Pentágono busca US$ 200 bilhões para financiar guerra com o Irã e enfrenta resistência política
Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos
O Pentágono solicitou à Casa Branca a autorização para encaminhar ao Congresso um pedido de aproximadamente US$ 200 bilhões destinados a financiar a guerra em curso contra o Irã, segundo autoridades americanas. A proposta, porém, ainda não foi formalmente enviada ao Legislativo e já enfrenta resistência significativa em Washington.
O valor solicitado representa um dos maiores pedidos suplementares de defesa em décadas e visa cobrir os custos das operações militares, a reposição de armamentos e o fortalecimento da base industrial de defesa dos Estados Unidos.
Custos crescentes da guerra
A pressão por novos recursos surge após um rápido aumento dos gastos com o conflito. Estimativas indicam que apenas os primeiros dias da campanha militar custaram mais de US$ 11 bilhões, o que reflete o elevado consumo de munições, o uso intensivo de meios aéreos e a mobilização de forças.
Com a expansão das operações — incluindo milhares de ataques a alvos iranianos — o Departamento de Defesa avalia que os recursos atualmente disponíveis são insuficientes para sustentar a campanha no médio prazo.
Resistência no Congresso
Apesar da urgência apresentada pelo governo, o pedido enfrenta oposição bipartidária.
- Democratas exigem maior transparência sobre os objetivos da guerra e os gastos já realizados
- Republicanos fiscalmente conservadores demonstram preocupação com o impacto do aumento de despesas em meio ao elevado déficit público
Além disso, parlamentares questionam a ausência de uma estratégia clara para o conflito e o fato de o Congresso não ter aprovado formalmente a guerra.
Debate político
O pedido bilionário evidencia a crescente pressão sobre a administração do presidente Donald Trump, que enfrenta críticas internas enquanto sustenta que a campanha militar está bem-sucedida.
Autoridades do governo afirmam que o financiamento adicional é essencial para garantir a continuidade das operações e a segurança das forças americanas. No entanto, analistas alertam que o tamanho do pacote pode tornar sua aprovação difícil, especialmente em um contexto de dívida pública recorde e prioridades domésticas concorrentes.■

Sabe que vai acontecer,um acordo e todos vão cantar vitória, mas o Irã sai com mais moral.
No fim, quem irá bancar a reconstrução do Irã, será a Rússia.
Como o capital chinês conseguiu expulsar o capital ocidental da Rússia,o monopólio será chinês.
China, a Rússia nunca conseguiu alavancar a produção de bens de consumo rápido, é um país de indústria pesada.
Está totalmente por fora sobre a capacidade da China. Sabe por exemplo que mais de 60% de todos os celulares do mundo é feito na China, sendo que 80% dos componentes eletrônicos são chineses. Ela deposita metade de todas as patentes do mundo anualmente, 70% destas de alto valor e por volta de 30% de todo o P&D mundial e aumentando continuamente. Certamente, mais de 70% dos componentes dos produtos eletrônicos da sua casa foram feitos em Shenzhen.
Kkkkkkk ..a Rússia atolada com a Ucrânia?
A Rússia esta construindo usinas nucleares até na China. No Irã esse trabalho também é da Rosatom.
A China tem tecnologia própria e capacidade de financiamento próprio para isso.
A vitória estratégica já é do Irã.
Aliados na região vão pensar duas vezes antes de aceitarem demandas Americanas e os próprios não tem mais capital politico pra justificar essa guerra.
Só estão nessa inda porque o lobby do AIPAC lá tem todo mundo “pelos bagos”.
Pode esquecer. Assim como os europeus, os países do Golfo, assim como Japão, Austrália e Coreia do Sul vão sempre dizer amém a todas as ordens vindas dos americanos. Se finalmente começarem a mudar, vou me surpreender, mas até agora, mesmo com tantos ataques, não vemos sinais claros de que Arábia Saudita, EAU e outros países querem se distanciar dos americanos. Ainda dependem muito financeiramente e possuem muitos investimentos no Ocidente para cortar os laços tão facilmente. Quando a bola baixar, tudo voltará a ser exatamente como antes.
Acredito que não.
Eu acredito fortemente que os GCC vão se aproximar da China daqui pra frente. Mas é só um chute, claro.
A China só quer fazer negócio, mais nada.
