EUA criticam Europa por limitar participação de empresas americanas no rearmamento do continente
O subsecretário de Estado dos Estados Unidos, Christopher Landau, criticou duramente aliados europeus da OTAN por priorizarem a indústria de defesa europeia em detrimento de fornecedores americanos, em meio ao esforço de rearmamento do continente.
A intervenção ocorreu durante uma reunião dos ministros das Relações Exteriores da OTAN em Bruxelas. Segundo três diplomatas da Aliança, Landau afirmou, em encontro a portas fechadas, que os europeus não deveriam “intimidar” as empresas de defesa dos Estados Unidos nem excluí-las dos programas de modernização militar em curso na Europa.
O episódio evidencia uma nova tensão transatlântica: Washington quer que a Europa aumente seus gastos militares e assuma maior responsabilidade por sua própria defesa, mas também resiste a políticas que direcionem esse aumento de recursos à base industrial europeia.
Landau participou da reunião em substituição ao secretário de Estado Marco Rubio, que não compareceu ao encontro ministerial. A ausência de Rubio marcou a primeira vez em mais de duas décadas em que o principal chefe da diplomacia americana deixou de participar de uma reunião ministerial da OTAN.
De acordo com os diplomatas presentes, Landau falou no início da reunião e deixou a sala pouco depois para outros compromissos. As fontes observaram, contudo, que a presença breve de ministros ou altos representantes em reuniões desse tipo não é necessariamente incomum.
Um funcionário do Departamento de Estado afirmou que Landau transmitiu duas mensagens centrais aos aliados. A primeira foi a necessidade da Europa transformar seus compromissos de aumento de gastos em capacidades militares concretas. A segunda foi a crítica a políticas consideradas protecionistas e excludentes, que, segundo Washington, afastariam empresas americanas do mercado europeu e enfraqueceriam a defesa coletiva.
A crítica americana surge no momento em que a União Europeia tenta acelerar a reconstrução de sua base industrial de defesa, historicamente subdimensionada após décadas de baixos investimentos militares. A guerra na Ucrânia e os alertas de países como a Alemanha sobre uma possível ameaça russa até o fim da década levaram Bruxelas a buscar mecanismos de financiamento e coordenação industrial.
Entre essas iniciativas está o programa SAFE, um instrumento de €150 bilhões em empréstimos para aquisição de armamentos. A iniciativa foi concebida para estimular compras conjuntas e fortalecer a indústria europeia, mas impõe limites à participação de fornecedores não-UE.
Pelas regras do programa, países terceiros, como os Estados Unidos, só podem fornecer até 35% do valor dos sistemas de armas financiados. Para Washington, essa limitação reduz o acesso de empresas americanas a um mercado em rápida expansão e cria barreiras políticas em nome da autonomia industrial europeia.
O descontentamento de Landau reflete uma disputa de fundo: a Europa quer reduzir sua dependência dos Estados Unidos em áreas críticas de defesa, enquanto os americanos procuram manter espaço para sua indústria em um ciclo de rearmamento que poderá movimentar centenas de bilhões de euros nos próximos anos.
A crítica também ocorre em um ambiente político deteriorado entre Washington e Bruxelas. O governo do presidente Donald Trump já havia pressionado a União Europeia em questões comerciais, incluindo ameaças tarifárias, e acusado o bloco de tratar os Estados Unidos de forma injusta. Do lado europeu, algumas autoridades classificaram as exigências americanas no campo comercial como uma forma de chantagem.
As declarações de Landau devem causar desconforto em várias capitais europeias, especialmente porque foram feitas no mesmo momento em que países como Alemanha e Polônia anunciaram novos aportes a um mecanismo apoiado pela OTAN para financiar o fornecimento de armamentos americanos à Ucrânia.
Segundo o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, Europa e Canadá já prometeram US$ 4 bilhões para esse esquema, que financia empresas de defesa dos Estados Unidos na entrega de armas críticas às forças ucranianas.
Para diplomatas europeus, a queixa americana revela uma contradição. Washington exige que a Europa gaste mais com defesa e assuma maior responsabilidade por sua segurança, mas critica o esforço europeu para usar esses recursos no fortalecimento de sua própria indústria.
Um diplomata da OTAN afirmou que ninguém ficou surpreso com a posição americana contra o protecionismo europeu, mas ironizou a falta de tato da abordagem. A OTAN recusou-se oficialmente a comentar.
