EUA retiram sistemas Patriot e THAAD da Coreia do Sul e Japão para reforçar defesas no Oriente Médio
Os Estados Unidos iniciaram a realocação de sistemas de defesa antimísseis da Ásia para o Oriente Médio, incluindo baterias do sistema MIM-104 Patriot e elementos do sistema THAAD (Terminal High Altitude Area Defense), em meio à escalada militar na região. A decisão gerou preocupação entre os aliados asiáticos, especialmente na Coreia do Sul e no Japão.
Segundo autoridades sul-coreanas, Washington informou que parte desses equipamentos está sendo retirada de bases na Coreia do Sul para reforçar posições defensivas no Oriente Médio, onde bases norte-americanas vêm enfrentando ataques com mísseis e drones.
Governo sul-coreano protesta, mas admite limitações

O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, afirmou que Seul manifestou oposição à retirada de alguns sistemas de defesa aérea, mas reconheceu que o país não possui autoridade para impedir decisões operacionais das forças norte-americanas estacionadas em seu território.
Mesmo com a saída de parte dos equipamentos, o governo sul-coreano declarou que acredita poder manter capacidade suficiente para dissuadir ameaças da Coreia do Norte, graças ao nível de investimento militar do país e à sua capacidade convencional.
Reforço para operações no Oriente Médio

Analistas apontam que a redistribuição ocorre no contexto do conflito em curso entre os Estados Unidos, Israel e o Irã. A necessidade de reforçar as bases americanas no Golfo e em outros pontos estratégicos teria levado o Pentágono a deslocar sistemas antimísseis de outros teatros de operações.
Os sistemas Patriot e THAAD são considerados pilares da defesa antimísseis dos EUA. O THAAD foi projetado para interceptar mísseis balísticos em alta altitude durante a fase final do voo, enquanto o Patriot atua como uma camada adicional de defesa contra mísseis de curto e médio alcance.

Preocupações na Ásia
A retirada de parte dessas defesas gerou debate na Coreia do Sul e no Japão sobre possíveis lacunas temporárias na arquitetura regional de defesa antimísseis, especialmente diante das capacidades nucleares e balísticas da Coreia do Norte.
Ao mesmo tempo, especialistas observam que o movimento reflete a estratégia de “flexibilidade estratégica” dos Estados Unidos, que permite deslocar rapidamente forças militares entre diferentes regiões conforme evoluem as crises internacionais.
Apesar das preocupações, autoridades de defesa afirmaram que a cooperação militar entre Washington e seus aliados asiáticos permanece ativa e que os exercícios conjuntos e a presença de tropas americanas na região continuam como elementos centrais da dissuasão regional.
A redistribuição das defesas antimísseis ilustra como a guerra no Oriente Médio já está influenciando o posicionamento global das forças dos Estados Unidos, com efeitos diretos sobre a segurança estratégica em outras regiões do mundo.■

Cabe ao Japão e a Coréia do Sul “aprender” com a situação e tomar medidas para ter condições de se defender sem depender de equipamentos e armamentos de um “terceiro”.
A grande verdade é que ficou confortável para alguns países estarem sob o guarda-chuva americano, isso vale para a Ásia e para a Europa, ao ponto de existir reclamação quando o dono do “brinquedo” muda ele de lugar.
Que situações como Ucrânia, Venezuela e Irã sirvam minimamente para que a classe política de um certo país do sul da América aprenda, começando com investimento de pelo menos 1,5% do PIB em defesa (não adianta sonhar com 2%).
Não se acomodaram abaixo do guarda chuva americano, eles aproveitaram a situação da aliança para pegar a tecnologia e criaram programas próprios, isso faz parte do acordo, inclusive tirar a bateria também é um acordo…
Através de décadas foram absorvendo tecnologia americana e sendo colocado tecnologia própria aos poucos…foi pago e ainda é pago muito caro por isso….na verdade isso soa ofensivo para eles.
diferente dos Europeus que dormiram e reclavam quando os EUA jogavam na cara que eles financiavam a defesa da Europa, esses dois países, tem forças armadas fortes, e seus próprios sistemas antim[isseis, importados ou não
Do jeito que esses países são, principalmente a Coreia do Sul logo logo eles desenvolvem sistemas próprios.
