Com plano aprovado por credores, Avibras trabalha para voltar a operar em 2026
Astros AV-MTC da Avibras
A Avibras atualiza informações referentes às iniciativas que visam o início da retomada de suas operações em março de 2026.
Após três anos marcados pelo desgoverno da antiga administração, pelo processo de Recuperação Judicial e pela paralisação das atividades, foi elaborado um Plano de Reestruturação com a contribuição dos principais credores. O plano foi aprovado por 99,2% dos credores presentes na Assembleia Geral.
Em agosto de 2025, a Avibras passou por uma mudança de controle, com uma nova gestão focada na implementação do plano de reestruturação, que exige o atendimento de condições precedentes.
No que se refere às condições precedentes necessárias à retomada das operações, a companhia informa:
1 – As tratativas conjuntas conduzidas com o Sindicato dos Trabalhadores evoluem de forma consistente, pautadas pelo diálogo e pela responsabilidade entre as partes;
2 – As aquisições estratégicas pelo Exército Brasileiro seguem em andamento, aguardando confirmação de orçamento para sua efetivação;
3 – A negociação da transação tributária segue em curso com avanços junto aos órgãos competentes;
4 – A contribuição de recursos privados liderada por credores, está estruturada e disponível;
5 – A contribuição do Governo Brasileiro, na forma de fomento, permanece sem definição.
É possível uma solução brasileira, sustentável e alinhada aos interesses dos trabalhadores, clientes, credores e do País, permitindo a retomada da Avibras e contribuindo para o fortalecimento da soberania e da defesa nacional.
A Avibras reafirma seu compromisso com a transparência na condução do processo de reestruturação e seguirá envidando todos os esforços necessários, para viabilizar a retomada segura e sustentável de suas operações.■
Assessoria de Imprensa da Avibras

Já está mais que na hora de o Brasil criar um fundo Nacional de defesa para fomentar a indústria nacional de defesa. Criar, dentro das nossas condições, um complexo industrial-militar.
Já passou o tempo para o Governo do Brasil, fazer um plano mais efetivo de defesa.
Temos muito potencial para ser referencia nesse ramo.
Efetivo de indústria na verdade, pois não adianta ter um monte de empresas que vão comprar de fora, montar aqui e dizer que foi fabricado no Brasil. Para realmente termos independência industrial nesse setor, apoiar a indústria de transformação civil é imprescindível. Microchips para radares e sistemas eletrônicos embarcados, aço devidamente e especificamente trabalhado para blindagens pesadas para solo ou mais leve para aeronaves e por ai vai.
Desenvolver uma indústria militar é muito mais complexo do que apenas inaugurar uma fábrica e achar que a mesma produzirá tudo. Só lembrar da ENGESA com seus projetos Frankenstein, entupidos de tecnologias e equipamentos de diversas empresas de fora, aumentando os custos, dependência externa e complexidade em manutenções ( algo que é crucial para fecharmos ou não novos contratos, pois imagina comprar um monte de equipamento e ter que ficar pedindo autorização para uma quantidade absurda de países e empresas? ).
Fernandão, você de novo, não sabe o que está falando.
A Engesa em seus projetos ‘frankenstein,’ obtiveram muito sucesso justamente porque boa parte de seus componentes eram encontrados em vasta quantidade no mercado civil, diminuindo absurdamente os custos.
O que você está se referindo é única e exclusivamente ao Osório, que ainda quando comparado com similares no exterior, era barato. O fato de utilizar componentes de alta tecnologia de fora é porque simplesmente NÃO havia quem desenvolvesse nada nem remotamente parecido no Brasil. O que deveriam deixar de fazer? Parar o desenvolvimento ou ir substituindo componentes (após terem criado a demanda), conforme fossem ficando disponíveis no mercado nacional?
Até o Osório surgir, praticamente TODOS os projetos da Engesa tinham baixíssimo custo de manutenção, sendo que a maioria dos componentes mecânicos era toda produzida aqui, mesmo que fossem de empresas estrangeiras, mas instaladas aqui e com vasta aceitação Mundo afora. Por causa disso que foram sucesso de vendas.
O erro da Engesa no caso do Osório foi ter apostado todas as fichas em um produto cuja aquisição seria feita por um ator imerso em um cenário geopolítico altamente volátil, não tendo capacidade produtiva para fazer uma entrega de grande volume de forma célere, e sem que seu próprio governo (leia-se: Brasil) possa vir ao resgate em caso de problemas, e deu no que deu.
