Exército Brasileiro formaliza plano de desativação do sistema antiaéreo Oerlikon 35 mm

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Oerlikon 35 mm

Oerlikon 35 mm

Sistema em operação desde a década de 1970 será retirado definitivamente após mais de 40 anos de serviço

O Exército Brasileiro aprovou oficialmente o plano de desativação do sistema de defesa antiaérea Oerlikon–Contraves 35 mm, encerrando o ciclo operacional de um dos principais meios de artilharia antiaérea de média altitude utilizados pela Força Terrestre nas últimas décadas. A medida foi formalizada por meio de portaria do Comando Logístico (COLOG), publicada em abril de 2026 .

Sistema considerado obsoleto

De acordo com o documento, o sistema foi desativado ainda em 2023, após avaliações indicarem deficiências operacionais relevantes, sobretudo para emprego em escalões mais elevados, como Divisões e Corpos de Exército. A ausência de modernizações ao longo de sua vida útil também contribuiu para a decisão de retirada .

O Oerlikon 35 mm teve sua concepção nos anos 1950, sendo adquirido pelo Brasil em 1974 na versão GDF-001. As primeiras unidades chegaram ao país em 1976, completando mais de quatro décadas de operação contínua sem atualizações significativas .

Destinação do material

O plano estabelece a destinação de dezenas de equipamentos, incluindo:

  • 39 canhões Oerlikon 35 mm
  • 19 centrais de direção de tiro (CDT)
  • 55 grupos geradores (GG)

Segundo o documento, a maior parte dos canhões será destinada a acervos históricos de organizações militares, preservando o valor histórico do sistema. Já parte das centrais de tiro e a totalidade dos grupos geradores serão encaminhadas para alienação por venda ou inutilização, conforme normas administrativas e ambientais vigentes .

Um quadro resumo presente no anexo do plano detalha que todos os canhões (39 unidades) serão preservados, enquanto 8 centrais de tiro e 56 grupos geradores serão alienados ou descartados .

Processo administrativo e logístico

O processo de desativação envolve diversas estruturas do Exército, incluindo o Comando de Defesa Antiaérea, regiões militares e unidades logísticas. As organizações detentoras do material deverão realizar procedimentos administrativos específicos, como avaliação técnica, inspeção e registro contábil, antes da transferência ou baixa definitiva do equipamento .

Além disso, o plano prevê a correta destinação ambiental dos materiais inutilizados, em conformidade com a legislação brasileira de resíduos sólidos e controle de produtos militares.■


 

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Teodoro
Teodoro
13 dias atrás

Muito interessantes. Primeiro os Leopards, agora o Oerlikon. Será que teremos algo nos bastidores ainda não divulgado? De qualquer maneira, o Ministério de infraestrutura precisa investir em ferrovias para que possa transportar tanques de ponta a ponta do Brasil. Do que adiante ter a força mecânica concentrada no Sul se uma invasão ocorrer pelo norte. Só de tempo necessário para deslocamento seria uma vida, isso se deslocassem. Ferrovias também fazem parte de qualquer infraestrutura militar como plano de defesa nacional. Se não for sonhar demais, acho que um investimento na AVIBRAS E IVECO poderiam nos trazer um bom tanque nacional em pouco tempo. Uma produção em massa tal qual o Guarani já resolveria as lacunas na defesa nacional.

Skyhawk
Skyhawk
Responder para  Teodoro
13 dias atrás

Desenvolver um tanque para, no final, o exército comprar 50 unidades. O certo era fazer que nem Israel e África do Sul e produzir o recheio (mísseis, armas, eletrônicos). 

Com uma canetada, ficamos sem Gripen, fragatas e tudo que tem componente de fontes externas.

