Ministério da Defesa lança catálogo para promover indústrias de defesa brasileiras
Brasília (DF), 23/3/2026 – O Ministério da Defesa (MD) lançou, nesta segunda-feira (23), o Catálogo de Produtos da Base Industrial de Defesa (BID) do Brasil, em evento que contou com a participação do Vice-Presidente da República e Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e do Ministro da Defesa, José Mucio Monteiro.
A publicação reforça o papel do MD na articulação entre a indústria nacional, as Forças Armadas e a sociedade. O catálogo reúne informações estratégicas sobre empresas e produtos com atuação relevante no cenário internacional e é destinada a autoridades governamentais e militares, delegações estrangeiras, investidores e potenciais compradores do setor.
Produzido em versões em português e inglês, o material apresenta 154 empresas e 364 produtos cadastrados, contemplando uma ampla diversidade da produção nacional, como embarcações, veículos blindados, aeronaves, aviônicos e sistemas de monitoramento, desenvolvidos por empresas de diferentes portes. Será distribuído em eventos militares, feiras especializadas, embaixadas e escritórios de representação, fortalecendo a inserção do Brasil no mercado global e contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do país.
Indústria de Defesa
Em discurso, o ministro José Mucio afirmou que há dois significados no catálogo. “O seu conteúdo e o seu significado. O seu conteúdo é o que já somos. E o seu significado é o que nós poderemos ser. Nós podemos crescer muito. Somos a maior indústria de defesa da América do Sul”, disse.
Ele destacou que o lançamento da publicação ocorre em um contexto de crescimento da área de defesa. “Um setor que, nos últimos três anos, se destaca por sucessivos resultados positivos em termos comerciais de seus produtos, inclusive, com dois recordes seguidos, em 2024 e 2025, quando superamos, nesse último ano, a marca de US$ 3,4 bilhões em exportações autorizadas. Um grande feito”, apontou.
Na avaliação de José Mucio, desenvolver a BID é promover a soberania, pois representa o Brasil ter capacidade de manter a estrutura nacional de defesa com autonomia, livre de ingerências externas ou reduzindo essa necessidade e dependência. “Significa também investir em oportunidades no campo social, gerando e mantendo postos de trabalho altamente qualificados; é acreditar no potencial tecnológico nacional; é promover nossa academia; é fortalecer nossa economia e garantir dignidade ao nosso povo e ao nosso país. Nós somos capazes, nós somos competentes”, frisou.
Nova indústria
O vice-presidente Geraldo Alckmin ressaltou que a Missão 6 do programa Nova Indústria Brasil (NIB), lançado pelo governo federal em 2024, trata da indústria da defesa, priorizando a inovação, a sustentabilidade, a competitividade e a exportação. Ele citou como fruto dos investimentos no setor o lançamento, na próxima quarta-feira (25), do primeiro caça F-39 Gripen montado no Brasil.
Para Alckmin, o aumento das exportações de produtos de defesa é fundamental para que as empresas possam investir, expandir, contratar e pesquisar mais. “Uma indústria de defesa forte é um seguro de vida para a nação”, comentou.
A Ministra da Gestão e da Inovação, Esther Dweck, ressaltou que o catálogo é uma política de Estado que dá visibilidade, previsibilidade e segurança jurídica para que o governo possa adquirir, em condições especiais, um conjunto de soluções brasileiras essenciais para defesa e soberania. “Fortalecer a indústria de defesa é fortalecer o Brasil, suas capacidades produtivas, tecnológicas e institucionais”, assinalou.
Confiança
O Secretário de Produtos de Defesa do MD, Heraldo Luiz Rodrigues, observou que o catálogo é um “instrumento de abertura de mercados, de geração de confiança e de apresentação clara do que o Brasil é capaz de produzir quando talento, disciplina e propósito convergem”.
Ele destacou que a Portaria nº 1.456/2026, do MD, regulamenta a atuação do ministério em processos de exportação de governo a governo e acompanhamento técnico conduzidos por empresas estatais vinculadas. “A medida fortalece o ambiente de confiança e oferece segurança aos nossos parceiros. A norma amplia a presença internacional das empresas de defesa e reforça laços de confiança com nações amigas, com potencial de incrementar as vendas e os fluxos de cooperação”, sublinhou o secretário Heraldo.
