Trechos do livro ‘A República Tecnológica’ do CEO da empresa Palantir
A gigante de TI Palantir, ligada ao Pentágono, publicou em sua página no X trechos importantes do livro “The Technological Republic: Hard Power, Soft Belief, and the Future of the West”, do CEO da empresa, Alexander Karp. Leia abaixo a tradução das principais teses do livro:
- O Vale do Silício tem uma dívida moral com o país que tornou sua ascensão possível. A elite de engenharia do Vale do Silício tem a obrigação afirmativa de participar da defesa da nação.
- Devemos nos rebelar contra a tirania dos aplicativos. O iPhone é nossa maior criação — se não a coroação de nossas realizações — como civilização? O objeto mudou nossas vidas, mas talvez agora também esteja limitando e restringindo nossa percepção do que é possível.
- E-mail gratuito não basta. A decadência de uma cultura ou civilização, e de fato de sua classe dirigente, só será perdoada se essa cultura for capaz de proporcionar crescimento econômico e segurança ao público.
- Os limites do soft power, da retórica grandiosa por si só, foram expostos. A capacidade das sociedades livres e democráticas de prevalecer exige algo mais do que apelo moral. Exige hard power, e o hard power neste século será construído sobre software.
- A questão não é se armas de IA serão construídas; a questão é quem as construirá e com que finalidade. Nossos adversários não vão parar para se entregar a debates teatrais sobre os méritos de desenvolver tecnologias com aplicações críticas militares e de segurança nacional. Eles seguirão em frente.
- O serviço militar nacional deveria ser um dever universal. Deveríamos, como sociedade, considerar seriamente abandonar um modelo de força inteiramente voluntária e só lutar a próxima guerra se todos compartilharem o risco e o custo.
- Se um fuzileiro naval dos EUA pede um fuzil melhor, deveríamos construí-lo; e o mesmo vale para software. Como país, deveríamos ser capazes de continuar debatendo a adequação de ações militares no exterior, ao mesmo tempo em que permanecemos inabaláveis em nosso compromisso com aqueles a quem pedimos que se exponham ao perigo.
- Servidores públicos não precisam ser nossos sacerdotes. Qualquer empresa que remunerasse seus funcionários da maneira como o governo federal remunera os servidores públicos teria dificuldade para sobreviver.
- Deveríamos demonstrar muito mais generosidade para com aqueles que se submeteram à vida pública. A eliminação de qualquer espaço para o perdão — o abandono de qualquer tolerância para as complexidades e contradições da psique humana — pode nos deixar com um elenco de personagens no comando do qual viremos a nos arrepender.
- A psicologização da política moderna está nos desviando do caminho. Aqueles que procuram na arena política alimento para a alma e para o sentido de si mesmos, que dependem excessivamente de que sua vida interior encontre expressão em pessoas que talvez nunca encontrem, acabarão decepcionados.
- Nossa sociedade se tornou excessivamente disposta a apressar, e muitas vezes até a se alegrar com, a ruína de seus inimigos. A derrota de um oponente é um momento para pausa, não para comemoração.
- A era atômica está terminando. Uma era de dissuasão, a era atômica, está chegando ao fim, e uma nova era de dissuasão baseada em IA está prestes a começar.
- Nenhum outro país na história do mundo promoveu valores progressistas mais do que este. Os Estados Unidos estão longe de ser perfeitos. Mas é fácil esquecer quanto mais oportunidades existem neste país para aqueles que não pertencem a elites hereditárias do que em qualquer outra nação do planeta.
- O poder americano tornou possível uma paz extraordinariamente longa. Muitos se esqueceram — ou talvez deem como garantido — que quase um século de alguma forma de paz prevaleceu no mundo sem um conflito militar entre grandes potências. Pelo menos três gerações — bilhões de pessoas, seus filhos e agora netos — nunca conheceram uma guerra mundial.
- A neutralização do pós-guerra da Alemanha e do Japão deve ser desfeita. O desarmamento da Alemanha foi uma correção excessiva, pela qual a Europa agora paga um preço alto. Um compromisso semelhante e altamente teatral com o pacifismo japonês, se mantido, também ameaçará alterar o equilíbrio de poder na Ásia.
