Ballistic Missile Khorramshahr-4 Against U.S. Bases in Qatar and Bahrain

 

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, declarou que o país teria sido “arrasado como Gaza” caso não dispusesse de seu arsenal de mísseis, reforçando que as capacidades defensivas iranianas não serão objeto de negociação em futuras conversas diplomáticas.

Durante uma visita oficial ao Paquistão, um dos países que atuam como mediadores entre Teerã e Washington, Pezeshkian afirmou que os mísseis são essenciais para a sobrevivência da República Islâmica diante das ameaças representadas por Israel e pelos Estados Unidos.

“Se não tivéssemos os mísseis de que dispomos para nossa defesa, Israel e os Estados Unidos teriam arrasado o Irã como fizeram com Gaza”, declarou o presidente iraniano.

Pezeshkian acrescentou que Teerã “jamais negociará suas capacidades defensivas sob quaisquer circunstâncias”, reiterando uma posição histórica do governo iraniano de considerar seu programa de mísseis balísticos um elemento central de sua estratégia de dissuasão.

As declarações receberam apoio do primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, que afirmou que o acordo preliminar em discussão entre Irã, Estados Unidos e países mediadores não inclui qualquer referência ao programa de mísseis balísticos iraniano. Sharif também criticou o que chamou de “dois pesos e duas medidas”, argumentando que não se pode aceitar que alguns países possuam tais armamentos enquanto o Irã seja impedido de fazê-lo. .

O arsenal de mísseis iraniano começou a ser desenvolvido durante a Guerra Irã-Iraque (1980-1988), inicialmente como forma de compensar as limitações da força aérea do país. Desde então, Teerã investiu continuamente na ampliação do alcance, da precisão e da variedade de seus sistemas balísticos.

Israel considera essas capacidades uma ameaça estratégica e, antes da recente guerra entre os dois países, Washington havia tentado incluir o programa de mísseis entre os temas das negociações com Teerã, ao lado do programa nuclear e do apoio iraniano a grupos armados na região. Entretanto, as declarações de Pezeshkian indicam que a liderança iraniana continua considerando seu poder de mísseis um assunto inegociável.■

Gaza – Antes e depois

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Bueno
Bueno
18 dias atrás

O Irã atacou Israel em defesa do Hamas, grupo responsável pelo ataque de 7 de outubro de 2023, que matou cerca de 1.200 pessoas, a maioria civis, além de sequestrar mais de 240 reféns.
Também é fato que o Irã apoia e financia grupos como o Hamas e o Hezbollah, utilizando-os como proxies para projetar sua influência na região.
Por isso, é desonesto analisar esse conflito ignorando o papel desempenhado por Teerã.
No caso do Líbano, por exemplo, não é o Estado libanês que ataca Israel, mas sim o Hezbollah, organização armada apoiada pelo Irã.

deadeye
deadeye
Responder para  Bueno
18 dias atrás

É, ocorre que Israel quando ataca o Libano não faz essa diferenciação né?

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  deadeye
15 dias atrás

Palavras suas, Israel faz sim, todos os ataques estão em áreas dominadas ou com relação Hezbollah, porblema está no efeito colateral dos ataques.

Cristiano ciclope
Cristiano ciclope
Responder para  Bueno
18 dias atrás

Ali não tem um santo, e nenhum certo, Israel errou muito em bloquear toda a ajuda possível para gaza antes, durante e até depois do Hamas ter atacado Israel, o hesbollah só existe porque Israel invadiu o sul do Líbano nos anos 80 e cresceu fazendo o que o exército libanês nos fez na época, defender o país de uma invasão estrangeira, e certo que ambos receberam apoio do Irã para se fortalecerem pois o ira enxerga Israel como uma ameaça desde a época da revolução islâmica, quando o Mossad tentou matar o líder da revolução quando eles nem eram imigos ainda, e recentemente o ira só entrou na guerra, depois de vários ataques preventivos de Israel ao Irá durante anos!
A verdade e que Israel quer ser a potência líder da região mesmo não sendo árabe ou mulçumana pois vê qualquer um como ameaça em potencial, ontem era a Síria, o Egito e Iraque que participaram de duas guerras com Israel, hoje e o Irã, e se não tiver o Irã, amanhã será a arábia saudita, e todos até a arábia saudita sabe disso, por isso fica meio em cima da mesa e comprando apoio americano literalmente!