Não “exatamente como antes”.
Sauditas e Emirados não dependem financeiramente. São credores
Mas…mas quem ganhou foi os EUA. O Irã perdeu.
O Trump tem repetido isso há dias, enquanto pede por ajuda que ele diz não precisar, pois já ganhou a guerra, que parou com a bomba dos Aiatolás, que havia sido destruída de vez antes e…
Sim, ele vai ganhar a guerra, eventualmente o regime vai cair, mas ele também vai ficar com cicatrizes.
O regime vai cair? Pra isso precisa de boots on the ground.
No Afeganistão levaram 20 anos pra trocar o Talibã pelo Talibã. O Irã é muito maior e já está mostrando que é muito mais forte. Isso sem falar que os EUA deram um tiro no pé com essa guerra pela questão dos petrodólares, vai ser difícil financiar isso aí.
200 bilhões de dólares pra guerra enquanto a dívida interna de 40 trilhões de dólares impagável.
O que pagam de juros já passou o orçamento do DoD. Essa crise pode causar uma inversão de fluxo de capital, forçando que eles próprios tenham que financiar a dívida. Nesse caso os juros por lá podem subir muito.
Eles não precisam pagar a dívida, enquanto o resto do mundo topar comprar títulos da dívida americana eles estão ok.
Vc literalmente não tem NENHUM CONHECIMENTO sobre o DNA Persa 🤦♂️
Nem sempre uma vitória significa que ganhou. É uma vitória ilusória. O Irã não precisa ganhar guerra nenhuma,so precisa se defender e infligir prejuízos bilionários aos EUA e seus aliados. O Irã ta mostrando a fragilidade dos EUA e seus equipamentos avançados e caros.
É como o Palmeiras, ganha mas não tem mundial.
Discordo.
O Irã esta levando uma surra.
Vitória estratégica é o que? Só de conseguirem manter o regime com um segundo ou terceiro aiatolá é uma vitória estratégica?
Os EUA e Israel atacaram milhares de alvos, destruíram a maior parte dos sistemas antiaéreos, radares, etc. Destruíram grande parte do arsenal de mísseis e atacaram até a alta cúpula das forças armadas e do governo.
Do outro lado o Irã mostrou que pode causar danos, mas por enquanto foram danos mínimos, acho que não chega nem em 1% dos danos que sofreram.
Sim. Mas talvez signifique um ponto importante para a política mundial.
Amigo, desculpa, mas vc não entendeu.
O Irã pode até tomar uma surra militarmente dos EUA e Israel.
Porém, para derrubar o governo precisa ter uma revolução interna. Vide Venezuela. Continua na mesma. Ou ter uma força de ocupação contínua.
E vou te explicar o pq isso acontece: Pq quando se tem apenas o lado do Governo (e seus apoiadores) com armas, a população não tem o que fazer. TODOS os governos autoritários SEMPRE querem desarmar a população. Um povo armado, jamais será escravizado.. Já diria um cara aí.
Simplesmente não há cabeças para cortar. Podem cair presidentes, aiatolás, generais… mas no fim do dia, vai ter um outro cara que vai subir e querer manter o poder. OU a coisa desanda para revolução com guerra civil.
Então homens e mulheres país de família vão combater contra soldados treinados com fuzis e metralhadoras ? Explica esse meu raciocínio ai? Essas manifestações contra governos não é do povo e sim organizações internacionais que se infiltram no país pra promover protestos.
O primeiro objetivo da guerra era o petróleo iraniano voltar a ser vendido em dólar, como na Venezuela.
Como bem descrito por aqui são guerras coloniais. No caso do Irã esse objetivo ainda não foi alcançado e tenho dúvidas se será.
Para o Irã, basta impedir o tráfego pelo estreito de Ormuz.
Se conseguirem sustentar isso por um tempo razoável, já ganharam a guerra.
Sendo mestre de manipulação de informação nas redes sociais, caso o Congresso negue o crédito, dará o pretexto para ele dizer que a culpa por eventual insucesso ou suspensão da operação é do próprio Congresso, e vai aproveitar esse pretexto para pular fora dela, que já está se afigurando como uma grande mancada.
Perfeito.
O problema é que a bandeira republicana é o corte de gastos e o aumento da infração pode fazer eles perderem a maioria no congresso e a próxima eleição. A população quer saber do seu poder de consumo.
