Parque de Manutenção do Exército Brasileiro devolve às tropas dois tanques Leopard 1A5 após revitalização
A revitalização faz parte do Programa Estratégico Forças Blindadas e visa prolongar a vida útil dos Leopard 1A5 por até 15 anos, com previsão de modernizar 52 blindados ao longo de uma década
Duas Viaturas Blindadas de Combate Carro de Combate (VBC CC) Leopard 1A5 revitalizadas foram oficialmente devolvidas às suas organizações militares de origem no dia 13 de março, após passarem por um processo de modernização realizado pelo Parque Regional de Manutenção da 3ª Região Militar (Pq R Mnt/3), em Santa Maria (RS).
A cerimônia que marcou a entrega dos blindados foi presidida pelo comandante da 3ª Divisão de Exército, general de divisão Marcus Alexandre Fernandes de Araújo, e reuniu militares envolvidos no projeto e autoridades do Exército.
Revitalização amplia vida útil dos blindados
Os trabalhos fazem parte do projeto de revitalização dos carros de combate Leopard 1A5BR, iniciativa voltada a prolongar a vida útil e manter a capacidade operacional da frota blindada do Exército Brasileiro.
O processo inclui revisões estruturais completas, substituição de componentes eletrônicos e mecânicos, além de testes de desempenho e de confiabilidade. A revitalização permite estender a vida operacional dos blindados por cerca de 15 anos, garantindo sua utilização até 2040.
Parte de programa estratégico
A iniciativa integra o Programa Estratégico Forças Blindadas, coordenado pelo Estado-Maior do Exército, pelo Comando Militar do Sul e pelo Comando Logístico, com execução do Parque Regional de Manutenção da 3ª Região Militar.
O plano prevê a revitalização gradual de dezenas de viaturas ao longo da próxima década, reforçando a capacidade operacional das unidades blindadas sediadas no Sul do país.
Espinha dorsal das forças blindadas
Os carros de combate Leopard 1A5 constituem a espinha dorsal das forças blindadas do Exército Brasileiro, que opera mais de duzentos veículos desse modelo em suas brigadas blindadas e mecanizadas.
Com cerca de 42 toneladas, motor de 830 cavalos de potência e canhão principal de 105 mm, o Leopard 1A5 continua sendo um dos principais meios de combate das tropas blindadas brasileiras, empregado tanto em exercícios quanto em missões operacionais.
A entrega das duas viaturas revitalizadas representa mais um passo no esforço do Exército para manter a prontidão de suas unidades blindadas enquanto se avalia, no longo prazo, a substituição dos atuais carros de combate por uma nova geração de blindados.■



Agora estamos prontos…
Eu li direito? Mais 15 anos de vida ativa?
Até lá não será mais drones atacando a cavalaria blindada, talvez ferrugem mesmo
Calma filho, já está em andamento a concorrencia para os novos VBT Fuz e VBC CC.
Calma??? mundo inteiro se modernizando e o Brasil sempre atrás. Licitação, vai levar 15 anos, com entregas finalizadas daqui há 45 anos, cortando a metade dos pedidos no final.
O País merece muito mais, sem conformismo por aqui.
EB = Exército de Brinquedo
O maior museu de equipamento obsoleto da américa latina.
“A entrega das duas viaturas revitalizadas representa mais um passo no esforço do Exército para manter a prontidão de suas unidades blindadas enquanto se avalia, no longo prazo (grifo meu), a substituição dos atuais carros de combate por uma nova geração de blindados”.
Esta posto o que temos. Até 2040.
É se para fazer uma atualização de extensão de vida leva todo esse tempo, isso acredito sem alterar muita coisa do que já tem no veículo, imaginem concorrência para aquisição e a eventual assinatura do contrato e por fim o inicio das entregas, bota uns vinte anos ou mais nesse processo todo.
Já falei tanto sobre esse assunto, enfim…
Sério EB, revitaliza os 52 Bld (em 10 longos anos) no mais absoluto silêncio.
Não divulga, não comenta, não comemora.
Faz, entrega e pronto.
Qualquer coisa diferente é só para passar vergonha.
Antes que eu esqueça, nossos 3 Regimentos de Cavalaria de Guarda, Escola de Equitação e Cudelaria estão “pujantes”, com seus cavalos muito bem cuidados e alimentados, pelos milhares de militares distribuidos nas 5 organizações militares (contem ironia).
Falou tudo… Até acredito ser válido, a força estender vida útil de meios mais antigos, para não dizer obsoletos, para no fim, adquirir algo que seja mais capaz, comparando com o que se usa nos exércitos mais modernos do mundo…
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Mas fazer publicidade disso, como se fosse algo a se orgulhar… ainda mais com essa taxa de entregas a conta gotas… É algo digno de piadas mesmo.
Assim como como o grupo de transporte aéreo de políticos da FAB , pra este nunca faltará verba rsrs
Mal tu sabe que a venda desses cavalos sustenta os cavalos, os cães, e muito blindado….
