FIM-92K Stinger Block I

O Departamento de Estado dos Estados Unidos aprovou uma possível Venda Militar Estrangeira ao governo do Brasil para a aquisição de mísseis FIM-92K Stinger Block I e equipamentos relacionados. A notificação ao Congresso foi divulgada em 11 de junho de 2026 pelo Bureau de Assuntos Político-Militares.

O valor estimado da operação é de US$ 330 milhões. O pedido brasileiro inclui 100 mísseis FIM-92K Stinger Block I, além de equipamentos e serviços associados.

Entre os itens não classificados como equipamentos principais de defesa estão gripstocks, assistência de engenharia, serviços de apoio à integração, suporte técnico, logístico e de engenharia do governo dos Estados Unidos e de contratados, além de outros elementos relacionados ao apoio logístico e ao programa.

Segundo o comunicado norte-americano, a venda proposta permitirá ao Brasil assumir maior responsabilidade por sua segurança territorial e por operações contra o narcoterrorismo dentro de suas fronteiras e em sua esfera regional.

O Departamento de Estado afirma que a aquisição melhorará a capacidade brasileira de enfrentar ameaças atuais e futuras, ao ampliar sua defesa aérea com os mísseis FIM-92K Stinger Block I. A notificação também destaca que a compra apoia os esforços de modernização da defesa do Brasil, voltados a reforçar a proteção do espaço aéreo sul-americano contra operações ilícitas de tráfico.

 

Ainda de acordo com o documento, o Brasil não terá dificuldade para incorporar os equipamentos e serviços às suas Forças Armadas.

A venda proposta, segundo Washington, não alterará o equilíbrio militar básico na região. Os principais contratados serão a RTX Corporation, sediada em Arlington, Virgínia, e a Lockheed Martin, localizada em Syracuse, Nova York.

O governo dos Estados Unidos informou ainda que, neste momento, não tem conhecimento de qualquer acordo de compensação industrial relacionado à potencial venda. Caso exista, qualquer acordo de offset será definido em negociações entre o comprador e os contratados.

A implementação da venda proposta não exigirá o envio de representantes adicionais do governo dos Estados Unidos ou de contratados ao Brasil. O documento também afirma que a operação não terá impacto adverso na prontidão de defesa norte-americana.■


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Colombelli
Colombelli
1 mês atrás

Que facada. Tem alternativas turcas e polonesas que devem ser bem mais baratas e tão boas quanto.

Última edição 1 mês atrás por Colombelli
Henrique A
Henrique A
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

O FMS pode ter condições de pagamento mais favoráveis do que das outras opções.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Henrique A
19 dias atrás

A 3 milhoes o missil? Duvido. Melhoram as condições e quebram as pernas no preço. 3 milhoes é preço quase de um meteor.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

Caro Colombelli li em algum lugar que os Iglas adquiridos pelo EB tinham uma taxa de acerto muito baixa….procede?

Colombelli
Colombelli
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
19 dias atrás

Sim procede mas era em alvos de treino. Mas o missil polones baseado nele é bem melhor.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

Tudo isso para conseguir abater 100 drones. Todos os dias Rússia e Ucrânia trocam mais de 400.

Fontanella
Fontanella
Responder para  Palpiteiro
1 mês atrás

Essa nao é a função do stinger. Ele seria usado pra abater alvos como mísseis de cruzeiro e caças, drones são abatidos com armas leves e guerra eletrônica, sendo raramente utilizado MANPADS ou baterias de misseis AA para abate-los. Não entendo esse pessoal que toda compra do exercito grita “e os drones ein”, como se eles tornassem todas as outras armas obsoletas.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Fontanella
29 dias atrás

As táticas mudaram, precisa se atualizar. Drones só irão aumentar e esse pessoal vai gritar cada vez mais alto. Se acostume.

Fontanella
Fontanella
Responder para  Palpiteiro
29 dias atrás

Com certeza as táticas mudaram, mas a supressão de ataque de drones é algo que não sera realizado através de MANPADS (a não ser em caso extremos, é claro) e criticar o exército pela aquisição deles utilizando esse argumento é algo equivocado.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Fontanella
28 dias atrás

Hoje aonde está ocorrendo confritos o pessoal está comprando manpads ou drones?

André E.
André E.
Responder para  Fontanella
29 dias atrás

E os drones, hein?

SO Pereira
SO Pereira
Responder para  André E.
29 dias atrás

hahahahahahahahaha

Jodreski
Jodreski
Responder para  Fontanella
26 dias atrás

Concordo! Mas qual outra alternativa um soldado do EB tem para abater um drone? Só se for calibre 12 atirando para cima! Até agora não vi nenhuma das 3 forças adquirindo meios de abater drones. Comemore que não somos nós que estamos travando uma guerra contra a Ucrânia, pq se fosse nossos Gripen, Tamandarés, S-BR, Guaranis e Astros seriam destruídos no primeiro dia por drones de U$$ 50.000,00 e no máximo só poderíamos torcer para eles errarem os alvos.

Jodreski
Jodreski
Responder para  Fontanella
26 dias atrás

Esse tipo de defesa aérea só serve para abater caças voando baixo e helicópteros E Drones (de ataque ao solo que são maiores).
Até mesmo os Russos já aprenderam que voar baixo é arriscado demais (e olha que eles precisaram perder mais de 30 Su-34 para aprender a lição – pensa num povo teimoso), E atualmente até os drones tem sido mais efetivos contra helis do que manpads.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Fontanella
19 dias atrás

Prezado. O ataque ucraniano esta semana mostrou varios drones sendo abatidos por misseis. A gente usa o que tem à mão. Um missil de 300.000 pra abater um drone de 3000 mas que pode causar um dano de 300.000.000. Vale tudo. A questao é que misseis tem produçao limitada. Guerra eletrônica nao funciona contra fibra ótica ( tem bobinas de 800 km de cabo). E armas AA de tubo sao muito ineficazes.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Palpiteiro
28 dias atrás

Se a taxa de acerto for 50% em cada disparo em conflito, então deve dar pra uns dois dias de guerra…. lamentável mesmo, primeiro que não se deve comprar armas de quem nos ameaça e possivelmente nos atacará um dia, segundo pq é uma quantidade irrisória e serve apenas pra matar um possível desenvolvimento de um nacional.

Colombelli
Colombelli
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
19 dias atrás

Depende contra quem tu luta. No cenario da AL 100 misseis nao é irrisório. O problema é o preço. Está ” uma barica ( sic) de sal” este preço ( o quatrilho)

João
João
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

O mais interessante nessa aprovação é q fica evidente q os EUA nunca pretenderam invadir o Brasil pra pegar narcoguerrilheiros…
Eles venderiam MANPAD ótimos pra abater helicópteros e aeronaves de ApAerAprox se tivessem intenção de realizar ações nas nossas fronteiras?
Duvido… já teriam secado essa fonte do FMS há tempos.