O erro Engesa era ser brasileira. O Estado nunca se importou com a nossa soberania e independência industrial bélica. Por que o EB não encomendou o Osório e o Sucuri, assim como fez com a dupla Cascavel e Urutu. A propósito, sem encomendas internas a Engesa teria sido uma das maiores fabricantes de blindados sobre rodas das décadas de 70 e 80? Sem encomendas a Avibrás terá o mesmo fim. Questão de tempo.
Não, o erro foi da Engesa mesmo. Que apostou tudo em um veículo que o Estado Brasileiro não tinha interesse por não ter como comprar. Estamos falando de fins dos anos 80 aqui. Lembra de quanto era a inflação?
Por mais fantástico que fosse (e era, mesmo antes de ter sido terminado) o Osório estava além das possibilidades do Brasil. Sucuri também. Só agora o EB está adquirindo algo similar ao Sucuri (se é que o EB vai conseguir mais unidades além das duas. Espero que sim).
Quando comparados à Cascavel, Urutu e as diversas modificações em outros veículos do EB para torná-los mais capazes, Osório e Sucuri eram caríssimos. Infelizmente foi um passo maior que as pernas.
Quando o desenvolvimento do Osório começou o EB deixou claro que não tinha interesse no blindado. Tanto é que a Engesa desenvolveu pensando sempre em exportação, o que não ocorreu depois que o Abrams ganhou a licitação dos Sauditas.
O Tamoyo tinha mais chances que o Osório…
O Tamoyo era perfeito para o EB! Inclusive no financeiro!!!
Mas…
Estado Brasileiro foi é burro, abandonaram o Tomoyo e queriam o Osorio, no final ficou sem os dois
Além dos blindados que tu citou, o EB adiquriu vários outros veículos da engesa, dentre caminhoes e veículos. Como o amigo acima falou, a engesa apostou no osorio e nao deu certo, some essa aposta errada o calote iraquiano.
Sobre a Avibras, parece que está se ajeitando, mas precisa diversificar seu seus produtos para ampliar seu mercado.
Não existe plano efetivo sem dinheiro
Ainda mais agora com a arrecadação recorde do governo em mais de 30 anos!
São mais de 300 bilhões!
Fundo para defesa é a melhor opção, ficaríamos mais seguros quantos a solavancos do PIB
Este fundo poderia vir através de uma tarifa minima ( tipo de 1 a 3%) sobre todo tipo de extração mineral no País, assim como o Chile tinha ou tem, sobre o cobre
Seria um fundo NACIONAL, isto é, com contribuições de todas as atividades econômicas que de uma maneira ou outra se beneficiam das ações das FAs, por exemplo, das companhias aéreas que usam o serviço de controle de tráfego aéreo, das empresas de vigilância e de produção de explosivos, que são fiscalizadas pelo EB ou das petrolíferas que contam com a patrulha da MB. Esse dinheiro seria “carimbado”, isto é, seria para aquisição de equipamentos, manutenção e custeio desses equipamentos, e pesquisa e desenvolvimento. Jamais deveria ser usado para custear pessoal.
Taxar atividades econômicas sejam industriais, comerciais ou de serviços tem um problema de elevação de custos produtivos, inflação, e incidência em cadeia.
Por outro lado pode ser taxado o estoque de riqueza nacional. O Brasil possui um estoque de riqueza gigantesco, da ordem de dezenas de trilhões de dólares. Um imposto para custeio de um fundo nacional de defesa de cerca de 1% ao ano já nos colocaria entre os maiores investidores do mundo nesse setor.
Uma outra estratégia é criar um fundo de equity. O fundo seria suprido por cerca de 5% dos custos de despesas do governo federal. funciona com o governo aportando o dinheiro e recebendo ações do fundo em troca. Esse fundo investe em ampliação da base industrial de defesa e não em compra de armas ou meios. A ideia aqui não é o governo se tornar sócio indefinidamente de empresas de defesa. As ações são repassadas como forma de pagamento das despesas correntes. Assim funcionários, prestadores de serviços e fornecedores saberiam que do que tem a receber do governo federal 95% seria em dinheiro e 5% em ações do fundo de investimento em ampliação, capacitação e instalação do parque industrial bélico.
