Drone da Kalashnikov ganha resistência a ‘spoofing’ de GNSS com navegação óptica
SKAT-350M
O grupo Kalashnikov integrou um sistema de navegação óptica no veículo aéreo não tripulado (UAV) de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR) SKAT-350M. O sistema foi projetado para operar em ambientes eletromagnéticos contestados e permite a execução de missões mesmo sob sinais de navegação por satélite degradados ou manipulados.
O conceito de navegação baseia-se na correlação, em tempo real, entre imagens do terreno sobrevoado e mapas digitais previamente carregados. Uma unidade de processamento a bordo gera uma solução de navegação independente de entradas provenientes de satélites. Essa abordagem mitiga desvios de rota causados pelo spoofing de GNSS — quando sinais falsos de GLONASS ou GPS levam o receptor a calcular uma posição incorreta.
Segundo o desenvolvedor, a proliferação de ferramentas de spoofing de GPS permanece elevada, enquanto as barreiras de acesso são baixas. Esse cenário tem impulsionado a adoção de métodos alternativos de navegação em UAVs de ISR. No SKAT-350M, a perda de navegação por satélite não interrompe a missão. Em vez disso, o sistema passa para um modo autônomo, com correção de trajetória por meio óptico.
O sistema foi testado em um ambiente de guerra eletrônica de alta intensidade durante operações de combate. Os ensaios confirmaram a resistência (resiliência) do canal de navegação óptica sob interferência contínua e repetidas tentativas de spoofing. As métricas de precisão não foram divulgadas. Ainda assim, a capacidade de manter a rota planejada indica uma correlação eficaz, em tempo real, entre os dados dos sensores e o banco de mapas embarcado.
O SKAT-350M é uma plataforma ISR multifunção com autonomia de até quatro horas. Foi projetado para operar em uma ampla faixa de temperaturas e sob condições adversas de vento. Sua carga útil inclui sensores eletro-ópticos e algoritmos automatizados de rastreamento que reduzem a carga de trabalho do operador durante a aquisição e acompanhamento de alvos.
O sistema opera em conjunto com munições de ataque do tipo loitering da série KUB (KUB-2 e KUB-10), também desenvolvidas pela Kalashnikov. O UAV realiza reconhecimento, fornece coordenadas de alvos e apoia a avaliação de danos em combate. Esse conceito operacional exige navegação robusta e geolocalização precisa, tornando a integração da navegação óptica um elemento-chave para a eficácia das missões.■

Imagino que esses mapas sejam atualizados periodicamente, porque se você comparar por exemplo o Google Street View da Ucrânia com a situação atual, nada vai poder ser comparado.
Este vídeo revela um erro cometido pelo EB: a desativação do Bofors L70.
Ukrainian Soldier Shot Down Russian Shahed Drone Using Bofos L70 Gun #warinukraine
Não presta contra aeronaves mas ainda serve para C-UAS.
Se saíram bem na Operação Sindoor.
A indústria russa está se reinventando… na marra e com sangue, mas está.
Infelizmente, tantos jovens se sacrificam para que velhos generais encham o peito de medalhinhas coloridas.
Estamos na véspera de vir isso acontecer com militares americanos, serão massacrados para afirmação do ego de um velho.
A hélice parece pequena pro corpo, mas achei o design bonitão
Fiquei imaginando o pavor deste soldado na Ucrânia, que merda ser caçado por drones…
https://s1.cdnstatic.space/wp-content/uploads/2026/03/g2.mp4?_=2
Essa guerra só ta durando muito por causa dos drones.
Complicado…