Avibras Aeroco marca nova fase da indústria de defesa e aeroespacial brasileira

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Avibras Aeroco

Empresa nasce como uma solução nacional com capital privado brasileiro e foco em crescimento sustentável e expansão internacional

A Avibras Aeroco iniciou oficialmente suas operações, reunindo ativos estratégicos e um portfólio tecnológico consolidado de produtos, serviços e sistemas da Avibras Indústria Aeroespacial. Constituída como uma nova empresa, começa suas atividades com bases sólidas de governança, de estrutura financeira e de operação, alinhadas aos desafios atuais dos setores de Defesa e Aeroespacial e aos interesses de seus clientes, colaboradores e do Brasil.

Com atuação global, a empresa projeta, desenvolve, fabrica e comercializa sistemas de defesa e soluções espaciais civis, incluindo mísseis, foguetes, veículos especiais e lançadores espaciais. A companhia detém o domínio de tecnologias críticas de propulsão e integração de sistemas complexos, apoiada por uma base industrial robusta e elevados padrões de qualidade e desempenho.

As capacidades de engenharia, industrial e de certificação de produto nas áreas de propulsão e integração de sistemas tornam a Avibras Aeroco um ativo único, cobiçado e altamente valorizado por diversas nações e de difícil obtenção, diante das restrições à transferência desse tipo de conhecimento. O atual contexto global, marcado por instabilidade e imprevisibilidade, torna essas capacidades fundamentais para o Brasil e para os seus clientes no cenário geopolítico.

Reconhecida internacionalmente por sua competência em engenharia e inovação, a companhia mantém como base um legado tecnológico construído ao longo de décadas, como o Sistema de Artilharia ASTROS, produto consolidado no mercado e comprovado em combate, e avança com novos desenvolvimentos em fase de certificação, como o Míssil Tático de Cruzeiro (MTC) de 300 quilômetros de alcance, além do lançamento do Míssil Tático Balístico (MTB), com alcance superior a 100 quilômetros.

Mais do que tecnologia, a Avibras Aeroco é impulsionada pelo talento de seus profissionais, pela geração de empregos de alta qualificação e pelo desenvolvimento de soluções confiáveis e inovadoras, que fortalecem a segurança e a soberania de seus clientes.

Expertise e visão estratégica – À frente da Avibras Aeroco como Diretor-Presidente está Sami Hassuani, engenheiro com mais de 40 anos de trajetória nos setores de defesa e aeroespacial, que assume a presidência com a missão de conduzir o desenvolvimento da empresa, com foco no crescimento sustentável e na expansão para novos mercados.

“Agregar consistência e visão estratégica ao negócio é fundamental para o desenvolvimento da Avibras Aeroco, especialmente em um setor que exige planejamento de longo prazo, relações de confiança e continuidade nas parcerias. Acredito na importância de alinhar tecnologia e propósito, e de reforçar o papel das soluções desenvolvidas em função das necessidades operacionais e estratégicas de nossos clientes”, reforçou Hassuani.

A empresa realizará em breve um evento para celebrar este importante marco.

Sobre nós

A Avibras Aeroco é uma empresa brasileira de alta tecnologia que atua nos setores de defesa e espacial. A companhia projeta, desenvolve, fabrica e comercializa sistemas de defesa e espaciais, incluindo mísseis, foguetes, veículos especiais e lançadores espaciais civis. Com presença global, domina tecnologias críticas de propulsão e integração de sistemas complexos, contribuindo para o fortalecimento da Base Industrial de Defesa e para o avanço tecnológico do Brasil e de nações parceiras. – www.avibrasaeroco.com


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Zehpedro
Zehpedro
14 dias atrás

O press release tá bonito. Vamos ver como fica a entrega.

