FN amplia sua linha de fuzis com o novo FN ARKA®
A FN — marca icônica da divisão de Defesa e Segurança do FN Browning Group, que inclui FN Herstal, FN UK e FN America — tem o orgulho de apresentar o FN ARKA®, uma plataforma de fuzil de nova geração que aproveita a ergonomia do AR-15 para atender às demandas de profissionais militares e policiais modernos.
Apoiado por mais de 135 anos de experiência em projeto e fabricação de armas leves, e herdando o legado único de desenvolvimento de fuzis dos icônicos FN® FAL e FN SCAR®, o FN ARKA® oferece grande versatilidade para forças armadas, polícias e serviços de segurança, entregando uma tecnologia de alto desempenho, intuitiva e pronta para a missão.
O FN ARKA® mantém os sistemas mecânicos precisos, duráveis e confiáveis do FN SCAR®, ao mesmo tempo em que substitui sua arquitetura padrão pela ergonomia do AR-15, com controles ambidestros aprimorados. Isso proporciona uma sinergia poderosa entre as melhores características de ambas as plataformas.
Ousado. Preciso. Confiável.
Aproveitando a experiência da FN em sistemas de pistão de curso curto, o novo FN ARKA®, disponível no calibre 5,56 x 45 mm NATO, é a única plataforma a integrar a ergonomia familiar do AR-15 com a precisão incomparável e o DNA de durabilidade e desempenho comprovados em combate do FN SCAR® de padrão militar, garantindo confiabilidade funcional total nos ambientes mais austeros.
Novo fuzil FN ARKA®, calibre 5,56 x 45 mm NATO
O fuzil FN ARKA® é sustentado tanto por nosso legado em engenharia de precisão quanto por nosso compromisso com o suporte completo à missão durante todo o ciclo de vida do produto. Para maximizar a prontidão operacional, fornecemos suporte técnico de ponta a ponta, incluindo certificação especializada de armeiros e treinamento de usuários ministrado por especialistas da FN, para garantir que a plataforma permaneça pronta para a missão desde o primeiro dia.
Projetado de forma diferente
O fuzil FN ARKA® foi projetado especificamente para preencher a lacuna entre confiabilidade mecânica e intuição do operador. Ao integrar um sistema de pistão de curso curto comprovado nas condições operacionais mais severas, a plataforma atinge um nível incomparável de confiabilidade e limpeza, mesmo quando usada com supressor. Isso é ainda mais refinado por um supressor de fluxo direto totalmente qualificado pela FN, que utiliza gerenciamento avançado de gases para proteger o usuário contra o retorno de gases, ao mesmo tempo em que garante que o ciclo da arma permaneça consistente e estável.
A arquitetura do FN ARKA® prioriza a ergonomia dos movimentos de alta velocidade. Cada ponto de contato, desde a alavanca de manejo em formato de T e o assistente de fechamento até o retém do carregador e o seletor de tiro totalmente ambidestros, é posicionado para minimizar tempos de transição e reduzir a fadiga física. Além disso, a inclusão de um retém do ferrolho 100% ambidestro apoia o operador tanto quando ele trabalha atrás de cobertura quanto quando alterna o ombro de apoio conforme a situação.
A durabilidade é um padrão verificado pela FN; o FN ARKA® foi rigorosamente testado. Construído com materiais de alta qualidade e equipado com bloco de gases ajustável para máxima adaptabilidade, o sistema foi projetado para prosperar em ambientes desafiadores. Seja submetido a lama profunda, água ou areia fina, o FN ARKA® confirma sua confiabilidade, longa vida útil das peças e capacidade segura de operar sob alta pressão.
Várias configurações disponíveis
O FN ARKA® vem de série com cano padrão de 14,5 polegadas e guarda-mão M-LOK curto ou longo, ou com cano CQC de 11,25 polegadas e guarda-mão M-LOK curto. Todas as configurações estão disponíveis nas cores FDE ou preto, e com gatilhos de fogo seletivo ou apenas semiautomático. O fuzil pode ser equipado com qualquer coronha ou empunhadura compatível com AR.
Como parte de nosso compromisso total ao longo de mais de 135 anos, também oferecemos uma ampla gama de acessórios FN e de terceiros que podem ser montados no trilho superior Picatinny longo — incluindo miras de ponto vermelho, magnificadores, lanternas, adaptadores para tiro de festim e kits de simulação —, bem como serviços de valor agregado, como a solução exclusiva de manutenção preditiva FN SMARTCORE® e o sistema de treinamento de tiro FN VICTOR®, garantindo que os usuários tenham acesso a tecnologia de ponta e suporte para qualquer cenário.
