A grande estratégia de Trump 2.0 contra a China está se consolidando lenta, mas seguramente
Este é o contexto geoestratégico mais amplo no qual estão ocorrendo as negociações da Rússia com os EUA e a Ucrânia
Observadores casuais estão convencidos de que Trump é um louco sem método por trás de sua aparente imprevisibilidade, mas a realidade é que ele e sua equipe — coletivamente conhecidos como Trump 2.0 — estão lentamente, porém seguramente, implementando sua grande estratégia contra a China. Cada um dos seus movimentos no exterior deve ser visto como um meio para esse fim. Eles querem conter a China de forma abrangente e, depois, coagí-la a aceitar um acordo comercial desequilibrado que “reequilibre a economia chinesa em direção ao consumo doméstico”, conforme a Estratégia de Segurança Nacional.
Trump 2.0 não quer entrar em guerra por causa disso; no entanto, é por isso que procura evitar repetir o precedente do Japão Imperial. Aplicar pressão econômico-estrutural excessiva sobre a China de uma só vez poderia assustá-la e levá-la a reagir de forma desesperada antes que a janela de oportunidade se feche. Por isso, decidiram privar gradualmente a China do acesso a mercados e recursos, idealmente por meio de uma série de acordos comerciais, a fim de dotar os EUA da alavancagem indireta necessária para descarrilar pacificamente a ascensão chinesa ao status de superpotência.
Os acordos comerciais dos EUA com a União Europeia e a Índia poderiam, em última instância, resultar na restrição do acesso da China a esses mercados, sob pena de tarifas punitivas, caso se recuse. Em paralelo, a operação especial dos EUA na Venezuela, a pressão contra o Irã e as tentativas simultâneas de subordinar a Nigéria e outros grandes produtores de energia poderiam limitar o acesso da China aos recursos necessários para sustentar sua ascensão. O efeito combinado até agora já está exercendo imensa pressão sobre Pequim para fechar um acordo com Washington.
Este é o contexto estratégico mais amplo no qual ocorrem as negociações da Rússia com os EUA e a Ucrânia. Moscou também está sob forte pressão depois que o Trump 2.0, inesperadamente (do ponto de vista russo), perpetuou a guerra por procuração na Ucrânia, abriu um avanço em direção à Ásia Central por meio da “Rota Trump para a Paz e Prosperidade Internacional” pelo Sul do Cáucaso em agosto passado, e levou a Índia a reduzir suas importações de petróleo. A Rússia deve agora decidir se firmará seu próprio acordo com os EUA ou se tornará mais dependente da China.
O primeiro cenário poderia incluir uma parceria estratégica centrada em recursos com os Estados Unidos em troca de compromissos quanto aos seus objetivos maximalistas na Ucrânia, o que poderia privar a China do acesso a depósitos nos quais os EUA venham a investir. Quanto ao segundo cenário, a Rússia poderia continuar sua operação especial indefinidamente, com apoio crescente da China, em troca de conceder à China acesso irrestrito a seus recursos a preços extremamente baixos, ajudando significativamente Pequim a se preparar para uma eventual guerra com os EUA.
Enquadrado dessa forma, chegar a um acordo com a Rússia poderia facilitar a rendição estratégica da China aos Estados Unidos sem elevar o risco de guerra, enquanto fracassar nisso poderia aumentar esse risco caso Moscou se transforme na reserva de matérias-primas da China — com o mesmo resultado em relação aos EUA. Isso confere a Putin certa alavancagem frente ao Trump 2.0, mas Washington também não está desesperado por um acordo a qualquer custo, razão pela qual não forçou Zelensky às concessões exigidas — e talvez nunca o faça.
Se o Trump 2.0 não conseguir chegar a um acordo com Putin, então se preparará para uma guerra com a China, como prevê sua Estratégia de Defesa Nacional diante do explícito reforço militar em escala comparável a uma guerra mundial. Seja como for, repetir o precedente do Japão Imperial nesse cenário acarretaria o risco de um “Pearl Harbor do século XXI”, comprometendo seus planos de restauração da unipolaridade. Por isso, seria preferível que o Trump 2.0 pressionasse Zelensky a conceder a Putin o que deseja, a fim de continuar contendo a China pacificamente.■
*Andrew Korybko é analista político, jornalista e colaborador regular de diversos periódicos online, além de membro do conselho de especialistas do Instituto de Estudos e Previsões Estratégicas da Universidade da Amizade dos Povos da Rússia. Publicou diversos trabalhos na área de Guerras Híbridas, incluindo “Guerras Híbridas: A Abordagem Adaptativa Indireta à Mudança de Regime” e “A Lei da Guerra Híbrida: Hemisfério Oriental”.