As empresas que se creditassem para serem beneficiadas por esse fundo teriam legislação especifica que as obriga a distribuir dividendos mensalmente semelhante a um FII.
Há também a possibilidade de taxação de propriedades improdutivas. um imposto de 4% ao ano sobre propriedades improdutivas cria uma pressão tributaria para torná-las produtivas ou se desfazer delas. Uma alternativa a pagar esse imposto é o proprietário transformar essas propriedades em capital corrente e aportar em atividades produtivas normais. Isso por si só gera um acréscimo no PIB que reflete em ganho de arrecadação do governo. Outra opção com objetivo de estruturar a industrial de defesa nacional é a possibilidade oferecida pelo governo dessa propriedades serem convertidas em recursos que integrariam fundos de equity. privados com objetivo especifico de compor empresas de defesa. Quando a empresa se estabiliza e se torna lucrativa ao fundo faz o exit por IPO na B3. Os lucros da operação não seriam tributados desde que fossem reincorporados ao fundo para novo ciclo.
Por fim há a possibilidade de isentar industrias de defesa industriais de impostos e encargos trabalhistas bem como de impostos comerciais entre elas. Sem essa carga extra nos custos essas industrias se tornam mais competitivas, inclusive internacionalmente, ampliando a sua resiliência. Uma boa jogada aqui é só isentar as empresas que sejam de defesa com tecnologias de uso dual. Assim cada uma das empresas de defesa se sentem compelidas a ter um portfolio dual para acessar os benefícios tributários e ao mesmo tempo se tornarem mais seguras comercialmente.
Todos esses fundos seriam geridos por colegiado técnico, bloqueados para ingerência e discricionariedade politica, assessorados por corpo tecnico das forças armadas, submetidos a regras de compliance internacional e sujeitos a auditorias cruzadas publicas e privadas. Poderiam até ter sua movimentação toda registrada com contratos públicos abertos. Talvez o uso de blockchain para melhor transparência.
Uma única dessas estratégias já mudaria todo o cenário de industrias de defesa nacional. Todas elas juntas nos transformariam na terceira ou quarta potencia industrial do planeta em duas ou três décadas e numa das nações com maior segurança militar e capacidades de dizer não sem se sentir pressionado.
Enfim estratégias não faltam. O que falta é vontade politica e visão de estado.
Espero que seja para entregar aquilo que o EB já pagou e terminar enfim o MTC-300. Tomara também que João Brasil tenha sido de fato afastado da condução dos rumos do que sobrou da Avibrás.
Bora voltar com o projeto do Astros AA?
Acredito de deveríamos desenvolver soluções como o conceito de pocketfab para a produção de drones de vigilância autonomos e com pocketfabs em regioes estratégias. Algumas plataformas offshore deveria ter um sonar ativo e drone de vigilância autonomo. Assim não ficaríamos tão dependentes de satélites de terceiros para cumprir vigilância. Pelo que deu pra ver o brabo é ser atacado e você nem saber que isso está ocorrendo.
Imagine se os cascos das plataformas FPSO (aquelas feitas sobre cascos de navios) fossem reaproveitadas para bases fixas.
Inúmeras estão sendo retiradas de atividade pela Petrobrás.
Podem ser adquiridas por baixo custo.
Cerca de 20 a 30 milhoes cada.
Retira-se a parafernalia petrolifera e voce tem uma base flutuante.
Essas plataformas são tao grandes e massivas quanto um porta avioes. Umas 200.000 a 300.000 toneladas.
Poderiam ter de tudo. Até uma pista para pouso de drones. Elas possuem cerca de 300 metros de comprimento. Os tanque de petroleo possuem paredes duplas. uma vez descontaminados podem acomodar estoques e oficinas, as acomodaçoes sao estilo hotelaria. podem ter hospitais flutuantes. destacamentos do corpo de fuzileiros navais em lançhas rapidas.
Se equipadas com radares AESA very long range, capazes de operar modo SAR e uns 400 km de raio e sistemas de defesa proprios viram verdadeiras fortalezas distantes da costa.
A costa brasileira tem cerca de 7.500 km. Umas vinte plataformas dessas fixadas na borda da Zona Economica Exclusiva daria à MB um conhecimento e dominio que ela nem sonha possuir sobre a Amazonia Azul.