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Cristiano ciclope
15 dias atrás

Mentira, Israel não tentou mata o Aiatolá, é um dos maiores erros, o Sha pediu ajuda nisso, Israel negou, depois Israel ajudou o Irã contra o Iraque. legal vc falar isso desses países, mas quando foi a última vez que o Egito foi atacado? e a Jordânia?

Sergio Machado
Sergio Machado
Responder para  Bueno
18 dias atrás

Hamas é um grupo insurgente com métodos terroristas que ataca exclusivamente Israel pela ocupação e anexação ilegal da Palestina. Na Palestina Israel também pratica terrorismo de Estado, massacres contra civis dia sim e dia sim.
O Hezbollah igualmente ataca exclusivamente Israel pela ocupação e ataques ao Líbano desde os anos 80. Israel vem usando armamento de fósforo branco no Líbano, além de intencionalmente atacar civis sem relação com o Hezbollah. Trump citou isso publicamente.
Irã financia estes 2 grupos e hoje é a pedra no sapato do Grande Israel e sua expansão territorial ilegal e criminosa.
A grande pergunta: Como alguém adota e defende um lado nessa carnificina toda?

André E.
André E.
Responder para  Bueno
18 dias atrás

Hamas ou Hezbollah?

Augusto Cesar
Augusto Cesar
Responder para  Bueno
16 dias atrás

O que o Hamas fez foi terrível, e cada terrorista deve pagar pelo que fez. Mas e justo um povo inteiro que vive na pobreza e perdeu seu pais pagar por causa de um grupo terrorista? Israel troca 1300 vidas causando a morte e destruição de dezenas de milhares de um povo inteiro, isso não é genocídio?

E justo fazerem isso também no Líbano?

E pergunta que não quer calar, aonde estava a mais eficiente agencia de inteligência do mundo que deixou o Hamas cometer esse ataque?

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Augusto Cesar
15 dias atrás

É justo, não é pq o inimigo se esconde no maio da população, que ele deve ficar impune, dezenas de milhões de doláres em armas e túneis, bilhões que o Arafat surrupiou, que poderiam fazer de Gaza uma Singapura do Mediterrâneo, se eles estão do jeito que estão é culpa deles, como povo devem aprender com a dor a não entrar em uma guerra que não tem chances de vencer, Irã jogou milhares BM em Israel e Israel tá lá, viva e ativa, e ainda rica, valeu matar os civis Israelenses, para impedir que a Arábia Saudita e outros países árabes aceitassem a existência de Israel, será que ser c4del4 do Irã compensou, nenhum líder do Hamas na epoca do ataque tá vivo HJ,

Amin
Amin
Responder para  Bueno
16 dias atrás

Rapas, acho que vc deveria estudar mais a história do Oriente Médio

Filipe Prestes
Filipe Prestes
18 dias atrás

É, mentir, não mentiu. Sem juízo ideológico, gostaria que nós dispuséssemos de uma força de mísseis robusta como a iraniana, mas sobretudo de mísseis balísticos antinavios. As maiores ameaças a nós, hipotéticas e plausíveis, viriam pelo mar.

Camargoer.
Camargoer.
Responder para  Filipe Prestes
18 dias atrás

Olá Filipe.

Você está certo.., esta discussão em torno de Israel é irrititanto porque no fim, acaba na porta da Igreja do Edir Macedo com o pastor afezendo apoligia de candidato para governador.

No caso brasileiro, tenho feito paralelos entre com este conflto em entre EUA/Israel e Irã e tem sido difícil fazer um alinhamento por causa das enormes distâncias territoriais do Brasil.

1) O Atlântico Sul é amplo. O único meio estratégigo de defesa seriam submarinos de ataque e um ou dois esquadrão de caças com capacidade aeronaveal. O cenário de defesa naval continua sendo parecido ao da Guerra das Malvinas.

Neste aspecto, o Braill precisa de capacidade de mísseis ar-mar (talvez baseado no Masup) e em submarinos nucleares capazes de disparar mísseis do tipo SM39-exocet.

2) A defesa do Ira foi baseada na respostra proporcional à Israel. O Irá teria devastado as cidades israelenes na mesma proporção que os EUA e Israel teria, destruido as cidades iranianas. Não vejo este cenário em todo do Brasil como peça de defesa

O Brasil precisa de capacidade de saturação de misseis ou de artilharia e superioridade aérea. O mais difícil é conseguir uma capacidade de transporte do equipamento do planalto central para onde existir a crise. A FAB não tem capacidade de superioridade aérea.