Ainda aguardo uma mísera prova dessa afirmação.
Partindo do pressuposto que o EB não é uma empresa e nem a empresa do EB (Imbel) dá lucro, é bastante improvável essa afirmação.
Tem cara de mais uma lenda do EB.
Se tu não acredita o problema é teu… pesquisa
Tô c@g@ndo se tu não acredita e o EB também
Uma dica. A Coudelaria não é UG pra isso.
Sério, não fala bobagem (quer mesmo passar vergonha?)
Descobre primeiro quanto custa manter um cavalo em um estabelecimento civil.
Depois descobre quantos cavalos de militares são mantidos em organizações militares de cavalaria a custo praticamente zero.
Vai acabar descobrindo um monte de militares e civis que usam os Regimentos de Cavalaria e outras OM de cavalaria como “parque de diversão” para brincar de equitação e jogar polo.
Tudo mantido com recursos e força de trabalho do Exército, cuja origem é o imposto pago por todos nós.
Visita um RCG em um sábado de manhã, é reveladora a “operacionalidade” no uso dos cavalos.
Eu já tive cavalo. Eu gastava 5 mil por mês, por isso eu vendi. Senão o meu casamento acabava.
Eu lembro que ali na região em torno da Petroquímica de Capuava, da Petrobras, a Recap, tinha umas ruas pavimentadas com paralelepipedo, ao londo da Santos-Jundia, ainda quando era operada pela RFFSA.. eu era criança.., e passar de carro ali era um desafio pelos buracos e por causa dos cavalos soltos que ficavam comendo capim.. acho que cada um deles custaria hoje menos de R$ 5 mil
Recentemente, durante a guerra no complexo do alemão, por puro acaso me apareceu uma matéria de uma competição de equitação no jóquei clube de São Paulo com a participação de oficiais do exército.
Quando vi aquelas imagens enquanto o Rio de Janeiro ardia…aqueles homens jovens, fortes, a farda brilhando…
A decepção só aumenta.
Foi feito pedido de ajuda às FFAA para essa última mega operação, mas o MD negou ajuda.
E eu tive amigos que eram tenentes naquela mega invasão do Alemão a uns anos atrás. E eles e seus soldados mandaram muito bem no dia.
Não vejo qualquer ligação entre uma competição de equitação e as condições de segurança pública no Rio de Janeiro.
Angus é nome de carne pra comer macia….. tu quer respeito ? Kkkkk
João, não basta passar vergonha com falta de conhecimento e argumentos e ai quer discutir um “pseudônimo”?
É cada um que aparece.
Isso é uma denuncia bem grave, se for verdade precisa levar a denuncia as autoridades competentes
https://www.eb.mil.br/web/ouvidoria/ouvidoria-eb
qualquer venda que EB faça, o valor vai para os cofres da união, a não ser que faça escambo da mesma forma que fazem nos leilões de sucata.
Fundo do Exército.
Só um adendo: o correto é coudelaria.
Obrigado.
Em algumas regiões e/ou algumas estacoes do ano a única forma de transporte eficiente ainda é o cavalo, temos 3 regimentos de cavalaria de guarda, todos voltados para utilização GLO e cerimonial, pelo que me lembro o EB chegou a testar transporte com cavalos no ambiente amazônico e não deu certo, parece que o animal que melhor se adaptou foi o Búfalo, a PM da ilha de Marajó até utilizam.
Infelizmente muitos aqui moram em cidades grandes e não tem maturidade de entender que temos um país continental e de características muito peculiares.
fico imaginando soldados dessa forma nesse alagado sendo perseguidos por drones, não sobra um cavalo.
Fico imaginando o operador do drone tendo que montar sua estação de cima de uma árvore pois o chão está todo alagado….se está ruim para você, pode ter certeza que também está ruim para seu inimigo….😉
Rapaz, o operador de drone pode operar seu equipamento a dezenas de km do alvo.
Já operou no Pantanal?
Pelo visto, não….
Não se quiser boa latência.O ping é muito importante.
Você só pode estar brincando, tem drones kamikazes com alcance superior a 100km; ao meu ver a mentalidade da Guerra fria e Vietnam impedem o desenvolvimento das FAs. É muita velharia, e muita desculpa para justificar o injustificável. Da uma olhada para a guerra da Ucrânia, os Oficiais tinham que fazer algum tipo de estágio por lá, atualização é importante!
Sim eu estava brincando, viu meu emoji piscando?….já que quer falar sério…vamos lá….
Um drone de alcance de 100km desse que mencionou não tem como alvo um homem andando a cavalo pode ter certeza disso…rs (contém ironia), existem categorias de drones para fins específicos…se estamos falando de um drone de ataque de tropa esses seriam menores podem ser do tipo granadeiros que teoricamente não faz sentido jogar na área alagada…rs….ou um drone suicida/kamikaze (SMRP) e ambos com um alcance muito mais limitado que isso devido a carga bélica que precisa carregar, esses drones tem construção de baixo custo com material de baixa qualidade, tem alcance de uns 10 km em média em condições favoráveis de vento/chuva por exemplo e câmeras muito obsoletas, dai a necessidade de guiado por outro drone de vigilância (drone pastor).
