De olho no futuro, Exército Brasileiro reestrutura seu Portfólio Estratégico
Por Major Cerqueira (CCOMSEx)
Brasília (DF) – O Exército Brasileiro está promovendo a reestruturação do seu Portfólio de Programas Estratégicos, com a publicação da Portaria – EME/C Ex nº 1.703, de 4 de março de 2026. A medida reestrutura a configuração dos Programas Estratégicos da Instituição, de modo a otimizar o emprego de recursos e proporcionar maior convergência entre as capacidades militares, registrando um passo importante no sentido de manter a Força alinhada aos desafios do mundo atual.
Com a entrada em vigor da nova Portaria, o Portfólio Estratégico do Exército passou a ser integrado por 7 (sete) Programas prioritários: Forças Blindadas, Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON), ASTROS-FOGOS, Sentinela, Aviação do Exército e Drones, IA e Defesa Cibernética, além de Desenvolvimento do Setor Cibernético na Defesa.
Com essa reestruturação, o Exército busca fortalecer sua capacidade de resposta frente a ameaças convencionais e não-convencionais, ampliando sua integração com outras instituições nacionais e reafirmando sua missão de garantir a defesa dos interesses nacionais. O novo Portfólio Estratégico ressalta a visão de futuro da Força como uma instituição moderna, preparada e comprometida com a sociedade brasileira.
O processo de transformação do Exército, em curso desde 2024, motivou a reestruturação do Portfólio. Em 2025, foi conduzido um amplo estudo comparativo com outros países, com o objetivo de compreender o dimensionamento das forças de prontidão. A partir dessa análise, foram elaborados documentos estratégicos, como a concepção do novo Conceito Operacional do Exército. Com base nesse direcionamento, os Programas foram revisados à luz de sua contribuição para o atendimento das Capacidades Operacionais e das Capacidades Militares Terrestres necessárias.
ASTROS – FOGOS
Uma das alterações advindas da Portaria que reestrutura o Portfólio Estratégico é a centralização das iniciativas com escopo na Artilharia em torno de um único Programa, que passa a ser denominado ASTROS – FOGOS. Essa atualização em um único eixo estratégico, visa a alinhar planejamento, execução e controle às diretrizes estabelecidas pelo Alto-Comando, com foco na eficiência da gestão e na previsibilidade orçamentária.
O ASTROS é um Sistema de Apoio de Fogo de longo alcance e elevada precisão, capaz de empregar toda uma família de foguetes e mísseis táticos de cruzeiro, contribuindo para a dissuasão extrarregional. No contexto desse Programa, foi implantada a estrutura física do Forte Santa Bárbara para a Artilharia de Mísseis e Foguetes, em Formosa (GO). A iniciativa é integrada por projetos de pesquisa e desenvolvimento, de aquisição e modernização de viaturas e de construções de instalações, que contribuem para equipar a Força Terrestre e gerar novas capacidades dissuasórias.
A reestruturação estabelece a configuração três Subprogramas: Defesa Antiaérea, Sistema de Artilharia de Campanha de Mísseis e Foguetes e Sistema de Artilharia de Campanha. A nova estrutura de governança prevê a descentralização das gerências operacionais para as sedes tecnicamente vinculadas aos projetos, mantendo o controle orçamentário e a coordenação estratégica no âmbito do Estado-Maior do Exército.
Sentinela
A nova legislação também estabeleceu a fusão dos Programas Estratégicos Sentinela da Pátria e Amazônia Protegida, para a criação do Programa Estratégico do Exército Sentinela.
Ambas as iniciativas, agora unificadas, estão alinhadas à Concepção Estratégica do Exército de fortalecimento das Capacidades Militares Terrestres. O Programa contempla a implantação, reestruturação, modernização e aperfeiçoamento das infraestruturas de Organizações Militares, contribuindo para a operacionalidade e o poder de combate da Força, em particular daquelas voltadas para a vigilância e proteção das fronteiras e de áreas estratégicas da Amazônia, regiões prioritárias para a Defesa Nacional.