É por ai onde será a grande queda do império estadunidense…como disse o ditado popular …” o peixe morre pela boca” … ganancia e corrupção …também isso tem nos USA …. eles padecem desse mau,como muitos países latinos americanos também.
Só vender os bens do Trump, ele entrou nessa e enfiou o país junto, que banque os custos… Como não vai acontecer, vão acabar em um novo shutdown federal e uma queda de braço com os democratas para resolver isso…
Trump é, de fato, muito rico, mas nunca chegou perto de US$ 200 bilhões de patrimônio.
Em março de 2026, a dívida pública dos Estados Unidos ultrapassou a marca histórica de US$ 39 trilhões pela primeira vez.
Nem o petróleo que eles roubarão da Venezuela poderá aliviar a dívida…
Vão dizer que a culpa é do Congresso e sair como os vitóriosos e injustiçados ainda. Vai vendo…
No mundo político, vitorioso é aquele que ganha as eleições. A inflação crescente e uma crise econômica pode tirar muitos republicanos do poder. Eles estão primeiro preocupados com seus próprios mandatos na eleição do fim do ano.
Um país terrorista e paranóico com segurança que gasta quase 1 trilhão em “Defesa” (Finalmente renomeado com um nome mais honesto, Departamento de Guerra), enquanto grande parte de sua população não tem dinheiro para comer e vive em motorhomes. E nem vou mencionar os velhos problemas de falta de acesso a saúde e infraestrutura decadente (metro de Nova York com seus ratos mutantes sendo o “melhor exemplo”). Tudo isto, na “maior potência do mundo”. Os EUA não passam de uma cleptocracia corrupta. Os setores de Defesa e Tecnologia mandam no país. O pior de tudo? A própria população, ao invés de cobrar que seus impostos sejam investidos de forma mais racional e justa, é a primeira a apoiar estas maluquices. Republicanos ou Democratas, eles têm o que merecem. Forma geral, o pensamento é o mesmo: manter a hegemonia americana. A razão de tudo isto é a arrogância.
Enquanto isso, a China investe de forma muito mais inteligente: ao mesmo tempo que mantém investimentos considerados em Defesa, também investe e mantém uma infraestrutura invejável.
De ratos mutantes eu entendo bem…
kkkkkkk
A partir de 1978 a china implementou As Quatro Modernizações (os pilares da transformação):
Como podemos perceber, a defesa para eles é importante, mas não está no topo das prioridades.
Os EUA gastam muito com sua obsessão de controlar e dominar o mundo por meio da infiltração politico/midiática e da força das armas e bases militares espalhadas pelo mundo (sem contar as embaixadas, muitas das quais são quase bases militares, como a que estão construindo em Brasília…).
E isto não é um capricho de Trump, é um planejamento que já dura pelo menos 80 anos.
Já os chineses focaram em sua defesa nacional… por exemplo; atualmente já produziram caças J-20 suficientes para serem posicionados em suas “5 regiões estratégicas” (Norte, Sul, Leste, Oeste e Centro).
O metrô de Moscou e de varias cidades chinesas é coisa de outro mundo. Os EUA hoje é segundo mundo em relação a China.
Não era essa administração que iria cortar 1 tri em gastos do orçamento?? KKKKKKKKKKKKK
E está cortando, está tirando de programas sociais, da educação, saúde, ciência e tecnologia… a maioria dos estados norte americanos está processando o governo exatamente para barrar esses cortes, pois se muitos deles forem concretizados, os E.U.A quebram e se tornam uma nação subdesenvolvida em questão de poucos anos.
Se, por exemplo, a pandemia acontecesse hoje, os E.U.A levariam o dobro de tempo para desenvolver as vacinas, tamanho foi o corte realizado nos investimentos em pesquisas, para você ter ideia.
Prioridades!
Obs: a fortuna do Trump, em compensação, quase dobrou em menos de 1 ano. Para você ver como que a turminha liberal adora favorecer sempre os mesmos e a si próprios. Só lembrar que o Trump “deu” o controle do canal do Panamá à Black Rock, a mesma Black Rock que os eleitores dele diziam que ele iria combater.
Tamanho da jaca: se sair fora agora, vai pegar mal porque vai parecer que o Irã(sobreviveu).
