Dívida pública dos EUA ultrapassa o PIB pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial

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Washington, 5 de maio de 2026 — A dívida pública dos Estados Unidos ultrapassou o tamanho da economia americana pela primeira vez desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Segundo dados divulgados pelo Departamento de Comércio e pelo Tesouro americano, a dívida federal detida pelo público atingiu US$ 31,27 trilhões em março, enquanto o PIB nominal dos 12 meses anteriores foi estimado em US$ 31,22 trilhões — empurrando a relação dívida/PIB para 100,2%. O marco, anunciado pelo Committee for a Responsible Federal Budget (CRFB), renova os alarmes sobre a trajetória fiscal de longo prazo da maior economia do mundo.

O marco histórico e o que ele significa

Fora de um breve período no início da pandemia de Covid-19 — quando o PIB desabou temporariamente —, a dívida só havia excedido o PIB durante dois anos ao final da Segunda Guerra Mundial. Nas duas décadas que se seguiram ao pico de 1946, a relação dívida/PIB foi reduzida dramaticamente para 34%.

“Já aconteceu — a dívida nacional agora é maior que a economia dos EUA”, disse Maya MacGuineas, presidente do CRFB. “Desta vez, o endividamento não vem de um conflito global sísmico, mas sim de uma total abdicação bipartidária de fazer escolhas difíceis.”

A dívida bruta total — incluindo obrigações intragovernamentais — já ultrapassou US$ 39 trilhões, o que equivale a aproximadamente US$ 114 mil por americano ou US$ 289 mil por domicílio.

O problema não é o nível, mas a trajetória

Economistas divergem sobre a gravidade imediata do marco, mas convergem num ponto: o problema real não é ter atingido 100%, mas a direção da curva.

O Congressional Budget Office (CBO) projeta que, sem mudanças significativas de política, a relação dívida/PIB subirá para 108% até 2030 — superando o recorde do pós-guerra —, 120% em 2036 e 175% até 2056. Um modelo macroeconômico independente coloca a dívida bruta federal ainda mais alta, a quase 126% do PIB até o fim do ano.

Os juros sobre a dívida federal já ultrapassam US$ 1 trilhão por ano — mais do que os EUA gastam com defesa ou Medicare. Atualmente, os juros representam 14% dos gastos do governo federal: mais de 1 em cada 7 dólares gastos pelo governo americano serve apenas para pagar o serviço da dívida.

Déficit de US$ 2 trilhões e crescimento abaixo do esperado

Já neste ano fiscal, que começou em outubro, os EUA gastaram US$ 1,17 trilhão a mais do que arrecadaram, com o déficit anual projetado para se aproximar de US$ 2 trilhões nos próximos meses.

A administração Trump tem minimizado o endividamento crescente, argumentando que a relação dívida/PIB cairá à medida que suas políticas acelerem o crescimento econômico. Porém, os dados divulgados na semana passada mostraram que a economia americana cresceu a uma taxa anualizada de 2% no primeiro trimestre de 2026 — abaixo das expectativas dos analistas, embora acima dos 0,5% registrados no quarto trimestre de 2025.

A diferença entre 1946 e 2026

A comparação com o pico do pós-guerra é instrutiva — e desfavorável. Ao final da Segunda Guerra Mundial, a relação dívida/PIB estava prestes a despencar, pois os gastos de guerra cessaram e a força de trabalho do setor privado explodiu, graças ao retorno dos soldados e ao baby boom. Agora, a parcela de americanos em idade de aposentadoria está em alta, o crescimento da força de trabalho desacelerou drasticamente em meio a políticas imigratórias restritivas, e a administração Trump busca aumentar os gastos militares.

“Quanto mais permitirmos que nossa dívida cresça, mais erodimos nossa própria prosperidade e a das gerações futuras”, alertou MacGuineas, que propôs como primeiro passo uma regra fiscal chamada “Super PAYGO” — exigindo que qualquer novo gasto ou corte de impostos seja compensado pelo dobro do valor em economia.