Estavam presentes no evento: o Ministro-Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Marcos Antonio Amaro dos Santos; o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen; o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno; o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (Emcfa), Almirante de Esquadra Renato Rodrigues de Aguiar Freire; a Secretária-Geral do MD, Cinara Wagner Fredo; além de outras autoridades civis e militares e representantes de empresas e instituições vinculados à Base Industrial de Defesa. Acesse o catálogo abaixo:



Do que adianta? se o próprio governo joga contra. Quando compra algo e a conta gotas, vide o caso dos gripens.
Além de que sempre cortam o número total……
O problema não se resume apenas aí, tem também a situação de não deixar a BID vender para fora, lembre-se dos 450 guaranis vetados pelo governo do PT a Ucrânia em 2023…o Brasil não tem uma indústria de defesa consolidada suficiente para escolher para quem quer vender, não somos a Alemanha ou os EUA para bancar o “politicamente correto” no mercado de armas internacional, tem empresa nacional que quer sair do Brasil por esse e outros motivos.
Encomenda 450 veículos para ver se a Iveco não faz uma ambulância no Guarani em menos de um mês.
É uma adaptação bem simples para ela.
Por outro lado, duvido que a Ucrânia compraria essa quantidade.
E, por fim, Bolsonaro vetou a venda dos Super Tucamos para a Ucrânia, o que é mais uma prova de que os dois presidentes são bem parecidos.
exatamente
Eu também vetaria, criar um problema diplomático com a Rússia seria de uma tremenda burrice, nao vale a pena os parcos lucros obtidos com essas vendas, a intenção da Ucrânia e companhia era criar um distencionamento entre nosso país e a Rússia.
Entre a combalida Ucrânia e a Rússia mil vezes ficar ao lado dos russos.
Tem vários países vendendo armas para a Ucrânia e comprando combustíveis e fertilizantes da Rússia. A Rússia não está em condições de ter “distencionamento” com quem compra seus produtos.
É impressionante a narrativa de alguns….se eu fabricante de armas vendo um revolver para um cidadão e esse vai usar para defender sua família ou matar o vizinho dele, isso não faz de mim um criminoso, mas sim o criminoso que puxou o gatilho….esse é o princípio da liberdade….cada um tem livre arbítrio de fazer o que quiser e ser responsável pelos seus atos.
Russia e diplomacia não cabem na mesmo texto já faz um bom tempo.
Estamos falando de uma ambulância não de um avião de caça.
Você já viu uma ambulância do SAMU? Empresas muito menores que a Iveco compram Vans e simplesmente adaptam para ambulâncias. Era isso que a Iveco iria fazer: colocar os instrumentos de uma ambulância dentro do casco de um Guarani. Nada demais.
Não precisa alterar o casco, aumentar a altura, o centro de gravidade, a suspensão, o tipo de aço empregado, etc.
A Iveco estaria fazendo um veículo para um país em guerra.
Você acha que os equipamentos que a Ucrânia está usando passaram por todas essas fases? Que eles estão certificando os drones em vez de usá-los logo contra a Rússia? Que eles estão adaptando veículos e levanto para o “CTEx” da Ucrânia para testar e aprovar depois de meses estudo?
Ali é guerra. A conversa é outra. E eles queriam essa compra para jogar o Brasil contra a Rússia. Se a gente mandasse uns Urutus e Cascavéis eles aceitariam também. Até se mandassem aqueles protótipos do Tupi e do Guará eles aceitariam. Não iriam pedir nenhuma certificação do produto.
Bom eu fiz um texto mais completo e ficou preso no spam….não era uma vtr uti móvel (que foi isso que descreveu), era a plataforma base do Guarani para evacuar civis e isso se enquadra em medevac…uma ambulância simples que não exige grandes adaptações,
O que está falando existe, mas não foi o que eles pediram….abaixo a foto de um m-113 medevac, se fosse uma uti móvel utilizaria uma plataforma M577 de teto mais alto, mais equipada e tal.