- Devemos aplaudir aqueles que tentam construir onde o mercado falhou em agir. A cultura quase zombeteia do interesse de Musk por uma grande narrativa, como se bilionários devessem simplesmente ficar em sua faixa de enriquecer a si mesmos… Qualquer curiosidade ou interesse genuíno pelo valor do que ele criou é essencialmente descartado, ou talvez surja sob um desprezo mal disfarçado.
- O Vale do Silício deve desempenhar um papel no enfrentamento do crime violento. Muitos políticos em todo os Estados Unidos basicamente deram de ombros diante do crime violento, abandonando qualquer esforço sério para enfrentar o problema ou assumir qualquer risco perante seus eleitores ou doadores ao buscar soluções e experiências no que deveria ser uma tentativa desesperada de salvar vidas.
- A exposição implacável da vida privada de figuras públicas afasta talento demais do serviço público. A arena pública — e os ataques rasos e mesquinhos contra aqueles que ousam fazer algo além de enriquecer a si mesmos — tornou-se tão implacável que a república acaba ficando com uma lista significativa de indivíduos ineficazes e vazios, cuja ambição seria perdoável se houvesse neles alguma estrutura genuína de crenças.
- A cautela na vida pública que encorajamos sem perceber é corrosiva. Aqueles que nada dizem de errado muitas vezes não dizem grande coisa.
- A intolerância disseminada à crença religiosa em certos círculos deve ser combatida. A intolerância da elite em relação à crença religiosa é talvez um dos sinais mais reveladores de que seu projeto político constitui um movimento intelectual menos aberto do que muitos dentro dele gostariam de afirmar.
- Algumas culturas produziram avanços vitais; outras permanecem disfuncionais e regressivas. Agora todas as culturas são iguais. Críticas e juízos de valor são proibidos. No entanto, esse novo dogma encobre o fato de que certas culturas e, de fato, subculturas… produziram maravilhas. Outras se mostraram medíocres e, pior ainda, regressivas e nocivas.
- Devemos resistir à tentação superficial de um pluralismo vazio e oco. Nós, nos Estados Unidos e, de forma mais ampla, no Ocidente, resistimos nas últimas cinco décadas a definir culturas nacionais em nome da inclusão. Mas inclusão em quê?
Trechos do best-seller nº 1 do New York Times, The Technological Republic: Hard Power, Soft Belief, and the Future of the West, de Alexander C. Karp e Nicholas W. Zamiska.
FONTE: @PalantirTech, no X

Brasileirinho entra em convulsão ao ler a 8
Servidores públicos não precisam ser nossos sacerdotes.
Você sabe que o maluco que escreveu esse panfleto enriqueceu mamando nas tetas do Pentágono, né?
É aquele negócio: o problema é sempre o funcionário público, independentemente do contexto. Por outro lado, o CEO de uma das empresas mais questionáveis do ponto de vista ético, que vive pendurado nas bolas de políticos e vice-versa, é um grande visionário.
Pois é, assim como o outro anticristo da Oracle, e centenas de empresários pilantras daqui, ganham muito em contratos ou ajuda governamental e depois defendem o estado mínimo.
Mas qual tipo de brasileirinho, o privatista ou estatista ?
João Doria ou Pablo Marçal, é você?
Países do norte da Europa (Noruega, Dinamarca, Suéci. Finlândia), assim como Alemanha e França têm setor público forte. Pessoal aqui se inspira apenas nos EUA achando que tudo é lindo lá.
Voce chega nos comentários e é um criticando o outro, (e eu faço isto tambem), o cerne da idéia é esquecido em detrimento da eterna luta esquerda VS direita. Assim não dá galera, parem de buscar respostas fáceis para problemas complexos e parem de comparar a realidade do brasil com a de fora; não temos o capital dos USA ou a qualidade de vida nórdica.
Temos que encontrar nosso caminho, mas ficar brigando toda vez que o cara do lado aponta um caminho que voce não gosta não dá!