A disputa ocorre em paralelo a dúvidas recorrentes sobre o compromisso dos Estados Unidos com a segurança europeia. Trump já questionou garantias de segurança da OTAN no passado, embora tenha elogiado os esforços recentes dos aliados para elevar gastos militares a 5% do PIB até 2035.
Landau também tem histórico de ceticismo em relação à Aliança. Durante o verão, chegou a publicar nas redes sociais uma mensagem, posteriormente apagada, na qual afirmou que “a OTAN ainda é uma solução em busca de um problema”.
A ausência de Marco Rubio acrescentou peso simbólico ao episódio. Em um momento em que a guerra na Ucrânia continua exigindo coordenação política e militar entre os aliados, a falta do principal diplomata americano foi lida por alguns governos como mais um sinal de distanciamento de Washington.■

Tem que limitar mesmo, fica atacando os aliados e ainda quer vender?
Concordo, atacam seus aliados, prometem deixa los na mão, ameaçam retirar tropas, ficam inconfiaveis no mundo atual, trumph e sua quadrilha, conseguiu destruir o pouco de credibilidade que já possuíam no planeta Terra, ninguém quer depender desses criminosos hoje no poder.
Tarifas e mais tarifas a caminho.
Tarifa é ruim para ambos os lados amigão! Não acredite naquela falácia de Donald Dumb de que os Estados unidos não dependem de ninguém ou que são totalmente autossuficientes…
Os Estados Unidos possuem o maior sistema agropecuário do planeta e são grandes exportadores globais de commodities como milho e soja.
Contudo, o país é altamente dependente de importações para o consumo diário de alimentos frescos, bebidas e produtos tropicais, operando hoje com um forte déficit comercial nesse setor.
Sua população exige variedade, alimentos fora de época e produtos tropicais, tornando-os grandes importadores de gêneros alimentícios, com cerca de 15 a 20% do total consumido vindo de fora.
15 a 20% pode não parecer muito para alguns ,mas para um país com uma demanda exigente,deve ter efeitos…
Cerca de 60% das frutas consumidas no país são importadas.
Uma grande parcela dos peixes e frutos do mar consumidos é trazida de outros países.
As importações de alimentos vêm, em grande parte, de seus vizinhos continentais e de países tropicais, sendo o México e o Canada os maiores fornecedores.
O Brasil também é um parceiro comercial importante, liderando o fornecimento de itens específicos, como o suco de laranja, carne, açucar e cacau.
Sem esquecer o café,cerca de 1/3 de todo o café consumido lá vem de lavouras brasileiras, sendo a base diária do desjejum de cerca de 76% da população do país.
Os Estados Unidos são o maior mercado consumidor do mundo e dependem quase 100% da importação.
Recomeçar uma guerra de tarifas com o Brasil, a situação alimentar dos EUA se agravaria, pois o Brasil é um fornecedor essencial de produtos alimentícios.
Todo mundo depende de todo mundo!
Mas ele só sabe fazer isso, tem uma expressão americana que é mais ou menos assim: Cavalinho de um truque só.
Uma falácia do presidente americano que, como outros presidentes (bastante conhecidos por nós) demonstra falta de conhecimento do setor produtivo de seu próprio país.
Além da inexistência de diversos minerais essenciais para sua indústria, incluindo os que compõem terras raras. existem diversas outras dependências de países.
Aí incluímos produtos manufaturados dos setores farmacêutico, alimentício e eletrônico.
Se for incluir ainda os commodities que os EUA não suprem com produção interna a lista vai bastante além. O principal sem dúvida é petróleo.
Mas não dá para subestimar.
Assim como a China, os EUA importa diversos tipos de commodities para não sacrificar insumos mais básicos. Principalmente a água.
Além disso, existe uma politica nos EUA, relacionada ao setor de defesa, que prevê a reserva bruta de estoque de diversos materiais.
Inclusive esta política está institucionalizada na SCMA (Strategic and Critical Materials Stock Piling Act) criada lá em 1939, mas que já passou por diversas atualizações que complementam a abrangência.
A China tem a Kuàngchǎn Zīyuán F (Lei de Recursos Minerais da República Popular da China) criada em 1986 e também constantemente atualizada.
Mas esta é voltada muito mais para o setor industrial, com foco em estabilidade e controle de mercado, mas que também inclui o setor de defesa.
