Marinha e Taurus celebram parceria, com apoio do BNDES, para o desenvolvimento de armamento e drones para os Fuzileiros Navais
Parceria visa o desenvolvimento tecnológico e o fortalecimento da Base Industrial de Defesa
Com o propósito de estabelecer bases para uma cooperação institucional voltada ao desenvolvimento de estudos técnicos e análises de viabilidade de novos materiais de emprego militar, a Marinha do Brasil (MB), por meio do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN), celebrou Protocolo de Intenções com a empresa Taurus Armas S.A., na terça-feira (10/2), na Fortaleza de São José, no Centro do Rio de Janeiro. A parceria conta com o apoio institucional do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O acordo nasce com a missão de estudar e viabilizar equipamentos que atendam às reais necessidades de quem está na linha de frente. O foco principal está no desenvolvimento de estudos de novos sistemas de armas leves e coletivas e drones armados, projetados especificamente para os diversos ambientes onde a Marinha opera, em consonância com as diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa (END).
Desse modo, caberá ao CFN o papel estratégico de traduzir a realidade do combate em requisitos técnicos. A instituição será responsável por identificar as necessidades específicas da tropa e orientar o desenvolvimento, garantindo que as soluções estejam alinhadas aos objetivos da Força Naval. Além disso, o Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) conduzirá a avaliação prática dos produtos em seu ambiente operacional, visando homologar os novos materiais, assegurando, assim, que eles suportem as exigências das missões reais.
A Taurus atuará como o braço industrial e tecnológico dessa aliança. A empresa mobilizará sua equipe técnica especializada para propor soluções inovadoras que atendam aos requisitos definidos pelo CFN. O compromisso vai além do projeto: a fabricante dará suporte direto à execução dos testes, disponibilizando suas instalações laboratoriais para garantir a qualidade e eficiência dos produtos.
Durante a cerimônia, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio do seu presidente Aloizio Mercadante, formalizou a importância estratégica da iniciativa por meio de um documento oficial. A instituição destacou que a parceria entre a Marinha e a Taurus está em plena sintonia com as missões da Nova Indústria Brasil (NIB), política na qual o banco atua como protagonista. Ao reforçar o compromisso com o fortalecimento da Base Industrial de Defesa (BID), o BNDES se colocou à disposição para discutir futuras ações conjuntas e analisar, conforme seus ritos de governança, o apoio financeiro a projetos que assegurem avanços tecnológicos e maior conteúdo local.
“Um dos esforços grandes que o BNDES precisa fazer é o resgate da Indústria Nacional de Defesa. Hoje estamos trabalhando com a tropa de pronto emprego, representada pelos Fuzileiros Navais, a única 100% profissional, que trabalha nas mais diversas situações e que tem um destacamento de elite. Nós precisamos que essa tropa se debruce sobre a produção junto com a Taurus, que possui tecnologia secular desenvolvida. Eu vejo isso como uma semente promissora, inclusive para equipamentos mais pesados e mais sofisticados que possam ser desenvolvidos nessa parceria”, afirmou o presidente do BNDES.
Conforme o CEO Global e Diretor Presidente da Taurus, Salesio Nuhs, a parceria com o CFN é fundamental. “Essa colaboração com os Fuzileiros Navais para nós é extremamente importante. Estamos dando um passo decisivo dentro da Taurus, indo em direção ao mercado de armamento militar, que são as Minimi e calibre 5.56 mm, a 7.62 mm, e a .50. Isso é uma tecnologia que nós estamos desenvolvendo. O Brasil, a nossa Base Industrial de Defesa, tem que ampliar os seus horizontes, tem que ampliar a sua área de atuação”.
Sobre a importância da parceria, o Comandante-Geral do CFN, Almirante de Esquadra Carlos Chagas Vianna Braga, destacou que a assinatura desse Protocolo é uma conquista coletiva. “O armamento empregado pelo Fuzileiro Naval deve ser sempre o mais confiável. Disso depende a segurança dele, de todas as pessoas que estão à sua volta e daqueles que ele está protegendo. Assim, a busca por armamento desenvolvido especificamente para atender plenamente aos nossos requisitos operacionais representa uma excelente oportunidade”.