Continuar bombardeando Irã vai castigar no bolso atacando com o aumento do petroleo.
Se fizerem um desembarque vai morrer gente a rodo.
Vão liberar. Porque chegou em um ponto no qual não dá pra recuar. Se sair agora, será um vexame e a culpa cairá em quem supostamente “cortou o financiamento”.
Depois eles se entendem com o Bibi, que vai quebrar o porquinho e ceder todas as suas economias.
Quebrar cofrinho???? Vão pedir mais para o laranjão, a economia de Israel opera no vermelho,” cofrinho” cada piada escrita
A coisa é muito pior do que aparenta. A arabia saudita e os emirados compraram segurança dos EUA. Possuem dezenas de bases militares americanas. Apesar de tudo isto estão vendo suas instalações de produção de petróleo e gás virando pó. Seu turismo e serviços financeiros destroçados. Que aliado é este que deixa seus protegidos expostos desse jeito ? O que você faria se estivesse no lugar dos emires ? Procuraria outro protetor ? Qual ? A China ?
Galinha que acompanha pato…
Não se fala disso na imprensa, mas Trump vai criando novas inimizades entre arábes que foram aliados até agora. Algo muito perigoso, ainda mais pra um país que nunca se viu tão fraco quanto agora. O império rui, aos olhos de todos, na tela da tv, do celular, etc…
O acordo é continuarem a vender petróleo em dólar O ira com as sansões não vende em dólar. Já resolveram isso na Venezuela.
23:59 – No more wars!
00:00 – No, more wars!
Mesmo para os EUA, minerar 200 bi é uma concentração absurda de renda. Ainda mais se lembrarmos que é um país com pouca assistência social, tirar 200 bi do contribuinte pra engordar a indústria bélica…
O aumento de 0,5% na taxa de juros por lá custa esses 200bi no ano, além do custo da retração econômica. Com o aumento da infração causada pela guerra vai forçar um aumento da taxa de juros. A pergunta no congresso é: Se gastar essa grana encerra rapidamente a guerra, prolonga ou não faz diferença. Só irão aprovar se acreditarem que irá acabar.
Com U$200 bi, quantos problemas nesse mundo, como a fome, ou aplicação em pesquisas, para solução de doenças, não poderiam ser bem aplicados….Ôoouuu humanidade gananciosa e ignorante…
Só USD200 bilhões?! não querem 300 Bi não…
Esse Trump está num mato sem cachorro…
Quanto custaria um SUS para os EUA??
200 bilhões não dá… Criar do zero uma rede capilarizada de assistência médica, hospitais, clínicas, ambulatórios, contratar milhões de pessoas para trabalhar nisso custaria muito mais.
Depende se for no preço e eficiencia do brasil onde gente morre na fila esperando, umas 10x mais.
Se for na eficiencia deles e preço real menos da metade do preço do brasil
EUA eficientes? Cara para dessa ilusão de perfeição norte americana. Uma ponte em New York foi restaurada por uma empresa chinesa. As empresas dos EUA se mostraram incompetentes pra restaurar a ponte com o trânsito de carros. Os chineses fizeram o trabalho de restauração com o trânsito e em menos tempo e a prefeitura de NY economizou 45 milhões de dólares. O custo de serviços nos EUA é caro. Contratar um eletricista é uma fortuna.
fonte: Aguas de lindoia
AInda que EUA e China são abismalmente mais eficientes que o brasil hahahahahaha
EUA eficientes? Cara para dessa ilusão de perfeição norte americana.
A saúde nos EUA para o cidadão comum é tão boa que quando ficam doentes, eles tentam retardar o quanto podem uma ida ao hospital…
Lá na terra da liberdade e lar dos bravos, usar uma ambulância é caro, custando em média entre US$ 400 e US$ 2.500+ (podendo superar $10.000 em casos graves com suporte avançado), pois o serviço é geralmente privado.
O valor depende da distância, tipo de suporte (básico ou avançado) e região, sendo essencial ter um seguro viagem.
Falem oque for do SUS, mas já ví até americano que necessitou de ajuda médica elogiando o sistema.
O jornalista norte-americano Terrence McCoy, correspondente do Washington Post no Brasil, usou as páginas do jornal para relatar uma experiência inesperada e transformadora com o Sistema Único de Saúde
Durante uma viagem de férias com a família em Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro, Terrence McCoy, sofreu um acidente doméstico ao ser atingido pela porta traseira de um carro, que caiu diretamente sobre sua cabeça.