Se procurar na internet encontrará um vídeo de um drone desses atacando uma equipe Russa patrulhando a cavalos se é isso que querem ver…procurem lá
Fique tranquilo que sigo estudando isso todos os dias…abraço
Então não vão usar, vão deixar os cavalos passar… Eles não são alvos para um drone com tanto alcance assim.. Deixa pra lá, continua pesquisando vc vai achar coisas interessantes; é sempre assim justificar o injustificável, por isso nossas FAs estão nesse estado crítico, como a questão debatida na matéria…
Bons estudos….
“Então não vão usar, vão deixar os cavalos passar”….Você pode neutralizar um homem ou uma equipe usando um drone desse, mas se pergunte se é inteligente? nada é deixado de lado no campo de batalha, toda informação é repassada para que tomem as providencias corretas, aqui está um vídeo de drones suicidas e seus alvos recomendados.
https://www.youtube.com/watch?v=LV6Czl2Lowg
Bons estudos
Utilizamos cavalos em Ap Def Civ também.
Muita busca foi feita por eles.
Além disso, não é questão de GLO.
É o Controle de Distúrbios, q ocorre não só em GLO, mas em situações de estabilização, como pacificação ou a própria estabilização por guerra.
Há um video sensacional da Cavalaria da PM, se não me engano do RS, em coordenação com tropa de choque em um controle de distúrbio.
Ali fica extremamente nítida a importância dessa tropa Hipo.
Caro João, o que o rapaz escreveu ali (Angus) é uma denúncia, se é verdade ou não todos concordamos que precisa ser apurada.
Sobre o trabalho realmente falta cobertura ref o que essas OM desempenham o que colabora para desinformação, tanto a comunicação social quanto a mídia especializada precisam trabalhar mais sobre esse tema.
Tudo para manter o “clubinho” de equitação grátis de oficiais e família as espensas do público pagador de impostos
Deveriam comprar 300 Leopard 2A5 usados mesmo e comprar um amplo pacote de revitalização e modernização junto a Alemanha. Sairia mais barato que 65 CC novos a serem entregues até 2040 !!! Este quantitativo não dá nem pra 2 regimentos.
As pontes Brasileiras são feitas de papel. Não dá 🙁
Não pode porque nossas pontes não aguentam, as estradas seriam destruídas, as turbinas consomem muito, a logística fica prejudicada, as peças são caras, ter não significa manter….e por aí vai.
Caro.
Leo 2A5 deve pesar 60 toneladas em operação, cerca de 20 ton a mais que um Leo 1A5 operado pelo EB.
Os maiores caminhões com 9 eixos para o transporte de soja pesa 75 ton.
Um vagão de trem carregado de soja pesa mais de 100 ton
O Brasil, Chile, EUA e os países europeus adotam a mesma referẽncia para o projeto de pontos de cargar pontual de 45 ton para as pontes mais novas e usadas em rodovidas. Pontes menores e aquelas usadas em rodovias vicinais são projetadas para cargas de 30 ton, eu seu ainda me lembro corretamente (concluí o ensino médio em 89, entõ pode colocar 35~37 anos que cursei as disciplinas de concreto armado e resistẽncia dos materiais no curso e edificações)
A pressão exercida pelo eixo de um caminhão é quase 10 vezez maior que a pressão exercidada pelas lagartas de um Leo 2A5.
Considerando o coeficiente de segunças de 1,5, que o concreto é dimensionado para a resistẽncia de 28 dias (isso eu lembro) e que ele continua aumentando a sua resistẽncia á tração indefinidamente (quando mais velha a ponte, o concreto fica mais resistẽnte), o maior risco é a estrutura inferior de aço, onde ocorre a tração na viga, estar corrompida. Neste caso, é possível estendender vidas de aço sobre o piso da ponte que ficam apoiadas sobre a posição dos pilares sem exercer qualquer carga sobre a viga da ponte.
A história da resistẽncia das pontes é apenas um mal entendido.
Seria uma tolice fazer uma colula de carros de combate com distẽncia de 1 metro tentarem cruzar uma ponte menor em alta velociadde, mas é possível passar um deles por vez em baixa velocide com enorme segurança. Em 15 minutos, uma coluna de um regimento RCC cruza todas os seus carros de combate
Camargo. No concreto a carga é majorada em 1,4 e a resistência é fcd=(0,85xfck)/1,4
Na pratica fck 30MPa vira 18,2MPa no dimensionamento.
O coeficiente de segurança entra mais adiante.
Você tem razão, as pontes “aguentariam” um L2 se elas estivessem com as manutenções em dia.
Olá RP.
Obrigado.
Lembro de ter calculado na mão uma estrutura de concreto de um prédinho de 4 andares e uma lage industrial. Pontes e estruturas complexas ficaram na discussão.
