Professor ligado à linha-dura iraniana chama Brasil de ‘país fraco’ e descarta papel de mediação no conflito
Mohammad Marandi
O professor Mohammad Marandi, da Universidade de Teerã, próximo à Guarda Revolucionária e a setores da linha-dura do regime iraniano, afirmou que o Irã não vê o Brasil como um ator capaz de contribuir de forma relevante para uma solução diplomática da guerra em curso no Oriente Médio. Em entrevista à Folha de S.Paulo, Marandi usou palavras duras para avaliar o peso internacional do Brasil e classificou o país como “fraco”.
“Não acho que o Brasil possa fazer muito. Não conseguiu impedir os EUA de ocuparem a Venezuela. O Brasil é um país fraco, não é como o Irã”, disse Marandi. Segundo ele, Teerã não alimenta expectativas de que Brasília possa desempenhar um papel decisivo em uma eventual negociação para pôr fim ao conflito.
O acadêmico também afirmou que esperava uma postura diferente do Brasil diante das ações dos Estados Unidos na região. “Eu esperaria que o Brasil fosse diferente. Mas os EUA podem invadir Cuba e o Brasil não fará nada. Não temos expectativas sobre o Brasil”, declarou.
As declarações ocorrem em meio à escalada da guerra envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, com impactos diretos no Golfo Pérsico, no Estreito de Ormuz e nos mercados globais de energia. Marandi, conhecido por defender posições alinhadas ao establishment iraniano em veículos internacionais, também afirmou à Folha que o Irã pretende manter controle sobre o Estreito de Ormuz por tempo indefinido e que estaria preparado para retomar a guerra, caso necessário.
Apesar do tom crítico, Marandi fez uma distinção entre o Brasil como país e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo a Folha, ele descreveu Lula como uma “boa pessoa”, mas afirmou que o presidente brasileiro não teria capacidade prática para alterar o curso do conflito ou enfrentar a influência dos Estados Unidos.
A fala evidencia o ceticismo de setores duros de Teerã em relação à diplomacia brasileira. Historicamente, o Brasil buscou projetar-se como interlocutor em crises internacionais, inclusive no Oriente Médio. Em 2010, durante o segundo mandato de Lula, Brasil e Turquia chegaram a negociar com o Irã a chamada Declaração de Teerã, uma tentativa de acordo sobre o programa nuclear iraniano, que acabou sendo rejeitada pelas potências ocidentais.
Desta vez, porém, a percepção expressa por Marandi é de que o Brasil teria pouco poder efetivo diante de uma guerra que envolveria diretamente os Estados Unidos, Israel e o Irã, além de rotas marítimas estratégicas para a economia mundial. A crítica também reflete uma visão mais ampla da linha-dura iraniana sobre a ordem internacional: países que não conseguem confrontar militarmente Washington são vistos como atores secundários.
As declarações podem gerar desconforto em Brasília, especialmente porque o governo brasileiro tem mantido um discurso crítico à política externa dos Estados Unidos em diferentes temas e costuma defender soluções negociadas para conflitos internacionais. Ainda assim, o Brasil não possui presença militar relevante no Oriente Médio nem capacidade direta de influenciar os desdobramentos no Golfo Pérsico.
Para analistas, a fala de Marandi deve ser lida menos como uma avaliação diplomática formal do governo iraniano e mais como um recado político de um setor próximo à ala mais radical do regime. Ao classificar o Brasil como “fraco”, o professor reforça a narrativa iraniana de que apenas países dispostos a confrontar diretamente os Estados Unidos teriam peso efetivo na atual crise.
O episódio também ilustra os limites da ambição brasileira de atuar como mediador global. Embora o Brasil tenha capital diplomático, tradição de negociação multilateral e canais abertos com diferentes blocos, sua capacidade de influenciar conflitos militares de alta intensidade permanece restrita quando não há convergência entre as grandes potências envolvidas.■

Em algumas coisas ele tem razão,em outras, não. Os Yankees precisam ser detidos ou, com toda certeza, eles vêm para cá para tentar nos roubar.