Eles já tem, se chama, L-Sam e está em desenvolvimento uma segunda geração
Coreia do Sul lança desenvolvimento L-SAM II – Asian Military Review
E juravam de pé que o Irã não era capaz de causar danos nas AAs ocidentais.
O próprio estabilishment militar dos EUA avisou ao Trump do risco dessa guerra pela escassez de mísseis para esses sistemas, com o Irã mirando em radares em toda a região a situação só piorou.
Isto é para acalmar os Reinos !
Imagine o que os Chineses podem fazer…
Ataque de saturação coordenado utilizando multi-plataformas de lançamento pode gerar caos mesmo nos sistemas mais sofisticados, por isso tenho em mente que manuais e doutrinas são falhos e te preparam para a ultima guerra (estudos do passado)…pois a guerra do presente/futuro ninguém te prepara e você entra na vertente da teoria e ai que homens e meninos são separados e os players gastam bilhões em ciência e tecnologia.
Interessante que hoje temos provas de que (as vezes) a guerra começa de um jeito e muda completamente conforme vão passando o tempo (ela vai escalando).
A melhor forma é ter todos meios disponíveis para então ter a chance de escolher a melhor estratégia, usar a criatividade e aprender a se adaptar, e obviamente estar um passo a frente a seu inimigo.
Para reflexão temos que se atentar aos fatos….sequer poderíamos imaginar que seria necessário reaprender a fazer trincheiras, Israel foi atacado por terroristas usando paragliders…recentemente colocaram bombas em pagers…etc…etc…etc…falar coisas assim há alguns anos seria motivos de chacotas, mas temos muito a aprender com tudo isso.
Um recado claro para quem importa armas, não aguenta uma guerra prolongada, podemos questionar a qualidade das armas do Irã, mas são deles e o que parece está funcionando.
Eu digo e repito, se o Irã consegiu saturar as defesas dos EUA e Israel no Oriente Médio com misseis balisticos mais “simples”. Imagine os Chineses….
“O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, afirmou que Seul manifestou oposição à retirada de alguns sistemas de defesa aérea, mas reconheceu que o país não possui autoridade para impedir decisões operacionais das forças norte-americanas estacionadas em seu território.”
Caramba. Não dá pra entender como países com histórias tão vetustas e densas se prestam a esse tipo de subserviência.
E não, não estou dizendo que a CS deveria “impedir” os EUA de retirar de lá esses mísseis. Estou dizendo que não entendo como esses países permitem que um outro instale bases aéreas, mísseis e etc no seu território e aja, nesses lugares, como se ali fosse território dele (neste caso, os EUA). Duvido que algum japonês ou coreano consiga sequer entrar no perímetro desses lugares sem que seja, antes, autorizado pelos militares dos EUA. E ainda acrescento: estão certos (os EUA). Já que o próprio país não tem orgulho e amor próprio a ponto de permitir uma situação dessas, azar deles, os EUA tem mais é que mandar e desmandar ali mesmo, de forma acintosa e humilhante mesmo, para mostrar quem manda.
Nesse ponto eu invejo os EUA: como eles conseguiram fazer tanta gente mundo afora servir de capacho para eles e ainda gostar de ser capacho? Que feitiço é esse que eles descobriram? Aqui mesmo no nosso país vemos pessoas babando o ov8 deles, mesmo tendo ciência de que, para eles, somos apenas “chicanos”, uma subespécie menos valorizada que os animais de estimação deles…hoje, aquele Milei(y) personifica bem esse grupo: é tratado por eles como uma ratazana de laboratório por eles e não consegue esconder o seu sorriso de satisfação. Após ele deixar qualquer recinto da Casa Branca eu aposto que deve entrar uma equipe de desinsetização para esterilizar o ambiente, as autoridades dos EUA devem, após ter contato com ele, lavar as mãos com cândida e soda cáustica para evitar qualquer contaminação…e mesmo assim, cada vez que ele vai lá, é visível a sua satisfação por cada migalha que lhe é atirada pelo Laranja e seus assessores, ele chega a parecer eufórico, se controlando para não se jogar no chão e abanar o rabinho, rolar de lado, deitar e buscar o ossinho atirado.
De onde vem o fascínio dessas pessoas por esse povo que declaradamente os despreza?
Isso realmente eu invejo nos EUA. Queria que nos passassem essa receita.
