EUA aprovam possível venda de veículos anfíbios AAV à Itália por US$ 30,6 milhões
O Departamento de Estado dos Estados Unidos aprovou uma possível venda militar estrangeira à Itália de veículos anfíbios de assalto AAV-7A1 e equipamentos relacionados, em um pacote estimado em US$ 30,6 milhões.
A notificação ao Congresso norte-americano foi divulgada em 5 de junho de 2026 pelo Bureau of Political-Military Affairs, no âmbito do programa Foreign Military Sales (FMS). A proposta ainda não representa a assinatura final do contrato, mas autoriza a continuidade do processo de negociação e eventual transferência dos veículos.
O governo italiano solicitou a compra de sete viaturas anfíbias provenientes dos estoques do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos. O pacote inclui três AAVC-7A1, variante de comando e controle, e quatro AAVR-7A1, versão de recuperação e apoio técnico.
Além dos veículos, a venda prevê equipamentos de apoio, kits de redes de camuflagem com redução de assinatura radar, manuais técnicos não classificados e outros elementos de suporte logístico e de programa.
Segundo o Departamento de Estado, a venda proposta apoia os objetivos de política externa e segurança nacional dos Estados Unidos ao reforçar a capacidade de um aliado da OTAN considerado importante para a estabilidade política e econômica da Europa.
Washington afirmou ainda que a transferência ajudará a Itália a modernizar e preservar sua capacidade expedicionária anfíbia diante de ameaças atuais e futuras. O governo norte-americano declarou que a venda não alterará o equilíbrio militar básico da região e não terá impacto negativo na prontidão de defesa dos Estados Unidos.
O Assault Amphibious Vehicle, também conhecido como AAV-7, é um veículo anfíbio de lagartas blindado, desenvolvido originalmente para o Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos. A plataforma foi projetada para transportar tropas e equipamentos de navios anfíbios até a praia, mantendo mobilidade em terra após o desembarque. O modelo entrou em serviço nos anos 1970 e foi utilizado por décadas como principal vetor de assalto anfíbio dos Marines.
A versão AAVC-7A1 é configurada para comando e controle, com espaço interno adaptado para equipamentos de comunicação e pessoal de estado-maior. Já o AAVR-7A1 é voltado à recuperação de veículos danificados, à manutenção de campanha e ao apoio às unidades anfíbias durante operações terrestres e embarcadas.
A Itália já opera veículos da família AAV-7 em suas forças anfíbias, incluindo unidades ligadas à capacidade de desembarque naval. Fontes abertas indicam que o Regimento San Marco e os Lagunari italianos empregam esse tipo de viatura em operações e missões externas, incluindo experiências no Líbano e no Iraque.
A transferência de viaturas dos estoques do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA ocorre em um momento de transição para os Marines, que vêm substituindo gradualmente os AAV por veículos anfíbios mais modernos. Em 2018, o Corpo de Fuzileiros Navais selecionou o Amphibious Combat Vehicle da BAE Systems/Iveco para complementar e substituir os antigos AAV em sua frota.■

Fora do tópico.
Xi visita Kim em Pyongyang…

Gente, cade o povo dessa cidade???? Estranho né?
Pyongyang, especificamente seu centro, é uma “cidade cartão postal”, feita pra gringo ver… .

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“A cidade opera um sistema residencial rígido, onde os imóveis mais desejáveis são reservados para a elite política e militar, enquanto os cidadãos de baixa renda ocupam setores periféricos mais antigos, deteriorados e mal conservados.”
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Abaixo uma ‘cena com gente’, registrada em algum subúrbio aparentemente de bom nível… em Pyongyang.
Já vi versões modernizadas dele que poderiam dar uma boa sobrevida. Poderia ser uma opção para nós, já que os americanos vão substituí-los.
A MB já opera 49 Clanf’s.
Mas no caso, pegar com os americanos e modernizar. Um canhão de 30mm e um lançador anti-carro poderiam ser bem vindos e ampliar o suporte em campo para as tropas, sem prejudicar o desempenho do veículo
Mas se a MB tem 49 veículos desarmados não é mais fácil comprar só as armas e armá-los em vez de comprar mais unidades e armas para elas?
PS: nossas Forças não gostam de armas. Só isso explica CLANFs e Piranhas sem canhões de 30mm e o número ridículo de menos de 20 Guaranis com a UT30BR dos mais de 700 recebidos pelo EB. Uma .50 já é considerada poderosa demais para a MB e o EB.
Você pensa como eu, mossos militares são alérgicos a armas. Basta ver a quantidade de munições e armas à disposição, quando comparados a veículos e tropas.
Temos navios desdentados, aviões com mísseis somente para uma carga (nem sempre com capacidade máxima), etc etc.
Quando falam que o negócio dos caras é pincel,cal e carrinho de mão,uma torcida cega não gosta.
Na verdade, infelizmente, tendo a pensar que nossas forças armadas servem para combater irregularidades fronteiriças e ,em pior caso, conter a própria população, por isso tanta .50(que é mais q suficiente) e desarmamento da sociedade civil, é difícil não pensar nisso, ainda mais na atual conjuntura vide os treinamentos anti distúrbio do EB.
Nossos militares são humildes, só gostam de veículos de entrada:
Nossos CLANFs são da versão Way…
Não serão nossos garbosos e galados oficiais que estarão dentro de tais veículos, portanto um pouco de medidas de austeridade e contenção é preciso…
49? Aposto que já deve ter Clanf sendo canibalizado.
Vai fazer o que com essa porcaria quando o inimigo – que é uma potência – vier nos atacar ?!?
“Vai fazer o que com essa porcaria quando o inimigo – que é uma potência – vier nos atacar ?!?”
Deixa de falar *erda filhão!
Não sei em que fim de mundo sem internet ou planeta você estava, mas oque não faltou nesses últimos anos foram potências regionais levando bala na cabeça e tendo veículos militares sendo destruídos, e veículos militares bem mais ágeis que o Clanf…
Ser potência não significa nada meu caro, podem ter veículos no estado da arte, aeronaves e navios brilhando de novos, mas se não tiver estratégia e disciplina já era…
Basta ver os Sauditas com todo seu petróleo e dinheiro, levarem pau dos Houtis em inúmeras emboscadas…
Não é sentimento ufanista meu, mas se eu fosse escolher entre ser defendido por sauditas no estado da arte e Brasileiros, ficaria com a segunda opção…
A incapacidade das Forças Armadas Sauditas de derrotar os Houthis resultou de uma combinação entre uma estrutura de comando excessivamente centralizada, falta de experiência em guerra terrestre convencional e fraqueza tática contra uma guerrilha
A Com forças armadas historicamente estruturadas para evitar ameaças internas contra a monarquia absoluta saudita,o que fragmenta as linhas de autoridade, limita a iniciativa dos oficiais e enfraquece a confiança e o moral geral das tropas.