Sistema sul-coreano Cheongung II é testado em combate no conflito com o Irã e registra alta taxa de interceptação

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Sistema sul-coreano Cheongung II é testado em combate no conflito com o Irã

O sistema sul-coreano de defesa aérea e antimísseis Cheongung II (KM-SAM Block II) teria sido empregado pela primeira vez em combate real durante a atual guerra envolvendo o Irã, segundo fontes militares da Coreia do Sul. As baterias operadas pelos Emirados Árabes Unidos foram utilizadas em conjunto com sistemas Patriot de origem americana e o Arrow israelense para conter ondas de mísseis balísticos e de drones lançados por Teerã.

De acordo com autoridades militares sul-coreanas, a taxa geral de interceptação dos Emirados teria alcançado cerca de 90%, com desempenho semelhante atribuído especificamente ao Cheongung-II. O sistema foi adquirido por Abu Dhabi em janeiro de 2022 em um contrato estimado em US$ 3,5 bilhões, o maior acordo de exportação de defesa já firmado por Seul até então. A Arábia Saudita também encomendou o sistema e aguarda a entrega das unidades.

Fontes da indústria de defesa sul-coreana afirmam que cada bateria do Cheongung-II custaria aproximadamente um terço do valor de uma bateria Patriot, tornando-a competitiva no mercado internacional de defesa aérea. Com a crescente demanda global por interceptadores de mísseis, o desempenho operacional no conflito pode impulsionar novas vendas. Atualmente, entre 100 e 200 militares sul-coreanos permanecem destacados nos Emirados como parte do contingente “Akh”, em missão rotativa de treinamento bilateral.■

Cheongung II

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NEMOrevoltado
NEMOrevoltado
4 dias atrás

Calma, o dia em que drones e misseis cairem sobre nós, as tres forças irão entender a necessidade destes sistemas. Mas aí já não terá tempo.

Última edição 4 dias atrás por NEMOrevoltado
RDX
RDX
Responder para  NEMOrevoltado
4 dias atrás

Segundo os militares (e os papagaios) que frequentam este blog os caças da FAB dão conta. Rss

José Gregório
José Gregório
Responder para  RDX
4 dias atrás

Kkk Exatamente, os 10 gripados vigiam 8.511.965 km² do Brasil.

Renato Pereira
Renato Pereira
Responder para  RDX
3 dias atrás

Quais caças???

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

art
art
Responder para  RDX
2 dias atrás

Esse é o pensamento da FAB. Gripen dá conta. Porém isso ocorre por falta de recursos, a farinha é pouca, meu pirão vem primeiro.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  art
2 dias atrás

Mas já que a farinha é pouca, deveriam adquirir armamentos mais em conta ao invés de se acharem “Prima donnas” com arroubos de US Navy, Royal Navy e outras forças badaladas…

Se a carteira é fraca, improvise com oque tem a disposição em seu bolso.

Quando uma compra é para um pequeno grupo como o corpo de fuzileiros Navais, que é vinculado a MB e tem um contingente de aproximadamente 16.000 a 18.000 militares, você pode adquirir veículos do Top de Mercedes-Benz Unimog,Oshkosh JLTV entre outros de qualidade reconhecida e de preço superior.

Mas quando é para os militares em geral, você tem que procurar alternativas, apesar que Iveco Guarani e Lynx não há nada de desabonador quanto a qualidade deles…

É aquele negócio, não temos grana para adquirir helicópteros de ataque nato em grande quantidade?!

comment image

Compremos militarizados ou militares com kit de armas.

comment image

Para mim o problema de nossa defesa, não é o tamanho do bolo destinado para as três forças, pois indiferente do valor, da fatia do PIB, seja esta 2-3-4%, se não souberem gerenciar, queimar gordura, poderíamos ter o percentual da Rússia ou Alemanha destinado para a defesa mas continuaríamos com aquela gigantesca fatia do bolo destinado a ativos, aposentados e pensionistas(cerca de 74% a 80%).

E a merreca restante indo para investimentos em equipamentos (aparelhamento), manutenção de meios e organizações militares e projetos das três forças.

seria como enxugar gelo!



Última edição 2 dias atrás por Adriano Madureira
José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  NEMOrevoltado
2 dias atrás

Isso é culpa do governo brasileiro, e não das forças armadas, o dono do dinheiro é o governo.