Christophe Soleil, vice-presidente de Armas Leves, afirmou: “A FN tem o prazer de complementar seu portfólio de fuzis com esta nova plataforma do tipo AR-15, construída sobre o desempenho comprovado do FN SCAR®, atualmente em serviço em mais de 20 forças armadas em todo o mundo. O FN ARKA® oferece níveis equivalentes de confiabilidade, durabilidade e desempenho, permitindo que os clientes escolham a ergonomia e a arquitetura que melhor se ajustem às suas preferências.”
O fuzil FN ARKA® será exibido na EUROSATORY, em Paris, de 15 a 19 de junho. As informações do produto estão disponíveis aqui.■


Todo mundo hoje acaba fazendo um novo AR-15.
O AR-15/M16 são certamente os armamentos portáteis mais influentes do mundo desde o fim da Segunda Guerra Mundial.
Alguns fazem AKM.
Ele é SABOR AR-15, só a ergonomia é parecida, o resto é bem melhor!
Para além de USA e dos Russos, também Alemães têm e fizeram produtos icónicos, desde antes, durante e depois da 2a W.W.
Mas também existem os Belgas, quanto a mim, actualmente têm alguns dos melhores produtos, os Italianos, e Checos.
Já França e UK, optaram por trocar o seus próprios fuzis, por outros de procedência Alemã, a França e de procedência Norte-Americana, os Britânicos.
A China vem evoluindo muito o seu produto, começou baseado nos Soviéticos, mas actualmente tem o seu próprio produto e já bem evoluído.
Não entendo muito de fuzis, mas sempre que vejo alguém comentando seja dos EUA ou da Europa, dizem que o melhor fuzil do mundo 5,56 é o HK 416
É muito difícil objetivamente falar qual o “melhor” (qual critério define o melhor?) mas certamente existe os melhores; o HK 416 certamente está entre os melhores dado que usa muito dos controles, ergonomia e mecanismo do AR-15 que são muito bons com vários aperfeiçoamentos e excelente qualidade de fabricação.
A família AK é a mais copiada e produzida. O M16 vem logo a seguir e tem mais mídia. Aliás, as próprias tropas Americanas detestavam os primeiros armalite, quando os primeiros AK já eram bons.
Li uma notícia que os fuzis da linha SCAR seriam descontinuados. Creio que o único país que adotou ele como fuzil principalmente das suas forças armadas foi Portugal e a própria Bélgica.
E agora lançam essa plataforma estilo AR15.
foram mesmo, é muito caro, e nos EUA, só FE e algumas policias tem eles, eu queria que o EB continuassem com FN, assim ia sair do FN FAL para o FN Scar.
Podia ter sido feito já nos anos 70/80 com o FNC mas até hoje o EB não consegue se convencer entre o 5.56 e o 7.62.
Enquanto isso, ficamos com o lixo do IA2 em que o Colombeli e outros diziam que está evoluindo e que o que sai da fábrica hoje da Imbel está sendo modernizado com o feedback dos operadores.
Um vídeo de um policial que está na linha de frente no Rio de Janeiro mostra que não mudou nada de um fuzil IA2 de 2012 e outro de 2018. Deixando claro que com as mesmas deficiências, sem nenhum upgrade ou atualização.
Link do vídeo dos defeitos do imbel IA2 do ano de 2012 e de 2018: https://www.youtube.com/watch?v=99R6TYe64bg
Para de caô
O IA2 cumpre muito bem a missão.
Ficam esses caras q não fazem manutenção direito, não cuidam do armamento e querem manusear o fuzil com pouco treino falando bobagem.
Um produto com uns 20 anos ainda está em evolução =/
O IA2 não tem como evoluir muito mais pois desde o início cometeu o erro de manter o que já está obsoleto: os controles e ergonomia do FAL que deixam muito a desejar se comparado a um fuzil moderno que usa a ergonomia do AR-15/M4.
Qualquer instituição que tem a opção de escolher outra armas (as PM por ex.) não compram IA2.
A verdade é que o IA2 já deveria estar, no mínimo, em uma segunda geração.