Eu tinha o livro “Concreto Armado eu Te Amo”, mas acho que doei para a biblioteca da UFSCar. Eu tinha uma biblioteca bem legal. Um dos mais bacanas era uma interpretação ilustrada do código de construção de S.Paulo.
No Sul, e Sudeste e partes do Centro Oeste não teriamso esse problemas. O problema seria no Norte e Nordeste principalmente.
Olá, Pelo que lembro, a infraertrutura rodoviária no NE também é boa.. no N ainda tem muita rodovia que fica intransitável durante o período de chuvas… lá o problema é lama mesmo
Não, pelas entranhas dos caminhos no CO e S também.
Você só raciocinam com a autoestrada, mas o combate não é condicionado a estas.
Jesus…
Esse é o nível da “ciência” brasileira!?
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As demandas que um MBT impõe sobre a estrutura de uma ponte, são completamente diferentes das que um veículo sobre rodas exerce. Não é por nada que o pessoal lá da OTAN, quando bolou o MLC (Military Load Classification), fez distinção entre meios sobre roda e meios sobre lagarta.
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Pressão específica sobre o solo em kg/cm^2, não é o mesmo que carga linear, expressa em kN.
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Todo leigo associa blindado a caminhão. Isso é ERRADO!
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Um rodotrem pode ter até 75 toneladas de PBTC. E para isso acontecer de forma legal, o projeto do implemento rodoviário é normalizado para a atender a legislação do CONTRAN. Lá na legislação, existem definições de espaçamento dos eixos e carga máxima para todos os eixos. O maior conjunto de eixos em um rodotrem soma 3 eixos. Nestes 3 eixos, a carga linear máxima que pode ser concentrada, é representada como 25,5 toneladas.
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Não é por nada que existe balança rodoviária que mede peso por eixo!
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No bom português, um rodotrem não deve concentrar mais do que 30 tonelas no mesmo espaço que um MBT concentra 60 toneladas. Isso, por si só, implica em um mundo de diferenças.
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O MBT pode comprometer uma ponte de várias formas distintas, via flexão, cisalhamento, torção e por aí vai. Pode ser por punching shear, no caso de “rasgar” a laje da ponte. Pode ser via efeitos dinâmicos da carga, gerando danos estruturais. Pode ser ressonância. Pode ser excentricidade da carga, dado a largura do veículo… É um punhado de fatores.
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E o problema todo pode nem começar com o veículo, mas sim com a ponte já comprometida, seja pela falta de manutenção, seja por danos de combate. Existe caso recente na Ucrânia!
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Ali encima eu citei MLC. O que é o MLC? É todo um conjunto de normas que integra a logística dos meios da OTAN. Ele foi criado para “casar” cada estrutura e cada veículo, acordo com uma classificação. Cada estrutura é avaliada pela engenharia, seja em tempo de paz ou em combate, para definir um MLC. Uma ponte com MLC 50, não casa com um blindado com MLC 70, como o Leopard 2A5. Sendo assim, por segurança, o Leopard 2A5 não passa em uma ponte com MLC 50. Por consequência, isso tem impacto em TODO o planejamento de uma frente de combate.
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O valor do MLC dada a um veículo, é como se fosse um “índice de agressividade estrutural”. Existe todo um processo/ estudo, para classificar cada veículo projetado, considerando comportamente dinâmico, peso, dimensões e por aí vai.
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É plenamente possível operar um MBT com MLC 80 (M1A2 Sep V3) no Brasil! Existe condições e muito terreno para isto!
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Sobre o Leopard 2…
O EB sempre sonhou em ter Leopard 2!
O que pega, no tocante ao Leopard 2, é que ele iria impor várias demandas logísticas.
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Então…
Eu não comparei um veículo de combate sobre lagartas com um caminhão que usa rodas. Quem sabe se fosse comparar um Guarani ou mesmo um Centauro, já que ambos também usam rodas.
O que eu comentei, e fiquei sem saber se você concorda ou não, é que as pontes brasileiroas, assim como as chilenas, europeias ou estadunidences, podem ser usadas peos Leo2 com 60 ton desde que estejam em boas condições de manutenção.
Afirmei que é um erro assumir que o peso dos Leo2 impeça o EB de operá-los. Aliás, também comentei que por questões de segurança relacionadas a tudo o que você comento (ressonãncia, cisalhamento, torção.. ) quando mencionei que seria uma tolice tentar conduzir uma coluna de carros de combate pesdos em disparada (prepare o seu coração).
Vocẽ tocou no ponto essencial. Toda vez uma exército adota um novo equipamento também precisa introduzir uma nova estrutura logística de apoio.
Talvez você tenha razão.. dependendo da ponte é melhor clamar por Jesus.
“O que eu comentei, e fiquei sem saber se você concorda ou não, é que as pontes brasileiroas, assim como as chilenas, europeias ou estadunidences, podem ser usadas peos Leo2 com 60 ton desde que estejam em boas condições de manutenção.”