Obi-Wan
Obi-Wan
4 dias atrás

Uma pena que o alcance efetivo: 40 km, não seria uma má ideia no EB, se a eficiência deles foi bom que estão dizendo. Poderia o EB ir trás para saber melhor

José Gregório
José Gregório
Responder para  Obi-Wan
4 dias atrás

O Brasil não vai comprar nada, amigo, é tudo fumaça, além disso somente 1 sistema não vai fazer nenhuma diferença, seria preciso um planejamento global de décadas para suprir a lacuna de sistemas AAe de área no Brasil, o que não é o caso; enquanto isso estamos brigando por CPIs de corrupção, corrupção e corrupção, no Brasil só se fala em corrupção…Ainda bem que temos os salvadores da democracia trabalhando muito, que vivem passeando nos jatinhos do GTE, pra eles nunca falta orçamento.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  José Gregório
2 dias atrás

Acho também que o problema do Brasil é a “europeização” dos meios militares nas três forças.

Tipo: A pistola padrão do EB era a IMBEL M973 9mm(derivada da M1911A1),atualmente, ela está sendo substituída por modelos mais modernos como a Beretta M975 e versões da IMBEL MD1 GC, que oferecem maior capacidade de munição e melhor ergonomia.

Porquê usar Beretta ao invés de produto nacional?!

YUFERFLLO
YUFERFLLO
Responder para  Obi-Wan
4 dias atrás

o EB já está com os CAMM ER escolhido, que com algumas modificações provavelmente poderá usar os CAMM MR com 100km de alcance e que poderá ser usado para defesa contra misseis balísticos

Kornet
Kornet
Responder para  YUFERFLLO
4 dias atrás

Os sul-coreanos estão desenvolvendo um de 150km.

YUFERFLLO
YUFERFLLO
Responder para  Kornet
4 dias atrás

isso é bom para eles que já tem uma base industrial e vários sistemas anti aéreos, já o Brasil ainda irá receber seu primeiro sistema anti aéreo de médio alcance, ou seja precisamos maximizar o máximo possível de unidades desses sistemas para irmos a outro que terá uma cadeia de suprimentos completamente diferente

Última edição 4 dias atrás por YUFERFLLO
Francsico
Francsico
Responder para  YUFERFLLO
3 dias atrás

Receber o que??? não tem nada assinado

Mauricio R.
Responder para  YUFERFLLO
3 dias atrás

Tem contrato assinado?
Verba emprenhada?
Senão não há nada que impeça as ffaa de irem atrás desse sistema.
A ideia de optar pelo EMADS somente pq usaria em um dado momento os mesmos misseis que a MB usará nas FCT, e assim obter alguma economia de escala, é bem fraquinha.
E fica pior ainda e mais cara também, qndo se fala em adicionar o míssil CAMM MR, que demandaria alterações nos veículos transportadores/lançadores da bateria.
Para a FAB o EMADS não faz sentido algum, qualquer um dos mísseis CAMM lhes é um completo desconhecido, afinal os caças Gripen operam mísseis IRIS-T e MDBA Meteor.
Esse mesmo míssil IRIS-T também é utilizado em uma família de sistemas de interceptação anti aérea, o SLS de curto alcance, o SLM de médio alcance e quem sabe o futuro SLX, para além do alcance de 40km.
Essa integração, consolidação de meios é bonitinha no papel, mas se não se observam as características peculiares de cada força singular, pode acabar se tornando cara e ineficaz.

Francsico
Francsico
Responder para  YUFERFLLO
3 dias atrás

agora só falta o principal a grana $$ e a assinatura kkk

Artemis
Responder para  Obi-Wan
4 dias atrás

Para proteger o que ? Não adiante vc olocar folhas de ouro nas molduras estando elas infiltradas de ” cupins” !

Kornet
Kornet
Responder para  Obi-Wan
4 dias atrás

Seria bom comparações de preço,alcance dos mísseis na horizontal e vertical do Barack MX,EMADSe desse sul-coreano.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
4 dias atrás

Poderiam ser bons parceiros para o Brasil, infelizmente o alto comando Milicada com seus antolhos de couro Conolly, ao invés de diversificar e procurar outras BIDs que possam ter produtos interessantes tanto em qualidade como em preço, preferem ficarem presos a velha panelinha Francesa,alemã,italiana,inglesa e estadounidense ao invés de DIVERSIFICAR…



Mauricio R.
Responder para  Adriano Madureira
3 dias atrás

Outra forma de diversificação seriam as empresas interessadas em fornecer sistemas similares a este, obterem a tecnologia junto aos fabricantes desses sistemas.
Ao invés da União adquirir a tecnologia, para somente a Embraer usar…

Alexandre Costa
Alexandre Costa
Responder para  Mauricio R.
3 dias atrás

Pronto, lá vem o Maurício criticar a Embraer de novo.

A Embraer é um dos pouquíssimos casos de sucesso do nosso país. Eu fico curioso pra saber porque você tem tanta birra com eles.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Mauricio R.
3 dias atrás

Nesse caso aí, a EMBRAER não ia se envolver na parte dos mísseis, mas a questão de radar, se tivesse ToT ou fabricação local ela é a única que tem capacidade pra isso

Mauricio R.
Responder para  Carlos Campos
2 dias atrás

Mas esse é justamente o problema, a Embraer sempre necessita de ToT, para fazer tudo aquilo que ela própria não tem a competência pra desenvolver a tecnologia necessária.
E quem compra e paga por essa ToT, é sempre a União.
Que tal a Embraer colocar o dinheiro dela, na reta?