Última edição 13 dias atrás por Skyhawk
George A.
George A.
Responder para  Teodoro
13 dias atrás

Os planos do governo são de aumentar e blindar o investimento militar e já existe projeto em andamento pra isso.
Creio que haja sinalização forte da oposição nesse sentido tbm, até pq apoiavam a PEC do Múcio.
Acho que o que pode diferir de um ou outro que ganhar a eleição é que linha vai ser priorizada com esses recursos se na BDI ou em produtos pras carências imediatas, mas dado o histórico brasileiro acho pouco provável que quem dirija isso não seja os próprios militares (podiam ao menos fazer isso de forma mais integrada entre as 3 forças), dessa forma talvez nem nisso haja muita diferença, e assim sendo o exército tá fazendo o certo que é fazer planos segundo essa sinalização.

Última edição 13 dias atrás por George A.
Marcelo
Marcelo
Responder para  Teodoro
12 dias atrás

Precisou acontecer um bloqueio naval americano ao nosso vizinho (venezuela) por causa do petróleo para nossas forças armada desativar esse monte de velharia e entender que os americanos não são nosso aliado e sim um futuro adversário em busca de nossas riquezas.

Mauricio R.
Responder para  Teodoro
12 dias atrás

O terreno no norte do Brasil é adequado a operação de MBT’s, MMBT’s, SPG ou SPH?
Creio que exceto por Roraima, não.
A Avibrás nem sabe o que é veículo blindado, então já está de antemão descartada.
Não é pq seja uma empresa nacional, que a União tenha que lhe arrumar serviço pra fazer, ou prover sua capacitação.
Isso é obrigação de seus controladores.
E a IVECO, se é que eles lá na Itália tenham algo pra nos oferecer, é mais do mesmo, a maldita muleta da ToT.
Até pq os números seriam bastante inferiores aos do Guarani, e o custo muito mais alto.
Não precisamos.

GeneralSofá
Responder para  Teodoro
12 dias atrás

Como o vc quer o Brasil invista em ferrovias, se quando o projeto é aprovado e passa por todos tramites legais, alguém pode entrar com uma ação genérica alegando dano a fauna/flora/povos indígena/sapo cururu, e um alguém do judiciário trava a obra por anos.
A ferrogrão está parada se não me engano a 6 anos, os estudos de uso de hidrovias foram cancelados por pressão de povos indígenas no Pará e em MG obras do anel rodoviário de BH correm o risco de cancelamento ou adiamento devido a uma ação movida por supostos povos quilombolas afetados pelas obras.

Deadeye
Deadeye
Responder para  GeneralSofá
11 dias atrás

A ação “genérica” que parou a Ferrogrão tem 300 páginas apenas na petição inicial, e 2 laudos periciais dos danos e de rotas alternativas….

Carlos
Carlos
Responder para  Teodoro
7 dias atrás

Que sejam Reservados , para no futuro ser utilizados no combate Terra – Terra
🇧🇷

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Teodoro
18 horas atrás

Muito interessantes. Primeiro os Leopards, agora o Oerlikon. Será que teremos algo nos bastidores ainda não divulgado? De qualquer maneira, o Ministério de infraestrutura precisa investir em ferrovias para que possa transportar tanques de ponta a ponta do Brasil”.

Duvido MUITO disso!

Planos de contingência não é especialidade de nossos militares…

Por exemplo: Já cansei de ver embarcações da Marinha do Brasil serem descomissionadas e não terem sequer um substituto engatilhado…

Acho que se um meio está em vias de ser descomissionado, deveria haver ao menos haver um plano de alocação de recursos, para quando aquela embarcação for aposentada, que ela possa ser substituída por um meio de função similar…

Se o Comando sabe que daqui a Dez anos tal navio deverá ser substituído, que comece os preparativos financeiros…

Skyhawk
Skyhawk
13 dias atrás

Como um vizinho do naipe da Turquia faz falta ao Brasil. Só assim seria possível ter uma defesa minimamente capaz.

