The Commandant, Gen. Eric M. Smith attends the 250th Amphibious Capabilities Demonstration

Washington, 29 de março de 2026 — O Pentágono está preparando planos para semanas de operações terrestres limitadas no Irã, potencialmente incluindo ataques à Ilha Kharg e a posições costeiras próximas ao Estreito de Ormuz, segundo funcionários americanos ouvidos pelo jornal Washington Post. A reportagem, publicada neste sábado, representa a revelação mais explícita até agora de que os EUA consideram seriamente enviar tropas ao solo iraniano — embora o presidente Donald Trump ainda não tenha aprovado nenhum dos planos.

Qualquer operação terrestre potencial ficaria aquém de uma invasão em larga escala e poderia, em vez disso, envolver incursões por meio de uma combinação de forças de Operações Especiais e de tropas de infantaria convencional. Todos os oficiais falaram sob condição de anonimato para discutir planos militares altamente sensíveis em desenvolvimento há semanas.

Uma pessoa disse que os objetivos em consideração provavelmente levariam “semanas, não meses” para serem concluídos. Outra estimou que as operações poderiam durar “alguns meses”.

Uma missão terrestre mais inteligente, segundo um especialista, poderia ser para as tropas americanas “limpar” alguns dos locais militares costeiros do Irã que representam uma ameaça ao tráfego comercial e militar. Alguns estão próximos ao Estreito de Ormuz e outros, provavelmente, mais acima da costa.

A posição da Casa Branca

A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, respondeu à reportagem: “É trabalho do Pentágono preparar-se para dar ao Comandante em Chefe a máxima opcionalidade. Isso não significa que o presidente tenha tomado uma decisão.”

A posição contrasta com declarações mais brandas do secretário de Estado, Marco Rubio, que disse, na França, que os EUA podem “alcançar todos os seus objetivos sem forças terrestres” e que o conflito “não será prolongado”. Trump, em 20 de março, disse a repórteres: “Não estou colocando tropas em lugar nenhum. Se estivesse, certamente não diria a vocês, mas não estou.”

O contexto militar: uma força expedicionária crescente

Dois grupos expedicionários de fuzileiros navais chegam à região, enquanto o elemento de comando da 82ª Divisão Aerotransportada foi ordenado a se deslocar para o Oriente Médio com uma brigada de infantaria de vários milhares de soldados.

O CENTCOM já atacou locais iranianos nas áreas costeiras do Estreito em 18 de março, usando bombas penetradoras de 2.200 kg contra locais de mísseis iranianos endurecidos ao longo da costa iraniana próxima ao Estreito de Ormuz.

O debate político interno

A deputada Nancy Mace (R-Carolina do Sul) afirmou, após um briefing do Comitê de Serviços Armados da Câmara: “Não vou apoiar tropas no solo no Irã.” Já o senador Lindsey Graham (R-Carolina do Sul) pediu que as forças americanas tomem a Ilha Kharg, fazendo comparações com a tomada da ilha de Iwo Jima durante a Segunda Guerra Mundial — operação que custou cerca de 6.800 vidas americanas.

O Irã responde com ameaças

O presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que o “inimigo abertamente envia mensagens de negociação e diálogo e, secretamente, planeja um ataque terrestre”. “Desconhecendo que nossos homens estão esperando pela chegada de soldados americanos ao chão, para incendiar os americanos e punir seus parceiros regionais para sempre.”

Enquanto isso, o IRGC anunciou no domingo que lançou ataques de mísseis e drones contra fábricas de alumínio no Bahrein e nos Emirados Árabes Unidos, visando, segundo descreveu, indústrias ligadas ao setor militar americano — em retaliação a um ataque dos EUA e de Israel à infraestrutura industrial iraniana, lançado a partir de bases nos estados do Golfo.

A guerra, que entrou em sua quinta semana, aproxima-se de um ponto de inflexão crítico: se as negociações diplomáticas — mediadas pelo Paquistão, com a participação de Arábia Saudita, Turquia e Egito — não produzirem resultados concretos em breve, a probabilidade de uma escalada terrestre americana cresce significativamente.■

FOTOS: Marinha dos EUA

LEIA TAMBÉM:

USS Tripoli entra na área do CENTCOM com 3.500 fuzileiros navais; grupo anfíbio reforça pressão militar sobre o Irã


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Comenteiro
Comenteiro
15 dias atrás

A impressão que dá é que além de inevitável, esse conflito terrestre é o desejo.mais ardente dos dois lados dessa operação militar especial.

Pedro
Pedro
Responder para  Comenteiro
15 dias atrás

Tenho a mesma impressão. Do lado do EUA, é uma oportunidade de sair da paralisia envolvendo o Estreito. E do lado do Irã, é uma oportunidade de causar dano político ao governo Trump pois a opinião publica é sensível a baixas de guerra.

Última edição 15 dias atrás por Pedro
wilhelm
wilhelm
Responder para  Comenteiro
15 dias atrás

Com certeza muito menos por parte do americanos.

Tudo indica que eles estavam esperando um levante interno no Irã assim que iniciaram os ataques, mas isso não ocorreu. Depois, tentaram convencer os curdos a atacarem, mas isso também não parece ter ocorrido conforme o previsto. Agora, na falta de melhores opções, estão mexendo os pauzinhos para fazerem eles mesmos uma intervenção — que, por sinal, tem grandes chances de terminar com perdas altas.

