EUA aprovam venda de 3.250 veículos táticos JLTV para Israel por US$ 1,98 bilhão
WASHINGTON, 30 de janeiro de 2026 — O Departamento de Estado dos Estados Unidos aprovou uma possível Venda Militar Externa (Foreign Military Sale – FMS) ao Governo de Israel envolvendo o Joint Light Tactical Vehicle (JLTV) e um amplo pacote de equipamentos e serviços associados, com valor estimado em US$ 1,98 bilhão. A certificação exigida foi encaminhada ao Congresso pela Agência de Cooperação em Segurança de Defesa (DSCA).
Segundo a notificação oficial, Israel solicitou a aquisição de 3.250 veículos JLTV em diferentes versões operacionais, incluindo o JLTV Utility (M1279A1/A2/A3), o JLTV Heavy Guns Carrier (M1278A1/A2/A3), o JLTV Close Combat Weapons Carrier (M1281A1/A2/A3) e o JLTV General Purpose (M1280A1/A2/A3).
O pacote inclui ainda estações de armas remotamente operadas CROWS, reboques de carga M1289, kits específicos para o JLTV, sistemas de comando, controle, comunicações, computadores, inteligência, vigilância e reconhecimento (C4ISR), além de integração de sistemas, kits de proteção do atirador, sistemas de visão aprimorada para o motorista, peças sobressalentes, ferramentas e equipamentos de teste, manuais técnicos, treinamento de manutenção e apoio completo de implantação e logística.
De acordo com Washington, a venda contribuirá para os objetivos de política externa e de segurança nacional dos Estados Unidos ao fortalecer a capacidade defensiva de um parceiro estratégico regional, considerado fundamental para a estabilidade política e o desenvolvimento econômico do Oriente Médio.
O Departamento de Estado avalia que os novos veículos aumentarão significativamente a mobilidade das forças terrestres israelenses, permitindo o transporte protegido de pessoal e de suprimentos, além de ampliar e sustentar as linhas de comunicação durante operações militares. As autoridades norte-americanas afirmam que Israel não terá dificuldades em absorver os veículos e sistemas em sua estrutura militar.
O governo dos EUA ressaltou, ainda, que a operação não altera o equilíbrio militar básico da região e não terá impacto negativo sobre a prontidão das Forças Armadas norte-americanas.
O principal contratante do programa será a AM General, com instalações em Auburn Hills, Michigan, e Mishawaka, Indiana. Até o momento, não há indicação de acordos de compensação industrial (offsets) associados à venda, que poderão ser definidos em negociações diretas entre Israel e a empresa.
A implementação do contrato exigirá o envio de 15 representantes adicionais do governo dos EUA e 20 representantes da indústria a Israel, por períodos rotativos de até seis anos, para apoiar a implantação dos veículos, o treinamento e o suporte logístico do programa.■

Tem muita letra. É o principal veículo para missões de segurança, patrulha e reação.
M1279 Utility: apoio e logística
M1278 Heavy Guns: fogo direto
M1281 Close Combat: anticarro/combate pesado
M1280 General Purpose: comando e patrulha
O que muda entre A1 / A2 / A3? A capacidade:
A1
> Base inicial
> Melhor proteção que o Humvee
> Menor carga elétrica
A2
> Reforço de suspensão
> Maior carga útil
> Melhor integração de torres e sensores
A3
> Arquitetura elétrica digital (veículos “plug-and-fight”)
> Preparado para drones, guerra eletrônica e sistemas futuros
> Mais potência elétrica e crescimento tecnológico
Ainda não é possível conhecer a distribuição e quantidades dos modelos. E provavelmente nunca será.
Como comparativo (se é que cabe) ou como dimensão entre um país em estado permanente de guerra e outro, os 12 (doze) JLTVs adquiridos pela MB são do tipo Oshkosh Defense M1278A1 Heavy Guns Carrier ou a variante equipada para apoio de fogo com armamentos pesados integrados.