JuggerBR
JuggerBR
13 dias atrás

Esses canhões não poderiam ser adaptados para uma função modernizada? Porque se for depender de comprar coisa nova, vai ficar sem nada por décadas… Num mundo em que drones estão se tornando uma ameaça cada mais presente, porque desativar ao invés de modernizar…

Henrique A
Henrique A
Responder para  JuggerBR
13 dias atrás

Eles devem estar sem condição de uso. O EB na pobreza que está nunca tira de serviço uma arma ainda em condições de uso. Só ver que ainda usa M101 e M114 da época da Segunda Guerra.

Skyhawk
Skyhawk
Responder para  Henrique A
13 dias atrás

Como os seres pensantes que mandam no exército já não desativaram esses obuses? Eles não estudam o conflito ucraniano? 

Última edição 13 dias atrás por Skyhawk
Henrique A
Henrique A
Responder para  Skyhawk
13 dias atrás

Porque não há dinheiro para substitutos e apesar da idade eles estão em bom estado.
Como eu falei o EB não descarta algo se ainda tem uso.
Por muito tempo várias OM usavam as Madsen convertidas para disparar 7.62x51mm e mesmo quando foram retiradas elas foram tranferidas para as PM.
Na Ucrânia esses obuseiros estão em uso pelo mesmo motivo que estão aqui: não se luta com o que se sonha mas com o que se tem disponível.

Skyhawk
Skyhawk
Responder para  Henrique A
13 dias atrás

Agora, qual é a eficácia de um obus de 105mm em um conflito de hoje? Era melhor economizar no que é gasto nessas centenas de obuses e comprar drones FPV.

Henrique A
Henrique A
Responder para  Skyhawk
13 dias atrás

Não gasta quase nada. Foram recebidas décadas atrás. A “eficácia” de um 105mm é que ele está disponível.

Não estou defendendo o EB só estou apresentado o raciocínio.

O EB não tem pressão nenhuma para transformar sua doutrina de cima a baixo então as coisas ficam como estão.

Última edição 13 dias atrás por Henrique A
Santamariense
Santamariense
Responder para  Skyhawk
12 dias atrás

Eficácia? Um obus 105 mm faz muito estrago. Os EUA utilizam o M119A3, AR. Esse tipo de obuseiro tem a vantagem de ser mais leve e de mais fácil manejo e transporte que um de 155 mm. É usado por Unidades aerotransportadas, por exemplo.

Skyhawk
Skyhawk
Responder para  Santamariense
12 dias atrás

Isso você fala antes do conflito ucraniano. Os ucranianos estão sofrendo demais com os obuses de 155 mm, que têm maior alcance que os de 105mm. Os americanos nunca iriam usar esses obuses contra um país que usa massivamente drones.

Mauricio R.
Responder para  Skyhawk
12 dias atrás

Os norte americanos como mostrado nas recentes operações contra o Irã, também fazem uso massivo de drones.
E também sistemas anti drones, inclusive interceptadores de drones ucranianos.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Skyhawk
11 dias atrás

Meu caro, drones não são uma panaceia. Eles são úteis e valiosos, mas não são tudo que a maioria imagina.

Nei
Nei
Responder para  Santamariense
11 dias atrás

Verdade, são úteis até o inimigo suprimir com interferência eletrônica eficaz. Mas dai vem a IA na troca de frequências.

Mas obuseiros, MBTs e demais blindados ainda serão úteis no momento correto de aplicação.

Nei
Nei
Responder para  Nei
11 dias atrás

Um adendo.

O problema é que no Brasil, tudo é a conta gotas, não tem drones, nem MBTs, nem sistemas anti aéreo suficientes nunca.

Felipe
Felipe
Responder para  Henrique A
12 dias atrás

Num país sério estes canhões seriam modernizados, existem diversas variantes mais modernas dele com o fabricante suíço.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Skyhawk
12 dias atrás

Os M101 tem substituto em processo de aquisição. Será construído no Brasil. O M114 talvez seja substituído por equipamento AP, tipo o M109 ou o ATMOS.

