União Europeia aprova financiamento de €16 bilhões para o maior programa de reequipamento militar da Romênia

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Romania Defense

A União Europeia aprovou um financiamento de €16 bilhões no âmbito do programa SAFE (Security Action for Europe), abrindo caminho para um dos mais ambiciosos programas de modernização militar da história da Romênia. O pacote permitirá que Bucareste acelere a aquisição de novos sistemas de defesa terrestre, naval e aérea, reforçando o papel do país como uma das principais linhas de frente da OTAN no flanco oriental europeu.

A aprovação ocorre em um momento de crescente preocupação com a segurança regional no Mar Negro e com a continuidade da guerra entre Rússia e Ucrânia. Situada na fronteira oriental da União Europeia e da OTAN, a Romênia vem ampliando seus investimentos em defesa nos últimos anos, buscando modernizar equipamentos herdados da era soviética e fortalecer sua capacidade de dissuasão.

O programa SAFE foi criado pela União Europeia para facilitar o financiamento conjunto de projetos estratégicos de defesa e ampliar a base industrial militar do continente. O mecanismo oferece empréstimos de longo prazo e condições favoráveis para que os Estados-membros adquiram equipamentos produzidos na Europa ou desenvolvidos em cooperação entre países aliados.

Segundo autoridades romenas, os recursos deverão ser direcionados para uma ampla gama de programas de aquisição. Entre as prioridades estão sistemas de defesa antiaérea e antimísseis, veículos blindados, artilharia de longo alcance, munições, capacidades de guerra eletrônica, drones, infraestrutura militar e modernização naval para operações no Mar Negro.

A iniciativa também deverá beneficiar a indústria de defesa romena, que busca ampliar sua participação em programas europeus de produção de armamentos. O governo pretende utilizar parte dos recursos para fortalecer a capacidade industrial local e atrair investimentos de fabricantes internacionais interessados em estabelecer linhas de produção no país.

Analistas observam que a aprovação do financiamento representa mais um passo da estratégia europeia de reforçar sua autonomia militar e reduzir dependências externas em setores considerados críticos. Desde 2022, os países europeus aumentaram significativamente seus orçamentos de defesa, impulsionados pela deterioração do ambiente de segurança no continente.

Para a Romênia, o pacote de €16 bilhões representa uma oportunidade histórica de acelerar a transformação de suas Forças Armadas. O país já opera sistemas modernos como os caças F-16 Fighting Falcon, baterias MIM-104 Patriot e lançadores múltiplos M142 HIMARS, mas pretende expandir significativamente essas capacidades na próxima década.■


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Heinz
Heinz
20 dias atrás

As forças armadas da Romênia são mais modernas que as brasileiras em muitos aspectos.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  Heinz
20 dias atrás

A união europeia ou seus integrantes tem muito mais interesse em reequipar militarmente a Romenia do que o Brasil, e mesmo assim ainda temos muito “defensor” de parcerias estratégicas que existem só na cabeça de alguns….
Aquele Centauro que os alemães reteram serviu para nos mostrar o quanto somos manipulaveis, podemos até adquirir a licença de uso, mas devemos usar da forma que o proprietário exige que seja usado com clausulas e consequencias bem restrititvas. Pensando dessa forma, bater no peito para falar em soberania não passa de uma piada de mal gosto…e olha que nem citei o assunto do dinheiro.

rui mendes
rui mendes
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
20 dias atrás

Tás bem????
A Roménia é UE, faz parte da UE, e então querias o quê???
Que a UE tivesse mais interesse em equipar outros países, em vez de a ela própria???!!??

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  rui mendes
19 dias atrás

Caro rui mendes,

A Romênia não é o problema, o problema está em puxar saco da UE que tem lideres mentirosos quando se trata de assunto de defesa, nunca nos levaram a sério….a Alemanha por exemplo disseram que não tinha mais sobressalentes e peças para Leopard 1 e Guepard quando na realidade tinham e não era pouco….mandaram para Ucrânia, esse era o parceiro estratégico do Brasil?
Se queres saber o que eu quero…. Heinz fez uma analogia com as forças armadas brasileiras, o governo brasileiro minou a relação de defesa entre Brasil e Israel e eles eram o único país que respeitava o Brasil como soberania e nos ajudou a desenvolver tecnologia que nos foram vetadas desde então…agora sou eu que te pergunto, e você? quer o que?

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
12 dias atrás

Romênia é bucha de canhão filhão! Assim como Polônia e as três do JOB do Báltico…

Não serão financiados de graça! Eles são o “Canadá” da Europa…
Assim como o Canadá atua como a primeira linha de defesa dos Estados Unidos contra ataques russos.

Os países na primeira linha de defesa contra possíveis agressões russas são a Finlândia, Estônia, Letônia, Lituânia e Polônia.
Esses membros da OTAN compartilham fronteiras terrestres diretas com a Rússia ou com seu aliado estratégico, Belarus, além de fazerem divisa com o enclave fortemente militarizado de Kaliningrado.

Em caso de guerra, Moscou irá gastar muita pólvora, artilharia e demais recursos com esses países, e caso passe deles, para a sorte dos eurobambis principais da divisão superior, os russos não terão bala na agulha suficiente para avançar em uma campanha contra Alemães,franceses, Ingleses e italianos.

J L
J L
Responder para  Heinz
20 dias atrás

Pelo que diz aí no texto, pelo menos na questão antiaérea e antimíssil parece que sim, na área naval creio que estejamos melhor, mesmo com uma força naval não condizente com o tamanho do litoral a guarnecer. E na questão aérea acho que só estamos devendo ou empatando no que diz respeito aos caças. Vejam nós somos imensamente superiores na questão de transporte de personalidades, isso deve contar alguma coisa.