Novo escopo
Dois Programas Estratégicos passarão por uma mudança de escopo, com a inclusão de novas capacidades de emprego militar. O Programa Defesa Cibernética foi renomeado para IA e Defesa Cibernética, enquanto no Programa Aviação do Exército foi incluído o termo “Drones” à sua nomenclatura.
Não se trata de uma mera alteração de nome, mas a adequação do Exército às novas tendências observadas no campo da Defesa. O foco é proporcionar capacidades para uma Força mais eficaz, capaz de responder rapidamente a ameaças, sempre com o objetivo de cumprir a missão constitucional de defender a Pátria.
Programas Setoriais
A Portaria – EME/C Ex nº 1.703, também, determina a transformação de 5 (cinco) Programas Estratégicos em Programas Setoriais: Obtenção da Capacidade Operacional Plena (OCOP), Lucerna, Sistema Operacional Militar Terrestre (SISOMT), Sistema Logístico Militar Terrestre (SLMT) e Sistema de Educação e Cultura (PENEC).
O OCOP visa a dotar as Organizações Militares do Exército de sistemas e materiais de emprego militar para manter a permanente capacidade operacional. O Programa contempla a obtenção, a pesquisa, o desenvolvimento e a modernização dos sistemas e materiais, buscando a interoperabilidade logística com as demais Forças, no que couber.
O Programa Lucerna tem o objetivo de transformar o Sistema de Inteligência do Exército, incrementando sua capacidade de obtenção e análise de dados, adaptando ou criando Organizações Militares vocacionadas para a Inteligência de Combate. A iniciativa é gerenciada pelo Centro de Inteligência do Exército.
O SISOMT tem o foco no preparo e emprego da Força Terrestre, além de aprimorar a gestão das Forças de Prontidão Operacional (FORPRON). Já o SLMT destina-se a modernizar a logística no âmbito da Força. Nesse intuito, foi criada a Rede Logística Estratégica do Exército, composta por Pontos Nodais Logísticos, localizados em pontos de interesse estratégicos no território nacional.
Por sua vez, o PENEC tem como objetivo central atualizar e qualificar o Sistema de Educação e Cultura do Exército, preparando o militar para os desafios da Era do Conhecimento e as novas demandas do Processo de Transformação em curso.
Visão de futuro
A partir da nova configuração de seu Portfólio Estratégico, o Exército reforça seu compromisso de estar preparado para os desafios do século XXI. A medida representa um marco na trajetória de transformação institucional, reafirmando o compromisso com a construção de uma Força mais ágil, integrada e tecnologicamente avançada. O novo Portfólio reflete a prioridade em áreas estratégicas como defesa cibernética, inteligência artificial, drones, monitoramento de fronteiras e modernização dos sistemas operacionais, alinhando-se às demandas contemporâneas da segurança nacional e ao papel.■










Guerra eletronica e de precisao do EB são piadas
O entendido…..
Tua colocação é tão genérica que fica difícil entender.
Vamos por partes, o que quer dizer com “precisão”? Para um disparo de obuseiro a 20km, impacto a 30m do alvo é considerado “preciso”. Agora, se o objetivo for acertar o disparo dentro de uma janela, realmente o material não tem precisão para isso.
Em relação a Guerra Eletrônica está se referindo as comunicações? nesse quesito o EB possui uma estrutura razoável, particularmente nas Bda mais operacionais. Em uma questão mais ampla, o Batalhão de Guerra Eletrônica, normalmente, é bem equipado. Obviamente é uma área que evolui muito rápido, sendo difícil acompanhar em qualidade e quantidade.
Tem pais que nem fuzil tem amigão, precisa melhorar precisa, mas falar essa bobagem que você disse é burrice ou pura falta de conhecimento sobre os meios do EB.
O Irã deu a senha,desenvolver um família de míssil balístico de curto,medio e longo alcance e drone de ataque shahed.
O Irã pode estar dando trabalho, por atacar alvos civis e alguns militares…. mas aula? kkkkkkkk
Concordo, o Ira apontou um caminho eficiente e de baixo custo …. podemos ver oque podemos aproveitar disso para o Brasil
Bom, o ingrediente principal e que há de sobra no Iran é disposição. Infelizmente no Brasil esse ingrediente ainda nāo foi descoberto…
Muda gestão.
