Trump avalia ampliada lista de opções militares contra o Irã, incluindo possíveis incursões de forças especiais
O presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, foi apresentado nos últimos dias a uma lista ampliada de opções militares contra o Irã, projetada para causar danos adicionais ao programa nuclear iraniano, às instalações de mísseis balísticos de longo alcance e até enfraquecer a posição do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, segundo autoridades americanas ouvidas pelo The New York Times.
De acordo com relatos, o novo conjunto de opções — que vai além de propostas anteriores — inclui a possibilidade de as Forças Armadas dos EUA realizarem incursões de comando no território iraniano para atingir instalações nucleares e ativos estratégicos. Essa alternativa envolveria o envio secreto de unidades de Forças Especiais americanas para destruir ou danificar partes do programa nuclear do Irã que não foram afetadas por ataques aéreos anteriores, incluindo os bombardeios realizados em junho passado por B-2A “Spirit” lançados a partir dos Estados Unidos.
A revisão das opções de ação ocorre em um contexto de tensões crescentes entre Washington e Teerã, intensificadas pela repressão violenta aos protestos populares no Irã e pela contínua expansão do programa nuclear iraniano. A estrutura expandida apresentada ao presidente também contemplaria ataques direcionados a alvos de mísseis balísticos ou a líderes e instituições que Washington considera responsáveis por operações que ameaçam os interesses americanos e de seus aliados na região, conforme fontes familiarizadas com as discussões.
Especialistas e diplomatas estrangeiros observam com preocupação que essa amplitude de opções representa uma escalada significativa na retórica e no planejamento militar dos EUA em relação ao Irã, embora ainda não esteja clara qual delas, se alguma, será escolhida pelo presidente Trump. Até o momento, autoridades americanas enfatizam que nenhuma decisão final foi tomada e que a administração continua avaliando a eficácia e os riscos de cada alternativa.
A situação geopolítica permanece tensa no Oriente Médio, com a presença reforçada de grupos navais e aeronavais dos EUA na região e declarações de líderes iranianos de que qualquer ataque seria tratado como ato de guerra em grande escala. Autoridades iranianas também descartaram negociações sob ameaça, insistindo que as conversas ocorreriam apenas em bases “justas e equitativas”.
Analistas ressaltam que a adoção de medidas militares de grande escala contra o Irã — incluindo operações terrestres ou incursões internas — poderia desencadear uma ampla crise regional, com repercussões econômicas e de segurança globais, especialmente se Teerã responder de forma militar.■

EspOps americanos em território iraniano já foi tentado no passado e não terminou bem, a Trilogia fez matéria sobre isso faz pouco tempo. Certamente o Mossad está infiltrado profundamente no regime iraniano e daria as informações precisas sobre os alvos. Não duvido inclusive que eles mesmos façam a operação e os EUA apenas peguem pra si a autoria.
A operação Eagle Claw foi um fiasco, mas não pode ser comparada com o que pode acontecer atualmente. A Eagle Claw era um resgate de reféns. A atual é basicamente garantir destruição de mísseis balísticos e o restante do programa nuclear. Além, é claro, da mudança de regime como um bônus. Acho que o que deve estar estabelecido é o total enfraquecimento do Irã para que não ameace Israel e não tenha condições de financiar grupos terroristas. Acredito que Israel cansou do Irã e mostrou para os USA que é possível acabar com o problema de vez. Pelo menos foi o que ficou provado com o estabelecimento de total superioridade aérea por parte de Israel. Vão acabar com o Irã enquanto ele está enfraquecido e tanto Rússia quanto China não se importam com os aiatolás.
Foi o fracasso na Eagle Claw que gerou todo o modus operandi das forças especiais Americanas da atualidade, inclusive gerando equipamentos dedicados para esse uso. Não tem absolutamente como comparar uma coisa com a outra.
Uma coisa é a Op Eagle Claw, uma ação direta, mas de grande efetivo, quando não existia nem o USSOFCOM, q hj existe, inclusive por causa dessa missão falha.
Outra coisa é a infiltração para Ações Indiretas e, eventualmente, Ações Diretas com apoio de infiltrados e Israel. O que, aliás, já deve estar ocorrendo.
Se o Trump derrubar esse regime terá desmontado boa parte dos países do eixo das ditaduras.
Se eu fosse o Kim Gauxinin da coreia do norte deixaria tudo preparado para disparar armamento nuclear porque o laranjo está descontrolado.
Isso é papo! Nem Saddam Hussein conseguiu imagina os Yankees que só sabem combater com o auxilio de tecnologias.
Você não pode estar falando sério.
Bem óbvio q não está falando sério.
Caramba, explica melhor esse raciocínio aí. Queira entender.