Última edição 12 dias atrás por Santamariense
Henrique A
Henrique A
Responder para  Santamariense
12 dias atrás

Vamos ver quando começar a chegar até agora não tem nada.

J L
J L
Responder para  Santamariense
12 dias atrás

O tempo que isso levará, só DEUS sabe.

Mauricio R.
Responder para  Santamariense
12 dias atrás

No passado o EB adquiriu ao Reino Unido algumas peças do Light Gun.
Agora pretende fabrica-lo sob licença aqui.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Mauricio R.
11 dias atrás

Sim, exatamente isso.

J L
J L
Responder para  Henrique A
12 dias atrás

Se estivessem sem condições de uso já estariam recolhidos em depósito a tempos. Veja o caso dos M108 que foram doados ao Uruguai, ainda estavam em condições de uso e talvez pudessem estar tapando um buraco em algum lugar que não tem nada para pelo menos sair na foto, tipo por exemplo lá em Roraima. Acho que só deveria ser descartado (qualquer material ) quando já estiver recebido o substituto e não antes para depois correr atrás do que será o substituto, ainda mais numa época que material para entrega além de escasso está demorando para fabricar e entregar.

Bueno
Bueno
Responder para  JuggerBR
13 dias atrás

, posso esta falando besteira mas parece ser interessante na defesa de infraestrutura critica se der para reforma e continuar utilizando até ter algo novo, nem sei se ainda produzem esta munição ou se pode ser transferidas para o Gepard.

Henrique A
Henrique A
Responder para  Bueno
13 dias atrás

Eles devem estar destruídos. O EB não descarta nada que ainda tem vida útil. Certamente o EB tem muito Mauser guardado.

Bueno
Bueno
Responder para  Henrique A
13 dias atrás

Sim, mesmo caso dos LEO 1A1. Documento para descarte de sucata.
Mais certo a fazer , descartar todas estas sucatas , liberar espaço para o novo

Última edição 13 dias atrás por Bueno
J L
J L
Responder para  Bueno
12 dias atrás

É certo substituir o velho e obsoleto por novo, evita falhas e danos, mas cadê o novo que será o substituto. Já tá comprado esperando a entrega, vide o caso dos Gripens e KC390, entregas a conta gota, e para quantidade mixaria, quando acabar de entregar, já estarão obsoletos também.

J L
J L
Responder para  JuggerBR
12 dias atrás

Justamente isso que pensei. Hoje vemos os enxames de drones que tomam conta, e quanto custa lançar um míssil e quanto custa ter uma barreira de canhões desse calibre e ou similar para por na defesa por exemplo de represas e centrais elétricas e áreas de depósito de munições. Na minha opinião não deveriam ser descartados, porque se estão aí até hoje sem nem se quer serem atualizados, imaginem a reposição desse material o tempo que levará entre escolher as opções, fazer aquelas visitinhas de praxe no fabricante, abrir a concorrência com os escolhidos, escolher o vencedor, empenhar verba para aquisição (sempre em estilo conta gotas) e finalmente o fabricante entregar. Isso vai levar décadas. Acho que estão desmontando as FA, assim fica bem mais fácil, sem resistência.

Mauricio R.
Responder para  JuggerBR
12 dias atrás

Nem sempre modernizar, principalmente algo que ficou quase 40 anos sem qualquer modernização significativa, é viável economicamente.
Vide as dificuldades dos europeus, em proverem viaturas blindadas “Guepard” a Ucrânia.

Jagderband#44
Jagderband#44
13 dias atrás

Manda para a Ucrânia, eles aceitam…
Agora, sem brincadeira, impressionante ainda estar na ativa, pois eu era criança na década de 70 e vi de perto este equipamento em uma visita.
Lembro de ter falado para meu pai, na época, que era um calhambeque (por causa das rodas) com uma metralhadora em cima.