Fomento à Indústria Nacional
A iniciativa busca contribuir diretamente para o fortalecimento da Base Industrial de Defesa (BID), priorizando o uso de produtos de alta qualidade fabricados no Brasil. O objetivo é fomentar o desenvolvimento conjunto de tecnologias ainda inexistentes no mercado nacional.
O protocolo, que possui vigência de dois anos, prevê a realização de reuniões técnicas periódicas para avaliar o andamento dos estudos. As atividades serão conduzidas em regime de cooperação mútua, sem transferência de recursos financeiros entre os participantes. Caso os estudos apontem soluções viáveis, poderão ser propostos futuramente novos instrumentos jurídicos para a aquisição das tecnologias desenvolvidas.■

A Taurus? Mas a Taurus? É sério isso?
Lobbyzão.
Vai de Taurus ou Imbel?
Menos pior ir de Taurus.
T4 da Taurus é melhor que o IA2 da Imbel
A MB já deveria ter comprado o T4 em vez do M4 Colt ano passado.
A Taurus criticou, mas poderia até judicializar isso (compra de equipamento estrangeiro sem concorrência e existindo similar nacional).
Provavelmente negociou um acordo com a MB para deixar quieto essa compra da Colt em troca dessa cooperação e futuras compras.
Justamente, o T4 pode ser facilmente o fuzil padrão da MB, e é um bom fuzil. Além de que tem versões DMR também
Acabaram de ganhar uma reserva de mercado, criticar o que e pra que?
Olha, segundo um documento de um estudo feito por um oficial do EB, ambos os armamentos apresentam um desempenho similar, com o único ponto diferencial entre eles sendo a ergonomia do T-4 que é melhor.(Na conclusão o oficial defende a aquisição do T-4 já que tem uma melhor ergonomia e é equivalente ao IA2 no resto).
Como o EB é teimoso.
Será que é tão difícil a IMBEL criar um AR com pistão?
Qualquer empresa fundo de quintal nos EUA fabrica clones do AR.
Melhor coisa é sair do braço desta nossa estatal.
Que venham mais privadas para fazer cia e concorrência com Taurus e Arex.
Na verdade, até onde eu sei e acompanhei das discussões na época em que o IA2 foi apresentado, a decisão de usar a plataforma do FAL teria sido por questões de custo (a necessidade de troca e atualização do maquinário fabril, o que não ocorre em parte com o uso da plataforma FAL) e para tornar a transição para o IA2 mais rápida pelos soldados do EB estarem acostumados com o FAL e sua ergonomia.
(Não estou defendendo, apenas apresentando o que me lembro de discussões de mais de 1 decada atrás).
Acho que foi uma decisão pragmática, só não foi acertada porque falharam em capitalizar em cima dessas vantagens do design do IA-2. Levaram tempo demais com desenvolvimento, e até hoje muitas unidades do EB ainda usam o FAL.
A essa altura já era para o EB estar com o IA-2 em 100% de suas unidades.
Até no Brasil tem empresas de fundo de quintal fabricando AR genérico.
Antes fossem só empresas de fundo de quintal…https://www.policiamilitar.sp.gov.br/noticias/noticia-interna/2025/8/3379/condenado-por-latrocinio-e-preso-no-capao-redondo-sp
EB não quer engolir que fizeram um fuzil inferior ao velho AR
Depende muito de quais características estão sendo observadas.
O IA2 tem suas vantagens e suas desvantagens, assim como qualquer fuzil AR ou qualquer outro.
as desvantagens do IA2 são maiores
Dependendo do ano, a Taurus foi a maior fabricante de armas leves do mundo.
É a empresa que mais vende revólveres nos EUA e uma das cinco que mais vende pistolas nos EUA há anos.
Tem um corpo de engenheiros competente que desenvolve e supervisiona a fabricação das armas no Brasil e nos EUA.
Mas ela não serve para o Wilson.