Muda programa.
Muda entendimento.
Mas continuam comprando pouco e do exterior ( e nunca nem se quer consideram outros fornecedores).
E segue o jogo…
Quem disse q não consideram?
Força Aérea:
Gripen é sueco. KC-390 é brasileiro.
Marinha:
Tamandaré é grupo alemão. Submarino é francês. Atlântico é inglês.
EB:
Centauro é italiano. EMADS (Def AAe) é italiano. ATMOS é israelense. Spike é israelense. IA-2 é nacional. Mrt 81 e 120 são nacionais.Leo 1 é alemão. MAG é belga. Jipe Marruá é brasileiro.
MD:
HM-4 é francês.
Americano:
Algumas pontes de Eng, M-109 A5, M992A2 … são americanos.
Éééééééé……. sabichão…… bastante óbvio…..
EDITADO
Enquanto a referência for EUA, OTAN e Israel nada irá mudar.
E impressionante como muita gente entusiasta de defesa no Brasil não vê relação entre o estado das FAs e foco sempre nessas fontes.
Qual a referência que o expecialista indica?
Até porque EUA, Israel e OTAN tem pouca vivência e conhecimento em relação a emprego real de combate né…
Não precisa ser especialista, é só analisar o histórico:
Equipamentos obsoletos ou novos em quantidades ínfimas e sujeitos a sanções/embargos se o país não seguir a cartilha de Washington.
E a experiência estamos vendo na Ucrânia e contra o Irã…
Acho q vc confunde somália com o filme …..
Não faz a menor ideia do q aconteceu no Afeganistão….
EDITADO
O negócio e virar vassalo das ditaduras chinesa e russa… É cada um.
Reclama com seus representantes, o dinheiro não vem do EB, as FFAA fazem seus planejamentos de médio e longo prazo, mas falta combinar com o Estado
Muda-se os parágrafos de posição, se trocam os nomes e no papel é tudo lindo…na prática, mais do mesmo e nada para diminuir o rombo que consome quase toda receita…nada. E por isso, nada vai mudar….
Ahhh…aposto que para fazer isso, muitas reuniões foram feitas, para agendar novas reuniões, e todas regradas ao que tem de melhor…cético estou!!
Mais do mesmo…coberto de razão.
“A reestruturação estabelece a configuração três Subprogramas: Defesa Antiaérea, Sistema de Artilharia de Campanha de Mísseis e Foguetes e Sistema de Artilharia de Campanha. A nova estrutura de governança prevê a descentralização das gerências operacionais para as sedes tecnicamente vinculadas aos projetos, mantendo o controle orçamentário e a coordenação estratégica no âmbito do Estado-Maior do Exército.”
Defesa antiaérea agora é um subprograma.
Agora vai. rsrs
Qual a diferença?
Nenhuma. Não saiu antes. E talvez não tenhamos a oportunidade de ver, em vida, sair em quantidade e qualidade adequada.
Ou seja, nenhuma diferença.
Ou você acredita que essa necessidade, que se discute a tanto tempo, está adequadamente atendida ou em vias de ser?
Há mais de 10 anos discutíamos aqui a aquisição do Pantsir. Se era bom, se era ruim. Se estava sendo imposto ou não. Se valia a pena para fins de equilíbrio de balança comercial ou não.
Pois bem, não veio ele e nenhum no lugar.
Pelo visto é falta de conhecimento mesmo…
Não há absolutamente nenhuma discussão sobre aquisição do Pantsir…. foi descartado há uns 10 anos atrás…
Os meios AAe de média Altura só não foram decididos antes, bem antes, por receio do que ocorreu com o ATMOS….
Quando foi verificado que não ocorreria, q o GF não iria fazer intervenção ideológica, foi decidido. Tá lá Sistema EMADS.
O Pantsir foi descartado na época devido a questões orçamentárias, algo dito pelo próprio ministro da Defesa.