Raphael
Raphael
Responder para  João
1 mês atrás

Se eles descobrirem um jeito de vender armas direto para as facções criminosas, as armas serão vendidas…vender, vender, vender….

Luciano
Luciano
Responder para  Raphael
29 dias atrás

Eles já vendem indiretamente. Boa parte das armas usadas pelas facções são de origem norte-americana! Aliás, décadas atrás, quando a bandidagem “acordou” para o uso de fuzis, o AR-15 era um dos sinônimos de fuzil!

João
João
Responder para  Luciano
29 dias atrás

Os AR-15 vinham muito de compras no Paraguai.

As armas americanas, assim como chinesas e russas, normalmente são fruto da transação armas x drogas.

O terrorismo transnacional dá armas e recebe drogas, pra mantê-lo.

A origem das armas vem da troca de armas usadas por novas, normalmente, de exércitos e polícias, e aí desvia-se as velhas…. mas muito também vem do apoio das potências às organizações terroristas.

E aí, q se tem as mais novas.

O caminho de armas são “diretamente” das potências para as organizações terroristas apoiadas, ou a corrupção de exércitos e polícias de países, na maior parte, africanos e asiáticos, mas também alguns americanos.

JHF
JHF
Responder para  João
1 mês atrás

O Stinger bloco I tem jamming manjado pelos vetores mais modernos. Serve mesmo contra aviões em fuga, ameaças de baixa intensidade, a maioria dos copteros e alguns mísseis de cruzeiro.

João
João
Responder para  JHF
26 dias atrás

Pontos-chave da análise técnica e financeira:

O FIM-92K não é um míssil novo em termos de projeto, mas é a versão mais moderna operacionalmente disponível da família Stinger, resultado de sucessivas atualizações.
Trata-se de um sistema ainda amplamente empregado pelos EUA e aliados, embora os norte-americanos já desenvolvam seu sucessor, o NGSRI.
Os contratos FMS incluem muito mais do que os mísseis: suporte logístico, treinamento, engenharia, contêineres, baterias de refrigeração, integração e assistência técnica. Por isso, o valor total divulgado não representa o custo unitário do armamento.
A fabricação e o suporte industrial do Stinger permanecem sob responsabilidade da RTX (Raytheon)⁠ e da Lockheed Martin⁠ no âmbito do programa norte-americano de produção e sustentação.

José Gregório
José Gregório
Responder para  João
1 mês atrás

A narrativa de invadir o Brasil vem de pessoas que estão juntas com os narcoterroristas, são parceiros, simples assim.

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  José Gregório
27 dias atrás

posta a prova aí, irmão

João
João
Responder para  Mauro Oliveira
26 dias atrás

CPX

Colombelli
Colombelli
Responder para  João
19 dias atrás

Prezafo. Nem com 500 misseis teriamos condições de impedir drones deles de operarem aqui. É muita area. Radar tem limitação de cota/ distância e nas fronteiras da de agir antes que os A29 ou defesa AA cheguem. A venda nao muda nada.
Eles nao vao agir aqui porque nao vale a pena. Nem contra os cartéis mexicanos estao fazendo muita coisa de concreto.
A ” guerra as drogas “é uma balela que vem desde o governo Nixon. Em 2002 morriam 2000 norteamericanos de overdose por ano. Hoje está batento em 80.000. É enxugar gêlo

Peter Nine Nine
Peter Nine Nine
Responder para  Colombelli
1 mês atrás

Facada porque?

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Responder para  Peter Nine Nine
29 dias atrás

Caríssimo

Cristiano GR
Cristiano GR
Responder para  Peter Nine Nine
27 dias atrás

3,3 milhões cada missilzinho com lançador não é nem de longe uma pechincha.

Última edição 27 dias atrás por Cristiano GR
Colombelli
Colombelli
Responder para  Peter Nine Nine
19 dias atrás

Preço. Isso é mais da metade do preço de um meteor. O triplo do pago em outros contratos do mesmo sistema. 30% a mais do que recentemente foi pago pelo mistral 3. Sistemas turcos ou polonoses devem sair por menos de 1/ 6 disso.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Colombelli
28 dias atrás

Isso é uma vergonha, e o governo não se impõe em nada… lamentável.

João
João
Responder para  Colombelli
26 dias atrás

Pontos-chave da análise técnica e financeira:

O FIM-92K não é um míssil novo em termos de projeto, mas é a versão mais moderna operacionalmente disponível da família Stinger, resultado de sucessivas atualizações.
Trata-se de um sistema ainda amplamente empregado pelos EUA e aliados, embora os norte-americanos já desenvolvam seu sucessor, o NGSRI.
Os contratos FMS incluem muito mais do que os mísseis: suporte logístico, treinamento, engenharia, contêineres, baterias de refrigeração, integração e assistência técnica. Por isso, o valor total divulgado não representa o custo unitário do armamento.
A fabricação e o suporte industrial do Stinger permanecem sob responsabilidade da RTX (Raytheon)⁠ e da Lockheed Martin⁠ no âmbito do programa norte-americano de produção e sustentação.

Colombelli
Colombelli
Responder para  João
19 dias atrás

O missil mao é ruim. Problema é o preço. Os outros tambem tem pacotes agregados e sao bem mais baratos. Alias, toda venda de armas tem pacotes envolvidos.

Felipe
Felipe
1 mês atrás

Quantos lançadores? Pelo visto estarão vindo para substituir os russos IGLA.

Peter Nine Nine
Peter Nine Nine
Responder para  Felipe
1 mês atrás

O Brasil comprou IGLAS? Credo, que alinhamentos.

Heli
Heli
Responder para  Peter Nine Nine
29 dias atrás

Russos e chineses são povos malvados. Por isso temos que comprar apenas dos USA. Eles defendem a liberdade pelo mundo.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Heli
19 dias atrás

Chineses nao confiaveis. Inclusive desconheço vendas de manoads deles. Ja os russos agora nao devem ter muita condição de vender. Mas tem alternativas. Os turcos e poloneses sao exemplos.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Peter Nine Nine
29 dias atrás

Sim, comprou várias dezenas há muitos anos.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Felipe
19 dias atrás

O igla tem menos de 100 operando. Algo em torno de 90 ou pouco mais. Estao no fim da vida util. Depois ainda funcionam mas perdem desempenho e confiabilidade

Wellington
Wellington
1 mês atrás

Galera reclamando do valor, como se realmente o Brasil fosse adquirir, esquece !

Com o tanto de cortes que ocorrem nas forças, é manter o que tem e progredir nos projetos atuais.

