Polônia assina empréstimo de €43,7 bilhões da UE para modernizar suas Forças Armadas
Acordo no âmbito do programa SAFE torna Varsóvia a maior beneficiária da nova linha europeia de financiamento militar e reforça o papel polonês na defesa do flanco oriental da OTAN
A Polônia assinou um acordo de empréstimo de €43,7 bilhões com a União Europeia para financiar a modernização de suas Forças Armadas, tornando-se o primeiro país a formalizar o acesso aos recursos do programa SAFE — Security Action for Europe. O acordo foi assinado em Varsóvia pelo vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Władysław Kosiniak-Kamysz, pelo ministro das Finanças, Andrzej Domański, por representantes do banco estatal BGK e por autoridades da Comissão Europeia.
O SAFE é uma iniciativa europeia de até €150 bilhões em empréstimos para apoiar compras conjuntas de defesa, ampliar a base industrial militar do continente e acelerar a recomposição de capacidades diante da ameaça representada pela Rússia. A Polônia ficou com a maior fatia do programa, equivalente a cerca de 185 bilhões de zlotys, com desembolsos previstos ao longo dos próximos anos.
Segundo o governo polonês, a assinatura do acordo libera imediatamente uma primeira parcela equivalente a 15% do total, cerca de €6,5 bilhões, como pagamento antecipado. O ministro da Defesa afirmou que os recursos representam um investimento na segurança da Polônia e da Europa, enquanto o ministro das Finanças classificou o SAFE como a fonte de financiamento mais barata e eficiente disponível para a modernização do Exército polonês.
O dinheiro deverá ser empregado na aquisição de sistemas militares, no fortalecimento da indústria de defesa nacional e projetos de infraestrutura ligados ao setor militar. De acordo com autoridades polonesas citadas pela imprensa internacional, a maior parte dos recursos deverá permanecer no próprio país, beneficiando fabricantes locais e empresas envolvidas em programas de armamentos, munições, veículos, defesa aérea e apoio logístico.
A assinatura ocorre em um momento de forte expansão dos gastos militares poloneses. Varsóvia tornou-se o país da União Europeia que mais investe em defesa em proporção do PIB e prevê destinar cerca de 4,8% do PIB ao setor em 2026. Desde a invasão russa da Ucrânia, a Polônia acelerou compras de tanques, artilharia, sistemas de defesa aérea, foguetes, aeronaves e equipamentos destinados a ampliar rapidamente sua capacidade de dissuasão no flanco oriental da OTAN.
O acordo também tem peso político na União Europeia. Ao assumir a maior fatia do SAFE, a Polônia reforça sua posição como um dos principais pilares da segurança europeia, especialmente por sua localização estratégica na fronteira com Belarus, próxima à Ucrânia e ao enclave russo de Kaliningrado. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, já havia classificado a Polônia como “pilar essencial” da arquitetura de defesa da Europa ao anunciar a alocação integral dos €43,7 bilhões ao país.
A liberação dos recursos enfrentou obstáculos internos. O presidente nacionalista Karol Nawrocki vetou anteriormente uma lei que autorizava o uso dos empréstimos do SAFE, alegando riscos de endividamento excessivo e dependência de condicionantes da UE. O governo do primeiro-ministro Donald Tusk contornou o impasse por meio de um mecanismo ligado ao fundo das Forças Armadas, embora parte dos recursos originalmente previstos para guarda de fronteira e polícia permaneça bloqueada.
Para Bruxelas, o programa SAFE é parte da resposta europeia à deterioração do ambiente de segurança. A iniciativa busca reduzir lacunas críticas de capacidade, estimular compras conjuntas e fortalecer a indústria de defesa europeia, ao mesmo tempo em que permite a cooperação com parceiros não pertencentes à UE, em determinadas condições.