E no passado, essa mesma Taurus foi responsável por uma das piores pistolas já produzidas no Brasil, ao ponto disso ter arruinado a reputação da empresa na época.
Houveram muitas mudanças, entre elas a criação de uma linha totalmente nova de armas para a empresa recuperar a reputação que tinha.
(Caso alguem não saiba estou falanda da pistola PT24/7).
Eu sei. Mas já faz bastante tempo. A administração é outra, a engenharia é outra, o controle de qualidade é outro e os produtos são outros.
Se levantar verá que em toda sua história a Taurus teve mais acertos do que erros e se comparar com a história de outros fabricantes de armas verá que a maioria já tiveram problemas também…mas reconhecer o erro e dar a volta por cima são mérito de poucos e isso é inegavelmente uma qualidade.
Não estou negando que não aconteceu, só acho que isso é caso encerrado há muito tempo e brasileiro adora uma dramatização e isso é culpa de vídeos de YouTube que estão no ar há 10 anos que não condizem mais com a realidade, mas que ainda faz seus fãs de carteirinha…amigo não convém alimentar isso.
Por isso eu mencionei que houveram mudanças na empresa, posso ter limitado a mencionar apenas a nova linha de armamentos que eles criaram, mas eu sei que foram muito mais mudanças do que isso.
Todo mundo sabe do que você está falando. Pode ter abalado a imagem da empresa perante o público geral. Agora, você, conhecedor da história da empresa, vai mesmo definir a imagem dela com base em um produto defeituoso? Porra, ajuda a gente aí. Vai dizer que a Boeing também não serve pra nada e não tem capacidade de produzir nada que preste, diante de seus últimos projetos defeituosos? Ou a crítica nesse nível só vale pra CNPJ brasileiro?
E a parte do meu comentário, em que eu afirmo que a empresa passou por muitas mudanças, entre elas a criação de uma linha nova de armamentos, fica aonde?
Por causa do preço lá.
Lá enquanto uma pistola Taurus moderna custa em média $250, uma Glock similar custa $500.
Existem outras marcas para competir com ela nos EUA, que ficam na mesma faixa de preço. Mesmo assim a Taurus ta vendendo bem lá.
Falando bem por cima, no valor similar da Taurus você poderia comprar uma Smith e Wesson, uma Ruger, Bersa, Springfield, Canik…
Então, além do preço, algo de bom a Taurus esta fazendo sim.
Uma das melhores em custo-benefício, acima de marcas menores, mas muito abaixo de marcas consagradas.
Tomará que seja somente pra armamento de Alta Capacidade de Disparos para Apoio de Fogo
EX ,como ,( M134 Minigun ) – ou .50
Se fosse a Taurus da época da pistola PT 24/7, eu concordaria totalmente com você, mas atualmente a qualidade das armas da Taurus aumentou muito, ao ponto de os problemas antigos de qualidade não afetarem mais a empresa atualmente.
O maior problema da IMBEL, é a falta de recursos para a atualização de seu parque fabril, porque capacidade de desenvolverem armas modernas eles tem, como fica comprovado pelo novo rifle de precisão deles.
Se é que vai dar alguma coisa isso… toda semana as FFAA fazem parceria com alguma empresa ou país, mas quase nada dá resultado efetivo.
Como diria um amigo: “É igual tosquia de porco: muito grito pra pouca lã”
A matéria (que não revela muita coisa) cita drones, a metralhadora Minimi e os calibres 5,56mm, 7,62mm e .50. Imagino que a ideia seja adquirir o drone da Taurus e substituir as antigas metralhadoras pelos modelos da Taurus em desenvolvimento.
https://www.youtube.com/watch?v=GRjF4ndWF10
A Taurus apresentou alguns modelos interessantes em 9MM tambem.
Uma Submetralhadora, RPC, e tambem tem a linha de pista TX9,se vierem com preço interessante para as FA, podem ser uma boa alternativa.
Provavelmente a Taurus vai fazer como os turcos e comprar a licença do HK416.
Provavelmente?
Onde você viu isso?