Última edição 13 dias atrás por Jagderband#44
Ravengar
Ravengar
13 dias atrás

Certamente haverá ” conversas” com algum país europeu para a aquisição de parte deste material,para posterior envio para a Ucrânia.

Estou ansioso para ver a versão do canhão 30mm montado sobre o chassi do guarani que provavelmente irá ser o substituto deste sistema.

Última edição 13 dias atrás por Ravengar
Emmanuel
Emmanuel
13 dias atrás

Primeiro passo, desmonta.
Segundo, cria uma veículo simples sobre rodas, autônomo.
Terceiro, pega esses canhões e joga em cima.

Temos um drone nacional armado com canhão 35mm.
Mas o EB não vai querer porque não tem transferência de tecnologia.

Henrique A
Henrique A
13 dias atrás

O que o EB não esclarece é o quê que vai acontecer com as OM que eram mobiliadas com esses equipamentos descartados já que não foram encomendados substitutos e nem há nada disponível em estoque.

São agora OM de infantaria apesar de oficialmente serem da artilharia? Vão ser transferidos o o pessoal para outras OM e vai ser desativada? A mesma pergunta para os regimentos que perderam os Leo 1 A1.

JuggerBR
JuggerBR
Responder para  Henrique A
13 dias atrás

A encomenda dos estilingues já está no forno… Aí é só treinar bem todo mundo…

Santamariense
Santamariense
Responder para  Henrique A
12 dias atrás

Salvo engano, as Unidades que os operavam foram reequipadas com os mísseis RBS70.

J L
J L
Responder para  Santamariense
12 dias atrás

A diferença do custo de uso dos materiais é gritante, até porque se for o RBS70 além de importado, não acho que tenha grande quantidade disponível no país para equipar as unidade país à fora, onde for necessário um simples defesa aérea.

Felipe
Felipe
Responder para  J L
12 dias atrás

Temos poucos RBS 70, não chegam a 40 lançadores. Sei que tem mais 6 sendo negociados .

RDX
RDX
Responder para  Felipe
12 dias atrás

Parece que são 25 lançadores (16 RBS-70 e 9 RBS-70NG)

Santamariense
Santamariense
Responder para  J L
11 dias atrás

Mas, nem esses canhões estavam distribuídos país afora.

Angus
Angus
Responder para  Henrique A
12 dias atrás

Os Oerlikon 35 mm já tinham sido centralizados em uma única OM AAe, outras OM já não utilizavam mais faz tempo (1º GAAAe se não me engano).
De qualquer maneira, o Sistema já não era mais utilizado desde 2023.

Atualmente a AAe do EB utiliza os Gepard, com os mesmo canhões 35mm, o RBS 70 sueco e o Igla-S russo.

O que está em estudo/análise/processo de aquisição é o sistema de média altura. Desconheço se já foi escolhido, mas o sistema EMADS era o favorito.

Não foram desativas OM.

Por fim, destaco que sistema BOFORS – FILA 40 mm também foi/está sendo desativado.

Henrique A
Henrique A
Responder para  Angus
12 dias atrás

Mas as OM que operavam esses armamentos quando é retirado fazem o quê? Outros meios como o RBS 70 foram adquiridos em pouca quantidade e até onde sei já foram entregues para as OM que fariam o uso definitivo.

Só uma curiosidade doutrinária e administrativa.

Angus
Angus
Responder para  Henrique A
12 dias atrás

Até então o EB havia definido que só manteria os Gepard com canhões, demais OM ficariam com mísseis.

A realidade é que os canhões existentes de 35mm e 40mm serviam para pouca coisa, não conseguiam ser eficiente nem contra um alvo aéreo rebocado, pois os radares estavam praticamente “cegos”. Além disso a manutenção era cara e difícil, devido a antiguidade do material. Assim, um eventual justificativa de utilizar contra drones só seria possível com muito investimento.

Desconheço se existe estudo para a aquisição de novos canhões. Fato é que com o advento do drone, fatalmente essa aquisição terá que ocorrer em curto ou médio prazo.