“O governo dos EUA ressaltou, ainda, que a operação não altera o equilíbrio militar básico da região…”.
Caras de pau. Os inimigos de Israel na região contam com Toyota Hilux, Toyota Land Cruiser e alguns veículos soviéticos dos anos 1960/70.
Isso aí tem nome: facilitação e apoio logístico da ocupação israelense do sul da Síria…
só na capa do site hj tem 6bi em compras de israel… “compras” só pode ser pago pelo contribuinte americano, a matemática não fecha….
isso que eu iria perguntar, da onde todo esse dinheiro.
Enquanto isso o Brasil tem 32 Guaicurus, que até acho um excelente jeep, mas sem dúvida que os veículos da Oshkosh são muito mais preparados pra guerra.Lembrando que a MB tem 4 JLTV Oshkosh, número pífio, é sempre assim, vergonhoso!
12. A MB recebeu 12.
Com planos de mais unidades,parece que pretende chegar à 72 no total
Kkkkkk realmente patético. Mas a MB deve ter mais dentistas
O Guaicurus é otimizado para uso contínuo e cotidiano, cobrindo grande território com custo controlado. Ele não é um blindado de combate; é um veículo militar utilitário protegido para operar onde caminhões comuns não aguentam.
O JLTV é otimizado para sobrevivência em guerra moderna, onde a ameaça é intensa desde o primeiro dia.
Estava vendo esses dias que até a nova versão do marruá Agrale tem maior blindagem que o Guaicurus.
O exército adquiriu em 2024, 420 unidades adicionais do Iveco LMV, que se somarão aos 48 em serviço ativo, sendo 16 UN das versões K2 adquiridos do exército italiano em 2018, durante a intervenção federal, e 32 zero de fábrica adquiridos em 2019, lembrando que os 16 da versão K2 foram modernizados em 2024, recebendo kits ,componentes e tudo mais das versões mais modernas..
Sobre as demais 420 UN, essas começam ser entregues em 2026, sendo concluídas em 2033, ou seja, em um horizonte de 8 anos..
https://www.infodefensa.com/texto-diario/mostrar/5737386/viatura-blindada-multitarefa-leve-sobre-rodas-4×4-guaicurus-diretriz-acolhimento-no-exercito-brasileiro
Os números corretos são:
48 LMV/Guaicurus no EB, com mais 420 encomendados.
12 JLTV na MB/CFN.
O contribuinte dos EUA fica feliz com cada compra Israelense. Fico me perguntando quem órbita quem nessa relação geopolítica.
Os arquivos do Espiten está sendo lucrativo, tem que aproveitar porque se eleitor estadunidense colocar um ” Maidaine” na presidência, Israel será a cuba do Om.
As raizes…de onde vem e para onde vão?
Os arquivos do Esptein está sendo lucrativo, a economia de Israel encolheu 15%, exportação na lona devido boicote..
Sobrou para os 43 milhões de famintos estadunidense pagar a conta.
Aprenda a escrever. Depois desapareça.
Israel
PIB: estimativas mostram crescimento do PIB real em torno de 3%-4% ao ano, com projeção de continuar positivo em 2025-2026.
Inflação: ligeiramente acima ou dentro da meta, em torno de 2%-3%, com expectativas de cair perto de 2,9% em 2026.
Desemprego: está muito baixo, próximo de 2,9%-3,2%, indicando um mercado de trabalho apertado.
Dívida pública: aumentou devido a gastos extraordinários com defesa, elevando a relação dívida/PIB para cerca de 69%, mas ainda relativamente baixa comparada a muitos países avançados. No Brasil, 80%.
Padrão de vida: Israel tem um dos maiores
níveis de renda per capita da região, comparável a países europeus.
“Aprenda a escrever. Depois desapareça.”
Jesus amado, “dimuliu” o sujeito rsrsrs
Rapaz, o que é isso?
