EUA anunciam retirada de 5 mil soldados da Alemanha
Decisão do Pentágono ocorre em meio a divergências políticas com Berlim e levanta preocupações sobre a segurança da OTAN
Os Estados Unidos anunciaram a retirada de cerca de 5.000 militares estacionados na Alemanha, em uma medida que deverá ser implementada ao longo dos próximos seis a doze meses e já provoca reações na OTAN e no Congresso americano.
A decisão foi confirmada pelo Pentágono como parte de uma revisão da postura militar dos EUA na Europa, mas ocorre em um contexto de crescente tensão política entre Washington e Berlim, especialmente em relação à guerra envolvendo o Irã e divergências estratégicas entre aliados.
Com a retirada, o contingente americano na Alemanha — atualmente em torno de 35 mil militares — deverá retornar a níveis anteriores ao reforço promovido após a invasão russa da Ucrânia em 2022.
Entre as unidades afetadas estariam elementos de uma brigada de combate do Exército e sistemas de artilharia de longo alcance, considerados importantes para a dissuasão no flanco europeu da OTAN.
Reações e preocupações
A medida gerou preocupação entre parlamentares americanos, inclusive dentro do Partido Republicano, que alertam para o risco de enfraquecimento da capacidade de dissuasão contra a Rússia.
A própria OTAN informou que busca “entender os detalhes” da decisão, enquanto autoridades europeias reforçam a necessidade de maior autonomia militar do continente diante de possíveis reduções do compromisso americano.
Possibilidade de novos cortes
O presidente dos EUA indicou que a retirada pode não se limitar aos 5.000 militares inicialmente anunciados, sinalizando que cortes adicionais na presença americana na Europa estão sendo considerados.
A medida também pode afetar outros países aliados, como Itália e Espanha, ampliando o impacto estratégico da reconfiguração da presença militar dos EUA no continente.
Analistas avaliam que, embora parte das tropas possa ser redistribuída dentro da própria Europa, a decisão reflete uma mudança mais ampla na estratégia americana, com maior foco em outras regiões, como o Indo-Pacífico.
Ao mesmo tempo, o movimento reforça pressões sobre países europeus para aumentarem seus investimentos em defesa e assumirem maior protagonismo na segurança regional.■
FOTOS: U.S. Army


Bom, já passou da hora dos EUA retirarem a chupeta e a mamadeira da boca dos europeus… Vamos ver daqui em diante se os europeus irão aprender a se defender …
Gostava de saber qual é o país na Europa que não se sabe defender.
A presença na Europa há muito que serve como plataforma para apoiar as guerras dos EUA e não somente servir como dissuasor.
“Gostava de saber qual é o país na Europa que não se sabe defender”
Nenhum….
a sua resposta é muito informativa sobre a qualidade dos seus argumentos e como se informa sobre estes assuntos com grande pormenor e em fontes de reconhecido mérito.
Então vamos lá:
Guerras Napoleônicas: Inglaterra salvou a Europa de se totalmente dominada pela França
1 guerra mundial : Inglaterra salvou a Europa de ser Totalmente dominada pela Alemanha
2 guerra mundial : Os Estados Unidos /Inglaterra e a URSS salvou a Europa de se tornar um império Nazista( Terceiro Reich)
Guerras fria: Estados Unidos ( principalmente) seguraram as pontas para que a URSS não se aventurasse na Europa
Invasão de refugiados ( homens jovens em idade militar) e provável substituição Étnica e religiosa dos povos nativos europeus ( Genocídio)… ????????
eu já tinha percebido o nível da conversa, não era necessário reforçar a ideia…
Mas deu para rir com os seus argumentos de como a Europa é indefesa e de como foi preciso países não europeus como o Reino Unido e até a Rússia para a salvar da sua incapacidade de combater…
“Invasão de refugiados ( homens jovens em idade militar) e provável substituição Étnica e religiosa dos povos nativos europeus ( Genocídio)… ????????”
Putz….aí entendemos a razão dos acontecimentos atuais….O mundo ainda vai sofrer muito até este fenômeno sociopolítico acabar! Até essa onda de obscurantismo radical da extrema direita ser percebido, novamente, como uma ameaça aos seres humanos e ao planeta!
Talvez porquê você ou é muito desinformado ou é muito enviesado ideologicamente para não enxergar a realidade..
Daqui senti o cheiro de soja… Putz
Percebo que nessa guerra de opiniões a maior vítima é a Língua Portuguesa.
“Invasão de refugiados ( homens jovens em idade militar) e provável substituição Étnica e religiosa dos povos nativos europeus ( Genocídio)… ????????”.
Essa teona de conspiração barata, faz eco em mentes vazias.
Você que tem mente vazia mesmo, ignorante, desinformado, ignóbil de quinta categoria
Mas os europeus são experts em substituição etnica e religiosa. Não é o que fizeram nas américas ?. Não é o que tentaram na Africa do Sul ? Angola?, Moçambique ?.
Os próprios europeus se auto substituíram diversas vezes. As ilhas britânicas eram originalmente ocupadas pelos bretões. Aí Julio Cesar resolveu invadir as ilhas e coloniza- las com romanos .Depois os bretões meio romanos, foram substituídos pelos Anglos e Saxões.que os empurraram pra França. Depois anglos e Saxões sofreram invasões violentas e sangrentas dos vikings dinamarqueses, e finalmente foram empurrados pelos normandos que tomaram as ilhas na porrada. Aliás, os normandos eram aqueles vikings que falavam francês.