Essa guerra foi muito mal planejada.

João
João
Responder para  wilhelm
15 dias atrás

Como eu já escrevi por aqui.
O Irã luta pela sobrevivência do regime.
Não vai desistir fácil.

Os persas, por sua vez, assim como os árabes, não fazem onda, surfam nela.
Ou seja, os revolucionários estão sentindo “aula é a ideia”, para poder agir ou não.

Juca
Juca
Responder para  Comenteiro
15 dias atrás

A tomada americana do estreito de Ormuz seria uma tremenda vitória para Trump e uma derrota acachapante para o Irã.

Não sei se os EUA tem como objetivo controlar totalmente o Irã como faz na Venezuela ou simplesmente ferir o inimigo o suficiente e deixa-lo sangrar e assim incentivar populares mais desgostosos com o regime a iniciar uma guerra civil.

A questão é, Israel e outros vizinhos do Irã irão tomar muito dano antes que tudo isso aconteça, porém enquanto o território americano estiver seguro, nada impede os EUA de irem adiante.

JuggerBR
JuggerBR
Responder para  Juca
15 dias atrás

Se existirem ainda células adormecidas em território americano, podem ocorrer ataques terroristas, esse é um risco que sempre vai existir. A Europa corre o mesmo risco, de maneira ainda mais crítica, pois os descendentes de árabes e muçulmanos que podem se tornar terroristas é grande.

Juca
Juca
Responder para  JuggerBR
15 dias atrás

Exatamente, ataques terroristas podem acontecer de qualquer forma, e a Copa do mundo em território americano será um alvo bem grande, mas um ataque terrorista em solo americano em plena copa poderia ser oportuno para Trump, em termos políticos e também militares.

Matheus
Matheus
Responder para  Juca
15 dias atrás

A questão é, Israel e outros vizinhos do Irã irão tomar muito dano antes que tudo isso aconteça, porém enquanto o território americano estiver seguro, nada impede os EUA de irem adiante.

Não cara!!!!! Os americanos não podem fazer o que quiserem por causa disso, na verdade, isso daí pode significar a queda do império americano no OM, vai ser o Momento Suez de Washington.

Camargoer.
Camargoer.
Responder para  Comenteiro
15 dias atrás

Discordo.

O Irã não tem interesse no conflito. Partindo do ponto que o Irã está bem longe de ser uma democracia, o regime parece estável principalmente após a violenta repressão do governo contra a oposição que tentou uma revolução colorida tempos atrás.

Obviamente, a diferença de poder militar entre os EUA e o Irã é enorme, mas os EUA estão com a desvantagem de ser uma força de agressão e demandar uma logística imensa. O Irã tem 600 mil tropas disponíveis e pode mobilizar outros 400 mil como reserva e uma vantagem logística.

A única estratégia viável é uma guerra de atrito que desgaste o governo dos EUA domesticamente ou que seja capaz de sustentar um conflito até que ocorra uma mudança geopolítica ou uma mudança política dentro dos EUA, como por exemplo as eleições presidenciais daqui 3 anos.

Atualmente, sou incapaz de avaliar o que irá acontecer daqui para frente. Está muito confuso

comenteiro
comenteiro
Responder para  Camargoer.
14 dias atrás

Mas um escalada mais séria dessa guerra não deixaria o atrito mais abrasivo, por assim dizer?

Camargoer.
Camargoer.
Responder para  comenteiro
13 dias atrás

Oá C.

Uma guerra de atrito precisa equilibrar a intensidade de resposta á intensidade da agressão, caso contrário o agressor terá uma vantagem que pode tornar o conflito em uma guerra de batalha decisiva.

Quando maior for a agressão, maior terá que ser a resposta da defesa. Neste aspecto vocẽ tem razão.

Por outro lado, o Irã tem uma enorme força de defesa. São 600 mil tropas regulares. Uma força de agressão precisa ser superior á força de defesa, melhor preparada e mais rápida. Clao que os EUA possuem tropas mais equipadas e preparadas, mas é apenas uma fração das tropas iranianas. Na guerra do Iraque, os EUA ficaram com a mobilidade e as defesas do Iraque foram colocadas em posições fixas, com tanques enterrados em trincheiras, os que os tornaram alvos fáceis.

Duvido que o Irã cometa o mesmo erro.

Minha análise sugere que os EUA não possuem condições de sustentar uma invasão na escala, intensidade e velocidade que permita uma batalha decisiva e que o Irã possuim condições de sustentar uma guerra de atrito de longa duração contra os EUA.

Alexandre Costa
Alexandre Costa
15 dias atrás

Vamos ver como eles se saem nesse cenário dominado por drones. A impressão que dá até aqui é que os EUA não aprenderam muito com o conflito na Ucrânia.

Fernandão
Fernandão
Responder para  Alexandre Costa
14 dias atrás

A Ucrânia tem o ocidente inteiro lhe fornecendo armas e equipamentos, o Irã, não sabemos se sequer os russos e chineses estão lhes fornecendo em quantidade razoável. Por exemplo, porque os chineses não “testaram” seus mísseis anti-navio, fornecendo para os iranianos? Então essa parte complica, pois vai se lá saber qual é o nível de cooperação dos países alinhados com o Irã.