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Mauricio R.
3 dias atrás

Agora me diz qual empresa interessada faria esse investimento sendo que dependeria do Estado Brasileiro para compras? Qual empresário Brasileiro deu aquele passo adiante patriótico na hora que a SAAB estava procurando parceiros para fazer a fábrica de estruturas? Nenhum. Acabou tendo que abrir por conta própria para cumprir requisito de contrato e tem um monte de gente dizendo que é transferência de tecnologia de si mesma para si mesma, mas não teve UM Brasileiro que quis arriscar e investir.

E sabe do que mais? Tinham razão. Basta ver como priorizaram bem o cronograma financeiro do programa Gripen. É lastimável, mas é o que ocorre.

Renato Pereira
Renato Pereira
Responder para  Leandro Costa
3 dias atrás

A única área realmente organizada por aqui é o da canalhice!

Roubo, corrupção, fraudes…esquematizado desde a Era Imperial!

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Leandro Costa
3 dias atrás

Agora me diz qual empresa interessada faria esse investimento sendo que dependeria do Estado Brasileiro para compras?” 

Não adianta uma empresa nacional apostar o seu na reta, torrar milhões de reais e dólares para depois nossos garbosos militares fazerem compras a varejo, em quantidades broxantes…

Acreditar em uma defesa que faz compras parcas para suas forças militares é uma aposta arriscada, basta ver aquela quantidade risível de misseis Harpoon comprado para os P-3 Órion.

Se não me engano foram 16 mísseis e nem eram das últimas versões…

CRSOV
CRSOV
4 dias atrás

Os iranianos por enquanto estão usando os mísseis antigos produzidos pelo menos uns 10 a 15 anos atrás. Será que contra os mísseis mais modernos essa taxa de interceptação se manterá bem elevada ?

Plínio Jr
Plínio Jr
Responder para  CRSOV
4 dias atrás

Papinho, eles estão usando tudo o que tem disponível ….

Artemis
4 dias atrás

O Brasil não precisa disto , aqui na AL as coisas estão tranquilas , tirando o vorcaro o STF e os consignados dos aposentados !

Abymael
Abymael
4 dias atrás

A gênese desse SAM foi uma parceria com a Rússia. Usaram como base o S-350, se não me engano. Mas a parceria se desfez em meio ao desenvolvimento.

RDX
RDX
4 dias atrás

O terceiro usuário desse sistema na região é o Iraque.
O KM-SAM (M-SAM para a Coreia do Sul) utiliza míssil derivado do 9M96 (usado nos S350 e S400) e radar derivado do S400.

Última edição 4 dias atrás por RDX
Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  RDX
4 dias atrás

Exatamente.

Os mísseis 9M96 também são usados no sistema Redut (sistema antiaéreo naval) usado nas fragatas classe Almirante Gorshkov, algumas corvetas e também na modernização do Cruzador de Batalha da classe Kirov o Almirante Nakhimov.

Mísseis 9M100 com cerca de 15 km de alcance são quadpacked (armazenados4 por célula)
Mísseis 9M96E com 40 km de alcance (similar ao míssil sul-coreano)
Mísseis 9M96E2 com 120 km de alcance (versões iniciais, as mais novas atingiram 150 km de alcance.

Última edição 4 dias atrás por Luís Henrique
Andromeda1016
Andromeda1016
2 dias atrás

Equipamentos desenvolvidos graças à transferência de tecnologia dos Russos. Foi numa época em que a União Soviética havia desaparecido e a Rússia estava desesperada por dinheiro. Dizem que naquela época também chegaram a vender o arquivos contendo os desenhos esquemáticos de um submarino nuclear e de seu reator nuclear para um funcionário da DSME, atual Hanwha Ocean (primeiro submarino nuclear da Coreia está prevista para iniciar construção daqui a pouco). Foi oferecido arquivo de uma bomba nuclear também, mas isso os coreanos recusaram por temor aos gringos. Tenho a impressão que os Russos forneceram tecnologias bélicas aos coreanos por motivos estratégicos.

RDX
RDX
2 dias atrás

Por falar em S-400, a Turquia entrou pelo cano…comprou o S-400 (que nunca será integrado ao sistema da OTAN e que atualmente está armazenado) , foi expulsa do programa F-35 e agora depende dos EUA para defesa antiaérea de longo alcance. Basta dizer que um drone kamikaze lançado contra o território turco foi interceptado por um Patriot dos EUA.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
2 dias atrás

Em 2024, o Iraque adquiriu oito baterias desse sistema, também conhecido como “Patriot Coreano”, e deverá ter um valor aproximado de 3,5 trilhões de won coreanos, ou cerca de US$ 2,63 bilhões. 

