SIATT entrega 1º lote de mísseis MAX ao Exército Brasileiro em Formosa (GO)
Formosa (GO), em 14 de maio de 2026 – A SIATT entregou o primeiro lote de mísseis MAX 1.2 AC ao Exército Brasileiro, em Formosa (GO). Os sistemas foram produzidos na nova unidade industrial da empresa em Caçapava (SP), marco da expansão da capacidade produtiva da companhia para a fabricação de sistemas estratégicos de defesa.
O MAX 1.2 AC é um armamento inteligente capaz de incapacitar um veículo de combate, feito com tecnologia nacional, resultado de anos de trabalho em parceria com o CTEx – Centro Tecnológico do Exército. A entrega reforça a capacidade da Base Industrial de Defesa de fornecer soluções para necessidades das Forças Armadas.
A nova fábrica da SIATT representa a transição da empresa para a produção em escala industrial, com infraestrutura, tecnologia e processos desenvolvidos no Brasil.
“A entrega do MAX ao Exército Brasileiro representa mais um passo importante na consolidação da capacidade nacional de produção de sistemas estratégicos de defesa”, afirma Rogerio Salvador, presidente da SIATT.

Sobre a SIATT
A SIATT é uma empresa brasileira, certificada como Empresa Estratégica de Defesa, que desenvolve e fabrica sistemas de defesa e segurança, com foco em armamentos inteligentes. Com expertise em guiagem, controle e navegação, a SIATT fornece soluções de alta performance para as Forças Armadas, contribuindo para a soberania e a inovação tecnológica do Brasil. Mais informações no site SIATT: www.siatt.com.br.




E os javelins, vieram?
Virão?
Não vieram. Vieram foram os Spikes.
Se ainda não vieram, vão vir, pois o EB adquiriu o Javelin e já pagou parte do valor ao governo dos EUA.
Não soube de que tenha adquirido e pago não.
Apenas que o congresso americano autorizou a venda ao Brasil.
Se tiver link dessa notícia da efetiva compra pra compartilhar…
Em Espanhol, mas aqui:
https://www.infodefensa.com/texto-diario/mostrar/5415145/misseis-javelin-brasil-contrato-produco-da-jjv-inclui-primeiros-usuarios-sul-americanos-e-norte-africanos
Contrato já foi adjudicado a RTX para a produção destinada ao Brasil e outros paises.
Vale! Gracias!
Pelo que entendi, o US Army encomenda ao fabricante, o governo federal americano disponibiliza o FMS e os países pagam o FMS.
Mas não houve notícias ainda de que o Brasil está com os Javelin, nem que pagou. Ou teve?
Ótimo ATGM. Agora integrar em helicópteros, IFV e veículos em geral.
Ótimo aonde? E pra quem?
Levaram 40 anos pra concluir algo, que ao final nem obsoleto é, é mesmo decrépito.
Essa é a realidade da BID, não sabe fazer.
Não , não levaram
Mantiveram “em desenvolvimento” para preparar uma segunda versão mais moderna.
Já está pronto ha anos, aguardando compra, q foi feita quando necessário.
Cite quais países no mundo tem capacidade de desenvolver isso.
o negócio aqui é reclamar de tudo que é brasileiro
Não, muito pelo contrário.
É reclamar de tudo que é malfeito mesmo.
Você fez parte do desenvolvimento pra saber?
A guerra na Ucrânia mostra que inúmeros sistemas “obsoletos” continuam efetivos, e que é necessário uma quantidade de armamento umas 1000x maior do que as forças armadas brasileiras costumam manter em estoque (para segurar os primeiros 3 meses de um conflito de média intensidade).
E vamos lembrar, os alvos deste missio seria em geral extremamente vulneráveis a ele, mesmo que seja de certa forma ultrapassado, dificilmente encontrará K2 Black Panther ou Leo 2 AÍ pela frente. E se encontrar, ele continua válido para atacar as fontes de remuniciamento destes, reabastecimento, etc.