J L
J L
Responder para  Angus
12 dias atrás

Esse finalzinho do seu comentário é que me preocupa ” fatalmente essa aquisição terá que ocorrer em curto ou médio prazo.”. Acho com tantas pendências difícil de ocorrer essa e outras aquisições, olha o exemplo do centauro II, o obus 155mm que já até houve a concorrência e até agora nada.

Felipe
Felipe
Responder para  Angus
12 dias atrás

Bastava comprar novos canhões modernos e com radares novos também modernos.

Tutu
Responder para  Angus
12 dias atrás

Ao meu ver o EB deveria pensar em equipar algumas unidades com equipamentos modernos de tubo tbm.

Felipe
Felipe
Responder para  Angus
12 dias atrás

Já tivemos 26 Bofors L/70 , 39 Oerlikon GDF 001 e 72 Bofors L/60 ativos. Depois vieram os 56 IGLA, maioria pro EB (48), os IGLA S (24), 32 Gepard1A2, e por fim o RBS70 (37). Desativamos 137 canhões antiaereos alegando usar mísseis no lugar, e na prática os mísseis são mais caros e precisamos de muito mais unidades de tiro do que temos hoje. Acho que devíamos ter comprados canhões AA modernos e continuar usando junto com os mísseis , são bem eficazes contra dribles e alvos de baixa atitude.

Felipe
Felipe
Responder para  Henrique A
12 dias atrás

Faço está pergunta tem anos.

Marcelo Soares
Marcelo Soares
Responder para  Henrique A
12 dias atrás

Boa pergunta, pensei a mesma coisa sobre as OMs de Artilharia Antiaérea espalhadas pelo brasil.
A manutenção do Oerlikon 35 mm era realizada no PQRMNT/1RM, minha saudosa unidade, na Seção de Manutenção AAER. A Seção já deve ter sido desmobilizada há tempos e os militares de carreira transferidos para outros setores ou outras OMs.

Última edição 12 dias atrás por Marcelo Soares
Marcelo Soares
Marcelo Soares
Responder para  Marcelo Soares
12 dias atrás

*Brasil.

Fernandão
Fernandão
13 dias atrás

Parece que vão pegar os EMADS italianos. Entorno de 3 baterias. É um começo, mas para o nosso território precisaria ser pelo menos uns 12 ou 15. Quem sabe não complementam com o “irmão mais velho” do EMADS o SAMP/T NG para uma defesa em camadas mais eficaz ( uns 5 talvez? ). E seria bom se começassem a debater também os MANPADs ( quem sabe, não revivem o MSA 3.1? ), pois seriam cruciais para a nossa estratégia defensiva.

Espero que esses tipos de conversa estejam rolando, pois só ficar aposentando e não colocar nada melhor e mais adequado no lugar, é a estratégia mais burra possível.

YUFERFLLO
YUFERFLLO
Responder para  Fernandão
13 dias atrás

Bem a SIATT tem uma cabeça de guerra para manpad, e vendo com está lá nos Emirados, a chance deles comprarem vários é alta e tem chances ainda deles pedirem para a SIATT desenvolver defesas anti aéreas mais complexas

Última edição 13 dias atrás por YUFERFLLO
Fernandão
Fernandão
Responder para  YUFERFLLO
12 dias atrás

É, tem que vir de fora, pois se esperarmos algo das autoridades aqui, as empresas de defesa desse país viram farelo.

Felipe
Felipe
Responder para  Fernandão
12 dias atrás

3 grupos é o que está planejado com 6 lançadores em cada, mas por enquanto só tem 1 grupo sendo negociados, 6 lançadores e 48 mísseis .

PY3TO - Rudi
PY3TO - Rudi
12 dias atrás

Manda para Ucrania…para abater drones!

Pedro Pedreira
Pedro Pedreira
12 dias atrás

Devem ser do “tempo do onça”! A “roda raiada” entrega a idade, obsolescência total!