Não se preocupe nossos políticos e comparsas já se encarregam do roubo, não sobra vaga nessa fila para ninguém.
vdd, essa do Banco Master já coloca a Lava-Jato no chinelo, mas……
eles vão ter que pegar senha na fila para nos roubar..
Tenho 58 anos,e desde que nasci ouço essa balela!
Pois é. Desde o tempo dos militares já falavam que os americanos iriam invadir e tomar a Amazonia.
Isso é papinho de líder de DCE frustrado ou de professorzinho que perdeu namorada para soldado americano enquanto estudava no Japão.
Bom dia senhores camaradas do Forte e Trilogia!
O professor foi extremamente lúcido e verás no que disse.
Nosso país, no momento apenas ocupa espaço geográfico e uma parcela significativa da nação suga os recursos de gente que trabalha duro pra se sustentar e manter a máquina do estado azeitada com os impostos absurdos que pagamos.
Sgt Moreno
No Iran líderes mata cobra e mostra o pau, no Brasil tem líder que serve de garçom a cobra e um outro que relativiza a picada da cobra, chama o Itamaraty, porque não tem pólvora.
Mesmo não tendo “pólvora “, Trump retrocedeu do tarifaço contra nós e das punições ao STF. Para um um país ” tão fraco”, não nos saímos tão mal. O BR não tem poder bélico, mas tem poder econômico e diplomacia competente. Trump até disse para o “01 ” que o L* é um cara bom ! .
Pois é
PS ; Imagina a cara do 01 quando ouviu isto de Trump.
Interessante sua afirmação, “Br um país fraco, não tem poder bélico, …mas tem poder econômico e diplomacia”, o que confirma a fala do Prof. Marandi. Tome a Rússia e China como exemplo, tem poder econômico e diplomacia, igual ou mais que Br, a depender, mas não abrem mão do poder militar, investem pesado, pegue o exemplo do Japão, tem poder econômico e diplomacia, está reconstruindo seu poderio militar, idem União Europeia.
…”não nos saímos tão mal”… Não por mérito deste governo, mais muito mais pelos desacertos geral do Trump, alguns como o conflito com o Iran, da guerra comercial com China.
Relativiza que tudo dá certo, Neymar vai trazer o copo.
Esse prof. Marandi enche o saco, a copa do mundo está aí, falta alguns dia, a quem coma farofa com frango para parecer povo e a quem abobrinha para trabalhador em fábrica, só para eles. Relativiza camarada Paulo.
Tirou as tarifas pq estava afetando a economia americana..se ilude não que foi por força do Brasil…muito menos do presidente..ainda mais um que é de ideologia diferente de Trump..tenta arrumar briga com ele toda hora que pode e nem inglês fala…bom..nem português direito…acha que Trump respeita isso..se ilude não.
Se afetou a economia americana significa que foi força do Brasil, força de um país não é apenas força militar não.
o Trump só retrocedeu pq eles importam muita coisa nossa e isso acabou gerando inflação e insatisfação de seus eleitores. Foi isso, zero de eficiência diplomática, isso só mostra como nosso país é grande, independente das porcarias de políticos que nós temos.
Também foi por causa de diplomacia, fala besteira não, parece que não sabe como funciona geopolitica, confia que não tem fator de diplomacia não
qual diplomacia…por aqui a única diplomacia é tentativa de arrumar briga com o Trump em quqlquer oportunidade.
Só retrocedeu diante dos produtos que geraram inflação lá… não foi por ação diplomática nenhuma daqui, tanto é que os produtos que não geraram inflação lá, continuam sobretaxados
Mano, não é possível que vc possa ser tão inocente assim!
Sério que vc pensa assim?
Nós entregamos de bandeja as terras raras para o Trump em troca de um membro do STF e vc pensando em poder econômico e diplomacia.
Cara, se o governo americano desconectar o GPS e o Musk desligar o Starlink, o Brasil retrocede 20 anos em 1 dia. Poder econômico? Meu Deus.
E o poder político que vc se refere é qual? Um chulezento do Irã tá chamando o Brasil de fraco. Um zé mané… Imagina o que os figurões devem realmente pensar do Brasil.
É verdade. No mundo real as coisas são decididas por causas materiais não por bom mocismo ou simpatia, nisso o Brasil não está melhor que um Paraguai, o pior é que diferente do Paraguai nós nos iludimos com nós mesmos.
