Dívida pública dos EUA ultrapassa o PIB pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial
Washington, 5 de maio de 2026 — A dívida pública dos Estados Unidos ultrapassou o tamanho da economia americana pela primeira vez desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Segundo dados divulgados pelo Departamento de Comércio e pelo Tesouro americano, a dívida federal detida pelo público atingiu US$ 31,27 trilhões em março, enquanto o PIB nominal dos 12 meses anteriores foi estimado em US$ 31,22 trilhões — empurrando a relação dívida/PIB para 100,2%. O marco, anunciado pelo Committee for a Responsible Federal Budget (CRFB), renova os alarmes sobre a trajetória fiscal de longo prazo da maior economia do mundo.
O marco histórico e o que ele significa
Fora de um breve período no início da pandemia de Covid-19 — quando o PIB desabou temporariamente —, a dívida só havia excedido o PIB durante dois anos ao final da Segunda Guerra Mundial. Nas duas décadas que se seguiram ao pico de 1946, a relação dívida/PIB foi reduzida dramaticamente para 34%.
“Já aconteceu — a dívida nacional agora é maior que a economia dos EUA”, disse Maya MacGuineas, presidente do CRFB. “Desta vez, o endividamento não vem de um conflito global sísmico, mas sim de uma total abdicação bipartidária de fazer escolhas difíceis.”
A dívida bruta total — incluindo obrigações intragovernamentais — já ultrapassou US$ 39 trilhões, o que equivale a aproximadamente US$ 114 mil por americano ou US$ 289 mil por domicílio.
O problema não é o nível, mas a trajetória
Economistas divergem sobre a gravidade imediata do marco, mas convergem num ponto: o problema real não é ter atingido 100%, mas a direção da curva.
O Congressional Budget Office (CBO) projeta que, sem mudanças significativas de política, a relação dívida/PIB subirá para 108% até 2030 — superando o recorde do pós-guerra —, 120% em 2036 e 175% até 2056. Um modelo macroeconômico independente coloca a dívida bruta federal ainda mais alta, a quase 126% do PIB até o fim do ano.
Os juros sobre a dívida federal já ultrapassam US$ 1 trilhão por ano — mais do que os EUA gastam com defesa ou Medicare. Atualmente, os juros representam 14% dos gastos do governo federal: mais de 1 em cada 7 dólares gastos pelo governo americano serve apenas para pagar o serviço da dívida.
Déficit de US$ 2 trilhões e crescimento abaixo do esperado
Já neste ano fiscal, que começou em outubro, os EUA gastaram US$ 1,17 trilhão a mais do que arrecadaram, com o déficit anual projetado para se aproximar de US$ 2 trilhões nos próximos meses.
A administração Trump tem minimizado o endividamento crescente, argumentando que a relação dívida/PIB cairá à medida que suas políticas acelerem o crescimento econômico. Porém, os dados divulgados na semana passada mostraram que a economia americana cresceu a uma taxa anualizada de 2% no primeiro trimestre de 2026 — abaixo das expectativas dos analistas, embora acima dos 0,5% registrados no quarto trimestre de 2025.
A diferença entre 1946 e 2026
A comparação com o pico do pós-guerra é instrutiva — e desfavorável. Ao final da Segunda Guerra Mundial, a relação dívida/PIB estava prestes a despencar, pois os gastos de guerra cessaram e a força de trabalho do setor privado explodiu, graças ao retorno dos soldados e ao baby boom. Agora, a parcela de americanos em idade de aposentadoria está em alta, o crescimento da força de trabalho desacelerou drasticamente em meio a políticas imigratórias restritivas, e a administração Trump busca aumentar os gastos militares.
“Quanto mais permitirmos que nossa dívida cresça, mais erodimos nossa própria prosperidade e a das gerações futuras”, alertou MacGuineas, que propôs como primeiro passo uma regra fiscal chamada “Super PAYGO” — exigindo que qualquer novo gasto ou corte de impostos seja compensado pelo dobro do valor em economia.