A dívida americana não é uma crise imediata — os títulos do Tesouro continuam em alta demanda e os EUA não enfrentam risco de calote no curto prazo. Mas é um problema estrutural que se agrava silenciosamente, ano a ano, enquanto o debate político americano continua tratando cortes de impostos e aumento de gastos como decisões sem consequência. A marca dos 100% é um lembrete de que as consequências existem — mesmo que demorem décadas para se materializar plenamente.■


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Fernandão
Fernandão
11 dias atrás

O importante é que tem dinheiro de sobra pra ficar jogando bomba em país de terceiro Mundo. De resto, eles não se importam com mais nada. Aos poucos o petrodolar está perdendo espaço, assim, essas dívidas vão ficar cada vez mais “caras” para eles.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
11 dias atrás

E gastando mais. Vai entender isso.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
11 dias atrás

Diferente daqui lá os títulos saõ muito procurados, a China detém quase metade deles. Aqui estamos caminhando para isso , proporcionalmente ao tamanho de nossa Economia. O sucessor desse desgoverno (Deus me ouça) vai pegar um abacaxi enorme pra descascar!!

Sulamericano
Sulamericano
Responder para  Marcelo Andrade
11 dias atrás

Aumentar a dívida pública não é um problema se o dinheiro for usado para financiar o desenvolvimento interno: tecnologia, infraestrutura, etc. Ou seja, para investimento no país.
Se esse fosse o objetivo, a médio/longo prazo veríamos um crescimento do PIB.

O problema é que dívida do Brasil tem aumentado para refinanciar o próprio serviço da dívida e para financiar os gastos obrigatórios.

Ou seja, vai ser uma bela explosão em um futuro não muito distante.

JuggerBR
JuggerBR
Responder para  Sulamericano
11 dias atrás

Essa Selic a nível pornográfico destrói o país um pouco a cada dia.

Rodrigo
Rodrigo
Responder para  JuggerBR
11 dias atrás

Mas essa selic é o que sustenta os titulo da dívida pública, se baixa selic baixa atratividade desse título. Estamos em sinuca de bico

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Rodrigo
10 dias atrás

Existem políticas monetárias mais inteligentes. Mas quem define isso são os banqueiros. As maiores empresas do Brasil são bancos em outros lugares as maiores empresas são do setor produtivo.

Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
Responder para  Palpiteiro
4 dias atrás

Verdade… e quem causou um furacão em Brasília foi justamente um dos menores bancos da praça…

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  JuggerBR
11 dias atrás

Era o que eu esperava e falava aqui, fui atacado pelo aopiadores do PR atual, mas a explicação é o gasto descontrolado, o aracabouço fiscal não tinha como funcionar, e é o Bolsa Banqueiro, esse governo ama um bilionário e odeia a classe média

deadeye
deadeye
Responder para  JuggerBR
10 dias atrás

Ela já começou a cair aos poucos, porque o mercado de trabalho está se desaquecendo. Porém, assim, na série historica a média de SELIC no Brasil fica rondando entre 5 a 7%, então eu não espero que fique a baixo disso por MUITO tempo.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  deadeye
10 dias atrás

5% a 7% de juros reais, né? E ainda assim dependendo do recorte na história.

Porque a série histórica da Selic é muito maior do que isso. Só ficou abaixo de 7% nos governos Temer e Bolsonaro. Mesmo quando a Dilma pedalou como se não houvesse o amanhã o mínimo que ela atingiu foi 7,25%. No caso do Lula, 8,75% de Selic anual foi o menor número, no distante segundo mandato.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Rafael Oliveira
10 dias atrás

Existe uma relação entre os juros em economias fortes e o Brasil. Quando na década de 80 os juros nos EUA chegaram a 20%, neste dia aqui foi para 100% e o Brasil deu calote.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Palpiteiro
10 dias atrás

Claro que existe. Aqui a taxa de juros tende a ser maior. O quanto maior é culpa dos nossos governos.