Henrique A
Henrique A
1 mês atrás

Eu não estou entendendo esse movimento do EB de atirar pra todos os lados. Nós já tínhamos os RBS 70 que atuam na mesma categoria, faria mais sentido comprar mais do mesmo para padronizar a frota.

A mesma coisa com os ATGM; vários modelos que mais ou menos fazem a mesma coisa.

Última edição 1 mês atrás por Henrique A
Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  Henrique A
1 mês atrás

Me corrijam os entendedores, mas o sistema de orientação é diferente …o stinger é um fire and forget enquanto o RBS70 é teleassistido e precisa de muito mais treinamento para aprender a usar, o RBS70 não vem pronto para uso e precisa montar a estação para operar o que muitos questionam se de fato ele se enquadra como um manpad….ou seja…stinger, igla e piorum são sistemas que qualquer unidade que não são de artilharia antiaerea (com pouca instrução) tem capacidade de operar, o rbs70 não garante isso.
Agora reflita um pouco…na guerra uniao sovietica e afeganistao, se tivesse enviado o RBS70 ao invés de stinger você acredita que aqueles combatentes afegãos que vinham de tribos com pouca capacidade técnica teriam condições de abater os hind soviéticos? É de se pensar.

Última edição 1 mês atrás por Rafaelvbv
André Luiz Corrêa
André Luiz Corrêa
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

Amigo, embora a sua defesa técnica sobre o assunto seja interessante, ela não justificaria adquirir nenhum equipamento desse tipo dos EUA. Há outras opções boas no mercado, inclusive mais baratas e com alguma possibilidade de integração futura de tecnologia – coisa que nunca há com equipamentos dos EUA. É sabujice da alta cúpula de nossas FAs mesmo que não se contém.

João
João
Responder para  André Luiz Corrêa
1 mês atrás

Esse mi mi mi não cola

Os meios americanos são ótimos, fáceis de pagar por FMS, eles dão ótima assistência e treinamento inicial e não metem a mão pra vender novos lotes, ou seja, é coerente a nova venda mais tarde.

Felipe
Felipe
Responder para  João
1 mês atrás

Único problema quando envolve tecnologia, mas tirando isso são os melhores fornecedores de armas.

André Luiz Corrêa
André Luiz Corrêa
Responder para  João
1 mês atrás

Mi-mi-mi é resposta fácil. Não tem que ser um análise baseada somente no desempenho técnico do equipamento – embora isso seja, evidentemente, muito importante. E é claro que eles dão boa assistência. A estratégia de dificultar a adaptação/nacionalização de qualquer parafuso permite que se estabeleça um ótimo mercado de prestação de serviços em manutenção. Além disso, qualquer fornecedor de equipamentos novos dá treinamento inicial.

João
João
Responder para  André Luiz Corrêa
29 dias atrás

Não, não dá. Está no preço.
Vc pode adquirir um material novo, é um outro aliado q já o utilize, dar o treinamento.

É simplório dizer que “que é importante” etc

O fator é: material americano, sueco (até agora) e inglês, normalmente além disso tudo, tem um futuro contrato de manutenção e novas aquisições coerentes.

Israelenses, nem sempre. Mas geralmente.

Esses todos cumprem na risca o contratado, q não é importante, é fundamental.

França… vende bem agora, depois lhe tira as córneas e os rins na renovação do contrato…

Chinês, ainda não há confiança do material, pelo emprego e nos testes. Além de não se saber como cumprirão o contrato. Não há histórico, dentre outras coisas.

Russo…. uma bagunça…

Só como exemplo, de como não é simples.

Alex Tiago
Responder para  André Luiz Corrêa
29 dias atrás

Além do mais esses mísseis estão mais caros que os Emads com maior alcance. Um míssil stinger normalmente custa 10% desse valor.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

lendo aqui eu escrevi errado “teleassistido”, mas na verdade o termo correto é “telecomandado”

RDX
RDX
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

O RBS-70 nem devia ser chamado de manpads. É um trambolho com quase 90 kg que necessita de uma guarnição de 3 homens para disparar 1 míssil. Para cada míssil adicional é necessário outro soldado para transportá-lo. Na prática é um sistema estático que necessita de uma viatura para deslocamento entre posições. Além disso, o atirador precisa de treinamento especializado. Se ele baixar em combate dificilmente outro soldado opera o sistema com eficiência. Enfim, é um sistema questionável porque não tem a mobilidade de um genuíno MANPADS nem o alcance de um SHORAD rebocado ou AP.

Bosco
Bosco
Responder para  RDX
29 dias atrás

RDX,
A designação correta de um sistema como o RBS-70 é “crewpads”

Bjj
Bjj
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

O RBS 70, na versão NG, possui autotracking, de modo que basta o operador manter o sistema apontado para a direção geral do alvo que o direcionamento efetivo do missil é feito de forma automática, então a necessidade de treinamento não é tão grande assim se comparado a outros Manpads. O problema maior é que ele é mais pesado, precisa de um pedestal, o que o coloca na categoria de crewpad. Para operar em certos contextos, como regiões de selva, fica mais complicado que um sistema mais leve.

Por outro lado tem a vantagem de ser imune a interferência, possuir visão noturna já integrada, mostrar no visor do operador informações de direção e altitude dos alvos recebidas de radares externos, permitir o engajamento de alvos de superfície e ter melhor desempenho contra alvos de baixa emissão de calor, como drones.

Vejo o RBS 70 NG como mais capaz no geral, e um Manpad IR como complemento para contextos/ambientes mais específicos, mas concordo com os questionamentos sobre a aquisição de um sistema americano no momento atual.

Peter Nine Nine
Peter Nine Nine
Responder para  Bjj
1 mês atrás

O RBS 70 é uma espécie de sistema móvel para a complementação de uma área fixa que se possa mover. O Stinger é verdadeiramente móvel e verdadeiramente um manpad. Não são verdadeiramente comparáveis, mas complementam-se.

Luciano
Luciano
Responder para  Peter Nine Nine
29 dias atrás

Bingo! É essa a ideia! Parabéns!

Brunox
Brunox
Responder para  Henrique A
1 mês atrás

Esses são mais portáteis que os RBS que, além de precisar de pelo menos 2 ou 3 soldados para ser operados, ainda necessitam ficar estáticos em um local. Os MANPADS podem ser operados apenas por um soldado e ser disparado de imediato após travar no alvo, sem precisar montar e desmontar.

Um é mais para defesas de locais estratégicos e o outro é mais versátil podendo até ser operado por paraquedistas ou tropas embarcadas em blindados, oferecendo uma defesa contra aeronaves voando em baixa altitude, helicópteros e drones.

Henrique A
Henrique A
Responder para  Brunox
1 mês atrás

Eu sei que o Stinger tem certas vantagens e características mais convenientes que o RBS 70 mas ainda assim padronização é um multiplicador de força.

