Índia firma contrato de US$ 47 milhões com Rússia para suporte aos sistemas antiaéreos Tunguska
O Ministério da Defesa da Índia assinou um contrato de aproximadamente US$ 47 milhões com a estatal russa Rosoboronexport para aquisição de peças sobressalentes e consumíveis destinados aos sistemas de defesa antiaérea 2K22 Tunguska operados pelo Exército indiano.
O acordo, formalizado em 27 de março de 2026, tem como objetivo garantir a manutenção e a prontidão operacional desses sistemas de curto alcance, considerados uma camada importante da arquitetura de defesa aérea em múltiplos níveis do país.
O sistema Tunguska combina mísseis superfície-ar com canhões automáticos de 30 mm montados em plataforma blindada sobre lagartas, sendo projetado para acompanhar forças terrestres e engajar ameaças, como aeronaves, helicópteros, drones e mísseis de cruzeiro, em baixas altitudes.
A Índia é atualmente o maior operador mundial do sistema, tendo recebido, entre 1995 e 2012, um total estimado de 66 veículos de combate nas versões 2S6M (Tunguska-M) e 2S6M1 (Tunguska-M1), que permanecem em serviço ativo.
O novo contrato insere-se em um esforço mais amplo de modernização e de sustentação de equipamentos de origem soviética e russa, ainda amplamente utilizados pelas Forças Armadas indianas. Paralelamente, Nova Délhi tem ampliado sua base de fornecedores, diversificando aquisições junto a países como França, Estados Unidos e Israel, sem abandonar a tradicional parceria estratégica com Moscou.■


Apesar de russo, gosto do conceito.
Se fosse anfíbio seria completo e também expedicionário, o que anda em falta por estas bandas.
No Brasil poderia suceder ao Gepard, desde que a BID conseguisse implementa-lo.
Seria mais útil que a anêmica versão anti aérea do Guarani.
O EB tem no guarani uma coisa que esses outros aparelhos não tem, o preço.
Acredito que, além de manter um veículo “padrão” para a frota, fazer um chassis barato para gastar mais na torre é mais viável que produzir um chassis mais elaborado e não ter dinheiro para montar uma torre de primeira.
Um veículo de esteiras, anfíbio, etc etc sairia bem mais caro do que um Guarani.
Não tenho informações, esse é um pensamento meu. Talvez nem o EB acreditasse naqueles panfletos que lançaram quando o programa iniciou, nunca que as verbas e o planejamento são implementados de forma como foram concebidos.
Creio q a India utiliza o Tunguska para companhar seus regimentos de cavalaria. Sao 66 Tunguskas para 65 regimentos. A India tem ainda Shilkas (lançadores quadruplos blindados calibre 23mm) e o Strela 10. São mais de 3500 tanques, é muito aço.
Antes eu achava ruim, depois de ver o Guepard na Ucrania, eu gosto,
Uma adaptação da Remax com metralhadora .50 ou canhão de 20mm + lançador do RBS 70 ng ficaria top podendo colocar em M-113 e no Guarani.
Esqueceu de incluir o radar saber m60, transportado pelo kc390, com foguetes do astros 2020 e sendo integrado nas Fragatas Tamandaré e Sub Nuc BR
KC390
RADAR M60
ASTROS 2020
SUB NUCLEAR
São lendas ambulantes em um país onde falta planejamento, comprometimento e principalmente um projeto de estado em relação as forças armadas!
Sempre fui fã do Tunguska mas não faz muito sentido pensar nele para o EB.
Faria sentido se o EB adquirisse T-90 e BMP-3, o que é praticamente impossível.
Além da revitalização do sistema Tunguska de curto alcance,
parece que a Índia está deseja comprar cinco esquadrões
ou regimentos S-400 adicionais.
Cada vez mais o S-400 é considerado pelos militares indianos como o núcleo de uma defesa aérea em camadas.
O exército poderia criar seu próprio sistema. Temos chassi para isso (m60, leopard e M113) temos radar (saber), misseis temos o piranha e canhões de 30 mm. Ou seja o que falta é vontade!
Falta quem integre tudo isso aí e faça funcionar.
Essas sucatas já deram o que tinham que dar.
Gastar milhões em projeto e integração nesses equipamentos, só fariam sentido se a situação do Brasil fosse desesperadora, como foi/é a da Ucrânia.
Melhor usar esse dinheiro para comprar mais um punhado de guaranis antiaéreos, já que quantidade de veículos dessa categoria que o EB está planejando comprar é risível.
O Guarani que não suporta 7.62 ? kkkkkk
Conceitos de uma época que ficou prá trás, , há produtos de novos conceitos no mercado , eu particularmente achei interessante o Tulpar da Turquia , uma chassi/ célula moderno ,com capacidade para várias versões, aanti-aerea poderia ter o moderno canhão Rheinmetall montado no chassi do Tulpar !
Para o brazil que carece “também” deste tipo de equipamento acho que o Tulpar seria interessante , principalmente a versão AA com canhão alemão, poderiam ser usados para dar cobertura ao sistema Astros ! E assim ir fechando as brechas .
Uma das coisas que a guerra na Ucrânia mostrou é que, de forma alguma, esse conceito ficou para trás. Muito pelo contrário. Os drones trouxeram esse conceito de volta ao jogo.
O conceito que me referia é em relação ao modelo do veículo , torre com um único canhão é mais ágil e desperdiça menos munição, o canhão anti drone da Rheinmetall é um exemplo disto , a munição especial dispensa um volume grande de disparos , ajudando inclusive a logística do suprimentos !
O Brasil deveria produzir o chassi do Tulpar aqui, ai criava uma versão BR do Tonguska com Remax e RBS 70, além de MMBT, morteiro, IFV, artilharia de campanha etc
A índia possui um poderoso sistema AA em camadas:
Longo alcance
S-400
Médio alcance
Akash
Barak 8 (MR-SAM)
Kub (sendo substituído pelo Akash)
Pechora (sendo substituído pelo Akash)
Curto e médio alcance
Spyder
Curto alcance (SHORAD)
QRSAM
Osa (sendo substituído pelo QRSAM)
Muito curto alcance (VSHORAD)
Strela 10
Shilka
Tunguska
Zu-23-2
Bofors L70
Igla e Igla-S