Uma frase que sempre ouvi dentro do EB: se você quer postergar uma discussão e/ou não trabalhar em algo, crie um GT (Gp de Trabalho). Lembro-me que o primeiro GT para o programa de blindados completa 10 anos e foram mais de 6, com 3 ROBs diferentes, 4 se contar o maravilhoso “canhão 105 mm que penetra 1000 mm RHAe a 2 km”.
Sem contar que os gênios vão diminuir a quantidade de UTIR e de remuniciadoras por bateria.
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O mundo inteiro colocando canhões de vários tipos devido a ameaça de drones, mas só o EB vai lá e mete um ROB direcionado pra apenas um cliente, somente contando com mísseis. O EB tá esperando ameaça de caças e helicópteros de ataque, que hoje operam em stand-off em relação ao alcance do RBS-70!
Pessoal, vocês acham isso sério mesmo? Quantos tours Europeus o EB faz por ano? É mais um do mesmo, o custo de uma bateria do EMADS custa uma Brigada inteira com Barak e Iron Dome ou de Pantsir, acho que até custa uns 30 mm na conta. Falavam desse sistema desde os anos 90 e nada até hoje.
“O Pantsir foi descartado na época devido a questões orçamentárias, algo dito pelo próprio ministro da Defesa.”
Papo político, que nunca ouvi, e totalmente desenbasado de quem trabalhou com isso.
O Pantsir não atendia todas as Forças como se queria. Atendia mais a FAB. EB e MB, não.
Se não tivesse 25 bilhões de Reais, do seu orçamento atrelado a pensões de filhas de militares, daria pra fazer isso e muito mais.
Só existe esse atrelamento por uma manobra do governo federal em esconder o rombo da previdência. Em lugar algum do mundo se paga pensão com orçamento de defesa. Isso é uma pedalada histórica.
Viaja não…
Acho que vale ler mais e buscar fontes que sejam melhores para basear sua opinião… 😉
é só pra causar polêmica, falar mal e criar narrativas…. estudar, q é bom….NADA
EDITADO:
COMENTARISTA BLOQUEADO.
Helio
Vocẽ está muito equivocado.
1) os gastos de todos os governos estão relacionado a um caixa único.
2) o modo como se faz a divisão na planilha do excel pode ser diferente mas na contabilidade comparativa, qualquer que seja a área, são incluídos os gastos de custeio, investimento, pessoal ativo e pessoal inativo.
Por exemplo, o SIPRI explica que os números usados por eles para estimar os gastos militars de cada país sao baseados em ínumeras fontes e incluem todos os aspectos que eu mencionei. mesmo que na planilha do excel (espero ser desnecessário explicar que o termo “planilha de excel” é apenas uma metáfora de como cada governos no mundo organiza os seus gastos) aparecem em colunas separadas
3) o cálculo no Brasil e no mundo das areas de educação, saúde, segurança pública, etc.. incluem tanto o pessoal ativo quanto o inativo. Isso está bem descrito nos documentos do MInistŕio do Planejameto e também nos relatórios de gestão de cada órgão publico
4) caso tenha curiosidade, os orçamentos das universidades públicas (sejam as federais ou estaduais) incluem expressamente o valor dos inativos e ativos. Aliás, a UNESP (uma das universidades públicas de SP) está há vários anos com os gastos com pessoal inativo, que tem bloqueado a contratação de pessoal novo para substituir aqueles que se aposentam. Perceba que uma ao se aposentar (seja um civil o um militar), ele continua incluído nos gastos da instituição e após a sua morte, havendo o direito de pensão por um membro da família, o gasto continua presente. A contratação de uma pessoa para ocupar aquela vaga significa dobrar os gastos porque é preciso pagar o servidor (civil ou militar) na ativa e o servidor que se aposentou.
5) o sistema de previdẽncia militar é separado do sistema de previdẽncia dos servidores civis do executivo, por isso precisa ser tratado separadamento.
Supunha que esta discussão já estava bem esclarecida, mas pode ser que seja preciso retomá-la. Periodicamente, novos colegas descobrem a trilogia e discussões antigas retornam.. daqui a pouco alguém aparece falando de nazismo de esquerda de novo.
vai ser complicado
Escreveu muito, pra falar o q não é…..