Henrique A
Henrique A
Responder para  Sulamericano
11 dias atrás

A ditadura militar também tinha opinião igual a sua e veja como foi que acabou. Dívida é uma coisa que deve ser evitada.

Sulamericano
Sulamericano
Responder para  Henrique A
10 dias atrás

Não existe pais sem divida pública.
O governo militar teve que pegar empréstimo a taxa variável por causa da crise do petróleo. Quando os EUA subiram subiram s taxa de juros, veio a moratória.
Isso não é a mesma coisa que emitir títulos do tesouro.

Henrique A
Henrique A
Responder para  Sulamericano
10 dias atrás

Não, a ditadura pegou empréstimos internacionais desde antes. Itaipu e a ponte Rio-Niterói foram feitas com empréstimos.

O II PND foi feito imprimindo dinheiro.

Todo o programa econômico dos militares foi feito com irresponsabilidade fiscal.

Em 1964 a dívida pública estava por volta de 16% do PIB enquanto em 1985 estava em mais de 50%. Tem um mundo em ter alguma dívida e estar insolvente.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Henrique A
10 dias atrás

E isso vai continuar seja qual for o governo. O presidente alemão foi eleito com a promessa de resolver e está alavancando. O Trump iria reduzir o déficit em 1 tri dólares ao ano, aumentou em um tri. Qualquer que seja o presidente no Brasil o ano que vem estará com a parte fiscal insustentável e buscará alavancar ainda mais.

Henrique A
Henrique A
Responder para  Palpiteiro
10 dias atrás

Tem limite pra tudo, uma hora a conta chega.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Henrique A
10 dias atrás

Com certeza. Mas hoje a dívida do Japão está em 250% do PIB e com a população envelhecida logo não haverá japonês para pagar a dívida. Mas como em todo lugar estão alavancando cada vez mais seja qual for a vertente de governo. Quando a coisa estourar irão falar que foi uma tempestade perfeita. Está tempestade está sendo criada a 30 anos.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Sulamericano
10 dias atrás

E estamos vendo isso como um fenômeno global de alavancagem. A diferença agora é ver isso nos EUA e na Europa. Japão e Itália são casos extremos

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Marcelo Andrade
11 dias atrás

Japão se desfez de muito das dívidas deles, se a China fizer isso, vai ser horrível

Rodrigo
Rodrigo
Responder para  Carlos Campos
10 dias atrás

Ainda tem questso das reservas internacionais quando trocaram o ouro pelo dólar virou isso. Todos dependem do dólar ajnda.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Rodrigo
10 dias atrás

E foi estabelecido que todo comércio de petróleo seria em dólar e para os produtores de petróleo não tivessem a doença holandesa investiram o ganho em títulos americanos. Se esse fluxo parar ou se inverter as juros nos EUA terão que subir muito e o FED terá que aumentar a compra de títulos imprimindo dólares o que gera inflação. Os juros subirem no Japão e irá subir, acontece a mesma coisa.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Rodrigo
10 dias atrás

Hoje o dólar representa 57% das reservas dos bancos centrais mundiais, número que tem caído 1% ao ano. Quando ficar abaixo de 50%, todos que tem um percentual elevado terão que reduzir a exposição por regra de redução de exposição ao risco.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Carlos Campos
10 dias atrás

Não desfez não.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Palpiteiro
10 dias atrás

se desfez sim, mas não totalmente, e vai demorar anos fazendo isso, tudo pq o Iene estava derretando

JuggerBR
JuggerBR
11 dias atrás

Quero ver a hora que os grandes poupadores resolverem que o tesouro americano não é mais um investimento seguro, o tamanho do ‘barata voa’ que teremos. Os árabes puxando a fila, com Japão e China só dando uma reforçada no movimento.

Henrique A
Henrique A
Responder para  JuggerBR
11 dias atrás

Eles tem ainda o mercado mais dinâmico do mundo, tem muita gordura pra queimar mas esse descontrole do fiscal é preocupante sim.