Depois de tanto tempo investido, é hora de colocar em produção, numa quantidade que mantenha a linha de produção em ritmo médio por anos, para manter a capacitação desta é o fluxo financeiro, até que a nova versão mais sofisticada deste esteja pronta, e assim por diante, como todos os países que levam a defesa a sério fazem.
Antunes,
Esse míssil pode ser integrado a um veículo leve , tipo JEEP ou buggy, com dimensões reduzidas e alta mobilidade, mas não tem alcance para ser integrado em um helicóptero ou IFV porque se exporia às armas adversárias.
Pelo que o Caiafa disse, vai ter mlehoria na perfuração da blindagem, vão ser bons no nível do Kornet,,,,, ficou ainda subentendido que a SIATT vai voltar a aus pretensão com mísseis SAM de baixa altitude e alcance, tal vez com ajuda da INDRA que faz parte agora do Grupo EDGE, a SIATT emprega o míssil e a INDRA o radar, míssil por guiagem IR.
Agora é torcer que dê certo, se der o Brasile a Espanha ganhariam muito com isso, além dos EAU
Os mísseis básicos que o Brasil tinha que produzir:
Míssil AA “mampads”
Missil AA de curto alcance (ar-ar , sup-ar)
Míssil AA de médio alcance/BVR (ar-ar, sup-ar)
Míssil sup-ar de grande altitude/alcance (sup-ar , ar-ar)
Míssil antitanque médio (sup-sup)
Míssil antitanque pesado (sup-sup , ar-sup)
míssil antirradiação ar-sup
Bomba guiada modular
Míssil antinavio de médio alcance com 200 km de alcance (sup-sup , ar-sup)
Míssil de cruzeiro subsônico com alcance de 1000 km (sup-sup, ar-sup)
Míssil balístico tático com alcance de 300 km (sup-sup, ar-sup)
Foguete guiado com alcance na faixa de 80 km (sup-sup , ar-sup)
Bosco, quais países tem todas estas capacidades autóctones? Eua, Rússia e China? Algum europeu?
A Europa como um todo tem capacidade plena de desenvolver e produzir tudo o que precisa.
A França por exemplo é praticamente autônoma e muito do que não produz é para não romper a parceria com outros países e não por incapacidade.
Basicamente os países produtores de mísseis mais consagrados fora do eixo EUA/Europa/China/Rússia são:
Turquia
Coreia do Sul
Coreia do Norte
Irã (???)
Índia
Ucrânia
Israel
Japão
África do Sul
Algum Europeu???!!!?? Muito antes da China, já a Europa tinha essas capacidades, muito antes mesmo, como a França, e depois basta ver quem foram os primeiros a lançar mísseis balísticos e de cruzeiro, foi a Alemanha nazi, mas também o UK tem total capacidade ou Suécia, Itália, assim como a Ucrânia o está a fazer, com mísseis e drones, onde são, talvez os melhores do mundo, no caso dos drones, a desenvolver, produzir e a utilizar.
Está quase na fase de produção, por Destinus e Rheinmettal, o míssil Ruta B3, com + 2000km range e com o Ruta B2 c 700km range já pronto.
Mas também França, Polónia, UK e outros,, estatais e privados, estão a desenvolver novos mísseis de longo alcance, mas mais baratos.
E os drones de longo alcance padrão motor de motoserra
Eu deixei de fora os drones.
Basicamente os drones kamikazes podem ser divididos pelo alcance.
Os elétricos de curto alcance até 100 km mais ou menos .
Os de combustão de médio alcance na faixa de 250 km e os de longo alcance à combustão com até 2500 km.
Os drones elétricos de curto alcance ,(incluindo os FPVs) podem ser classificados nos de até 10 km, 30 km e além.
O Brasil tem plena capacidade de desenvolver e produzir tais equipamentos.
Só falta tudo então kkkkkkkkkkkk
E mais um pouco.
Não, a Indra não faz parte do grupo Edge, a Indra é controlada totalmente em Espanha,, o que tem é uma parceria comercial com o grupo Edge, nada mais.