SAIBA MAIS:
Resumo da Nova Estratégia de Segurança Nacional dos EUA (Novembro de 2025)


Russia virou um peão que a China tomou posse os EUA tentam tirar deles.
Diferentemente do que o autor cita a China tem acesso aos recursos russos. Me parece que a IA poderia fazer uma matéria mais realista.
A russia esta louquinha pra voltar a negociar com o ocidente, já que essa é uma das condições que o Trump oferece e eles concordam.
Se estivesse tão confortável com a China ao menos nem sentaria para conversar com os EUA.
China foi a boia que a russia se agarrou para não afundar de vez nessa guerra.
Os cachorros grande hoje são EUA e China.
Quem mais está ganhando com as sansões e a guerra na Ucrânia são os americanos
Com certeza, pois está desgastando a Russia economicamente e militarmente, e nesse quesito em especial, tanto em material como em tropas. Os EUA estão assistindo de camarote tomando coca cola e comendo pipoca, enquanto isso dedicam-se a minar a crescente economia chinesa, que depende essencialmente do mercado consumidor do ocidente. Minha opinião. Desculpe-me se não for essa a visão de outros, trata-se apenas de um palpite meu.
Precedente do Japão Imperial? Isso não faz sentido, o Japão atacou Pearl Harbor justamente pq sabia que não ganharia uma guerra prolongada contra os EUA, então buscaram causar um dano grande e forçar um acordo de paz (nunca quiseram realmente levar a guerra aos EUA continental), seu poderio industrial era MUITO menor que o americano. O caso simplesmente não se aplica à China.
Desconsiderando as comparações entre uma futura guerra Taiwan e Aliados vs China, o ataque japonês a Pearl Habor é o único precedente que temos para embasar um conflito hipotético com os EUA envolvendo Taiwan.
Então é melhor nem embasar, se for usar um caso tão distante.
Mas não se trata de um caso tão distante… pelo contrário
O Japão se jogou desesperadamente na guerra pra tentar ganhar rápido e declarou guerra por causa do embargo ao petróleo etc, a China tem o maior parque industrial do mundo, não há comparação alguma.
Ela pode ter o maior parque industrial do mundo e a maior força de trabalho do mundo, porém não tem tirando a reserva estratégica que é imensa os recursos necessários em quantidade para manter esse gigantesco parque industrial.
Assim como os EUA não teriam a reserva pra não depender desse parque industrial, obviamente que não os impediria num cenário em que a China atacasse, mas não dependiam em nada do Japão por exemplo.
Tem mais que seus vizinhos juntos.
Até os americanos usam o teatro do pacífico até hoje pra basear a estratégia lá
Falando do teatro de operações fica mais compreensível, mas no campo do contexto histórico não faz sentido a comparação.
O último a invadir Taiwan foi o Japão.
Exatamente, o Japão não tinha a profundidade continental da China, mas
Os japoneses criaram uma estratégia de A2/AD chamada de Kantai Kessen, eles testaram ela com sucesso na guerra russo-japonesa quando o Japão derrotou a armada imperial de Moscou. A estratégia consistia em formar uma única grande frota (como era a Kido Butai) e atrair o inimigo para um perímetro de defesa, ou seja, era uma estratégia defensiva, no caso do Japão Imperial a ideia era atacar com força total a frota americana no Havaí, o que lhes daria cerca de 1 ano para conquistar a Oceania e montar um perímetro defensivo nas cadeias de ilhas que cercam o Pacífico Ocidental, quando a frota americana se reestabelecesse eles partiriam para a segunda fase, que seria atrair a próxima frota americana pra uma batalha final, como fizeram com os russos, durante o percurso até o pacífico ocidental, os navios americanos seriam assediados por ataques de submarinos, fazendo com que a frota chegasse já meio surrada para a “grande batalha final”, e essa batalha final se daria com total vantagem de terreno para o Japão, já que ele ocorreria na cadeia de ilhas de A2/AD do império, permitindo centenas de aeronaves japonesas operarem através das ilhas (além dos porta-aviões), facilitaria logística, multiplicaria muito o fator ofensivo etc.