Paulo
Paulo
Responder para  Henrique A
11 dias atrás

Trump estimula gastos alucinados como a Golden Fleet, um delírio belicista que lembra a ” invencível
armada” espanhola do seculo XVI do Rei Felipe II, outro lunático que queria dominar o mundo, esmagando a Inglaterra e depondo sua rainha, transformando a Inglaterra numa colonia espanhola ,assim como os países baixos, as Américas e a Asia naquela época. Deu em desastre e apartir da derrota da ” invencível “, a Espanha começou a descer num plano inclinado de decadência.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Paulo
10 dias atrás

Acho que se parece mais com o império romano

Augusto Cesar
Augusto Cesar
Responder para  Palpiteiro
10 dias atrás

Concordo Palpitero!

Os romanos começaram a entrar em declínio econômico quando o imperador Setimo Severo dobrou o soldo dos legionários e dobrando o orçamento do exército (que era o maior dos gastos públicos do império), ele também criou mais três legiões e que contribui ainda mais para o aumento das despesas. Desde o primeiro imperador Augusto, os gastos de 28 legiões eram totalmente aceitável dentro da estrutura econômica do império (Augusto chegou nesse numero de legiões por que sabia que o estado poderia sustenta-las com uma carga tributaria bem razoável para época).

Depois o filho e sucessor de Severo, Caracala aumento ainda mais o soldo dos legionários aumentando ainda mais os gastos públicos. Os romanos a primeiro momento tentaram aumentar os impostos (reduzindo o crescimento econômico do império gradativamente), mas a cada novo imperador, para se manterem no poder, aumentavam mais ainda o soldo dos soldados. Para tentar compensar esses gastos começaram a misturar aos poucos metais não valiosos com o denario de prata, desvalorizando gradativamente a própria moeda (processo semelhante de impressão monetária sem lastro que os americanos fazem hoje).

Esse processo de declínio durou cerca de 100 anos desde que Severo aumento os gastos militares de forma irresponsável, e depois disso tiveram que mudar o regime (dominato) para o estado romano continuar a existir(mas mesmo assim nunca mais recuperaram o nível de prosperidade que existia no principado). Na época de Severo (onde Roma estava em seu auge de poder) era inconcebível que o império um dia fosse um dia cair (igual o império americano?), onde eles próprios estavam se autossabotando.

Augusto Cesar
Augusto Cesar
Responder para  Paulo
10 dias atrás

Paulo acho que para comparação ser parecida com a “armada invencivel”, Trump teria que conseguir a façanha de destruir toda a sua “Golden Fleet” em alguma aventura militar, igual o tolo do Felipe II.

Acho que a comparação com o declinio do imperio romano que o Palpitero mencionou faça mais sentido.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Henrique A
10 dias atrás

Eles tem uma economia forte, mas a economia chinesa hoje já tem fundamentos melhores ao passo que a Europa perdeu fundamentos

Henrique A
Henrique A
Responder para  Palpiteiro
10 dias atrás

A Europa está se esfarelando por baixa natalidade e burocracria e regulação insana da UE. Antes de 2008 eles estavam convergindo com economia americana agora ficaram pra trás.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  JuggerBR
11 dias atrás

Japão já caiu fora, se desfez de muito ativos para levar esse dinheiro de volta para estanca ro Iene.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Carlos Campos
10 dias atrás

Ainda não. O Japão financia o mundo com alguns trilhões.

Macgarem
Macgarem
Responder para  JuggerBR
10 dias atrás

Titulos não, mas nos ultimos meses aversão as decisões do Trump fizeram chover dolares nas bolsas do brasil, mexico e outros emergentes.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  JuggerBR
10 dias atrás

O problema é que precisarão algo melhor em que investir. O musk estará vendendo terrenos na lua. O Japão vai usar para pagar a sua dívida. A China está comprando a dívida em dólar dos países e usará sua exposição para pagar essa dívida. Sem quem financie a dívida a única solução é imprimir dinheiro. Em todas as opções o dólar desvaloriza. Terrenos na lua podem se valorizar.