Que coisa mais linda de se ver. Que venha muitos outros lotes.
Se pagarem, viram com certeza. A fabricante quer vender e precisa de um primeiro país comprador, que vem a ser nós, para que outros se entusiasmem e também estejam aptos a adquirir.
Antes de pensar em exportar é preciso desenvolver uma ogiva HEAT em tandem.
Antes de pensarem em exportar é necessário desenvolverem um míssil atual, moderno.
Eu concordo que o apelo de exportação desse míssil é mínimo, mas vai ser útil para o EB.
Não acho, Bosco.
Vcs estão raciocinando somente com blindagens de ultima geração e capacidades de sobreposição de sistemas perfeito.
Guerra na maioria dos locais não é assim.
João,
Hoje, um exército armado com armas antitanques não guiadas de ombro para combate de curto alcance e tendo drones para a faixa além de 10 km , já compõe uma razoável força de combate.
A faixa intermediária de 500 metros a 5 km , que é onde um veículo inimigo não dá tempo de um drone ser preparado, precisa ser coberto por mísseis que têm ,menor tempo de reação na maioria das vezes.
Não duvido que o MAX seja muito útil ao EB e ao CFN para cobrir essa faixa de “terra de ninguém”, mas ainda que possa ser exportado, não creio que seja em grande quantidade porque o preço não deve ser competitivo com mísseis que entregam mais.
Capacidade AC atual do EB:
Até 300 mts – AT4
Até 500 mts – Carl Gustaf
Até 1.000 mts – canhão 90 mm do Cascavel
Até 2.000 mts (algumas fontes citam até 3.200 mts) – MAX
Até 3.500 mts (verificado na Ucrânia) – canhão 105mm do Leopard 1
Até 4.000 mts – Javelin
Até 5.500 mts – Spike
O canhão do Cascavel deve ser efetivo a maior distância, RDX. 1000 metros é pouco.
No nosso TO até o canhão de 30 mm, com alcance de pelo menos 2 km empregando munição cinética ou mesmo explosiva, tem capacidade contra veículos de combate de modo geral e até contra carros de combate.
Comentário de um militar com experiência no Cascavel.
Salvo engano, ele disse que o aparelho de pontaria do Cascavel dificultava disparos precisos acima de 1000 metros.
O mesmo vale para o MAX. Provavelmente o alcance do míssil é de 3200 metros, mas o sistema de guiagem possui alcance útil de 2000 metros em condições ideais de visibilidade.
Os sistemas de mira agora estão sendo substituídos por alguns bem modernos
Poderiam ter um drone só para tudo isso?
Palpiteiro,
Drones kamikases são armas revolucionárias e não, evolucionárias.
Como tal elas ocupam um nicho próprio e não se prestam a substituir nada .
Mísseis e canhões continuarão a existir, por mais avançados e generalizados que os drones táticos se tornem.
Capacidade AC atual do EB:
Até 300 metros – AT4
Até 500 metros – Carl Gustaf
Até 1000 metros – canhão 90 mm do Cascavel
CAEx realizou testes de tiro de precisão e de fumígenos do Cascavel NG – Defesa Aérea & Naval
Até 2000 metros (algumas fontes citam até 3200 metros) – MAX
Até 3500 metros (verificado na Ucrânia) – canhão 105mm do Leopard 1
Até 4000 metros – canhão 120mm do Centauro II
Até 4000 metros – Javelin
Até 5500 metros – Spike
O Carl Gustaf é de 700 a 1300 dependendo da munição.
João,
Mas não com ogiva antitanque (HEAT).
Todos os projéteis de longo alcance do CG (até 1500 m) são ou antiestrutura ou antipessoal.
As opções antitanque têm alcance máximo , em tese, de 700 m , mas duvido que na prática sejam empregados contra alvos a mais de 400 m.
*Um projétil guiado está sendo desenvolvido que permitirá uma precisão pontual até 2500 m.