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Uma ponte ter sido projetada acordo com a NBR 7188 com TB450, como você supõe, mesmo que em estado de nova, não implica que ela tenha armadura de flexão ou cisalhamento dimensionada para um blindado com MLC 70, tal qual o Leopard 2A5 que foi citado.
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Imagine que o vão entre os pilares dessa ponte tenha meros 10 metros. Ali no meio, o momento fletor imposto por um rodotrem onde suas 75t são distribuídas ao longo de quase 20 metros é muito diferente do que é imposto por um MBT, que distribuí seu peso ao longo de 7 metros.
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Vão entre pilares é determinado pelo projeto estrutural, que geralmente se adequa ao que o terreno impõe. Quando se aproxima do fim do vão, o maior problema causado pelo MBT se torna o cisalhamento por fratura frágil, já que os estribos podem não estar dimensionados para a carga que será imposta, mesmo atendendo a normalização apontada.
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Quem vai projetar e construir uma ponte hoje, dentro da OTAN, certamente vai ter atender a STANAG 2021, que exige MLC 70 ou 80.
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Eu já postei isso antes, mas vamos lá:
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O M1A2 Sep V3 tem classificação MLC80. Isso significa que para operar o Abrams na europa, os caras teriam sérios problemas em todas aquelas regiões em vermelho.
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No Brasil, é a mesma coisa. Existem regiões e pontes em que é possível operar um MBT com MLC 70. Só que também existiriam várias regiões em vermelho. E diante disto, é como se não tivessemos MBTs para operar nessas regiões, apesar de todo o investimento que possa ser feito!
Precisa lembrar de citar que um C.C opera em sua maior parte no meio rural exatamente onde se encontram as piores pontes
O Japão como toda verba e influência ocidental optou por criar um programa próprio justamente para evitar esse problema do peso… e olha que reestruturar as pontes antigas japonesas sairia muito menos oneroso que em um país continental como o nosso.
Vale citar também que a maioria das estradas rurais e as suas pontes são de responsabilidade do gov. municipal que não estão nem aí para políticas de defesa nacional.
👏👏👏👏
Complementando, pq a mensagem foi postada incompleta, enquanto terminava o texto:
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“O EB visa aplicar os seus recursos adquirido capacidade de combate, não adquirindo capacidade de fazer o seu novo blindado ter capacidade de combater!”
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Só que existe muito terreno e estrutura, que não é próprio para tal! E isso tem muito “peso” na questão como um todo.
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“Sobre o Leopard 2…
O EB sempre sonhou em ter Leopard 2!
O que pega, no tocante ao Leopard 2, é que ele iria impor várias demandas logísticas.”
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E o foco do EB hoje, depois de todas as boas experiências com o programa Guarani, está direcionado em comprar uma FAMÍLIA, haja visto que isso implica em toda sorte de benefícios industriais em termos de nacionalização de componentes necessários para manter os meios em operação. Os investimentos que podem ser realizados na nacionalização de todos as barras de torção, sistemas de frenagem, consumíveis como filtros, óleos, graxas, bateriais, componentes eletrícos e eletrônicos e assim por diante, são maximizados por uma plataforma comum, entre VBCI, VBCC e outros.
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O treinamento de quem monta um, é semlhante ao do outro. O treinamento de quem presta manutenção para um, é semelhante ao do outro. O ferramental é o mesmo. A instrução de motoristas, é semelhante e assim por diante.
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O EB está pensando no todo, que compõe: “comprar, manter e operar”! O requisito para o “peso de combate”, que descamba na questão das pontes, está relacionado com o operar. É só um dos fatores!
👏👏👏
Não adianta Bardini….já cansei de tentar explicar isso aqui….ainda acho que o panther kf51 com torre 120mm com suporte logístico da KNDS uma excelente ideia….uma pena não termos um estado com E maiusculo para fazer parte do programa.
Acredito que o KF-51 não atenderia essa visão de família que o Bardini comentou, que são as diversas versões especializadas.
O Panther é um MBT e não pode ser utilizado como VBCI e, por ser muito recente, suas outras variações ainda estão na fase de conceito. Nem vou entrar no mérito do custo, que é alto.
Os que mais se encaixariam são o CV-90, o Tulpar e KF-41.
Talvez até o Ajax e ASCOD 2.
Todos poderiam ser
Caro MMerlin, olha tem suas vantagens e desvantagens, mas lembra do conceito do pato? o pato ele anda, ele nada, ele voa…mas não faz nada direito….o pessoal da logística vai gostar, o pessoal da cavalaria não.
Tu colocar um MMBT fora de combate com um simples AT4 ou RPG, também canhões 30mm de VCI, drones pequenos adaptados podem atacar as estruturas finas do carro, tu enche ele de blindagem adicional e a mobilidade vai pro espaço, o mundo todo querendo colocar mais blindagens e o eb vai contra o mundo?
….abraço
Concordo com seu ponto de vista.
Mas a visão do EB realmente agora é diferente.
Não existe nada oficial de que o plano de ter um MBT puro está descartado.