Brunox
Brunox
Responder para  Henrique A
1 mês atrás

Cada caso um caso. É igual armas anti carro. Ter lançadores TOW é legal? Sim, mas operá-los em um teatro de combate intenso em que a agilidade e versatilidade consta, que garantirá alguma vantagem.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Henrique A
19 dias atrás

Tipos de guiagem e desempenhos diferentes. Isso vale pros misseis AA e pros atgm tb

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

Pelo que me lembro o EB treina tiro embarcado e tambem está previsto marcha da equipe levando o meio completo + recarga divididas em pacotes, o rbs-70 por exemplo tem isso…ele desmonta em várias partes….alguém sabe o Stinger desmonta? Pois acho que 14.3kg é muito pesado para um operador levar no lombo.

Brunox
Brunox
1 mês atrás

Imagino a SIATT vendo isto…

Entendo que com o fim da Mectron o projeto anterior tenha ficado em standby pelo exército, mas nem por isto deveriam ter abandonado. Era só ter falado com a SIATT e mostrado interesse em adquirir e investido.

A falta de visão e noções estratégicas desses caras chega a revoltar.

Henrique A
Henrique A
Responder para  Brunox
1 mês atrás

Me fala como você cria uma linha de produção viável para produzir alguns poucos modelos.

Se o Colombelli achou caro um produto que tem linha de produção operando há décadas com seu custo diluído em milhares imagina criar um produto do zero e diluir todos os custos de R&D e fabricação num pequeno lote.

Última edição 1 mês atrás por Henrique A
Brunox
Brunox
Responder para  Henrique A
1 mês atrás

É, investir para não vender complica, mas ai seria mais a mentalidade do nosso exército do que realmente se devemos ou não ter capacidade e produção própria ( sim, devemos ter ). Entretanto, ainda haveria mercado para as mesmas fora do Brasil. Pelo menos acredito eu.

Paulo
Paulo
Responder para  Brunox
1 mês atrás

A SIATT está fornecendo o Max 1.2 AC para o EB. Vai fornecer os Mansup / Mansup ER para a MB. Segundo o CEO da EDGE, a SIATT terá capacidade de produzir cerca de 8 Mansups por mês nas instalações de Caçapava/SP. Sabe- se que a SIATT desenvoveu um seeker para um Manpad, mas hoje a empresa está se concentrando no desenvolvimento do missil MAX 1.3 e 1.4 AC, incluindo versões ar – solo. Mesma coisa para a familia Mansup, que incluirá versões de cruzeiro e ar – superficie. Já é bastante coisa. A fábrica de Caçapava é muito grande, e comporta ampliações maiores. Segundo o Roberto Caiafa, que visitou a empresa recentemente, suas instalações de carregamento de combustível sólido permitem produzir misseis balísticos de médio alcance. Caiafa viu um projeto de desse missil na SIATT. Então, o EB não teria agora, condições de solicitar à SIATT / EDGE um novo desenvolvimento de um Manpad. É coisa para o futuro.
Pelo que se sabe o EB está focado hoje em misseis balísticos para complementar seu portfólio do Astros / Fogos, e trabalha com a Avibras Aeroco para isto.

J L
J L
Responder para  Paulo
1 mês atrás

Muito boa explicação. Concordo, no meu ponto de vista, está coerente o foco de desenvolvimento e de fabricação do que é mais necessário e viável no momento.

João
João
Responder para  Paulo
29 dias atrás

Exatamente isso

“Uma coisa de cada vez.”

Graças a Deus, não temos inimigos as portas, então podemos ponderar.

O único problema real nosso é a imprevisibilidade de recursos.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Henrique A
19 dias atrás

De fato. Vai mais de dez anos hoje pra conseguirmos um missil operativo nacional e pode por uns 200 milhoes de dolares pra desembolver. Deveriamos ter feito isso há quase 2 decadas quando surgiu ideia. Teria sido estrategico um meio AA nacional ainda que limitado . Mesmo a alto custo. Hoje fica muito dificil conceber a nacionalizaçao total.

Nativo
Nativo
Responder para  Brunox
1 mês atrás

“A falta de visão e noções estratégicas desses caras chega a revoltar” não. estrague o seu humor. Desde que soube dos TOTs que dão em nada, essas coisas por aqui são previsíveis.

João
João
Responder para  Nativo
29 dias atrás

Vc acha q não dá em nada….

Mauricio R.
Responder para  Brunox
29 dias atrás

Outro MAX? Não obrigado!
Como se fosse obrigação adquirir algo obsoleto ou pior, anacrônico somente pra agradar uma empresa estratégica de defesa?
Desde qndo a SIATT tem condições de fabricar algo similar ao Stinger, em seu estado atual?
Esse modelo tem que ser mudado, a BID tem que ser exposta a concorrência e não ser protegida dela.
Tem que acabar com isso de adquirir ToT, pra empresa privada se servir e usar.
Se a BID não tem capacidade e ou competência pra fazer, compra-se de prateleira.
Tem que criar um incomodo, tirar da zona de conforto, fazer se mexer!

João
João
Responder para  Mauricio R.
29 dias atrás

O MAX foi feito pra época dele, e não houve necessidade de adquiri-lo.

Não foi comprado antes, para que o $$ voltado pra ele não fosse empregado em compra, mas em desenvolvimento de versões mais modernas, q é o q está ocorrendo.
Agora, q houve uma necessidade “informacional” de compra-lo, isso foi feito.

Por que informacional?
Porque não houve a menor possibilidade de uma invasão pela VLZ…

Colombelli
Colombelli
Responder para  Brunox
19 dias atrás

Nao tem projeto minimamente maduro. Demoraria anos e nao gera escala, embora eu ache que neste tipo de meio copensa o Estado subsidiar uma pequena linha permanente de produção

Hamom
Hamom
1 mês atrás

Por este preço só vale se for usado contra helicópteros ou drones e aeronaves de alto valor, contra drones baratos seria um desperdício.
E atualmente, seu alcance de 4.500 m é bastante limitado.

Só para comparar, quantos deste versátil míssil abaixo, o Iran produziria com US$ 330 milhões? Talvez uns 3 mil…?
comment image
Detalhe: Se por exemplo, for lançado de um terreno com altitude de 2.000 m sobre o nível do mar (comum no Iran), pode atingir alvos em até 10.500 de altitude sobre o nível do mar.

Última edição 1 mês atrás por Hamom
Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  Hamom
1 mês atrás

Arrisco me dizer que esses “drones baratos” que mencionou não oferecem assinatura térmica suficiente para um míssil desses lockar, não é uma turbina gigante gritando laranja e vermelho no céu é um pequeno ponto que no máximo chega a cor roxa (talvez amarelo) de um maldito motor 2 tempos de moto estilo Yamaha DT ou um motor elétrico muito pequeno e eles ainda colocam protetores térmicos, algo muito difícil de abater e até de detectar….atirar um desse é perder o míssil.