Fizeram algo melhor ainda, desenvolveram uma versão do T4 com sistema de ferrolho rotativo e com pistão de ação indireta, semelhante ao HK416
Vão fazer melhor e comprar a empresa inteira dos turcos, a Mertsav, que tem em seu portfólio de produtos desde a plataforma MP5, passando pelo AR15, M249, lançadores de granada de 40mm, Ma Deuce e fuzis de precisão em .308
epresentada pelos Fuzileiros Navais, a única 100% profissional,”””””””””” PQD do EB são o quê? Os fuzilieros do EB? puxação de saco das grandes. De qualquer forma fico feliz que vamos ter ter metralhadoras de nacionais, e deixar de comprar dos EUA.
Boa tarde meu amigo os fuzileiros navais são por concurso e nao por alistamento igual ao EB. São realmente diferentes em tudo que vc imagina . Sobre a compra tem que comprar o que a de melhor no mercado sem ufanismo por ser de dentro do país ou fora dele
O que há de melhor não. O que tem melhor custo-benefício. E ser produzido no país é importante e deve ser dada uma certa preferência pelo benefício dessa medida.
p que há de melhor só para as forças especiais, Os outros tem que usar o que é mais barato e funciona bem, no caso, por serem feita no brasil e não nos EUA o preço sera melhor com certeza.
Não, turista. Não “tem” que nada.
Tem que ser da forma que atenda aí interesse público. Há aquisição que, o interesse público é atendido com a compra de fornecedor externo, mesmo que de prateleira. E há aquisição que requer a fabricação nacional. E armamento de uso pessoal, claramente, é uma delas, incluindo a fabricação nacional de todas as munições utilizadas.
Acho que você não entendeu o significado de “profissional”. Não está fazendo referência à qualidade da tropa. É uma distinção entre um militar profissional (concursado, de carreira) e um temporário. O acesso ao CFN é exclusivamente por meio de concurso, seja soldado FN ou por meio da Escola Naval, no caso dos oficiais. Todo mundo que está lá é concursado e pode, na teoria, ficar a vida toda nisso.
No exército os únicos concursados são os sargentos e os oficiais, todos os soldados e cabos que você vê (e alguns sargentos) são temporários, podem ficar no máximo 8 anos dentro do exército, não são profissionais.
Particularmente, não gosto da Taurus, mas talvez, com direcionamento e pulso firme, a empresa melhore a qualidade do que desenvolve e produz.
O chororô rendeu frutos.
Já passou e muito da hora da BID, das quais, a Imbel, os arsenais de guerra de SP / RJ e a Taurus fazem parte, proverem as FAs do básico do básico, em se tratando de armamentos, que são metralhadoras pesadas e ebuseiros rebocados de 105 e 155mm, e com qualidade similar aos importados. Apesar de todo avanço em drones, misseis, guerra eletrônica e cibernética, a guerra da Ucrânia prova que estes armamentos tradicionais ainda são imprescindíveis no campo de batalha.
Documentos foram assinados.
Olá Colegas.
Acho que a materia e os comentários revelam dois problemas das forças armas (talvez tres)
1) a ausẽncia de uma Agẽncia unificafa da compras.
Temos lido que cada uma das forças está “atirando” em uma direção em relação aos drones, ao invés de fazer um edital e financiar a principais empresas para desenvolver tecnologias que seria compartilhadas pelas trẽs forças
2) a necessidade de unificar todas as empresa estatais ligadas aos comandos mioitars em uma única administração. Há a Imbel, tem a fabrica de munições da MB, tem a Nuclep., e seu lá se tem outras.