E não são. E nem todos são bem remunerados, por exemplo os militares.
Estados Unidos acima dos outros, IA mais importante que nukes, serviço militar obrigatório, uma sugestão de empresas no comando, no lugar dos governos.
Só um bilionário dando opiniões direto do furic*…
na verdade é mais um grupo de pessoas altamente capazes no controle do país, ele considera políticos burros e ineficientes, agora vem o problema, essas pessoas altamente capazes, podem acabar se corrompendo muito mais que um político que precisa se eleger a cada 4 anos.
Se levarmos em conta que lá o lobby corre solto, ele nem precisa se expor muito, pode comprar quem defenda seus interesses. Não é difícil achar teses de sociólogos e filósofos que previam lá no final dos anos 80 o avanço das corporações sobre o Estado. Estamos vendo um exemplo claro, com as empresas de tecnologia.
De vez em quando, eu vejo Thiel, Karp e Musk como a versão tecnogerencial soturna de Moe, Larry e Curly. Que os Three Stoogies me perdoem pela associação infamante. Mas os três soturnos tecnogerentes patetas são muito influentes e suas ideias venenosas tem encontrado realização – pra infortúnio geral.
O Thiel n é pateta, é um psicopata, e é de longe o mais perigoso dos 3.
De acordo, Iran.
Só concorda com isso se voce for CEO Bilionário, porque qualquer um fora desse grupo que concorda com isso ou você é muito mal caráter ou burro.
“VOCE NÃO FAZ PARTE DO CLUBE” – George Carlin
Salve Matheus !
Bem lembrado. Ás vzs é necessário levar uma tijolada na cara, nos moldes que o “louco” fazia com as pessoas.
A Palantir projetará a vigilância por IA e a prisão totalitária para todos os que nela vivem.
Todos lá dentro viverão em cidades de 15 minutos, incapazes de sair, sem possuir nada, alugando tudo, comendo insetos, conectados a fones de ouvido VR, serão incorporados com um chip cerebral, injetados com coquetéis experimentais e poderão ser imediatamente cortados de fundos pessoais a qualquer momento por qualquer motivo.
Por favor, relaxe e aproveite.
Quando eu era moleque, lá nos anos 90, a Marvel teve uma das sacadas mais geniais de sua história editorial: o Universo 2099, onde novas versões de herois como o Homem-Aranha, Justiceiro e X-Men enfrenravam o mal em um mundo tecnocrático e distópico, mal este quase sempre originado nos esquemas das grandes empresas que controlavam esse mundo, como a Alchemax, entidade empresarial mais poderosa do que qualquer governo nacional naquele universo ficcional.
Às vezes, a vida gosta de imitar a arte.
Outra realidade distópica cada vez mais real é a do filme Demolition Man, com Wesley Snipes e Stallone.
como eu gosto de toeria da conspiação (termo inventado pela CIA para descredibilizar pessoas que duvidam sacro-santo governo central), esse e outros “produtos” entregues as pessoas é mais para elas não se assustarem com as mudanças que vão vir futuramente.
Tipo o universo de Alien com a Weyland-Yutani.
Bem lembrado!!!
Bah… tinha comentado e nem vi seu post. E agora no seriado 5 empresas assumiram o mundo hehe.
“Retrieve specimen. Crew expendable. “
A franquia Alien também tem isso de grandes corporações controlarem o mundo como pano de fundo… embora com furos de roteiro em alguns filmes e algumas vezes caricata.
Tem também a franquia do Robocop dos anos 90. A OCP mandava em tudo por lá. O discurso desse cara ai da Palantir e bem parecido com o do CEO da OCP.
Interessantíssimo o tópico 15. Eu poderia tê-lo escrito, (se eu fosse alguém), pois o defendo a tempos. E ridículo o tópico 14. Pois, não tivessem armas nucleares a China e a União Soviética, teríamos tido uma guerra mundial já em 1956, provavelmente. Ou seja: Não foi o poder americano que a evitou e sim o poder dos adversários. Paradoxalmente, o melhor tópico e o pior estão em sequência.
Bem interessante alguns items que tangem a liberdade e bem estar público.