Como elas sao bem resistentes e ficam praticamente paradas sem sofrer stress como um navio normal devem durar bem uns 30 anos ainda se bem manutendidas. Se adcionarmos diques flutuantes podem docar navios pequenos. Talvez um NaP500BR.
Meu caro, precisamos ser inventivos e criativos para que a defesa nacional saia apenas da órbita militar, especialmente quando as doutrinas militares que temos estão paradas nos anos 1960.
Me parece haver uma clara diferença nas expectativas de apoio que a direção da Avibras quer da União e o que pensa o governo federal pra retomada dela, pois esse ainda está na expectativa de achar um investidor pra empresa enquanto aquela quer novos projetos de fomento:
https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2026/02/22/alckmin-diz-que-governo-busca-solucao-para-crise-da-avibras-e-evita-antecipar-planos-para-eleicoes-2026.ghtml
O que é viável eu realmente não faço idéia.
Quem teria coragem de firmar um grande contrato com uma empresa de defesa que está a três anos em processo de falência?!?
Se tiver direcionamento, investimento e projeto, não vejo porque não fariam. Sem o governo, a maioria das empresas de defesa dos E.U.A já teriam fechado às portas há décadas.
Da forma com que a Avibrás está, jogada à própria sorte, não vejo mesmo como ela poderá vingar, mas com um projeto para o setor de defesa, a mesma poderá se recuperar. Agora é ver se haverá essa mentalidade na nova diretoria da empresa para que cobrem dos militares e políticos esse compromisso que obrigatoriamente o estado tem que ter com empresas estratégicas.
Minha opinião: a Avibrás já era. os seus projetos deveriam ser repassados a outras.
Pior é que, vendo a situação das outras, tirando a EMBRAER, todas estão meio mal das pernas. Então a única solução, fora do desenvolvimento nacional, seria permitir a absorvição das nossas poucas empresas de defesa e equipamentos militares, por empresas/conglomerados externos, ficando, de vez, totalmente dependentes de compras de empresas de fora.
Mesma opinião ja morreu
A Akaer será a próxima Avibras, negócio lá está esquisito, inclusive com pedido de devolução de dinheiro investido.
Eu acho a Akaer bem diferente da Avibrás em razão da primeira ter sempre buscado uma maior diversificação de produtos, além de prestar serviços de engenharia também.
Mas realmente ela está com problemas financeiros. Tem o caso da Finep que você apontou. E hoje ela depende do Cascavel NG e das novas aeronaves D328eco LUS-222, todos os programas bem arriscados.
Infelizmente a Akaer não tem mais solução…eles vão pedir RJ e depois não vão pagar ninguém e fechar as portas
Se isso realmente acontecer, capaz de sobrar até para a SAAB, uma vez que ela já teve participação acionária na empresa e a Justiça do Trabalho costuma desconsiderar a personalidade jurídica de empresas para quitar dívidas com trabalhadores.
Mas espero que esteja errado e que a Akaer consiga sair dessa. Talvez de fizer um ajuste no tamanho da mão de obra em vez de empurrar com a barriga igual fez a Avibrás, ela consiga.
Ela ja trabalha com uma tamanho bem reduzido de funcionários…se diminuir e para fechar as pprtas
Notícias do sindicato e da Akaer dizem que esta possui 700 empregados.
O que Akaer está fabricando no momento? Os monóculos Olhar e meia dúzia de Cascavel NG. Aquelas partes das aeronaves que eu citei eu não sei dizer se realmente estão sendo fabricadas ou não.
Enfim, 700 pode ser muito ou pouco a depender do que eles estão produzindo no momento.
Aliás, eu faço essa pergunta também para a Avibrás que diz que irá recontratar 450 empregados. Eles fabricarão o quê? Há demanda para essa mão de obra?
A Avibrás tinha mais de 1000 empregados e praticamente não tinha encomendas. Só despesas sem receitas.Entrou em recuperação judicial e não fez um PDV ou mesmo uma dispensa coletiva. Ficou anos acumulando dívidas com os trabalhadores por não ter feito isso.
O Brasil deveria comprar umas duas baterias do sistema astros por ano durante uns 5 anos para não parar a produção, e nesse intervalo de tempo a empresa poderia fazer modernização do programa
Poderiam desenvolver um para lançamentos anti-navio, anti-aéreo e até anti-drones ( que estão se mostrando um problema crucial nos conflitos modernos ).