Sergio Machado
Sergio Machado
11 dias atrás

Há um burburinho cada vez mais crescente que os China ameaçaram vender US$ 100 bi em papeis do tesouro americano caso atacassem novamente o Irã, dando uma boa porrada no dólar que já esta em queda no mundo inteiro.
A julgar pelo humilhação que Washington vem sofrendo em meio a recuos sucessivos, pode até fazer algum sentido.

JHF
JHF
Responder para  Sergio Machado
10 dias atrás

Será que vão escutar o FMI e chamar o Temer para passar no senado o “teto de gastos”?

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  JHF
10 dias atrás

Teto de gastos indexado pelo PIB que é algo lastreado no próprio gasto público?

Comenteiro
Comenteiro
Responder para  Sergio Machado
10 dias atrás

Eu vi que eles meteram o pé no freio e estão cada vez comprando menos desses títulos. Um processo que já tem um tempo e tem se acelerado.

Essa guerra fria do século XXI tem suas batalhas nas bolsas de valores…

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Sergio Machado
10 dias atrás

Estão fazendo algo diferente. Estão trocando a dívida em dólares de quem quiser por uma dívida em Yuan mais barata (o mundo está trocando de agiota). Irão usar suas reservas para pagar essa dívida. Algo muito mais inteligente do que perder dinheiro vendendo.

Carlos Campos
Carlos Campos
11 dias atrás

Pelo que vejo o Trump tentando trazer um equilibrio para baçança comercial por meio da desvalorização do dólar, só isso não será suficiente….. Usar robô e IA será necessário, problema é moeda fraca mais desemprego ou emprego mal remunerados, será um apocalipse dos EUA, a população sempre veio enriquecendo a anos, mesmo que a década de 90 tenha sido a última grande década, eles nunc viram um empobrecimento tão grande do país.
Li que eles podem obrigar bancos e fundos a comprarem a dívida dos EUA, eu acho que vai ser isso mesmo, vão ter que sanear a dívida, Obama é um fdp, que ao invés de deixar o país sofrer e depois se recuperar, preferiu tentar Japanizar os EUA, Trump está sendo lerdo nas atitudes necessárias para salvar a população do caminho dificil.

comenteiro
comenteiro
Responder para  Carlos Campos
11 dias atrás

O problema é que a IA e os robôs são só promessas que só geraram prejuízos até agora.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  comenteiro
10 dias atrás

não são promessas, já são realidade, e vão aumentar ainda mais, causando desemprego

comenteiro
comenteiro
Responder para  Carlos Campos
10 dias atrás

E estão causando aumento no preço de memória e dando prejuízos e prejuízos contínuos para empresas. Relatórios apontam que muitas vezes o uso de IA é mais caro do que manter um funcionário de carne e osso. Vai mudar a economia? Causar desemprego? Sim, mas a que custo? O medo de uma bolha dá pesadelo ao mercado.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  comenteiro
10 dias atrás

Não está dando prejuízo porque o preço das ações está alavancando. Não tem dados retorno. Haverá prejuízo quando o preço das ações forem ajustadas ao retorno. A IA está sendo destrutiva sim em vários setores, gerando ótimos retorno, principalmente para empresas que não consegue contratar gente. A China está desenvolvendo IA por um custo menor.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  comenteiro
10 dias atrás

Mesma da Bolha .COM, vai estourar, vai quebrar muita gente, mas vai ficar, é inevitável e sem retorno.

Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
Responder para  comenteiro
4 dias atrás

Investir em IA, hoje, é tornar-se dependente de alguma big tech.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Carlos Campos
10 dias atrás

Mas sem todo o retorno esperado demandando uma correção do valor de suas ações e que deve levar muitos fundos a terem prejuízo.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Palpiteiro
10 dias atrás

vai quebrar muita gente, 2008 foi assim bolha .com foi assim, mas é inevitável ficar, IA e robotização ainda é só o começo