Esse é um M577…ambas são teoricamente vtr ambulâncias especializadas, mas de emprego diferente…um é focado em retirar da zona de combate para área de retaguarda (m-113) e o outro é focado em um atendimento e transporte mais especializado e manter o paciente estabilizado (UTI móvel) que inclusive pode abrir uma tenda para montar uma parte de um hospital de campanha ou um posto médico de retaguarda, note detalhe do gerador para manter equipamentos mais complexos ligados já que o alternador da viatura não consegue suprir tudo.
Como se pudéssemos vender para quem quiséssemos, quando quiséssemos, não esqueça a Embraer monta peças de outros países, se estes países que vendem as peças não derem autorização não podemos vender nada para ninguém.
Qual país fabricante de peças do ST vetou a venda para a Ucrânia?
Que eu saiba, só o Brasil.
Nenhum é claro, não foi tentada a venda, agora tenta fazer uma venda para ver, seja do avião, seja do blindado, se até aliados próximos como a Turquia no caso dos Eurofighter Typhoon foram anos e anos para autorizarem, imagine se nós tentarmos.
Escolheram depender da Rússia, ao invés de importar fertilizantes do Canadá.
Ou então alterar a demarcação daquela terra indígena assentada bem no topo de uma baita reserva de fosfato, se não me engano no interior da Bahia.
Propaganda enganosa? esta bem
https://www.forte.jor.br/2023/05/10/ucrania-enviou-pedido-ao-brasil-para-compra-de-veiculos-blindados-guarani/
https://veja.abril.com.br/coluna/radar/governo-lula-nega-venda-de-450-blindados-guarani-a-ucrania/
https://www.gazetadopovo.com.br/republica/lula-compromete-base-industrial-da-defesa-ao-negar-venda-de-blindados-para-a-ucrania/
https://revistaoeste.com/brasil/governo-lula-nega-venda-de-450-blindados-do-exercito-a-ucrania/
Com destaques as menções do Forte nesse trecho:
“O documento endereçado ao Ministério da Defesa do Brasil informa que os equipamentos serão pintados nas cores vermelho e amarelo. Será usado para evacuar a população civil e transportar os feridos da zona de guerra.”
Portanto não era uma viatura ambulância especializada que necessita de todo um projeto, era uma viatura medevac nos padrões vbtp padrão e desarmada.
O show fica por puro desconhecimento seu e falta de compreensão do que ocorre com essas empresas, acredite nas suas narrativas que eu acredito nos fatos.
Mais 400 pro Iraque e 200 pro Líbano q Dilma deu nega…
Já comentei este assunto, e parece que alguns não querem entender como o país funciona. É vedado às empresas de defesa do país vender armamentos para países em guerra. Mesmo que o executivo concordasse, o MPF entraria com uma ação no STF para vedar a venda. E a justificativa está na CF88. Entre seus artigos, Há um que afirma que o estado brasileiro busca à paz entre as nações, e como consequência disso, deve – se evitar quaisquer ações no sentido de estimular a beligerância entre elas. Vender armas para países em guerra, à luz da CF88, é errado, e mais do que isto ,imoral. Durante a ditadura de 64, empresas brasileiras como a Engesa e a Avibras, venderam armamentos para países em guerra, e pelos jornais, juristas afirmavam a imoralidade de tal ação. Com o fim da ditadura e principalmente com a promulgação da CF88, a constituição cidadã, estas vendas não ocorreram mais.
No caso da guerra da Ucrânia, tanto blindados e munição para tanques leopard foram negados à Ucrânia, assim como os helicópteros MI35 da FAB ,que a Rússia queria recomprar também foram vedados. Se um presidente insistisse na venda, poderia sofrer impedimento pelo supremo, por violar o princípio pacifista da CF88.
No entanto creio que várias empresas nacionais de armamentos vendem seus produtos para 3°s ,os famosos mercadores de armas, que os repassam ilegalmente à paises em guerra. Vários paises, além do BR tem as mesmas restrições, e mesmo assim, continuam vendendo através dos traficantes de armas. Há uma serie da Prime, “o gerente da noite”, que aborda esta questão, tendo como foco a Inglaterra e um mercador de armas inglês.