Ainda cutucou o brasil: “ outras permanecem disfuncionais e regressivas.”
Salve Macgarem !
Se ele citou o Brasil, de tabela, cutucou toda a Europa; pois os valores liberais e democráticos que vivenciamos aqui são de lá – e dos próprios Eua.
Acredito que fala dos árabes, hindus e africanos.
Mas temos que admitir, eles(europeus) jogam esse jogo da democracia melhor que a gente e até os EUA.
Digamos que nos últimos 8 anos a democracia BR foi bem varzea e nos EUA Trump virou imperador que faz qualquer ideia maluca sem qualquer tipo de freio.
O Karp é sinofóbico, ele odeia a China, já disse que a missão civilizacional dele é acabar com a China, ele trata os chineses como se fossem os Yuzen Vong do universo de Star Wars.
Putz !
Então é pior do que eu pensava.
Este cara e a Palantir não tem nada que ver com liberdade e sim tudo haver com tirania tecnológica que controla e vigia a vida de todos.
O principal produto da Palantir é um sistema operacional chamado ‘Gotham’. (e MOSAIC)
…
“Gotham pode “centralizar tudo o que uma agência sabe sobre uma pessoa em um só lugar, incluindo a cor dos olhos da carteira de motorista ou a placa de uma multa de trânsito – facilitando a criação de um relatório de inteligência detalhado” um ex-funcionário da Palantir.
Gotham também tem sido usada como ferramenta de vigilância policial. O Departamento de Polícia de Los Angeles, por exemplo, usa Gotham para coletar dados sobre civis –incluindo nomes, endereços, atividades em mídias sociais, relacionamentos pessoais e fotografias de vigilância.
A lista de clientes da Palantir é extensa.
Nos EUA, inclui o Departamento de Defesa, o Departamento de Segurança Interna, o Serviço de Imigração e Alfândega, a CIA, o FBI, a NSA, o Exército dos EUA, o Corpo de Fuzileiros Navais, a Força Aérea e o Comando de Operações Especiais, bem como dezenas ou até centenas de departamentos de polícia e outras agências de segurança pública. Atualmente, não existe uma lista única e disponível publicamente de clientes da Palantir nos EUA.
No “República Tecnológica,” o ato mais rebelde que se pode cometer é permanecer inquantificável, existir fora da rede de mineração de dados e insistir que uma vida humana é mais do que um ponto de dados.”
…
Salve Hamom !
Então, as informações que vc trás só reforçam a minha percepção de que o cenário nos Eua é bem semelhante ao que ocorre na China – no sentido do controle sobre o cidadão – a diferença é que os chineses não camuflam, e a coisa toda é feita na “cara dura” (o que é facilitado pela cultura social e política naquele país); já nos Eua a coisa toda é feita como quem comete uma ilegalidade. E é assim porque o que é feito fere de morte um dos valores do Ocidente, a liberdade.
Sabe aquela famosa charge que mostra um homem numa cela e na frente dele tem uma chave e um pedaço de pão ? E ele estica a mão em busca do pão? Então, a crítica que se faz é de o cidadão troca a liberdade pelo alimento.
Mas se a charge apresentasse ao invés do pão e da chave, apresentasse a chave e uma máscara tipo tapa-olhos para dormir, e a mão do homem fosse em direção a tal máscara (se bem que o utensílio deveria ser um óculos tipo VR) ?
A tal charge é uma crítica frequente da direita ao programa da esquerda. Mas e agora em que a direita oferece o mesmo cenário de prisão (inclusive ideológica) ao ofertar a troca de liberdade por segurança ?
Não sei se consegui expressar minha inquietude à ponto de motivar uma resposta.
“o cenário nos EUA é bem semelhante ao que ocorre na China”
A diferença e que na China quem controla a liberdade das pessoas e a estrutura do partido e consequentemente o estado. Nos EUA e o contrario, alguns conglomerados muito poderosos controlam o estado e consequentemente a liberdade das pessoas.
Uma está a serviço do estado e a outra o estado está a serviço dela. Os dois podem parecer permissivos, mas na verdade há uma diferença muito grande.