JuggerBR
JuggerBR
Responder para  Carlos Campos
10 dias atrás

A parte da população sempre enriquecendo é balela, o abismo lá está muito grande, gente aos milhares/milhões dormindo na rua, nos carros, sem grana para o básico. Sem saúde, sem emprego de qualidade. Por lá só os ricos ficam mais rycos, o resto, cada vez maior, só empobrece.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  JuggerBR
10 dias atrás

abismo por abismo, sempre existiu ali, o fato que a população enriqueceu, pega dados da qualidade de vida nos anos 1900 e em 1980 e veremos isso, apesar de ter gent morando na rua, maioria é viciado, ou vetereno, uma minoria é de pessoas que tiveram azar na vida, e foi por isso que eu disse que a última grande década foi a de 1990, onde er um emprego comum te dava a oportunidade comprar uma casa, hj tá sendo quse um sonho.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  JuggerBR
10 dias atrás

Aonde a pobreza está diminuindo a um ritmo acelerado é na China. A costa leste Chinesa tem um PPP melhor que o da Europa. Está região já é primeiro mundo.

sub urbano
sub urbano
Responder para  Carlos Campos
10 dias atrás

Obama ligou a impressora de dólares como todos os outros fizeram antes dele. Ele não fez nada diferente. O estilo de vida americano depende disso. Acontece q o ciclo de expansão monetária dos EUA esta chegando no limite, chegará a hora q terão de comer com o suor do proprio rosto.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  sub urbano
10 dias atrás

a situação é que ele foi além do que qualquer outro em situação de não guerra foi, era melhor deixar quebrar mais, segurou ativos podres para salvar banqueiro e fundos.

sub urbano
sub urbano
Responder para  Carlos Campos
10 dias atrás

Justamente, dentre outras coisas, porém a alternativa a isso, adotada pela europa no mesmo periodo, é uma política economica contracionista de cortes e ajuste fiscal. Os americanos nunca precisaram fazer isso pois tem o dólar.

Basicamente é oq eles sempre fazer: reduzem juros, dão beneficios fiscais, aumentam gastos em obras publicas e emitem titulos de divida loucamente. Nenhum país pode fazer isso td ao mesmo tempo. Exceto a China, mas por outro motivo: sua balança comercial positiva a tal ponto de funcionar quase como uma impressora de dólares kk

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  sub urbano
10 dias atrás

A menos que uma inovação garanta um novo ciclo de expansão.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Carlos Campos
10 dias atrás

Bancos Comprar títulos vendendo derivativos? Quem comprar os títulos é o próprio FED imprimindo dinheiro. É essa a razão da desvalorização ou infração.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Palpiteiro
10 dias atrás

eles fizeram isso antes, depois da segunda guerra, dessa vez vão de novo forçar fundos e bancos de investimento e varejo comprarem ativos,

Dr. Mundico
Dr. Mundico
10 dias atrás

Não é a toa que o governo Trump vem jogando o dolar prá baixo com o objetivo de baratear a dívida e aliviar os juros, que ainda seguem altos.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Dr. Mundico
10 dias atrás

Não vem jogando para baixo. É obrigado imprimir dinheiro para comprar o seu próprio título. Essa impressão extra desvaloriza a moeda. No Japão maioria dos títulos públicos pertence ao próprio banco central.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Dr. Mundico
10 dias atrás

Isso é efeito, não causa.

sub urbano
sub urbano
10 dias atrás

Sem o dólar eles viram uma Russia “chic” em 5 segundos.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  sub urbano
10 dias atrás

Como podem imprimir não irão ficar sem. O que ocorre é a desvalorização. Por tabela todos os que tem dólar tem prejuízo. As reservas em dólar perdem valor relativo. Os BCs precisam dar baixa contábil disso.

Wagner
Wagner
10 dias atrás

financeirização da economia estadunidense jogou eles no abismo, a tal ponto que eles não mede a riqueza produzida por produção, e sim por “valor de mercado”.
A Tesla em “valor de mercado” é maior que a BYD,mas na produção real a chinesa estragula a Tesla.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Wagner
10 dias atrás

Ao contrário. Este modelo econômico fez deles uma potência. O excesso de gastos e falta de compradores da dívida que está causando problema agora. Se tudo der errado ainda continuarão sendo um país muito rico.