Carlos
Carlos
Responder para  Zehpedro
13 dias atrás

Não acredito, os Melhores Engenheiros não ficaram em casa , esperando.de braços cruzados
Outras empresas cooptaram seus melhores Cérebros, e ,agora estamos 🚫 Ferrados e atrasados
Com os Bolsos furados ,Graças ao Desgoverno corrupto

Última edição 13 dias atrás por Carlos
Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Carlos
13 dias atrás

Outras empresas cooptaram seus melhores Cérebros, e ,agora estamos Ferrados e atrasados.
Com os Bolsos furados ,Graças ao Desgoverno corrupto”

A crise da Avibrás vem de muito tempo, mas desde 22 é que o negócio ficou ruim

O governo Lula tentou ajudar a Avibrás,o mesmo não pode ser dito quanto a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (2019-2022)que foi marcada por críticas sobre a falta de suporte efetivo à Avibras,resultando no início do processo de recuperação judicial.
Um governo, que apesar de se denominar “patriota”, não adotou medidas concretas para salvar a empresa.

Você acha mesmo que Joesley Batista, controlador da J&F,iria investir na Avibrás, um aporte de R$ 300 milhões para viabiliza a retomada da produção da empresa, se realmente não tivesse certeza do que está fazendo?!

Ele certamente viu e vislumbrou algo que nenhum de nós certamente não vimos…

Ele viu possibilidade de lucro e retorno, bilionários não dão ponto sem nó…

60 milhões de dólares é troco de pinga para quem fatura mensalmente R$ 40,8,16 bilhões…
Para o primeiro trimestre de 2026 (1T26), a JBS projeta uma receita de R$ 112,6 bilhões, indicando um ritmo de faturamento trimestral elevado.
A holding J&F Investimentos, teve um faturamento anual de R$ 434 bilhões até novembro de 2025 (refletindo o ano base 2024/2025).

Frigolino
Frigolino
Responder para  Adriano Madureira
12 dias atrás

Perto dos 10.8 bilhões da multa “perdoados” pelo cretino do toffoli sendo a esposa dele advogada do grupo (de mafiosos) é claro que é dinheiro de pinga.

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  Adriano Madureira
10 dias atrás

O Joesley é o mesmo que em delação premiada CONFESSOU que abriu uma conta no exterior com 300 MILHÕES para o Lula, valor de propina por ter ganhado do governo bilhões e bilhões em empréstimos via BNDES com juros mínimos.

Agora o empresário resolve investir em uma empresa de defesa porque ele “sabe” de alguma coisa, não da ponto sem nó, e o sr. fica orgulhoso do governo que esta “salvando” a Avibras.

Esse país está na UTI mesmo.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Carlos
13 dias atrás

Infelizmente os GOVERNOS não fizeram nada de mais contundente para ajudar a Avibrás, ainda mais que o Governo Federal detém 23% das ações da Avibras.

Poderiam ter decidido sobre a ampliação dessa participação para salvar a empresa, poderiam ter adquirido mais ações quando as mesmas estavam em baixa.



Hamom
Hamom
Responder para  Zehpedro
13 dias atrás

O que as forças armadas precisam é de mísseis com efeito dissuasório a preços acessíveis…

Na Índia suspenderam a produção do míssil BrahMos-II porque o preço escalou o Everest: US$ 12 milhões por unidade!

Última edição 13 dias atrás por Hamom
Marcelo
Marcelo
Responder para  Zehpedro
12 dias atrás

Quero ver se o governo vai fazer um grande pedido (contrato) para Avibras .

Mauricio R.
Responder para  Marcelo
12 dias atrás

Já fez e não recebeu.
Pra que insistir no erro?

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Responder para  Mauricio R.
11 dias atrás

Pela primeira vez concordo com você! Essa papinho que o Governo tem que salvar empresa mal administrada já deu!!!

Rodrigo
Rodrigo
Responder para  Marcelo Andrade
10 dias atrás

Perfeito dinheiro público nao é para limpar cagada da área privada

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Marcelo
12 dias atrás

vão adquirir um lote robusto de 20 Avibrás AV-TM 300 Matador…



Bjj
Bjj
14 dias atrás

Curioso esse projeto de missil balistico. Há pouco tempo atrás foi noticiado que a MacJee também está projetando um missil balistico com alcance declarado de 300 km mas ogiva menor e dimensões gerais maiores que um ATCMS, o que pode indicar um alcance real bem maior que o divulgado.