Mas o objetivo agora é a comunalidade de plataformas, priorizando plataformas que compartilham o mesmo chassi, logística e motorização para VBCC e VBCI.
Tanto o EB quanto a FAB tem uma visão bem mais pragmática que a MB no que tange orçamento.
E o EB já percebeu que manter dois tipos diferentes de viaturas para ambas as funções traz um custo muito alto, não só de aquisição, como também manutenção e logística.
Faz bastante sentido e se enquadra na nossa realidade orçamentária atual.
Se for para comprar um mmbt que compre o cv90….ele é o único que possui um motor de 1000 hp de potência capaz de dar um pouco de mobilidade com blindagem extra
Mas se colocar proteção ativa a blindagem não poderia ser menor? Porque teria q lidar somente com estilhaço?
E outra pergunta, os MBT atuais não ficariam fora de combate com tiros de RPG e AT4?
Caro In, existem diversos tipos de proteção, conforme foi avançando as armas anticarro a tecnologia de blindagem também foi avançado, um carro moderno tem vários sistemas de proteção como mencionou proteção ativa/passiva para ameaças de diversos tipos, das que vem do chão como minas AT e IEDs, de frente como misseis de impacto direto, projeteis de outros MBT, canhões de disparo rápido de IFV, canhões sem recuo, e o que vem de cima como misseis AT do tipo “top attack”, canhões e misseis de aeronaves, drones kamikazes, e estilhaços de artilharia que podem explodir tanto no chão quanto no ar.
Entenda que um MBT pesado você diminui esse leque de ameaças porém cai no problema de custo.
Tenho uma tese que um MMBT diminuirá a força combativa do Brasil e tornará o estrategista inseguro de coloca-lo em combate, precisando investir muito mais em tecnologia em campo na parte de inteligência e reconhecimento para poder “tapar esse buraco” e garantir um pouco mais de liberdade e aí que sua “economia” na aquisição vai para o espaço, ter um carro limitado e não poder usa-lo por exemplo em um rompimento de linhas defensivas onde existe uma ameaça é jogar dinheiro fora pois é para isso que existe esses carros, mas lembrando que tudo isso é uma opinião minha, pois o emprego de carros de combate está mudando e o que era garantido antigamente, pode não ser mais e vou explicar o motivo a seguir.
Sobre a pergunta que fez sobre o RPG e AT4, você usou o termo certo, coloca-lo “fora de combate” nem sempre é destrui-lo, um carro desses não tem blindagem suficiente em tudo, existem pontos frágeis que são vulneráveis, a maioria deles possuem blindagem mais pesada na torre e na parte frontal, mas as laterais e a retaguarda são pontos mais vulneráveis, o problema é a infantaria inimiga conseguir chegar perto suficiente para embosca-lo, pois na doutrina que aprendemos esse não operará sozinho, existirão fuzileiros e ifv com canhões rápidos que vão operar junto um fazendo a segurança do outro *.
Na segunda guerra mundial muitos carros eram abandonados e destruídos, pois a operação não fornecia segurança suficiente para realizar a manutenção e recuperação desse carro em campo, hoje com a ameaça de misseis anticarro e drones kamikazes o fuzileiro não consegue fazer a segurança do carro com a mesma eficiência que tinha antes.
Espero ter respondido o que aprendi sobre o tema, caso tenha esquecido de algo, alguns podem complementar…abraço
* Eu jurava que C.C trabalhando sozinhos era loucura e que foram lições aprendidas na segunda guerra, aí veio os Russos e repetiram esse erro no inicio da invasão da Ucrânia demonstrando um erro de amadorismo enorme, um desrespeito a vida dos seus subordinados militares.
👏👏👏👏👏👏
Não é mal entendido.
Vcs falam mi mi mi pensando nas pontes das autoestradas.
O problema das pontes são nas estradinhas entre fazendas e pequenos vilarejos, por onde a tropa se desdobra no terreno.
Há muito ponto importante, em q será obrigatório o emprego de Enggenharia de combate, dependo do CC empregado.
Não dá, impossível.
Aí vai faltar dinheiro para as “preciosas” emendas parlamentares…
com pontes feitas de isopor e papel machê? Esquece, qualquer MBT com mais de 50t faria ele afundar até o aquífero guarani e contaminar toda a água do país.
Se existirem 300 Leo 2A5 né? Vcs acham tão fácil as coisas!!! Esqueceu que a Ucrania tá levando tudo! E mesmo se tivesse, cade a Plata pra isso??
perdemos essa janela na primeira década, agora esquece, poderíamos ter comprados os 2A4 naquela época, estavam dando sopa na Europa, mas nossos inteligentões do EB preferiram comprar o que tinha de mais defasado por lá.
Até quando teremos forças desarmadas ? Olhem o pragmatismo do Chile , sem devaneios e pretensos nacionalismos, são as forças mais moderna e equilibradas da região .
Estude as FFAA do Chile…
Leo mais modernos q os nossos… com superaquecimento dos sistemas de estabilização e giro da torre.
Com optronicos mais antigos.