SIPRI não é preciso. Há inúmeras formas de mudar o resultado.
O mais gritante é nos EUA, onde o $$ do Departamento de Veteranos, q é ENORME, não entra no cômputo pra Defesa.
Mas eles não investem só 1% do PIB. A capacidade deles orçamentária é infinitamente maior, e levem com seriedade e comprometimento os projetos. Pare de reclamar em cada post, João, e contribua com alguma informação específica já que é to entendido.
Eu não reclamo
Eu combato a desinformação…. simples assim….
Aliás, vc não lê o q escrevo, pois sou dos q mais explica.
Acredito que o foco de discussao esta no lugar errado. O problema maior da previdencia militar e a integralidade da aposentadoria e paridade. Isto tambem acontece em outras areas. Alem disso, a idade de aposentadoria. Assim o pais nao aguentar. A taxa de natalidade continua caindo, alem do continuo incremento de informalidade. Uma nova reforma profunda e inevitavel. Quando dinheiro acabar nem havera direito adquirido, ou vamosv pagar com hiperinflacao.
As unicas areas do setor publico, que chegam perto do nivel de proteção social dos militares, são as carreiras de Policias Federais e da PRF.
A critica que qualquer um poderia ter ao servidores civis da União, acabou com a reforma da previdência.
E quem fala isso, é o TCU, não eu…
É só dar para a ativa os mesmos direitos trabalhistas que dos civis… iguala tudo e acaba o mi mi mi
Mas ai………… melhor deixar assim………
Não é pedalada nenhuma……
E nem pensão é orçamento de previdência no mundo todo….
As pensões e inatividade foram para o orçamento única e exclusivamente, pq o GF usou TODO o fundo de pensão na construção de Brasília, e, em troca, atrelou as pensões no orçamento da Defesa, com as mesmas características do fundo (Montepio Militar).
Quanto a previdência no mundo, depende do país. Nos EUA, por exemplo, é rubrica do Departamento de Veteranos.
Não tem…..
Se sobrassem 25 bilhões exatamente agora, como num passe de mágica, vc realmente acredita que esse recurso ficaria com as FFAA??? A questão não é essa… Gastamos com “cultura”, via Rouanet perto de 15 bilhões… Qq grana que sobrar não significa que será realmente utilizado na pasta.
Lei Rouanet é patrocinio privado. Empresas que patrocina cultura e programas filantrópicos tem descontos no imposto de renda. Cultura também gera empregos pra muita gente do projeto e dos teatros. Eu fui assistir uma peça de teatro e são dezenas de pessoas envolvidas trabalhando. Eventos como esses geram arrecadação de impostos e trabalho pra muita gente.
1) Defesa não gera $$$… ninguém recebe salário lá e não gasta…. só galera do teatro da dedada q vc gosta…
2) Vai olhar o $$ do GF…. zilhões pra Lei Rouanet bancar cantor e atriz ricos…
3) Se ninguém destinar em IR, então acaba? sério mesmo?
e também permita-me dizer que….assunto de defesa não gera voto….estão atacando o tema de defesa pois sabem que a maioria é de direita….daí que sai as pérolas no fórum, pode notar que quando o assunto fica mais técnico eles puxam para política….precisam melhorar a campanha….tão passando vergonha.
verdade!
mas de novo esse assunto de pensões de filhas de militares? vamos falar do Osório também, só para mudar um pouco.
Não. O problema atualmente é baixo investimento nas Forças Armadas que corresponde aproxidamente 1,1% do PIB Brasileiro. É muito baixo.
Só para termos uma noção do quanto é baixo esse investimento, se o gasto com a Defesa aumentasse apenas 0,10% do PIB, passando para 1,2% seriam cerca de U$ 800 milhões de dólares por ano para cada Força (Exército, Marinha e Força Aérea).
Com esses U$800 milhões de dólares por ano durante 12 anos, dava para tocar e finalizar todos programas em andamento, inclusive o submarino nuclear.
Isso tudo apenas com 1,2% do PIB
24 BILHÕES DE DÓLARES não é pouco investimento em canto nenhum deste mundo.
Se as coisas não andam como devem em nossas forças armadas é por falta de objetivo, organização, lisura e desperdício .
objetivo, organização, lisura e desperdício FALÁCIA!
