Trump diz que campanha contra o Irã ‘vai muito bem’ e sugere liderança interna para Teerã no pós-guerra
Trump e Merz
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou nesta terça-feira uma avaliação otimista da campanha militar contra o Irã, afirmando que os esforços de Washington e de seus aliados estão gerando resultados significativos no teatro de guerra. Em declarações na Casa Branca, durante um encontro com o chanceler alemão Friedrich Merz, Trump afirmou que as capacidades militares iranianas foram severamente reduzidas. “Eles não têm mais marinha, não têm mais força aérea, não têm detecção aérea — isso foi praticamente derrubado”, disse o presidente, destacando o avanço das operações em curso.
Ainda assim, Trump admitiu que o Irã continua lançando mísseis contra países do Golfo, mas afirmou que os Estados Unidos estão atacando as instalações responsáveis por esses disparos para neutralizar a ameaça. O presidente destacou a coordenação com aliados europeus como parte de uma estratégia mais ampla e minimizou preocupações sobre uma longa campanha, apesar de reconhecimentos públicos de que a operação pode entrar em fases subsequentes. Sua declaração otimista ocorre em meio a relatos de contínua hostilidade na região e a reações internacionais variadas às ações militares lideradas pelos EUA e por Israel.
Além de comentar a situação militar, Trump também se referiu ao futuro político do Irã após o fim do conflito e à morte do líder supremo, Ayatollah Ali Khamenei, em decorrência dos ataques, confirmada recentemente pela mídia iraniana. O presidente sugeriu que seria preferível que um novo líder surgisse do próprio Irã, em vez de figuras como Reza Pahlavi, filho do último Xá, o que evidencia incertezas quanto à sucessão política. “O pior cenário seria que fizéssemos isso e então alguém assumisse que fosse tão ruim quanto o anterior”, afirmou, apontando que os EUA não desejam esse desfecho.
Essa visão de Trump reflete uma mudança no discurso sobre os objetivos da campanha, que inicialmente foram apresentados com foco em neutralizar ameaças nucleares e de mísseis e agora se estendem à mudança de regime no Irã.
Comando Militar dos EUA afirma ter atacado 1.700 alvos em operação no Irã
O Comando Central dos EUA (CENTCOM) informou, em comunicado, que realizou ataques contra mais de 1.700 alvos no Irã. Os ataques, que começaram no sábado, tiveram como alvo navios da Marinha iraniana, submarinos e instalações de mísseis antinavio, além de centros de comando e controle.■

Nessa altura do campeonato, alguém ainda dá relevância pras merdas que esse laranjão fala ?
As suas “falas” que são relevantes.
Certo, Zé há aqui figuras como vc que dá relevância, aos interesses do agiota que através do terror quer que o mundo continue a subsídiar os déficits americano. Bananinha fez escola, ” se o Trump tiver que arrasar que faça”. Libertário gosta de terra arrasada rsrsr o Milei que o diga.
Não fique triste, com os inúmeros acontecimentos por aqui, logo logo vai sobrar para nós também.
Galerinha do DCE estão nervosas kkk
O pior é que ele fala uma coisa, o Rubio outra e o Hegseth uma terceira (fora a quarta que é alguma bobageira com pegada religiosa messianica que esse passa pras tropas).
Olha sem entrar em disputas desnecessárias, muita, mais muita coisa mesmo do que ele falou e fala, ele esta fazendo.
O pessoal tem memória curta/seletiva, mas vamos ajudar, mande eles assistirem novamente pela milésima vez o discurso do vice presidente dos EUA ano passado na Alemanha, quem sabe dessa vez consigam entender o que está acontecendo, gostem ou não, se vai ser bom ou não, são outras questões, o fato é, o que foi dito naquele discurso está sendo colocado em pratica, simples assim.
Mudança de regime vai exigir boots on the ground.
Tem muito fanático do regime por lá. Repetir o que fizeram na Venezuela vai ser difícil.
“boots on the ground” em 20 anos não foram suficientes pra impor uma república no afeganistão, imagina no irã logo após matarem seu líder religioso.
A ironia: Os Persas a civilização antiga Ciro o grande.. A política persa de tolerância permitiu que os judeus retornassem a Jerusalém, reconstruíssem o templo e mantivessem sua autonomia religiosa. Ciro é até mencionado em termos positivos na Bíblia (Isaías 45).
Concordo, vão precisar ocupar para tirar a guarda revolucionaria dali e os aiatolas.
Venezuela era de boas porque todo mundo cagava para o Maduro, Irã é um país com um monte de lunático religioso que não se importa de morrer.
Sonho de Israel é a balcanização do Irã e querem meter os curdos nessa furada.
“A Espanha tem sido terrível. Na verdade, eu disse ao Scott [Bessnet, secretário do Tesouro] para cortar todas as relações com a Espanha. A Espanha chegou a dizer que não podemos usar as bases deles. E tudo bem. Podemos usar a base deles se quisermos. Podemos simplesmente entrar voando e usá-la. Ninguém vai nos dizer que não podemos usá-la”, disse Trump.