Inclusive, eu acho que está mais do que na hora de mudar o termo “viralata” para denominar essas pessoas.
A coisa já chegou em um ponto que isso se torna uma ofensa aos cachorrinhos de rua, que são faceiros mas muito corajosos, enfrentam um pitbull para defender aqueles de quem gostam. Coisa que esses viralatas humanos deslumbrados jamais fariam, são covardes e se um dia os EUA invadirem o Brasil, são capazes de abrir a porta de casa e ainda oferecer a própria cama e a esposa de brinde para os Marines, e com muito gosto.
Eu sempre faço piada aqui dizendo que o Japão é uma espécie de “cuckhold country”, tem gente que fica brava, leva a sério, me xingam, e eu me divirto. Mas quando faço essa referência, é porque, realmente, custo a entender como esses países permitem isso.
” Coisa que esses viralatas humanos deslumbrados jamais fariam, são covardes e se um dia os EUA invadirem o Brasil, são capazes de abrir a porta de casa e ainda oferecer a própria cama e a esposa de brinde para os Marines, e com muito gosto.”
Eu não duvido que isso possa mesmo ocorrer já que há uma imensa parcela da população brasileira que aceita ser escrava voluntária do Estado cleptocrático formado por “honrados” cidadãos acima de qualquer suspeita e dotados do mais alto espírito público. rssss
Para conservar seus privilégios um grupo da população, e para não deixar de receber suas migalhas, outro grupo da população , aceitam ser enrabados sem dó por seres iluminados e não me causaria surpresa se esses mesmos abrissem as pernas para o primeiro que lhes garantissem manter os privilégios ou as esmolas.
Apesar da “esquerda” ter sempre pregado o relativismo axiológico, de uns tempos pra cá ela vem defendendo com unhas e dentes o “patriotismo” , chamando todos que não pertencem ao mesmo espectro político de “traidores”. rsss
Chega a ser cômico os defensores do “globalismo” e da “Pátria Grande” baterem na tecla do patriotismo e do nacionalismo (vestido de vermelho) como se patriotismo fosse um valor absoluto.
Só de curiosidade, “nenhuma” lei aprovada no CN tem origem interna ou foi apresentada pelos candidatos de modo a receber a aprovação ou não nas urnas.
Tudo vem de fora.
Nossa democracia relativa é uma comédia e eu poderia ficar o dia inteiro citando como os loucos tomaram conta do hospício.
Para que não abramos as portas de casa para um Marine o melhor que nossos governantes devem fazer é transformar a democracia relativa brasileira numa democracia real (ou o mais próximo disso).
Só em uma democracia plena , onde os governantes são vistos e percebidos como verdadeiros patriotas e democratas, representantes legítimos da vontade popular e que trabalham para o bem comum e não para manter seus privilégios e sua condição de poder, é que o verdadeiro patriotismo poderá se expressar no caso de uma invasão estrangeira.
Enquanto o Estado mantiver uma imensa parcela da população alijada de qualquer direito real, à beira da miséria, ansiando pelas migalhas estatais e ovacionando protoditadores de conveniência o Brasil se tornará preza fácil para qualquer potência estrangeira independente de ter mísseis balísticos, submarinos nucleares, caças de 6ª G, nukes, etc.
Olha caro Bosco, temos visão de mundo bem diferentes, mas aprecio seus comentários. Só que entrar nessa discussão aqui fugiria muito do tema. Mas tenha certeza de que você é um dos que eu gostaria de conversar sobre esses temas em uma mesa de bar, jogando conversa fora, sem compromisso, porque só o que se leva dessa vida são as amizades e os bons momentos mesmo.
Recomendo pesquisar história e analisar contexto históricos, políticos e econômicos.
Obrigado pelo seu palpite.