Na China para se chegar no alto da estrutura do partido comunista, você tem que galgar varias posições até chegar lá, e por mais que possa não parecer, o secretario geral do partido não é onipotente, se ele começar a cometer falhas e for contra o que o partido quer, ele será eliminado e substituído. No ocidente (mais especificamente os EUA) atual, um pequeno grupo de poderosos controla o governo, se o governo não faz o que eles querem eles dão um jeito de o substituir. E acredite, não é qualquer um que chega nesse pequeno grupo (os Rothschild por exemplo, manipulam a politica ocidental por séculos).
Um modelo (o chines) de certa forma tem por objetivo o bem comum, o outro (o atual Ocidental) tem por objetivo a perpetuação dessa elite no poder.
Uma está a serviço do estado e a outra o estado está a serviço dela mesma.
Salve Augusto César !
Entendo, mas não escrevi com intenção de defender o que está começando a se configurar nos Eua; tão pouco para negativar o modelo chinês.
O que quis dizer foi que a liberdade, como valor civil, tem status altíssimo e que quase nada justifica abrir mão dela, segundo a cultura ocidental, salvo a desculpa/ardil de abrir mão dela temporariamente para depois retomá-la ao fim da “ameaça”.
Já no oriente, ela não usufrui de tal status, pois – salvo engano – essa experiência por lá existe a uns 70-80 anos, muito mais como uma abstração do que como vivência civil.
Portanto, seria muito menos difícil para o oriental substituí-la (abrir mão dela) a partir de uma ação direta do Estado ou indireta do mercado – ainda que este seja regulado pelo Estado.
Somos dois inquietos então…
Não tenho muito a comentar , concordo contigo.
““Gotham pode “centralizar tudo o que uma agência sabe sobre uma pessoa em um só lugar, incluindo a cor dos olhos da carteira de motorista ou a placa de uma multa de trânsito – facilitando a criação de um relatório de inteligência detalhado” um ex-funcionário da Palantir.”
Sinistro, muito sinistro, algo que eu mais temia está começando a acontecer. Se continuar desse jeito, essas grandes corporações vão dominar tudo de forma absoluta.
Olhando para a foto do missivista – cabelo desgrenhado, camisa rosa – pensei que leria um textão lacrador, mas tive uma grata surpresa.
É a mesma merda só que “didireita”, ele defende que toda a instância da sua vida seja espionada pra evitar “terrorismo”, antisionismo, etc.
Ele é um fracassado com poder, ele já falou que por ser judeu e mestiço se sentia muito ameaçado e tinha muito medo de viver no mundo, ai a ideai dele com a Palantir é destruir ameaças antes que se concretizem usando IA pra prever comportamento etc, ele é um covarde criando um castelo tecnológico por insegurança pessoal.
Segue a entrevista onde ele fala isso:
https://www.theguardian.com/technology/2025/nov/18/fear-really-drives-him-is-alex-karp-of-palantir-the-worlds-scariest-ceo
Inclusive Palantir é o artefato que o Sauron, o vilão de Senhor do Anéis, usa pra vigiar toda a humanidade.
Salve Iran !
Grato pelo link, e aproveito para refazer a minha resposta anterior.
Putz !!
É bem pior do que eu pensava.
Delfim, acredite, esse tipo de gente fala o discurso o que o povo que ouvir, mas por trás estão cheios de mas intenções. Tentaram enfiar ideias “progressistas”, mas boa parte da população em mais conservadora, então não colou muito, agora estão focando nos conservadores para irem adiante com seu plano de controle total.
Esse discurso de esquerda x direita e para justamente dividir a sociedade enquanto aos poucos vão tirando as nossas liberdades. Quando implementarem uma super IA de controle absoluto ai vai ser tarde demais.
Abriram as portas do hospício.
Socorro!