A Polônia deverá utilizar os recursos para complementar um amplo ciclo de modernização já em curso, que inclui a aquisição de sistemas sul-coreanos, norte-americanos e europeus, além da expansão da produção doméstica. O desafio será equilibrar a velocidade de compra, a transferência de tecnologia, a integração logística e o fortalecimento real da indústria local.■

Fora do tópico…
Que me perdoem aqueles que não gostam, mas isto é a fina flor das forças armadas

Desfile em Moscou – Maio/2026
Moscou está recrutando estrangeiros para a suas fileiras, 1 ano de contrato, 2 rotações na Ucrânia, tu consegue o passaporte russo e a cidadania, além de uma boa quantia em rublos. De quebra ainda pode conseguir se casar com uma russa, homens lá estão escassos. Aproveita e vai, só cuidado com os drones fpvs, soldados ucranianos de infantaria e a artilharia ucraniana, tirando isso é uma boa oferta.
Putz !!
Rsrsrsrsrs…tirando isso tudo, vc quis dizer, né ?
Vc parece ser “antirucista”, te incomodou a menção ao desfile russo? ou foram as garotas…
Nada me incomodou, o desfile russo é muito bonito, muito bem sincronizado, e as mulheres russas são lindas. Só quis te mostrar uma oportunidade par que você possa apreciar ao vivo a beleza delas.
Percebo…pronto, pronto, deixa os rapazes aparecerem também…

O Diabo veste Pravda …
Não creio, porque: “Pravda” em russo => “verdade”
Então o que vc disse foi: “O Diabo veste a Verdade”
Só que segundo João 8:44… “Não há verdade no diabo, ele é mentiroso e pai da mentira.”
Pareceu a mim que Ozawa, histórico e perene participante deste blog, escreveu a frase como algo cômico, não querendo fazer uso do real significado de Pravda. Mas posso estar errado.
Polônia não para em!!!.
Europa criando um buffer de proteção contra a Russia.
A tendência a se desenhar no momento é a OTAN: (ou seja: Alemanha e França) se desvincularem o quanto possível dos EEUU e transformarem a Polônia em bucha de canhão, (se alguém tem que morrer em guerras, que não seja nossa envelhecida e rica população – assim pensam os Europeus) aliás, mais uma vez. Os Poloneses não tem paz. É daquelas nações cujo destino é inexoravelmente ligado a sua localização geográfica. Grupo que inclui por sinal nossa Banárnia. Alguns desse grupo parecem eternamente amaldiçoados: Polônia, Israel, Japão, México etc e outros abençoados: EEUU, Canadá, Rússia, Brasil, Turquia etc. O próximo governo atlanticista dos EEUU terá dificuldade em retomar os laços, nas vantajosas condições anteriores a Trump. Creio que é isso que se chama “ruptura histórica”, pois mesmo havendo relações e dependências entre Washington e o eixo: Bruxelas, Paris e Bonn (onde a política Alemã realmente é ditada), as coisas jamais voltarão a ser como antes…
“Corredor polonês”
A ignorância no seu melhor.
BraZil,
Nas relações dentro da OTAN, os europeus sempre foram amplamente favorecidos… Acesso facilitado a tecnologias americanas e equipamentos nos melhores padrões de exportação (frequentemente eram os próprios padrões americanos), ao arsenal americano, P&D e cooperação direta com organizações das forças armadas americanas. Fora, quando necessário, crédito farto (aliás, se tem uma Europa hoje, isso é graças a dinheiro do contribuinte americano)…
A Europa sempre representou a fração menor, e que encolhia mais a cada dia… Foi isso o que administração Trump buscou corrigir, por seus próprios meios, e embora a execução tenha sido algo… estabanada… não se pode dizer que o propósito não fosse legítimo, isto é, transferir responsabilidades aos europeus. E grosso modo, deu certo, muito embora o azedume das relações seja patente; e sim, provavelmente não serão mais as mesmas no futuro previsível!