Isto, sem falar nas invasões bárbaras no império romano. Hunos não eram ” germânicos ” propriamente.
Depois os mouros muçulmanos se infltraram pela peninsula ibérica à dentro e chegaram às portas da França. Ficaram mandando lá por 400 anos.
Quem substituiu quem cara pálida? Sempre foi uma p* aria.
Esqueci de mencionar as ” substituições étnicas e religiosas ” que os ingleses promoveram na Austrália e Nova Zelândia também. Sim,. tentaram na Índia e na China, mas aí a coisa não funcionou, não é mesmo ?.
“Mas os europeus são experts em substituição etnica e religiosa.”
Não só Europeus, ao longo de toda a historia humana em todos os continentes aonde ouve ocupação humana, diversos povos perpetraram limpezas étnicas e religiosas. Você mesmo deu o exemplo dos próprios mouros, que foi um povo que venho de outro continente e mandaram na maioria cristã por 4 séculos. Os próprios muçulmanos fizeram uma grande limpeza religiosa nos primeiros séculos da idade media onde substituíram os cristão e os zoroastrismo do Levante, Persia e também no Egito.
“Aí Julio Cesar resolveu invadir as ilhas e coloniza- las com romanos”
Cesar não colonizou as ilhas britanicas, quem começou a coloniza-las foi o imperador Claudio. Cesar apenas fez um incursão de punição (duas na verdade) na ilha por que alguns britanios (segundo alegação de Cesar) estavam apoiando os belgas na Galia.
Os europeus e norte americanos tentam até hoje ” catequizar ” os povos isolados da Amazônia. O que seria ” catequizar ou converter ” esta gente ? Então meu caro, os europeus tem que enfiar a viola no saco e ficarem quietinhos, afinal, se não querem ser ” invadidos ” ,não invadam a seara alheia. Não são exemplos pra ninguém.
Pergunta para a Polônia
Será que serão transferidos para a Groelândia?
Eles agora vão apostar na Ucrânia.
Tchau, agora faltam mais 30 mil.
A OTAN já se arrasta há tempo demais. A Europa segue presa a uma russofobia cultivada por anos de diplomacia britânica e norte-americana. Eis uma oportunidade rara de agir com pragmatismo: negociar com um vizinho que não aceita ser subalterno e que poderia impulsionar a competitividade europeia com energia mais barata, em um mundo industrial cada vez mais brutal. A birra de Trump custará caro aos interesses de manutenção da hegemonia sobre a Europa. Estamos assistindo, em primeira mão, a erros diplomáticos que ainda serão estudados em salas de aula de diplomacia e geopolítica.
Concordo plenamente com você em gênero, número e grau.
Sgt Moreno
Faz todo o sentido…
Fazer o mesmo que a Alemanha, e outros países como a Hungria, e ter a Europa dependente das vontades de um ditador como o Putin.
É desde o início da guerra, que a Europa iria morrer de frio, que a sua indústria iria desabar, etc. E parece que nada disso aconteceu. A Europa continua a crescer.
E a Russofobia não começou com os Americanos ou os Ingleses (até acho estranho citar os Ingleses nestas questões não sendo os maiores financiadores desta guerra, mas é a propaganda russa que decide os seus alvos; talvez seja devido aos arrestos das mansões dos Oligarcas em Londres) mas sim as ameaças e as ações de Putin e o histórico da União Soviética nos países de Leste.
Mas gostaria de saber o que a Rússia ganhou com esta guerra e como serão estudadas as ações de Putin…
A russofobia vem bem antes deste conflito. Quem quis aproximação em um primeiro momento foi a Rússia, logo após o fim da União Soviética. Mas por influência dos EUA a Europa rejeitou a aproximação, já que isso iria favorecer o bloco “euroasiático”, coisa que o Tio Sam não admite. A russofobia foi incentivada e alimentada por décadas. Vai ler um pouco.
então a sua lógica é que os EUA obrigaram Putin a tornar-se um ditador ao obrigarem a Europa a rejeitar a Rússia.
A democracia na Rússia a ser transformada numa ditadura e os protestos dos Russos, não ter observadores internacionais nas eleições, a perseguição a jornalistas, os ataques híbridos a outros países, as tentativas de destabilização dos governos europeus e de aliados, a invasão da Geórgia, as ameaças, etc. é tudo irrelevante…
Não há russofobia mas sim Putinfobia, perpetuada pelas suas ações motivadas pela sua infindável obsessão de se manter no poder, algo que já dura há mais de 25 anos. Algo que não acontece só com ele…
O termo russofobia é uma técnica de propaganda usada desde sempre, não exclusiva do regime de Putin, do nós contra eles, algo que deveria ser somente eficaz no povo russo mas é algo que os papagaios internacionais do regime gostam de usar…
“Papagaios internacionais”, disso está cheio de todos os lados. Não se iluda.
Não se esqueça que quando a propaganda é boa, a população assume tudo como verdade. E propaganda não é algo exclusivo da China e Coréia do Norte, como vocês pensam. No ocidente está cheio.
É preciso pesquisar e sair um pouco da narrativa dominante no seu país, e respectivos meios de comunicação. Há muito mais nessa história recente da Rússia. Mas pelo jeito você acredita que o Putin decidiu um dia acordar e invadir a Ucrânia, sem motivo algum.