E gastamos muito mais do que o Paraguai, para termos o que De força militar. Nada comparado aos gastos
Aí você vai no Sociedade Militar e vê que os cara só falam sobre salário.
Modernização de equipamentos passa longe.
Os dois estão uma merda kkk
Esse sociedade militar é aquela revista digital? Se for, é muito fraquinha…parecem viver em outra realidade …
Parabéns ao professor, que foi até comedido. Para sermos “fracos”, precisamos nos fortalecer muito ainda…nós somos é irrelevantes na prática.
Já dizia o sábio, quem fala a verdade não merece castigo.
Não queria o Brasil como polícia do mundo não.Bastaria que o governo brasileiro fosse decente só com nós pagadores de impostos já ficaria feliz.
Grande figura.
Infelizmente, ele está correto nessa também.
Tirando o comentário sobre o atual presidente, ele está certíssimo.
ahahhahaha Lula falou de cervejinha para eles?
A verdade dói!
o brasil nao e coadjuvante de nada mesmo,um pais hoje em dia tem que ser uma potencia belica para ter poder de fala e a mas noticias do nossa pais como violencia e vista pela internet no exterior e eles percebem que nao passamos de uma bagunça estatal.
Depende. A Coreia do Norte é potência bélica nuclear, e sua influência na geopolítica mundial é quase nula. A França é uma potência bélica convencional e nuclear, além de ter tradição diplomática secular, mas sua influência real nos acontecimentos mundiais é muito pequena. Macron prometeu ” proteger o Libano “, condiderado” país irmão da França ” por ele , da sanha israelense, e o infeliz país continua sendo bombardeado e destruido por Israel. O BR não é potência bélica, mas seu poder econômico e diplomático fez Trump retroceder do tarifaço e das punições ao STF.
Nem todo mundo que tem potência militar é uma potência de verdade. Mas, todo país considerado uma potência (em todos os sentidos) também é uma potência militar.
“…um pais hoje em dia tem que ser uma potencia belica para ter poder de fala…”
Hoje em dia? isso sempre foi assim desde que o mundo é mundo. Não existe potência sem poder bélico compatível.
Uai, e porque isso é matéria aqui, ele falou algo novo, algo que ninguém sabia ?!
O professor acaba de garantir para si a Medalha Conselheiro Acácio, no grau de Arauto das Obviedades.
Isso é que dar ser cachaceiro e mitonomo global,rs.
Ninguém acredita nas falácias desse desgoverno e no poder da cervejinha resolver os problemas numa mesa de bar.
Pois é. E o ” 01″ foi obrigado a ouvir elogios de Trump ao ” cachaceiro mitonomo “. KKK.
Vai vendo .
O 01 ganhou uma moeda de honra do Trump e o cachaceiro?
Reunião a portas fechadas,sem a imprensa e todos muito abatidos na coletiva,reunião da zorra e altos elogios,confia.
Essa moeda se vende na shopee, o 01 é apena o indio do seculo XXI.
O espelho foi substituido por plastico.
Certo ou errado, essa é a percepção geral do Brasil no cenário diplomático. A diferença é que poucos falam abertamente.
Pra que vamos nos meter nesse atoleiro?
Quem nunca?
(…) “Não acho que o Brasil possa fazer muito. Não conseguiu impedir os EUA de ocuparem a Venezuela. O Brasil é um país fraco, não é como o Irã”, disse Marandi. Segundo ele, Teerã não alimenta expectativas de que Brasília possa desempenhar um papel decisivo em uma eventual negociação para pôr fim ao conflito. (…)
.
O professor com todo o seu arroto de um chauvinista …esqueceu do papel do Brasil no passado …. quando vez junto com a Turquia … aquele acordo sobre energia nuclear dos iranianos, acordo esse … que fora de certa forma já aceita no governo do Obama e que a sionista Hillary Clinton, na época secretária de estado do governo Obama … sabotou.
Hehehehe…teu presidente tomou uma baita bola nas costas dos amiguinhos iranianos…
Errado ele não esta….