É porque no Universo paralelo dele, Snake Plissken era real e desligou o Mundo, mas Saddam Hussein era a reincarnação árabe do Rambo, enrolou uma faixa vermelha, branca e preta na cabeça, botou a faca nos dentes, se fingiu de Sandworm de Duna, e foi por baixo da terra até Teerã, onde QUASE conseguiu matar todo o regime dos Ayatolás, mas foi frustrado porque a faca perdeu o gume depois da milésima morte e ele esqueceu o amolador em Bagdá, e como estava rolando um revival de ‘As 1001 Noites’ ele esqueceu esse negócio de Guerra Irã x Iraque e ficou de boa até a Guerra acabar.
Deve ser alguma coisa assim mesmo. Que doidera.
Prepare-se pra um pato-bola-macaco daqueles….
tu falou sério ou tá zoando?
E os iraquianos lutavam de soco e pedra? eita kkkk
Acho interessante essa parte:
“…e declarações de líderes iranianos de que qualquer ataque seria tratado como ato de guerra em grande escala.”
Ué…mas poucas semanas atrás eles declararam que se sentem em guerra total contra EUA e Israel…
De repente ficaram pianinho quando a retórica, de repente, passou à ter um ‘ar de realidade’?
Tendo dito isso, antes, na época em que estavam cogitando bombardeios, eu achava que fazer uma incursão nas instalações, destruir o que fosse e sair, era possível. Hoje eu acho que ainda será possível, mas vai ser mais difícil. Por um lado a percepção de ameaça Iraniana permanece a mesma, já que na época já estavam sob ataque de Israel.
Por outro lado, antes eles imaginavam que suas defesas antiaéreas poderiam fazer frente à alguma coisa. Hoje em dia já sabem que sua defesa antiaérea e defesa aérea são mais vazados que uma peneira sendo visitada pelo kid bengala com overdose de tadala nas idéias. Então é prudente supor que estão tentando formas alternativas de defender aquelas instalações, seja com aumento de pessoal ou algumas novas salvaguardas.
Seja como for, não acho que vão conseguir mudar o regime mesmo se quiserem. Isso só funciona se partir da maior parte do povo. Na Venezuela é fácil porque o Maduro era tão popular quanto uma espinha gigante inflamada na testa e todo Mundo já queria se ver livre dele. No Irã o buraco é bem mais embaixo.
Uma coisa é falar abobrinha sem um inimigo por perto, outra é falar M com o BABA YAGA logo ali…
Maduro era o elefante na sala. O pessoal do chavismo quis um acordo e ele era o obstáculo. Se o chavismo ganhava 1, hoje ganha 100.
É a nova era. Na verdade aí o interesse é encurtar o raio de influência da Rússia e principalmente da China. Vene já foi pro vinagre, tá com aquela coitada lá que se não tomar tento vai de vasco rapidinho. Esse barbudo aí tbm não aguenta 20 minutos de trocação, acho que não morreria um americano de novo, aliás, certeza. O Brasil também seria extremamente fácil talvez até mais que o Irã, porém acredito que vão atacar nas eleições com seu enorme poder de influência. Como esquecer do Zé Carioca.
Eu juro que não entendi nada. Esse dialeto é de onde?
Carluxês, provavelmente.
Deve ser da República Lunar dos Magos de Cracóvia!
Cada dia aparece mais gente louca por aqui. O cara deve ter fumado alguma coisa estragada.
Ja existe dicionário pra traduzir a língua da Bozolandia???
Irmão! Essa essa cachaça é da boa! Manda umas quatro pra mim.
Será q acabou o acordo de cavalheiros? E na Venezuela, o Regime já caiu? rs
Tem q ressuscitar aquele meme “when you see it youll shit bricks” para essas operações hollywoodianas do Trump.
É só os americanos e mais ninguém !!? …. caso for, o Vietnam será café pequeno.
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Alias…pequeno será os países que fazem parte da OTAN… em especial, a Inglaterra,Alemanha,França,Canadá ..etc; depois que o Trump falou da atuação dos “parceiros de sacanagem” no Afeganistão … um veredeiro insulto.
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Para invadir o Iraque, os USA não fizeram só…sem a companhia dos seus parceiros da OTAN.
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Nessa atuação dos estadunidenses no Irã …. se os Europeus que fazem parte da OTAN o acompanharem na sacanagem …realmente eles os europeus merecem o desprezo do Trump.
Que bagunça, Lucena…
A OTAN não invadiu o Iraque em 2003. Aliados dos EUA sim. Sendo o maior deles o Reino Unido. No caso do Afeganistão, a OTAN foi porque foi acionado o artigo 5º pelos EUA, sendo o país atacado (11/09/2001). Mas os EUA teriam sim meios de invadir e tomar o Iraque em 2003 sem uma coalizão junto com eles. É porque até o Trump aparecer, operar em coalizão, multilateralmente, é sempre preferível porque te dá mais legitimidade. Quanto mais países entrando no mesmo barco, melhor.