Glaucus Lima
Glaucus Lima
15 dias atrás

Os 2 lados são USA e Israel. Para o Irã está sendo muito doloroso, perdeu uma parte significativa de seu poderio militar. Então dividir a culpa com o Irã não dá. A propósito, Israel saiu da mídia. Repararam? O que houve. Deixaram Trump com a bomba no colo?

Macgarem
Macgarem
Responder para  Glaucus Lima
15 dias atrás

Pois é, arrumaram a confusão e deixaram no colo do laranjo kkkk

João
João
Responder para  Macgarem
15 dias atrás

Praticamente todos os países da região estão pedindo a guerra agora.
Arábia Saudita, Emirados, Jordânia, a coisa tá feia.

Felipe M.
Felipe M.
Responder para  Glaucus Lima
15 dias atrás

Acho que foi mais pedido dos americanos mesmo.
É difícil gerenciar o discurso quando você fala em vitória, negociações, possível fim do conflito, enquanto seu aliado no conflito mantém a retórica de que o conflito se intensificará e por muito tempo.

Macgarem
Macgarem
15 dias atrás

Vai ter desembarque mesmo, todo jornais americano falando.

Marcelo
Marcelo
Responder para  Macgarem
15 dias atrás

Isso vai ser uma furada sem tamanho.
Na hora que eles desembarcar no Irã o Irã vai mandar um chuva de fogo na tropa americana jamais vista.
Tenta a sorte que o azar é certo.

Fernandão
Fernandão
Responder para  Marcelo
14 dias atrás

É o que esperamos, só que vai se lá saber a quantidade de mísseis em estoque que eles possuem e se a China e a Rússia irão ajudá-los, pois o Irã está precisando de suporte e não parece que esses países estão se movimentando para algo do tipo. O que acaba sendo engraçado isto, pois enquanto os americanos oficialmente armam a Ucrânia e Taiwan, os russos e chineses ficam pianinhos com o que é feito no Irã.

É uma covardia que irrita e será cobrada lá na frente quando a China estiver atolada em Taiwan, igual a Rússia está na Ucrânia.

Renato Solon
Renato Solon
Responder para  Macgarem
14 dias atrás

Para ter desembarque em Kharg, por exemplo, as forças anfíbias precisam passar por Ormuz sem serem dizimadas por um ataque de saturação de mísseis e drones primeiro. Quanto a tomar o estreito em si, é uma missão suicida (baixas atrozes) e ainda pior inútil. O Irã continuará capaz de manter o estreito fechado com seus drones de longo alcance decolando de praticamente qualquer lugar de seu território, ele não precisa do litoral do estreito para destruir qualquer um que tente passar.

silvom
silvom
Responder para  Macgarem
14 dias atrás

espero que usem muitos sacos pretos

comenteiro
comenteiro
Responder para  Macgarem
13 dias atrás

Para saber com certeza é só ver esses sites de bets. Tem muita gente ganhando grana adivinhando as datas de movimentos militares ou declarações do Sr. Trump. Por coincidência, geralmente as coisas acontecem quando as bolsas estão fechadas.

deadeye
deadeye
15 dias atrás

Quando os fuzileiros desembarcarem, eles devem gritar “POR EPSTEIN E POR ISRAEL”

Cassini
Responder para  deadeye
15 dias atrás

“Pela Grande Israel”!

Manus Ferrum
Manus Ferrum
Responder para  Cassini
13 dias atrás

E que esse brado os guie eles para o túmulo.

Felipe M.
Felipe M.
15 dias atrás

É, talvez essa seja a decisão que leve o governo atual dos EUA pagar por tantas decisões sem escrúpulos e sem racionalidade.
Falamos por tanto tempo (e com razão) sobre os erros de planejamento da Rússia, tanto na invasão da Ucrânia como na manutenção do conflito.
Não dá para ignorar o aparente grande erro dos EUA nesse conflito do Irã. Basicamente, subestimaram o Irã, achando que ou conseguiriam dobrar o regime atual ou conseguiriam fomentar um sólido movimento interno de mudança de poder.
Na prática, é evidente que o Irã não possui meios para contrapor aos avanços de EUA e Israel. Seus sistemas não conseguem evitar os ataques, que podem acontecer em exatamente qualquer lugar do território iraniano.
Mas, os iranianos tiraram o coelho da cartola: Tornar essa aventurar cara demais, ao ponto de se tornar insustentável: Atacar os países aliados dos EUA na região.
Com isso, o primeiro efeito imediato: Esses países começarem a ter custos financeiros e em vidas com o conflito e começarem a pressionar os EUA em razão disso. Mas o custo vai além disso. A receita desses países é, massivamente, oriunda do petróleo e gás. Com os ataques e o fechamento do estreito, esses países vêem, como única alternativa, pressionar ainda mais os EUA. O que se podia esperar é que esses países se juntassem à ofensiva dos EUA e Israel. Mas, o que esses países estão vendo é que caso isso ocorra, o abalo na exploração do petróleo será ainda maior. Além disso, não querem se colocar, oficialmente, ao lado de Israel contra um país majoritariamente muçulmano. E é até engraçado que o principal inimigo do Irã na região, além de Israel, é a Arábia Saudita. Mas, dentre os países alvo, a Arábia Saudita tem sido menos atacada que os pequenos países do golfo. Parece que os iranianos estão querendo manter os prejuízos, mas sem passar do ponto que uma invasão por terra, por um desses países, seja realmente considerada. E dentre esses países, o único capaz seria justamente a Arábia Saudita. Tanto que dois países que tinham relação razoável com o Irã (Catar e Omã) estão sendo tanto ou mais atacados que a AS.
Pelo que foi divulgado aqui mesmo, 1/3 do arsenal de mísseis do Irã já foi usado/destruído. Restam 2/3, além dos drones. O Irã pode passar muito tempo, ainda, fazendo esses disparos ocasionais. Enquanto isso, quanto mais acontece, o gasto com a defesa desses países vai pra estratosfera. A disparidade de custo de ataque x custo de defesa é alta demais. Para os países da região, isso vai se complicando internamente, afinal “não foram eles que foram atrás desse conflito”. De igual forma, os custos das incursões no Irã também são altos, e o público interno dos EUA já começa a se incomodar com isso.
E o pior de tudo, a possibilidade de um baque imenso no mercado mundial de energia por um tempo muito mais prolongado do que se imaginada.
Agora os EUA se colocaram em uma situação complica: Manter do jeito que está não dá, é o pior dos cenários no momento. Então, invadir por terra e ter uma chance real de atingir o objetivo de mudar o regime, mas com todos os custos inerentes a essa decisão (que não serão poucos, tanto em vidas como em recursos). Ou cantar vitória e finalizar as ações ofensivas = nesse cenário, o regime iraniano sai totalmente fortalecido, o que pode acarretar em consequências terríveis para o povo iraniano (aumento de opressão) e as ações definitivas para a construção do armamento nuclear.
Do jeito que está, só Israel se beneficia, pois está tendo um auxílio de peso na tentativa de cumprir seu objetivo principal no Irã (encerrar o programa nuclear). Também se beneficia de uma eventual ação por terra. Mas, caso EUA saia do cenário, as consequência para Israel podem ser bem ruins. Afinal, teriam algum meio para encerrar o programa nuclear? Fora lançar bombas nucleares no Irã, não vejo nenhum meio nesse terceiro cenário.