Porém sabemos que tudo falhou porque o Yorktown e o Enterprise não estavam no Havaí, o que resultou na Batalha do Mar de Coral que por sua vez resultou no afundamento do Shosu, e na grave danificação do Shoikaku e Zoikaku que por isso não participaram da Kantai Kessen (grande batalha) que ocorreu em Midway, o que virtualmente destruiu a força ofensiva da frota japonesa, além de como sabemos, o fator azar que o Japão teve na batalha, coisa que também ocorreu na Batalha do Mar de Coral, mas com resultados menos desastrosos.
A China poderia tentar a exata mesma abordagem, que seria basicamente atrair a frota americana para o Mar do Sul da China, a cadeia defensiva de ilhas etc os chineses já estão fazendo igual ao que os japoneses fizeram… se Pequim não cometer os mesmos erros poderá dar certo, ainda mais considerando que a China é muito mais capaz industrialmente do que o Japão era, por isso nesse ponto concordo com a análise da matéria, o Japão Imperial fornecesse sim um precedente tanto pra China quanto pros EUA.
Inclusive li uma matéria no portal da MB sobre como a estratégia de AD/A2 do Império Japonês daria uma ótima estratégia de guerra naval para o Brasil, claro, com diversas adaptações, mas a ideia do autor lá era a de criar camadas de defesa no Atlântico Sul, a primeira seria feita por submarinos nucleares, que desgastariam e atrasariam a frota inimiga durante o deslocamento até nossa costa, depois atrairíamos a frota inimiga para nossa costa, onde o fator ofensivo dos nossos navios seriam complementados por lanchas de ataque, baterias anti-navio baseadas em terra, e pelo Gripen E, claro, lá a ideia é discutida de modo mais complexo, com variáveis etc, isso é só um resumão
A ideia de defesa em camadas é boa, no sentido de justamente não deixar a batalha chegar ao litoral, pois os armamentos de hoje podem ser disparados à distancia causando grandes danos as cidades litorâneas o que certamente ocasionaria crise ao governo central desviando o foco da defesa para atenção aos danos caseiros.
Não se pode esquecer que no caso do Japão na 2º GM.eles iriam se estabelecer no entorno do Japão para quando os EUA, fossem devolver o ataque, estivesse amplamente preparados para contenção, e que no caso atual dos EUA, eles já estão espalhados no entorno da China para fazer essa contenção no próprio quintal da China com bases espalhadas em todo entorno.
Correção: o porta-aviões americano perdido na Batalha do Mar de Coral foi o Lexington, o Enterprise não estava lá, e participou poucos meses depois na batalha de Midway.
Excelente adição, apesar de hoje em dia termos mísseis e a capacidade stealth, o esqueleto continua semelhante.
E porque a China teria algum interesse em entrar em guerra?
Taiwan, a China tem interesse em reunificar o país, e isso necessariamente traria uma guerra ou grandes tensões.
Além do mais China e EUA disputam o mesmo quintal: o Pacífico, então naturalmente a Armadilha de Tucídetes pode ser aplicada.
É concordo, que realmente o Japão Imperial não estava preparado para uma guerra contra um país altamente industrializado, e que possuía principalmente algo que eles (Japoneses) não tinham, recursos naturais, o que os obrigou a adaptar suas forças(principalmente navais) e espalha-las onde poderiam conseguir esses recursos que na época em boa parte estava nas mãos de países europeus o que os levou a entrar em conflito com outras potências como Inglaterra, Austrália, Holanda, França e Rússia
“Os acordos comerciais dos EUA com a União Europeia e a Índia poderiam, em última instância, resultar na restrição do acesso da China a esses mercados, sob pena de tarifas punitivas, caso se recuse”
Andrew Korybko estava em coma nos últimos 3 anos ou então está apenas reciclando conteúdo de 2019 para escrever tal absurdo.
A essa altura do campeonato, Trump primeiro teria que coagir União Europeia, Índia, Brasil e Rússia para depois pensar em coagir a China.
Esse analista russófilo escrevia grandes análises antes da guerra da Ucrânia, agora virou um papagaio de alucinações sem nenhum embasamento.
Na realidade, o que a “Great Strategy” de Trump e sua equipe conseguiu fazer foi a UE assinar acordo com o Mercosul, Índia e provavelmente a UE vai firmar mais acordos com possíveis novos parceiros como ASEAN.