Obj está claro. Melhor, impossível.
Organização: Vcs querem q se compre como supertrunfo… não é assim. Pra não ficar com meios q não se tem como utilizar, igual ocorreu com a VNZ.
Lisura: Prove!!!! Denuncie!!! TCU e MPM discordam de vc.
Desperdício: Prove!!!! Denuncie!!! TCU e MPM discordam de vc.
Defesa cibernética está ainda pior que a nossa antiaérea
Ai, q se engana bastante….
Estamos muito bem em Def Ciber.
Inclusive, são brasileiros que conduzem Def Ciber em organismos de defesa internacionais ocupando, inclusive, chefias.
Brasil tbm tem jogadores em quase todo time europeu, no entanto quanto o time é totalmente brasileiro…
Quando eu digo brasileiros nos organismos internacionais, são militares do Exército Brasileiro…. pra que fique bem entendido….
O que você sabe sobre a defesa cibernética empregada pelo EB, para fazer tal afirmação? fale mais sobre isso.
Eu conheço umas 5 empresas de T.I com equipamentos de Cybersegurança, melhor do que os usados pelo E.B
(E são empresas de médio porte)
Oxa…. tu sabe o q o EB usa….. oooxxxaaa…..
Viagra
???????????????
Sim, pq diversas vezes o E.B abriu licitação disso, e comparam equipamentos de nivel civil, e nem os melhores disponiveis no mercado.
Pedro bó…… tu acha q a compra dos meios principais são em licitação normal????? hahaahahahahahahahahahah
Se eu falar, serei preso
Não me lembro de nenhum ataque ter afetado algum sistema essencial….até onde eu saiba as infraestruturas essenciais do Brasil seguem rigorosos da politica de defesa nacional
Literalmente em 2015 invadiram os servidores do EB e vazaram os dados de 7.000 militares.
E consigo lembrar de diversos outros incidentes parecidos….
Vamos lá…guerra cibernética envolve causar interrupção, destruição, espionagem ou danos significativos aos sistemas vitais do adversário.
Isso que descreveu não é guerra cibernética, a propósito se algum hacker acessou para tentar pegar o cartão de vacina do Bolsonaro, por favor me contacte que esqueci meu cartão de vacina lá também….poderiam me mandar uma cópia por favor?…cada um que aparece.
vc é do tipo de cara que só aprende quando quebra a cara
E vc é o q inventa….
Não meu amigo, sou o tipo de cara que não coloca uma usina conectada a internet.
Eles conseguem vazar os dados, e ainda colocam no sistema uma nota falando que “O sistema é ruim e feito por um idiota a nivel de segurança” e você vem me falar que não causou interrupção??
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Não causou, atacaram um servidor de um hospital, nada que atrapalhe o dia-dia da força…as atividades continuaram funcionando normalmente sem interrupções…sobre seu questionamento aos sistemas de segurança.
“O Data Center Marechal Rondon é certificado internacionalmente com o selo TIER III, emitido pelo Uptime Institute, referência global em padrões de qualidade de data centers. Essa certificação garante que o centro possui alto grau de resiliência, disponibilidade mínima de 99,982%”
Fonte:
https://www.eb.mil.br/web/noticias/w/exercito-brasileiro-consolida-seguranca-cibernetica-com-data-center-em-sao-paulo
Esse aqui é a certificação de segurança do Data Center Coronel Ricardo Franco em Brasilia
Fonte:
https://uptimeinstitute.com/component/tierachievement/datacenter/data-center-coronel-ricardo-franco/752
Essa certificação é de nivel de redundáncia técnica referente a manutenção e outros problemas como falta de energia., e não de Cybersegurança.
https://www.hostdime.com.br/blog/data-center-tier-iii
Ademais, já existe um nivel de segunraça superior ao adotado pelo E.B
Plano estratégico de 2026: projeto A, B e C dentro da prioridade. D, E e F fora.
Plano estratégico de 2028: projeto A. B e C fora da prioridade. D, E e F dentro.