Parece que há uma tendência a buscar este tipo de arma, sobretudo pelo altíssimo custo dos mísseis hipersonicos.

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Bode Krasniy
Bode Krasniy
Responder para  Bjj
14 dias atrás

Se tivermos um programa efetivo de mísseis balísticos os EUA atuará ativamente para sabotá-lo. É óbvio, é o tipo de arma que está proibida pela Política de Estado de Washington para a América Latina.

Nã́o temos qye ter absolutamente nernhuma ilusão quanto a isso; ou seja, se quisermos ter efetivamente uma indústria de defesa efetiva e nacional passa anos-luz de qualquer dependência crítica dois EUA, Israel ou paísaes da OTAN.

Paulo
Paulo
Responder para  Bjj
14 dias atrás

Em termos de misseis, de cruzeiro ou balísticos tem mais gente na jogada. A Siatt Edge tem projeto de misseis com alcance de 500 km. Não sei se de cruzeiro ou balístico. Outra empresa, a Plasma Hub, apresentou um conceito de missil de cruzeiro subsônico com alcance > 1.000km, e um seeker meio exótico, misturando guiagem inercial, radar ativo, GPS, e um sensor IR que segundo o
pessoal deles aumenta a precisão para menos de 2m. A previsão é usar a lendária turbina TJ 1000 da Turbomachine como propulsor da fase de vôo de cruzeiro do missil, a mesma que a Avibras aeroco fabrica e instala, sob licença, no MTC 300.
Aliás, o Mucio e comitiva estiveram recentemente na turbomachine, uma empresa bastante discreta de SJC , fuçando uma nova turbina supersônica da empresa, e afirmando que ela é sumamente importante para o MD e para o país. Talvez tenham planos mais ambiciosos pra ela. Mas não é a única na parada. Há uma nova empresa que projeta e fabrica turbo jatos no país, a aero concepts. Todo mundo viu a turbina junior deles( eles tem uma serie de propulsores), empurrando o drone Albatroz da Stella. Pelo que se sabe, estão trabalhando no novo propulsor um tanto exótico do novo Atobá XR da Stella. Então, se tem uma galera disposta a produzir misseis de cruzeiro ou drones, turbinas pra faze- los voar, não vai faltar. Pode até ser supersônica.

Raphael
Raphael
Responder para  Paulo
13 dias atrás

No Brasil não falta talento, técnica e potencial de desenvolvimento tecnológico, falta política de Estado para essas matérias sensíveis.
E deixar de atrapalhar os potenciais de exportação desse ecosistema.
E as empresas precisa também investir em usos civis para seus produtos, sempre que possível. A depender só de compra do Estado, fica sempre nessa pindaíba.

Jadson S. Cabral
Jadson S. Cabral
Responder para  Paulo
13 dias atrás

Eu sendo vice não seria tão otimista em relação a essas empresas pequenas que surgem com vários projetos mirabolantes e no fim das contas não passam de power point. Isso porque são empresas pequenas, sem capital, que dependem exclusivamente do investiamto estatal para desenvolver seus produtos. E esse, sabemos que, infelizmente, dificilmente vêm, pois são poucos e geralmente destinados a produtos já conceituados mercado ou no máximo a empresas de maior porte, como Embraer e Avibras.

Hoje temos uma SIATT forte por causa do dinheiro árabe e a Mac Jee tbm por conta do dinheiro árabe. Alguém conhece algum produto da Mac Jee operado pelo Brasil?

A Stella está há anos desenvolvendo projetos incríveis de drones, o maior drone da AL. As forças armadas já compraram alguma coisa? E olha que o produto dos caras já voa, já está pronto. É só comprar, dar o gás que os caras precisam para continuar desenvolvendo a tecnologia. Mas nada…

Aí vocês estão com esperança em empresa pequena que tá sonhando com míssil balístico e míssil hipersônico?

