MBDA apresenta sistema antidrone DEFENDAIR-DEWS-L com interceptadores e laser de alta energia
A fabricante europeia de mísseis MBDA apresentou o DEFENDAIR-DEWS-L, novo sistema de defesa contra drones que combina interceptadores cinéticos com uma arma laser de alta energia para o engajamento de ameaças aéreas não tripuladas.
A plataforma reúne um lançador com capacidade para transportar 24 drones interceptadores DefendAir e um sistema laser destinado à neutralização de alvos aéreos não tripulados. A combinação busca oferecer uma resposta em camadas contra diferentes tipos de drones, permitindo o emprego de interceptadores ou energia dirigida conforme o perfil da ameaça.
Segundo as informações disponíveis, os interceptadores DefendAir têm alcance efetivo estimado entre 5 e 6 km. O sistema foi concebido para enfrentar a crescente proliferação de drones no campo de batalha, incluindo ameaças de pequeno porte, aeronaves não tripuladas de reconhecimento e plataformas de ataque.
O DEFENDAIR-DEWS-L utiliza uma arquitetura paletizada, o que permite sua instalação tanto em posições fixas quanto em configurações móveis. Essa flexibilidade facilita o emprego do sistema na proteção de bases, instalações críticas, forças em deslocamento e áreas sensíveis contra ataques de drones.
O uso combinado de interceptadores e laser de alta energia permite ao sistema oferecer diferentes opções de engajamento. Os drones interceptadores podem ser empregados contra ameaças a maior distância, enquanto o laser adiciona uma capacidade potencialmente útil contra alvos de menor custo ou ataques em maior volume, desde que dentro das condições operacionais adequadas.
Com o DEFENDAIR-DEWS-L, a MBDA busca posicionar o DefendAir dentro de uma arquitetura mais ampla de defesa antidrone, combinando interceptadores dedicados e armas de energia dirigida em uma única solução modular. O sistema representa mais um passo na evolução das defesas contra UAVs, em um cenário no qual drones de baixo custo passaram a representar ameaça significativa para tropas, infraestrutura e meios militares de alto valor.■


O segredo é …um sistema muito eficiente e que não seja caro de usar para defesa, mais do que se gasta para quem usa o drone para atacar…. é tornar o ônus da guerra maior para o inimigo …o Irã com seus drones baratos Vs os Patriot ineficiente do tio Sam super caros.
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O pulo do gato é justamente ai… o ônus da guerra tem que ser insuportável politicamente, para o outro lado…os iranianos estão certos e o Trump está errado…o esperto é o Bibi carniceiro , que encontrou um trouxa para ele usar contra os iranianos…rsrs
Primeiro proliferaram os drones e agora proliferam os sistemas anti-drones, o velho duelo entre a “flecha e o escudo” continua…
no final, a festa dos drones vai acabar. Será tipo os Mbts, continuarão sendo utilizados, porém com muitas ressalvas quando se teve a criação das armas antitanque
Acho que vejo dois próximos passos para os drones, o primero é atacar de forma autônoma em uma região pré determinada, nível escolher alvo, mas em enxame, ao mesmo tempo e de diferentes lados, e os drones precisam ter uma rede mesh própria, para atualizar e trocar informações. Isso, óbvio aumentaria o custo dos drones. O segundo passo, é o uso para transporte de carga, incluindo para áreas de risco.
Igual virus e antivirus em PC’s, no final “são só negócios”!!!
Com os sensores de detecção modernos e IA integrados, não é possível ressucitar, com sucesso, os “canhões” antiaereos para aumentar o alcance, precisão, efetividade, mantendo o custo baixo para sistemas anti drones?
Será uma guerra entre sistemas anti-drones de milhões de dólares contra drones de alguns milhares, senão, algumas vezes, de centenas de dólares apenas, que podem ser fabricados aos milhões rapidamente. O drone virou a nova bomba atômica dos pobres.
Minha escolha é um bom sensor(giraffe 1x) e os bons e velhos canhões 30/35/40mm com munição 3p, simples barato e muito eficaz.
Acorda EB! Estamos em 2026!
Mais um sistema que consegue equilibrar o combate antiaéreo no quesito custo (custo de defesa vs custo da ameaça)…não faz sentido gastar um míssil dispendioso em um drone pequeno, sem falar que é muito mais complexa a reposição de mísseis do que drones, fazendo a conta da guerra não fechar.
Obs – para ameaças de curto alcance, ainda prefiro o bom e velho canhão com munição airburst combinada com sistemas avançados de detecção e balística e também como opção de engajamento do o artilheiro convém um sistema de foguete guiado a laser.
Não são 24 drones interceptadores e sim 24 mísseis interceptadores.