Eu disse capacidade anticarro (HEAT)
O alcance depende do modelo da munição
A recente munição HEAT 758 possui 600 metros de alcance útil.
Curiosamente o teste de precisão feito pelo fabricante foi a 500 metros.
https://breakingdefense.com/2026/05/saab-launches-new-carl-gustaf-air-defense-munitions-expands-production-in-us-india/
Correção:
“Hoje, um exército armado com armas antitanques não guiadas de ombro para combate de curto alcance e tendo drones para a faixa ATÉ 10 km , já compõe uma razoável força de combate.”
Camarada
Realmente, pelo preço, pode ser difícil.
Talvez fazendo outras conceções comerciais…
Mísseis antitanques médios atuais, que têm apelo comercial, têm essas características que vão muito além da ogiva HEAT em tandem:
1- lançamento a frio
2- modo de operação fire-and-forget
3- modo de operação opcional fire-and-update com conexão via FO ou RF
4- capacidade NLOS
5- alcance de pelo menos 4 km (baseado no alcance útil de um canhão de MBT).
6- ogiva de efeitos múltiplos (anti blindagem, alta fragmentação, anti estrutura).
Está em desenvolvimento avançado o Missil Max 1.3 ac, com dupla carga oca e maior alcance, obtido com utilização de combustível sólido mais potente . No entanto há o projeto do missil max 1.4 ac. Este será equiparável ao Spike. Preve- se para ele também versão ar – solo e ar superfície como o Spike, e é do interesse das 3 armas: a MB quer utiliza- lo nos Helis de ataque de apoio de fogo do CFN. O EB quer utiliza- lo nos Helis para ataque leve nos Fennec modernizados, e a FAB deseja equipar o novo Atoba XR com 4 desses misseis, 2 em cada asa. O A29 M e o F39 E/F tambem seriam qualificados para plataformas de lançamento do missil. Ou seja, as FAs demandarão uma significativa quantidade do MAx 1.4 ac ,tanto na versão solo solo como na versão ar solo, ar superfície.
Noticia Off
Mucio vai percorrer a AS com o catálogo da BID debaixo do braço. A primeira parada será na Argentina. A iniciativa partiu do próprio MD, mas os Argies se mostraram ” receptivos” .,apesar do péssimo clima entre Milei e L*. Mucio tem a vantagem de ter uma incrível capacidade de diálogo com ” bichos” de qualquer espécie.
Os Argies se mostraram interessados em meios navais, aéreos e blindados que o Mucio e comitiva possam ofertar. ” Só isto”. Depois Mucio Irá para o Perú, e assim por diante.
Sonha.
Não carteia.
Já está em desenvolvimento. Calma gente, não é igual fabricar fogão
Daqui a outros 40 anos quem sabe, supostamente “estar em desenvolvimento” não diz nada.
virÃO*
Que venham mais lotes de Javelin e Spike, mísseis que entregam o que se propõe, destruir veículos blindados!
Se você estivesse operando um carro de combate, qualquer que seja, e soubesse que seu inimigo está na região com alguns sistemas MAX 1.2 AC à disposição, tenha certeza de que você ficaria muito mais cauteloso. Nenhum operador quer tomar um míssil desse no quengo!
Não é nenhum drone.
Aliás se localizado por um, sua durabilidade e sobrevivência serão absolutamente breves.
O laser usado na pontaria deste míssil entrega ele de bandeja e seu alcance é menos da metade do de um canhão de carro de combate contemporâneo.
E pra tiro de canhão, identificado e definido o alvo, não há contra medidas eletrônicas.
Claro que não se deve de maneira alguma, descuidar-se da condução tática de qualquer veículo em uma zona de combate.
Mas a vantagem é do veículo, uma alvo móvel, equipado e protegido.
Enquanto isso, operadores, unidade de tiro e mísseis estão em uma posição fixa, se muito precariamente abrigados e pouco protegidos em uma posição muitas vezes simplesmente improvisada.
Na tua visão estamos no caminho errado?