Wagner
Wagner
Responder para  Palpiteiro
10 dias atrás

Excesso de gastos com minoria bilhonaria em cortes fiscais.
Não tem produção,não tem infra nova, sequer um ramal de alta velocidade.
Ao contrário da China seu gasto foi em infra, até estadunidenses na China tem vergonha de comparar o metro chinês com o de NY.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Wagner
10 dias atrás

A maioria dos países do mundo gostaria de ter a infra que eles tem, grande produtor agrícola, maior produtor de petróleo, grande produção automotiva, não sei da onde imaginou que não tem produção. Depois da China são os maiores.

Macgarem
Macgarem
10 dias atrás

Uma coisa é certa, troca de potencia dominante nunca é pacifica. Vamos esperar os próximos anos para ver se os EUA vão arrumar outros Irã para gastar municção.

Esteves
Esteves
Responder para  Macgarem
10 dias atrás

Ele tentou na Venezuela, Groenlândia, México e até no Brasil.

Arrumou encrenca aonde a encrenca está: OM.

Esteves
Esteves
10 dias atrás

2008 está chamando…

Só existe uma saída. Aumentar a taxa de juros e os prêmios dos títulos. Se não houver comprador, o próprio governo faz a recompra do título…esse não seria um bom cenário JAC revelaria desconfiança na capacidade industrial norte-americana e…por isso precisam das guerras: mover a indústria.

Quem tem algum produto Made in USA em casa?

Sulamericano
Sulamericano
Responder para  Esteves
10 dias atrás

Hoje em dia só tem produto Made in USA em casa quem levou uma bomba na cabeça.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Esteves
10 dias atrás

Tenho uísque e vitaminas, apenas.
Por outro lado, assino 4 streamings americanos e nenhum de outro país.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Esteves
10 dias atrás

Eu tenho Google, Microsoft, Meta, OpenIA,…….

Carlos Campos
Carlos Campos
10 dias atrás

Pessaol falando que os EUA estão quebrados, quebrado estamos nós segundo Haddad em 2027 não teremos dinheiro, vai tudo para custear o juros, gastos obrigatorios e mais nada

Carlos Campos
Carlos Campos
10 dias atrás

China parece que tá bem mas não tá, pelo modelo deles com bancos regionais impulsionanado as provinvias, tem várias cidades mendigando para Pequim, como a bolha da construção civil estourou nem se sabe ainda como resolver esse problema ainda, que vai recair no governo central.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Carlos Campos
10 dias atrás

Para um lugar que era pobre e agora tem mais casas que gente e tendo 1,4bi de pessoas. Esse problema é melhor que o anterior. O que precisava ser construído foi construído. Agora tem a melhor logística do mundo. 60 mil km de trens e os portos mais eficientes.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Palpiteiro
9 dias atrás

e uma dívida que pode ferrar o país por uma década e fazer ele nunca ser a potencia mundial dominante como eles querem, já tem jovem vindo d eboa universidade como motorista de aplicativo

Adriano Madureira
Adriano Madureira
10 dias atrás

E só irá subir mais com os devaneios de Trump e suas megalomanias!

albert_008
albert_008
10 dias atrás

The GDP of US is inflated by its service sector. The real debt situation is much worse

João do Caminhão
João do Caminhão
10 dias atrás

Brasileirinhos analisam os “estadunidenses” enquanto batem palma pra governo gastão que ama impostos..

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  João do Caminhão
9 dias atrás

ama imposto não, eles amam dinheiro, depois emitem ativo pelo tesouro para custear a divida cavalar que fazem…. fora que todo mundo aqui tacando pau nos americanos, e quando falo da china vem passar pano, a vdd é que os dois estão muito lascados,

Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
4 dias atrás

Se fosse um cidadão comum, estaria em estado de insolvência.
Usando a mesma analogia, o sujeito deveria ser interditado por prodigalidade. O tutor, no caso o presidente Trump, também carece de lucidez mínima para liderar alguma coisa.