Não penso que haverá uma “bucha de canhão”… Imagino que os poloneses estejam atentos para não prestar esse papel frente a países que já os partilharam sem dó no passado. Aliás, alemães e franceses estão correndo com seus próprios esforços para constituírem até 2040 as maiores forças armadas europeias. Quem dormiu muito no ponto e só está acordando agora parece ser o Reino Unido, que “descobriu” a RN num estado tão lastimável a ponto de não possuir tripulações para ativos que se constituem em mera fração do que já fora a marinha mais poderosa da Europa no século XX…
Bom dia RR. Você é aparentemente um bom analista de texto. Mas ainda me interpretou mal no seguinte quesito: quando menciono condições vantajosas, eu não me refiro a questão de divisão de gastos dentro da OTAN. Nesse quesito o mundo todo sabe que os EEUU pagam a maior parte. Me refiro as outras condições vantajosas que os Americanos sempre tiveram frente aos Europeus: Acesso quase irrestrito a suas bases militares, contas de manutenção de suas tropas pagas por países Europeus, especialmente pela Alemanha, circulação de material militar e “sensível” praticamente livre, armazenamento de ogivas nucleares e lixo nuclear em solo europeu etc. Creio que essas mudarão no futuro, sendo menos vantajosas. Quanto a questão de países amaldiçoados e abençoados, POR sua localização geográfica, creio que vc entendeu, já que não mencionou e parece mais inteligente que os demais. E quanto a Polônia, ela poderá sim ser a próxima Ucrânia, está sendo preparada para isso. A diferença é que se diz que ela “compra” material militar e sobre a Ucrânia, se diz que recebe “doações” (mesmo já tendo forças terrestres melhores em 2022 do que a Polônia tem hoje) o que é um eufemismo, claro, pois tudo é cobrado. Um abraço.
Japão amaldiçoado e Bostil que nem iluminação publica correta sabe fazer é abençoado, tá bom então.
Espero que a Embraer belisque 1 bilhão de euros com o KC-390.
Negócio é o Brasil entrar para a União Européia (afinal, fazemos fronteira com a França) e catucar esses financiamentos para rearmamento e modernização de suas forças armadas…(brincadeira gente).
kkkkk… essa foi boa!
A Polônia terá em breve a força terrestres mais bem equipada da Europa, em qualidade e quantidade.
Talvez a Alemanha passe eles nesse quesito, mas olhando para os números econômicos da Polônia e da sua população, é um investimento considerável. Se olharmos por outro ótica, os gastos em defesa retornam para o país, a indústria se desenvolve, empregos são gerados e ainda há a venda de equipamentos para países terceiros.
Abre o olho Brasil, já passou da hora de tirarmos o escorpião do bolso, fazer uma reforma previdenciária e administrativa das forças armadas, o mundo tem sido um barril de pólvora, devemos estar preparados. Mas não tem como estar preparado com um punhado de caças Gripens, chegando a conta gotas, Leopard 1a5 sem proteção extra, sem defesa AA em camadas, sem uma guerra eletrônica bem desenvolvida, sem sistema de mísseis, com um punhado de fragatas pra defender uma ZEE gigante, sem satélites militares, sem investimento massivo em drones.. E Etc.
Heinz,
Por mais reformas que se faça, ainda estaremos diante do problema fundamental: custos em dólar…
O desenvolvimento da base industrial de defesa é parte da solução, posto ser possível internalizar custos. Mas… lidamos com o problema insolúvel de tempo hábil/custo para desenvolver o que se precisa. Assim, continuaremos a depender de fornecimento externo.
Posto isso…
Ninguém vai fazer uma força armada com um investimento que não chega a US$ 20 bilhões anuais com cerca de US$ 17 bilhões consumidos só com pessoal (salários). Forças armadas consideradas enxutas em um padrão europeu, precisariam de, no mínimo, uns US$ 27 bilhões anuais para, além de pagamentos, a compra de itens de uso regular (munições de todos os tipos, mantimentos, entre outros de uso e descarte contínuo), custeio (mobilizações em treinamentos, manutenção de equipamentos e infraestrutura, etc) e P&D (investimentos em pesquisa para o setor público e privado). É o que se observa em países como Turquia e Holanda (cerca de 30 bilhões de dólares anuais), Polônia, Itália, Espanha (mais de US$40 bilhões), enfim… E isso que estou falando de investimento direto nas forças armadas, e não em setores adjacentes (que é parte de P&D).