A dívida americana não é uma crise imediata — os títulos do Tesouro continuam em alta demanda e os EUA não enfrentam risco de calote no curto prazo. Mas é um problema estrutural que se agrava silenciosamente, ano a ano, enquanto o debate político americano continua tratando cortes de impostos e aumento de gastos como decisões sem consequência. A marca dos 100% é um lembrete de que as consequências existem — mesmo que demorem décadas para se materializar plenamente.■



O importante é que tem dinheiro de sobra pra ficar jogando bomba em país de terceiro Mundo. De resto, eles não se importam com mais nada. Aos poucos o petrodolar está perdendo espaço, assim, essas dívidas vão ficar cada vez mais “caras” para eles.
E gastando mais. Vai entender isso.
Diferente daqui lá os títulos saõ muito procurados, a China detém quase metade deles. Aqui estamos caminhando para isso , proporcionalmente ao tamanho de nossa Economia. O sucessor desse desgoverno (Deus me ouça) vai pegar um abacaxi enorme pra descascar!!
Aumentar a dívida pública não é um problema se o dinheiro for usado para financiar o desenvolvimento interno: tecnologia, infraestrutura, etc. Ou seja, para investimento no país.
Se esse fosse o objetivo, a médio/longo prazo veríamos um crescimento do PIB.
O problema é que dívida do Brasil tem aumentado para refinanciar o próprio serviço da dívida e para financiar os gastos obrigatórios.
Ou seja, vai ser uma bela explosão em um futuro não muito distante.
Essa Selic a nível pornográfico destrói o país um pouco a cada dia.
Mas essa selic é o que sustenta os titulo da dívida pública, se baixa selic baixa atratividade desse título. Estamos em sinuca de bico
Existem políticas monetárias mais inteligentes. Mas quem define isso são os banqueiros. As maiores empresas do Brasil são bancos em outros lugares as maiores empresas são do setor produtivo.
Verdade… e quem causou um furacão em Brasília foi justamente um dos menores bancos da praça…
Era o que eu esperava e falava aqui, fui atacado pelo aopiadores do PR atual, mas a explicação é o gasto descontrolado, o aracabouço fiscal não tinha como funcionar, e é o Bolsa Banqueiro, esse governo ama um bilionário e odeia a classe média
Ela já começou a cair aos poucos, porque o mercado de trabalho está se desaquecendo. Porém, assim, na série historica a média de SELIC no Brasil fica rondando entre 5 a 7%, então eu não espero que fique a baixo disso por MUITO tempo.
5% a 7% de juros reais, né? E ainda assim dependendo do recorte na história.
Porque a série histórica da Selic é muito maior do que isso. Só ficou abaixo de 7% nos governos Temer e Bolsonaro. Mesmo quando a Dilma pedalou como se não houvesse o amanhã o mínimo que ela atingiu foi 7,25%. No caso do Lula, 8,75% de Selic anual foi o menor número, no distante segundo mandato.
Existe uma relação entre os juros em economias fortes e o Brasil. Quando na década de 80 os juros nos EUA chegaram a 20%, neste dia aqui foi para 100% e o Brasil deu calote.
Claro que existe. Aqui a taxa de juros tende a ser maior. O quanto maior é culpa dos nossos governos.
A ditadura militar também tinha opinião igual a sua e veja como foi que acabou. Dívida é uma coisa que deve ser evitada.
Não existe pais sem divida pública.
O governo militar teve que pegar empréstimo a taxa variável por causa da crise do petróleo. Quando os EUA subiram subiram s taxa de juros, veio a moratória.
Isso não é a mesma coisa que emitir títulos do tesouro.
Não, a ditadura pegou empréstimos internacionais desde antes. Itaipu e a ponte Rio-Niterói foram feitas com empréstimos.
O II PND foi feito imprimindo dinheiro.