Lula vive um mundo de fantsia onde ele é o protagnista, vai fazer país no Oriente Médio, vai mediar conflitos em outros lugares, lembro do Brasil Puthenfia, da Diplomacia dos Atabaques.
Irã e Israel finalmente unidos em torno de algum tema:
Brasil é um “país fraco” e “anão diplomático”
kkkk comentário genial
Sempre foi um ajuntamento de gente. Nunca uma nação coesa e com propósito.
“Valente” contra seu próprio sangue.
Sempre bom recordar SP, em 1924 – monstruosidade esquecida – 1932, canudos, contestado etc…cito essas pois genuínas revoltas do povo brasileiro ainda antes da contaminação ideológica.
A unica novidade atualmente consiste na perseguição ao ” lado direito” do espectro político. O chicote agora está nas mãos da esquerda. É uma república de merda. inimiga e algoz de sua própria gente.
E sempre ao lado errado da história.
Mas o mundo conhece.
Recordo que recentemente uma revista ligada ao PCC – o chinês não o governante oculto do Brasil- desandou o EB com críticas e deboches.
Isso aqui é caso perdido.
A contar do golpe de estado que proclamou essa maldita e absolutamente inviável república se não tivemos nenhuma evolução por mais singela que fosse continuar crendo é burrice e nada mais.
Resta aquela esperança digna apenas das boas almas de que em breve estaremos bem longe dessa bosta e não teremos mais que nos angustiar.
Os algozes desse lugar desgraçado, só pena. Não imaginam o que os aguarda.
Errado ele não está.
Tem a sua razão. O papel do Brasil na diplomacia e geo-política internacionais resume-se a apertos de mãos coreografados, teatrinho de bom mocismo boboca e uma farta distribuição de camisetas da seleção de futebol.
De certa forma, não temos muito a acrescentar e pouco a ganhar. Nosso papel deve ser manter uma prudente distância, aproveitar conflitos e procurar lucrar com as deficiências alheias.
deve ter general rasgando o pijama agora. kkkkkkk
Com certeza!! E um certo cachaceiro do planalto central, também…
A verdade dói ….. rsrsrsrs
O Professor está “ferido”, e é justo que esteja indignado. Do ponto de vista dele, o Irã foi atacado sem atacar ninguém, e é verdade, oficialmente, e com muitas mortes…coisa horrível.
Outra verdade é que o Brasil não pode fazer nada, porque a alternativa que ele sugere é o enfrentamento, é guerra, é a força.
Primeiro, o Presidente Lula não tem autoridade pra fazer isso sem o Congresso,…e nem poria o povo brasileiro em risco. Foi eleito para governar o Brasil.
Segundo, Lula disse mais de uma vez que ele não acredita na força para resolver os problemas. Sempre disse isso, e esse iraniano sabe disso, e vale para o país dele, ou qualquer outro. O Brasil respeita o direito internacional.
*Outra verdade é que o Brasil não pode fazer nada, porque a alternativa que ele sugere é o enfrentamento, é guerra, é a força.*
Você e outros comentaristas tiraram essa conclusão de onde? Do texto é que não é. Releia o texto. Abaixo, 3 trechos onde fica claro que ele se refere ao Brasil ter capacidade diplomática de intermediação, com base inclusive na falta de poder militar. Mas, ele não fala, em momento algum, sobre o Brasil se envolver militarmente no conflito.
“…afirmou que o Irã não vê o Brasil como um ator capaz de contribuir de forma relevante para uma solução diplomática da guerra em curso no Oriente Médio…”
“…Teerã não alimenta expectativas de que Brasília possa desempenhar um papel decisivo em uma eventual negociação para pôr fim ao conflito…”
“…afirmou que o presidente brasileiro não teria capacidade prática para alterar o curso do conflito ou enfrentar a influência dos Estados Unidos…”
É que o professor aí não está acostumado com um país que cuida da própria vida e não se intromete nas tretas dos outros.
Os aiatolás dele passaram 50 anos ameaçando EUA e Israel, dizendo que iam destruir, vaporizar, varrer do mapa eles. Aí quando chegou o grande dia, foi o que se viu.
Então prefiro deixar o “professor” com as opiniões dele e prefiro que meu país seja chamado de fraco por um sujeito como ele, mas não se torne um país que ou alimenta fanáticos religiosos no território dos outros ou que bombardeia a casa alheia.