Pra resumo, por mais reforma que se faça (fechar organizações e bases, enxugar quadros, etc.), não vai mudar quase nada se não houver investimento mais sério e robusto.
Não existe FFAA enxuta como os europeus…. não é por menos que os EUA estão dando esse aperto…
O RN não lançou seus navios em prontidão, de imediato, porque várias tarefas de apoio eram terceirizadas, e as empresas não trabalhavam naquele dia…
Na Alemanha, os blindados são totalmente manutenidos na KMW…. não há logística mínima!!!! Eles não tem perna pra lutar fora do quintal da própria casa…. A Luftwaffe chegou a ter somente 4 caças em prontidão diária!!!!
Por isso, que, na bucha, eles não tem FFAA…. a Alemanha mantem, no máximo, 1 Bda em operações….. no máximo, com a poio Log dos EUA…
Na Espanha, um país relativamente pequeno, numa tragédia climática muito menor do que a do RS em 24, levou um tempão pra enviar apoio à Def Civ, sendo que lá eles em unidades específicas pra isso!!!! É uma das especialidades dentro das FFAA, as UME (Unidades Militares de Emergência – tipo um Bombeiro)….
Aquele modelo é um fracasso, que existia pra “inglês ver”, e estão em pânico agora.
Com toda certeza, a reorganização tem que ser em paralelo com um aporte maior de recursos, uma coisa não anula a outra, e digo mais, deveria ser de 2,5 a 3% do PIB o gasto em defesa.
Heinz….
Eu me impressiono com a reforma previdenciária das FFAA…. como?
Pagar direitos do CLTista ou dar as benesses dos estatutários? É impossível…. o mais barato e que deixa os militares mais disponíveis é o sistema atual.
Um mero 1,5 % do PIB, já deixa os valores de gastos com ativa, inativos e pensionistas em níveis iguais ou mais baixos que a maioria.
Hoje, só a mudança pras 35 anos já ta causando uma debandada. Ser policial militar, civil ou bombeiro, de muitos estados, te deixa em uma rotina muito mais tranquila de trabalho, de exclusividade, com salário melhor, mesma idade pra aposentadoria etc etc
“Ah… quem não quer…. vai embora… sempre tem quem quer!” Verdade…. e qualidade? Uma tropa mambembe igual da Venezuela? Desqualificada igual a russa?
Nosso problema não está absolutamente nisso. Está num país, onde 50% do que deveria ser arrecadado é sonegado… e o q é empregado é muitíssimo mal administrado lá na cúpula, e nem chega direito nos ministérios, que por sua vez, tem uma maioria desqualificada pra administrar.
Não precisa chegar a ser 1,5% do PIB. Atualmente o gasto com as forças armadas é de aproximadamente 1,1% do PIB. Aumentando 0,1% você já tem U$2,4 Bilhões de dólares anuais para investir, o que é muita grana. Mantém esse investimento anual de 2,4/2,5 Bilhões anuais por 15 anos e você vai a “mágica acontecer”
E mais, previsibilidade.
O contingenciamento anual trava muito…
A questão previdenciária, é retirar o pagamento dela do orçamento de defesa, deveria se criar outra pasta, assim como funciona em outros países, só aqui que tem essa anomalia
Aí sim, como nos EUA, que é do Departamento de Veteranos.
Perdoem os que pensam diferente, mas assim como para a Ucrânia, os boletos poloneses (desse empréstimo) vão chegar – se bem que para os ucranianos parte já chegou, visto o compromisso enfiado goela abaixo pelo Trump.