Hamom
Hamom
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

Pois é, queimando dinheiro…

Santamariense
Santamariense
Responder para  Hamom
1 mês atrás

O Singer não serve somente contra drones, inclusive quando ele foi criado, nem existiam drones no campo de batalha.

Hamom
Hamom
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Claro, sei disto, por isto mesmo escrevi: “…só vale (o Stinger) se for usado contra helicópteros ou drones e aeronaves de *alto valor”

*por “alto valor”, quero dizer pelo menos o valor do míssil, que neste caso com o pacote todo, está em US$ 3,3 milhões por míssil disparado. (Preço absurdo por sinal…)

-Custo apenas do míssil: ~US$ 136.000 (segundo estimativas na internet)

-Custo total do pacote Brasil (100 unidades + suporte): US$ 330 milhões (aprox.  US$ 3,3 milhões por unidade no contexto do pacote completo).

Última edição 1 mês atrás por Hamom
Felipe
Felipe
Responder para  Hamom
1 mês atrás

Este custo não é só para os mísseis, também lançadores, ferramentas, simuladores e treinamento.

João
João
Responder para  Hamom
29 dias atrás

Não se avalia o custo…. Se avalia o q foi protegido.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Santamariense
29 dias atrás

Stinger**

João
João
Responder para  Hamom
29 dias atrás

Não entendo o queimando dinheiro….

Vc realmente acha q se ganha guerra só lançando drone?

J L
J L
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

É não tem jeito, hoje em dia com a diversidade de fabricantes e com a variedade de equipamentos, acho que sempre haverá um drone de custo mais barato do que o equipamento (foguete/míssil ) para abate-lo. Exceto se for um canhão automático estilo Gepard que o custo da munição talvez seja menos oneroso do que um míssil. Opinião apenas, desculpem se estiver errado.

João
João
Responder para  J L
29 dias atrás

A munição do Gepard foi barata, pq está velha.
Uma munição de canhão 20mm AAer chega a ser de 50 a 300 dólares, dependendo do tipo.
Quando a são disparados pra abater um alvo?

Um canhão de 4500 t/min da 75 por segundo…
Uma objetivo compensador é protegido por 4 a 6 canhões….
Multiplica e 1 seg já gastou uma cassetada,

O valor de interesse é do objetivo protegido.

João
João
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
29 dias atrás

Eu concordo.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
19 dias atrás

Pior é que é mesmo motor da dt. Logo vai ter drone fazendo grau😂
Falando serio, os alvos usados aqui pra treino tem que por um fonte termica especifica pra atrair o igla. E as vezes falha. So drones maiores e contra fundo frio tem melhor chance.

Felipe
Felipe
Responder para  Hamom
1 mês atrás

Ele vai complementar o RBS70 no lugar do Igla

João
João
Responder para  Hamom
29 dias atrás

Não se mede o valor da ameaça pela a contra ameaça pra saber se foi desperdício.
Se mede o valor do q é protegido.

Colombelli
Colombelli
Responder para  João
19 dias atrás

A questao é que tem meios bem mais baratos contra drones. Foguetes 70mm guiados, helicopteros artilhados, drones de interceptação, canhoes ( pusemos 60 nossos fora).
Um ataque com 100 drones caros da o preço de um missil a 3 milhoes. Tem que adequar custo beneficio senão nao se dura mais que horas em ação.

André Luiz Corrêa
André Luiz Corrêa
1 mês atrás

É sério que os milicos ao invés de diminuírem a dependência dos EUA, vão aumentá-la?!… E os RBS-70? Pelo jeito, o alcance é o mesmo. Se for para substituir o Igla, deveria ser o sistem RBS-70… O Mistral também é lançado de manpad. O Mistral 3 vai a 9 km. Já deve ser o primeiro efeito dessa conversa fiada de designar facções de tráfico de drogas como terroristas -aliás, o próprio texto diz isso-, aí a pressão dos EUA de um lado e a sabujice das dúzias de entreguistas que há nas FAs de outro lado logo se manifestam.

Última edição 1 mês atrás por André Luiz Corrêa
Felipe
Felipe
Responder para  André Luiz Corrêa
1 mês atrás

exato, tem boi na linha…tem um pessoal que tem conchavo e adora pagar extremamente caro (superfaturado?) pra comprar itens meia boca ou meia vida dos EUA. Não faz sentido essa compra. Deveria pelo menos ter licitação e incluir outros players ou ate estudar alternativa com desenvolvimento nacional (se não me engano, Siatt ou Mectron tinha algum desenvolvimento nisso). E como já temos o RBS-70, acho que é melhor continuar nessa linha ou até adquirir o sistema móvel MSHORAD da Saab que é baseado no mesmo sistema e pode ser montado no Guaicuru,

Última edição 1 mês atrás por Felipe
Felipe
Felipe
Responder para  Felipe
26 dias atrás

Tem nada de meia boca ou meia vida nestes mísseis ou nos 12 Black Hawk novos que o Brasil comprou. Aliás os EUA malvados doaram centenas de blindados para o Brasil poucos anos atrás , pegamos , revitalizamos e até modernizados uma parte. Como são malvados .

Felipe
Felipe
Responder para  André Luiz Corrêa
1 mês atrás

RBS70 mk.2 tem alcance de 7km , a versão NG que compramos um lote pequeno chega a 8km-9km, altitude cerca de 5.000 ou mais. Este míssel é pra substituir o IGLA , não o RBS70.

h.saito
h.saito
Responder para  André Luiz Corrêa
15 dias atrás

O pessoal está esquecendo que o comércio de armas russos estão sob embargo no ocidente.

Adilson
Adilson
1 mês atrás

Pronto, agora os engenheiros brasileiros farão engenharia reversa nesses lançadores individual e farão seus próprios sistemas e ainda mais melhores.

Igor
Igor
Responder para  Adilson
1 mês atrás

Se fizessem igual já seria excelente!

Emmanuel
Emmanuel
1 mês atrás

Vão trazer 20 com sorte, ou, os 100 em 10 anos. Não tem mais recursos para nada.

RodriguesAR
RodriguesAR
1 mês atrás

O Brasil teria codições de desenvolver um sistema nacional?

Henrique A
Henrique A
Responder para  RodriguesAR
1 mês atrás

R&D leva anos e é caríssimo; experiência e know how não se compra; sem uma grande encomenda o custo de R&D e de custo de produção é diluído em poucos produtos acabando cada um custando uma fortuna que acaba muito mais caro que seus concorrentes.

É uma coisa que não tem viabilidade se não tiver muita grana disponível.