A questão é se os motivos de Putin são egoístas ou patrióticos…
E não vejo o que a Rússia ganhou com esta guerra…
O fim da União Soviética deixou Putin muito traumatizado…
A Rússia não ganhou nada com essa guerra, mas ela perderia muito mais ficando de braços cruzados vendo a Ucrânia entrando pra OTAN e estacionando tropas dos EUA. Soberania tem um preço, e neste caso a Rússia decidiu pagar.
Vale ressaltar que foi garantido a Rússia nos anos 90 que a OTAN não iria se expandir para o leste, mas acho que isso vocês gostam de esquecer.
A Europa está perdendo muito com essa separação com a Rússia. Você certamente sabe que energia barata é um dos principais pilares do desenvolvimento de uma nação.
O que mais me supreende nessa história toda é que o Biden dizia abertamente que o Nordstream seria destruído, e quando foi de fato destruído as pessoas pensaram que foram os russos. Se existem dois países que jamais destruiriam o Nordstream estes são Alemanha e Rússia.
Isso sem falar que de imediato os EUA tinham os navios para vender o gás para a Europa. Mas oras, construir uma frota dessas leva tempo, será que ninguém suspeitou do por quê eles estavam a anos investindo em algo que não fazia sentido, já que naquele momento ninguém compraria gás caro vindo por navios?
A Europa está dominada politicamente e militarmente. Eu sinceramente vejo com bons olhos a retirada de tropas dos EUA da Alemanha. Quanto mais distantes os europeus manterem os EUA, melhor.
Não vou entrar em dialogo mas apenas exibes a tua ignorância sobre esta matéria e recomendo-te que leias o livro de George Robertson, antigo secretário geral da OTAN(1999-2004) e que estava no cargo quando Putin começou como PM da Rússia e substituiu Yeltsin nos anos seguintes. Ele afirma que Putin lhe pediu para entrar na OTAN mas que a OTAN não deveria ter países pequenos e fracos, que estes deveriam sair. Tão bonzinho que Putin era que apenas queria que esses países saíssem da OTAN para não poderem reclamar o artigo 5º. Tão bonzinho que Putin era que vendia combustíveis fosseis a baixo preço para poder ter todas as nações europeias na mão, enganou-se porque as nações europeias têm princípios e valores, não é como um país cujo o presidente foi ao beija mão de Putin, e o que lhe sucedeu nunca condenou Putin pela invasão da Ucrânia violando deste modo a carta da ONU, mesmo todo o mundo sabendo que a Rússia por duas vezes reconheceu as fronteiras e a soberania da Ucrânia e que foi em 1994 na assinatura do Memorando de Budapeste e no tratado que reconhecia as fronteiras dos ex-estados soviético em 2003 e neste caso o tratado foi assinado por Putin. Ainda recentemente decorreu uma votação na ONU sobre a repatriação das crianças ucranianas levadas para a Rússia sem autorização ou conhecimento de ninguém e a isto se chama rapto de crianças e o Brasil absteve-se na votação. Se amanhã, alguém com poder ocupar a Amazónia, como irá o Brasil reclamar de sua justiça á que os valores e justiça não é igual para todos?
A Rússia recebia 900 milhões de euros por dia, pago pelos países da UE e agora recebe muito menos, menos de 10% do que recebia e isto porque os cavalos de Troia querem combustíveis fosseis da Rússia e um dos cavalos já recebeu a guia de marcha para se colocar na rua. O medo da Rússia estava no fato da Ucrânia e da Polónia, no tempo do Pacto de Varsóvia tinham o mesmo crescimento económico mas no presente a Polónia ganha 10 vezes mais e como na Rússia vivem ucranianos, os pais de Zelensky nasceram na Rússia, a troca de informação poderia colocar em perigo a autoridade de Putin dentro da Rússia. Na UE duas coisas são sagradas, Imprensa livre, para que haja informação sobre o que se passa na UE, e justiça independente, ninguém deve limitar ou condicionar a decisão de um juíz e isso também é um perigo para a autoridade de Putin. Os países mais pacíficos do mundo ficam na Europa porque existem valores nestas sociedades. Informa-te melhor e não vás apenas pela propaganda.
Ao começar o comentário me chamando de ignorante você perde bastante crédito, já que demonstra desde o início que você está levando a discussão para o lado emocional. Fica parecendo que está com raiva. Fica calmo, todo mundo aqui é adulto e discordar faz parte de qualquer discussão saudável.
Existe um filósofo brasileiro bem famoso que utiliza o termo “inteligentinho” para descrever pessoas que leram um único livro e querem sair por aí achando que sabem tudo. Acho que o termo se encaixa bem aqui. O filósofo é o Luis Felipe Pondé, caso você queira pesquisar.
Isso sem falar que o autor foi secretário geral da OTAN, o que vamos ser bem honestos aqui, é bem provável que seja uma propaganda.
Existem diversos autores, alguns inclusive que ocuparam cargos militares altos em países da OTAN, que contam exatamente a cagada que foi ficarem cutucando a Rússia desde sempre. Mas eu nem vou me extender aqui que acho que você não vai ler. Ou sequer procurar um vídeo no Youtube, caso esteja com preguiça.