Todo o programa econômico dos militares foi feito com irresponsabilidade fiscal.
Em 1964 a dívida pública estava por volta de 16% do PIB enquanto em 1985 estava em mais de 50%. Tem um mundo em ter alguma dívida e estar insolvente.
E isso vai continuar seja qual for o governo. O presidente alemão foi eleito com a promessa de resolver e está alavancando. O Trump iria reduzir o déficit em 1 tri dólares ao ano, aumentou em um tri. Qualquer que seja o presidente no Brasil o ano que vem estará com a parte fiscal insustentável e buscará alavancar ainda mais.
Tem limite pra tudo, uma hora a conta chega.
Com certeza. Mas hoje a dívida do Japão está em 250% do PIB e com a população envelhecida logo não haverá japonês para pagar a dívida. Mas como em todo lugar estão alavancando cada vez mais seja qual for a vertente de governo. Quando a coisa estourar irão falar que foi uma tempestade perfeita. Está tempestade está sendo criada a 30 anos.
E estamos vendo isso como um fenômeno global de alavancagem. A diferença agora é ver isso nos EUA e na Europa. Japão e Itália são casos extremos
Japão se desfez de muito das dívidas deles, se a China fizer isso, vai ser horrível
Ainda tem questso das reservas internacionais quando trocaram o ouro pelo dólar virou isso. Todos dependem do dólar ajnda.
E foi estabelecido que todo comércio de petróleo seria em dólar e para os produtores de petróleo não tivessem a doença holandesa investiram o ganho em títulos americanos. Se esse fluxo parar ou se inverter as juros nos EUA terão que subir muito e o FED terá que aumentar a compra de títulos imprimindo dólares o que gera inflação. Os juros subirem no Japão e irá subir, acontece a mesma coisa.
Hoje o dólar representa 57% das reservas dos bancos centrais mundiais, número que tem caído 1% ao ano. Quando ficar abaixo de 50%, todos que tem um percentual elevado terão que reduzir a exposição por regra de redução de exposição ao risco.
Não desfez não.
se desfez sim, mas não totalmente, e vai demorar anos fazendo isso, tudo pq o Iene estava derretando
Quero ver a hora que os grandes poupadores resolverem que o tesouro americano não é mais um investimento seguro, o tamanho do ‘barata voa’ que teremos. Os árabes puxando a fila, com Japão e China só dando uma reforçada no movimento.
Eles tem ainda o mercado mais dinâmico do mundo, tem muita gordura pra queimar mas esse descontrole do fiscal é preocupante sim.
Trump estimula gastos alucinados como a Golden Fleet, um delírio belicista que lembra a ” invencível
armada” espanhola do seculo XVI do Rei Felipe II, outro lunático que queria dominar o mundo, esmagando a Inglaterra e depondo sua rainha, transformando a Inglaterra numa colonia espanhola ,assim como os países baixos, as Américas e a Asia naquela época. Deu em desastre e apartir da derrota da ” invencível “, a Espanha começou a descer num plano inclinado de decadência.
Acho que se parece mais com o império romano
Concordo Palpitero!
Os romanos começaram a entrar em declínio econômico quando o imperador Setimo Severo dobrou o soldo dos legionários e dobrando o orçamento do exército (que era o maior dos gastos públicos do império), ele também criou mais três legiões e que contribui ainda mais para o aumento das despesas. Desde o primeiro imperador Augusto, os gastos de 28 legiões eram totalmente aceitável dentro da estrutura econômica do império (Augusto chegou nesse numero de legiões por que sabia que o estado poderia sustenta-las com uma carga tributaria bem razoável para época).
Depois o filho e sucessor de Severo, Caracala aumento ainda mais o soldo dos legionários aumentando ainda mais os gastos públicos. Os romanos a primeiro momento tentaram aumentar os impostos (reduzindo o crescimento econômico do império gradativamente), mas a cada novo imperador, para se manterem no poder, aumentavam mais ainda o soldo dos soldados. Para tentar compensar esses gastos começaram a misturar aos poucos metais não valiosos com o denario de prata, desvalorizando gradativamente a própria moeda (processo semelhante de impressão monetária sem lastro que os americanos fazem hoje).