Supertrunfo.
O míssel pode estar posicionado no flanco, abrigado até o último momento.
O carro pode estar sendo alvejado por artilharia e outros carros.
Missel faz parte de um sistema, e não é empregado sozinho.
Essa empresa tem alguma participação da EMBRAER? Porque pra variar, vc só bate nos produtos nacionais… Tudo é ruim, só presta o importado…
Não. A Siatt /Edge não tem participação da Embraer Def & Seg.
Empresas da BID com participação da Embraer Def & Seg :
Atech: 100 % .sistemas críticos, integração de sistemas, anti drone, sensores, guerra eletronica, ciber guerra.
Xmobots : Há participação minoritária da embraer no desenvolvimento de drones militares, sensores, gimbals,etc
Visiona : participação de 50% junto com a telebras com 50%, no desenvolvimento de satelites de vigilância de ultra alta definição, sistemas embarcados, câmeras CCD, etc.
Consórcio Águas Azuis ( FCT ) Embraer def & seg + Atech.
Neiva : 100%. Aviões agrícolas, componentes para aviões da Embraer em geral.
Bradar 100% Radares militares, sensores, sistemas de rastreamento e neutralização de drones.
Pela quantidade de caixotes na foto deve ter uma quantidade entre 20 e 30 mísseis e uns 5 lançadores.
No retard at least 50 go off the serial numbers on the box….
Foram comprados 120 mísseis.
Mas não sei se foram todos nesse lote ou se dividiram em lotes menores.
72
Na imagem na fabrica eu chuto 54 misseis, 3 fileiras de paletes por x 3 , cada palete com 6 caixas ,6 Misseis )
Na rede falam que o Contrato do 1º Lote são 120 Misseis.
“Contrato do 1º Lote são 120 Misseis” – essa é uma informação oficial do Exército prestada à Folha de São Paulo.
procurei a fonte não encontrei.. nem no DU
Também não achei no DOU.
https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/03/exercito-gasta-r-13-bi-em-novos-misseis-e-blindados-e-cita-experiencias-na-ucrania-e-palestina.shtml
Finalmente nosso míssil esta pronto, demorou mas agora esta pronto, ter um míssil antitanque de fabricação local é muito importante para dar segurança de não sofrer embargo.
O problema é que o míssil em questão nem obsoleto é, é decrépito mesmo.
Levaram tanto tempo pra conclui-lo, que chegou a tropa, inútil.
Defasado sim. Inútil jamais.
Salvo engano a Ucrania tem utilizado o Stugna (também é considerado de 2a geração como o MAX) que tem mais alcance e um poder de penetração maior, o dobro em ambas.
Em compensação, o equipamento total tem o dobro de peso, chegando a quase 100 Kg.
O que achei interessante desse equipamento é a operação da unidade de controle a até 50 metros de distância, via cabo. O que protege seu operador. Solução “simples” mas prática.
Está bastante longe de ser inútil.
O EB sabe das limitações do equipamento.
O mais importante é a resiliência no programa e continuidade de investimento, que já está no radar da SIATT e do EB.
As próximas versões tendem a vir com maior poder de perfuração, inclusive gerando mais variantes focadas em diferente tamanhos e alcance. Possivelmente voltadas para drones e outras aeronaves.
Mas, importante.
Essa continuidade só existe com investimento, e não pouco.
Vai ser preciso a busca de tecnologias não dominadas pelo mercado nacional.
E, para esse investimento valer a pena, é preciso de fomento.
Fomento é a compra de quantidade consideráveis.
A SIATT pode correr sozinha por fora e trazer componentes de fora e acabar “desenvolvendo” uma outra versão.
Mas aí existe a propriedade intelectual detida pelo EB que é dona dos requisitos.
E, dentro destes requisitos, existe definição de que o que é essencial precisa ser de solo nacional.
Mas isto é bem relativo. Tem muito hardware essencial neste equipamento que não tem como ser desenvolvido nacionalmente.