Sabemos que a sobrevivência de uma empresa depende de um amplo cardápio de produtos. Coloar todas as empreas sob uma única administração significa reduzir os custos de administração e criar uma segurança para os períodos queum ou ouro setor tenha dificuldades
3) a necessidade de unificar o setor de P&D das forç armadas em uma única administração diretamente ligada ao Gabinete do MInistro da Defesa, de tal forma que os ganhos tecnológico da BID possam circular nas diferenes áreas de pesquisa e desenvolvimento
Perfeito
Acho.que este movimento de unificação de compras para o setor militar já se iniciou, no caso específico da defesa anti aérea de média e grande altitude. Há uma diretriz do MD para um plano conjunto das 3 forças a ser concluido até abril. Ou seja, a compra do EB do sistema EMADS não vai ser estanque. Há inclusive a preocupação com sinergias com a MB, que utiliza o mesmo missil ou família de misseis anti aéreos nas FCTs, e com a FAB, afim de compatibilizar o sistema de baterias anti aéreas com os sistemas de vigilancia do espaço aéreo da FAB, principalmente em relação aos radares de terra e embarcados em aeronaves e drones da força.
Quanto aos drones, há 2 empresas que já possuem unidades, pelo menos experimentais, voando, ou seja, já sairam do powerpoint. A Xmobots e a Stella. Mas o foco delas não é concorrente. Antes, são complementares. A Xmobots se concentra em drones Vstol e a Stella em drones convencionais, que precisam de pista para decolar e pousar. Ambas estão partindo para drones militares mais pesados. A Xmobots com o Nauru 3000M e a Stella com o Atobá XR M . .Ambos com pesos acima de 1,3 ton, mas mantendo a característica e foco básico de cada empresa. Ambas são financiados pelas mesmas agencias de fomento :FINAME e BNDES. Então é natural que cada força se interesse por uma ou outra dependendo de suas próprias necessidades e meios. Creio que a tendência é a unificação desses meios, mas mantendo o foco de cada força na categoria de drones que mais as interessam.
“…projetados especificamente para os diversos ambientes onde a Marinha opera….”…..pessoal vamos entender as coisas…o IA2 não é um fuzil ruim, só não é ideal para os fuzileiros navais…é um fuzil projetado nos requisitos do exercito, pessoal tem umas interpretações que só por Deus viu…povo maluco.
É um fuzil ultrapassado, o FNC dos ano 80 tem uma ergonomia melhor que o IA2 que foi desenvolvido no século 21. É injustificável o que a Imbel fez, basicamente: “vou ganhar um contrato com o EB, que pode me render a venda de 200 mil armas, mas não tenho $ para melhorar meu maquinário, então vou construir um fuzil que vai herdar alguns problemas do FAL dos anos 1960”.
E qual o problema nisso? mais uma vez….o que a Imbel fez foi um produto baseado nos requisitos do exercito, um fuzil desses precisa ser robusto, de fácil manutenção (inclusive em campo) e seguro de usar tanto para o operador quanto para equipe. Um soldado não é um esportista de tiro, o objetivo lá é treinar a consistência, a precisão e as técnicas básicas de atirador, garantindo que a série de disparos atinja o mesmo ponto ou fiquem o mais próximo possível um do outro no alvo.
Comparado a um esportista de tiro que atua em ambiente controlado o fuzil em situação de combate poderá ter contato com lama, areia, agua, irá sofrer impacto, vai precisar ser manuseado no escuro, temperaturas altas e baixas e depois de tudo isso ainda precisa ter condições de efetuar o disparo e se houver panes precisa ser de fácil solução.
Quando se vai desenvolver um produto na engenharia é difícil equilibrar todas as qualidades e realmente concordo que o IA2 está longe de ser o mais ergonômico, mas ele atende e funciona muito bem,
No meu tempo de caserna pude presenciar os dois lados, o lado do recruta com velho fal que mesmo após décadas ainda era uma arma confiável, depois passei para uma OM logística onde vi o outro lado do armamento onde ele é recebido da tropa para manutenções preventivas, periódicas e algumas até corretivas dentro das limitações da OM, portanto o EB não comprou um fuzil de prateleira como muitos pensam, foi implantando toda uma cadeia complexa de emprego do material desde o nível industrial até o nível operacional, com liberdade de não precisar pedir benção a ninguém e isso é uma conquista incalculável…respeito os esportistas e policiais, mas precisa entender tudo isso para não julgar errado assim como deve ser respeitado também a opção de escolha, não serve para mim….ok, não serve para minha instituição… ok também, mas para o Exercito serve oras bolas.