Demanda e projetos realmente interessantes não faltam, o negócio é direcioná-los e investir na empresa, senão, daqui a pouco realmente não terá mais solução.
Ja encomendou e até agora não recebeu. Em que sentir seriedade para sentar e renegociar as entregar pagas para depois pensar em encomendas a curto e médio prazo.
Continua evidente que os investidores não vão arcar com a retomada das operações antes do governo formalizar apoio financeiro, através da retomada de pagamentos de contratos já assinados (EB) e assinatura de novos.
Os itens 2 e 5 deixam isso claros.
Mas tudo isso tem um porém.
A empresa é inadimplente na entrega de produtos contratados.
A empresa tem dívidas trabalhistas pendentes.
Se estes dois itens não forem resolvidos, a empresa não consegue recuperar a certidão negativa.de débitos (CDN).
Sem essa certidão ela não pode receber do Governo nem assinar novos contratos.
Isto está fundamentado na legislação pela Lei de Licitações (Lei 14.133/2021).
Eles criam um CNPJ novo e participam da licitação com todas as CNDs.
De acordo. Eles criaram uma UPI para salvaguardar a área produtiva e o patrimônio das dívidas. Foi inteligente.
Mas antes do Estado injetar dinheiros via novos contratos, a empresa precisará ser reestabelecida, engenheiros e técnicos especializados recontratados.
Gostaria de ver isto dar certo, mas os riscos são altos e o lastro de dividas pode expandir.
Pesquisando aqui, apenas para quitar as dividas trabalhistas o valor estimado das parcelas são de:
* Nos primeiros 2 anos: Cerca de R$ 3,3 milhões por mês.
* No 3º ano: Cerca de R$ 6,6 milhões por mês.
* No 4º ano: Cerca de R$ 13,3 milhões por mês.
E estes valores concorrem ainda com:
* Parcelas dos pagamentos para credores (onde boa parte teve descontos e parcelamentos de longo prazo).
* Folha de pagamento atual.
* Reativação e manutenção do equipamento atualmente instalado em parque.
* Compra e atualização de novos equipamentos.
* Custos com despesas fixas, estruturais e operacionais.
Tudo isso aí entra no Burn Rate.
Concordo com tudo que disse.
E ainda acrescento que os fornecedores que levaram calote dificilmente vão fornecer sem começar a receber o atrasado ou, pelo menos, receber de forma adiantada pelos novos insumos.
Então também acho difícil a Avibrás voltar a ser produtiva e lucrativa.
Vão tentar forçar uma compra do EB e talvez entreguem alguma coisa. Ou só vão embolsar o dinheiro e ponto final.
Sobre o item 2:
“As aquisições estratégicas pelo Exército Brasileiro seguem em andamento, aguardando confirmação de orçamento para sua efetivação”
O Eb tem encomendas a serem efetivadas?
Que Novela , ate o momento Planos de retorno.. nada ainda!
A Avibras não tem futuro , sindicato dando pitaco , consórcio de administradores , uma dívida trabalhista gigante e prá finalizar, ela não possuem uma cartela de produtos prontos prá uso imediato , apenas o Astros com tecnologia dos anos 70 ! Passen o AV-MTC para a EMBRAER defesa e liquidem logo a Avibras , ela já se contaminou com sindicato e maus administradores !
Passem o AV-MTC para a EMBRAER defesa , a Avibras não tem futuro , não possuem produtos prontos com relevância, apenas o Astros com tecnologia da década de 70 , além disso já deu prá notar que está contaminada por sindicato parasita e este consórcio de administradores possuem o comprometimento do evangélico vorcaro , deixem a Avibras descansar , já deu !
Que bom que não seguiu o mesmo fim da Engesa. Ainda há esperança.
A indústria Nacional, precisa de mais incentivo do Governo. É um pecado empresa como a avibras com tantos projetos em andamento estar parada.
Espero que concluam o MTC , e cumpram o contrato de 100 mísseis para o EB , iniciando a produção em escala do míssel, com grande potencial de vendas para outros usuários do Astros como Malásia e Arábia Saudita .
Patético a negligência dos governos Lula e Bolsonaro em relação a essa empresa estratégica!!