Ensanguentado e tonto, ele desmaiou e precisou ser levado de ambulância ao hospital municipal da cidade.
“Me afastei cambaleando, levei a mão à cabeça e, quando vi o sangue, percebi a gravidade. Ouvi vozes mandando
chamar uma ambulância e um pensamento tipicamente americano me atravessou: ‘Quanto isso vai me custar?’”,
escreveu ele em texto publicado no dia 29 de junho no Post.
A resposta, que só veio após exames e atendimento
médico, foi surpreendente: nada.
Foram seis horas de atendimento público gratuito no Hospital Municipal Hugo Miranda, com direito a tomografia computadorizada, raio-X do crânio, pontos na cabeça e medicação.
O custo: zero reais, algo que para McCoy seria
inconcebível nos Estados Unidos,onde o acessoà saúde está diretamente ligado ao poder aquisitivo e à presença de um seguro.
Apesar de viver há seis anos no Brasil, onde comanda a sucursal do Washington Post no Rio de Janeiro, McCoy
conta que sempre utilizou a rede privada de saúde.
A experiência com o SUS, portanto, veio como uma revelação.
“Mesmo depois de tanto tempo morando aqui, nunca tinha tido um contato direto com o sistema público.
O que encontrei foi um atendimento eficiente, humano e gratuito, algo que contrasta fortemente com a realidade
americana”, refletiu.
Podemos não ter a qualidade e a entrega de um país escandinavo, onde o custo de vida e os impostos são altos,
Os países escandinavos ( [Dinamarca(55,9%), Noruega(39% a 47%),Suécia(29% e 35%].) possuem uma das maiores cargas tributárias do mundo, com foco em impostos elevados sobre a renda e consumo para financiar serviços públicos de alta qualidade.
As alíquotas máximas de imposto de renda pessoal superam os 50%, enquanto o IVA (imposto sobre consumo) gira em torno de 25%
países que são reconhecidos mundialmente pelo seu modelo de bem-estar social, que oferece saúde e educação de alta qualidade, majoritariamente gratuitas ou a custos muito baixos para residentes e cidadãos, financiados por altos impostos.
Onde o transporte público é amplamente subsidiado e eficiente, embora raramente seja 100% gratuito para todos.
Não somos um país perfeito mas algumas coisas aqui se salvam…
Quem vai financiar esses títulos da dívida? Os árabes? Duvido.
O Peru comprando F16.
Está disponível no mercado um ex-ministro da Fazenda que no currículo ostenta sua capacidade em bater recordes de arrecadação de seu país e uma ilimitada imaginação para aumento e criação de impostos.
#ficaadica.
O sistema de pesos e contrapesos não funciona nos EUA. Guerra só pode ser declarada pelo Congresso Americano, de acordo com a constituição.
Os EUA são a maior fraude da história mundial, apesar de gostarmos bastante de séries, streamings, softwares, músicas e celulares. A fraude se dá na narrativa e nas ações, na hipocrisia geral e no desrespeito frente à lógica e consistência.
Em uma coisa o Trump está totalmente certo: “toda a força q os EUA tem vem do dólar”.
Agora, esse proximo grifo é meu: sem o dólar os EUA seriam uma Rússia piorada. Uma potencia militar, tecnológica em alguns pontos (aeroespacial, farmaceutica, etc), agrícola, mas porém cheia de inimigos externos e, no caso dos EUA, internos. E nesse ultimo ponto os EUA estão em desvantagem, devido a imigração e diversidade étnica. O passado comunista russo nivelou socialmente diversas populações desfavorecidas, pq o comunismo soviético fez um reset social na Russia, coisa q não ocorreu nos EUA onde negros e latinos ainda estão na base da piramide social. A Russia, apos o colapso sovietico, teve 2 conflitos separatistas, dos unicos 2 movimentos politicos separatistas russos (daguestão e chechenia). Os EUA tem 15 movimentos separatistas em atividade, em uma situação de colapso economico e político, eles seriam relevantes em uma população com amplo acesso a armamento.
Mas de qlqr forma isso levará tempo, os EUA ainda reinarão soberanos por algumas décadas.