Pq não trocam esse negócio pelo T4 da Taurus?
Sou leigo quanto a armas de fogo
O certo era usar o T4 da Taurus ou a Imbel produzir a plataforma AR15, porque todo mundo que utiliza o IA2 não o aprova. Muitos usuários dizem que ele fica todo frouxo após pouco tempo de uso.
Não fica
Caô
O grande problema são os atiradores de estande. Querem fuzis de FE americano e ficam de tico tico…
Durante muitos anos, a PMERJ levava seus fuzis pra manutenção na minha unidade…
Misericórdia… um lixo… não fazem a manutenção que um recrutinha do EB com 3 semanas faz…
O grande problema de armas nas PM e PC é disciplina. É muito chato fazer manutenção… então não fazem…
É chato usar capacete, então não usam, com a desculpa que prejudica a audição….
É chato treinamento tático com tiro, então treinar “é ficar brincando”….
Põe problemas no IA2 que qualquer um que treina corretamente ignora.
Você diz atiradores de estande como se você tivesse participado de uma guerra. Eu te garanto que esse policial do vídeo que postei tem muito mais experiência em combate do que você, que dá 50 tiros por ano no seu quartel e se acha o pic@ das galáxias.
Olha, depende porque algumas organizações policiais não fazem a manutenção adequada nos seus armamentos, vide por exemplo a PMERJ que mesmo anos depois de terem recebido os IA2 não haviam comprado nenhuma peça de reposição.
Só para saber um ar-15 precisa trocar o ferrolho com 10 a 15 mil tiros, imagina uma força que não compra essas peças e espera que o armamento continue funcionando normalmente.(e isso é uma das peças tem outras que também precisam ser trocadas nessa faixa de tiros e outroas bem antes para manter o seu bom funcionamento).
Qual fuzil da PMERJ já disparou 10 mil vezes?
Talvez daqui há 30 anos os fuzis da PMERJ precisem trocar cano e ferrolho. Quando chegar esse dia pode jogar o fuzil no lixo porque já existe coisa mais moderna no mercado. Quem gosta de preservar sucata é o EB, até porque ele fabrica as peças de reposição.
O Colt M4 da PMERJ possui 25 anos de uso diário e também nunca sofreu manutenção adequada. Ninguém na PMERJ trocaria um Colt de 25 anos pelo IA-2.
Aquele Madsen ainda está em serviço? O mesmo que a uns anos continuou atirando mesmo quando um FAL e um M-16 falharam no meio de um confronto com bandidos.
E é por isso que o armamento fica tão ruim, se não tem manutenção adequada(ou pelo menos descente) o armamento vai falhar, não importa qual seja.
Não é só falta de manutenção que interfere na confiabilidade da arma. Posso citar outros fatores tais como:
Projeto defeituoso (ex: IMBEL MD-2 5,56mm);
Fadiga mecânica (arma tem vida útil);
Carregador danificado;
Ambiente extremo (ex: areia, lama ou água);
Munição velha, danificada ou úmida;
Munição incompatível (ex: .223 x 5,56mm);
Superaquecimento (podendo gerar até cook-off).
O grande problema são os carregadores, os FAL doados pelas forças armadas para a PMERJ são do lote inicial de 1964, junto dos carr6gadores originais, os fuzis ainda são bons mas não tem como os carregadores aguentarem
A PMERJ ao longo da história recebeu pelo menos 5 grandes lotes de FAL/Para-FAL
Década de 90 – lote emprestado pelo EB e lote de MD-2A1 5,56mm comprado pela SESEG
Década de 2000 – lote de MD-3A1 comprado pela SESEG
Década de 2010 – lote emprestado pela MB
2018 – lote de MD-1 comprado pelo GIF.
Eu sei disso, o LAPA FA-03 sofreu muito nos testes com o EB por munição defeituosa, e tem até o IA2 da PMESP que explodiu muito provavelmente por squid load.
Eu citei o caso de manutenção no começo simplismente porque sei que em relação a PMERJ teve muitos videos de armas deles com gambiarras como um FAL usando fita adesiva no guarda mão entre outras coisas, e manutenção é algo que pode pelo menos mitigar o numero de falhas do armamento.
Essa turma do EB não pode dar palpite porque nunca usou uma arma em situação real e ficam posando de especialistas. Num curso de formação hoje da PCERJ o aluno efetua 300 disparos de fuzil e 500 de pistola, o mlitar do EB não faz isso em toda a carreira dele.