“43 milhões de famintos” Lula é você? Kkkkkk
A economia de Israel encolheu 15%???? Então eles voltaram à idade da pedra? Meu filho, pare de passar vergonha.
Área de Israel: ~22.145 km²
Quantidade aprovada: 3.250 veículos JLTV
Isso equivale (em conta de padeiro) à 1 JLTV para cada ~6,8 km²
Esse número não é acaso, nem luxo.
Ele reflete três coisas muito claras:
Parabéns Forças de Defesa de Israel.
Aritmética. Na matemática é isso.
Estrategicamente, veículos são alocados por unidades, missões e teatros de operação. Boa parte fica concentrada em brigadas específicas, fronteiras sensíveis e forças de reação rápida.
Um JLTV cobre muito mais que 6,8 km² em termos operacionais. Faz mais sentido na Cisjordânia, Gaza e Fronteira Norte (Líbano).
Mesmo assim, a quantidade total desses blindados é enorme, para qualquer país. Israel não tem bases espalhadas pelo mundo como os EUA.
Tudo leva à crer que estão se preparando para outro conflito, para além do Libano. Provavelmente na Síria, e contra um oponente que está se armando até os dentes, e com armamentos sofisticados, fabricados em seu próprio país. O prêmio? A Siria e Líbano. Ambos querem.
Só o Hezbollah exige presença móvel em dezenas de eixos simultâneos.
Voce deve saber que os imigrantes sirio libaneses que vieram para o Br até o início do seculo XX tinham passaportes turcos. Por isto eram chamados genericamente de turcos, apesar de odiarem tal alcunha. Pois é. Erdorgan não acha.
Neo otomanismo é que chama. Em resumo, retomar no todo ou em parte, a antiga influência do império otomano no médio oriente. É isto que Israel teme, e se prepara.
Principalmente agora que seus antigos inimigos foram aniquilados, ou estão em processo de aniquilação.
JLTV X OTOKAR COBRA II 4×4 ATBTU. Qual o melhor ?
Depende.
Se Israel enfrentar um adversário móvel, fragmentado e em muitos eixos (como Hezbollah) com deslocamentos rápidos, o JLTV oferece vantagem de mobilidade e proteção escalável.
Se a prioridade é manter presença e transportar efetivos inteiros em patrulhas contínuas e
sustentadas, o Cobra II pode ser melhor.
O Cobra II pode levar 11 militares. O JLTV, de 3 a 4.
Quer ocupar? Vá de Cobra II.
Vai combater? JLTV
O cobra II é intensamente utilizado na fronteira turco siria, principalmente na versão pick up. E aí já foi fotografado com radar, como base de drones classe 0 e 1, e até com torre remota com canhão de 30mm ( o que acho meio desproporcional para um blindado leve 4X4). Provavelmente o radar deve ser algo parecido com Sentir M20 que o EB já usa, só que de forma diferente. Os guaicurus da fronteira norte os levam desmontados. Param em determinado ponto e o M20 é montado num tripé. A montagem é rápida e o comando e controle fica numa maleta metálica. O operador abre a maleta e o conecta no radar. No caso do cobra II, o radar fica fixo na caçamba do blindado. Um blindado com funções parecidas com o cobra II, na versão radar/ drone vai ser o SMACE encomendado pelo CFN junto à SIATT EDGE.
JLTV
Cobra II ATBTU
O Cobra II possui uma versão pickup similar ao JLTV básico para até 4 tripulantes (2 +2)
Dimensões, volume interno, modularidade e blindagem são equivalentes.
o JLTV é mais leve e possui uma relação peso-potência superior…mas a grande vantagem do JLTV está na maior capacidade off-road proporcionada pela suspensão independente inteligente TAK-4i.
Durante o Império Otomano, Israel era parte da Síria otomana, sem status de Estado, administrada em sanjacos e vilaietes, com população diversa e comunidades judaicas antigas, mas sem
soberania nacional.