Bjj
Bjj
Responder para  Camargoer.
18 dias atrás

“O mais difícil é conseguir uma capacidade de transporte do equipamento do planalto central para onde existir a crise. A FAB não tem capacidade de superioridade aérea”

É por isso que a FAB deveria ser a prioridade do MD. A aviação, sobretudo de caça, é a unica coisa capaz de responder em tempo hábil e contra ameaças em qualquer domínio (ar, terra e mar) num país desse tamanho.

Um bom missil antinavio/de cruzeiro, lançado do ar e adquirido em bom número deveria estar muito acima da maioria dos nossos projetos atuais de aquisição na lista de prioridades.

Cristiano ciclope
Cristiano ciclope
Responder para  Bjj
18 dias atrás

Nunca esteve, e olha que o AMX podia usar e nunca teve!

Camargoer.
Camargoer.
Responder para  Bjj
18 dias atrás

Sempre que avalio os gastos militares do Brasil vejo a MB e a FAB sub-financiada. O fato de termos um litoral tão grande aberto para o Atlântco sul demanda uma capacidade de guerra submarina com submarinos de ataque nucleares, o que é bem caro, e uma capacidade mar-mar e ar-mar efetiva.

A Guerra das Malvinas continua sendo uma escola. 1) o Brasil precisal de uma capacidade ar-mar com caças equipados com mísses antinaviol que possam decolar de bases continentais e fazer ataques saturados de mísses contra uma frota agressora (como a Argentina fez) 2) O Brasil precisa de uma frota de submarinos nucleares de ataques que coloque a frota agressora sob constante risco de ataque por submarinos, como os ingleses fizeram com a frota argentina, que ficou presa no porto. Faltou aos argentinos uma capacisade de ataque submarino que pudesse ter sido combinada com os ataques aéreso.

Tanto faz se for a FAB ou a MB quem teria a capacidade de aviação antinaval. mas é preciso ter Gripens com capacidade de disparar misseis anti-navio operando a partir de bases continentais

Os ataques dos EUA e Israel ao Irã e dos EUA à Venezeuela.., e tantos outros, mostram que estes ataques são feitos sempre a noite. Isso significa que é preciso um sistema de vigilancia e anti-aéreo que seja flexivel e independente. O agressor não pode saber onde as baterias AA estão colocadas e operacionais. O Irã mostrou que é preciso um sistema AA de saturação. é preciso ter um vantagem no numero de mísseis AA, talvez 10:1 .., talvez 20:1… não sei. Uma barreira AA é por saturação

Então a FAB precisa destra capacidade de transporte de baterias de Astros e de um Astros-AA … talvez 30 Kc390 seja até pouco…

Cristiano ciclope
Cristiano ciclope
Responder para  Camargoer.
18 dias atrás

A FAB e a Marinha tem priorizado a bem da verdade a superioridade localizada, no caso região sudeste sul e Brasília, outros energéticos, indústrias e de todas de decisão do Brasil, norte e nordeste só tem importância como fonte de recursos e obstáculos geográfico até o centro-oeste, por isso o nosso exército tem privilegiado guerra assimétrica, o que pecamos e em defesa anti-aerea, e nem digo de longo alcance, precisamos de defesas de curto alcance em escala e de médio alcance móvel, que dê contra de mísseis de cruzeiros e helicópteros e agora drones, a aviação de caça pode fazer as vezes de defesa de longo alcance!

Esteves
Esteves
Responder para  Camargoer.
18 dias atrás

Salve Professor,

Bom lê-lo vivo.

Não é a FAB que não tem capacidades. O Brasil precisaria de centenas de aviões de caça e toda a logística/infraestrutura necessária como pilotos e bases.

Não temos orçamento. Não na CF de 1988.

Camargoer.
Camargoer.
Responder para  Esteves
18 dias atrás

Estive com uma mistura de desânimo, irritação e resfriado.,,

De modo geral vocẽ coloca a CF88 como causa do descontrole orçamentário… mas discordo. Antes dela, todos os orçamentos públicos priorizavam apenas 1/3 da população.