Rosi
Rosi
14 dias atrás

Pronto, fizeram a abertura, quero saber quando será entregue os produtos já pagos pelo MD? Ou o MD tomou cano?

Gilson
Gilson
14 dias atrás

Penso eu que: A Avibras, sozinha, e sem pedidos expressivos por parte do governo brasileiro, pode demorar se firmar no mercado brasileiro e internacional. Poderia a Avibras, se filiar a empresas de material bélico já existente no Brasil? pra desenvolver novos armamentos, acho que sim? poderia a Avibras, começar a planejar um novo tanque MBT Osório, e outros armamentos, para as FFAA, do Brasil, a acho que sim?. Uma coisa talvez aconteceu a Avibras, veio na hora certa o problema agora é não deixar a Avibras entrar em outra crise, se não poderá ter o mesmo caminho da ENGESA.

Paulo
Paulo
Responder para  Gilson
14 dias atrás

Pelo que entendi do press realese da Nova Avibrás ” Aeroco “, o negócio deles vai ser missil de cruzeiro e missil balístico, pra tornar o Astros mais ” contemporâneo ” e ” vendável”. Lógico, cabe o Micla pra FAB, cabe talvez um sistema anti missil balistico, baseado na plataforma Astros. Agora só quero ver como fica a bateria de costa da SIATT que utiliza o Astros como plataforma de lançamento do Mansup / Mansup ER . Estaria no pacote da nova Avibrás agregar os Mansup também ? SIATT e Avibrás Aeroco vão se entender sobre isto?

Jadson S. Cabral
Jadson S. Cabral
Responder para  Paulo
13 dias atrás

A SIATT já tem projeto de míssil de cruzeiro próprio baseado no Mansup, que aliás é um míssil muito mais complexo. A SIATT já criou um conceito de família de mísseis, que é muito mais barato de desenvolver. Eles não precisam da Avibras.
acho difícil vender duas armas com o mesmo intuito no Brasil, país que compra muito pouco. Só se a MB ficar com a SIATT e o EB com a Avibras

Mauricio R.
Responder para  Gilson
13 dias atrás

O cadáver insepulto do Osório…, nunca sai disso. Ô fetiche!!!!
Mas de onde é que essa Avibrás renascida da recuperação judicial, obteria tecnologia e expertise em projeto e construção de veículos blindados?
Algo que hoje só existe, em uma forma bastante limitada, na IDV.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Mauricio R.
13 dias atrás

Nem antes de entrar em recuperação judicial a Avibrás tinha capacidade técnica de desenvolver blindados mais comezinhos, vide casos do Guará e do Tupi, imagine agora desenvolver um MBT.

A Avibrás tem que concluir o desenvolvimento do míssil de 300km de alcance e iniciar sua produção. Esse é o cerne de sua sobrevivência, eis que se trata de um produto com potencial de exportação.

Além disso, deve esquecer a briga com a Siatt e usar o míssil Mansup como mais uma capacidade para vender o Astros, que deixaria de ser um mero sistema de foguetes de artilharia para ser também um sistema de lançamento de mísseis antinavio.

Paulo
Paulo
Responder para  Mauricio R.
13 dias atrás

Concordo com você ( finalmente). A Avibrás tem de ter foco, e o foco dela é seu produto mais importante, a bateria Astros. Se agregar à ela, além do MTC300, um missil tático balístico, torna o produto mais atualizado e quem já tem Astros, pode fazer up grade do mix de possibilidades que ela oferecerá. Pensando na questão do mansup, creio que o melhor é as duas empresas fazerem um acordo comercial de venda conjunta, quando o cliente mostrar interesse em baterias de costa anti navio. Pra quem já tem Astros, a possibilidade do mansup, e do MBT + 100 estaria dentro do up grade do sistema Astros. Inclusive seria um bom diferencial de venda : artilharia terrestre + artilharia de costa, no mesmo sistema Astros.
Quanto à reviver o Osório, pelas mãos da Nova Avibras aeroco, é fora de questão. A Avibrás nunca teve expertise deste tipo de produto, que nos áureos tempos estava restrito à Engesa, Bernardini / Nova tração. Mesmo na época, nenhuma delas conseguiu homologar e por em produção um blindado médio que fosse, de batalha sobre esteiras. É uma expetise que o BR não possuiu e não possue ainda. No meu modo de ver, a única empresa, no BR, que poderia produzir algo do tipo é a IDV, e com produto já existente,. aproveitando a torre e canhão do centauro II ,que são adequados para um blindado de batalha médio minimamente atualizado e vendável.