Agora sempre existe essa comparação com o Vietnã. E toda vez que essa comparação é feita, quem quer que a faz nunca leu absolutamente nada sobre a Guerra do Vietnã e falha miseravelmente. Os EUA NUNCA cogitou invadir e eliminar o Vietnã do Norte. Jamais. Na era Lyndon Johnson, tanto ele quanto McNamara temiam um aumento da Guerra, ou seja, temiam que houvesse intervenção Chinesa e/ou Soviética.
Mas na era Nixon, não havia esse temor porque a DIPLOMACIA Americana, conseguiu limitar o quanto de apoio tanto China quanto URSS dariam ao Vietnã do Norte. Garantindo que o apoio seria basicamente envio de armamento. Se naquele momento (maio de 1972) os EUA quisessem invadir o Vietnã do Norte e acabar com a !@$!@ toda, eles conseguiam e ainda sairiam impunes com isso porque o Vietnã do Norte tinha terminado de rasgar publicamente o acordo feito e tinha invadido convencionalmente o Vietnã do Sul (grave erro).
Só que Nixon não queria aumentar o papel Americano na guerra que já era impopular, e resolveu se ater à sua promessa de campanha, de retirar gradualmente o pessoal dos EUA do Vietnã e repassar todas as operações de combate às tropas Sul Vietnamitas. E assim foi feito. Ele só aumentou a quantidade de bombas lançadas heheheheh. Mas ele simplesmente parou a invasão Norte-Vietnamita, ele acabou com o estoque de munição do Vietnã do Norte inteiro, inclusive de munição antiaérea, e forçou os caras à ficarem parados dois anos inteiros recebendo freneticamente remessas de material bélico (e isso com Nixon já tendo o orçamento de Guerra congelado pelo congresso e sem poder fazer nada caso os NV retomassem o avanço para o Sul).
Então sim. Os EUA perderam a Guerra do Vietnã porque simplesmente não conseguiram preservar a existência do Vietnã do Sul. E lutaram a Guerra com a estratégia errada, com as mãos amarradas nas costas, etc.
No Irã, uma invasão de larga escala, não vai funcionar. O povo seria hostil demais como um todo. Talvez em uma região ou outra fossem até bem recebidos. Mas como um todo, vai ter resistência estilo Japão 1945. Incursão? Entrar, destruir alguma coisa, e sair? Aí dá. E ainda acho que vai ser difícil. Não vai ser um passeio estilo Caracas.
Correto! Militarmente eles venceram no vietnã!
Considero além de feito militar extraordinário já que contra um inimigo tinhoso e muito bem armado por China e Rússia além da oposição interna em casa.
E grande feito tecnológico e econômico.
Não nos esqueçamos que chegaram a lua ao mesmo tempo!!!
Aqui no Brasil falta, especialmente a turma da canhota estudar um pouco mais sobre o período.
(…) A OTAN não invadiu o Iraque em 2003. Aliados dos EUA sim. Sendo o maior deles o Reino Unido. No caso do Afeganistão, a OTAN foi porque foi acionado o artigo 5º pelos EUA, sendo o país atacado (11/09/2001). (…)
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No que tange toda ação militar no oriente médio…sim …. a OTAN sempre teve atuado junto com os USA, quer parcialmente ou não.
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A OTAN muitas vezes opera diretamente ou parcialmente ou indiretamente…basta vê o caso da guerra na Ucrânia.
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A OTAN sempre deu apoio incondicional as aventuras imperiosas dos USA no oriente médio , como você mesmo afirma…; “(…) OTAN foi porque foi acionado o artigo 5º pelos EUA, sendo o país atacado (11/09/2001) (…)”.
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E para a OTAN ,que é um fato histórico de longas datas, para atuar diretamente ou não…nunca precisou usar o artigo 5° para fazer tais ajudas, assim como foi com relação a Libia ….. e tem mais…no ataque contra o Iraque … até que se saiba… foi a Alcaide no Afeganistão … onde estava homiziado o ex-agente da CIA Bin Laden. de onde anos depois a OTAN teve que sair às pressas de lá.
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E se falam do Vietnã como exemplo…é porque ali ficou marcado a forma com os USA saíram de lá… e virou até um paradigma para eles os estadunidenses e para o mundo aquela guerra.
Lucena, de novo, está confundindo as coisas. A OTAN pode agir sim sem a necessidade de invocação do artigo 5º. Basta que esteja sob mandato da ONU. Assim foi nos Bálcãs e na Líbia. E sim, isso tem que ser aprovado pelo Conselho de Segurança, no qual China e Rússia tem poder de veto. Ou seja, as operações da OTAN tanto nos Bálcãs quanto na Líbia, tiveram anuência de Rússia e China.
