Comandante do EB visita a Avibras

A Avibras Aeroco recebeu nesta quarta-feira, dia 01 de julho, em sua unidade industrial de Jacareí (SP), a visita institucional do General de Exército Tomas Miguel Miné Ribeiro Paiva, Comandante do Exército Brasileiro, acompanhado de integrantes do Alto Comando da Força.

A visita ocorre em um momento importante para a empresa, que iniciou suas operações industriais, reforçando sua capacidade de atendimento aos programas estratégicos de defesa do país. A agenda também proporcionou uma visão do parque industrial e tecnológico da empresa, de seus processos produtivos e das atividades atualmente desenvolvidas para atendimento às demandas da Força Terrestre.

A comitiva foi composta ainda pelo General de Exército Ricardo Piai Carmona, Comandante Militar do Sudeste, pelo General de Divisão Everton Pacheco da Silva, Chefe do Escritório de Projetos do Exército (EPEx), pelo General de Divisão Erb Lyra Leal, Chefe do Gabinete de Planejamento e Gestão do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT), pelo General de Divisão Marcelo Lorenzi Zucco, Comandante da 2ª Divisão de Exército e pelo General de Brigada Evandro Luís Amorim Rocha, Comandante da Aviação do Exército (CAvEx).

A visita reforça a relação entre a Avibras Aeroco e o Exército Brasileiro, pautada pela cooperação em projetos de interesse da Defesa Nacional e pelo compromisso com a entrega de produtos e soluções que contribuem para o fortalecimento da Base Industrial de Defesa do país.

Para o presidente da Avibras Aeroco, Sami Hassuani, a visita do comandante do Exército Brasileiro representa uma importante demonstração de confiança na capacidade da companhia de atender às demandas estratégicas da Defesa Nacional. “Temos trabalhado com afinco e dedicação para cumprir nossos compromissos e fortalecer a indústria brasileira de defesa, reforçando a sólida parceria com a Força Terrestre”, destacou.■


Inscrever-se
Notificar de
guest

27 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado
Rosi
Rosi
7 dias atrás

Tá, e as entregas para o EB ,que estavam pendentes, quando?
Foram para conferir se vai realmente entregar?

Adriano Madureira
Adriano Madureira
7 dias atrás

A nossa defesa tem que dar aquela força e adquirir drones da Avibrás, não adianta ficar somente tirando foto de posteridade, sorridentes e com a farda bem passada, e adquirir produtos de empresas turcas.



Mauricio R.
Responder para  Adriano Madureira
7 dias atrás

Qual o drone essa Avibrás recém saída da recuperação judicial concebeu, projetou, fez voar e está produzindo de forma seriada?
Nenhum.

João
João
Responder para  Mauricio R.
7 dias atrás

Importante ponto

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Adriano Madureira
7 dias atrás

Com vai comprar algo que não existe?
Primeiro a Avibrás tem que ter o produto para depois oferecê-lo, ser avaliado e, se aprovado, adquirido.

Fernando Vidal
Fernando Vidal
7 dias atrás

Nesse momento o que as FFAA poderiam fazer para ajudar a Avibras seria firmar contratos para manutenção de equipamentos por exemplo ou para a aquisição de foguetes, e até a compra de alguns blindados 4×4 modelo Tupi para uso pela FAB por exemplo, que não possui nenhum tipo de viatura blindada para emprego nos seus batalhões de infantaria da aeronáutica para vigilância das bases aéreas. Penso que isso já seria de bom tamanho. Claro que a Empresa ainda deve entregas de produtos novos como propulsores para foguetes do programa espacial, mas pensando nesse momento de recuperação firmar alguns contratos de produtos correntes da empresa, seria muito bem vindo para ambas as partes, considerando as carências materiais das forças.

João
João
Responder para  Fernando Vidal
7 dias atrás

Vtr Bld para proteção de Base Aérea?

Se nossa Força Aérea operasse em Bagram, Afeganistão, blz, mas aqui?

Devo supor que o senhor espera que em um conflito armado, haverá uma guerrilha no Brasil contra nós e muito bem armada.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Fernando Vidal
7 dias atrás

Todo gestor público, quando responsável por uma contratação (independente se setor militar ou civil) precisa fazer uma análise minuciosa de riscos.

Também é preciso verificar se a empresa está apta a oferecer garantias contratuais. A exigência de cauções, seguros-garantia ou fianças bancárias. É fundamental garantir também que a empresa esteja apta.