O Brasil? Não chega nem perto disso.
Infelizmente, se algo é fato na administração pública (e aqui falo dos nossos gestores eleitos) é seu pensamento de curto prazo. Limitado a 4 anos, que tem como condicionante as próximas eleições.
Um dependência que os EUA tem na industria, é celulose, praticamente não existe outra alternativa confiável a celulose brasileira.
Celulose tem o Canadá, hein? Mas lá tbm tem tarifaço e ameaças constantes.
Sim, além da Indonésia, mas o Brasil é o maior exportador e produtor, não tem como substituir efetivamente.
Os USA compram alimentos dos outros países, porque precisam dar uma contrapartida para as suas exportações.
Todo pais quando importa algum produto de outro, exige que aquele também compre algum produto seu.
É assim que funciona, portanto os Estados Unidos importam comida, não porque .precisam, mas para atender os parceiros comerciais. É o velho sistema de trocas, com vantagem para quem exporta produtos industrializados.
“EUA criticam Europa por limitar participação de empresas americanas no rearmamento do continente”…
Como sempre os americanos sendo vítimas dos europeus.
Os cara lançam o tal do América First e agora não pode Europa First ?
Europa está certinha e acordou a tempo, eles possuem tecnologia, mão de obra qualificada, dinheiro, etc…
Não precisa depender dos EUA.
Lançaram o “Europa Second”…..
Os otários na Europa sempre vão depender dos Estados Unidos, até pq só os países europeus não conseguem deter a Rússia sozinho. E como o próprio Donald Trump falou no seu 1 mandato, que se os países europeus não se envolvesse mais na sua própria defesa, ele ia incentivar o Putin a invadir esses países que não querem investir mais . Resumindo eles sempre vão depender dos Estados Unidos 🤣🤣🤣🤣
Deter a Rússia? Essa é a maior falácia para vender armas. Além de materialmente não poder (perdeu milhares de blindados, sabe-se lá quantos milhares de soldados, aviões, uma marinha de corvetas, população envelhecida e com baixo crescimento vegetativo, etc etc), a Rússia invadiria a Europa atrás de quê? Petróleo? Terras raras? Ou escravizar os europeus em minas de carvão?
Amigo, a Rússia está a quatro anos tentando vencer a Ucrânia. Teremos uma guerra de 100 anos até a Rússia marchar em Paris, Berlim e Londres ?
É capaz dos europeus cancelarem essa cláusula ainda, como o Tony Blair recomendando ao PM britânico que melhorasse o relacionamento com Trump kkkkkkkkk
O Blair é tratado com palavrões degradantes por 80% dos ingleses que conheço.
E com palavrões tanto pelo partido trabalhista, quanto pelo conservador. Esse dai é o consenso do odio.
Chega a ser ofensivo esses tipos de declaração depois de tudo que fizeram recentemente. Como os americanos se vitimizam… séloko!
É algum tipo de piada, essa declaração?
Parabéns Laranjão!
Por que será, hein ?
Acostumem pq – ainda que entre um outro presidente com o perfil dos inúmeros antecessores de Trump : america first, but in low profile mode – não há mais volta.
E sinceramente, sempre acreditei que os Eua estavam reconfigurando as relações entre os países.
Só acredito que calcularam mal e o resultado não está sendo aquele que realmente esperavam.
Sejamos sinceros, em qual guerra a furtividade do F-35 foi realmente um diferencial em relação a caças de 4 geração lançando bombas a 100km de distância, e mísseis a 300km de distância ou mais, sem falar nos drones?
Acho que só teriam vantagem em ataques bem dentro do território de países como a Rússia, china, Brasil e índia que tem território imensos e bem defendidos a excessão do Brasil, não coloco nem o irá nessa contra pois Israel lançou uns mísseis balísticos aero transportados com 1000km de alcance , então os F-35 não forem tão fundamentais assim!
Isso falo porque a Europa, pode se armas sem ter que ficar preso ao F-35 que é o único diferencial tecnológico. Relação a Europa, pois de resto eles tem tecnologia similar!
Salve Cristiano Ciclope !
Sim, a Europa (leia-se: Alemanha, Itália, França, Inglaterra, Suécia, Dinamarca, Noruega, Finlândia e Polônia) possuem armamento que podem fazer frente em eficiência aos armamentos feitos pelos Eua.