Felipe M.
Felipe M.
Responder para  Felipe M.
15 dias atrás

E claro, os russos. Devem estar dando risadas. O preço do barril pode dobrar (ou mais que isso). Além disso, seu principal cliente (China) também enfrenta problemas no fornecimento por causa do conflito, assim como outros países da região. Ou seja, devem aumentar muito a demanda. Nesse ano, devem bater recordes na exportação do petróleo e gás. Por outro lado, os EUA não vão conseguir manter os suprimentos à Ucrânia no mesmo nível.
Ou seja, não tem como não dizer que essa ação foi, até o momento, um grande erro de planejamento. Estão prejudicando, fortemente, aliados de primeiro momento, além de, mais uma vez, se mostrarem pouquíssimo confiáveis para o mundo em geral (como se já não bastasse as tarifas e as ameaças/ações a outros países, incluindo os próprios aliados). Por outro lado, estão ajudando, fortemente, seus principais rivais. Isso sem nem ter mencionado a relação com europeus, que enfrenta mais um grande ponto de cisão.
O que vai acontecer nos próximos meses vai dizer como essa história será contada nas próximas décadas. Uma ação que trouxe algum ganho palatável aos EUA ou um dos maiores vexames da história das relações exteriores dos americanos. E o muro que separa essas duas versões fica a cada semana mais estreito.

deadeye
deadeye
Responder para  Felipe M.
15 dias atrás

Além do petroleo, está começanado a falta helio para a produção de eletronicos e gás natural. Ou seja, os EUA criou uma crise a nivel mundial e muitos dos seus aliados, como Coreia do Sul, vão sofrer.

JuggerBR
JuggerBR
Responder para  deadeye
15 dias atrás

Exato, fora a inflação causada pelos combustíveis, tem a crise do hélio: https://www.hardware.com.br/noticias/crise-helio-producao-chips-escassez-2026-impacto-tecnologia/

wilhelm
wilhelm
15 dias atrás

Vai ser interessante ver a reação da sociedade americana quando os primeiros caixões começarem a desermbarcar com a bandeirinha enrolada por cima.

Na época da Guerra do Iraque, ainda havia o impacto narrativo das Torres Gêmeas e também o fato de que ninguém fazia ideia de que a Guerra ao Terror seria um atoleiro que levaria duas décadas para os EUA saírem. Mas, e agora? Tirando meia dúzia de tontos que ainda não largaram o osso da facção trumpista do movimento MAGA, não parece existir um casus belli capaz de unir a sociedade americana a favor dessa guerra e nem uma estratégia muito clara de como vencer ela. Além disso, a popularidade do Trump está cada vez menor e exitem boas chances dos republicanos tomarem uma surra nas próximas midterms por conta das loucuras que ele vem fazendo.

Se eu tivesse que chutar, diria que até os apoiadores mais fanáticos vão enfiar o rabinho entre as pernas quando os efeitos reais da guerra começarem a aparecer pra sociedade americana. E aí é o momento em que o preço da húbris pode começar a ser cobrado entre os envolvidos.

João Moita Jr
João Moita Jr
Responder para  wilhelm
15 dias atrás

Já começaram a chegar, e em grande quantidade. Eu que fui militar por muito tempo ainda tenho muitos amigos na ativa, e inclusive familiares, assim estou por dentro de tudo.
Mesmo com o super spin das noticias e controle quase total da informação por aquí, está ficando muito difícil tapar o sol com a peneira.
E para piorar as coisas, o nosso imperador laranja realmente está levando a sério esse Plano descabellado desembarcar no Irã con so redor de 10000 tropas.
Se de fato isso ocorrer, presenciaremos um massacre insensato, ou seja Gallipoli 2.0.
Estive comparando os mapas da região do golfo com o Estreito De Dardanellas, e a geografía é até pior para um assalto.
Tive una premonição terrivel dos días que estão por vir.