Cobertor ficou curto…quando lembramos que a 20 anos os EEUU lutou “duas guerras ao mesmo tempo” e não se falava em escassez de equipamentos, isso nos leva a pensar em como a guerra mudou em 20 anos. Lutava-se naquela época ainda da forma pensada na época da guerra fria: muita infantaria, deslocamentos de colunas blindadas e mecanizadas, apoio aéreo aproximado, fácil domínio dos céus. E a marinha ficou só observando praticamente, pois os adversários não tinham mísseis, nem Força aérea que preocupasse, nem marinha. Foi um passeio (de quase 20 anos o que já demonstra desorganização). E percebemos algumas coisas: A) como os estrategistas do Pentágono foram falhos em prever certas situações que se materializariam a curto prazo; B) como as administrações pós Bush pai, foram incompetentes em reverter a curva descendente da produção em escala de equipamento militar e C) como os think tanks não perceberam que em uma guerra contra adversários poderosos, os sistemas militares caríssimos e em pouca quantidade criariam um problema sério. Ao estudar história americana, vemos que a Guerra civil definiu o padrão de superioridade de equipamento militar em quantidade e em modernidade e elemento material superior ao elemento humano, (a grosso modo os soldados do Sul eram superiores aos do Norte, mas o equipamentos destes era melhor e eles venceram), mas essa lição foi esquecida, pois a produção militar caiu a níveis alarmantes, desde o final dos anos 80, os equipamentos militares passaram a custar os olhos da cara e isso é um problema sim, mesmo para quem imprime seu dinheiro, pois enquanto os aviões e embarcações voltam das missões é uma coisa, mas e quando não voltarem? como se repor em meio à guerra coisas que custam bilhões, demoram anos para ficar prontos e necessitam de insumos que os adversários vendem? lembremos uma pertinente analogia: a máquina de guerra alemã, começou a fabricar maravilhas tecnológicas tardiamente e mesmo assim, ainda fez algumas aos milhares e outras ás centenas e dezenas, pois as fábricas operavam no subsolo e com milhares de trabalhadores escravos. E esta máquina só foi derrotada, pois os soviéticos avançando, tomaram as áreas de exploração de petróleo, carvão e ferro e destruíram o muito que sobrava, pois os maciços bombardeios aliados não o fariam, já que se concentravam em destruir as cidades (basicamente tudo que se movia lá embaixo). Infantaria e artilharia de tubo foram o fator decisivo. Trump promete reverter esse quadro de declínio da produção militar, o que já levará um tempo, mas e baratear? é outra história. É caro reabrir fábricas, siderúrgicas e estaleiros abandonados a 40 anos e contratar e treinar mão de obra. Por isso que sempre destaco a reticência da China em agir, para alcançar seus objetivos militares. Os EEUU estão despertando e sabemos o que aconteceu nas duas grande guerras quando eles entraram para valer. Claro, o mundo era “outro”, mas agora mesmo, parece estar virando “outro” de novo…esse taticamente pode ser o melhor momento. Mas ainda bem que não sou Chinês e que a maior preocupação dos militares do meu pais em caso de guerra é aprender a gritar “eu me rendo” em Inglês ou Mandarim…
Que aliado…
Rapaz, essa dependência que Japão e Coréia do Sul tem dos EUA é o fim da picada, dois países ricos, entre os mais ricos do mundo, deveriam ter capacidade de cuidar de si mesmos, mas qualquer espirro que aconteça por lá já correm pedindo colinho pros EUA, é vergonhoso, é patético.
Quer dizer que a agua já está batendo na bunda?
A China não vai ter outra oportunidade dessa de tomar Taiwan nem tão cedo.
Quem diz que a China está interessada em tomar o Taiwan a força? Esse discurso só favorece interesses externos, que querem ver a China e o Taiwan se pegando, definhando economicamente e se anulando um no outro.
Po cara, não é por nada não, mas a China pode não estar interessada em tomar Taiwan pela força NESTE momento, mas certamente ela está se preparando para isso a décadas.
E os preparativos tem se intensificado de 2022 para cá. Estão estocando de tudo… Soja, Minério de Ferro…
Eles não são auto suficientes em soja e minério de ferro. Vendo esse bloqueio de Omur, certamente faz mais sentido estarem preparados para um bloqueio em Malaca do que atacar um parceiro comercial importante. O objetivo primeiro é garantir segurança alimentar e prosperidade econômica para o seu povo.