Todo esses acordos comerciais entre blocos/países só deteriora o porrete econômico de Washington como fará os países terem mais opções em alternativa aos EUA.
Agora como o amigo logo acima disse, a Rússia virou um país menor diante do embate China vs EUA, caso escolha o lado da China, a Rússia vai virar para a China o que a França é para os EUA.
Concordo com tudo, menos essa parte “a Rússia vai virar para a China o que a França é para os EUA.”
A parceria Rússia e China não envolve submissão como parcerias impostas pelos EUA, além disso China e Russia sabem que não podem desafiar e nem resistir EUA + alguns países europeus sozinhos.
Assim como a China obteve vantagens em estreitar relações com os EUA na década de 70 sem totalmente quebrar amizade com a União Soviética, a Russia agora pode fazer o mesmo, agora se os EUA jogarem esse jogo eles vão acabar fortalecendo a Russia indiretamente na tentativa de enfraquecer a China, mas se os EUA não tiverem sucesso em enfraquecer a China então terão 2 rivais mais fortalecidos ao invés de apenas 1, que no caso hoje seria só China.
É um jogo arriscado, a aposta mais segura seria tentar enfraquecer a China sem fortalecer ninguém indiretamente, nem Russia, nem Índia e nem Brasil, mas isso tornaria a contenção da China mais difícil e mais demorada.
Você está impondo uma visão de que a França foi e ainda é totalmente submissa à Washington, quando isso não é uma verdade.
Minha conclusão é que a Rússia, no futuro dominada pela rivalidade EUA-China, desempenhará o mesmo papel que a França desempenhou durante a rivalidade EUA-URSS.
Se você sabe o que os franceses fizeram, sabe do que estou falando.
Enquanto mantiverem seus arsenais nucleares e a capacidade espacial, bem como os outros principais meios de dissuasão estratégica em determinadas áreas (inteligência, cibersegurança, operações especiais, biotecnologia), essa é, sem dúvida, a solução mais viável para um jogo bem-sucedido a longo prazo no século XXI para o Kremlin.
Qualquer outra coisa e eles sucumbirão à pressão de oponentes mais fortes, tanto a leste (China) quanto a oeste (Europa/EUA).
Acho que não amigo,a Rússia hoje vende recursos para a China abaixo do preço pós está sobre forte pressão de sanções do ocidente, e a China sabe disso e se aproveita,mas no momento que o Ocidente começar a precionar a China com sanções ela vai ficar na mesma situação da Rússia, o que no meu ver vai fazer os chineses verem a Rússia como um pais muito mais importante o que levariam a fazerem acordos mais de igual para igual com russos.
A Rússia é uma super potência energética na qual seus recursos não podem ser tomado a força como Venezuela, Irã, e outros,é o único que pode salvar a China de uma crise energética.
A China nunca ficará em uma posição russa, porque os chineses não são tão burros a ponto de sair invadindo países sem determinar as consequências totais dessa ação.
Taiwan hoje só não foi invadido pelo PLA, porque o custo não militar ainda é alto para o PCCh, se fosse uma intenção de invadir sem estimar as consequências, a bandeira da RPC estaria tremulando em Taipei hoje.
Além disso, uma reação exagerada por parte da China só ocorreria em uma situação muito grave, como Taiwan declarar independência, o que é definido por força de lei na China.
Embora isso não seja o real diagnóstico, o problema em si é que o Ocidente não pode fazer a mesma coisa que fez com a Rússia, porque a China é muito mais abrangente e integrado ao comércio global do que os russos, o custo econômico para o Ocidente seria enorme e a crise de 2008 ou a pandemia seria “marolinha” para o que há de vir com essa tomada de ação contra Pequim.
Exatamente, sem contar que o principal parceiro comercial de Coreia, Japão e Taiwan é a China. Suas economias dependem mais da China do que quiser outro país. Outra coisa que se desconhecem por aqui é que os governos locais na China tem bastante autonomia e existe um controle de migração interna. Taiwan continuaria sendo habilitada pelas mesmas pessoas e teria que cuidar de sua economia.
Você se esquece da quantidade de capital ocidental investido na China e no tamanho no mercado consumidor chinês. Vale a pena estudar um pouco da história chinesa. O ocidente sempre precisou mais da China do que o inverso.
A França não é submissa aos EUA, Alemanha e Reino Unido são, até a Itália é, e MUITO, mas a França é o único país daquele continente, além da Sérvia, Belarus e Rússia, que não é subserviente.