A razão é simples. Você fazia manutenção de FAL sucata que o EB empurrou para a PMERJ. A PMERJ não possui estrutura para fazer manutenção até o último escalão. O EB fabrica até as peças de reposição. Aposto que você nunca viu na sua unidade um Colt M4 da PMERJ.
Duvido que tenha visto
Não é nada disso, a diferença da polícia para o EB é que nós usamos, disparamos, todos os dias, causando desgaste, e o EB usa de enfeite. Esse IA é chamado de M32, pesa o dobro e custa o triplo do M16 sem nenhuma vantagem. É a velha mania de reinventar a roda.
Ou da Fire Eagle, coloca a IMBEL para fazer
https://fireeagle-armory.com/fe-145sgp/
A IMBEL é “prata da casa”, eles não vão preterir um produto feito por eles mesmos para comprar de fora.
Mesmo que esse produto seja inferior…
Pessoal anda fazendo uns equipamentos muito parecidos, CZ BREN 2 e por aí vai.
Esteticamente é uma mistura de AR com CZ Bren.
Hoje pra mim o melhor fuzil de assalto do mundo é o AK-12, rústico, moderno e confiável. Tanto que os ucranianos utilizam vários capturados.
Depois vem a famíia HK bem pareado.
A Ucrânia testou os melhores fuzis do mundo em combate e escolheu o CZ Bren 2 como fuzil regulamentar. Diz muita coisa.
Baseado em que você afirma isso?
O grosso das tropas ucranianas ainda utilizam a plataforma AK.
Alguns batalhões como a 12° brigada Azov utillizam rifles ucranianos UAR-15, outras unidades como os batalhões internacionais e 0 425° regimento skala de assalto utilizam o Bren 2 mesmo.
Unidades de forças especiais geralmente utilizam um misto de fuzis AK, HK, M4 a variedade é grande
A Ucrânia planeja substituir fuzis da era soviética pelo Bren 2
O problema da linha AK é o peso, o AR é muito mais leve
Agora só falta o pessoal do EB tomar vergonha na cara e mandar a IMBEL desenvolver um “IA-3” com a ergonomia do AR.
Tipo isso:
https://www.deviantart.com/desenvolvedor-isamu/art/IMBEL-IA-3-conceito-793796919
Basicamente é um Scar com manuseio de um AR, o AR por ter um sistema de gás que joga o ar sujo na parte que faz a realimentação da arma, Eu não sei os termos técnicos…. faz com que ele seja mais fácil de ter panes, com esse mecanismo de pistão curto, em que os gases não tocam no mecanismo da culatra que faz o todo funcionamento da arma, faz com esse sistema demore a dar pane,seja mais resistentes a sujeira, poeira, e etc, o IA2 tentou ser assim, tecnicamente falando, mas seu mecanismo de curso curto é puxado para o FAL, e é dá mais recuo comparado ao Scar……….. o IA2 em vídeos parece aquecer após dar 180 tiros direto, eu acho pouco, ele balança muito, mesmo o cano sendo duro para vibrar menos, o arma molenga vai afetar os tiros de longa distancia, o EB disse que passou a usar menos componentes ao todo, deixando a arma mais “dura”, mas não vi mais vídeos para apurar, o que eu sei é que a Ergonomia, é feia, não é ambidestro, ninguém que usa gostou, é mais caro que AR15, e o Brasil tem um fuzil de curso curto da Fire Eagle, com ergonomia do AR15, esse fuxil poderia ser uma fonte de renda para o EB, mas ele é tão ruim e caro, que até nem 50 mil fuzis foram feitos pelo que sei par ao EB.
A tampa da caixa da culatra funciona da mesma maneira que a do FAL, quer dizer que não é firme o suficiente para colocar um red dot/luneta e segurar o zero além do retém do carregador/ferrolho estar numa posição e funcionar de uma maneira subóptima se comparado aos controles do AR-15.
Se a única opção disponível para aposentar o FAL for o IA2 então ele é ok, mas se houver outras opções tem coisa bem melhor.
Pelas imagens fiquei com a impressão de ser uma arma boa mas muito complexa, o que poderia implicar em um preço mais elevado e problemas de uso em condições severas ou por pessoal com treinamento básico apenas. Pode ser uma boa arma “de nicho” para tropas com funções especiais e treinamento avançado.