O Brasil vendeu ARMA PRA CARAMBA pro Iraque e mais um monte de país da África com a mesma Constituição……….
Imoral é dar camisinha pra______
EDITADO
Exatamente, o Brasil vendeu muita coisa, vale mencionar o tanto de Fal que foi vendido tambem na AL….o pessoal quer discutir soberania, mas não estão prontos para debater soberania no mercado internacional de armas.
exatamente o problema se baseia em “como o país funciona”…pois quem monta a lei sequer vai ouvir o empresário fabricante de armas.
Lembre-se que essa “imoralidade” que citou permitiu os EUA vender aos aliados e ajudar no esforço de guerra até 1941.
Pois é, os caras incentivam, depois compram meia dúzia de itens para serem usados em 10 anos ou perderem a validade, ae a empresa que se vire!
Verdade
Militantes não podem ser militares.
Exatamente! De que adianta fazer um belo catálogo ilustrado com belas imagens se o próprio país não aposta no produto nacional?!
Isso ainda não existia? Algo tão básico como um catálogo pra ser utilizado pelos adidos comerciais e militares nos contatos mundo afora.
Sim, existia, mas com outra moldagem.
chega a ser piada de mal gosto, um catalogo de produtos que não existe nem dentro de nossas próprias forças armadas, vai promover oque, mostrar no papel nem maquete existe.
É pra fingir, que está fazendo algo pela BID.
Para o governo isso é só papel.
EDITADO:
COMENTÁRIO BLOQUEADO DEVIDO AO USO DE MÚLTIPLOS NOMES DE USUÁRIO.
Com essa austeridade toda? Difícil… Esse segundo lote de Tamandarés, por exemplo, ainda acho que vai ficar com menos da metade sendo adquirido no fim das contas.
Foi gasta pagando diárias no exterior, pagando salários da nossa enorme Força Aérea com pouca capacidade de operações aéreas, da nossa enorme marinha com pouca capacidade de operações marítimas, pagando salário de militares que foram expulsos das Forças…
Enquanto nossas Forças não se retificarem inequivocamente como forças combatentes preparadas para a guerra moderna, sempre vai faltar dinheiro.
Pouco adianta estas atitudes, se quando realizam compras, pegam de fora mesmo o Brasil possuindo capacidade de produzir e/ou desenvolver localmente. Os 4×4 que compraram dos britânicos é um exemplo. A Agrale e a própria Avibrás conseguem produzir e até apresentaram modelos equivalentes. Qual opção o Brasil escolheu? Os benditos veículos britânicos!
Tem que promover, mas direcionar, investir e adquirir das empresas nacionais, pois não acho que a população tenha interesse em comprar equipamentos de defesa sensíveis de custos milionários para ter em casa.
4×4 britânico? acho que você quiz dizer italiano, e a Avibras não conseguiria competir(Avibras não produz veículos e sim lançadores de foguetes), já a Agrale não participou
Yuferfllo, o Fernandão está falando das Land Rover Defender…eu servi nessa época, foi adquirido pois ainda não existia o Agrale Marruá…o exercito estava em um momento de transição….os jipes willis estavam velhos demais, aqueles jpx a empresa tinha falido, engesa falida, troller não tinha passado nos testes do exercito….
Os defender eram o que tinha disponível no mercado e cá entre nós….era um baita jipe, tanto é que ainda tem alguns em operação mesmo após décadas….(se eu tivesse condições eu comprava um de leilão do EB)
Naquela época o Defender era nacional, né? Motor e outras peças “made in Brazil”, montado em SBC.
Sim, não era nacional, mas ele era montado em SBC pela Karmann-Ghia, tropicalizados e seguindo os padrões de viatura do EB, um detalhe curioso que quando passou a direção para esquerda (inverso do que se usava no Reino Unido) a coluna de direção ficava um pouco torta…bombeiros e policia florestal tambem compraram.
Muita gente comprou.
Eu cogitei comprar uma usada em 2011 por R$ 30.000,00. Hoje vale uns R$ 150.000,00, fácil.
A concorrência era para um veículo de 5 lugares. A Avibrás importou um modelo francês de 4 lugares (Sherpa Light) e sua fantástica divisão de engenharia colocou um banquinho no meio dos bancos traseiros.