Com mais $$ proporcionalmente do q nós.
Com uma área MUITO mais “fácil” de ocupar e estabelecer a Defesa.
Felipe,
Nada tem a ver com devaneiou ou pretensão nacionalista, mas com economia.
È a economia, meu amigo!
Quando maior for o índice de nacionalização de um um equipamento militar, menor o seu custo líquido, porque cada real gasto na aquisição de bens e serviços no Brasil gera benefícios como empregos e renda tributária. Outro aspecto que precisa ser considerado é o envelhecimento e obsolescẽncia do material militar. Os equipamentos hoje são muito mais caros e sofisticados que antes e seu ciclo de vida é cada vez menor. A aquisição de material militar deve ser feita já pensando nas etapas intermediárias de modernização.
Um equipamento militar, mesmo que necessário, demanda uma enorme quantidade de recursos para a aquisição, manutenção e operação. Em tempos de paz, as necessidades civis são outras. È um contrassenso manter forças armadas caríssimas e uma população carentíssima.
A decisão envolve um compromisso de risco, de análise geopolíica e estratégica e um cálculo sobre as demandas da população. Por exemplo, pode ser mais importante pavimentar um trecho de rodovia de 200 km de pista simples o que adquirir uma frota de carros 25 carros de combate Leo 2A5 modernizados (mais ou menos o mesmo preço, algo em torno de R$ 2 bilhões)
No Brasil não tem nenhuma das duas (forcas armadas bem equipada e nem infraestrutura). Temos ´só dinheiro para manter privilégios a um casta do serviço publico (GTE moderno, melhores plano de saude, etc)
O principal ponto de críticas tem sido o prazo de entregas.
Veja bem: as vezes é bom parar e refletir alguns minutinhos, para não escrever besteira de graça…
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A estrutura física utilizada é a que já existe e está amortizada, não representando assim um custo extra para o EB.
O quadro de pessoal que está envolvido nisso aí, é basicamente o que o parque de manutenção tinha disposição. Não houve uma grande expansão, não representando assim, um custo extra para o EB além do que seria pago de qualquer forma.
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Estrutura e pessoal são os principais fatores limitantes, em termos do número de unidades que podem ser revitalizadas na profundidade que está sendo feito. E sendo assim, não é pouco o que estão fazendo, mas sim, o que pode ser feito com recursos próprios. É o que dá para fazer com o que já existe e está pago!
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É muito fácil aumentar a quantidade de blindados revitalizados no ano; bastaria escolher um dos caminhos: ampliar estrutura e aumentar o quadro de pessoal do parque de manutenção ou contratar uma empresa para fazer o serviço, como pretendiam alguns anos atrás. Em ambos os casos, a questão envolveria muito mais dinheiro do que estão aplicando nesse projeto.
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São mais de duas centenas de Leopards no inventário. O EB não vai e nem deve se desfazer de todos esses blindados no curto prazo. Não tem fundamento.
O que deveria ser feito é o que estão fazendo, que é usar o que existe e está amortizado, para manter capacidade ao custo de uma merreca.
Perfeito!
Outro carro que nos daria um fôlego seria o sul-coreano K1….na versão K1E1 (K1A1 versão exportação)
https://youtu.be/Xln2WCyUlcU?si=9BUSAxz7Kk1wF3jc
Uau ! Das ist wirklich wunderbar…
Já podemos fazer nossa Blitzkrieg! Seria algo a se comemorar se nossos esforçados rapazes conseguissem equipá-los com um canhão de 120mm…
Ums coisa que me intriga, mas sem qualquer importância, é a razão do EB manter a mesma pintura original mesmo depois destas viaturas de combate passarem por um processo de manutenção e modernização.
São pinturas assim tão boas com alguma capaciadde protetiva superior? Ou possuem algum prime anticorrosivo? Estão foscas também porque são velhas, mas sem sinal de problemas.
Dentre outros motivos, proteção contra infravermelho.
Vou resumir: 10 anos pra revitalizar 52 Leopard de 105mm, do EB, por mais 15 na ativa. Eu não acredito no que li ou é piada de mau gosto. Mas se isso for verdade o Brasil, ainda não aprendeu o dever de casa. Aí, eu te pergunto quantos tanques de T72 e outros a Rússia, revitalizou em três anos de guerra na Ucrânia? acredito que milhares. Eu, até concordo em partes na revitalização do Leopard do EB, mas 10 anos pra revitalizar 52 tanques? parece brincadeira de um exército que quer se defender de uma possível agressão estrangeira. Esse tempo teria que ser reduzido pra uns três anos e acelerar o novo MBT do EB, pra ontem.
rapaz. se fizessem um convênio com o SENAI aposto que dava pra aumentar muito essa quantidade. kkkk
Se fosse pelo menos uma centena, seria bom .
Sinto muito amigos, mas esse trombolho ai só serve para alvo, ou isca de drone. E, 15 anos mais???
Só no Brasil menso…
João,
Tudo depende do contexto.