Agora, “os países mais pacíficos do mundo ficam na Europa”. A resposta é um sonoro e definitivo NÃO. Os países mais imperialistas, genocidas e ladrões ficam na Europa. Qualquer aula de história básica demonstra isso. Os EUA são de certa forma uma continuação dessa filosofia, embora não sejam europeus.
E pra finalizar, acho que qualquer ser humano minimamente maduro deveria saber, todos estamos sujeitos a propaganda. Qualquer notícia que você assista ou leia está carregada de propaganda. Então não venha usar isso como argumento, porque fica parecendo que qualquer asneira que sair na CNN você vai engolir sem sequer pensar um pouco.
Tenha um ótimo dia.
Concordo com quase tudo. Difícil, entretanto, é ler que o Pondé é um filósofo.
Não sei exatamente a razão de você pensar dessa forma, mas de uns tempos para cá, se criou o hábito de chamar professores de filosofia de filósofos. Talvez seja um erro, não sei. Mas prefiro não me preocupar muito com o uso do termo ou não.
Antigamente se reservava o termo filósofo aos grandes escritores. Talvez seja mais adequado mesmo, vai saber.
Em relação ao Pondé, eu não concordo com tudo que ele fala, embora goste dele. Aliás, não acho que ninguém deveria concordar com tudo que alguém fala. Isso eu deixo para os fanáticos da esquerda e direita.
Acho que essa moda começou quando passaram a chamar de filósofo a um astrólogo medíocre só porque escrevia coisas que agrediam a lógica e o senso comum.
E Pondé (que também é conhecido como Bundé) é o exemplo perfeito do “inteligentinho”.
Não vou dizer que fiquei impressionado com o teu comentário porque apenas acentua o que pensava antes, Não necessitas de dizer quem é Luís Filipe Ponde, mas eu prefiro Mário Sérgio Cortella e a sua demonstração da educação que os pais devem dar aos filhos e que não é curvar perante os mesmos dizendo sim a tudo. Claro que inicialmente gostei do teu comentário isto porque ao querer resumir muito, acabo por não ser claro no que quero escrever, alem da letra “j” do teclado que teima em não aparecer na tela.
Mencionei um nome especifico e não fiz a cagada de meter tudo no mesmo saco, deixando toda a gente sem saber do que falava, porque ao falares nos “ diversos autores, alguns inclusive que ocuparam cargos militares altos em países da OTAN” é o mesmo que dizeres que ninguém disse isso que apenas tu sabes e conheces porque te dá jeito. Também Durão Barroso contou telefonemas que teve de Putin, enquanto era presidente da Comissão Europeia, que davam conta do Humanismo de Putin e que não era de um estadista, por isso és livre de acreditares em George Robertson, isso é algo que não me tira o sono.
O Índice Global da Paz nos diz que o top 10 é ocupado com por sete países europeus e apenas Nova Zelândia (3), Singapura (6) e Malásia (10) não são europeus e claro que entre os sete países europeus está Portugal no sétimo lugar. Não fiques preso no século dezoito porque o Brasil já é independente desde 1822 e atualiza o teu saber porque está preso no século XVIII, ou será que não aprendeste na escola básica.
Qualquer ser humano deve instruir-se para saber do que fala e não ficar preso algures no tempo.
Tenha um ótimo dia.
Sobre Luís Filipe Ponde, vejo de vezes enquanto na TV Cultura e nem sempre concordo com ele principalmente no que respeita a Israel. Mas sobre filósofos prefiro o portuguesito Agostinho da Silva, sempre com um sorriso no rosto, apesar da barba branca.
Vejo que confunde muito política externa com interna. Não sei se por ignorância ou falta de argumentos.
Em relação ao meu país, não se preocupe que eu o conheço bem, e em momento algum culpei vocês pelos nossos problemas.
Enfim, não vamos chegar a lugar algum aqui.
Tenha um bom dia.
Já demonstraste o teu grau de inteligência e saber e logo no primeiro comentário afirmei que não iria entrar em dialogo.
Que tenhas um ótimo dia
Mas acabou entrando. Procure manter sua palavra.
Putin não é flor que se cheire, isso é fato. Mas, no fim do dia, todo país corre atrás do que é melhor para si: vantagem, poder regional e, no caso da Rússia, projeção global.
Só que essa russofobia não começou agora com a guerra da Ucrânia. Vem de longe. Pensadores britânicos criaram essa ideia do “heartland”, basicamente a Europa continental, a Rússia e seu entorno, como o centro estratégico do mundo. Isso moldou por décadas a visão dos europeus: quem controla essa região vira uma ameaça global. É, em parte, herança da mentalidade imperial britânica do século XIX. Hoje, quem exerce esse papel de influência sobre o Ocidente são os Estados Unidos.
Assim como a União Soviética impôs sua ideologia aos países do Pacto de Varsóvia na base da força, os Estados Unidos também, ao longo das décadas, fizeram guerras, apoiaram golpes e intervieram direta e indiretamente para influenciar países e governos não alinhados, além de utilizarem sanções econômicas como ferramenta de pressão.
Um ponto pouco falado é que sanção não é algo “limpo”. Há pesquisas, como estudos publicados na The Lancet Global Health, indicando centenas de milhares de mortes por ano associadas a sanções, com impacto maior sobre populações vulneráveis, especialmente crianças. No fim, não é só política, quem paga a conta é a população comum, com falta de remédios, comida e colapso de serviços básicos. Não é à toa que países do chamado Sul Global buscam alternativas para reduzir essa o impacto de sanções unilaterais feitas pelo EUA sem a ONU.
duvido muito que as teorias de Mackinder tenham definido a estratégia do RU.