Abs

Última edição 15 dias atrás por João Moita Jr
Jacinto Fernandes
Jacinto Fernandes
Responder para  João Moita Jr
15 dias atrás

Espero que seus familiares sejam poupados disso.

João Moita Jr
João Moita Jr
Responder para  Jacinto Fernandes
13 dias atrás

Obrigado brother.
Me sobrinho favorito acaba de chegar da base Prince Sultan, em Saudi Arabia. Mencionei ele aquí no site cheio de orgulho anos atrás, quando ele se graduou da USAF Academy, realizando seu sonho de formar-se piloto militar.
Aterrou em Los Angeles justamente um día antes de misseis balísticos destruirem parte da base e vários aviões. Ele perdeu vários amigos.

Acho que Deus realmente é brasileiro.

Abs

Camargoer.
Camargoer.
Responder para  João Moita Jr
15 dias atrás

Olá João.

O Irã tem 600 mil tropas regulares… e pode mobilizar uma reserva de 400 mil.

Imagine cada soldado iraniando jogando uma pedra contra um dos 10 mil estadunidenses desembarcando na praia.. agora, suponha cada soldado dando 1 tiro de fuzil… ou cada soldado iraniano abastecido com uma centena de munições… agora coloque uma artilharia atingindo a áera de desembarque ou mesmo drones.

tá feito o estrago

Joao
Joao
Responder para  João Moita Jr
14 dias atrás

é muito caozeiro…. kkkkkkk

João Moita Jr
João Moita Jr
Responder para  Joao
13 dias atrás

Cazoeiro?? Nem vou nem pesquisar isso. Ha!

Luan
Luan
Responder para  wilhelm
14 dias atrás

Impacto narrativo os estadunidenses podem criar em qualquer momento.
Criaram para entrar na primeira guerra mundial e na 2GM (dizem que Pearl Harbor foi “facilitado”), criaram para entrar no Vietnã e até o 11/9, tem corrente que defende que também foi um ataque de falsa bandeira.
EUA tem a Hegemonia da narrativa e controle da imprensa! Exemplo são os aviões que caíram por fogo amigo, pequenos danos em aviões em solo e vítimas com ferimentos leves quando as bases forma atingidas.

wilhelm
wilhelm
Responder para  Luan
14 dias atrás

Concordo, mas também não dá pra desconsiderar o fato de que a sociedade americana hoje é muito mais rachada do que nas épocas dos ocorridos que vc citou. Isso faz diferença.

Eu também não acho que o controle da imprensa seja algo tão absoluto hoje em dia. Por mais que eles se esforcem pra emplacar a narrativa, se você perguntar pra molecada mais jovem o que eles acham sobre guerras no Oriente Médio, Israel, etc, as respostas vão normalmente fugir daquilo que a mídia tradicional vende como verdade.

Se eu tivesse que chutar, diria que a pressão popular vai aumentar bastante para essa guerra encerrar, sobretudo quando a inflação começar a bater de maneira violenta no bolso da classe média americana.

Luan
Luan
Responder para  wilhelm
14 dias atrás

Ótima colocação a sua!

João Moita Jr
João Moita Jr
Responder para  Luan
13 dias atrás

Perquisa ai o USS Liberty…

RDX
RDX
15 dias atrás

Minha previsão está quase se concretizando: o desembarque do USMC em território iraniano para proteger o estreito de Ormuz.

Outra possibilidade é o emprego de forças aeromóveis para ocuparem as montanhas circundantes.

Última edição 15 dias atrás por RDX
Matheus
Matheus
Responder para  RDX
15 dias atrás

Minha previsão está quase se concretizando: o desembarque do USMC em território iraniano para proteger o estreito de Ormuz.

Mas o Laranja afirmou que os EUA não dependem do Estreito.

João Moita Jr
João Moita Jr
Responder para  RDX
15 dias atrás

“Outra possibilidade é o emprego de forças aeromóveis para ocuparem as montanhas circundantes.”
Daonde sairão o mínimo de 300000 tropas só para essa façanha???

Guacamole
Guacamole
15 dias atrás

It’s fire in the little park. ( E acabou o meu inglês)

JuggerBR
JuggerBR
15 dias atrás

Os EUA deviam recriar o ‘departamento do vai-dar-merda’ urgentemente..

Fábio CDC
Fábio CDC
Responder para  JuggerBR
15 dias atrás

Só de o Irã estar de pé e sem o menor sinal de capitulação até agora meu caro, já deu há muito tempo.

Manus Ferrum
Manus Ferrum
Responder para  JuggerBR
13 dias atrás

“Vai dar merda, vai dar merda. Vai merda, vai, vai, vai.”

João Moita Jr
João Moita Jr
15 dias atrás

Trump ainda não decidiu??? Ora, quem decide é Netanyahu. Em que bela situação nos metemos. Uma boa lição para vocês ai no Brasil, para que vejam o que acontece quando seu pais permite que uma potência estrangeira compre seu governo na totalidade.