RDX
RDX
1 mês atrás

Compra maluca. Completamente sem sentido.
Existem opções mais adequadas e baratas.
O EB já tinha enviado uma comissão para conhecer o Piorun (o IGLA polonês)…e se o problema é medo de sanção, a Índia fabrica o IGLA-S.
Lembrando que os EUA estavam com dificuldades para suprir a Ucrânia e repor os próprios estoques. O problema só piorou com o conflito no Golfo. Lembrando também que alguns aliados sob ataque iraniano operam o Stinger.
Pior do que esperar anos para receber um punhado de lançadores é perder 30 anos de expertise na operação do IGLA.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  RDX
1 mês atrás

Acredito que existiam opções mais em conta, mas acho que forçou a barra no “perder de 30 anos de expertise na operação do Igla”.
Um míssil da mesma categoria funciona mais ou menos da mesma forma. E mesmo que funcionasse de forma completamente diferente, de tempos em tempos, nossas Forças Armadas precisam evoluir e substituir equipamentos.
Extrapole seu argumento para outras armas: “perder 40 anos de expertise na operação do Urutu ao trocá-lo pelo Guarani”.
“perder 50 anos de expertise na operação do Cascavel ao trocá-lo pelo Centauros”.
“perder 50 anos de expertise na operação do FAL ao trocá-lo pelo IA2.”
Tem F-5 e Gripen, Niterói e Tamandaré, etc.

João
João
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Se estão comprando o Stinger, é pq é a melhor opção de compra no momento.
Quem negocia não quer o TCU em sua cola.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  João
1 mês atrás

Sem licitação não é possível afirmar que o Stinger é a melhor opção.
Se o TCU colocasse medo em corrupto não haveria tanta corrupção no Brasil.

João
João
Responder para  Rafael Oliveira
29 dias atrás

De forma interessante, nas FFAA são bastante detalhistas, mesmo não tendo licitação.

A compra do Guarani diferiu em 1% os custos pra 30 anos de compra, emprego e desfazimento, do q eles entendem.
Nós usamos a NEGAPEB. Eles usaram a metodologia da OTAN.

Houve enorme averiguação por conta disso.

RDX
RDX
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

A diferença é que o IGLA-S está longe de ser um sistema obsoleto, pelo contrário.
Estamos pagando pelo menos 3x por um congênere.

Henrique A
Henrique A
Responder para  RDX
1 mês atrás

Os indianos tem FMS? Eles estão no nosso continente? Armamentos não são adquiridos apenas pela sua qualidade mas também por questões financeiras e geopolíticas.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  RDX
1 mês atrás

Sim o igla já é obsoleto….a propria Rússia informou isso quando lançou o novo manpad VERBA, novo manpad de 4 geração.

RDX
RDX
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

“O microprocessador reprogramável do Stinger original tornou-se obsoleto em 2023, e uma extensão de vida útil manterá o Block I em serviço até 2030. Com o arsenal diminuindo devido à obsolescência, em 10 de novembro de 2020, o Exército dos EUA emitiu uma solicitação de informações para um MANPADS substituto. ”

Citação na página do Stinger no Wikipedia.

Felipe
Felipe
Responder para  RDX
1 mês atrás

Não são só os mísseis neste pacote !

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  RDX
1 mês atrás

Piorum não é um igla Russo, é um projeto baseado no igla e muito aperfeiçoamento desde então….o único problema que vejo em adquiri-lo seria a alta demanda.
Parece que a Ucrânia e a própria Polônia tem encomendas enormes e dificilmente seríamos priorizados nessa questão, precisamos substituir os iglas para ontem….eu chuto dizer que aquele que tiver melhor capacidade fabril leva essa.

RDX
RDX
Responder para  RDX
1 mês atrás

Exército Indiano Aprimora Capacidades de Defesa Aérea com Sistemas Igla-S Produzidos Localmente

Lembrando que a Rússia já ofereceu ao Brasil a produção sob licença do Igla-S.

J L
J L
Responder para  RDX
1 mês atrás

Seria um caso a se pensar, e que pudéssemos inclusive fazer alterações de acordo com nossas necessidade. Fabricantes certamente temos vários disponíveis aqui. A Siatt, a Avibrás e também a Mac Jee.

Mauricio R.
Responder para  J L
29 dias atrás

Quais manpads essas empresas projetaram, fizeram funcionar e vendem regularmente no mercado?
Nenhum.

Mauricio R.
Responder para  RDX
28 dias atrás

Como se hoje, com o atoleiro ucraniano no estado que está, eles pudessem faze-lo.

J L
J L
Responder para  RDX
1 mês atrás

É realmente tem essa questão dos anos de treinamento, e expertise do equipamento. É um fato à se pensar. Se realmente a Índia fabrica e “funciona” não teríamos o problema que normalmente se questiona nas vendas de material russo, o constância na assistência técnica e manutenção.

Nelson Dias
Nelson Dias
1 mês atrás

Invistam 20% desse montante em um projeto da SIATT e se surpreendam com o resultado final. Mísseis de qualidade e autonomia, garantidos.

Mauricio R.
Responder para  Nelson Dias
29 dias atrás

Não tiveram a perspicácia em antecipar a necessidade do EB, que acertadamente foi comprar algo útil aonde tem, e agora vem com esse papo furado?
De algo que está juntando pó e ferrugem, desde o fim da Mectron?
Só pode ser brincadeira.
A SIATT não merece investimento, merece isso sim 2 quentes e um fervendo no meio da fuça, pra aprender a ficar esperta.
Assim a MB deveria comprar mais Mistral e a FAB quem sabe o Starstreak.
Qnto a SIATT, ela pode continuar se comportando como o Jabba, vilão de Star Wars, refestelado em uma almofada assistindo a Princesa Léia dançar…
Interesseiros inúteis!

Colombelli
Colombelli
Responder para  Nelson Dias
19 dias atrás

Vai 10 anos e uns 200 milhoes pra desenvolver um missil destes.

Felipe
Felipe
1 mês atrás

bloqueia o pagamento do Gripen mas pra comprar arma superfaturada do Tio Sam, aí pode? Tem boi na linha…

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

Minha maior reclamação do texto seria nesse trecho da matéria.
“A venda proposta, segundo Washington, não alterará o equilíbrio militar básico na região”
Em outras palavras, vai comprar quantos eu quiser, vai usar da forma que eu permitir e isso na minha opinião é um claro desrespeito a soberania de qualquer país…paises Europeus também fazem o mesmo, agora Israel , Coreia do Sul e Turquia não tem isso.

Felipe
Felipe
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

Os armamentos são deles , eles vendem na quantidade que quiserem . Cada um.

Diogo de Araujo
1 mês atrás

Se não comprar não tem paz né? Esse equipamento é brabo, funciona mesmo, com certeza todo mundo aqui pelo menos já ouviu falar. Porém, não teria outro mais em conta que atendesse nossos interesses?. Se não comprar não tem paz.