Histórico de longas datas é uma frase popular errada. O correto é histórico de longa data, ou seja, algo que ocorre a muito tempo. Porém, mostrei acima que seu uso, mesmo que de forma correta, estaria incorreto.
Também não basta vê. Talvez bastasse ver.
Desconheço Alcaide. Parece pilha, mas seria Alcalina? Talvez classificação do pH? Ou… talvez… estivesse falando da Al-Qaeda. E sim, na época, haviam células da Al-Qaeda tanto no Afeganistão quanto no Iraque, e por serem uma organização não-estatal, contendo indivíduos de vários estados, com células em vários pontos do planeta, pelo menos concentraram-se para lutar ali. A neutralização da Al Qaeda é um caso de sucesso. Hoje ela tem uma fração do poder e da influência que tinha a 25 anos atrás. Infelizmente no lugar tivemos o ISIS.
Bin-Laden nunca foi agente da CIA. Nunca mesmo teve contato direto com a CIA. Quando Osama era Mujahedin no Afeganistão lutando contra os Soviéticos, ele com certeza se beneficiou de armas e equipamento bancados pelos Americanos, mas entregues via Paquistão.
E sua referência ao Vietnã foi em relação ao Irã, ao invés da retirada do Afeganistão. Fosse o caso de ter referenciado junto ao Afeganistão eu teria concordado. Em relação ao Irã, eu não sei ver o futuro.
Quem acha que seria um passeio abrir uma guerra em larga escala em território iraniano tá vivendo em um universo paralelo. Se até o arranca rabo de uns meses atrás já deu bastante prejuízo para ambos os lados e alavancou o sentimento de unidade nacional, imagina o que uma guerra maior, com invasão real ao território, não faria.
A ideia de que a maioria da população iraniana é monarquista e detesta o Islã só existe na cabeça de meia dúzia de influencers que moram em Londres e Berlim.
Monarquia ilegítima, pois também foi em base de golpe.. não sei se os jovens iranianos apoiam isso. O mais provável é que queiram uma república, mas, pergunto.. como implantar algo que o Irã nunca viu? Democracia, com combate a corrupção e instituições firmes?
Discombobulator vai ser usado novamente kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Putin deu um desarrombator pro Trump tbm rsrsrs
Esse regime pode até cair, mas dará lugar ao caos, um país fragmentado e em conflito regional. Lembrem-se que o Talibã está ao leste. Há análises que dão possibilidade de tomada de poder dos generais da IRGC. Não vejo um futuro brilhante aos persas.
Pena que os iranianos não tem nenhuma ogiva nuclear! umas cinco já serviria como um aviso, não daria para atacar os EUA mas daria para colapsar as monarquias petroleiras…
tliste que a Ditadura assassina do seu próprio povo corre o risco de acabar kkkkkkk
A grande omissão, pode-se dizer sem sombra de dúvidas foi após o ataque ao quartel dos fuzileiros em beirute/1983.
O maior número de americanos mortos desde o vietnã.
Aqueles rapazes eram força de paz. Foram surpreendidos dormindo numa infâmia e covardia mil letras acima de Pearl harbour.
Reagan foi frouxo.
Alguns analistas afirmam que houve insegurança por causa do trauma de 1979 e receio da reação soviética.
Conversa.
Quem é grande enfrenta.
Ali os aiatolas agigantaram-se e Hollywood ainda.nos enfiou aquela baboseira de rambo sobre os cadáveres daqueles moços.
Imaginem se fosse Trump o presidente.
O Irã desapareceria da face da terra.
Mais uma expedição punitiva. Tem quem diga que a concentração/isolamento ianque na sua esfera de influência estabelecida na NSS2025 é puro logro: não há reconfiguração de esferas de influência entre potências competidoras já que a esfera de influência ianque coincide com toda a superfície do globo, do urso polar ao pinguim, do panda ao urso marrom. Operações militares policiais ianques pra (im)pôr ordem no terreiro, operações policiais militarizadas ianques pra (im)pôr ordem no galinheiro. Parece Pax americana?
Já passou da hora de tirar esse regime criminoso.
Resolve várias questões em uma cajada só: Acaba com o Irã ajudando a atacar a Ucrânia, acaba com eles financiando grupos terroristas para desestabilizar o oriente médio, acaba com eles ameaçando Israel toda hora e ter o Irã e a Venezuela daria uma vantagem imensa aos EUA que controlariam a maior parte do petróleo no mundo, por isso a Rússia se esforçou tanto para se infiltrar e controlar o governo desses países.
O que mais me pergunto é qual posição seria tomada pelos vizinhos do Irã em caso de confronto em maior escala. Países como Arábia Saudita, Qatar, EAU, Turquia, Jordânia iriam prestar suporte aos EUA ou ficariam de fora do conflito? A decisão deles influencia muito a situação.