Giap
Giap
12 dias atrás

Senhores, boa tarde! Eu tenho uma pergunta muito simples e até besta. Esses canhões não podem ser aproveitados para o uso anti-pessoal? Sei lá, montado em um blindado, etc…

Henrique A
Henrique A
Responder para  Giap
12 dias atrás

Eles certamente são sucata. Não tem condição de uso seja qual for por serem muito velhos e gastos.

J L
J L
Responder para  Giap
12 dias atrás

Poderiam até ser montadas nos próprios Leo IAI que estão desativando, ou em cascavéis e talvez em chassis da tatra.

GBento
GBento
12 dias atrás

Antes tarde do que mais tarde.

willhorv
willhorv
12 dias atrás

Me chamou a atenção a quantidade ínfima destas peças….apenas 39 canhões duplos de um recurso de defesa de ponto, de baixa altitude, o que se deveria supor ter as centenas….mas tudo pelo mínimo…e neste caso, a muito tempo já obsoleto e ineficiente. A real demanda de camadas de defesa AA no Brasil jamais vai ser atendida pelas políticas atuais….é muita coisa a se defender, levando em consideração apenas os pontos sensíveis e estratégicos…nunca teremos…nunca.
Espero que em caso de necessidade, nossas FAAs joguem suas medalhas, caviares, holerite de pensões pro ar….quem sabe bate em alguma coisa e derruba….é muito frustrante nossas forças armadas. Difícil torcer pelo melhor e saber o que deveríamos ter para um país desta envergadura….difícil mesmo.

Última edição 12 dias atrás por willhorv
Henrique A
Henrique A
Responder para  willhorv
12 dias atrás

O problema é ainda maior já que não é preciso apenas defender estruturas sensíveis mas também a própria força de combate em campanha.

Felipe
Felipe
Responder para  willhorv
12 dias atrás

Meu amigo o planejado era que este canhão de 35mm e sua munição fossem fabricados no Brasil. O EB ia comprar 200 unidades dele pelo menos. No fim não foi fabricado aqui e só compraram 39.

MD-11
MD-11
12 dias atrás

Toda vez que vejo, so me lembra pobreza e atrazo , junto com irmao Bofors 40mm L/70 OE

Felipe
Felipe
Responder para  MD-11
12 dias atrás

Na época que foram adquiridos eram modernos e respeitados . No caso dos 26 Bofors L/70 acompanhavam eles os 13 EDT Fila , radar de tiro, fabricado no Brasil pela Avibras. O Oerlikon de 35mm era pra ser fabricado aqui com 200 unidades, mas no fim só compraram 39 de prateleira . Também teve uma bateria de 4 blindados antiaereos Roland 2 mas que sofreram embargos dos alemães pois tentaram engenharia reversa neles . Tanto o L/70 como o Oerlikon vieram substituir os 108 canhões AA manuais Bofors L60 40mm, mas nunca chegaram a substituir todos .

Última edição 12 dias atrás por Felipe
Henrique A
Henrique A
Responder para  MD-11
12 dias atrás

Eles são fabricados ainda hoje numa versão mais avançada e são muito capazes.

Fernandão
Fernandão
12 dias atrás

Queria ver um estudo de viabilidade em colocá-los na caçamba de um caminhão junto com alguns mísseis de médio alcance, tipo o PASARS-16. Daria para adaptar a parte da torre em um caminhão, ai com pelo menos mais uns mísseis tipo bolide, poderíamos pelo menos não ficar com um buraco na nossa defesa anti-aérea, pois até adqurirmos algo para o lugar deles, vai ser uma luta.

Outra viabilidade seria transformá-los em um sistema de defesa anti drones, igual a BEL indiana fez com os deles. Mesmo sendo um sistema antigo, pelo menos, integrando empresas brasileiras no projeto, poderíamos já começar a ter capacidade de desenvolver algo próprio, com esses bofors sendo uma plataforma de testes, já que os sistemas integrados em uma possível modernização seriam cruciais para outros projetos.