Enfim, é preciso partir de algum lugar. Este é o caminho.
Ai que lindo temos que fomentar a incompetência de 4 décadas da Mectron/SIATT…
Temos que adquirir um míssil obsoleto, inútil, para que a SIATT possa desenvolver as tecnologias, que em 4 décadas não foi capaz de faze-lo.
Por que a “A SIATT pode correr sozinha por fora e trazer componentes de fora e acabar “desenvolvendo” uma outra versão.”
Tiveram 4 décadas pra fazer isso.
E depois o problema é a falta de de dinheiro…
Falta de vergonha na cara, isso sim!
“O Skif , também conhecido como Stugna-P ou Stuhna-P…”
Fonte: O verbete deste atgm na Wikipédia em inglês.
Como estava falando do uso no conflito europeu atual, preferi manter o nome utilizado no seu país de origem.
Importante que existiam diferenças entre a versão de uso interno (com mais uso de componentes nacionais) e a de exportação (Skif).
Mas agora, com as últimas versões, ambos compartilham da mesma arquitetura e hardware.
Vai imobilizar, inutilizar, destruir um Leopard 2A4, ou um T-72B3, de dentro do alcance dos canhões desses carros?
Um tanto desesperado, suicida até.
O MBT provavelmente não, mas o que ele pode fazer sozinho? Se emboscado e os veículos que o acompanham forem destruídos, reabastecimento, remuniciadores, sistemas AAW como o Gepard, IFV, etc… O que o MBT vai fazer sozinho num território hostil?
Eu classifico o MAX como armamento antimaterial, com ênfase em estruturas.
Os genuínos ATGM do EB são os sistemas Spike e Javelin.
Tem cabeça de guerra adequada pra isso?
Não parece ser o caso.
Diga quantos países possuem blindados pessoas modernos na nossa região que fazem fronteira com o Brasil, se num tiver um mekava, leopard 2A6, T-90 ou similares, eles sãoukto efetivos!
A única ameaça é o TAM 2 argentino.
Não pela blindagem mas por contar com um sensor capaz de detectar a emissão laser do MAX. Resta saber se o TAM 2 consegue direcionar automaticamente o canhão para o sistema MAX. O curto alcance do MAX impossibilita qualquer capacidade de sobrevivência contra um esquadrão TAM 2 dotado desse recurso.
“Resta saber se o TAM 2 consegue direcionar automaticamente o canhão para o sistema MAX”.
No creo!
Ademais… você pode me corrigir, mas acho que só a versão C tem a capacidade de detecção de laser. E foram produzidos pouquíssimos da versão C.
O TAM C ficou no papel, tentaram de novo com aquele TAM 2C-A2 mas tá mais pra projeto que vai morrer do que ser concluído de verdade, seriam 74 modernizados até 2030…
Basta a primeira vista, estabelecida a possível direção da ameaça, ficar fora do alcance do míssil.
Depois aproveitando o maior alcance do canhão, engaja-lo.
Contra um esquadrão de TAM, qual será a fração e os meios?
Não não é efetivo até pq o alcance é curto, em relação aos mísseis atuais.
Sem contar a vulnerabilidade ao ataque por drones, que vários de nossos vizinhos também possuem.
RPG não é inútil… e tu fala isso do missel…..
Se levar em conta os vizinhos esses mísseis são mais modernos que os veículos que vão enfrentar. E quanto aos veículos mais modernos eles podem não ser tão eficazes mas não serão inúteis, a eficiência não cai para zero.
Lamento, mas a “modernidade”, defasada em 40 anos desse míssil, não põe mesa.
Ser meia boca não inutiliza e/ou incapacita o adversário, o armamento efetivo é decisivo, bem empregado, encerra combates.
Parece o clássico “provisório/definitivo” tão comum pelo Brasil.
O alcance do míssil é inferior ao alcance dos canhões dos carros de combate de Argentina, Chile e Venezuela.
Se o Peru realmente adquirir o “Black Panther” sul coreano, será ” + 1″ exército com força blindada em vantagem.