Abs

sub urbano
sub urbano
15 dias atrás

Uma operação terrestre no Irã seria muito custosa. Ao ajudar a Ucrania com armas e inteligencia, os americanos abriram um precedente. Poderemos ver novamente oq ocorreu no Vietnã: russos e chineses juntos apoiando um adversário americano.

E a China está muito quieta nessa confusão toda.

João Moita Jr
João Moita Jr
Responder para  sub urbano
15 dias atrás

A China come quieta, como sempre.
As cordenadas e GPS guidance para a chuva de misseis balísticos em todas as bases americanas na área estão sendo proporcionadas exatamente pela China, e pela Russia.

André Bueno
André Bueno
Responder para  sub urbano
15 dias atrás

Chineses são discretos.

Manus Ferrum
Manus Ferrum
Responder para  sub urbano
13 dias atrás

Quieta, mas de forma alguma inativa.

Luciano
Luciano
15 dias atrás

O problema de um narcisista entrar numa roubada, é que ele não aceita sair derrotado e sem um ganho real. É prisioneiro, refém do próprio ego.

Boots on the ground, será uma carnificina. Só que um lado é o invasor. Quantas vezes vimos esse filme?

João Moita Jr
João Moita Jr
Responder para  Luciano
15 dias atrás

Já o vimos, em Gallipoli.

JuggerBR
JuggerBR
Responder para  João Moita Jr
14 dias atrás

Churchill não curtiu esse post…

Wagner
Wagner
15 dias atrás

Não podemos negar,Irã em um mes fez mais que a Russia em 4 anos.

LUIZ
LUIZ
Responder para  Wagner
15 dias atrás

O primeiro erro da Rússia foi aquela invasão estabanada perdendo centenas de equipamentos e soldados em pouco tempo. Segundo erro foi não ter atacado o comando ucraniano logo no início. E terceiro falar muito em linhas vermelhas e não cumprir. A Rússia deixou a OTAN ajudar a Ucrânia sem ser atacada. Várias bases da OTAN no leste europeu era alvo militar e a Rússia não atacou. Agora ta ai a Ucrânia atacando a Rússia.

JuggerBR
JuggerBR
Responder para  LUIZ
14 dias atrás

O erro maior foi não ter sido mais eficiente na espionagem preparatória, para pegar o Zé de calças curtas, e os principais comandantes ucranianos. Matando eles, as coisas teriam caminhado no rumo que o Putin queria. Faltou agir como o Mossad, infiltração profunda no governo.

João Moita Jr
João Moita Jr
Responder para  LUIZ
13 dias atrás

Bom, no que concerne a Russia se else não tivessem sim, invadido apressadamente como fizeram, hoje a Nato teria divisões muito bem equipadas em posições fortificadas justamente lá, de Donbas até Odessa. Assim como uma bela base naval também lá na Criméia.

Abs

Augusto
Augusto
Responder para  Wagner
15 dias atrás

Irã fez mais pela desdolarizaçao em poucas semanas, do anos de cúpulas dos BRICs

Wagner
Wagner
Responder para  Augusto
15 dias atrás

Exatamente,só falam do petróleo mas esquecem que a bolha de IA depende dos vassalos arabes.

wilhelm
wilhelm
Responder para  Augusto
14 dias atrás

Com o plus de terem tirado décadas de sanções sobre o petróleo em poucos dias.

É quase um milagre diplomático.

João Moita Jr
João Moita Jr
Responder para  Augusto
13 dias atrás

Bom, a primeira letra do BRICS já diz tudo…

Cassini
Responder para  Wagner
15 dias atrás

Em questão de quê? Promover a decadência dos EUA? Se sim, concordo.

naval762
naval762
15 dias atrás

Nada mudou, a cada fase da operação o laranjão inventa uma desculpa diferente pra avançar com a próxima fase. E lá vamos nós… de novo… novamente… mais uma vez.

João Moita Jr
João Moita Jr
Responder para  naval762
15 dias atrás

Again…

Artemis
15 dias atrás

” Oficiais que não quiseram se identificar” , a imprensa woke inventando notícias, inventando acontecimentos , ponham uma coisa na cabecinha oca senhoras , ” não haverá tropas no chão” , não é necessário, simples assim ! Tropas no chão só firtalece-rá o regime !

Última edição 15 dias atrás por Artemis
EduardoSP
EduardoSP
Responder para  Artemis
15 dias atrás

Pode ser que sim, pode ser que não.
Aguardemos.
A atual direção parece meio desorientada.

João Moita Jr
João Moita Jr
Responder para  EduardoSP
15 dias atrás

Atual direção?? Estamos a deriva.

Artemis
Responder para  EduardoSP
15 dias atrás

O boquirroto fala muito , mas cometer suicídio ele não fará

JuggerBR
JuggerBR
Responder para  Artemis
14 dias atrás

Yoda, é você?

João Moita Jr
João Moita Jr
Responder para  Artemis
13 dias atrás

Ele não, nunca.
Vai mandar os outros.
Esse cara por exemplo, fez filho por todos os lados. Nem sequer um único serve, serviu ou servirá nas forças armadas.

Abs

comenteiro
comenteiro
Responder para  João Moita Jr
13 dias atrás

Nem ele serviu…

Kornet
Kornet
Responder para  comenteiro
13 dias atrás

Biden,Obama e Clinton serviram? Só por curiosidade

comenteiro
comenteiro
Responder para  Kornet
12 dias atrás

Vai ver eles tinham esporão também.