Certamente, são carros de combate antigos que para certas situações já estariam obsoletos, contudo é difícil justificar a aquisição de uma frota de carros de combate Leo2A de segunda-mão, ainda que modernizados, cujo valor unitário poderia US$ 10 milhões.
Ano passado, a Alemanha ofereceu 65 LeoA6 cujo valor unitário seria da ordem de US$ 15 milhões. mas não foi aceito pelo EB (creio que ainda precisariam de uma extensa manutenção para se toranrem operacionais). Alguma coisa pesou contra, além da necessidade de uma nova linha logística. Talvez 65 fossem insuficientes para reequipar todos os RCC que ficariam com dois tipos de tanques., apesar que o EB tem os M60 posionados lá no Norte.
O ponto a saber é qual a ameaça externa e qual os cenários de maior probabildiade.. é isso que vai definir se as forças armadas precisam de submarino novos ou carros de combate de última geração.
Também vale a pena pensar qual o contexto que demanda mais de 1000 viaturas Guarai ou meia centena de Centauros prioritariamente ao invés de tanques de 60 ton?
Perdemos o ponto quando compramos esses leo1a5. Já era para ter pulado direto para leo2, talvez uns 2a4 dos estoques que ninguém queria. Hoje já teríamos o veículo bem mais moderno, arma de 120mm, fornecedores entregando peças e serviços.
Por mais que tivesses um pouco desgastados, a atualização deles seria mais proveitosa do que a do 1a5.
Nesse ponto o Chile nadou de braçada.
Lauro Jardim noticiou na coluna dele ” reunião secreta” do lulla com os comandantes militares, semana passada.
No alvorada, fora da agenda.
Entregaram-se totalmente à ideologia reinante.
Óbvio que o ocupante da cadeira presidencial resolveu- no ocaso da vida e com o país afundado em desgraças- partir para o confronto com o trump no melhor estilo aiatolas e maduro.
Vem bucha pela frente .
A entrega desses blindados, sinceridade…
Brasil-sil-sil…
Não se incomode!
Esse ano tem Copa do Mundo pra manter o povão no “pão e circo”
Podem invadir o país e levar tudo!
Ninguém vai notar nada…
Pois é..
Talvez os comandantes militares devessem fazer como o ex-comandate da MB, agora preso e que provavelmente irá perder sua patente, ignornar que o presidente é o chefe das forças armadas e que esta escolha é feita por voto.
De qualquer modo, há uma série de matérias aqui na trilogia sobre a movimentação dos militares em torno de um rearranjo estratégico das forças armadas em função das recentes mudaças geopolíticas no mundo.
Eu achareia estranho se todos achassem que tudo esta como estava e nada havia para causar preocupação.
Miliare que tem ideologia tem que ir para reserva porque já está se comportando como militante.
Pede para sair 01. Pede para sair 02.
Militare com ideologia esquece a hierarquia e acaba na cadeia e sem patente.
Tem comprar da China todo aparato fake! E investir maciçamente em drones.
Não sou favorável a termos MBTs em nosso exército, mas igualmente aos navios de desembarque e porta aviões, são elefantes brancos que, no momento em que precisarmos, pouco ou nada serão efetivos, principalmente vendo a nossa geografia e infraestrutura. Só que, se for para investir nisto, que pelo menos comprem algum decente invés de ficar atualizando algo que, para a guerra moderna, poderá ser ineficaz.
Existe duas linhas de pensamento que são discutíveis.
1 linha defende que enquanto fizerem programas para modernização/revitalização a classe política não irá soltar verba para aquisição de novas viaturas.
2 linha defende que de qualquer forma não viria verba e que OM seriam fechadas ou migradas perdendo assim capacidade combativa.
O que vocês acham que aconteceria? queria ouvir vocês.
Isso é só para manter as instruções. Ja´estão em andamento as concorrencias para os novos CC e VBTP. Sinceramente, CC hoje para mim seriam a terceira prioridade no EB. Acho que a Defesa AAe de médio alcance e os drones de ataque são as prioridades.
Leopard 1 para manter instruções?….um curso se baseia em certificar uma tripulação em operar o meio que irá usar em caso de necessidade, começando por um simulador (parte teórica) e depois indo para campo (parte prática) e no final realizar uma avaliação para garantir certificação….trocar o meio precisa de um nova certificação aproveitando algumas coisas (bem poucas)…não é assim que funciona não….manter dois meios você terá duas bocas para alimentar, dois cursos, tudo em dobro, mal temos dinheiro para manter os Leopard e M60…não podemos repetir esse erro.
custo beneficio vai se perder pra tão pouco blindado durante 15 anos, tinha que ser mais viaturas por ano… ou aposenta de vez!!!
Nessa era de drones, acho melhor ficar com o centauro mesmo como principal, mais agil !!!!!
Ha , muda esse nome ai de centauro para cascavel 2 ou jararaca.
Sucatas recauchutadas
Que várzea, um pais desse tamanho, vivendo de migalhas, e essa turma batendo continência para descondenado!