Paulo
Paulo
Responder para  Mauricio R.
13 dias atrás

Blindado de batalha sobre esteiras é mercado bem restrito e tá na mão de 3 paises , EUA, Alemanha e Rússia. Turquia e Coreia do Sul correm por fora. Aliás quem tem mesmo expertise histórica nesse tipo de produto são Alemanha e Rússia, porque lideram este mercado desde antes da IIGM. As maiores batalhas de tanques até hoje, tiveram os 2 como protagonistas, incluindo a maior delas ,Kursk. Então, tentar entrar nesse vespeiro, é tolice. A Engesa já provou do cálice amargo. Basta .

Mauricio R.
13 dias atrás

Estupendo esse press release, já renasceram sabendo.

Paulo
Paulo
Responder para  Mauricio R.
13 dias atrás

Hassuani é um cara respeitado na BID. Conhece o mercado, conhece a Avibrás como ninguém, e tem experiência mais do que comprovada no desenvolvimento de clientes de sistemas de artilharia. Foi a escolha óbvia para a Nova Avibrás aeroco. Ele vai ter de apresentar resultados em pouco tempo, já que os irmãos Batista se tornaram os maiores investidores na nova empresa e querem retorno rápido do investimento. Nada de protótipos que demoram décadas pra entrar em produção, como o Max 1.2 AC, que não era da Avibrás, mas teve de esperar uma geração pra entrar em serviço.

MMerlin
MMerlin
13 dias atrás

Os irmãos Batistas fizeram o aporte milionário condicionado dois pontos;
1. Ter controle operacional, inclusive ditando metas.
2. Ser interlocutores políticos. Serão intermediadores com canais diretos junto à presidência e setores de Defesa de diversos paises.

Tem tudo pra dar certo.
Praticamente compraram a empresa a preço de banana.
Não a toa, são reconhecidos como grandes empresários.
Se tivesse aparecido antes do momento teria saído mais caro.
Se revelaram no timing certo.

Guacamole
Guacamole
Responder para  MMerlin
13 dias atrás

Legal, mas também fico pensando.
As empresas dos Batista Brothers estão faturando muito nos EUA.
E todos sabem que os EUA não querem que o Brasil se rearme, sempre botando um empecilho para que não consigamos nos desenvolver.

Nesse caso, quais as chances dos Batista Brothers terem adquirido a Avibras, obviamente, para ganhar, mas ao mesmo tempo, para, caso os Estados Unidos queiram precionar o Brasil, use os Batista para afogar a empresa, seja passando dados secretos ou até meso desistindo ou atrasando projetos?

EUA não dá ponto sem nó.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Guacamole
13 dias atrás

Chances existentes.
Mas a família ja está diversificando sua atuação devido à um pedido atual do gestor, principalmente na área energética.
Estão entrando nessa área para ganhar dinheiro, poder e mais influência.

Última edição 13 dias atrás por MMerlin
Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Guacamole
13 dias atrás

A tecnologia da Avibrás está uns 60 anos atrasada em relação aos EUA. Se e quando concluir o míssil de cruzeiro reduzirá para 30 anos.
O Brasil não irá comprar milhares de mísseis então não vejo os EUA se preocupando com a Avibrás, muito menos inteferindo nela por meio dos Batistas, salvo se ela se propor a fabricar misseis balísticos.