Europa vem numa situação dificil na sua industria, apesar de parecia que ia ser o fim do mundo, não foi, mesmo assim os custos de energia e a concorrencia chinesa estão prejudicando muito a industria do Continente, que vem fazendo acordos com China, para tentar não ser engolida.
Não fales do que não sabes. A concorrência chinesa é desleal porque subsidiam os carros e os vendem a muito baixo preço do que o custo de produção, os chineses como dominam a refinação de terras raras exercem poder sobre a concorrência e que fez Trump falar baixinho, mas não te esqueças do fato de que a China exporta muito mais do que importa, mas da UE e dos EUA e se estes deixarem de importar seja o que for da China, esta entra logo em crise já que mais ninguém no mundo tem infraestruturas para ter carros eletricos.
Sim, a Rússia sempre agiu como um império invasor bem antes de Carl Marx existir. Mas não devemos esquecer que Napoleão e Hitler invadiram a Rússia/ URSS. Perderam, e foi desastroso para ambos, mas tentaram. Foram repelidos e seus exércitos destroçados. A coisa é mais complexa do que se pensa.
Negociar com a Rússia, çei…
Depois do fim da URSS o que mais houve foi negociação com a Rússia. A Europa até mesmo cometeu a insanidade de se colocar em dependência do gás russo e investiu bilhões no desenvolvimento da indústria extrativa na Rússia.
O resultado? Na hora que Putin resolveu avançar sobre a Ucrânia se vidram de calças curtas.
Isso é que dá apaziguar ditadores. Deveriam ter se lembrado de Hitler e Mussolini.
A Rússia é governada pelo medo, como já disse Tocqueville. Em relação a eles a linguagem tem de ser de força.
Provavelmente um dos dias mais tristes da vida do fraquíssimo Merz, que é um atlanticista incurável e um dos piores chanceleres que já ocuparam esse cargo na Alemanha.
Que o futuro traga mais retiradas e que os políticos pró-Europa se fortaleçam.
O governo alemão financia uma parte significativa dos custos operacionais das bases militares dos EUA no seu território, a Alemanha contribui com centenas de milhões de euros anualmente para o apoio às tropas americanas.
Por isto já tem generais no Pentágono se preocupando como acomodar no orçamento deste ano os militares voltando pros EUA.
Especialmente se este se este número se ampliar:
“O ‘Wall Street Journal’ acredita que o início da retirada das tropas da Alemanha representa um grande ajuste estratégico para as tropas americanas estacionadas na Europa. Trump planeja retirar quase todos os 38.000 soldados americanos estacionados na Alemanha, deixando no máximo 3.000.”
Mas isto é algo de novo?
Não aconteceu o mesmo com Merkel?
Ficaria muito mais preocupado se houvesse uma estratégia, planeamento, etc.
Tenho certeza que serão mais úteis em Cuba.
Claro, cachorro morto. Mas manda lá pra o Irã pra ver se a coisa fica boa!
Agora o Irã é cachorro morto?
E antes era o quê?
Se há Putinfobia na Europa diga-mos que é bastante justificável se não vejamos:
Quem atacou a Georgia? e a Chechenia foi arrasada por quem? a Crimeia ? e já agora a Ucrania?
Fora as ameaças aos paises Bálticos. Agora a culpa é dos Europeus que provocaram?
Os Europeus tentaram fazer negocios com a Russia (vede o gasoduto) e fazer acordos com a Russia o Putin queimou as pontes todas.
O Trump é outro doido nunca ninguem lhe disse que os USA investem Biliões de dolares em tecnologia militar mas quem lhe compra esses brinquedos é a Europa e mais alguns aliados se o Trump afasta os aliados quem ele pensa que lhe vai comprar os F35 e os Himars?
Os Imperios tambem morrem mas não ressuscitam.
Bom para os americanos, menos custo, bom para os Alemães, não vejo porblema.
Com uma população onde os homens e os jovens são emasculados, com uma chamada geração Z que deve ser Z de Zoeira mesmo, que não sabem nem ao menos se defender de atos de violência.
Um mundo onde adolescentes vestem saias em protesto contra machismo, assédio e preconceito e também questionam as normas de vestimentas impostas aos gêneros, combatendo a ideia de que certas roupas são exclusivas de um gênero.
um aumento no número de pessoas que se identificam abertamente como parte da comunidade LGBT+ na Europa, incluindo homens gays
Um continente onde Jovens da Geração Z estão se identificando mais com identidades não-heterossexuais, impulsionando o aumento das estatísticas.
Na Europa cada vez mais os jovens se afastam do recrutamento.
Na Alemanha,o psicólogo Rüdiger Maas, pesquisador especializado na chamada Geração Z (pessoas entre 15 e 30 anos), diz que os jovens que viveram este hiato de serviço militar opcional “nunca imaginaram que seriam submetidos a um serviço militar obrigatório”.
“Eles cresceram em um mundo no qual nada era obrigatório para eles, exceto frequentar a escola. E de repente surge uma guerra à porta do país e esperam que eles defendam a nação com armas na mão”, disse Maas, em entrevista ao jornal Die Zeit, em outubro, quando do início do debate da nova legislação.