Naquela época a lealdade era religiosa e doada pelos imperadores. O conceito prático de nação veio após a primeira guerra imposto pelos europeus.
Tomando garrafadas de gin, desenharam o atual Oriente Médio.
Interessante é que os otomanos tinham ferrovia cortando aquilo tudo até o iemem
Concordo integralmente que viaturas não são distribuídas por km², mas por unidades, missões e teatros — isso é o óbvio operacional.
A métrica “viaturas por área” não é tática, é estratégica e comparativa. Ela não descreve onde os JLTV estarão, mas o nível de densidade potencial que o país pode gerar quando decide concentrar força.
Em Israel, a profundidade estratégica é mínima, os eixos são curtos e qualquer frente pode se tornar decisiva em horas.
Nesse contexto, ter milhares de plataformas protegidas disponíveis simultaneamente permite:
Portanto, o ponto não é que “um JLTV cobre 6,8 km²”, mas que Israel pode atingir níveis de saturação logística e mobilidade que países continentais simplesmente não conseguem.
A densidade, nesse caso, é um indicador de prontidão sistêmica, não de patrulhamento territorial.
O combate é sempre focado. Israel comprou 3.250 JLTV para combater.
O JLTV é um vetor de saturação defensiva, não de ataque.
Esteves, Concordo: o combate é sempre focado e o JLTV não é vetor de ataque, é vetor de sustentação do combate. E é exatamente por isso que a quantidade importa.
Saturação defensiva não significa espalhamento aleatório, mas capacidade de proteger, mover e sustentar forças em múltiplos focos simultaneamente, sem colapsar retaguarda, comando ou evacuação.
Em Israel, onde não há profundidade estratégica e os teatros podem se sobrepor no tempo, a defesa móvel é parte indissociável da capacidade ofensiva.
Sem densidade logística protegida, não há ataque sustentado — só ações episódicas.
Portanto, a aquisição massiva de JLTV não contradiz o caráter focado do combate israelense; ela viabiliza esse foco, garantindo prontidão contínua e liberdade de decisão.
abcs
Alguém? Alguém pra escrever. Alguém pra falar do Lula ou do imbecilmente imbecil Bolsonaro?
Ninguém?
Excelente compra. Israel utiliza os Humvees, complementados por Land Rovers e Wrangles militarizados. O cenario deles é de armas curtas e RPGs, disparos de curta distancia em ambiente urbano. O Irã fabrica o RGP-7 copiados do original russo, bem como uma ogiva ligeiramente maior, Hamas e Hezbollah tem grande quantidade dessas armas. Israel perdeu mais de 1000 homens em Gaza, além de 6000 feridos. Sem blindados teriam perdido 10x isso.
Gaza pede MBT (Merkava) e IFV pesado (Namer).
O JLTV é quase marginal ali. Gaza exige mais.
Atualmente Israel possui mais de 3.000 blindados utilitários leves HMMWV, Storm e David. A maioria está obsoleta. Ninguém sabe quantos foram perdidos em combate ou apresentam severo desgaste.
Além disso, Israel mantém grandes reservas de blindados, assim como Rússia, EUA e outros países que levam a defesa nacional a sério.
Por exemplo, em 2012 Israel comprou 2.000 HMMWV ex-US Army para reforçar a reserva.
Rapaz, Israel está para os EEUU como o framengo está para a Grobu…se chutar o saco de um o outro se encolhe. E tome paitrocínio…
Para quem acha 3.250 uma quantidade exagerada, não se esqueçam que não vai faltar lugar para guardar eles, já que o imperador Bibi 1º, o Demente, transformou a Faixa de Gaza num enorme estacionamento.
Que veículo LINDO meu amigo.
Recentemente EUA estão reequipando seu aliado no O.M. com helicópteros e veículos terrestres em números suficientes para Israel preparar terreno para o seu golpe final de concluir o extermínio e invasão de toda regiso.