A partir da CF88, quando os serviços públicos passaram a englobar 100%, o orçamento ficou pequeno porque o modelo tributário continuou favorecendo a concetração de renda.

Se por um lado, o modelo tributário favorece a concentração de renda e a estrutura de gastos públicos busca a distribuição de renda, a conta não fecha.

Esteves
Esteves
Responder para  Camargoer.
18 dias atrás

Sim. E não.

Coloco a CF de 1988 como garantidora de um suposto bem estar social como se fosse possível distribuir renda em uma economia rentista e altamente concentradora de renda e propriedades.

A Saúde melhorou. Mais de 70% dos casos de câncer são tratados pelo SUS. A educação patina graças a municipalização.

O país de financistas agrários é o mesmo desde…desde sempre. Os 2/3 faltantes ficavam com os militares e a reserva de mercado que abandonamos sem construir uma industrialização que agora…agora não é mais possível.

Quem convence um empresário ou o próprio Estado a não viver de renda?

Não desanime. Tempos piores estão chegando.

Camargoer.
Camargoer.
Responder para  Esteves
17 dias atrás

Olá Esteves;

vocẽ tem razão.
a CF88 é a exceção na história do país.

Contudo, temos que lembra que o erro está no modelo econômico excludente e concentrador de renda que torna a CF88 tão desafiadora

O problema da educação era de exclusão. Somente agora com a FUNDEB (eu ainda fico maravilhado que o Fundeb é resultado do Fundef propospo pelo velho ACM durante o periodo FHC que permitiu a efetiva universalização do ensino básico).

Há 50 anos, o ensino era tão excludende que as pessoas eram cuspidas da escola antes de se formarem. Obviamente, quem terminava o curso médio tinha qualidade.

O desafio hoje é dar condições para milhões de hojes terminarem o ensino médio. A maior evasao escolhar acontece no ensino médio. O desafio hoje é ali

Agora, fracassamos até agora na questão da segurança pública. Esquerda e direita.

Augusto Cesar
Augusto Cesar
Responder para  Camargoer.
16 dias atrás

“Há 50 anos, o ensino era tão excludende que as pessoas eram cuspidas da escola antes de se formarem.”

E hoje qualquer semianalfabeto pode completar o ensino fundamental e só simplesmente ir para escola. Grande mudança. Mas o importante e manter a estatística.

Vocês vivem em Narnia só pode.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Responder para  Augusto Cesar
16 dias atrás

Neste tempo, só se passava por nota e não por comportamento ou conselho de classe…
Neste meu tempo, nota média
para passar era 7, se ficasse com 5 ou 6, era recuperação. Abaixo de 5, reprovação. Cuspia, pra fora, os jubilados (2 reprovações seguidas) que na época, o caminho era escola particular…( papai pagou, aluno passou…)
Abraços

Marcelo
Marcelo
Responder para  Camargoer.
17 dias atrás

O Irã deu a senha, desenvolver uma família de míssil balístico de ataque de curto, médio e longo alcance com estoque acima de 5 mil mísseis.
Ai é só esperar o ataque de uma potência militar estrangeira invasora para revidar com um ataque devastado igual foi feito em todo oriente médio.

Augusto Cesar
Augusto Cesar
Responder para  Marcelo
16 dias atrás

No nosso caso nem isso iriamos conseguir, por que qualquer força atacante estaria a milhares de quilômetros das nossa fronteiras. Concordo com o Camargoer que deveríamos priorizar nossa aviação de caça e em misseis antinavio.

Discordo sobre o submarino nuclear, não temos recursos para isso por enquanto. Prefiro uma frota de 20 submarinos modernos convencionais, do que ter um ou dois submarinos nucleares. Um ou dois submarinos acabaram se alvos ao invés do que manter um dissuasão satisfatória, e como a tecnologia ainda estaria engatinhando, provavelmente esses submarinos seriam bem “barulhentos” podendo serem fáceis de serem detectados por um potencia adversária em caso de conflito. A própria China parece que só agora esta conseguindo fazer submarinos dos níveis de discrição do Ocidente.

Raphael
Raphael
Responder para  Filipe Prestes
18 dias atrás

Quem não tem condição de ter força aérea poderosa e/ou atualizada, se vira com enxame de drones (dezenas de milhares) e mísseis baratos….