Vai muito bem a guerra. Diga isto para as crianças da escola explodida no meio da aula, depois de um ataque sem aviso, vil e traiçoeiro.
Apenas 175 mortos na escola. Para o Trump, e para seus vassalos, apenas danos colaterais. Deve dormir bem à noite. Imagine mandar sua filha pra escola e um lunático decidir agredir seu país, explodindo sua família e depois dar risadas em Mar a Lago?
Se houver realmente uma “mudança forçada” de regime, os EUA ou Israel, irão indenizar as famílias das vítimas.
Está de brincadeira, né?
Acordem para a vida senhores Vinícius Momesso não está brincando assim com outros por aqui, 175 crianças mortas, e uma possível indenização limpa a consciência dessa gente.
Acorda para vida, voce esta falando como um monstro que nao tem nenhum valor na vida das pessoas.
O pior não é apenas este ataque, mas sim que 5 pessoas te negativaram. Como estas pessoas que comentam apoiam mortes de crianças? Estas mesmas pessoas que apoiam o Trump (sejam americanos ou brasileiros vassalos deles que comentam aqui) estariam aplaudindo o bigodudo austríaco de pé se estivessem em nos anos 30 e 40. Para eles, a vida é seletiva.
Percebi isso num outro post de outra notícia que citou esse ataque e foi bem negativado.
Antigamente eu falava em tom de deboche que, na política de massa, no futuro veríamos gente passando pano até pra pedofilia, se alguém dissesse que isso é contra o outro lado ou qualquer outra bobagem que fosse vendida pela propaganda.
Eu estava parcialmente enganado: hoje se faz vista grossa não só pra pedofilia se o político for do próprio gosto, mas também para a própria morte de crianças, desde que isso gere uma dose de dopamina pela sensação de “vitória” sobre o outro lado.
O mundo realmente jaz no maligno.
O governo dos EUA e o próprio país parecem ter assumido o papel de delinquentes globais. É o retrato clássico da decadência de um império: barulhento, armado e incapaz de reconhecer os próprios limites. Há um determinismo histórico que não se dissolve com discursos ou encenações diplomáticas, problemas não desaparecem porque alguém decide fingir que estão mortos. Resta ao mundo que ainda conserva alguma sanidade perceber o óbvio e agir em conjunto.
Nada mudará senhores, 156 crianças, futuros terroristas morreram. Antes era em Gaza, agora o Iran. Como em Gaza, parte do Iran virará cinzas, não toda porque é grande demais e só tem bomba para um mês, e o custo não pode ser maior, até mesmo porque está sendo paga pela econômica do O. Médio que vê setores importantes sendo paralisados por probabilidade de bomba que pode cair em qualquer lugar do Chipre da Comunidade Europeia a todos O.Medio.
Também pelo fato de ser uma guerra que tem na sociedade americana a mesma popularidade que a do Vietnam, ou seja, nenhuma. A Ucrânia para atingir a Rússia, a Venezuela para atingir a China, agora o Iran com mesmo intuito, basta ver as declarações do EUA. Isso antes da reunião com Xi. Depois próxima reunião com o Brasil. A forma como Trump irá vencer sua narrativa de vitória sobre o Iran, e a forma como esses países Iran, China e Brasil irão lidar com Trump e sua chantagem de terror mafiosa irá determinar o futuro da geopolítica no mundo, multilateralismo ou unilateral ismo.
Cuidado com traíra verde amarelo por fora e branco e vermelho por dentro, limpinho, excelente vernáculo, mas cheira a peixe fora do prazo.
Sua fala foi extremamente xenofobica ao se referir as criancas mortas como dano colateral.
No caso de Gaza passou longe de dano colateral.
Este comentário desumaniza crianças mortas ao chamá-las de ‘futuros terroristas’. Isso viola as regras contra discurso de ódio e apologia à violência. Peço análise da moderação.
Acredito que o colega acima se excedeu bastante.
Concordo com você, foi um dos piores comentários que já li por aqui. E isso não é pouca coisa.
Laranjão,…a essa altura, a oposição no Irã está sendo caçada como animais, e sendo enforcada e degolada. Não vai sobrar ninguém, e todos aqueles que protestaram, correm sério risco de vida,…um por um. “Parabéns, Laranjão”. É possível que troquemos desrespeito aos direitos humanos, por uma purga genocida descontrolada.
Israel bombardeou e matou, hoje, metade do staff político do Irã, inclusive os moderados e ultramoderados. Agora, o que vai sobrar, são os fanáticos do baixo clero da Guarda Revolucionária. Alguém realmente acredita que isso é para salvar o povo iraniano?
Manifestantes sendo mortos? Onde será que eu já vi isso mesmo? Será na “maior democracia do mundo”? E a Arábia Saudita? Por que ninguém critica aquele país ou as outras ditaduras da região? Porque se o problema for apenas democracia e desrespeito aos direitos humanos, os EUA deveriam ser os primeiros a serem criticados.
Então porque ele fez um pedido de cessar-fogo?
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/03/05/video-drones-explodem-em-aeroporto-no-azerbaijao-que-culpa-ira.ghtml
Mais um país na fronteira iraniana atingido.