Mustafah
Mustafah
Responder para  J L
19 dias atrás

Na área de filhas solteiras eternas e viúvas eternas, as FFAA brasileiras são imbatíveis, número de generais e coronéis atrás de mesa sem contato com tropa e unidades estacionadas em praia, quero ver ganhar de nós

Henrique A
Henrique A
Responder para  Heinz
20 dias atrás

Isso não é muito difícil quando nós temos 80% do orçamento está comprometido com pessoal (e a maioria com inativos)

Iran
Iran
20 dias atrás

Ao invés do F-16, deveriam ter ido de Rafale, Gripen ou Eurofighter.

rui mendes
rui mendes
Responder para  Iran
20 dias atrás

Eles já encomendaram F-35A.

Abymael
Abymael
20 dias atrás

Esses países adoram servir de bucha de canhão para a Europa ocidental e EUA.

rui mendes
rui mendes
Responder para  Abymael
20 dias atrás

Just one more!!!
A Roménia faz parte da UE e da Nato.
Se não fosse assim, já era parte da Rússia, e aí, adeus eleições justas e adeus democracia, adeus Romeno e mais algumas coisinhas.

rui mendes
rui mendes
Responder para  rui mendes
20 dias atrás

Passava a ser bucha de canhão de Putin e seus meninos da máfia Russa.
Como os povos Asiáticos da Rússia, que combatem na Ucrânia, para os Russos da parte Europeia, nomeadamente Moscovitas e de São Peterburgo e outra mais, poderem livrar-se da guerra na frente.

BVR
BVR
Responder para  rui mendes
19 dias atrás

Salve Rui Mendes !

Mas não é este o papel que os romenos já fazem – e agora estarão mais preparados com a chegada dos equipamentos que irão adquirir – para parisienses, londrinos, berlinenses, romanos e outros moradores das capitais ocidentais ?

Essa guerra da Ucrânia agora vai passar a gerar lucros não apenas ao complexo industrial militar dos Eua; mas ao europeu também, pois antes era doações e apoio somente para a Ucrânia.

Contudo, com a queda no entusiasmo de Trump em relação à guerra e à própria aliança atlântica, a indústria europeia viu uma oportunidade de “matar dois coelhos”.

Abrem financiamento para os países da linha de frente , o que reforça a narrativa da invasão russa iminente, e com isso Zelensky se aventura a ser cada vez mais ousado nos ataques à fim de incentivar um revide mais duro de Putin, o que leva à necessidade de estar melhor armados, mas para isso é preciso financiamento…

Sem contar os think tanks europeus que não sinalizam nada no sentido de um acordo de paz no horizonte próximo. Por que será ?

Enfim, os europeus ocidentais não querem o fim dessa guerra; caso quisessem já teríamos tido negociações que estariam dando resultados desde o início de 2026.

Flavio
Flavio
Responder para  BVR
19 dias atrás

Realmente o coitadinho do Putin só está respondendo aos ataques do cruel Zekensky. O coitadinho do Putin só invadiu e roubou terras do país vizinho para se defender. O coitadinho do Putin quer finalizar a guerra mas a OTAN não quer. O coitadinho do Putin mata e sequestra crianças para ajudá-las. É cada comédia que lemos nessa internet.

BVR
BVR
Responder para  Flavio
13 dias atrás

Verdade. Acabei de ler uma.

Abymael
Abymael
Responder para  rui mendes
13 dias atrás

Procure ajuda psiquiátrica.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  Abymael
19 dias atrás

“Si vis pacem, para bellum”

Isso é o puro suco da historia e geografia, algo muito antes da Otan, países que ficam ali naquele meio sempre sofreram com as campanhas…império romano, napoleão, hitler, etc…essas aventuras em ambos os lados (leste-oeste, oeste-leste) sempre trazem problemas que jogam esses países na desgraça…enfim…negar o acesso ao invasor (independente quem seja) não é ser manipulado, é uma questão de soberania, “basta! aqui não! nunca mais!”….exemplos disso são a Polônia que fez a escolha certa, já a Ucrânia escolheu ser pacifica e olha no que deu.

Obs- Sobre a questão da Otan, é preciso lembrar que…um aliado hoje pode ser inimigo amanhã, portanto precisa aproveitar e comprar o que tem direito mesmo, aproveitar os pacotes econômicos…chame de bucha de canhão, chame como quiser….eu só acho que precaução sempre foi a melhor escolha.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Abymael
12 dias atrás

Exatamente…

Romênia é bucha de canhão!
Assim como Polônia e as três do JOB do Báltico…

Não serão financiados de graça!
Eles são o “Canadá” da Europa…

Assim como o Canadá atua como a primeira linha de defesa dos Estados Unidos contra ataques russos.

Os países na primeira linha de defesa contra possíveis agressões russas são a Finlândia, Estônia, Letônia, Lituânia e Polônia.
Esses membros da OTAN compartilham fronteiras terrestres diretas com a Rússia ou com seu aliado estratégico, Belarus, além de fazerem divisa com o enclave fortemente militarizado de Kaliningrado.
Em caso de guerra, Moscou irá gastar muita pólvora, artilharia e demais recursos com esses países, e caso passe deles, para a sorte dos eurobambis principais da divisão superior, os russos não terão bala na agulha suficiente para avançar em uma campanha contra Alemães,franceses, Ingleses e italianos.

Flavio
Flavio
19 dias atrás

Quem faz fronteira ou está próximo da russia já nasceu condenado a viver próximo ao demônio. País maldito.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
12 dias atrás

“União Europeia aprova financiamento de €16 bilhões para o maior programa de reequipamento militar da Romênia”
Eles não querem nós financiar não?!

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