E já que ele também diz que não querem a mediação do Brasil, o Irã que se vire e busque a sua sorte negociando sozinho com o Bibi e o topete laranja. Vai conseguir tudo o que quer, confia…
Exato, entrar e guerra pelo Maduro?!? Defender regime terrorista Irá que patrocina terror e contrabando de armas e drogas na tríplice fronteira??!! Este cara e professor do que….assume a Mérida que fez, guerra chegou dentro do Irã, agora segura o rojão com sangue do seu povo, discurso e bonitinho, mais quem tá sofrendo e o povo que estes malucos não estão nem ai.
O que o setor dentro Irã que ele representa criou de feito diplomático no cenário mundial nos últimos 6q0 anos ?…Nada !
Diferentemente do Br que esteve envolvido na criação de dois blocos econômicos (Mercosul e Brics); do G20; liderou ações no âmbito da OMS para quebra de patentes; é membro fundador da ONU; chefia missões de paz pela ONU; foi o único país a ter uma postura crítica aos EUA durante a guerra das Falklands pela não observação dos acordos da OEA; possuía uma diplomacia pragmática e por isso respeitada (exceto por anões diplomáticos que insistem em colar o seu próprio nanismo na diplomacia brasileira).
Outra, na visão dele então existe 2 tipos de países, os que podem se contrapor pelo poder militar aos EUA – e por isso são fortes (na verdade, na atualidade somente Rússia e China têm essa capacidade) e aqueles países que não conseguem se contrapor militarmente, e por isso são fracos (inclua-se aí Inglaterra, França, Índia, Paquistão, Suécia, Dinamarca, Itália, Japão, Coreia do Sul, Turquia e principalmente o Irã).
Aliás, ele esquece que em matéria de fraqueza o país dele deveria estar no topo da lista; pois além da fraqueza militar de ser incapaz de contrapor-se ao poderio militar dos EUA ainda é irrelevante diplomaticamente.
Qual a área que tenha relevância para a humanidade para as próximas décadas e séculos que o Irã seja protagonista e tenha relevância diplomática ?
Quem quer ouvir o Irã diplomaticamente a não ser para tratar da abertura do estreito de Ormuz ?
Escreveu-se aqui que as tarifas só caíram porque estava prejudicando a economia dos EUA e foi isto mesmo ! Mas foi graças a diplomacia que o Brasil não saiu da reunião com acordos tarifários do tipo “caracu” – conforme Zelensky saiu (não pelas tarifas; pelo tipo de acordo)- e outros presidentes de países tarifados que foram humilhados publicamente.
Enfim, seguindo a visão rancorosa do tal professor, que o Irã se cerque então de países fortes. Mas que ele saiba que não hesitarão em nenhum momento em lançar bombas sobre seu povo e sua terra para depois pilhá-los (autodeterminação de um e riqueza da outra).
Entrevista encomendada que em nada favorece os interesses do Brasil.
O que o setor dentro Irã que ele representa criou de feito diplomático no cenário mundial nos últimos 60 anos ?…Nada !
Diferentemente do Br que esteve envolvido na criação de dois blocos econômicos (Mercosul e Brics); do G20; liderou ações no âmbito da OMS para quebra de patentes; é membro fundador da ONU; chefia missões de paz pela ONU; foi o único país a ter uma postura crítica aos EUA durante a guerra das Falklands pela não observação dos acordos da OEA; possuía uma diplomacia pragmática e por isso respeitada (exceto por anões diplomáticos que insistem em colar o seu próprio nanismo na diplomacia brasileira).
Outra, na visão dele então existe 2 tipos de países, os que podem se contrapor pelo poder militar aos EUA – e por isso são fortes (na verdade, na atualidade somente Rússia e China têm essa capacidade) e aqueles países que não conseguem se contrapor militarmente, e por isso são fracos (inclua-se aí Inglaterra, França, Índia, Paquistão, Suécia, Dinamarca, Itália, Japão, Coreia do Sul, Turquia e principalmente o Irã).