Como é que esse veículo iria ganhar?
Sem contar a “arte” de capotar um RG-32 durante a avaliação, somente para o fazedor de viúvas da IVECO levar.
Brasil o pais dos livrinhos !! kkk
Lembro do lendário livro branco
E não esqueçamos do livro dos heróis nacionais…alguém mais analisou? muitos precisam entrar e alguns nem deveriam estar…
Se a gráfica for de algum amigo, a tiragem da publicação vai ser desproporcionalmente alta.
Interessante o Catálogo, quem tiver curiosidade pra ver a quantidade de empresas da BID. Na LAAD dá pra se ter essa idéia, caso alguem consiga visitar.
Não adianta lançar catálogo para promover indústrias de defesa brasileiras e não adquirir produtos em quantidades consideráveis ou comprar produtos lá de fora como as viaturas 4×4 de alta mobilidade fornecidas pela GM Defense, especificamente o Infantry Squad Vehicle (ISV), derivado da Chevrolet Colorado.
Você tem razão em partes, só não esqueça de mencionar que as forças armadas é o cliente (final user), o comprador é o governo federal.
Sabe aquela criança no supermercado que prefere o produto de marca e a mãe diz…esse não dá filho, se você quiser é esse ou nada? pois é…bem vindos a realidade brasileira…
Exemplo bom foi a compra o Atmos….ficamos com o nada e o nada está até hoje ecoando por aí.
No geral eu gostei do catalogo, tem produtos que me surpreenderam que não sabia que eram fabricados aqui, isso demonstra que no geral melhoramos e que temos que continuar progredindo, sobre os “haters” temos que lembrar que essas empresas criam produtos que também visam o mercado internacional, existe demanda, mas o mercado nacional é relativamente pequeno para uma empresa dessa ser rentável.
Acho importante as forças armadas continuar colaborando fornecendo especialistas para que estes produtos se tornem competitivos, eles sabem os requisitos mais importantes.
Obs – Não são produtos que você consegue fazer uma pesquisa de mercado e levantar demandas, é algo muito complexo para um empreendedor civil compreender e penso que estreitar relações é o melhor caminho na minha opinião.
Se voce viu o catálogo sabe que tem várias empresas que fabricam munição de todos os calibres, foguetes, bombas tipo MK 80 com kit de guiagem, bombas de fragmentação ( proibidas pela ONU) e bombas de penetração anti bunker. O.governo não compra estes armamentos, porque não estamos em guerra. Mas alguém compra, porque estas empresas estão funcionando. Se há proibição de vende- las para países em guerra, ou em guerra civil, e existem dezenas de países na Africa, Ásia e Oriente Médio que estão, de alguma forma estes armamentos chegam lá. Pense nas drogas ilegais. São proibidas em quase todos os países do mundo, mas elas chegam à todos eles. De uma forma ou de outra. Com as armas ocorre o mesmo. Traficantes de drogas e traficantes de armas.
Então vamos parar de fabricar refrigerante e hamburguer também, pois esses matam pessoas todos os dias e vamos parar de fabricar carros pois pessoas morrem de acidentes também….cada um
Vai lá no fórum da saúde tentar barrar a venda de cigarro também….está no fórum errado amigo.
Primeiro que a ONU não proíbe armas de fragmentação.
Há tratados que proibem, mas que vinculam apenas aqueles que aderirem a ele.
Segundo que o Brasil não proíbe a venda de armas para países em guerra externas ou civis. Tem trocentas vendas e empréstimos de armas para países em guerra ao longo dos últimos anos, como Argentina, EUA, Arábia Saudita, Iraque, Nigéria, e etc.
O que o Brasil fez, recentemente, foi vetar vendas para a Ucrânia e Israel.
Não me lembro de nenhum outro veto recente.
Catálogo disso, livro daquilo.
Quem precisaria ler, não quer saber disso.
Ser ministro da defesa no Brasil deve ser bem frustrante. Você fala com ninguém fora de seu nicho.
Em um país sério, com a devida compreensão do momento que o mundo atravessa e que nada faz crer que mudará, o Ministro estaria apresentando uma lista, com as devidas justificativas, e o congresso estaria movendo o que fosse possível para atender.