Paulo
Paulo
Responder para  Rafael Oliveira
13 dias atrás

Olha, esta fixação com a preocupação dos EUA detonarem a nova Avibras, por causa do projeto do MBT é um pouco defasada. A Avibrás não é a única empresa que detém tecnologia pra MBT no BR. A Siatt Edge tem, a Macjee tem, o consórcio que está desenvolvendo o lançador de microsatelites tem, incluindo o sistema de orientação e guiagem, e sobretudo o IAE da FAB, que também desenvolve o VLM com os alemães também tem. Aliás, o IAE compartilha tecnologia com a Macjee para desenvolvimento do R.A.T.O que é o booster acelerador do veículo hipersônico do IAE. Este booster é em si um MBT ,bastando encaixar na ogiva um sistema de guiagem e orientação, que a Macjee alega já possuir. Daí deriva seu próprio MBT com alcance de 300km. Ambos os lançadores de microsatelites, o do consorcio do cluster de empresas de SJC, financiado pela FINEP e o VLM do IAE + DLR bancado pela FAB, tem guiagem inercial + orientação desenvolvidos separada e independentemente. O consórcio partiu do zero para desenvolver o sistema de guiagem. Ambos vão buscar propelente sólido na UCA ( Usina Coronel Abner) responsável pelos motores e propelentes de ambos os lançadores, e que pertence à FAB. A Macjee, a Siatt Edge e tambem a Avibras, possuem suas próprias usinas de propelente sólido. Sabe – se que uma outra empresa do cluster de SJC desenvolveu um propelente sólido inovador e também o produz. Então, há uma massa crítica de conhecimento, tecnologia e produção de avionicos e lançadores de combustível sólido em SJC, dominado por diversas empresas, e também organismos estatais, que extrapolam a Avibrás. Como os EUA barrariam todos eles ?

Paulo
Paulo
Responder para  Paulo
13 dias atrás

Até onde a imprensa noticiou, o projeto do MBT +100 da Nova Avibrás está vinculado ao instituto de pesquisas do EB, onde o conceito e o projeto do missil nasceram. Nada haver com o IAE / CTA que sempre estiveram envolvidos com a velha Avibrás. Agora a turma de pesquisa da FAB trocou a Avibrás pela Macjee e estão compartilhando toda tecnologia com ela. Já a Siatt / Egde anda de braços dados com o IpqMB ( Instituto de pesquisas da marinha ). É de lá que vem o suporte tecnológico deles. Cada empresa agarrou uma força pra chamar de sua. Já o consórcio de empresas do cluster de SJC , que desenvolve o MLBR não se vinculou à nenhum fardado. Partiram do zero. Desenvolveram todo estudo conceitual, design, motores de combustível sólido, material de construção do lançador ( inovador), avionicos, sistema de guiagem e orientação, etc sem aporte tecnológico de nenhim instituto de pesquisa militar estatal. Foi na raça e na criatividade de gente que ama o que faz, e que estão p* com a demora do BR ter seu próprio lançador de satélites. Gente que já trabalhou com a FAB no VLS, com a mectron, com a velha Avibrás, e que foi devidamente ” ejetada” quando estas empresas entraram em parafuso. Foram ganhar à vida dando aula em faculdades de engenharia ou consultoria para empresas, e quando s FINEP lançou o edital alocando verba fixa pro desenvolvimento do MLBR , se reuniram e resolveram provar que são capazes de fazer aquilo que estas empresas e o gov não conseguiram. Tiveram meses apenas pra concluir o projeto e agora estão prestes à testar o motor do lançador , e botar o bicho pra voar até 2027. Parabéns pra eles. Como dizem, honrar oa colegas que morreram no ultimo e trágico teste do VLS.

Matheus
Matheus
13 dias atrás

Só acredito quando entregarem as baterias restantes pro EB e quando diversificarem o leque de produtos.

art
art
13 dias atrás

Dizem que o capital humano saiu para outras empresas como SIATT e MACJEE, isso é muito ruim para a Empresa.