A existência de pendências de entrega referente a contratos anteriores compromete ambos.
Impede sua contratação? Não.
Mas se a empresa voltar a dar problemas e voltar a não atender os contratos assinados, o gestor público do contrato corre o risco de ser condenado por omissão ou negligência tanto pelo TCU quanto outros órgãos fiscalizadores.

Uma investigação envolve três esferas:

* Financeira (TCU): A condenação poderia exigir que o gestor público faça o ressarcimento do prejuízo publico;

* Adminiatrativa (interna): A condenação poderia levar a advertência, suspensão ou, em casos graves, demissão do cargo.

* Civil e Criminal: Em casos de indícios de redirecionamento, o gestor público responsável pela contratação
podem pode também sofrer perda do cargo, suspensão e multas civis. A condenação, se comprovada, também pode levar a prisão.

Apenas para demonstrar que os Órgãos e setores de Defesa não podem contratar uma empresa apenas para ajudá-la ou salvá-la.
Principalmente se já tem histórico de problemas em contratos anteriores.
É preciso seguir o rito tradicional de licitações.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Fernando Vidal
7 dias atrás

O Tupi praticamente só iria gerar empregos na França e teríamos mais um veículo com outra logística.
A Avibrás deveria focar nos foguetes e mísseis. Se for diversificar, poderia pensar em morteiros, obuseiros e suas munições, que estão mais próximo de seu negócio.
Que termine logo o desenvolvimento do míssil AVTM300 e, se comprovada sua eficiência, que sejam adquiridos lotes significativos, pois será um produto relevante para o EB. Agora comprar qualquer coisa só porque tem a Avibrás no meio não é certo.

Tomcat4.7
Tomcat4.7
Responder para  Fernando Vidal
7 dias atrás

Veículo desta categoria no Brasil se chama Lince BR ou Guaicuru para os íntimos.

Henrique A
Henrique A
Responder para  Fernando Vidal
7 dias atrás

Por que exatamente dinheiro público deveria premiar má gestão empresarial?

Tomcat4.7
Tomcat4.7
7 dias atrás

Creio que a princípio veremos estes chassis Tatra beges ai da foto serem passados pro EB em substituição aos antigos modelos Astros com chassis da Mercedez e nisso a padronização dos modelos(não lembro se foi o Caiafa que mencionou algo a respeito).

Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Cristiano Salles (Taubaté-SP)
7 dias atrás

Drones…, Avibrás para sair do sufoco têm que projetar drones…

1000969797
BVR
BVR
Responder para  Cristiano Salles (Taubaté-SP)
6 dias atrás

Salve Cristiano Salles !
Concordo com vc que a Avibrás deve construir para voltar a ser relevante para o país. Só não acho que seria através de um novo produto, o drone, já que Stella e Xmobots já estão nessa “missão” com maior expertise.

Da mesma forma, a expertise da Avibrás sempre foi foguetes e mísseis e abandonar uma área em que ela já tem essa capacidade – que pode muito bem ser recuperada – por uma empreitada num segmento novo, a mim parece arriscado demais.

E risco, à esta altura da situação, não deve ser o tipo de palavra que a atual gestão da empresa deve querer associada ao futuro da companhia daqui pra diante.

Lembro à época da aquisição dos primeiros drones israelenses em que havia projetos nacionais (só não lembro se da Avibrás ou Embraer ou de ambas) mas que não vingaram. Um erro estratégico; pois se tivéssemos continuado provavelmente estaríamos consolidados em muitos aspectos (cadeia produtiva, modelos, doutrina…).

Enfim, salvo se houver uma injeção significativa de recursos (financeiros e humanos) especificamente voltados para tal segmento; acredito que ela ficará melhor fazendo o que sabe, e a partir daí aperfeiçoando seus produtos.

Última edição 6 dias atrás por BVR
Mauricio R.
Responder para  BVR
5 dias atrás

“…em que havia projetos nacionais (só não lembro se da Avibrás ou Embraer ou de ambas) mas que não vingaram. Um erro estratégico; pois…”

O que havia era o Gavião da Avibrás, que apesar dos pesares ao menos voava, mas era só isso.
Da Embraer além da Harpia Sistemas, que não disse ao que veio antes de a Embraer encerrar-lhe as atividades, deveriam ser uns power points bonitinhos, mas nada tangível.
Mas aqui é fácil entender a lógica, sem um produto disponível para chamar de seu, pois a tecnologia era a da Elbit e sem o dinherinho público para lhe bancar a operação, não seria a Embraer que iria lhe subsidiar a existência.
Então o erro estratégico teria sido insistir no “projetos” de Avibrás e Embraer e deixar a FAB sem o MQ-450 Hermes, um produto consolidado no mercado, efetivo, em produção seriada.