Não passa de uma tese acadêmica desse teórico, pois o que está em jogo é impotência dos americanos em saber que suas instituições tecnologicas já foram superadas em várias áreas de atuação e as nações compreendem que não podem ficar a mercê de blefe político.
Tá mais fácil os americanos serem isolados pelo resto do mundo! A queda é certa, só não é imediata.
Bem irreal e inútil o texto. A IA com um bom prompt poderia gerar uma análise muito mais elaborada.
Impérios caem por problemas internos, Roma que o diga. O autor esquece os problemas socioeconômicos dos EUA, um país que fabricou lá nos anos 2000 um F-22, tem uma força militar fantástica e ainda não tem uma rede ferroviária de alta velocidade (pra ficar apenas nesse exemplo de infraestrutura). Isso meio que lembra a União Soviética que tinha uma estação espacial na década de 80 e não supria de forma eficiente bens básicos. Deu no que deu. No mais, espero que o Brasil e a nossa vizinhança consigam escapar desse abraço de afogado.
Não só isso, mas como a própria população americana está adoecendo e perdendo qualidade de vida. Pergunte a qualquer americano de classe média, ele vai te responder que há 10 anos o país era melhor.
Para a Russia é um excelente negocio.
“Desde então, a China ampliou sua corrente de comércio com Moscou de US$ 147 bilhões para US$ 250 bilhões, enquanto os europeus reduziram sua participação de US$ 300 bilhões para US$ 80 bilhões. O espaço deixado pelo Ocidente abre margem para eventual retorno de empresas americanas, especialmente no setor de energia.” – Entenda-se desde as sanções da guerra da Ucrania.
Isso é de uma noticia do site DCM, de hoje.
O custo de recosntrução da ucrania hj está avaliado em 500 bilhões de dólares. Trump nao quer pagar, Russia tbm nao. Vai sobrar para os europeus. Zelensky vai fugir pra Israel (sua nação verdadeira) ou será morto. Vai sobrar pra europa pagar essa bucha.
Eu avisei desde o inicio aqui neste msm site. Minions duvidam ate hj, vão vendo…
Pena o mundo não ter dado ouvidos a você,isso os pouparia de muito sofrimento
Quando eu vejo um povo com pouco mais de 200 anos achar, soberbamente, que pode tudo contra uma civilização de mais de 5000 anos eu sinto pena viu … a soberba precede a ruína!
Bom depende, o que não falta de exemplo na história são povos jovens surrando impérios antigos, o próprio EUA fez isso com o Império Britânico, Império Japonês, Império Espanhol, Império Alemão (se considerarmos a Alemanha como continuadora do Sacro Império), Iraque do Saddam, e por ai vai.
E tem gente que nega que o Kurybko seja pró-Rússia, quase todas as análises dele terminam de algum modo dizendo que é bom a Rússia tomar a Ucrânia, seja pra evitar um terceira guerra, ou qualquer coisa do gênero.
A China não me parece tão inocente a esse ponto.
Bom dia. É incrível como os tolos, condicionados por Hollywood e vídeo game a odiar a Rússia (e nem sabem por que), conseguem extrair leite de pedra. Certo. Continuem acreditando que: A) Trump não tem método e é um bobo; B) A Rússia é bicho papão e está quase entregando os pontos (a uns 20 anos); C) A Europa é forte, independente e perfeita e D) A China é a nova potência militar mundial e mais forte que a Rússia. Se os chinas tivessem um terço da coragem e determinação dos Russos, já teriam posto os EUA de joelhos e a questão não é paciência oriental é falta de fibra mesmo. Estão esperando criar uma marinha de 800 belonaves para invadir Formosa? até lá os EEUU e seus cúmplices já terão se preparados (agora os Americanos tem um governo competente e corajoso) e grande parte da vantagem estratégica e bélica chinesa se perderá. Sim. E em breve deve sair um novo missão impossível, abrir mais um McDonald no bairro e sair um novo black ops (risos).
A Rússia não pode confiar incondicionalmente na China; já há mapas chineses englobando metade da Sibéria, que sempre foi populacionalmente rarefeita, algo tentador para uma China superpopulosa.
Ou seja, a dupla Rússia-China não é totalmente estável, ao contrário dos EUA que, além de mais poderoso militar, econômica e tecnologicamente sozinho, ainda pode contar com a OTAN e outros aliados.