Os estudos de seu instituto de pesquisas geracionais mostram que 81% dos jovens alemães não estão dispostos a morrer pelo país e 69% não defenderiam o país com armas.
Esse número representa o dobro, por exemplo, dos jovens na Suíça. A explicação, para ele, seria justamente que no país vizinho o serviço obrigatório nunca foi suspenso:
“A consciência de que se deve defender militarmente o próprio país em caso de crise é muito mais forte entre os jovens suíços”.
Nos protestos contra a volta do serviço militar obrigatório, os cartazes iam do pacifismo até críticas ao governo e à própria Bundeswehr, as Forças Armadas alemãs.
Alguns depoimentos colhidos pela revista Der Spiegel incluíram:
“Não tenho nenhum desejo de morrer em uma guerra ou passar seis meses da minha vida em um quartel.” Houve também pautas alinhadas com a nova geração: “Toda hora se ouve falar de bullying, sexismo, racismo ou até mesmo redes de extrema direita na Bundeswehr. Acho isso abominável”, declarou um jovem de 17 anos da cidade de Münster.
Eles acham que quem irá lutar por eles?! Acho que nem os imigrantes em idade militar.
Rapaz, não mostra a realidade não!! Brasileiro médio não tem capacidade intelectual para ver isso não!!!
A Maioria ou é mau caráter ou burro mesmo!!
Talvez burro seja quem pega uma pequena amostragem de algo e sai por aí dizendo que aquilo representa o todo.
Ninguém tem medo da verdade não, pode ficar tranquilo. O colega pode mostrar o que quiser, ninguém vai ficar chocado.
Agora na Rússia, a defesa é ensinada desde cedo…
Lá os jovens russos vão para acampamentos de férias para treinar tiro, desmontagem e montagem de fuzil entre outras atividades…
Há escolas russas onde crianças treinam com AK-47 como recompensa pelo bom desempenho acadêmico.
Na cidade de Stavropol, no sul da Rússia, as crianças podem frequentar uma escola que recompensa o bom desempenho acadêmico com exercícios de campo no estilo militar, como acampamentos noturnos, treinamento e manutenção de armas e até mesmo paraquedismo.
https://i.insider.com/57ed6c9bb0ef971d008b90ac?width=1600.5000925064087&format=jpeg&auto=avif&quality=85%2C80
https://i.insider.com/57ed6c9cb0ef9748258b7c24?width=1600.5000925064087&format=jpeg&auto=avif&quality=85%2C80
As crianças são treinadas para resistir e sobreviver em condições adversas. Aqui, elas usam máscaras de gás, úteis em caso de ataque químico. Elas também recebem treinamento para se protegerem de ataques de radiação.
https://i.insider.com/57ed6c9eb0ef97b3088b907b?width=1600.5000925064087&format=jpeg&auto=avif&quality=85%2C80
Eles sabem como sofreram na pele o horror da segunda guerra, somente aqueles que sentiram na pele a experiência de terem sido caçados um dia, sabem que nunca mais irão querer ser novamente, nem eles ou seus descendentes.
Puxa, que bacana!
Pós-moderno!
Heróico!
Amestrar pivetes para serem “guerreiros” e mostrar seu valor limpando fuzil e servindo de bucha de canhão para o “comandante” da temporada!
Domesticar a garotada para rapinar países e conquistar glórias para o “supremo líder” de rede social!
300 mil (até semana passada) soldados russos despedaçados por drones ucranianos não podem estar errados!
Uhuuu!!
“Amestrar pivetes para serem “guerreiros” e mostrar seu valor limpando fuzil e servindo de bucha de canhão para o “comandante” da temporada!
Domesticar a garotada para rapinar países e conquistar glórias para o “supremo líder” de rede social!”
“300 mil (até semana passada) soldados russos despedaçados por drones ucranianos não podem estar errados!
Uhuuu!!”
Nossa, então é somente isso que você vê meu caro?! Que visão pobre!
É melhor “Amestrar pivetes para serem “guerreiros” do que deixarem serem caçados como coelhos amigão!
Quem você acha que ao menos poderia resistir a uma invasão hostil?! Quem você acha que ao menos poderia sair com menos baixas se os cidadãos tivessem noções e DIREITO a autodefesa ?
Os jovens alemães? Os jovens Suecos,Russos ou os jovens noruegueses?!
Noruegueses estes que tiveram em 22 de julho de 2011, 69 pessoas assassinadas na ilha de Utøya,a maioria jovens, em um acampamento de verão do Partido Trabalhista norueguês.
Mortas por apenas UM Homem…
Me diga: Se os pivetes noruegueses tivessem ao menos noções de alto defesa, algum tipo de treinamento, eles teriam morrido como patos na lagoa?
Certamente em um acampamento de verão norueguês, sequer deve ser ensinado nem tiro de arco e flecha, para não ofender alguns jovens sensíveis e pacifistas…
Ao menos as crianças russas poderiam ter uma chance de se defender caso um louco nacionalista de extrema-direita tentasse matá-los.
“Domesticar a garotada para rapinar países e conquistar glórias para o “supremo líder” de rede social!”
Esse não é o mérito! Se vão rapinar, matar,conquistar ou seja lá oque for…
Estamos falando da incapacidade dos europeus de se defenderem sem necessitar sentar no colo do Uncle Sam para serem salvos da “ameaça comunista Sino-Russa”, e não sobre oque é certo ou errado, moral,imoral ou amoral…
E na Europa amigo, os únicos que se salvam são os Suíços.