BVR
BVR
Responder para  Mauricio R.
5 dias atrás

Salve Maurício R. !

Não critiquei a aquisição dos drones israelenses, eu disse “…à época…”
E obrigado por reconstruir aquele cenário.

Contudo devo discordar quando vc afirma que “…sem o dinherinho público para lhe bancar a operação…”; já que na maior potência militar do planeta o dinheiro estatal se faz presente como fomentador de projetos estratégicos.

É claro que concordo que o dinheiro público não deve ser anteparo para nenhuma empreitada inconsequente do setor privado, mas acredito que caberia uma exceção no setor de defesa, desde que vise um projeto estratégico de defesa do Estado brasileiro, e não de um governo do momento – isso aliado às fiscalizações de TCU, Comissão de Defesa do parlamento, imprensa especializada e outros mecanismos democráticos.

Finalizando, reafirmo que estaríamos melhores que hoje se tivéssemos até comprado maior número de drones israelenses; mas continuado com projetos nativos e que resultassem em compras pelas forças.

Exemplo atual, o míssil anticarro da Siatt. Imagine se o projeto tivesse sido continuado – independente de aquisições estrangeiras na época. Certamente teríamos avançado na tecnologia e estaríamos com um produto de eficácia semelhante aos melhores do mercado.

Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Responder para  BVR
5 dias atrás

😉👋🏻abraços BVR

Heinz
Heinz
Responder para  Cristiano Salles (Taubaté-SP)
6 dias atrás

O Sasha deveria voltar ao Brasil e passar seus conhecimentos para o E.B, o que esse cara tem de experiência militar nenhum militar brasileiro tem. Ele comanda uma companhia na Ucrânia

Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Responder para  Heinz
5 dias atrás

Isso mesmo Heinz…, comandou pelotão…, agora…, companhia…, o exército brasileiro “DEVE” adquirir conhecimento da guerra moderna com nosso pessoal que está lá na Ucrânia…, até colocar esse pessoal nas fileiras do exército…, assim como fazem com os atletas olímpicos…, é muito conhecimento para se perder…, os únicos que tinham conhecimento de combate…, era o pessoal que foi para o Haiti…, agora atualmente não têm com experiências de combate real…

Mão de obra que as forças armadas têm que usar de alguma forma…, brasileiros na Ucrânia e alguns na Rússia também…

Abraços…

Mauricio R.
Responder para  Cristiano Salles (Taubaté-SP)
5 dias atrás

Então é bom se mexer rápido, aliás já deveriam ter se mexido, pois tem assim umas 30 – 35 empresas no Brasil, boa parta delas existem devido as necessidades do agronegócio, capazes de fabricar drones.

Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Responder para  Mauricio R.
5 dias atrás

😉👋🏻

BVR
BVR
6 dias atrás

Salve editores !

Tenho comentário preso no spam.

Mauricio R.
6 dias atrás

Querem ajudar financeiramente a Avibrás?
Façam um crowdfunding.
Mas depois se o retorno não for aquela Brastemp, não reclamem.

Celso
Celso
4 dias atrás

burocratas pelegos, não merecem nem 1 centavo do povo

Fabio Araujo
Fabio Araujo
4 dias atrás

O plano para modernizar a artilharia do Exército e destravar a compra bilionária de Israel – Estadão
https://www.estadao.com.br/politica/marcelo-godoy/o-plano-para-modernizar-a-artilharia-do-exercito-e-destravar-a-compra-bilionaria-de-israel/

Paulo
Paulo
2 dias atrás

A missão crucial da Avibrás aeroco é concluir e atualizar o MTC 300, e desenvolver o mais rápido possível misseis balísticos táticos de curto/ médio alcance, tornando o Astros/ Fogos minimamente contemporâneo e dissuatório para o EB. É pouco, mas é o que temos.

Colombelli
Colombelli
2 dias atrás

Visita nao enche barriga