Esse processo de declínio durou cerca de 100 anos desde que Severo aumento os gastos militares de forma irresponsável, e depois disso tiveram que mudar o regime (dominato) para o estado romano continuar a existir(mas mesmo assim nunca mais recuperaram o nível de prosperidade que existia no principado). Na época de Severo (onde Roma estava em seu auge de poder) era inconcebível que o império um dia fosse um dia cair (igual o império americano?), onde eles próprios estavam se autossabotando.
Paulo acho que para comparação ser parecida com a “armada invencivel”, Trump teria que conseguir a façanha de destruir toda a sua “Golden Fleet” em alguma aventura militar, igual o tolo do Felipe II.
Acho que a comparação com o declinio do imperio romano que o Palpitero mencionou faça mais sentido.
Eles tem uma economia forte, mas a economia chinesa hoje já tem fundamentos melhores ao passo que a Europa perdeu fundamentos
A Europa está se esfarelando por baixa natalidade e burocracria e regulação insana da UE. Antes de 2008 eles estavam convergindo com economia americana agora ficaram pra trás.
Japão já caiu fora, se desfez de muito ativos para levar esse dinheiro de volta para estanca ro Iene.
Ainda não. O Japão financia o mundo com alguns trilhões.
Titulos não, mas nos ultimos meses aversão as decisões do Trump fizeram chover dolares nas bolsas do brasil, mexico e outros emergentes.
O problema é que precisarão algo melhor em que investir. O musk estará vendendo terrenos na lua. O Japão vai usar para pagar a sua dívida. A China está comprando a dívida em dólar dos países e usará sua exposição para pagar essa dívida. Sem quem financie a dívida a única solução é imprimir dinheiro. Em todas as opções o dólar desvaloriza. Terrenos na lua podem se valorizar.
Há um burburinho cada vez mais crescente que os China ameaçaram vender US$ 100 bi em papeis do tesouro americano caso atacassem novamente o Irã, dando uma boa porrada no dólar que já esta em queda no mundo inteiro.
A julgar pelo humilhação que Washington vem sofrendo em meio a recuos sucessivos, pode até fazer algum sentido.
Será que vão escutar o FMI e chamar o Temer para passar no senado o “teto de gastos”?
Teto de gastos indexado pelo PIB que é algo lastreado no próprio gasto público?
Eu vi que eles meteram o pé no freio e estão cada vez comprando menos desses títulos. Um processo que já tem um tempo e tem se acelerado.
Essa guerra fria do século XXI tem suas batalhas nas bolsas de valores…
Estão fazendo algo diferente. Estão trocando a dívida em dólares de quem quiser por uma dívida em Yuan mais barata (o mundo está trocando de agiota). Irão usar suas reservas para pagar essa dívida. Algo muito mais inteligente do que perder dinheiro vendendo.
Pelo que vejo o Trump tentando trazer um equilibrio para baçança comercial por meio da desvalorização do dólar, só isso não será suficiente….. Usar robô e IA será necessário, problema é moeda fraca mais desemprego ou emprego mal remunerados, será um apocalipse dos EUA, a população sempre veio enriquecendo a anos, mesmo que a década de 90 tenha sido a última grande década, eles nunc viram um empobrecimento tão grande do país.
Li que eles podem obrigar bancos e fundos a comprarem a dívida dos EUA, eu acho que vai ser isso mesmo, vão ter que sanear a dívida, Obama é um fdp, que ao invés de deixar o país sofrer e depois se recuperar, preferiu tentar Japanizar os EUA, Trump está sendo lerdo nas atitudes necessárias para salvar a população do caminho dificil.