Última edição 13 dias atrás por art
Paulo
Paulo
Responder para  art
13 dias atrás

Sim, é verdade. Uma turma se dividiu entre estas duas empresas. Outros acabaram fundando pequenas startups que formam hoje o cluster de empresas de aeronáutica e espaço de SJC, e que participam do desenvolvimento do MLBR financiada pela FINEP. E tem aqueles que foram ganhar a vida, dando aulas pra faculdades de tecnologia e engenharia ou viraram consultores de empresas.
A “Nova Avibrás ” aeroco foi se socorrer dos garotos fardados que trabalham no Instituto de pesquisas do EB, egressos do IME, onde o projeto do MBT +100 se originou. O pessoal do IAE / CTA não podem nem ouvir mais falar da Avibrás, velha ou nova, tal o perrengue que passaram com a parada da empresa . Acabaram se agarrando à Macjee.

Paulo
Paulo
Responder para  Paulo
13 dias atrás

Hoje há gente nova chegando de outras paragens. Antes há 30 anos atrás, a coisa tava concentrada no IAE, CTA, ITA e daí que sairam a turma da velha guarda da Avibrás. Hoje há centros de formação de excelência em engenharia aeroespacial de S.Carlos por exemplo, na Federal de SCarlos e da USP campus S.Carlos. Não é atoa que a Xmobots nasceu por lá, e o fundador foi aluno de engenharia da UFSC. Lá também tem um cluster de alta tecnologia, como tem um em volta do Sirius e Unicamp. A Embraer def & seg montou sua fábrica de radares militares lá. Não é por acaso.

willhorv
willhorv
13 dias atrás

Nada daria mais certo do que o MD colocar um pedido de novos sistemas, recebendo os já prometidos e paralelamente modernizar os existentes…seria como uma luva para alavancar a empresa e daí pra frente seguir idealizando mais coisas….seria muito bom! É o que temos….não é de todo ruim, e acredito ser uma boa saída.
Vamos ver as cenas dos próximos capítulos!!

Paulo
Paulo
Responder para  willhorv
12 dias atrás

No meu modo de ver, a ” Nova Avibrás ” denominada, aeroco, se insere numa visão do BR, de que precisa desenvolver sistemas de defesa o mais possível nacionais, e torna – la perene. Lógico que isto não significa que não possa ter alianças com empresas e países de fora em forma de consórcios e alianças estratégicas, para produção desses meios aqui, e simultaneamente absorver tecnologias críticas, muito pelo contrário. Se hoje, o BR mantém linhas ativas de produção de Fragatas, Npas, submarinos de ataque, caças supersônicos, cargueiros militares, caças leves, helicópteros, blindados, mísseis, radares de defesa, sistemas anti drones, etc ,é devido à esta política. Não é pouco para um país que se considera pacifista, sem problemas e contenciosos com seus vizinhos, e contrário à guerras entre países por definição diplomática e estratégica. Manter esta aparente ambiguidade, enquanto turbina seu sistema de produção de meios de defesa, talvez seja o maior dos desafios do BR nos proximos anos.

José Pereira
José Pereira
11 dias atrás

Avibras ainda tem em seu portfólio um lançador de foguetes que era algo parecido como o Armadillo?
Lembro de uma foto no site da empresa.
Tentei localizar no Google uma foto e não achei

EduardoSP
EduardoSP
11 dias atrás
Souza
Souza
11 dias atrás
Mauricio R.
10 dias atrás

OFF TOPIC, mas nem tanto:

A justiça norte americana, interessada na JBS:

“O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DoJ) abriu nesta segunda-feira, 4, uma investigação para apurar possíveis violações às regras de concorrência na indústria de processamento de carne, segundo a Bloomberg.
Entre os alvos estão grandes frigoríficos que atuam no país, como a JBS e a National Beef, subsidiária da Marfrig, que se uniu à BRF no ano passado.”

(https://oantagonista.com.br/mundo/jbs-na-mira-dos-eua/)

Mauricio R.
10 dias atrás

Mas é mesmo Avibrás Aeroco?
Nominho esquisito.
Não seria Avibrás Aero Co, de Avibrás Aero Company?