Total de cerca de U$ 20 bi para darmos a reforçada mínima que as forças precisam. Em 10 anos, isso daria cerca de R$ 10 bi de recursos adicionais por ano. 16% do somatório entre Emendas + Fundo eleitoral + Fundo partidário. Os caras precisavam abrir mão apenas de 16% do que gastam, hoje, em sua maioria, para finalidades supérfluas.
Com um reforço desses, nem precisava do orçamento das FAS irem pra 2%, como estão propondo e dificilmente vai acontecer.
1,5% do PIB e limitação rígida entre investimento (30%) e custeio (70%), incluindo um sublimite para pessoal nesse custeio, já seria o suficiente pras Forças tocarem suas atividades e realizarem as aquisições adicionais que fossem necessárias com esses 30% de investimento.
“Contratação de mais 36 Gripens ao valor unitário de U$ 75 mi (já que sem os valores do TOT dessa vez) = U$ 2,7 Bi.”
Que conversa melíflua é essa?
O avião é mais caro na matriz, que hoje já tem alguma escala de produção, do que na “filial”, que não tem escala alguma?
Um pais que da prioridade a adquirir equipamentos estrangeiros e usados, não pode ter indústria bélica.
Boa! Até hoje esse país não tem capacidade de fabricar metralhadoras .50 semelhante a Browning…
A empresa ARES Aeroespacial e Defesa por exemplo, utiliza no sistema REMAX metralhadoras Browning M2HB 12,7×99 mm (.50):
O projeto da metralhadora Browning .50 (especialmente a versão M2) tem mais de 100 anos.
Foi desenvolvida logo após a Primeira Guerra Mundial, com o projeto finalizado por John Browning por volta de 1918 a 1921.
A versão mais famosa e utilizada, a M2 HB (Heavy Barrel), entrou em serviço oficial no exército americano em 1933.
A metralhadora Browning .50 está em serviço no Brasil há mais de 80 anos, sendo um armamento fundamental para a defesa nacional.
E durante todo esse tempo, nenhum desses “centros de excelência” do EB,MB ou FAB fabricaram algo similar…
Temos o Centro Tecnológico do Exército (CTEx),que foi formalizado em 16 de outubro de 1979, e que tem 46 anos de existência institucional, que é tido como o responsável pela pesquisa e desenvolvimento de produtos de defesa para o Exército Brasileiro.
E daí?
Se não fabrica, é porque é fácil adquirir no exterior.
Por outro lado, fabricamos Mrt 60, 81 e 120, q pouquíssimos países fabricam. E logo, Art 105.
É, entendo que a prioridade número 1, quando se fala em nacionalização, é de munições e insumos usados por equipamentos que usamos ou pretendemos usar.
A decisão pela nacionalização deve vir junto com o estudo de viabilidade comercial.
Seria ótimo fabricarmos as metralhadoras. Mas, haveria mercado para elas, em concorrência com os países que já as fabricam? As aquisições pelas FAs justificam? Se sim, ótimo. Se não e a aquisição é fácil, a nacionalização não é tão imprescindível assim.
Acho que mais importante que a fabricação da metralhadora em si, é a garantia da fabricação das munições usadas nela. Em segundo lugar, as peças para manutenção. Por último, o produto acabado.
caras. Esse problema de não poder votar é irritante. Espero que seja resolvido logo. Já passou da hora…
Mais bla blá blá, planos para um futuro que nunca chega !
“…na próxima quarta-feira (25), do primeiro caça F-39 Gripen montado no Brasil.”
É o mesmo desde o Xavante, desde que a Embraer era estatal.
A aeronave é até mais sofisticada, como o foram o filme de terror do upgrade do F-5 e o AMX anteriormente, mas em substância, continua sendo a mesma fabricação sob licença de algo concebido, projetado e feito voar em um outro país.
“…com transferência de tecnológia 70%.”
Os kits de helicópteros franceses da Apertaparafusobras, 46% dizem 60% no trambolho do Carcará.
Os fantásticos submarinos Scórpene, 41%.
A Petrobrás conseguiu impor os 65% de conteúdo nacional?