Cristiano ciclope
Cristiano ciclope
Responder para  Diogo de Araujo
29 dias atrás

Podiam ser mais helicópteros, mísseis anti-tanque, drones, ou até um helicóptero de ataque só para dizer que temos algo diferente nas forças, mas não, nos ofereceram algo que vamos 3 cadeias logísticas para manter!

Bardini
Bardini
1 mês atrás

O Stinger “K”, liberado ao Brasil, é um MANPADS moderno e bastante capaz. Ele pode ser orientado até o alvo por data-link, conta com seeker que vai do infravermelho até o ultravioleta, sendo assim, capaz de buscar pela silhueta do alvo e para fechar, conta com espoleta de proximidade a laser. Traduzindo: é um baita sistema, moderno, com capacidade de combater até mesmo UAS de menor porte, com baixa assinatura térmica.
.
Então, qualquer um falando que é um sistema ultrapassado, dos anos 80, ruim, que não presta, está simplesmente falando m…
.
E é um sistema complementar ao RBS-70NG. Um é o arroz e o outro é o feijão, dentro do “prato” da defesa aérea de baixa altitude. E aí, você pode colocar um bom bife, batata frita e uma salada, em termos de canhões, radares e sistemas GE, para ter um conjunto completo.
.
A grande questão, é que dada as suas capacidades (que tem impacto no preço), o Stinger FIM-92″K” é um ótimo sistema para montar uma defesa aérea móvel, baseada em veículos. Sendo assim, esse armamento poderia muito bem equipar a versão de defesa aérea pretendida para o Guarani. Bastaria montar os lançadores na lateral de uma UT-30, como a que vem sendo desenvolvida para função C-UAS. Essas torres tem espaço para mísseis ATGM, como o Spike:
comment image
.
Agora, ter um MANPADS nacional ou ao menos nacionalizado, deveria ser uma das maiores prioridades do Ministério da Defesa em termos de programa de equipamentos militares, já que isto se trata de um pilar fundamental, que serve para compor necessidades das três forças no tocante a defesa do território nacional e de suas estruturas vitais. Então o problema aí, não se trata do Stinger ser americano, caro ou qualquer outra bobagem que inventem em argumentações sem fundamento. Dane-se isso! O problema real, é o Brasil ter um Ministério da Defesa completamente INÚTIL, perante o que deveria ser sua atividade fim. E é diante disto, que cada força continua podendo fazer a m. que bem entender e dane-se a DEFESA.
.
E veja bem, só para desenvolver um dentro de vários exemplos possíveis: os italianos estão desenvolvendo o Fulgur. É um produto MBDA, que quem conhece, sabe do lobby dos caras aqui. Se vão assinar o CAMM-ER/EMADS, pq não sentar com os caras e ampliar, para colocar a ToT desse MANPADS dentro do negócio, já que o assunto é um só: defesa aérea? Não tem um “abençoado” dentro das nossas instituições com capacidade de fazer esse simples 2+2? E é algo em que seria possível envolver as três forças, já que todos precisam desse tipo de arma. Será que ninguém é capaz de verificar a possibilidade de expandir o acordo G2G que estão montando, para pressionar a MBDA a fazer alguma coisa realmente relevante por aqui aqui, além do aperto de parafusos que vem sendo idealizado?

Última edição 1 mês atrás por Bardini
Macgarem
Macgarem
Responder para  Bardini
1 mês atrás

Melhor comentário aqui.

Plínio Jr
Plínio Jr
Responder para  Bardini
1 mês atrás

A função do Ministério da Defesa é fazer tudo, menos agir para aquilo que foi criado…

Cristiano ciclope
Cristiano ciclope
Responder para  Bardini
29 dias atrás

Mas a matéria foi bem clara que é a versão dos anos 80, o que você está descrevendo e a versão mais moderna!

Bardini
Bardini
Responder para  Cristiano ciclope
29 dias atrás

https://www.state.gov/releases/bureau-of-political-military-affairs/2026/06/brazil-fim-92k-stinger-missiles
.
“The Government of Brazil has requested to buy one hundred (100) FIM-92K Stinger Block I missiles.”
.
Se trata da versão mais atual, que Alemanha, Holanda, Itália, EUA e outros compraram recentemente.

Felipe
Felipe
Responder para  Bardini
27 dias atrás

Se querem um sistema para montar em veiculo, porque não o MSHORAD da Saab que usa o mesmo sistema e míssil do RBS-70 que já possuimos?

Colombelli
Colombelli
Responder para  Felipe
19 dias atrás

É o que ja esta em projeto e via de aquisiçao

Ravengar
Ravengar
Responder para  Bardini
27 dias atrás

Não seria melhor realizar uma produção sob licença junto a SIATT do stinger,utilizando a plataforma para desenvolver uma versão montada sob veículo igual ao Avenger para o EB e demais forças?

Colombelli
Colombelli
Responder para  Ravengar
19 dias atrás

E escala pra justificar a linha? Uma compra a cada 10 ou 15 anos?

Sergio Machado
Sergio Machado
1 mês atrás

Inacreditável. O EB sendo o EB.
Comprando porcaria inútil no combate atual e na casa dos R$ bilhões. Depois reclamam da insuficiência de recursos.
Sequer sabem gerir o pouco que tem.

João
João
Responder para  Sergio Machado
29 dias atrás

Os russos não acham porcaria inútil….

Cristiano ciclope
Cristiano ciclope
Responder para  João
29 dias atrás

Sim, da versão mais moderna não, agora essa que vamos comprar, da primeira versão dos anos 80 que a matéria fala, eles acham porcaria.

Mauricio R.
Responder para  Cristiano ciclope
28 dias atrás

Fake news, fake news, fake news, o Xandão tá de olho em você!

sub urbano
sub urbano
1 mês atrás

Ainda vao entubar a versão mais mendiga e fácil de jammear nos bolsoloydes kkkk Enquanto isso o novo “Igla” tem 3 seekers integrados (IR em duas bandas e UV), é mais barato, mais leve, além de ser testado em combate em um conflito recente de alta intensidade.

Colombelli
Colombelli
Responder para  sub urbano
19 dias atrás

Os 2 sistemas foram testadis la com sucesso. O americano está fora de preço e o russo dificilmete seria fornecido a curto prazo por causa da demanda local

sub urbano
sub urbano
1 mês atrás

Q país é esse bicho

Luciano
Luciano
1 mês atrás

O curioso é que a versão K possui hardware e software para receber informação de dados de alvo e guiagem, através de um veículo detector, por exemplo. Ou seja, esse modelo é para ser transportado em um veículo com radar ou sensor infravermelho. Será que o EB achou caro desenvolver a versão do Guarani antiaéreo com o RBS70 NG?