Aliás, ele esquece que em matéria de fraqueza o país dele deveria estar no topo da lista; pois além da fraqueza militar de ser incapaz de contrapor-se ao poderio militar dos EUA ainda é irrelevante diplomaticamente.
Qual a área que tenha relevância para a humanidade para as próximas décadas e séculos que o Irã seja protagonista e tenha relevância diplomática ?
Quem quer ouvir o Irã diplomaticamente a não ser para tratar da abertura do estreito de Ormuz ?
Escreveu-se aqui que as tarifas só caíram porque estava prejudicando a economia dos EUA e foi isto mesmo ! Mas foi graças a diplomacia que o Brasil não saiu da reunião com acordos tarifários do tipo “caracu” – conforme Zelensky saiu (não pelas tarifas; pelo tipo de acordo)- e outros presidentes de países tarifados que foram humilhados publicamente.
Enfim, seguindo a visão rancorosa do tal professor, que o Irã se cerque então de países fortes. Mas que ele saiba que não hesitarão em nenhum momento em lançar bombas sobre seu povo e sua terra para depois pilhá-los (autodeterminação de um e riqueza da outra).
Entrevista encomendada que em nada favorece os interesses do Brasil.
Só falou verdades.
O Brasil é gigante mais incapaz do mundo.
Ele não esta errado , mas lhe falta visão de mundo sobre o lugar que o próprio Iran ocupa hj também(papel bem menor que o do Brasil diga-se ) , talvez lembrando do império Persa e seu saudosismo … questão é , quem hoje poderia ”peitar” os EUA hj ? … Brasil hj nao tem uma boa relação com Israel ,com os EUA é fria . .. então nao tem como se meter ali nem querendo e nem mesmo sob politica ou bandeira da ONU , nosso gov atual tem ”lado” , Lula é considera ”aliado’ do Iran ..,Iran cutucou tanto Israel que finalmente encontrou seu nemeses em Trump/EUA e nada no mundo vai fazer Israel parar agora ”perder essa oportunidade” .. mesmo cometendo diversas atrocidades que para eles é justificada ..questões civilizatórias .. mentalidade e costumes ditam as regras de valores deles .. e aquilo la ja passou a muito de uma guerra ”regular” ,, lembra mais e rixa entre ”mafias” onde so com o fim um do outro se resolve ,, quem se meter la , vai se ”sujar” … sem uma ONU para ”peitar”/mediar .. e isso ai , novo mundo novo
“Não acho que o Brasil possa fazer muito. Não conseguiu impedir os EUA de ocuparem a Venezuela.
O Brasil é um país fraco, não é como o Irã”, disse Marandi. Segundo ele, Teerã não alimenta expectativas de que Brasília possa desempenhar um papel decisivo em uma eventual negociação para pôr fim ao conflito.
Não está errado! O Brasil tem somente seu soft power que é sua arma diplomática e nada mais.
Soubemos bem usar as cartas certas contra a chantagem tarifária de Washington, o laranjão nós deu um mês de folga antes de implementar as tarifas, oque nós deu espaço para correr atrás de outros mercados.
O Canadá fez algo similar e não se saiu tão mal.
Mas o Oriente médio é um assunto complexo, um vespeiro que o Brasil com sua diplomacia não teria muito a fazer contra a ânsia belicosa de Israel e Washington, pois sabemos bem que a única coisa que eles queriam fazer era atacar mesmo…
Acho que existem duas dimensões dessas afirmações.
No campo militar, de fato, o Brasil não tem relevância quase nenhuma nesse conflito.
No campo diplomático, o Brasil, pelo histórico de não estar envolvido em conflitos desde o pós segunda guerra, tem alguma relevância e e influência nisso tudo.
“A crítica também reflete uma visão mais ampla da linha-dura iraniana sobre a ordem internacional: países que não conseguem confrontar militarmente Washington são vistos como atores secundários.”
Nesse caso o Brasil seria um ator terciário.
Sem comentários para esse persa!!!
Só li verdades, somos aquele garoto da escola que é alto mas apanha até de anão.
Os sócios do estado democrático de direito, PCC e CV, estão aí como prova, o bostil é um país fraco, mas não necessariamente na economia ou no campo militar, somos um país moralmente fraco, todo o mundo nos vê assim e isso conta muito.