No geral temos dificuldade em entender a China. Vale lembrar que o nível de integração econômica e cultural dos dois países é muito grande. Milhões de TW visitam a China anualmente e sua economia teria dificuldade em sobreviver sem a China.. A China considera que TW já é parte da China (por incrível que nos possa parecer). Outro ponto é a migração interna é restrita e as regiões tem uma autonomia grande (outro por incrível que pareça). Se TW se efetivasse politicamente como parte da China (ou nessa hipótese de invasão), não haveria migração. A maior preocupação por parte deles é que o último invasor foi o Japão. O pessoal por lá é bastante pragmático, não iriam atacar apenas por vaidade, definitivamente não agem como os Russos. Um grande balizador para o povo de TW é se houve benefício pra a população a anexação de Hong Kong. Sobre Hong Kong, a sua vizinha Shenzhen de apenas 40 anos já possue referências econômicos e de desenvolvimento superiores.
Se tem uma coisa que a CS tentou fazer há décadas é não depender totalmente dos gringos para sua defesa, razão pelo qual o general Park Jung Hee, que se tornou presidente do país por meio de um golpe de estado, deu início ao processo de desenvolvimento da indústria bélica do país que hoje é um dos mais importantes do mundo.
Começaram fabricando balas, rifles, bombas, veículos de transporte e com a aquisição e desenvolvimento de tecnologia bélica própria estão no nível que estão. É por isso que uma política industrial nacional é importante para a defesa acional, e é isso que o Trump está tentando fazer na gringolândia com todas essas tarifas que tentou enfiar goela abaixo ao resto do mundo.
Se havia alguma dúvida de que os judeus mandam na gringolândia …. Aliás, dizem que o FED pertence aos judeus, não? Acho que são um pessoal relacionado com um tal “escudo vermelho” não? … rsrsrsrs
Parabéns, você acaba de atingir o mesmo nível de supremacistas brancos entre outros racistas de igual calibre.
https://www.adl.org/resources/backgrounder/jewish-control-federal-reserve-classic-antisemitic-myth
Isso é bom ou ruim??? rsrsrsrs Hoje em dia tudo é motivo para acusar alguém de racismo, mesmo que não haja nada relacionado a isso. Hoje calcei as meias ao avesso e estou neste momento suando frio, cagando de medo de ser chamado de racista rsrsrs. Anti semita é quem propaga ódio contra os semitas (os filhos de Sem, ou seja, judeus e árabes não?) mas basta não babar ovos para eles que ganha de graça esse rótulo. Vocês precisam crescer um pouco e relaxar, e entender que discordância não é violência.
Não que nesse caso seja uma discordância. É que isso é teoria da conspiração da braba e antiga e usada por grupos racistas e antissemitas como desculpa para qualquer barbaridade.
A gente tem o costume de repetir essas coisas que repetem na nossa cabeça a mil anos como se fosse verdade conhecida, senso comum, etc. E quando percebemos, estamos falando M* e propagando essa ladainha por aí.
Você pode ser o que você quiser, e eu também. Eu sou o chato que fica corrigindo tudo que postam de História e que sei que está errado. Talvez na esperança de quebrar hábitos ruins, ainda que velhos.
Sabe o que é engraçado? Se considerarmos que essa história dos judeus é verdadeira (embora não haja meios de provar isso, principalmente sobre o pessoal do escudo vermelho) muitas coisas que acontecem no mundo passam a fazer sentido e finalmente entende-se porque as coisas são do jeito que são. Eu não posso provar que eles sejam de fato os donos do FED (pois a lei proíbe isso) e nem demonstrar os mecanismos que os judeus usam para controlar a gringolandia (embora possamos inferir analisando fatos), mas muitas vezes a verdade se encontra pelas beiradas, pelos vestígios como numa investigação criminal, e unindo informações que se encontram de forma esparsa chega-se naturalmente a essa conclusão. Você realmente acha que os gringos vão proteger os judeus por amizade e altruísmo? Dessa forma tão diferente do que ele costuma fazer em relação a outros aliados dele pelo mundo? No mínimo tem algo especial aí e juntando informações esparsas que abundam na mídia é lógico chegar à conclusão de que pode haver sim uma forma de controle dos judeus sobre a política norte americana. Não se trata apenas de ficar bolinando ideias massificadas que se encontram por aí por inércia, mas chegar à conclusão natural que esse velho e manjado boato pode ser verdade ainda hoje por causa dos fatos que observamos no nosso dia a dia.
Vários teóricos do sionismo como o Moses Hess falam sobre isso
Olha, embora essa ideia de “judeus controlam tudo” seja teoria da conspiração, a ADL não é fonte pra nada a esse respeito, é tipo citar o Marcinho VP como autoridade em segurança pública