RDX
RDX
12 dias atrás

Já foi tarde. Não existe mais peça de reposição e está completamente obsoleto. O nosso GDF é o 001 desenvolvido em 1958. A última versão é a 009 de 2015. As únicas semelhanças são o calibre e o design. O canhão do 001 não dispara as modernas munições AHEAD e para fazer uma gambiarra com peças antigas e novas é melhor encomendar um canhão novo.

Já o L70 deveria ser preservado, pois ainda existe suporte e bons programas de modernização. O L70 é um sucesso contra drones na Ucrânia…e também teve êxito na recente escaramuça entre Índia e Paquistão.

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Última edição 12 dias atrás por RDX
Jagderband#44
Jagderband#44
12 dias atrás

Nossa AAA é uma piada.

Mauricio R.
12 dias atrás

Manter ou desativar material bélico antigo, sem uso ou imprestável ao serviço:

a: Material bélico envelhece, perde relevância, torna-se obsoleto.

b: Peças de reposição não são fabricadas para sempre.

c: Reformar ou modernizar depende da disponibilidade de soluções, viabilidade técnica e econômica, além de no Brasil atual; ingerência política.

Leonardo
Leonardo
11 dias atrás

O exército brasileiro sempre foi uma das minhas referências para equipamentos da Guerra do Vietnã, sendo as outras alguns museus, mas parece que agora vamos entrar na tecnologia do fim da guerra fria. Avante Brasil, na vanguarda!

VLADEMIR BALTAZAR
VLADEMIR BALTAZAR
9 dias atrás

Na guerra da ucrania estão utilizando o ZU-23 que é da mesma época dos 35mm. Poderia moderniza-los no Brasil colocar um radar Saber 200 como direção de tiro

André Luiz Corrêa
André Luiz Corrêa
8 dias atrás

Eu não entendo do assunto, mas, mesmo sendo antigos, para mim é uma agonia ver equipamentos sendo desativados… Não faz muito tempo a África do Sul, que tem uma BID mais avançada que a do Brasil, preferiu modernizar esse mesmo equipamento com a Rheinmettal, ao invés de desativá-los.

Última edição 8 dias atrás por André Luiz Corrêa
Bernardo
Bernardo
7 dias atrás

Vai desativar agora que finalmente tem se mostrado útil? Era pra colocar na caçamba de um caminhão como a Ucrânia tá fazendo com os equivalentes deles (da era soviética) e tornar cada unidade autonoma (o que não é difícil, se bem que….. Brasil). Mas não é nem caro fazer isso.
A coisa foi inútil por décadas, aí AGORA resolvem desativar.

Luiz Paz
Luiz Paz
5 dias atrás

Não sou militar, mas sou interessado. Tenho uma enorme dúvida, se não possuímos navios para marinha, aviões para força aérea e blindados para o exercito. Gastamos mais de 140 bilhões em um contingente de algo em torno de 340 militares. Acredito que antes das armas precisamos adequar contingente. Não é atividade militar? Passa para civil, mais barato, mais preparado com menor ônus aposentadorias. Rever cadeias de comando, menos generais, brigadeiros e almirantes. Garantir previsibilidade dos projetos, e percentual minimo no orçamento.
Não tem como equipar, rever necessidade se realmente é necessário.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
3 dias atrás

Antes da era dos drones a desativação desse tipo de arma era natural e esperado, mas agora com drones suicidas voando dentro das condições de alvo desse tipo de armamento vale a pena desativar?

Adriano Madureira
Adriano Madureira
18 horas atrás

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Gostaria muito de saber que arma substituirá os Gepard, que estava sendo visto como obsoleto, mas só foi começar a guerra da Ucrânia, que seu valor foi revisto…

Poderia ser algo similar ao TRIDON Mk2…

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