O problema é que a IA e os robôs são só promessas que só geraram prejuízos até agora.
não são promessas, já são realidade, e vão aumentar ainda mais, causando desemprego
E estão causando aumento no preço de memória e dando prejuízos e prejuízos contínuos para empresas. Relatórios apontam que muitas vezes o uso de IA é mais caro do que manter um funcionário de carne e osso. Vai mudar a economia? Causar desemprego? Sim, mas a que custo? O medo de uma bolha dá pesadelo ao mercado.
Não está dando prejuízo porque o preço das ações está alavancando. Não tem dados retorno. Haverá prejuízo quando o preço das ações forem ajustadas ao retorno. A IA está sendo destrutiva sim em vários setores, gerando ótimos retorno, principalmente para empresas que não consegue contratar gente. A China está desenvolvendo IA por um custo menor.
Mesma da Bolha .COM, vai estourar, vai quebrar muita gente, mas vai ficar, é inevitável e sem retorno.
Investir em IA, hoje, é tornar-se dependente de alguma big tech.
Mas sem todo o retorno esperado demandando uma correção do valor de suas ações e que deve levar muitos fundos a terem prejuízo.
vai quebrar muita gente, 2008 foi assim bolha .com foi assim, mas é inevitável ficar, IA e robotização ainda é só o começo
A parte da população sempre enriquecendo é balela, o abismo lá está muito grande, gente aos milhares/milhões dormindo na rua, nos carros, sem grana para o básico. Sem saúde, sem emprego de qualidade. Por lá só os ricos ficam mais rycos, o resto, cada vez maior, só empobrece.
abismo por abismo, sempre existiu ali, o fato que a população enriqueceu, pega dados da qualidade de vida nos anos 1900 e em 1980 e veremos isso, apesar de ter gent morando na rua, maioria é viciado, ou vetereno, uma minoria é de pessoas que tiveram azar na vida, e foi por isso que eu disse que a última grande década foi a de 1990, onde er um emprego comum te dava a oportunidade comprar uma casa, hj tá sendo quse um sonho.
Aonde a pobreza está diminuindo a um ritmo acelerado é na China. A costa leste Chinesa tem um PPP melhor que o da Europa. Está região já é primeiro mundo.
Obama ligou a impressora de dólares como todos os outros fizeram antes dele. Ele não fez nada diferente. O estilo de vida americano depende disso. Acontece q o ciclo de expansão monetária dos EUA esta chegando no limite, chegará a hora q terão de comer com o suor do proprio rosto.
a situação é que ele foi além do que qualquer outro em situação de não guerra foi, era melhor deixar quebrar mais, segurou ativos podres para salvar banqueiro e fundos.
Justamente, dentre outras coisas, porém a alternativa a isso, adotada pela europa no mesmo periodo, é uma política economica contracionista de cortes e ajuste fiscal. Os americanos nunca precisaram fazer isso pois tem o dólar.
Basicamente é oq eles sempre fazer: reduzem juros, dão beneficios fiscais, aumentam gastos em obras publicas e emitem titulos de divida loucamente. Nenhum país pode fazer isso td ao mesmo tempo. Exceto a China, mas por outro motivo: sua balança comercial positiva a tal ponto de funcionar quase como uma impressora de dólares kk
A menos que uma inovação garanta um novo ciclo de expansão.
Bancos Comprar títulos vendendo derivativos? Quem comprar os títulos é o próprio FED imprimindo dinheiro. É essa a razão da desvalorização ou infração.
eles fizeram isso antes, depois da segunda guerra, dessa vez vão de novo forçar fundos e bancos de investimento e varejo comprarem ativos,
Não é a toa que o governo Trump vem jogando o dolar prá baixo com o objetivo de baratear a dívida e aliviar os juros, que ainda seguem altos.
Não vem jogando para baixo. É obrigado imprimir dinheiro para comprar o seu próprio título. Essa impressão extra desvaloriza a moeda. No Japão maioria dos títulos públicos pertence ao próprio banco central.