Lá os jovens reservistas podem manter suas armas de serviço militar em casa, mas o porte (andar armado em público) é estritamente regulamentado e a posse de munição é controlada.
A Suíça possui uma longa tradição de milícia, onde homens realizam serviço militar obrigatório e podem levar suas armas pessoais (fuzis e pistolas) após o fim do serviço ativo.
Os soldados podem comprar o seu fuzil de assalto ou pistola oficial, mantendo-os em casa.
É uma vergonha ler comentários como os seus.
Por alguma coisa o documento “Retorno de crianças ucranianas”, que foi aprovado na 4ª feira (3.dez.2025), teve a abstenção do Brasil e muitas das crianças que vês nas imagens são ucranianas e não passam de buchas para comandantes do ano. Recordo que para a Ucrânia são mais uteis aqueles jovens que jogavam “videogames”. Recordo que o mundo mudou que a Ucrânia sem ter uma fragata colocou a frota russa do Mar Negro a fugir para o lado mais a leste do Mar Negro, mas mesmo aí a Rússia viu um submarino a ser destruído por um drone submarino ucraniano.
Nunca te esqueças se houver alguém que te queira dar um tiro, ele irá disparar sempre primeiro, mesmo tu estando com um arsenal monstruoso em teu poder. Pensa bem antes de defenderes estes campos de “férias”, porque estes apenas servem para propaganda e convencer crianças a serem buchas para comandantes do ano.
“e muitas das crianças que vês nas imagens são ucranianas e não passam de buchas para comandantes do ano”.
Amigo, não essas fotos que postei,não são nem do tempo da guerra da Ucrânia…Algumas já circulam a tempos!
Na Rússia o Governo já incentiva as meninas maiores de 16 anos a engravidarem já com ajuda e acompanhamento médico governamental 🥴
E você acha isso errado? O país deles só não é pior do que o Japão em taxa de natalidade…
E o crescimento populacional é algo de vital importância para qualquer país…
A Rússia não está nem entre o Top 10 dos países com maior taxa de natalidade da Europa.
Os paises com maior taxa são:
Geórgia, França, Suécia, Irlanda: Islândia, Montenegro, Noruega,Bulgária e Reino Unido
Os países com as menores taxas de natalidade e fertilidade na Europa, enfrentando um declínio demográfico acentuado, incluem Itália, Espanha, Portugal, Polônia, Alemanha e Finlândia.
Em 2024, nações como Itália registraram recordes negativos próximos a 1,18 filhos por mulher, com mais mortes do que nascimentos.
já em diversos países da Europa Ocidental, a população imigrante (especialmente de comunidades muçulmanas) tem taxas de fecundidade superiores (média de 3,1) às das nativas.
Na Itália e Alemanha, o crescimento populacional ou a estabilização da força de trabalho é sustentado pela imigração.
Em 2024, o Japão registrou 686.061 nascimentos, o menor número desde 1899, com uma taxa de fertilidade de aproximadamente 1,15 a 1,2.
E já que mencionei o Japão:
Em 2024, o Japão teve cerca de 1,6 milhão de mortes contra menos de 700 mil nascimentos, o que significa que mais de duas pessoas morreram para cada nascimento.
A população, que é de cerca de 125 milhões, pode cair para 87 milhões até 2070, com cerca de 40% da população com mais de 65 anos, caso a tendência atual não se reverta.
Portanto caro Burgos, aumento da taxa populacional é importante, mesmo que tenha uma mãozinha estatal na jogada…
Quer dizer que você fica estarrecido com adolescentes alemães “se tornando” LGBT por usarem saia, mas não se preocupa com meninas russas de 16 anos sendo incentivadas a ter filhos? 😒
Me poupe…
e provavelmente serão mães solteiras…
“Quer dizer que você fica estarrecido com adolescentes alemães “se tornando” LGBT por usarem saia, mas não se preocupa com meninas russas de 16 anos sendo incentivadas a ter filhos?
Me poupe”…
Cada um faz oque pode pelo seu país meu caro!
A Rússia tem uma crise demográfica…
E tal coisa não é primazia russa:
Protonatalismo: Polônia, EUA, japão Hungria e outros países estão pagando adolescentes para terem bebês.
Se para alguns isso é imoral, cada qual tem sua visão.
“Quer dizer que você fica estarrecido com adolescentes alemães “se tornando” LGBT por usarem saia”,
Primeiro meu caro: São dois temas completamente diferentes…
Um é sobre essa geração Z de garotos sensíveis, que são contra alistamento militar e que são incapazes de se defender e defender seus países.
Outra já é sobre queda de natalidade.
Na alemanha, 81% dos jovens alemães dizerem não estão dispostos a morrer pelo país e 69% não defenderiam o país com armas,é uma geração que nem deveria ser defendida,só pelo fato de estarem cagando pela segurança de sua nação.
Na hora de receber o Bônus é uma maravilha, é algo justo ter a disposição
serviços essenciais, como educação e saúde financiada pelo Estado, gratuita ou altamente subsidiada para a população.