João Moita Jr
João Moita Jr
Responder para  Kornet
11 dias atrás

Biden,Obama e Clinton desencadearam essa guerra contra o Irā???

Maus
Maus
15 dias atrás

Independente da qualidade dos MBT do Irã, eu duvido que o EUA consiga desembarcar 2 mil Abrams na costa do Irã

Maus
Maus
15 dias atrás

Quem apoia o EUA facilmente aceitaria dizimar a Rússia para evitar uma guerra nuclear, não seria mais fácil acabar com Israel do que exterminar a raça humana?

Adriano Madureira
Adriano Madureira
15 dias atrás

Só esperando sair novas imagens para o álbum KIA 2026-missão Irã…

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Última edição 15 dias atrás por Adriano Madureira
Felipe
Felipe
15 dias atrás

Israel nao vai poder ajudar muito, tá tomando um vareio do Hezbollah em sua invasão ocupacional terrestre. Perderam mais de 100 Merkava já (noticiado em várias fontes)

Wagner
Wagner
15 dias atrás

O Laranjão entrará para a história por implodir o acordo sykes picot.

Cassini
15 dias atrás

Melhor o Departamento de Guerra já encomendar muitas bandeiras e caixões, pois definitivamente não será um passeio no parque.

Cassini
15 dias atrás

Russos e chineses trabalhando a todo vapor para fornecer inteligência e armamentos aos iranianos. Essa é a hora de se por à prova as tecnologias e táticas de vigilância e reconhecimento contra alvos navais perto da costa.

João Moita Jr
João Moita Jr
Responder para  Cassini
13 dias atrás

“The enemy of my enemy is my friend.”

RSmith
RSmith
15 dias atrás

A probabilidade dessas guerras da em M*rda aumenta a cada dia…
Se perguntarem a um “entusiasta” de assunto militares quando a segunda guerra mundial começou muito dirão em 1/8/1939 … certos historiadores indica que a segunda guerra mundial começou mesmo quando o Japão invadiu a China em 7 de Julho de 1937… com essa invasão e a reação das democracias, a 2nd guerra mundial tornou-se inevitável! temo que estamos vendo a historia se repetir…. A guerra da Ucrânia e agora a guerra do Iran… novamente as tensões mundiais e as disputas de interesses estão levando o mundo a uma crise sem solução…. nenhum lado quer/pode ceder… vai da m*rda.

JuggerBR
JuggerBR
Responder para  RSmith
14 dias atrás

Li uma analise que na verdade, no futuro, será estabelecido que tivemos uma Guerra dos Cem Anos II, começando ainda no fim do século 19 e se estendendo até não sei quando, porque desde o Império Prussiano até agora, vivemos muitos conflitos menores e maiores, derivados dos mesmos problemas deste período.

Nativo
Nativo
14 dias atrás

Querem se atolar mais ainda?

Camargoer.
Camargoer.
Responder para  Nativo
13 dias atrás

Os EUA vão se aiatolar em um lamaceiro.

Fernandão
Fernandão
14 dias atrás

Espero que a Rússia e a China estejam enviando toneladas de drones e mísseis ao Irã, senão a coisa ficará feia para eles, sinceramente.

O pessoal fica com torcida aqui nos comentários, uns torcendo para um e outros para outro, mas sabemos bem que se os E.U.A invadirem, a coisa ficará feia para o Irã e não duvido nada de que Israel já tenha alguns efetivos naquelas bases deles no Azerbaijão e ajudarão na investida. Fora as sabotagens e inteligência que o Mossad irá fornecer.

Sem alguém ajudando o Irã, igual acontece na Ucrânia, não dura até o final do ano a resistência.

George A.
George A.
Responder para  Fernandão
14 dias atrás

Israel tá penando pra avançar por terra no Líbano contra o Hezbollah, a chance de enviar soldados pro Irã é zero, por isso lutaram tanto pra arrastar os EUA pra guerra, inclusive.

Fernandão
Fernandão
Responder para  George A.
14 dias atrás

Não acho que será de maneira massiva, igual os americanos querem fazer. Alguns grupamentos de forças especiais e, principalmente, ataques aéreos. Acredito que eles não ficam muito por lá, mas talvez aproveitem que os iranianos estarão com foco total contra os americanos, para causar uns estragos, talvez na infraestrutura, para atrapalhar um pouco.

Talvez se o Irã tiver uma boa quantidade de drones, possa segurar bem os americanos e levá-los para um atoleiro, igual a Rússia enfrenta na Ucrânia, mas não sei não, viu! Os russos tem os seus próprios problemas e os chineses não parecem interessados em se envolver nisto, mesmo que pelos bastidores.

A China sabe que já está em um patamar impossível da OTAN querer ir lá se engraçar e as bombas russas atingem qualquer país membro da aliança. Então mesmo que a Rússia invada hoje a Polônia, o foco será em defender e expulsá-los e não em intensificar a guerra. Então parece que estão meio que no “foda-se” para o Irã e mesmo fornecendo dados de satélite e até alguns equipamentos, acredito que os iranianos estarão sozinhos nessa.

Gritaram demais e não colocaram o foco que deveriam em desenvolver a bomba, agora estão nessa situação. E a culpa é deles mesmos. E é um exemplo do problema destes tipos de governos autoritários, não tem inteligência para decidir os próximos passos e nem criatividade para desenvolver formas de alcançar seus objetivos.