Aproveite que Colômbia, Paraguai, Bolívia e Uruguai, não tem interesse e/ou condições financeiras, de adquirirem algum carro de combate moderno no momento e no médio prazo.
Está pronto há muitos anos. Manteve-se “em desenvolvimento”, para q versão mais nova seja desenvolvida com vários aperfeiçoamentos.
Poderiam ser lançados de drones?
Nope.
O lançador, ao menos ainda, é aquele da foto com a moça ali.
Pra que?
O próprio drone é a arma e a munição, não precisa do míssil pra atacar um alvo.
Nesse cantinho tinha 72 mísseis prontos acredito que foi entregue todos
Não são 54, não?
Para uso exclusivo de infantaria ele ainda é muito grande e pesado né? Precisaria aprimorar para redução de peso e dimensões, além de capacidade de destruição, alcance, claro.
Não é tão pesado (52 kg), pensando que pode ser divido em dois para ser transportado.
Outrossim, nada impede que 4 soldados soldados revezem para carregar um conjunto.
Comparado com sistemas modernos é um trambolho.
Akeron MP – 26 kg
Javelin – 22,3 kg
Spike – 26,8 kg
AT-1K Raybolt – 20 kg
Sim, RDX.
Mas o MAX é considerado um míssil antitanque “médio” enquanto esses que citou são considerados “leves”.
A diferença é que um leve pode ser levado já pronto para lançamento por um único soldado, enquanto o médio exige pelo menos 2 e precisa ser montado.
Tudo bem que após tanto tempo de desenvolvimento os “leves” conseguem desempenho superior aos médios mais antigos, principalmente por não seguirem uma trajetória tensa e sim, parabólica, graças ao sistema de orientação fire and forget com seeker de formação de imagem.
E tem até os “ultra leves” como o Spike SR (10 kg/ 2 km), NLAW (12 kg/ 1 km) . Enforcer (14 kg/ 2 km) e os mais antigos Dragon, Eryx/Bumbar, Predator (SRAW), etc.
Isso, além dos apetrechos, armamento e munição, que todo soldado já carrega.
Dependendo do cenário, pode ser uma boa arma para uso urbano ou contrainsurgente.
Imagina só, combatendo o tráfico de drogas, o roubo de cargas, desmantelando cativeiros de sequestro, dentro de Heliópolis, Paraisópolis,Complexo do Alemão, Vigário Geral, Rocinha, usando misseis anti tanque…
A esquerdopatia reinante, defensora de bandido, que não pode ver um fuzil de assalto na mão de policiais nesses lugares, mas olha para o outro lado qndo a bandidagem emprega o mesmo tipo de arma, iria adorar a propaganda gratuita.
Desmantelamento cativeiro com míssil… ótima ideia! Depois é só pegar os cacos do refém.
Seria interessante esse míssil embarcado, sendo defesa de ponto… já que é direcionado óptico traseiro. Só precisa aumentar alcance. Cadê o míssil Piranha 1 e 2. Fora o outro. Derby ?
O Brasil (EB) pagou R$ 1,13 milhões em cada Javelin, R$ 1,05 milhões em cada Spike e R$ 334 mil em cada MAX.
Ou seja, da para comprar 3 MAX em vez de 1 Javelin ou 1 Spike.
Para países ricos as chances do MAX são baixas. Para países menores as chances aumentam.
Para o Brasil é otimo um mix entre sistemas estrangeiros top de linha caros e o MAX que não é top de linha mas é bom e barato e nacional.
Agora é só continuar evoluindo e melhorando o MAX e desenvolver o 1.3 o 1.4 etc
O MAX é caríssimo.
Cada míssil Stugna-P custa aproximadamente 1/3 (US$ 20.000)
https://www.armyrecognition.com/focus-analysis-conflicts/army/conflicts-in-the-world/russia-ukraine-war-2022/how-ukraines-stugna-p-anti-tank-missile-becomes-a-key-asset-against-russian-tanks