Mas na hora da responsabilidade com sua nação, vem com papinho pacifista
Opiniões como: “Não tenho nenhum desejo de morrer em uma guerra ou passar seis meses da minha vida em um quartel.”, ou: “Toda hora se ouve falar de bullying, sexismo, racismo ou até mesmo redes de extrema direita na Bundeswehr. Acho isso abominável”,
Esses jovens que nasceram em uma confortável época, com tudo a mão e muita liberdade, até mesmo com intromissão estatal sobre suas vidas e autoridade dos pais, não sabe porra nenhuma sobre oque é abominável.
Abominável é ser invadido e ter mais de
dois milhões de casos de mulheres serem vítimas de Crimes sexuais em massa durante a segunda guerra,100.000 somente em Berlim.
No fim das contas se houver guerra na Europa, quem vai pôr as botas nos pés serão os
Millennials (nascidos aprox. 1981–1996), porquê a Geração Z ou Centennials (nascidos aprox. 1997–2010) e a Geração Alfa (nascidos a partir de 2010,Filhos dos millennials),irão se esconder como mocinhas…
“mas não se preocupa com meninas russas de 16 anos sendo incentivadas a ter filhos?”
Se tal método implementado pelo governo for algo que conta com ajuda e acompanhamento médico governamental, não vejo nenhum problema nisso…
Quer dizer que você fica estarrecido com adolescentes alemães “se tornando” LGBT por usarem saia.
Casais LGBT não podem gerar filhos por contra própria, então e um problema muito serio que contribuiu muito para crise demográfica. Esse é um tipo de problema que deveria estar sendo visto de outra forma (parece que esse tipo de situação é até incentivada nos dias de hoje).
Até concordo que esses países que estão passando por uma forte crise demográfica aja algum incentivo para que os casais tenham mais filhos (como redução de impostos para casais que tenham mais filhos), mas incentivar meninas de 16 anos a terem filhos e uma tremenda de uma barbaridade. Se essa moda pega, ainda mais com essa atual elite nojenta do Ocidente.
“mas incentivar meninas de 16 anos a terem filhos e uma tremenda de uma barbaridade. Se essa moda pega, ainda mais com essa atual elite nojenta do Ocidente”.
Cada um sabe onde o calo aperta caro Augusto César!
E esse problema demográfico russo,vem de antes da guerra da Ucrânia.
A Rússia sofre ciclos demográficos de “boom e bust” derivados da Segunda Guerra Mundial, que geraram gerações menores de mulheres em idade fértil a cada 25-30 anos.
O colapso soviético causou uma queda acentuada na natalidade e um aumento nas mortes na década de 1990, reduzindo drasticamente o número de jovens russos.
O governo está certo! É melhor usar de métodos polêmicos para alguns, do que em um futuro ter a ameaça de quase extinção do povo russo, basta ver o caso japonês:
Virgens de 40 anos, jovens que se casam com personagens de Anime, jovens introvertidos, que não sabem ter interação com o sexo oposto e uma geração workaholic.
Existe uma taxa relevante e crescente de virgindade entre adultos na faixa dos 30 e 40 anos no Japão. Estudos indicam que cerca de 1 em cada 10 homens japoneses na casa dos 40 anos é virgem.
Estudos e pesquisas realizados no Japão indicam uma taxa significativamente alta de inatividade sexual e um desinteresse crescente por relacionamentos sexuais, fenômeno frequentemente descrito como “assexualização” da sociedade, especialmente entre os jovens
Pesquisas da Associação Japonesa de Planejamento Familiar indicam que cerca de metade dos casais casados vivem sem relações sexuais, com taxas que chegam a quase 50%.
Estudos do governo e da Universidade de Tóquio revelaram que mais de 40% dos jovens adultos solteiros (18-34 anos) são virgens.
mais de um terço dos homens com menos de 20 anos relataram indiferença ou aversão ao sexo, um número que tem crescido.
Pesquisas de empresas privadas continuam apontando altas taxas de inatividade sexual, com cerca de 30% a 40% de solteiros relatando nunca ter tido um relacionamento amoroso.
Sensação de incômodo (mendokusai): Muitos veem o sexo e os relacionamentos como algo que dá muito trabalho ou é desnecessariamente complicado.
Uma coisa dessas é horrível para a sobrevivência de qualquer País…
A Alemanha tem 83 milhões de habitantes, se não tiverem soldados o suficiente com uma população dessas podem entregar as chaves de Berlim pra Rússia.
Exatamente! O povo lá não se interessa muito por paternidade…
Menos de 1/3 de jovens não querem filhos:
Um inquérito realizado em 2025 com 30.000 jovens europeus revelou que cerca de um terço (1 em cada 3) não deseja ter filhos, citando insegurança económica e prioridades pessoais.
Dados do Eurostat (2025) indicam que cerca de 76,4% dos lares na União Europeia não têm menores de 18 anos.
E eu achando que os soldados americanos estavam lá na Europa e no resto do mundo para defender os interesses americanos.
Tem gente que acredita que os EUA estão pelo mundo para defender o mundo.
Pra esse povo nem desenhando eles entendem.
Nem desenhando, esfregando na cara e fazendo engolir…
Para alguns eles realmente são os representantes e defensores do mundo livre…
Por mim, metade do país deles poderia ser destruído e eu pouco me importaria…
“Hasta la vista, Europe”.
O laranjão e suas ideias. Resolve punir a Alemanha por não se comportar como ele espera e então manda seus soldados desocuparem o território alemão.
Que punição.
Os alemães devem estar muito tristes com menos 10 mil botas ocupando o seu país.