Fico imaginando os condicionantes desse compromisso para a Polônia; pois se o cenário de crise que os especialistas vislumbram se confirmar, mesmo as economias europeias mais estruturadas sofrerão pressão inflacionária e risco de recessão, imagine a economia polonesa.
Assim, economia em déficit significa revisão de contratos (termos, prazos e valores) que geralmente tornam pior o que já não era bom.
Só eu vejo que a OTAN está criando essa muralha chamada Polônia?
França, Alemanha, Holanda e Inglaterra dormem tranquilas porque sabem que, se o bicho pegar contra a Rússia, a Polônia é quem será sacrificada.
A posição deles é estratégica, mas muito perigosa: Ucrânia, Bielorrússia, Kaliningrado e Rússia estão logo ali na fronteira
Quem sofreu nas mãos de nazistas e soviéticos não querem que algo parecido se repita no futuro, os poloneses sentiram na pele estes horrores do passado e estão se preparando com o que podem ….
A Polônia está se tronando um paredão, gastando horrores, em pensar que isso tudo, numa treta séria pode virar pó rápida e repentinamente.
Os poloneses sabem que não podem contar com o resto da Europa. Já precisaram da ajuda deles e foram massacrados pelos nazistas de um lado, e dos comunistas do outros.
Depois, passaram décadas nas mãos da sórdida União Soviética. A Rússia é ali do lado. Do outro, uma Alemanha cada vez mais muçulmana, mais França, Espanha, Reino Unido…
Eles não podem contar com ninguém a não eles mesmos.
Fazem o certo. Ninguém entrar na sua casa quando sabem que você está armado.
e adivinha só quem não vai aproveitar esta “janela de ouro”?? O querido anão diplomático e amigo de todos: o Brasil!! Não esperem nenhuma venda de KC390, ST, Guarani, ASTROS, MANSUP ou o místico A-DARTER para Polônia!! Sequer uma muniçãozinha .22 da CBC, NADA!! Por falta de políticas e políticos sérios, sempre ficamos de fora destas brincadeiras de gente grande!!
Amigo,o nosso país tem muitos problemas, mas crtiticar a nós mesmos apenas por criticar só piora as coisas, pois alimenta esse complexo de inferioridade que nos atormenta.
Veja: não tem janela nenhuma aberta para nós nesse caso. Na matéria está explicado que se trata de empréstimo de um fundo europeu criado, entre outras coisas, para “ampliar a base industrial militar do continente”.
Depois ainda diz que “de acordo com autoridades polonesas citadas pela imprensa internacional, a maior parte dos recursos deverá permanecer no próprio país, beneficiando fabricantes locais e …”, ou seja, são recursos emprestados com condições.
Evidentemente que tais recursos deverão ser utilizados dentro da Polônia e também junto aos parceiros da União Europeia. A exceção a isso seria se houvesse algo de que a Polônia precise e que não seja fabricado no âmbito da UE, o que não parece ocorrer neste momento.
Eles os poloneses tem a própria BID pra alimentar, não precisam da sucata alheia.
E caso a BID deles tenha alguma dificuldade em lhes proporcionar algo, a da Coréia do sul tá ali logo ao lado…
a Rússia pode estar mesmo recrutando estrangeiros , mas a Ucrânia nesse quesito está um ano luz na frente , além do mais , os cemitérios ucranianos ja não suportam mais ninguém , falta espaço para os enterros , a maioria dos homens ha se foram , tanto é que os que restaram abre a porta da suas casas olhando para todos lados pra ver se não tem alguem esperando para leva-los na marra para o recrutamento e serem mandados ao abatedouro.
a Ucrânia por si só ja foi derrubada a muito tempo, recebe armamentos diversos dos otários, ops otan, no entanto não recuperou nem um metro de território perdido, pelo contrário, perdeu um pouquinho mais…
A Polônia vai ser um estado tampão caso a Rússia tome Kiev e se reorganize para uma ofensiva maior.