José Gregório
José Gregório
1 mês atrás

O que me intrigou é que o Brasil nunca quis o Stinger, optando pelo Igla russo e o RBS-70 sueco, o que mudou?????? O Stinger sempre foi mais avançado e mais caro, fora que é dos EUA, que a galera canhota não gosta, será que os atuais manpads são ruins?

Dr. Mundico
Dr. Mundico
Responder para  José Gregório
29 dias atrás

Compra de equipamentos militares não envolve apenas o preço pago no balcão.
Envolve condições de financiamento, prazos, calendário de entregas, treinamento, suporte, etc.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Dr. Mundico
19 dias atrás

Correto. Mas ainda assim 3.3 milhoes por unidade é caro demais mesmo comparado a outros contratos do mesmo sistema.

Cristiano ciclope
Cristiano ciclope
Responder para  José Gregório
29 dias atrás

Mais avançado ele nunca foi, de concepção diferente, na verdade ele e até mais frágil a contramedidas eletrônicas, ele usa guiagem por rádio, o Igla russo e guiado por infravermelho e o RBS-70 e guado a laser!
Todos tem o mesmo alcance, a não ser o RBS-70NG que compramos que tem um alcance que e quase o dobro dos outros, mas o alvo fim e o mesmo, aeronaves viando a baixa altitude e curto alcance!

Mauricio R.
Responder para  Cristiano ciclope
28 dias atrás

“…ele usa guiagem por rádio…”

Sério isto.
O Stinger?

Victor Hugo
Victor Hugo
29 dias atrás

O EB como sempre comendo merda e vivendo em Narnia, só pode, espero que o governo cancele essa compra.

YUFERFLLO
YUFERFLLO
Responder para  Victor Hugo
29 dias atrás

O exercito nem comprou nada, os EUA que deram aval para a venda, mas não significa que o exercito esteja em si interessado no Stinger, talvez o exercito está vendo por ai manpads e o EUA foi um dos países que o exercito está vendo, até os EUA liberarem uma venda e o país comprar envolve muitas coisas

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Victor Hugo
23 dias atrás

Espero que sim! Há produtos melhores…

Cristiano ciclope
Cristiano ciclope
29 dias atrás

Se era para comprar a amizade dos americanos com 330 milhões de dólares, era melhor comprar algo que já usamos deles e que precisamos aumentar a quantidade, como helicópteros UH-60 ou javalins, talvez algo novo como um drone que e mais útil em ações de inteligência, seja contra bandidos ou terroristas já que a desculpa e essa!

Sequim
Sequim
29 dias atrás

Essa mania de falar mal de tudo e todos ainda vira o esporte nacional número 1.

Abymael
Abymael
28 dias atrás

Uma notícia explica a outra: em uma, nós estamos comprando Stinger.
Na outra, diz que os EUA estão procurando substituto para o Stinger.
É isso. Nós compramos o que eles estão descartando.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Abymael
19 dias atrás

Amigo…este ” substituto” é coisa pra dez anos. É o tempo de vida util de um missil.

Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Cristiano Salles (Taubaté-SP)
27 dias atrás

BOA NOITE a todos!

Ou…, o exército brasileiro está pensando em colocar esses lançadores stinger nos helicópteros black hawk que estão chegando…

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Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Cristiano Salles (Taubaté-SP)
23 dias atrás

Certeza disso?! Nós teremos autorização para mudar as características dos Black Hawks ou o uso dos Stinger?

“Se” fossemos usar, tal armamento já viria vinculado ao BlackHawk, mas esses virão somente com Miniguns defensivas.

Os futuros helicópteros Black Hawk do EB foram adquiridos em pacotes configurados para transporte tático e missões humanitárias, o que significa que não virão com os sistemas de armas integrados de fábrica. 
Uma instalação não autorizada ou adaptação “por conta própria” é proibida, pois violaria os protocolos de controle tecnológico do governo norte-americano e os padrões de aeronavegabilidade.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
23 dias atrás

A notificação também destaca que a compra apoia os esforços de modernização da defesa do Brasil, voltados a reforçar a proteção do espaço aéreo sul-americano contra operações ilícitas de tráfico”.

Acredito que é melhor ter bastante cuidado com as clausulas contratuais de uso do Stinger, pois os americanos e seu FMS são bastante específicos quanto aos termos.
Alguns termos poderão estar inclusos e restringir seu uso.

Tipo: Se você comprar uma Motoserra elétrica, ela só poderá derrubar árvores e nada mais…
Não poderá fazer corte de lenha, poda de galhos ou trabalhos de entalhe e carpintaria…
Associar o Stinger ao combate ao narcoterrorismo não seria vantajoso,ainda mais se estiver vinculado ao contrato do FMS.

Estariam querendo ditar regras para o uso do armamento pelo exército brasileiro.

A venda proposta aprimorará a capacidade do Brasil de enfrentar ameaças atuais e futuras, fornecendo os mísseis FIM-92K Stinger Block I e, consequentemente, reforçando sua capacidade de defesa aérea. Essa aquisição apoia os esforços de modernização da defesa brasileira, visando ampliar sua atuação no campo de batalha, protegendo o espaço aéreo sul-americano contra operações de tráfico ilícito.
O Brasil não encontrará dificuldades em integrar esses itens e serviços às suas Forças Armadas.
A venda proposta deste equipamento e apoio não alterará o equilíbrio militar básico na região”.

A venda proposta deste equipamento e apoio não alterará o equilíbrio militar básico na região”.

Para quê comprar um sistema que não nós dará superioridade militar na região?!

FMS não passa de uma ferramenta de controle para controlar países e nivelar o poder militar ao gosto de Washington, tendo eles como fiel Tutor das”crianças” Sulamericanas.

Certamente há sistemas similares ou superiores!



Adriano Madureira
Adriano Madureira
23 dias atrás

O pedido brasileiro inclui 100 mísseis FIM-92K Stinger Block I, além de equipamentos e serviços associados”.

100 mísseis para um país com dimensões continentais, Brasil e suas compras em volumes esdrúxulos.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Adriano Madureira
19 dias atrás

Se fossemos pensar com este raciocinio, que reflete uma preocupação legitima, todo o orçamento da defesa nao seria capaz de nos dar uma defesa aerea minimamente decente.

Tem 13.000 alvos de interesse militar. 600 de alto valor e mais de 300 ” críticos”. Cada um ou conjunto de uns poucos, demandaria um sistema de medio ou longo alcance e sistemas mais simples pra formar as camadas.

É simplesmente impossivel ter uma defesa AA eficiente nesta dimensao. Basta ver os russos penando esta semana. Temos que teŕ é dissuasao regional minima à vista dos meios aéreos dos vizinhos.