As discussões para este acordo começaram durante a visita do Ministro da Defesa iraquiano, Thabet Mohammed Al-Abbasi, ao seu homólogo sul-coreano em 21 de março de 2024, para discutir a cooperação militar. 
Durante essa visita, a aquisição dos sistemas de mísseis terra-ar M-SAM II foi um tópico central, e as negociações continuaram desde então com o objetivo de finalizar o contrato.

Informações indicam que o lado iraquiano manifestou interesse na entrega imediata de três baterias M-SAM II, ao que a Coreia do Sul respondeu indicando que duas baterias poderiam ser entregues inicialmente. 
Um representante da Administração do Programa de Aquisição de Defesa da Coreia do Sul (DAPA) confirmou que as negociações estão em fase final, com empresas sul-coreanas trabalhando para concluir os detalhes restantes.

Outros países como Malásia, Emirados Árabes unidos e Arábia Saudita estão adquirindo o míssil sul coreano.

E tendo uma taxa geral de interceptação alcançando cerca de 90%, não há como questionar sua capacidade.

um míssil Cheongung custa cerca de 1,5 bilhão de won (US$ 1,1 milhão)um terço do preço de um míssil Patriot.

O preço unitário para EMADS da MBDA,especificamente o sistema Land Ceptor/CAMM,que variam de acordo com o contrato, pois trata-se de um pacote de sistema e não de uma unidade individual. 
Um contrato recente, para 2025, avaliou seis lançadores em aproximadamente [valor omitido].£118 milhões (aproximadamente US$158 milhões). 

  • Preço unitário do sistema (2025): Um contrato do Reino Unido, datado de agosto de 2025, indicou que seis lançadores Land Ceptor, juntamente com veículos de apoio à unidade de fogo, sistemas de avaliação de ameaças e de atribuição de armas, custariam £118 milhões (US$ 158 milhões), o que sugere aproximadamente US$ 26 milhões por sistema de lançamento (excluindo mísseis).
  • Pacote de Sistema Total (Brasil): Relatórios de julho de 2025 sugeriram que o Brasil estava negociando um acordo de R$ 5 bilhões (aproximadamente US$ 900 milhões a US$ 1 bilhão ) para um pacote EMADS abrangente, que normalmente inclui múltiplos lançadores, unidades de radar e mísseis.
  • Custos dos mísseis: Embora não haja uma discriminação específica, os mísseis CAMM são geralmente considerados mais econômicos do que interceptores maiores e de maior alcance, visto que o sistema foi projetado para atingir alvos a um custo menor por disparo. 
Jose Pereira
Jose Pereira
1 dia atrás

leigo que sou…observo que mesmo com a alta taxa de êxito nas interceptações, custo beneficio ao derrubar um drone é bem complicado.
gasta-se milhões de dólares para derrubar um drone que miseravelmente custa 1% disso.

é um enxame de drones baratos pode para uma refinaria.
investimento em defesa tem que observar a fabricação de drones, não há outro caminho.

Os Estados Unidos se despuseram do orgulho idiota e fizeram a engenharia reversa do HESA Shahed 136 iraniano, criando o Lucas ,drone de baixo custo e alta taxa de bom desempenho no campo de batalha.

Os russos pelo mesmo caminho a engenharia reversa fizeram o geran 2.

E o Brasil…esquece…

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Jose Pereira
1 dia atrás

Parece que tanto Israel quanto EUA estão fazendo uso operacional, pela primeira vez, de armamento de energia dirigida para abater drones e, no caso de Israel, foguetes. Lasers.

Andromeda1016
Andromeda1016
Responder para  Leandro Costa
1 dia atrás

Sim. Laser é a solução em que os gringos e outros países estão apostando para lidar com os drones baratos.

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Andromeda1016
1 dia atrás

Eu sinceramente acho que essa é a melhor solução mesmo.

Se os videos que vi realmente se confirmarem, então o resultado, pelo menos dos lasers usados por Israel, é bastante animador.

Jose Pereira
Jose Pereira
Responder para  Leandro Costa
1 dia atrás

Vou pesquisar sobre o custo de fabricação e manutenção de equipamentos a laser.
boa iniciativa.

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Jose Pereira
1 dia atrás

Jose, creio que o custo de aquisição deve ser bem alto. Mas levando-se em consideração de que não usa munição, apesar de necessitar de um abastecimento de energia parrudo.

Careço de maiores informações também, portanto o que encontrar, se puder compartilhar, eu ficaria agradecido.

RDX
RDX
Responder para  Leandro Costa
1 dia atrás
Última edição 1 dia atrás por RDX