Terminar as coisas nada, só ficar trocando papelada e consumindo verba.
Ficam*
Exelente comentário
Para tudo precisa de previsibilidade orçamentária.
Sabe o q é? Não, então não geme…
Sei sim. A previsibilidade orçamentária sempre é ter pouco dinheiro, então teriam que fazer programas modestos.
Isso é igual a medico que sempre tem a desculpa de imprevistos para estar atrasado. Se toda hora acontece algo para atrasar, não é imprevisto, é previsto, sempre vai atrasar.
Basta considerar isso.
Meu Deus…..
Que pouco???? Em qual rubrica??? Em qual previsão trimestral de descentralização?
Ideia do EB: Reestruturação do EB com alta tecnologia.
Fato do EB: Colocar um farol de milha no Cascavel e falar que é reestruturação.
Sem falar da restruturação das divisões blindadas com os Leopards “revitalizados” rs
Uma das melhores “restruturações”….rsrsrsrs
Analisando os conflitos contemporâneos (Nargorno-Karabach, Ucrânia e Irã) pode-se concluir que 5 campos são prioritários:
1 – Guerra dos drones
2 – Defesa AA, C-UAS e C-RAM (engloba SAM em camadas, laser, AAA, radares, GE etc.)
3 – Artilharia de mísseis e foguetes (programa Astros)
4 – Artilharia 155mm AP L52 (cancelado pelo atual governo)
5 – Blindados sobre rodas (programa Guarani)
Mísseis balísticos ! Se alguém tinha ainda alguma dúvida agora ela se dissipou.
Sobre isso, dentro dos tópicos:
1) O Cmdo Av Ex está criando um Btl SARP, como primeira OM do tipo.
Terá uma SU SARP e uma Anti-SARP.
Além disso, há SARP na Inf, Cav, Eng, Art.Reconhecimento, vigilância, orientação de tiro etc já estão bem comuns.
2) Bem complicado, pra fazer com esse governo…. se buscou muito entubar suas ideias com peso ideológico (ou corruptivo…. não sei). Acredito que as novas determinações de aquisição mostram a mudança. Falta maior quantidade.
3) Na minha opinião, deveríamos ter mais Grupos Astros.
4) Será um parto…. espero q o próximo governo, não sendo desse viés, conclua.
5) Novas versões chegando. Atualização da UT-30. Integração de Com/link de dados com os outros meios de lagarta andando.
1 – Guerra dos drones
Interessante falar de guerra de drones, mas infelizmente ainda não conseguimos colocar o drone de vigilância a nível de tropa por completo, não há uma escola de pilotos de drones sendo os cursos lecionados em forma de parcerias, ou seja, a impressão que tenho é que isso veio andando de forma toda atrasada e toda desorganizada, lembrando que drones no exercito não é novidade, o primeiro drone de tropa foi comprado há mais 10 anos (Horus FT-100), drones de vigilância não era algo caro a ponto de ter sido negligenciado como foi.
Salvo engano a doutrina é de 2014. A evolução é muito tímida.
Não há estágios/cursos muito menos uma escola de guerra de drones.
Falta o que para o EB desenvolver um simples drone FPV com ogiva HEAT? Nem estou falando de drones guiados por fibra ótica.
Tem curso, sim. Muita gente habilitada e voando drones de várias categorias. Nos, BIM, Cia Intlg, Cav Mec, Inf, Bia Busca de Alvos, nos GAC etc
2 Defesa antiaérea, é uma novela no exercito, para quem não sabe é previsto pelo menos uma bateria de defesa antiaérea de baixa altura para cada brigada, dá para contar nos dedos as brigadas que possuem uma bateria dessa, já não bastasse esse problema de completar as brigadas, criaram um comando único de uma brigada defesa antiaérea com suas OM espalhadas pelo país que em caso de necessidade mal conseguiria dar um apoio efetivo e isso ficou evidente quando chegou eventos mundiais como copa do mundo e olimpíadas (o Brasil contou com a sorte e apostou alto ali), o assunto já está grave e olha que nem cheguei no tema de defesa de médio alcance, a impressão que tive que o exercito nunca soube o que queria nesse assunto além da falta de recursos, parece que só agora definiram responsabilidades e a coisa está saindo do papel, mas o passado é triste.