Os demais países do continente são consumidores vorazes de produtos de guerra “made in usa”. Logo, não entram na conta (se bem que alguns dos “primeiro time” tem produtos estadunidenses no catálogo de uso por suas forças, ainda que seja em pequena monta).
Em resumo, a postura Trump (que poderia ser até apelidada de “doutrina Trump” porque marca um ponto de inflexão – principalmente – na relação com os interesses de aliados estratégicos importantes e adota uma postura agressiva em defesa dos seus próprios interesses no hemisfério ocidental).
Talvez Trump fosse um bom presidente estadunidense em meados do século XIX ou até as primeiras três décadas do séc.XX, porque sua diplomacia desconstrói tudo aquilo que diplomacia dos Eua buscou construir nos últimos 80 anos.
Já estou habituado a desvalorizarem as forças armadas portuguesas, mesmo sem saberem do que falam.
E começando por falar na Tekever,, empresa portuguesa que constrói os melhores drones de inteligência e que tem duas usinas em Portugal, duas em França, 4 no Reino Unido, uma na Ucrânia, não vai abrir nenhuma usina nos EUA, mas reforçou a sua presença nos EUA com a abertura de um “hub estratégico” localizado em Fayetteville. As forças armadas britanicas são das forças no presente que mais usam drones da Tekever e lançaram recentemente o StormShroud que não é mais do que um AR3 carregado com um aparelho de guerra eletrónica desenvolvido pela Leonardo e servirá principalmente para cegar radares. Na defence post notícia que o US Special Operations Command Test AR3 Drone Capabilities, no mesmo meio de comunicação é noticiado o StormShroud “RAF inducts Collaborative Drone that Neutralizes Enemy Radar”. Não haverá ninguém melhor do que os militares ucranianos para falarem dos equipamentos que usam e neste vídeo podem ouvir o que o militar de nome Konstantin disse dos drones da Tekever “Portugal’s $250M Arsenal Just OBLITERATED $4 BILLION of Russia’s Air Defenses”.
Outras empresas se destacam tais como a Critical Software, empresa portuguesa que fornece equipamento para a NASA, a UAVisipon que produz o drone Ogassa que equipa as forças armadas portuguesas, e também o Elanus que não é mais do que um drone de ataque kamikaze, e que mal consegues ver neste vídeo, durante um voo “DRONE DE ATAQUE PORTUGUÊS | UAVISION ELANUS” que além das munições que serão produzidas em Portugal, é o único equipamento produzido que tem uma cabeça explosiva.
Outra empresa produtora de UAVs é a Behonde Vision.
No exercício Aramuss que decorreu na Bahia poderias ver uma drone submarino LAUV (Light Autonomous Underwater Vehicle) que a empresa portuguesa vendeu cinco destes equipamentos para a Marinha Real da Dinamarca, além d e que é produzida pela portuguesa OceanScan e que podes ver neste vídeo da Marinha Portuguesa “REP(MUS)21 | Brevemente”.
No site da Tekever poder ver dados sobre o novo equipamento o StormShroud “tekever-ar3-powers-new-raf-electronic-warfare-capability”.
Exército britânico usa o AR3 em exercícios militares na Estónia.”British Army uses new AR3 Evolution Drone for first time in Estonia”.
Ultrapassando os equipamentos e virando para as táticas, existem inúmero videos sobre “Firephobia” que não é mais do que ensinamento dos militares portugueses treinando militares de outras nações da OTAN no treino de controlo de manifestações violentas com recurso a bombas incendiárias mais conhecidas por “cocktails molotov”.
No site da marinha portuguesa no menu SERVIÇOS escolher Revista da Armada, ano 2025, mês Novembro e poderás ver dados como 1477 séries de experiências operacionais e tempo acumulado de 5900 horas de um total de três semanas. Como resultado destes exercícios também o CTF-66 da USNAVY treinam em Portugal nas instalações do CEOM (Centro de Experimentação Operacional da Marinha e o CTF-66 é comandado pelo Contra Almirante Kelly Ward e existe uma entrevista dele no DVIDS, além de outras imagens que decorreram durante a visita do embaixador dos EUA em Portugal John Arrigo, e em um desses vídeos o próprio Contra Almirante afirma “que eles (os portugueses) estão mais desenvolvidos”.