Última edição 18 dias atrás por Raphael
Filipe Prestes
Filipe Prestes
Responder para  Raphael
18 dias atrás

Só que drones não são efetivos contra todo e qualquer alvo. Navios de desembarque, LHDs e porta-aviões são imensos e requerem mísseis igualmente grandes pra afundá-los.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Filipe Prestes
15 dias atrás

Não é necessário afunda-los, apenas danificar o convoo e suas antenas ou fazê-lo adernar 10 graus pra qualquer lado que ele perde completamente sua função, nenhum caça decola ou é recolhido.

Joanderson
Joanderson
18 dias atrás

E se o Irã tivesse misseis balísticos do nível da Rússia, e um sistema de orientação por satélites próprios,Israel não atacaria mais nunca, e nem EUA já que mísseis balísticos nível Rússia acerta o território dos gringo.

Bueno
Bueno
Responder para  Joanderson
18 dias atrás

Isso não é uma verdade absoluta. Mísseis balísticos e armas nucleares aumentam a dissuasão, mas não tornam nenhum país intocável.

A Rússia, potência nuclear, é atacada pela Ucrânia. Israel, que também possui capacidade nuclear, já foi alvo direto do Irã e de ataques vindos do Iêmen. Índia e
Paquistão, ambos nucleares, já tiveram confrontos diretos.

Ou seja: reduz o risco de guerra total, mas não impede ataques.

Joanderson
Joanderson
Responder para  Bueno
18 dias atrás

Mas ninguém ver nem um país ou organizações de países atacar a Rússia na intenção de tomar território ou decapitar o governo a Ucrânianao conta pos esta esta se defendendo, se kadafi,Assad,Saddan tivesses arsenal nuclear estariam vivos.

Macgarem
Macgarem
Responder para  Joanderson
18 dias atrás

Russia é uma potencia militar mesmo desconsiderando armamento nuclear e misseis balisticos.

Acho que talvez o último país que tenha puxado uma guerra contra uma potencia militar foi a Argentina, e o resultado não foi bom.

Mesmo os EUA não quiseram pagar a conta de uma invasão ao Ira sendo “machucados” economicamente pelo fechamento do estreito.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Joanderson
15 dias atrás

Rússia não tá aguentando nem com a Ucrânia kkkk

Nativo
Nativo
18 dias atrás

Como gostaria que os políticos e . militares desse país usassem 20 bilhões de dólares de orçamento militar, para a compra / produção de mísseis e outras armas estratégicas.

Mas acho mais fácil Israel e Hamas sentarem a mesa para discutirem sobre a paz definitiva na Palestina.

Cristiano ciclope
Cristiano ciclope
Responder para  Nativo
18 dias atrás

Se o Brasil fizer isso, os EUA não deixam e os entreguistas do Brasil ajudam, se o PT estiver no poder e porque o Brasil está ficando contra a América, e uma ameaça, se for um governo dessa direita entreguista, nem teria um programa desses, iríamos comprar meia dúzia de caças de segundo nível a preço de ouro dos EUA, capado, vem como o que eles precisarem vender para nós, o suficiente para não ser ameaça e nem se defender, ou ter opções de negociação melhor e segue o baile!

Macgarem
Macgarem
Responder para  Cristiano ciclope
18 dias atrás

A sim, a grande esquerda neo patriota estava até outro dia tirando sarro de militar e fazendo contigenciamento de gastos de defesa.

Só começaram a ver defesa a sério quando viram o Maduro sendo levado de pijama em um helicoptero americano kkkk

Augusto Cesar
Augusto Cesar
Responder para  Cristiano ciclope
16 dias atrás

Esse mesmo PT onde o atual presidente foi fazer acordo com os EUA entrando pela porta dos fundos e em uma reunião secreta, e depois foi passado para trás pelo candidato da “direita” que na verdade prometeu ceder mais ainda que o descondenado iria entregar, grande soberania essa defendida por vocês.

Sergio Machado
Sergio Machado
18 dias atrás

Questão de tempo até o Irã ter um ICBM.

Wagner
Wagner
18 dias atrás

A capacidade tecnológica do Irã, assombrou o piloto do F15 derrubado, os drobes iranianos autônomo.
Agora com as sanções retirada,Irã integrado ao sistema chinês, passa ser o dono do OM.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Wagner
15 dias atrás

Não, o Irã não venceu manteve um impasse, se as Monarquias árabes revidassem, seria o fim deles. a Briga no Oriente Médio é agora AS e EAU, se o Irã ainda tem que recuperar e depois veremos se será capaz de exercer influência.

