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A Moog Inc. anunciou o lançamento do Vengeance™, uma nova capacidade de defesa contra sistemas aéreos não tripulados, conhecida pela sigla C-UAS. O anúncio foi divulgado em 5 de junho de 2026 pela empresa, sediada em East Aurora, no estado de Nova York.

Segundo a Moog, o Vengeance foi desenvolvido para enfrentar as ameaças aéreas modernas e em rápida evolução, especialmente aquelas representadas por drones e outros alvos de baixa altitude. O sistema se baseia no legado da companhia em soluções escaláveis de defesa aérea e complementa a plataforma Reconfigurable Integrated-weapons Platform, conhecida como RIwP®.

Projetado para oferecer agilidade, precisão e adaptação à missão, o Vengeance permite que operadores detectem, acompanhem e respondam a ameaças em ambientes operacionais dinâmicos. A empresa afirma que o sistema foi concebido para apoiar forças expedicionárias, incluindo a comunidade de Forças de Operações Especiais, diante de ameaças de baixa altitude cada vez mais sofisticadas.

O Vengeance é descrito como uma solução modular de C-UAS e engajamento de precisão, projetada para derrotar sistemas aéreos não tripulados dos Grupos 1 a 3, além de outros alvos aéreos de baixa altitude. O sistema é construído em torno da Flexible Mission Platform, ou FMP™, da Moog, e de um sistema de controle de tiro já comprovado.

De acordo com a empresa, essa arquitetura permite tomada de decisão e resposta rápidas em condições de campo de batalha em constante mudança. A capacidade é modular, independente da especialidade militar do operador e independente do armamento empregado, podendo apoiar tanto missões de defesa contra drones quanto ações de ataque de precisão.

Mike Gruver, vice-presidente sênior da Moog, afirmou que o Vengeance representa um marco significativo no compromisso da empresa de fornecer soluções de defesa adaptáveis e prontas para a missão. Segundo ele, o sistema oferece aos operadores velocidade, precisão e flexibilidade para enfrentar um cenário de ameaças cada vez mais complexo e em rápida transformação.

A Moog é uma empresa global de projeto, fabricação e integração de sistemas de controle de movimento de precisão, controles de fluidos e sistemas de controle. Seus sistemas de alto desempenho são utilizados em aeronaves militares e comerciais, satélites, veículos espaciais, lançadores, sistemas de defesa, mísseis, máquinas industriais automatizadas, equipamentos marítimos e equipamentos médicos.■


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Tomcat4.7
Tomcat4.7
1 mês atrás

Sensacional este sistema viu, parecem ser 4 foguetes guiados , 2 ATGM’s e uma metralhadora de 6 canos provavelmente 7,62mm. Imagina uma centena de Guaicuru’s/Guarani’s e M113 BR com esta torre.

Destro
Destro
Responder para  Tomcat4.7
1 mês atrás

Dever ser bom para os objetos de média altitude.
Os que vem entre as árvores, voando baixo e manobrando que são grandes número e castigam a infantaria e cavalaria sei não…a velha calibre 12 me parece mais confiável

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Destro
1 mês atrás

No Telegram tem milhares de vídeos de todo tipo de ataque de drones no teatro da Ucrânia, tem um tão sorrateiro que funciona como armadilha, fica no chão, invisível no capim, e quando soldados chegam próximo ele decola na hora e vai em sua direção, lógico que esses são de pequena carga, mas mesmo assim acho muito difícil as soluções anti-drone. Já que vc citou a espingarda, tem vídeo de soldados escapando de diversas maneiras, inclusive arremessando o fuzil no drone.

Tomcat4.7
Tomcat4.7
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
1 mês atrás

Ver aqueles vídeos com vários ataques pessoais de drones é angustiante, até quando se vê soldados sobre blindados atirando em drones se percebe a dificuldade q é acertar aquela carniça, pior ainda estando pertinho e mirando vc (em pensar que tem um fdp manobrando igual videogame pra te acertar).

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  Tomcat4.7
1 mês atrás

Sensacional é…mas acho que ficaria pesado para o Guaicurus perdendo mobilidade e não teria muito espaço para levar uma ou mais recargas de munições e o conforto para tripulação é importante….lembre-se, seria uma unidade de tiro e sensores tudo na mesma viatura.
Acho que a questão da viatura ser pequena era importante na época da segunda guerra, hoje das assinaturas que denunciam a viatura o tamanho dela é uma das que menos importam devido a existência optrônicos avançados e combinados com algoritmos que literalmente varrem o terreno em busca de padrões para lockar um alvo.