Desculpa-me ter tirado a cereja do topo do bolo mas especificaste bem os países europeus e achei muito bem a menção da Finlândia que tem uma empresa que constrói veículos blindados “Patria”, também um estaleiro finlandês vai construir quebra gelos que os EUA não sabem construir e por fim os portugueses vão comprar e construir satélites de radar de abertura sintética da empresa finlandesa ICEYE. Portugal está na RCA a pedido da França, no presente tem forças de combate na Roménia, país onde os portugueses são sempre bem recebidos, depois de ter formado pilotos e mecânicos e de ter vendido F-16 para a Roménia, e este país ainda não tem submarinos mas está a preparar-se para adquirir esta arma e em várias missões dos submarinos portugueses vão também dois oficiais da marinha romena que podes ver nestes videos “NRP ARPÃO Missão Sea Guardian” e “Largada NRP Tridente Operação Brilliant Shield”
Só para complementar o comentário anterior.
Portugal também tem forças de combate na Eslováquia, tem uma companhia de Fuzileiros na Lituânia e são acompanhados por mergulhadores de combate. A atuação dos fuzileiros portugueses levando os lituanos a criarem um batalhão de Fusiliers lituanos tal como podes ver neste video “The Portuguese Marines Deployed To NATO’s Eastern Flank”.
Conclusão; Portugal apenas não tem dinheiro para ter um maior números de militares e melhor equipamento, mas o dinheiro não estica e não dá para mais, mas o que existe está muito bem treinado e se retira o melhor que cada um pode dar. Não concordo com alguns nomes de países mencionados, mas isso fica para mim, já que todos fazemos falta.
Faltou apenas falar do Robô Petra que está em fase de experimentação e que pode ter utilização dual (civil e militar), um robô que promete muito.
O pessoal da Guiana Brasileira é muito bom.
Contando piada? Se queres rir lê da frase seguinte.
“Corrupção no mundo, Portugal na posição 49 e Brasil na posição 107”.
Ri melhor quem ri por último
Quais equipaemntos Dinamarca, Noruega, Finlândia e Polônia produzem que fazem frente aos equipamentos dos EUA?
Bueno,
No meu comentário escrevi PODEM fazer frente em EFICIÊNCIA aqueles fabricados nos Eua.
Outro ponto importante, tratando-se de Europa, cada país pode apresentar o melhor material de defesa construído no país e apresentá-lo como alternativa ao produto estadunidense.
Eles produzem de tudo que os ameris produzem ? Não, evidente que não. Contudo, naquilo que produzem são equipamentos que – de novo – podem sim fazer frente em eficiência aos made in Usa.
Minha dica é visite sites estrangeiros. Gasta-se um tempinho; mas vale a informação. Só não vai te poupar de ser questionado, pois podem julgar que você comenta as coisa “à moda Bangu.”
Temos que ter sempre presente a história e esta nos diz que os melhores MBT’s são europeus, os aviões a jato surgiram na Europa, os drones surgiram na Europa tal como os foguetes, misseis e demais que surgiram inspirados nos V1 e V2. Lembra-te que dos países membros da OTAN, o único que verdadeiramente ganhou dinheiro com a II Guerra foi os EUA, os outros viram as suas industrias destruídas e sem dinheiros para as reconstruirem. Também entre os membros da OTAN, houve um que foi proibido de ter forças armadas e só foi autorizada a criar um exercito dez anos depois de ter acabado a IIGuerra Mundial e viu o seu território dividido em zonas de influência e soberania, pelo Reino Unido, EUA, França e URSS. Por estes e demais justificações, os países europeus sempre preferiram o escudo americano e como tal a sua industria de defesa é pequena, pouco desenvolvida e sem escala. Mas com Trump, toda esta situação pode mudar já que os EUA não compram nada que não seja construído nos EUA, e o Brasil bem sabe que só vendeu A-29 porque se associou à Sierra Nevada, como tal os europeus tem que produzir e consumir europeu em termos de defesa. Se analisarmos a Europa enquanto países membros da UE, cada um apresentará o que melhor tem, mas se for apresentado como uma união, ou seja como um todo aí em nada a Europa fica a perder com os EUA e pode haver escala se os europeus apenas concorrerem com europeus, porque quanto ao saber, os europeus nada perdem com os EUA, principalmente agora que Trump está a “correr” com os homens de saber e estes estão a ir para o Canada e Europa.
