China manda desfazer aquisição de startup de IA pela Meta e eleva pressão sobre investimentos estrangeiros em tecnologia
A China ordenou o desfazimento da aquisição da startup de inteligência artificial Manus pela Meta, em uma decisão que sinaliza endurecimento de Pequim contra a entrada de capital estrangeiro em áreas tecnológicas consideradas estratégicas. Segundo Reuters, a intervenção foi determinada pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China (NDRC) com base em preocupações de segurança nacional, numa rara medida adotada depois da operação já ter sido fechada.
A operação, avaliada em cerca de US$ 2 bilhões, envolvia a Manus, startup especializada no desenvolvimento de agentes de IA, softwares capazes de executar tarefas complexas com alto grau de autonomia. Embora a empresa tenha transferido sua base para Singapura após receber capital americano, autoridades chinesas entenderam que o negócio ainda exigia controle regulatório e determinaram que as partes se retirassem da transação.
O caso ganhou peso simbólico por ocorrer em meio ao agravamento da disputa tecnológica entre a China e os Estados Unidos. Para analistas ouvidos pela imprensa internacional, a decisão sugere que Pequim pretende manter um controle mais rígido sobre talentos, propriedade intelectual e ativos ligados à inteligência artificial, setor que passou a ser tratado com importância estratégica comparável à dos semicondutores.
O impacto imediato da ordem ainda não está totalmente claro, mas o gesto tende a produzir um efeito inibidor no ecossistema chinês de inovação. A leitura predominante é que o caso pode esfriar o apetite de fundadores chineses por alianças com empresas estrangeiras, especialmente americanas, ao mostrar que mesmo estruturas societárias transferidas para fora da China não estão imunes à supervisão de Pequim.
Para a Meta, a decisão representa um revés em sua estratégia de ampliar a presença no segmento de IA aplicada a produtos e negócios. Para a China, o episódio reforça a mensagem de que a disputa pela liderança em inteligência artificial será travada não apenas por meio de investimento e inovação, mas também por meio de barreiras regulatórias cada vez mais duras.■

País grande defende seus interesses estratégicos, ainda mais quem quer ter uma economia forte e autônoma. Agora uns outros ai, vendem mineradoras de terras raras e ainda acham lindo!
Quem foi favorável a venda da mineradora amigo, não foi o governo federal, e sim o governo estadual do Caipira subserviente de Goias…
a atuação do governo de Goiás, em relação a documentos de intenção de negociação assinados com representantes dos EUA. Alega-se que a gestão estadual pode ter extrapolado suas competências constitucionais, que limitam a União como responsável por acordos sobre recursos estratégicos.
Com base na Constituição Federal de 1988, a mineração e o subsolo brasileiro possuem regras específicas que separam a propriedade da terra da propriedade dos recursos minerais.
Propriedade da União (Art. 20, IX): Os recursos minerais, inclusive os do subsolo, as jazidas (em lavra ou não) e os potenciais de energia hidráulica constituem bens da União.
Propriedade Distinta (Art. 176): A Constituição estabelece que a jazida é propriedade distinta da do solo (superfície). Isso significa que ser dono da terra (fazenda/lote) não torna a pessoa dona dos minérios que estão embaixo dela.
Autorização e Concessão: O aproveitamento dos recursos minerais só pode ser feito mediante autorização ou concessão da União, através da Agência Nacional de Mineração (ANM).
Direito ao Produto (Art. 176): Ao concessionário que obtém a autorização para lavra, é garantida a propriedade do produto extraído (o minério).
Participação nos Resultados: O proprietário do solo tem assegurada a participação no resultado da lavra, conforme definido em lei.
Portanto não passou de pirotecnia do candidato a presidente…
Meu Deus, pq o Brasil n é assim, que azar histórico nunca termos tido nenhum Confúcio por aqui
Concordo, precisamos defender o Dollynho contra uma aquisição estrangeria.
Simbolo nacional!
As vezes penso: Será que com os holandeses, teríamos dado certo?
Não cogito nem espanhois pois para mim não são tão diferentes dos portugueses.
Apesar que o Modus operandi deles era diferente dos portugueses.
Olhando o Suriname ao norte do Brasil, a resposta parece ser…não!
Certíssimos os chineses!
Parabéns por prezarem pela autonomia e independência tecnológica!