Bom na minha opinião esse cara, é do mesmo clubinho tecnocrata, que é bem mais patriota que o normal esquerdista-satanista do vale do silício, e da costa leste, algumas coisas eu concordo e outras discordo, a Alemanha desde o fim da guerra fira vem de desarmando com incentivo americano e preguiça dos plíticos alemães, esse erro culminou na invasão da Ucrania, o Japão é o meio mais capaz de ajudar a deter a influencia da China na Ásia, e a queda deles forçada pelos EUA no acordo de Plaza parece um erro, mas não podem deixar eles se enfraquecerem, os EUA e as velhas grandes potencias tem um só rival, a China, e ela tem ganhado, os EUA levantaram a China do nada achando que ela ia ser dominada e a população ia querer liberdade, não imaginaram que o PCC ia ser tão eficaz em manter a população ocupada trabalhando e enriquecendo que eles não pensariam em liberdade, a maior ameaça agora é a geração Z e a Geração Alfa que não veem trabalho e comida na mesa como um grande ganho, nem gostam de ter conteúdo censurado, nem veem ligação com a terra a ponto de querer morrer por ela, igual nos EUA também.
“é do mesmo clubinho tecnocrata, que é bem mais patriota que o normal esquerdista-satanista do vale do silício”
Acredite são tudo do mesmo clubinho. E só olhar o tipo do sujeito, não que aparência seja determinante, mas você acha mesmo que um cara desses com cabelo todo bagunçado e camisa rosa seja conservador?
Não precisa ser consercador paraa ser patriota, ele pode ter ideias conservadoras e outras esquerdistas, mas não me parece gay, eu mesmo sou hetéro e uso foto de uma personagem de anime kkkkk
Sentindo um cheiro de Mein Kampf…
A Palantir foi fundada por três judeus mestiços, e um homem gay.
Ernst Röhm…
E daí? Desde quando o fascismo é privilégio de um só povo ou de uma só condição sexual?
Nem todo tipo de autoritarismo é fascismo ou nazismo, essa é uma forma míope de enxergar a tecnocracia do Vale do Silício, eles criaram uma forma totalmente nova de opressão, se vc analisar como nazismo ou fascismo, nunca vai conseguir compreender de fato as ideias deles.
Só do cara escolher o nome da empresa dele baseada em uma bolinha magica do livro Senhor dos Aneis já mostra q nao passa de um jogador de videogame… só q rico e financiado com alguns bilhões de dólares do tesouro americano.
Não é pq o sujeito é CEO de um empresa de tecnologia q se torna automaticamente um gênio. Provavelmente esse livro foi escrito por um ghost writer de qlqr forma.
E é como eu sempre digo: não é a toa q China está se tornando a potencia dominante nesse planeta.
e tem a Anduril
Pois é, daqui a pouco inventam uma empresa com o nome da cueca do Tom Bombadil
Interessante é que ninguém elegeu esses caras, mas eles claramente querem assumir as rédeas da República americana. Esses livro poderia se chamar “Elogio ao tecnofeudalusmo ” . Sempre acho estranho e ilustrativo o comportamento de muitos que se opõem vigorosamente às “ditaduras comunistas que ameaçam o mundo “, blá, blá, blá, mas acham normal quando um bilionário diz que a democracia no mundo ocidental deve ser substituída por um governo autocrático de bilionários, como, basicamente, este livro defende.
Esse tecnocratas de “direita” já estão defendendo a ideia de uma renda universal, onde o “estado” irá ditar quanto que cada cidadão irá receber.
Esse rapaz parece gostar bastante da história de Númenor!
As Palantir eram meios de comunicação poderosos, criados por Feanor na primeira era e levadas à Terra média pelos numenorianos…Elendil e cia.
Mas depois que Sauron tomou posse de uma..Gondor parou de usá-las.
Dependendo do poder de quem usasse elas poderiam “induzir” pensamentos ou levar o interlocutor a pensar coisas irreais…
Antes disso Númenor (que era um país de gente nobre, mas com líderes arrogantes) afundou no mar…
Ou seja, tem um paralelo aí..kkkk
Viu que tem um tirano usando uma Palantir? não é bom sinal…
Entendedores entenderão!
mas ele não se considera um tirano, e pra falar a verdade, o país mais perto da tecnocracia é a China.