Já fiz menção ao que a Finlândia produz e repito, navios quebra gelo que os EUA não sabem produzir e que encomendaram à Finlândia, viaturas militares blindadas produzidas pela empresa Patria cujo o capital do Patria Group está distribuído em 50,1% do estado finlandês e 49,9% da Norwegian Kongsberg Defence & Aerospace AS, e detém 50% do capital da Nammo, e os melhores satélites de observação da terra, os satélites são os ICEYE. A Finlândia também possui a maior e melhor artilharia da Europa
A Noruega detém parte da Patria Group e detém a empresa Norwegian Kongsberg Defence & Aerospace que produz os misseis Nasams.
O resto alguém que explique.
Já dizia minha vó meu filho você vai ver coisas que até Deus dúvida 🤣🤣🤣,os países europeus não conseguem nem se ajudar entre eles , para criar um caça de sexta geração ( a exemplo do fcas , que foi cancelado pq a Dassault não se acertou com a Airbus)e o cara me fala que os europeus não tem que ficar preso ao F35 🤣🤣🤣🤣
Salve Douglas !
Possivelmente vai ocorrer um “de já vu” sobre essa contenda do caça de 5a geração.
Aliás, isso já foi comentado aqui na Trilogia, a França vai seguir independente com o seu próprio projeto e os demais países do consórcio farão o mesmo. É só lembrar do Rafale.
O acostumem-se, tem dois lados e isto é com políticos Europeus brandinhos, brandinhos, porque se as últimas sondagens na Europa se materializarem, com a extrema-direita no Poder na Europa, de novo, talvez os Trumpistas venham a ter saudades dos actuais líderes Europeus do centro-direita ou centro-esquerda.
Faz sentido.
Salve Rui Mendes !
O meu “acostumem” está focado nos Eua perdendo mercado, e com isso influência política, na Europa. Foi muito mais uma ironia com a América Trumpista do que qualquer outra coisa.
Tanto é que fiz um complemento ao meu comentário afirmando que os formuladores da “doutrina Trump” calcularam mal “a força do recuo da arma após o disparo”.
E por isso concordo plenamente com o seu comentário que, na minha interpretação, faz um reforço sobre o erro de cálculo da diplomacia trumpista.
Esses americanos são folgados, hein?
Nenhuma novidade nisso, os EUA só quererem clientes de prateleira, que possam controlar de todas as formas possíveis e nada mais!
O que você compra, de quem você compra, comi você usa e quando!
Então abre as compras militares para produtos Europeus, se pedir e não dar nada em troca fica fácil, quero ver Rafale na USAF, LEO2A8 no ARMY, MKS 180 na USNAVY e por aí vai
Exatamente! Reciprocidade nas compras militares…
Querem que os outros comprem, mas oque eles do país superior compram em quantidades expressivas?
Eles ficam felizes quando os outros países adquirem os caros Boeing P-8 Poseidom para patrulha marítima, mas porque eles não adquirem
Airbus A330 MRTT para renovar sua frota de aeronaves.
Enquanto isso o programa do avião-tanque Boeing KC-46A Pegasus continua a enfrentar prejuízos bilionários, falhas críticas de projeto e atrasos crônicos.
O desenvolvimento tem sido tão problemático que a Força Aérea dos EUA tem postergado a aposentadoria dos jatos KC-135 para compensar a falta de aeronaves.
Sistema de Visão Remota (RVS),Falhas de Hardware e atrasos e Interrupções,a linha de produção tem sofrido paralisações nas entregas devido à escassez de peças e problemas com fornecedores, o que emperra a modernização da frota militar norte-american
A OTAN, desde meados dos anos 90 é “uma solução em busca de um problema”.
O Trump faz um monte de aloprações com aliados de décadas e depois reclama. É muito cara de pau.
Bem feito para os europeus.
Toda a humilhação que o Laranjão causar a eles ainda será pouca.
Talvez seja a única coisa que o laranja faz com a qual eu concorde: o constante esculacho aos estados vassalos dos EUA.
Uma coisa é ser escravizado à força. Você está ali obrigado por alguém que detém o poder.
Outra coisa bem diferente é se voluntariar a ser capacho, como faz grande parte da Europa e alguns outros cuckhold-countries tais como Inglaterra, Japão, Coreia do Sul, e etc.
Os EUA de Trump, já estão firmes na estrada do ridículo.