 60 bilhões não faz sentido.
Nos municípios, a questão das emendas parlamentares é muito importante porque existem demanas que nunca são prioridadess e que a população busca uma solução diretamente com seus vereadores.
No caso dos deputados estaduais e federais, o correto seria aprovar as emendas diretamente na lei orçamentária. Por exemplo, suponha que uma situação de uma ponte de uma rodovia que damand uma manutençãou ou até ampliação em uma determinada região. O orçamento deste ponte deveria ser inserida no orçamento como emenda parlamentar durante a elaboração do orçamento.
Sobre condicionar estes recursos a uma reforma, talvez seja uma ideia ruim.. as reformas precisam ocorrer de qualquer modo, como o sem ampliação do orçamento militar.
Acho que o caminho mais adequado é ampliar os recuros que ficariam fora do cálculo do déficit. Ao invés de um limite de seis anos, condicionar este valor permantente enquanto vigorar a lei do arcabouço fical e, talvez, subir o valor de R$ 6 bihões ao ano para um valor maior, que precisaria ser calculado, talvevez R$ 8 ou 9 bilhões ao ano.