Matheus
Matheus
Responder para  Carlos Campos
14 dias atrás

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

As monarquias árabes pediram proteção dos americanos e receberam um “Não”…

Não há nada do que eles possam fazer, Israel e EUA tentaram e falharam.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Matheus
14 dias atrás

Pediram para os acabar com o Irã ou acabar com a Guerra, Irã coseguiu se manter vivo, agora vc diz que eles não podem fazer nada? vc comenta isso como? tem 12 anos? é pago para comentar besteira? tu já viu o tamanho das forças combinadas desses países? se só com EUA e Israel o Irã, sofreu perdas de infra estrutura, oficiais, seu programa nuclear ficou enterrado por anos, várias fábricas de armas destruídas, imagina se os ataques fossem para as áreas civis, o país quase teve uma revolução antes dos ataques, e teve que matar mais de 30 mil pessoas para o governo não cair, se os campos de petroleo fossem destruídos, a renda do país ia ser 0 por anos, pq ia ser negativa, com caos social, antes de vim fazer torcida, pensa bem antes de passar vergonha.

Wagner
Wagner
18 dias atrás

Áreas em Israel também se transformaram em Gaza.

Esteves
Esteves
Responder para  Wagner
18 dias atrás

Não.

Wagner
Wagner
Responder para  Esteves
18 dias atrás

A imagens estão para qualquer um ver na rede.

Esteves
Esteves
Responder para  Wagner
18 dias atrás

Claro.

Nei
Nei
Responder para  Wagner
18 dias atrás

Menos. Menos.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Wagner
15 dias atrás

sim tem um quarteirões assim, bem destruídos, mas nada que se aproxime do nível de Gaza.

Manus Ferrum
Manus Ferrum
18 dias atrás

O Irã desenvolveu capacidades de guerra assimétrica em larga escala que estão surpreendendo o mundo.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Manus Ferrum
15 dias atrás

Na vdd eu esperava mais, acharia que Israel estaria mais acabado, foi meio decepcionante.

Matheus
Matheus
Responder para  Carlos Campos
14 dias atrás

Israel disponibilizou as imagens dos locais atacados?

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Matheus
14 dias atrás

tem vídeos, tem imagens, procura aí, agora bairros inteiros, destruição completa com pessoas dormindo na rua, não vi e não achei, por isso mesmo, pra mim o Trump foi frouxo, deviam ter feito mais, devia ter arrasado os campos de petroleo do Irã, mas ficaram com medo da inflação mundial do petroleo e das frouxos do partido democrata e do republicano, que tem nojinho de ver destruição e morte em larga escala.

Deny Glover
18 dias atrás

No mundo real onde os conflitos quentes acontecem, a preocupação dos chefes militares e políticos é sempre ter variedade e quantidade de meios capazes de levar destruição e danos para além das suas fronteiras. Enquanto por aqui, os nossos militares não perdem a sua fixação por blindados. Foi nessa brincadeira que a İDV já embolsou mais de R$ 30 bilhões .Se pelo menos fizessem o serviço certo, mais não: Fazem tudo errado. O maior exemplo de erro foi a desistência de desenvolver o Guarani 8×8 ( Super AV) que poderia ser usado tanto no EB quanto pelo CFN, como substituto dos clanfs. Em vez disso, optaram por comprar o caríssimo Centauro 2 que na Ucrânia vem se mostrando inútil.

Augusto Cesar
Augusto Cesar
Responder para  Deny Glover
16 dias atrás

Investir em blindados agora e totalmente perda de tempo e de recursos.

h.saito
h.saito
15 dias atrás

A Jordânia não tem mísseis e não é como gaza
Aliás, a Cisjordânia está até melhor que Gaza.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  h.saito
15 dias atrás

Egito também

Carlos Campos
Carlos Campos
15 dias atrás

É só não fornecer armas para o Hamas que o país não é bombardeado, nem para o Hezbollahm Trump foi fraco, ia manter os ataques até o Estoque deles acabar e depois que acabasse ia continuar atacando até destruir tudo que importa no País, o Irã era para ser uma das maiores economias do mundo, com uma população rica, mas um grupo de lunáticos religiosos tomaram o poder do país.