Isso é efeito, não causa.
Sem o dólar eles viram uma Russia “chic” em 5 segundos.
Como podem imprimir não irão ficar sem. O que ocorre é a desvalorização. Por tabela todos os que tem dólar tem prejuízo. As reservas em dólar perdem valor relativo. Os BCs precisam dar baixa contábil disso.
financeirização da economia estadunidense jogou eles no abismo, a tal ponto que eles não mede a riqueza produzida por produção, e sim por “valor de mercado”.
A Tesla em “valor de mercado” é maior que a BYD,mas na produção real a chinesa estragula a Tesla.
Ao contrário. Este modelo econômico fez deles uma potência. O excesso de gastos e falta de compradores da dívida que está causando problema agora. Se tudo der errado ainda continuarão sendo um país muito rico.
Excesso de gastos com minoria bilhonaria em cortes fiscais.
Não tem produção,não tem infra nova, sequer um ramal de alta velocidade.
Ao contrário da China seu gasto foi em infra, até estadunidenses na China tem vergonha de comparar o metro chinês com o de NY.
A maioria dos países do mundo gostaria de ter a infra que eles tem, grande produtor agrícola, maior produtor de petróleo, grande produção automotiva, não sei da onde imaginou que não tem produção. Depois da China são os maiores.
Uma coisa é certa, troca de potencia dominante nunca é pacifica. Vamos esperar os próximos anos para ver se os EUA vão arrumar outros Irã para gastar municção.
Ele tentou na Venezuela, Groenlândia, México e até no Brasil.
Arrumou encrenca aonde a encrenca está: OM.
2008 está chamando…
Só existe uma saída. Aumentar a taxa de juros e os prêmios dos títulos. Se não houver comprador, o próprio governo faz a recompra do título…esse não seria um bom cenário JAC revelaria desconfiança na capacidade industrial norte-americana e…por isso precisam das guerras: mover a indústria.
Quem tem algum produto Made in USA em casa?
Hoje em dia só tem produto Made in USA em casa quem levou uma bomba na cabeça.
Tenho uísque e vitaminas, apenas.
Por outro lado, assino 4 streamings americanos e nenhum de outro país.
Eu tenho Google, Microsoft, Meta, OpenIA,…….
Pessaol falando que os EUA estão quebrados, quebrado estamos nós segundo Haddad em 2027 não teremos dinheiro, vai tudo para custear o juros, gastos obrigatorios e mais nada
China parece que tá bem mas não tá, pelo modelo deles com bancos regionais impulsionanado as provinvias, tem várias cidades mendigando para Pequim, como a bolha da construção civil estourou nem se sabe ainda como resolver esse problema ainda, que vai recair no governo central.
Para um lugar que era pobre e agora tem mais casas que gente e tendo 1,4bi de pessoas. Esse problema é melhor que o anterior. O que precisava ser construído foi construído. Agora tem a melhor logística do mundo. 60 mil km de trens e os portos mais eficientes.
e uma dívida que pode ferrar o país por uma década e fazer ele nunca ser a potencia mundial dominante como eles querem, já tem jovem vindo d eboa universidade como motorista de aplicativo
E só irá subir mais com os devaneios de Trump e suas megalomanias!
The GDP of US is inflated by its service sector. The real debt situation is much worse
Brasileirinhos analisam os “estadunidenses” enquanto batem palma pra governo gastão que ama impostos..
ama imposto não, eles amam dinheiro, depois emitem ativo pelo tesouro para custear a divida cavalar que fazem…. fora que todo mundo aqui tacando pau nos americanos, e quando falo da china vem passar pano, a vdd é que os dois estão muito lascados,
Se fosse um cidadão comum, estaria em estado de insolvência.
Usando a mesma analogia, o sujeito deveria ser interditado por prodigalidade. O tutor, no caso o presidente Trump, também carece de lucidez mínima para liderar alguma coisa.