-C-UAS e C-RAM, se você pesquisar esses assuntos nem manual existe esses termos, tô falando sério.
Para Bda, é Bia de baixa altura. Para DE q são Grupos de Me Altu.
Caro João, espero que dessa vez conseguimos criar a artilharia de média altura, estou acompanhando a conversão do 12 gac em Jundiaí, mas não podemos esquecer que as bia de baixa altura, manpads já seriam suficiente para sair do zero, é complicado o EB ter que criar programas como Sisfron para poder comprar meios para a tropa, infelizmente prioridades e padronização são palavras que não andam de mãos dadas.
Exceto as OM especializadas, eu sou plenamente a favor da padronização (de Oiapoque a chui).
Essas bia de brigadas, poderiam ter uma seção C-UAS, meia duzia de dronegun, um detector/jammer de sinal de drone, não é muita coisa mas saimos da estaca zero e dá confiança ao resto da tropa.
Sim, sem dúvida.
Sei q serão criadas Cia Anti SARP em Btl SARP. Não sei como será contra drones “pequenos”.
3 – Artilharia de mísseis e foguetes
Não vou entrar no assunto do Astros, mas abordar que chegaram a noticiar que a MacJee estava em negociação de uma bateria do armadillo, poderíamos ter avançado nessa negociação, o assunto esfriou e foi ofuscado pelo tema da Avibras.
4 – Artilharia 155mm AP L52 – Quiseram fazer politica e aproveitaram o tema da negociação alegando desavenças com Israel foi o bode expiatório, se fosse para comprar algo o governo tinha adquirido o segundo colocado na licitação.
5 – Blindados sobre rodas (programa Guarani)
O Centauro II deveria ser o carro para substituir o Cascavel na proporção 1×1, criar uma modernização do Cascavel para tentar preencher um buraco nas OM de cavalaria corre o risco de ficar sem os dois e ainda o buraco nas OM vai continuar existindo, para fazer as coisas da maneira certa deveríamos ter adquirido o centauro na casa das centenas em um programa a longo prazo como fizemos com Guarani…se for para sofrer sofre da maneira certa…rs
Nada de diferente como sempre, tudo papel, planejamento, papel e na pratica nada, e nao adianta te monte de plano e estrategia sem os meios, papel nao faz disuassao
Muitos planos, muitos estudos, muitas reuniões e pouca prática, para variar ….
O Exército Brasileiro, em parceria com a indústria nacional (SIATT, Arsenal de Guerra do Rio), desenvolve uma munição guiada de morteiro 120 mm (120mm GC) com GNSS/Laser, visando alta precisão (até 1 metro), alcance de 10 km e redução de danos colaterais. Esta iniciativa busca autonomia tecnológica e modernização da artilharia.
Dá até preguiça comentar, papel aceita tudo…
Ficaram bacana essas fotos da matéria
Off topic: peru incorpora seus primeiros blindados kltv.
Interessante é que 100% nacional e com identidade própria.
Você sabe que tem um dedo da Kia sul-corena aí né?…na verdade não são 100% nacionais e sim foram mandados kits e montados lá…não estou querendo tirar o mérito dos Peruanos, e também acredito que a fabricação sob licença possa ser uma questão de tempo, mas é importante colocar os pingos nos “i”s.
Mesmo blá blá blá de sempre, na prática revitalizando Cascavel e 10 anos pra revitalizar 50 unidades do Léo.
Propaganda eleitoreira… Esperem sentados por esse investimento.
Pastel de vento, zzzzz….
Saiu no Estadão!
https://www.estadao.com.br/economia/joesley-batista-decide-financiar-a-avibras-que-vai-fabricar-novos-misseis-para-o-exercito/?utm_source=twitter:newsfeed&utm_medium=social-organic&utm_campaign=redes-sociais:042026:e&utm_content=:::&utm_term=
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Joesley Batista decide financiar a Avibrás, que vai fabricar novos mísseis para o Exército; saiba mais >