Pelos itens apresentados, mais um pouco da prepotência ufanista dos estadunidenses. Uma sopa de destino manifesto, doutrina Monroe, doutrina Bush e o atual reordenamento Trump. A novidade está no elemento tecnocracia empresarial, que o reordenamento Trump (também chamado de doutrina Donroe) favorece o florescimento.
Os democratas são contra essa baboseira.
Salve Iran !
Mas infelizmente estão aí bem pertinho do poder.
Se o velho Ike alertou sobre o complexo industrial militar no fim do baile (e eles vivenciaram isso até Obama 2.0), o novo monstro são as bigtechs; mas Trump é parceiro, não é como Ike.
Não vejo os democratas tendo força para reverterem. Podem até ganhar as eleições (a começar pelas de meio período agora) e com isso, no máximo, consigam reduzir o ímpeto dessa galera. Contudo, o fator China vai pesar muito – ainda mais tendo vozes influentes como o Karp (como vc bem assinalou) sendo sinofóbico.
Quanto será que ele paga numa consultoria de visagismo?
Kkkkkkkkkkk..
O Estado americano tem que colocar esses caras na coleira, e estou sendo bonzinho
kkkkkkkkkk
Sei não, a esta altura do campeonato o Estado americano está numa dúvida colossal entre descobrir qual é a maior ameaça existencial para a nação como ela se reconhece, a turma das bigtech e a sua proposta ou a China.
Divulgar e discutir esse monte de abobrinhas é dar muita importância à pobreza intelectual de um sujeito que se julga superior apenas por ter muita grana.
Uma sociedade com os valores que esse indivíduo professa é uma sociedade em que todos desconfiam de todo o mundo.
Podemos ver, no campo internacional, como países outrora aliados aos EUA em pouco tempo perderam a confiança que levou décadas para ser construída. Não há a menor possibilidade dessa confiança voltar ser adquirida nos próximo 50 anos.
esse grupinho aí não liga para a confiança, eles acreditam na supremacia, eles vão querer usar supremacia militar e tecnologica para influenciar decisões favoráveis..
Só lembrando que Alexander Karp é judeu, e ele quer uma espionagem em massa da população ao modelo fascista chinês.
Será que ele também quer um estado de bem-estar social e uma infraestrutura igual os da China?
Mas que cabelo mais feio, pqp….pentear que é bom, nada…
Taika waititi está escrevendo livros agora?
Uma mistura de Olavo de Carvalho e Pablo Marçal com Galeão Cumbica.
Mais um bilionário que demoniza o Estado mas ficou bilionário por meio de contratos com o mesmo.
Os reis da “privatização dos lucros e socialização dos prejuízos” e do “liberalismo para todos, protecionismo para mim” e por aí vai.
E o pior de tudo: não sei como, mas esse pessoal conseguiu a façanha de convencer o pobre a defendê-los.
Tempos muito difíceis virão.
ele não demoniza o Estado, ele quer a expansão do Estado, mas sem funcionários públicos inúteis, na mente deles
O texto dele me pareceu de um “red pill pauloguedista” fazendo alguma força para mascarar essa condição
Eles acreditam que técnicos atuando na admistração pública é ideal, e até os desejos individuais de grupos e pessoas devem ser suprimidos, para o bem maior e melhor funcionamento da sociedade, bem comuna, além claro de vigiar tudo e todos para que haja segurança, no quesito de relações interncaionais, querem manter a supremacia dos EUA, mas manter um espaço vital, onde os EUA terá acesso a matérias primas e segurança pela profundidade do territorio, por isso eles querem a groenlandia, para ser um escudo antes de chegar no continente e é cheia de recursos
Bilionário sendo bilionário.
Essa corja nem devia existir.
É por causa de pessoas como Karp, e Thiel que o capitalismo precisa ser superado.
É muito poder na mão de poucos, poder sobre bilhões de pessoas ou mesmo a Humanidade inteira.
Funcionários da Palantir estão falando sobre a “degeneração rumo ao fascismo” da empresa
https://arstechnica.com/tech-policy/2026/04/palantir-employees-are-talking-about-companys-descent-into-fascism/