Felipe
Felipe
Responder para  Fernandão
13 dias atrás

EUA estão com um efetivo pífio de 50 mil soldados na região…não dá nem para o começo. Vai ficar feio para os EUA e capaz de tomarem um contra-ofensiva e perderem sua base em Elbit no Iraque e Kuwait. Para invadir um pais como o Irã por terra e ter algum sucesso, tem que ter pelo menos 1 milhão de soldados e total controle aéreo.

A Rússia quando invadiu a Ucrânia e não deu muito certo, tinha mais de 500 mil soldados no começo (hoje mantém no front mais de 1 milhão de soldados, só para manter o que conquistaram).

George A.
George A.
14 dias atrás

Sinceramente não vale esse desgaste todo pra proteger os interesses de Israel nem em contexto de considerar isso estratégia contra a China, o Mossad deve ter informações bem comprometedoras dos falcões americanos, não é possível.

Lucena
14 dias atrás

O máximo as forças dos USA vão fazer é … tomar algumas ilhas com muitas perdas e depois irem embora dizendo que venceram a batalha…assim como foi com as batalhas …(TODAS) .. na guerra do Vietnã …o resto …. pela guerra do Vietnã como foi … já sabemos como termina.
.
Depois ..rsrs …vão dizer que ganharam a guerra com muito sangue e lágrimas.

Mimetaster
Mimetaster
14 dias atrás

Não duvido que Trump tenha apoio político suficiente para iniciar uma invasão. Mas tenho dúvida se ele teria apoio político suficiente para MANTER essa invasão com as perdas que os EUA certamente terão.
Não seria uma invasão igual na Venezuela, que durou algumas horas para concluir o objetivo.
Se Trump iniciar a invasão, não conseguir concluir o objetivo (liberar o estreito de hormuz, penso eu), e logo em seguida tem de bater em retirada, seria uma derrota histórica e seu nome fica manchado. Trump não quer isso e está certamente pesando esse risco.

IBZ
IBZ
14 dias atrás

Os americanos serão massacrados se tentarem atacar por terra. Ninguém sabe a situação real da infraestrurura de apoio ao redor, mas tudo indica que eles não contaram com o esmagador apoio logistico que estão acostumados, já que suas principais bases foram destruidas.

Abymael
Abymael
14 dias atrás

Caramba…o laranjão prefere sacrificar centenas ou milhares de jovens do seu exército, a admitir que se equivocou e recuar.
Para quem vive por aqui recriminando os russos porque eles supostamente não dão valor à vida e sacrificam tropas sem necessidade, aí está…nada como um dia após o outro.
Uma guerra desnecessária e sem objetivo, que segue se aprofundando e piorando, sendo que ninguém sabe como terminá-la.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Abymael
14 dias atrás

Caramba…o laranjão prefere sacrificar centenas ou milhares de jovens do seu exército, a admitir que se equivocou e recuar”.

sorte dele que os militares americanos são adestrados, e mesmo sabendo que irão se ferrar por causa de um palhaço arrogante e egomaníaco, não tomarão nenhuma medida, como geralmente acontece e já aconteceram nas republiquetas de banana onde Washington já ajudou em vários golpes…

Para alguns, burrice, passividade e conivência pode ser vista como patriotismo

“Eu, juro solenemente que apoiarei e defenderei a Constituição dos Estados Unidos contra todos os inimigos, estrangeiros e domésticos; que serei fiel e leal a ela; e que obedecerei às ordens do Presidente dos Estados Unidos e às ordens dos oficiais designados sobre mim, de acordo com os regulamentos e o Código Uniforme de Justiça Militar . ( Que Deus me ajude”…

As vezes o inimigo pode estar sentado no próprio salão oval

comenteiro
comenteiro
Responder para  Adriano Madureira
13 dias atrás

os militares americanos são adestrados, e mesmo sabendo que irão se ferrar por causa de um palhaço arrogante e egomaníaco, não tomarão nenhuma medida, como geralmente acontece e já aconteceram nas republiquetas de banana onde Washington já ajudou em vários golpes…

Tem uma piada que diz que a sorte dos americanos é que não tem Embaixada dos Estados Unidos em Washington.

Heitor
Heitor
14 dias atrás

Um laxante pra abrir a hemorróida de hormuz?

Groosp
Groosp
13 dias atrás

O Estreito de Hormuz precisa ser reaberto. Como vão fazer isso eu não sei.

Mimetaster
Mimetaster
Responder para  Groosp
13 dias atrás

Eles também não sabem.

João Moita Jr
João Moita Jr
Responder para  Mimetaster
12 dias atrás

Para isso se inventaran as cartas do Tarot, e os búzios…

Melky Cavalcante
Melky Cavalcante
12 dias atrás

Esse é um conflito que, assim como a invasão do Iraque, a destituição de Assad e Kadafi, é de interesse apenas de Israel, que, com seu lobby (AIPAC), Blackmail (Epstein) e falsos relatórios de inteligência (mentiras que contradizem os relatórios da inteligência americana (como com WMD de Saddam), arrasta os EUA para um conflito que só desgasta os EUA economicamente, moralmente e geopoliticamente.
Causa perdas de vidas desnecessárias em ambos os lados, reforça o regime iraniano, especialmente quando civis morrem por “erro” humano. Causa um desgaste politica externa e interna americana.